domingo, julho 26, 2026

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Mais de 15 mil garrafas de azeite adulterado são apreendidas em São Paulo


Um esquema de fraude de azeite no município de Cravinhos, região nordeste do estado de São Paulo, foi desarticulado na última quinta-feira (12).

Na ação, foram apreendidos quase 10 mil litros de óleo composto, mais de 15 mil garrafas, dezenas de bobinas de rótulos e cerca de 1.500 litros de essência e corante do produto, além de três notebooks.

A operação, nomeada Getsêmani II, foi realizada em conjunto com a Polícia Civil dos Estados de São Paulo e Espírito Santo, além das Vigilâncias Sanitárias paulista e de Cravinhos, onde um estabelecimento foi interditado cauterlamente. A suspeita é de adulteração do azeite extravirgem com a mistura de óleo composto.

Os responsáveis pela fraude e pelas infrações administrativas foram conduzidos à delegacia local para os devidos procedimentos legais. Além de estarem sujeitos às penalidades de multa, poderão responder por crimes contra as relações de consumo, contra a saúde pública e, ainda, por contrafação.

Análise do produto falsificado

lote de azeite adulterado lote de azeite adulterado
Foto: Divulgação Polícia Civil

Os auditores fiscais federais agropecuários e técnicos de fiscalização federal do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) foram os responsáveis por colher as amostras apreendidas para realização de análises laboratoriais e avaliação de identidade e qualidade dos produtos.

“Essa operação reforça o papel essencial dos auditores fiscais federais agropecuários na análise e fiscalização de produtos que chegam à mesa do consumidor. Nosso trabalho é garantir a segurança e a qualidade dos alimentos, protegendo a credibilidade do setor agropecuário brasileiro”, destacou o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), Janus Pablo Macedo.

Como identificar azeite adulterado?

Há três principais dicas que podem ajudar o consumidor a identificar produtos adulterados, conforme a Anffa Sindical:

  • Desconfiar de preços muito abaixo da média do mercado;
  • Conferir se há informações claras sobre a origem do azeite;
  • Observar a consistência, coloração e odor do produto.

Casos suspeitos de fraudes podem e devem ser denunciados na Ouvidoria do Ministério da Agricultura e Pecuária. O sigilo das informações é garantido e cada denúncia contribui para a proteção da saúde pública e o fortalecimento do mercado de produtos alimentícios seguros no Brasil.



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Já temos a previsão do tempo para o Natal em todo o Brasil; saiba aqui



A Climatempo já divulgou a tendência das condições do tempo para as festas de Natal no país. As indicações iniciais para o período, incluindo o fim de semana que antecede as festas natalinas, apontam para muitas nuvens e condições para pancadas de chuva, principalmente à tarde e à noite, em praticamente todo o Brasil.

Neste ano, a chuva mais frequente e volumosa deve ocorrer nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte. As menores condições para as chuvas, portanto, ficam para o Sul e para o Nordeste.

A Climatempo chama atenção para o fato de que não há previsão de entrada de ar frio de origem polar no Brasil neste ano. Ou seja, o período do Natal será marcada por calor e abafamento em todo o território.

Confira a tendência inicial para as condições do tempo no período das festas de Natal em cada região do país.

Sul

O fim de semana que antecede as festas de Natal terá bastante sol e calor na região, com previsão de pouca chuva. Apenas o litoral de Santa Catarina terá o próximo sábado (21) com muitas nuvens e condições para chuva a qualquer hora, mas com intensidade entre fraca e moderada.

A segunda-feira (23) ambém terá predomínio de sol, mas as condições para pancadas de chuva começam a aumentar no oeste e no sul do Rio Grande do Sul, por causa da expansão de áreas de instabilidade sobre a Argentina e o Uruguai.

Nos dias 24 e 25 de dezembro, ainda vai fazer calor na região. A tendência é de períodos com sol, aumento da nebulosidade e pancadas de chuva com raios à tarde e à noite em todo o Sul. As pancadas de chuva vão acontecer também nas capitais.

Sudeste

No fim de semana prolongado antes do Natal, uma frente fria deve passar pela costa da região. No sábado, o sistema estará passando pelo litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Isso vai deixar o tempo instável em toda os estados do Sudeste, com muita nebulosidade e várias pancadas de chuva no decorrer do dia. As pancadas podem variar de moderada a forte intensidade. O sol pode aparecer de vez em quando, mas entre muitas nuvens, e o ar fica abafado.

Entre o domingo (22) e a segunda (23), a frente fria deve ficar perto do litoral fluminense e capixaba, mas já perdendo intensidade.

Entre 23 e 25 de dezembro, a tendência é de que o Espírito Santo fique com muita nebulosidade e chuva a qualquer hora, com alguns períodos com sol, incluindo na Grande Vitória.

Para as outras regiões do Sudeste, a tendência é de que o sol já apareça de manhã, a nebulosidade aumente ao longo do dia e as pancadas de chuva com raios aconteçam durante a tarde e à noite. As capitais São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte também estarão sujeitas a essas pancadas de chuva.

Fique atento: várias pancadas poderão ser com moderada a forte intensidade, em todos os estados do Sudeste.

Centro-Oeste

Mato Grosso do Sul receberá muito sol no período. No fim de semana que antecede o Natal, o estado terá a maior chance para registar pancadas de chuva, a partir da tarde e em áreas próximas a Goiás e a Mato Grosso.

Entre 23 e 25 de dezembro, Mato Grosso do Sul algumas pancadas de chuva isoladas e passageiras podem ocorrer à tarde ou à noite. Mas não devem ocorrer tempestades.

No Distrito Federal, em Goiás e Mato Grosso, o fim de semana antes do Natal e também a segunda-feira serão com muitas nuvens e pancadas de chuva com raios que poderão ocorrer a qualquer hora, intercaladas com alguns períodos com o sol. Há risco de chuva de forte intensidade e o ar fica abafado.

Já nos dias 24 e 25 de dezembro, as áreas de instabilidade tendem a enfraquecer nessas unidades da federação. Os períodos com sol serão mais prolongados e as pancadas de chuva com raios devem se concentrar à tarde e à noite, mas de forma isolada.

Nordeste

Como ainda é comum nesta época do ano, grande parte da região recebe pouca chuva. No fim de semana que antecede as festas de Natal, o sol estará forte no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. Algumas pancadas de chuva poderão ocorrer no interior do Ceará, no sertão de Pernambuco e na faixa litorânea desses estados.

Entre as capitais, a maior chance de pancadas de chuva será em Fortaleza, Natal, João Pessoa e Recife.

Entre os dias 23 e 25 de dezembro, as condições para a chuva vão aumentar um pouco no interior desses estados. Mesmo assim, as pancadas de chuva devem ser isoladas. A maior possibilidade de ocorrência de chuva será no interior do Ceará e no sertão da Paraíba e de Pernambuco.

No fim de semana antes do Natal, as pancadas de chuva serão frequentes no centro-sul do Maranhão e do Piauí, no oeste e sul da Bahia e na região baiana do Vale do São Francisco. As capitais Salvador, Teresina e São Luís terão predomínio de sol e pouca chuva.

Mas entre os dias 23 e 25, as condições para pancadas de chuva tendem a aumentar nesses estados, assim como nas capitais, nas áreas ao norte do Maranhão e do Piauí e também no nordeste da Bahia.

Norte

A grande disponibilidade de calor e de umidade na região nesta época do ano facilita a formação de nuvens carregadas, que provocam pancadas de chuva frequentes em todos os estados.

No fim de semana antes do Natal, as pancadas de chuva vão acontecer a qualquer hora do dia no Amazonas, Acre, Rondônia, Tocantins e centro-sul do Pará. Há risco de chuvas fortes, inclusive nas capitais Manaus, Rio Branco, Porto Velho e Palmas.

No norte do Pará, no Amapá e em Roraima, os períodos com sol serão maiores do que nos demais estados da região, e as pancadas de chuva com raios tendem a acontecer principalmente à tarde e à noite. Há risco de pancadas de chuva de moderadas a fortes, incluindo a região de Belém e de Macapá.

Entre os dias 23 e 25, as condições do tempo não vão se alterar na região . As pancadas de chuva com raios vão acontecer em todos os estados, principalmente à tarde e à noite, com risco de chuva forte, inclusive nas capitais.



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Decreto de renegociação e perdão de dívidas de agricultores está pronto, diz ministro



O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira, destacou nesta segunda-feira (16) que o governo prepara um “imenso pacote de entregas” para os agricultores neste fim de ano.

Assim, serão disponibilizados o ‘desenrola’ [renegociação de dívidas com bancos], além de créditos e obtenção de novas áreas para a reforma agrária. “Nós também viabilizamos um sistema de assistência técnica e extensão rural”.

Teixeira informou que até o fim deste ano, serão 15 mil pessoas assentadas e outras 70 mil incorporadas no programa de reforma agrária.

“Eu espero que o Congresso Nacional, na aprovação do Orçamento, também dedique recursos para os programas de reforma agrária”, acentuou.

Perdão de dívidas de agricultores

Teixeira afirmou, ainda, que o decreto sobre a renegociação e perdão de parte das dívidas dos agricultores está pronto para ser assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com ele, a previsão é que até janeiro de 2025, no máximo, o acordo seja firmado. Com a medida, os agricultores poderão voltar a tomar crédito.

“O agricultor passa por uma série de dificuldades e, às vezes, ele não colheu o que plantou de maneira suficiente para pagar ao banco, e aí passa a dever para o banco e a não tomar mais crédito. O que a gente quer é repactuar essa dívida para que ele volte a tomar crédito e a produzir alimentos”, finalizou o ministro.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja em queda em Chicago com redução gradual da demanda


Segundo a TF Agroeconômica, a soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou o dia e a semana em baixa, influenciada pela perspectiva de grandes safras na América do Sul e pela redução constante na demanda pela soja americana. Embora o volume exportado ainda seja robusto, houve uma queda de 42% na média das últimas quatro semanas. Na sexta-feira, vendas pontuais de 200 mil toneladas para exportação evitaram perdas mais acentuadas nas cotações.  

Os contratos para janeiro, referência para a safra brasileira, fecharam com desvalorização de -0,75%, ou $ -7,50 cents/bushel, a $ 988,25. Já os contratos de março recuaram -0,82%, ou $ -8,25 cents/bushel, para $ 995,00. O farelo de soja para janeiro também registrou baixa, com queda de -1,12%, ou $ -3,30 por tonelada curta, encerrando a $ 286,30. O óleo de soja para janeiro seguiu o mesmo movimento, recuando -0,14%, ou $ -0,06 por libra-peso, a $ 42,61.  

Para a próxima semana, a informação é de que o mercado aguarda a divulgação de dados sobre o esmagamento de soja nos Estados Unidos, que deve apresentar redução em novembro no comparativo mensal, mas aumento em relação ao mesmo período de 2023. Ainda assim, a demanda global pela oleaginosa permanece como fator-chave para a precificação.  

No acumulado da semana, a soja fechou em baixa de -0,43%, ou $ -4,25 cents/bushel. O farelo recuou -0,40%, ou $ -1,10 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja caiu -0,36%, ou -0,86 por libra-peso. Esses números refletem a pressão do mercado diante de um cenário de oferta elevada e demanda em desaceleração.

 





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Piauí exporta mais de R$ 100 milhões de mel por ano


Consumido em todo o Brasil, o Piauí exporta mais de R$ 100 milhões por ano de mel e outros produtos apícolas, destacando-se como um importante fornecedor nacional e global. As exportações representam a maior parte da produção com 93% voltados principalmente para a União Europeia, com destaque para Alemanha e Itália.

Nos Estados Unidos e Canadá, o mel piauiense também é demandado. As informações são do governo do Piauí, divulgadas no último domingo (15).

No estado, mais de 10 mil famílias estão diretamente envolvidas com as atividades apícolas, sendo que muitas delas têm a apicultura como sua principal fonte de renda.

Além disso, existem mais de 10 cooperativas especializadas no setor e outras que incluem a apicultura entre suas atividades.

Vários grupos informais também comercializam a produção apícola para cooperativas e empresas exportadoras de mel.

Em 2024, a produção do estado deverá alcançar mais de 8 mil toneladas. De acordo com Francisco das Chagas Ribeiro, o “Chicão”, diretor de Projetos para o Semiárido da Secretaria Estadual de Agricultura Familiar (SAF), o Piauí tem exportado entre 6 mil e 8 mil toneladas de mel nos últimos anos.

Incentivos

Em 2024, os resultados foram positivos, com um pequeno crescimento, mantendo o mel como o terceiro produto de exportação do estado.

A Secretaria Estadual de Agricultura Familiar, em parceria com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) e outras instituições, têm apoiado os apicultores com a entrega de colmeias e materiais de proteção, como macacões e luvas.

Além disso, estão promovendo a construção e modernização de casas de mel, equipadas com centrífugas, decantadores e outros instrumentos necessários para a produção apícola.

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Foto: Divulgação/GOVPI

As condições higiênicas e o manejo adequado do mel, um alimento sensível, são prioridades nesses projetos. 

Segundo Francisco Ribeiro, a apicultura é uma atividade altamente ecológica, que beneficia o meio ambiente, pois as abelhas desempenham um papel crucial na polinização das plantas, um processo natural para a sua sobrevivência e que contribui para a preservação da vegetação. 

Nos últimos anos, muitos projetos têm se concentrado no plantio de mudas e no reflorestamento, garantindo a manutenção da mata nativa.

“Esse esforço é um reflexo do compromisso da apicultura com a sustentabilidade e a preservação ambiental. As maiores iniciativas de reflorestamento no estado estão em Picos, Simplício Mendes, Itainópolis e Campo Maior, conduzidas pelas cooperativas locais”.

Reibeiro também destaca o potencial econômico e ambiental que a apicultura proporciona: “Criar abelhas é um grande negócio e uma excelente oportunidade para gerar emprego e renda no campo”, afirma.


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Governo anuncia estratégia para entrepostos e armazéns



O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e o Pacto Contra a Fome assinaram, nesta segunda-feira (16), em São Paulo, Termo de Cooperação Técnica no âmbito do combate à fome e redução do desperdício de alimentos no Brasil para a modernização de bancos de alimentos de entrepostos e armazéns.

Com presença do ministro da pasta, Paulo Teixeira, e da cofundadora e presidente do conselho do pacto, Geyze Diniz, a solenidade foi realizada na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), na capital paulista, maior central de abastecimento de alimentos da América do Sul. Também participou do evento o diretor-presidente da Ceagesp, José Lourenço Pechtoll.

Redução de perdas de alimentos

A meta da cooperação técnica é viabilizar o estudo das experiências bem sucedidas executadas por centrais de abastecimento do Brasil no que diz respeito ao aproveitamento, redução de perdas de alimentos e ao desenvolvimento de proposições de replicação dessas iniciativas em entrepostos e armazéns, em especial na Ceagesp e na Ceasa Minas, vinculadas ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

“O propósito do presidente Lula é tirar o Brasil do mapa da fome e garantir segurança alimentar”, disse o ministro Paulo Teixeira.

Ele explicou que o acordo assinado é uma estratégia de reconstrução do banco de alimentos da Ceagesp para fazer com que ele tenha os melhores padrões, de modo a potencializar o aproveitamento das doações que recebe e que são encaminhadas à população em situação de insegurança alimentar.

Durante a solenidade, foi assinado protocolo de intenções entre o MDA e a Ceagesp visando incentivar a agricultura familiar e apoiar cooperativas. O ministro destacou que a medida deverá promover a ampliação da presença dos agricultores familiares nos espaços de comercialização e de abastecimento alimentar da Ceagesp.



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MEIs com dívidas aderem ao Desenrola 



Por Carlos Abreu

Pesquisa realizada pelo Sebrae mostra que o programa Desenrola Pequenos Negócios teve uma adesão massiva dos microempreendedores individuais com dívidas e que se enquadravam nos critérios definidos pelo governo federal.

 De acordo com o levantamento, 93% dos microempreendedores individuais (MEI), que tinham dívidas até janeiro deste ano, aderiram à iniciativa.

Quando analisado o universo dos pequenos negócios, composto por MEI, micro e pequenas empresas, o resultado foi de 72% de adesão. 

A pesquisa do Sebrae mostrou que os pequenos negócios do Comércio que estavam dentro dos critérios do Desenrola foram os que mais aderiram ao programa (92%), seguidos dos empreendedores dos setores de Serviço (69%) e Indústria (49%).

Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, o Desenrola Pequenos Negócios trouxe um alívio aos empreendedores endividados, que regularizaram sua situação e agora podem reinvestir na empresa, buscar novos empréstimos em condições mais favoráveis e voltar a crescer.

“Nós temos milhões de empreendedores que não conseguem obter crédito. Entre outras razões, está o fato de estarem inadimplentes. Com o Desenrola, estamos devolvendo a confiança a esses empresários.”

Décio Lima, presidente do Sebrae.

Décio destaca que o Sebrae está junto do governo federal no programa Acredita, criado para permitir que os pequenos negócios possam ter acesso a crédito em condições mais vantajosas. “Nós fizemos um aporte de R$2 bilhões no Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), que vai viabilizar até R$30 bilhões em crédito para MEI, micro e pequenas empresas ao longo dos próximos três anos”, detalha o presidente.

“Estamos trazendo o empreendedor da informalidade para a formalidade e abrindo as portas do sistema financeiro com a garantia de crédito e orientação do Sebrae. Esse setor vai impulsionar ainda mais a economia do nosso país”, acrescenta Décio Lima.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

Desenrola

Lançado no dia 13 de maio deste ano, o programa Desenrola Pequenos Negócios é voltado à renegociação de dívidas de microempreendedores individuais (MEI), microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) inadimplentes até 23 de janeiro de 2024. De acordo com o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, a iniciativa já superou a marca de R$ 5,1 bilhões em dívidas renegociadas, contemplando 125 mil operações e beneficiando 82 mil microempreendedores individuais (MEI) e pequenas empresas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja encerra a semana sem negócios


O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul não registrou negócios na sexta-feira, segundo informações da TF Agroeconômica. “ R$ 142,00 para entrega novembro, e pagamento 27/12, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,00 Cruz Alta – Pagamento em 15/01. R$ 134,00 Passo Fundo – Pagamento em 15/01. R$ 134,00 Ijuí – Pagamento em 15/01. R$ 133,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 15/01. Preços de pedra, em Panambi, manteve em para R$ 125,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Santa Catarina registrou oferta no porto entre R$ 131 e R$ 140 a depender do mês. “ Ofertas no porto de São Francisco para 2025 entre R$ 131,20 com entrega em fevereiro e pagamento em 28/03, até R$ 140,50 com entrega em junho e pagamento em 30/07. O preço no porto foi de R$ 145,00, Chapecó a R$ 135,50”, completa.

Cotações em queda no interior do Paraná. “Em Paranaguá, os preços CIF variam entre R$ 144 e R$ 147, de acordo com prazos e condições. Com a soja limitada, produtores têm optado por segurar o produto, enquanto compradores permanecem pouco ativos. Em Ponta Grossa, a queda do dólar e boas condições climáticas pressionaram os preços. Indústrias ofertaram R$ 138 por saca CIF para entrega até 20 de dezembro, enquanto vendedores pediam R$ 145. A resistência em aceitar preços mais baixos deixou o mercado spot travado, sem negócios relevantes na região”, indica.

No Mato Grosso do Sul o mercado não anda. “O spot de soja em Dourados iniciou a semana travado, com indicações de compra no spot entre R$ 136 e R$ 137 por saca FOB, com retirada imediata e pagamento em 30 dias. Os preços se mantêm estáveis, mas pedidas acima de R$ 140 por saca por parte dos produtores têm limitado os negócios”, informa.

Negócios parados no mercado do Mato Grosso. “No spot da soja em Rondonópolis, compradores indicavam R$ 141 por saca FOB, embarque imediato e pagamento em janeiro. O valor foi apenas nominal, com grãos indisponíveis e compradores abastecidos. Campo Verde: R$ 136,00, Lucas do Rio Verde: R$ 133,50. Nova Mutum: R$ 133,50. Primavera do Leste: R$ 136,50. Rondonópolis: R$ 138,50. Sorriso: R$ 136,00”, conclui.





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Expedição Soja Brasil: desafios e incertezas no Rio Grande do Sul



A Expedição Soja Brasil chegou ao estado do Rio Grande do Sul e você pode acompanhar a reportagem completa no último programa do Soja Brasil. O plantio no estado apresentou uma safra marcada por desafios e incertezas, mas também por uma visão de resiliência e tecnologia.

A safra 2024/25 do grão apresenta um cenário desigual, com algumas regiões em meio a um bom desenvolvimento da soja, enquanto outras ainda lutam para plantar após adversidades climáticas, como a estiagem e as enchentes.

Soja Brasil reporta os desafios climáticos do RS

Os produtores que atuam em áreas mais suscetíveis a enchentes, como na zona sul do estado, enfrentam dificuldades para retomar as atividades agrícolas. Em abril de 2023, poucas lavouras haviam sido colhidas e a soja apodreceu no campo devido ao excesso de chuva. O cultivo nessas áreas geralmente ocorre em terras baixas, o que torna os danos provocados pelas chuvas mais intensas. Muitas propriedades tentam se recuperar dos estragos das enchentes, e o planejamento da safra 2024/25 foi prejudicado pela incerteza climática.

Boas expectativas

Por outro lado, a Expedição Soja Brasil relatou que, apesar dos contratempos, a safra de soja do Rio Grande do Sul ainda apresenta um ciclo de boas expectativas. O plantio soja para a safra 2024/25, iniciou em outubro e segue até 28 de janeiro, com a maioria dos produtores apostando em um clima mais favorável para acelerar o plantio. As plantadeiras trabalham a todo vapor para aproveitar as janelas de clima seco.

A recuperação do estado depende dessa janela de tempo favorável para a semeadura. Segundo meteorologistas, a previsão é de que as chuvas não sejam tão intensas quanto em anos anteriores, mas podem variar entre regiões. A expectativa é que o clima melhore, permitindo uma safra mais tranquila, com produtividade dentro do esperado.

Expedição Soja Brasil: a realidade dos produtores

Apesar da expectativa de um clima favorável, muitos produtores ainda enfrentam grande insegurança. Em algumas regiões, o plantio está atrasado devido a problemas financeiros que dificultam o acesso ao crédito. Diante disso, alguns recorrem a alternativas, como empréstimos informais, para garantir o financiamento necessário à produção.

Além das dificuldades financeiras, a falta de crédito é um obstáculo significativo para muitos pequenos e médios produtores. Mesmo com boas janelas de clima seco, a falta de recursos limita investimentos em insumos e tecnologias, o que pode comprometer a produtividade. Em alguns casos, as áreas afetadas pelas cheias podem até ser abandonadas, devido à destruição causada pelas chuvas e à escassez de recursos para recuperação.

Perspectivas

De acordo com o Instituto Riograndense do Arroz (Emater), a previsão é de que sejam semeados aproximadamente 6,8 milhões de hectares de soja na safra. No entanto, muitos produtores ainda estão inseguros sobre a viabilidade do plantio. Algumas áreas que haviam sido preparadas para o cultivo podem ser comprometidas devido à falta de financiamento e à destruição causada pelas chuvas.



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Itaú BBA lança módulo sobre COP29 com foco no agronegócio sustentável



A Academia Agro do Itaú BBA, plataforma de ensino a distância gratuita voltada para clientes e não clientes, lançou um novo módulo dedicado à 29ª Conferência das Partes (COP29) da ONU. O objetivo é aprofundar as discussões sobre a crise climática, com foco em práticas agrícolas de baixo carbono, e apoiar a transição sustentável dos produtores rurais brasileiros.

O módulo COP29 inclui um vídeo explicativo sobre os principais temas da conferência, abordando sua relevância para o Brasil e o papel do agronegócio no enfrentamento das mudanças climáticas. Além disso, apresenta um artigo da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) intitulado “Soluções climáticas da agropecuária a caminho da COP30” e um videocast com análises de João Adrien, head de ESG Agro do Itaú BBA, e Luciana Nicola, diretora de relações institucionais e sustentabilidade do banco.

“Esse é um debate particularmente relevante para o Brasil, pois o nosso agronegócio tem o potencial de ser uma parte fundamental da solução climática. O setor pode reduzir emissões líquidas e atuar como aliado na captura de gases de efeito estufa, enquanto assegura a produção em escala para a segurança alimentar global”, afirma Luciana Nicola.

Educação e sustentabilidade no agro

Desde 2019, o Itaú BBA tem ampliado sua atuação no setor agro por meio da produção de conteúdos voltados à economia e às finanças agrícolas. Entre as iniciativas, estão a criação da área de Consultoria Agro, o lançamento da Academia da Governança Agro em 2022 e, mais recentemente, a Academia Socioambiental Agro em 2024. Todo esse material foi consolidado na plataforma Academia Agro, que oferece módulos gratuitos e práticos para apoiar a adoção de boas práticas de governança e sustentabilidade.

O módulo COP 29 está disponível gratuitamente no site da Academia Agro, com acesso liberado mediante inscrição. A iniciativa reforça o compromisso do Itaú BBA em incentivar a transição sustentável no setor agro e posicionar o Brasil como líder em práticas climáticas responsáveis.

O módulo COP 29, assim como os demais conteúdos da Academia Agro, está disponível gratuitamente aqui. O acesso é liberado mediante inscrição.



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