terça-feira, julho 28, 2026

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Pecuaristas estudam como amenizar a queda da arroba do boi; veja cotações



O mercado físico do boi gordo teve mais um dia marcado por queda nos preços da arroba. Segundo a consultoria Safras & Mercado, as negociações estiveram travadas, com algumas indústrias ainda ausentes da compra de gado, avaliando as melhores estratégias a serem adotadas no restante da semana.

“Os pecuaristas estudam estratégias para tornar a queda das cotações menos contundentes. As exportações permanecem em ótimo nível, o que tem atuado como um relevante suporte, inviabilizando quedas ainda mais agressivas”, disse o analista da empresa Fernando Henrique Iglesias.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 326,08
  • Goiás: R$ 306,43
  • Minas Gerais: R$ 315,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 322,27
  • Mato Grosso: R$ 302,85

Mercado atacadista

O mercado atacadista segue com preços cravados em máximas históricas. “No entanto, há dificuldade para novos reajustes mesmo em um período de demanda aquecida”, assinalou Iglesias.

O quarto traseiro do boi permanece precificado a R$ 27 por quilo. O quarto dianteiro permanece precificado a R$ 20,50, por quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 19,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,09%, sendo negociado a R$ 6,0816 para venda e a R$ 6,0796 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0369 e a máxima de R$ 6,0899.



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Preços da soja recuam no Brasil; veja as cotações pelo país



O mercado brasileiro de soja teve uma segunda-feira de preços mais baixos, com fraca movimentação. Segundo a Safras Consultoria, o mercado esteve lento, com muitos participantes fora das negociações. A expectativa para o relatório de oferta e demanda de dezembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado amanhã, contribuiu para a cautela dos agentes. Além disso, a queda da soja na Bolsa de Chicago pressionou as cotações no mercado doméstico.

Cotações no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço caiu de R$ 138,00 para R$ 136,00
  • Missões (RS): preço caiu de R$ 137,00 para R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 144,00 para R$ 143,00
  • Cascavel (PR): preço caiu de R$ 137,00 para R$ 136,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 143,00 para R$ 142,00
  • Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 136,00 para R$ 134,00
  • Dourados (MS): preço caiu de R$ 138,00 para R$ 136,00
  • Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 138,00 para R$ 136,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais baixos. Após um início de sessão positivo, o mercado perdeu força na parte da tarde, refletindo vendas técnicas e um cenário fundamental baixista. O produtor norte-americano está motivado a vender a soja ainda disponível pelo atual patamar de preços, antes que os preços caiam ainda mais com a entrada da safra brasileira.

As atenções continuam voltadas para o relatório de oferta e demanda do USDA, que deve fazer ajustes leves nas estimativas para os estoques mundiais e norte-americanos de soja. Espera-se que os estoques de soja dos Estados Unidos para 2024/25 fiquem em 471 milhões de bushels, contra os 470 milhões previstos anteriormente.

Contratos futuros da soja

Os contratos de soja com entrega em janeiro fecharam a US$ 9,90 por bushel, com baixa de 3,75 centavos, ou 0,37%. A posição março foi cotada a US$ 9,95 1/2 por bushel, também com queda de 3,75 centavos, ou 0,37%. Nos subprodutos, o farelo de soja teve alta de 0,76%, fechando a US$ 289,60 por tonelada, enquanto o óleo de soja teve queda de 0,39%, fechando a 42,80 centavos de dólar.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,09%, negociado a R$ 6,0816 para venda e a R$ 6,0796 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0369 e a máxima de R$ 6,0899.



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Conab agenda 6 leilões de contrato de opção de venda



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai realizar na próxima sexta-feira (13), novos leilões de Contrato de Opção de Venda Público (COV) de arroz.

Segundo nota da estatal, serão feitas seis operações de acordo com os Avisos de Leilão de Venda de Contrato de Opção de Venda (COV) de arroz em casca.

Os demais serão destinados a todos os produtores rurais e cooperativas, inclusive agricultores familiares.

Total de arroz ofertado

O total ofertado será de 17.760 contratos de 27 toneladas de arroz cada. A oferta será para Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins.

Ainda conforme a Conab, o governo federal destinou cerca de R$ 1 bilhão para a aquisição de até 500 mil toneladas de arroz longo fino em casca, tipos 1 e 2, da safra 2024/25.



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AgroNewsPolítica & Agro

Como o milho encerrou a semana?


O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul segue lento, segundo informações da TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 73,00; Não-Me-Toque a R$ 74,00; Marau e Gaurama R$ 74;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00 e Montenegro a R$ 77,00. Vendedores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negócios pontuais em Palmeira das Missões e Erechim, onde 300 toneladas foram negociadas a R$ 75,00, e 500 toneladas rodaram a R$ 75,50, respectivamente, na entrega imediata”, comenta.

Sem negócios em Santa Catarina. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00/75,00 CIF fábricas. Negócios a R$ 75,00/76,00 no CIF meio oeste, em pelo menos 2 mil tons. Nas indicações, Chapecó a R$ 74,00; Campos Novos R$ 75,00; Rio do Sul a R$ 76,00; Videira R$ 73,00. Porto indicando R$ 67 outubro/R$ 69 novembro. Sem negócios neste retorno de feriado”, completa.

No Paraná as tradings miram em vencimentos mais longos e praticamente não trabalham mais o dez/24. “Mercado sem negócios. No porto, indicações a R$ 68,00 nov/69,00 dez. No norte, indicações a R$ 67,00 (+1,00); Cascavel a R$ 68,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 70,00; Londrina R$ 71,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste a R$ 58,00, e norte a R$ 57,00. Produtores com pedidas a partir de R$ 77,00 no norte e oeste; e R$ 79,00 Campos Gerais. Não ouvimos sobre negócios no dia de hoje”, indica.

Os negócios estão lentos também no Mato Grosso do Sul. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 58,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 60,00”, conclui.

 





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firmeza e desafios em algumas regiões; veja onde chove



A previsão do tempo para as áreas produtoras de soja indica uma semana de condições mais favoráveis para o trabalho no campo, especialmente no Centro-Oeste. A tendência é de uma janela de tempo mais firme, o que vai permitir aos produtores realizarem as atividades agrícolas sem grandes contratempos, sem prejudicar, no entanto, a boa umidade do solo.

Em algumas regiões, a chuva é necessária, especialmente no Matopiba e no norte de Minas Gerais, que ainda carecem de precipitações para garantir o desenvolvimento saudável da safra.

Precipitação no Sul e Sudeste

A última semana foi marcada por chuvas intensas em algumas regiões. Em Santa Catarina e Paraná, os acumulados superaram os 200 mm em apenas dois dias, mais do que o esperado para o mês inteiro. Isso causou transtornos, mas a previsão é de que a chuva continue nos próximos dias, especialmente no Paraná e em Santa Catarina, com destaque para terça e quarta-feira.

Além disso, a formação de um ciclone extratropical próximo ao Rio Grande do Sul, na sexta-feira, deve trazer mais precipitações e pode resultar em rajadas de vento fortes e até queda de granizo, afetando o andamento da safra 2024.

Para o Sul, especialmente no Rio Grande do Sul, a chuva mais forte deve acontecer a partir de sexta-feira, com o ciclone favorecendo o aumento da precipitação, o que pode afetar o trabalho no campo. No entanto, uma janela de tempo mais firme, prevista para a próxima semana, vai ajudar a secar o solo e permitir que os produtores recuperem áreas que foram impactadas pelo alto volume de chuva.

Condições favoráveis

No Centro-Oeste, os próximos cinco dias devem registrar chuvas de 50 mm, o que contribui para a manutenção da boa umidade do solo, ideal para os trabalhos agrícolas, como o tratamento fitossanitário e o manejo do solo. A chuva também avança para a região Sudeste, afetando estados como São Paulo, Minas Gerais, e o norte de Minas Gerais, além de chegar ao Matopiba com previsão de chuvas entre 50 a 60 mm.

Mato Grosso do Sul, uma das principais regiões produtoras de soja do Centro-Oeste, teve boas precipitações no último fim de semana, com acumulados de 100 a 120 mm. Isso ajudou a manter as condições ideais para o cultivo. No entanto, a tendência é de que o tempo se firme nesta semana, oferecendo uma ótima janela para os produtores realizarem os trabalhos necessários sem interrupções devido à chuva.

Atenção ao tempo no mês de dezembro

Olhando para o período de 20 a 24 de dezembro, a atenção deve se voltar para o Centro-Oeste e Minas Gerais, onde os acumulados de chuva podem superar os 100 mm. Isso pode comprometer os trabalhos no campo, especialmente o manejo da soja, que pode ser afetado pela instabilidade climática. No entanto, a boa umidade do solo será um fator positivo para o desenvolvimento das lavouras, particularmente no norte de Minas Gerais.



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Banco do Brasil atinge R$ 115 bilhões em financiamentos agropecuários na safra 2024/25



O Banco do Brasil (BB) atingiu a marca de R$ 115,2 bilhões em financiamentos na safra 2024/25, em 335 mil operações contratadas até novembro. Desses, 70% foram destinados a agricultores familiares e médios produtores, reafirmando a posição do banco como principal parceiro do agronegócio brasileiro.

Os recursos foram aplicados em linhas de crédito para custeio, investimento, comercialização, industrialização, títulos do agronegócio, como CPRs, e financiamentos para a cadeia produtiva, incluindo capital de giro e exportações.

Destaques no apoio à agricultura familiar

As operações voltadas para agricultores familiares e médios produtores cresceram 30% em relação à safra anterior, segundo o Banco do Brasil. Por meio de linhas como Pronaf A, A/C e B, voltadas a pequenos produtores, incluindo assentados, quilombolas e indígenas, as contratações já superaram em 45% o total desembolsado nos últimos quatro anos.

Além disso, o BB lidera na aplicação de recursos equalizados. Dos R$ 60,2 bilhões recebidos pelo governo federal para a safra 2024/25, metade (R$ 30,3 bilhões) já foi desembolsada até novembro.

Agro sustentável

O vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB, Luiz Gustavo Braz Lage, destacou a atuação da instituição. “Essa marca de R$ 115 bilhões reafirma a liderança e expertise do BB no agronegócio, desde a agricultura familiar até a agroindústria. Seguimos confiantes em apoiar o agro brasileiro com sustentabilidade, competitividade e inovação, fortalecendo o meio rural e contribuindo para o desenvolvimento econômico, social e ambiental do país”, afirmou.

O Banco do Brasil reforça sua atuação como parceiro estratégico do agronegócio, com soluções abrangentes e especializadas, consolidando sua posição como líder no setor.



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Concurso premia as 78 melhores cachaças de São Paulo; veja lista



O 1º Concurso Estadual de Qualidade da Cachaça Paulista premiou 78 rótulos na última terça-feira (3). Com a participação de municípios de todas as regiões do estado, o evento teve como proposta reforçar a qualidade, inovação e sustentabilidade na produção da bebida.

“Mais do que uma competição, o evento é a concretização da demanda apresentada pela Câmara Setorial da Cachaça Paulista, atendida pela SAA com compromisso e dedicação ao setor produtivo”, afirmou o coordenador das Câmaras Setoriais e Temáticas da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), José Carlos de Faria Jr.

Já o secretário de Agricultura, Guilherme Piai, destacou que o governo de São Paulo reafirma o compromisso de atender às necessidades do produtor rural e fortalecer as cadeias produtivas que movimentam o agronegócio do estado. “Este concurso é uma ponte que conecta o setor público e privado, promovendo a excelência e abrindo novos mercados para a cachaça paulista.”

São Paulo é responsável por 45% de toda a produção nacional da bebida.

Cachaças premiadas

As 78 cachaças premiadas foram avaliadas de acordo com aspectos como qualidade sensorial, procedência e informações de rótulo. Ao todo, 51 conquistaram medalhas de ouro (90 a 100 pontos), 23 de prata (80 a 89 pontos) e 4 de bronze (70 a 79 pontos).

Na lista abaixo, as marcas estão em ordem alfabética, exceto as 5 primeiras de cada categoria, numeradas conforme o pódio de classificação:

Categoria branca

As 5 primeiras:

  • 5º lugar: Dom Tápparo, de Mirassol
  • 4º lugar: Seo Tadeu Prata, de Itupeva
  • 3º lugar: Wiba, de Torre de Pedra
  • 2º lugar: Taboado, de Votuporanga
  • 1º lugar: Almeida Valente, de Artur Nogueira

Ouro
Brasil Chik Prata, de Charqueada
Fina Flor, de Amparo
Itupeva Cristal, de Itupeva
Mandaguahy Original, de Jaú
Nhá Dita Prata, de Mogi Guaçu
Sapucaia, de Pirassununga
Serra Vale, de São João da Boa Vista
Senhor Brasil Prata, de Piracicaba
Vilela, de Cabreúva

Prata
Altarugio, de Ipeúna
Barra Grande Alceu Figueiredo, de Ribeirão Preto
Da Torre, de Amparo
Do Gran Nonno Prata, de Amparo
Engenho Fazenda Velha Prata, de Nova Odessa
Inara Cachaça Prata, de São Simão
Margô Prata, de Sales de Oliveira
Maria Clara Branquinha, de Itu
Oncinha, de Ourinhos
Pavão, de Pirassununga
Pioneira, de Socorro
Resgatinho, de Barra Mansa
Santa Capela Clássica, de Santa Bárbara D´Oeste
Sô Zé Sustainable, de Batatais
Toca da Coruja, de Capão Bonito

Bronze
51, de Pirassununga
Engenho da Vertente, de Santo Antônio do Jardim
Família Sutti, de Jundiaí
Yapira Prata, de Itapira

Categoria Armazenada

As 5 primeiras:

  • 5º lugar: Wiba Amburana, de Torre de Pedra
  • 4º lugar: Serra Vale Carvalho, de São João da Boa Vista
  • 3º lugar: Taboado, de Votuporanga
  • 2º lugar: Prosa Caipira, de Divinolândia
  • 1º lugar: Santa Capela Carvalho, de Santa Bárbara d’Oeste

Ouro
51 Seleção, de Pirassununga
Barra Grande Retrô, de Ribeirão Preto
Cabaré Amburana, de Mirassol
Do Gran Nonno Ouro, de Amparo
Itupeva Bálsamo, de Itupeva
Mandaguahy Jatobá, de Jaú
Margô Ouro, de Sales de Oliveira
Peixe Dourado Jequitibá, de Pirajuí
Toca da Coruja Carvalho, de Capão Bonito

Prata
Katira Umburana, de Ourinhos
São Luiz Amendoim, de Lençóis Paulista
Sertaneja Paulista, de Taquaritinga

Categoria Envelhecida

As 5 primeiras:

  • 5º lugar: Made In Brazil, de São José do Rio Preto
  • 4º lugar: Santo Mario Carvalho, de Catanduva
  • 3º lugar: Japi Carvalho, de Itupeva
  • 2º lugar: Wiba Carvalho, de Torre de Pedra
  • 1º lugar: Taboado, de Votuporanga

Ouro
51 Extra Premium, de Pirassununga
Alma de Gato, de Ourinhos
Altarugio, de Ipeúna
Brasil Chik Carvalho Europeu, de Bragança Paulista
Cabaré Extra Premium, de Mirassol
Doce Trago, de Tupã
Engenho da Vertente Carvalho Premium, de São Antonio do Jardim
Família Sutti, de Jundiaí
Giuseppe Carvalho, de Amparo
Inara Carvalho, de São Simão
Margô Premium, de Sales de Oliveira
Peixe Dourado Carvalho, de Pirajuí
Pioneira Dom João, de Socorro
Prosa Caipira Carvalho, de Divinolândia
São Luiz Carvalho Extra Premium, de Lençóis Paulista
Seo Tadeu Amburana, de Itupeva
Vilela Carvalho, de Cabreúva
Yapira Ouro, de Itapira

Prata
Cambarissú, de Estiva Gerbi
Da Torre, de Amparo
Nhá Dita Barris de Freijó, de Mogi Guaçu
Sapucaia Velha, de Pirassununga
Traga Luz, de Monte Alegre do Sul



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Alerta de chuvas intensas é mantido no Sul; veja até quando



Os estados de Santa Catarina e Paraná seguem em alerta para fortes chuvas até quarta-feira (11). A previsão indica acumulados superiores a 100 mm em algumas regiões, com risco de enchentes, deslizamentos e rajadas de vento. Em áreas já afetadas, como o norte de Santa Catarina e o centro-sul do Paraná, a saturação do solo pode agravar os impactos das chuvas.

Além disso, a formação de um ciclone extratropical na sexta-feira (13) pode trazer novos temporais, ventos fortes e granizo, principalmente no Rio Grande do Sul. De acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, a recomendação é que moradores de áreas de risco fiquem atentos às orientações das autoridades e da Defesa Civil.

Previsão do tempo para todo o Brasil

Nos próximos dias, o Centro-Oeste e o Sudeste devem registrar nebulosidade intensa e pancadas de chuva. O interior de São Paulo e o sul de Minas Gerais podem ter temporais com raios e ventos fortes, enquanto Espírito Santo e Rio de Janeiro podem acumular até 80 mm em cinco dias. EM Mato Grosso e Goiás, a chuva tende a diminuir, mas ainda ficará na casa dos 50 mm, favorecendo os trabalhos no campo.

No Norte, o Pará terá volumes de até 50 mm, uma boa notícia para a agricultura. No Matopiba e norte da Bahia, chuvas moderadas também beneficiarão os cultivos. Já no Nordeste, o tempo mais firme deve predominar no leste da região.

As temperaturas máximas devem ficar entre 30 ºC e 33 ºC em grande parte do país, com tendência de tempo firme no leste do Nordeste e sul do Rio Grande do Sul.



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Plantio da safra de soja 2024/25 atinge 95% da área, diz consultoria



Em levantamento da última quinta-feira (5), a AgRural calculou que o plantio da safra de soja 2024/25 alcançou 95% da área estimada para o Brasil. Os trabalhos estão mais avançados em comparação com o mesmo período do ano passado, quando 91% das lavouras haviam sido semeadas.

De acordo com a consultoria, com o plantio quase finalizado e expectativa de boas produtividades em todo o país, o destaque da semana passada foram as chuvas muito bem-vindas, que chegaram a áreas mais secas do Paraná, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.

“No território gaúcho, as precipitações normalizaram a umidade do solo, melhorando as condições das lavouras e permitindo a retomada do plantio em ritmo mais forte”, relatou a AgRural.

Segundo o levantamento, no Paraná, as chuvas chegaram em bons volumes e bem distribuídas, eliminando a preocupação, pelo menos por ora, com possíveis perdas de potencial produtivo de lavouras já em fase reprodutiva nas regiões oeste e norte do estado.

“Chuvas muito bem-vindas também foram registradas no sul de Mato Grosso do Sul, mas elas não foram tão boas como as reportadas no Paraná. Por isso, os produtores da região continuam à espera de mais volumes para afastar o temor de perdas”.

Plantio de milho verão

A área estimada para a safra de milho verão 2024/25 (primeira safra) estava 95% plantada no Centro-Sul do Brasil até quinta-feira, conforme a AgRural. O índice é o mesmo ante o mesmo período do ano passado. No momento, apenas produtores de Goiás ainda estão com as plantadeiras em campo.

De acordo com a consultoria, o retorno de chuvas mais significativas ao Rio Grande do Sul favoreceu as lavouras de milho do estado, mas chegaram tarde para áreas mais adiantadas, que já têm perdas consolidadas causadas pela baixa umidade durante a fase reprodutiva. “Nos demais estados do Centro-Sul, as lavouras se desenvolvem bem”, conclui.



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Resíduo do etanol será usado na produção de amônia e adubo


A Yara Brasil iniciou, em seu complexo industrial em Cubatão (SP), a produção de amônia renovável e, a partir deste insumo, de adubo nitrogenado com baixa pegada de baixo carbono. De acordo com o vice-presidente de marketing e agronomia da empresa, Guilherme Schmitz, a amônia renovável é produzida a partir do biometano – um biogás que substitui o gás natural, proveniente de fonte fóssil. “No processo industrial, há a substituição de um pelo outro, sem necessidade de mudança de estrutura na fábrica”, esclareceu.

O biogás será fornecido pela Raízen que produz o insumo em Piracicaba (SP), a partir da vinhaça – resíduo da fabricação de etanol de cana-de-açúcar -, e da torta de filtro, subproduto da produção de açúcar.

Segundo Schmitz, a amônia renovável será usada tanto na planta de Cubatão para produção de adubo nitrogenado, quanto comercializada para outras indústrias, não só do segmento de fertilizantes, já que a amônia tem várias aplicações. “Além da amônia renovável, vamos comercializar o fertilizante nitrogenado low carbon (baixo carbono) produzido a partir dela”, complementou.

Vista aérea da unidade Yara Fertilizantes Cubatão/SP
Foto: Yara Fertilizantes

A Yara Brasil produz, anualmente, 200 mil toneladas de amônia convencional, o que resulta em 400 mil toneladas de fertilizantes nitrogenados/ano. Para dar conta desse volume, são consumidos, diariamente, 700 mil metros cúbicos de gás natural. Quanto ao biometano, conforme o executivo, serão demandados inicialmente 20 mil metros cúbicos por dia, para se alcançar a produção anual de 6 mil toneladas de amônia renovável e 15 mil toneladas de fertilizante nitrogenado de baixo carbono.

“O suprimento de biometano que temos hoje servirá para converter 3% da nossa produção de fertilizante nitrogenado (em um adubo de baixo carbono)”, detalhou Schmitz.

Café e laranja

Conforme a demanda por ambos os produtos renováveis for sendo intensificada – na agricultura, a Yara aposta inicialmente nos setores de café e citros (com suco de laranja) -, a tendência é a de que a produção na planta de Cubatão seja aumentada. Schmitz reforça que não há necessidade de investimento em alteração da estrutura industrial para substituir o gás de origem fóssil pelo biometano. Ele comenta ainda que a companhia espera um aumento da demanda para que a produção ganhe escala e os custos tanto da amônia renovável quanto do fertilizante low carbon sejam reduzidos.

A partir da amônia renovável, a Yara descarboniza parte de sua operação e portfólio e, consequentemente, tem potencial para influenciar toda a cadeia que faz uso de fertilizantes nitrogenados com menor pegada de carbono e de soluções industriais. O presidente da Yara Brasil, Marcelo Altieri, destaca que, ao combinar a nova geração de fertilizantes com menor pegada de carbono ao conhecimento agronômico da companhia, será possível trazer “ainda mais valor para o agricultor – abrindo novos mercados e fontes de receita”, diz, e complementa: “Na cadeia do café, por exemplo, a expectativa é de uma redução de até 40% na pegada de carbono do grão colhido”.

Schmitz avaliou que políticas públicas que incentivem a produção de biocombustíveis também devem contribuir para aumentar a oferta de biometano no País. Ele disse ainda que, hoje, caso a Yara necessitasse substituir 100% do que usa de gás natural por biometano, “não haveria oferta suficiente disponível”. “Ainda é necessário haver ampliação desses projetos de biogás”, comenta. “Por isso precisamos de políticas públicas que estimulem a produção de biogás para que tenhamos uma agricultura mais verde.”



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