domingo, julho 26, 2026

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Sonhando em viver do campo? Projeto abre portas para o turismo rural familiar



A Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1761/23, que equipara as receitas da hotelaria e do turismo rural, quando explorados em regime familiar, às da atividade rural, para fins de Imposto de Renda (IR).

A medida assegura alguns benefícios, como dedução das despesas e investimentos, reduzindo a tributação. O texto altera a Lei 8.023/90, que regulamenta a cobrança de IR na atividade rural.

O projeto, do deputado Marco Brasil (PP-PR), foi aprovado por recomendação do relator, deputado Paulo Litro (PSD-PR).

Segundo Litro, a medida contribuirá para o desenvolvimento de regiões rurais e para a formalização dos empreendimentos existentes, reduzindo a informalidade. “Os serviços de hotelaria nessas propriedades constituem receitas acessórias, mas vinculadas a atividades principais como agricultura e pecuária”, afirmou.

A proposta foi aprovada também pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. O texto será analisado agora, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.



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Ibama intensifica ações de combate ao desmatamento



Com o objetivo de coibir novos desmatamentos, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) conduziu uma nova etapa da Operação Rebote. A ação contou com a participação da Força Nacional (FN). Equipes das instituições percorreram áreas embargadas e identificaram diversas irregularidades no município de Pacajá, no sudoeste do Pará.

Entre 2 e 13 de dezembro, a Operação Rebote IV aplicou 20 autos de infração que somaram R$ 4,5 milhões em multas. Durante a fiscalização, os agentes constataram que muitas áreas já embargadas não estavam respeitando as restrições, o que impedia a regeneração da vegetação nativa.

Além disso, novas áreas desmatadas foram localizadas e receberam embargos. Houve a determinação de prazo para que os responsáveis realizem a retirada do gado criado ilegalmente das áreas autuadas. A presença de rebanhos nessas localidades é uma das principais causas da degradação contínua da floresta.

Pacajá é um dos principais focos de desmatamento no Pará e, por isso, tem recebido especial atenção nas ações de combate ao desmatamento. A região já foi, inclusive, base de Grupo de Combate ao Desmatamento na Amazônia (GCDA). A Operação Rebote IV é uma continuidade das edições anteriores para coibir esse tipo de crime ambiental.



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Verão começa com instabilidade e chuva forte por todo o país



A estação mais quente e chuvosa começou oficialmente hoje (21) e com condições climáticas variadas em todo o Brasil. No estado de São Paulo, por exemplo, uma frente fria avança pelo mar e mantém o tempo instável. O céu fica nublado com algumas aberturas de sol e há previsão de chuva a qualquer hora em diferentes períodos do dia no Vale do Ribeira, toda faixa costeira, Vale do Paraíba e região metropolitana da capital. A chuva varia em intensidade e, especialmente durante a tarde, há potencial para chuva forte com raios e rajadas de vento de 40 a 60 km/h. A situação segue vulnerável para o risco de alagamentos e danos na rede elétrica.

Há risco, também, de tempestades com chuva volumosa no sul de Minas Gerais e no oeste do Rio de Janeiro. Nas demais áreas, como a faixa central de Minas e o sul do Espírito Santo, o alerta é para temporais. Já na parte norte de Minas Gerais e no centro-norte do Espírito Santo, as chuvas serão de moderada a forte intensidade ao longo do dia. Rajadas de vento entre 40 e 50 km/h são previstas em grande parte do litoral do Espírito Santo, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Confira os detalhes do tempo em todas as regiões do país.

Sul

O tempo segue instável, com chuvas esporádicas e isoladas de fraca intensidade. Os maiores acumulados são esperados no norte do Paraná, onde há possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de raios e trovoadas. Nas capitais Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba, o dia será de sol entre nuvens, com chuvas passageiras. Já na faixa norte do Paraná, um alerta para temporais está em vigor. No oeste, Campanha e sul do Rio Grande do Sul, a chuva pode alcançar intensidade moderada a forte, enquanto ventos entre 40 e 50 km/h são esperados na faixa central de Santa Catarina e no sul do Rio Grande do Sul.

Sudeste

As instabilidades predominam em quase toda a região. Há risco de tempestades com chuva volumosa no sul de Minas Gerais e no oeste do Rio de Janeiro. Nas demais áreas, como o estado de São Paulo, a faixa central de Minas e o sul do Espírito Santo, o alerta é para temporais. Já na parte norte de Minas Gerais e no centro-norte do Espírito Santo, as chuvas serão de moderada a forte intensidade ao longo do dia. Rajadas de vento entre 40 e 50 km/h são previstas em grande parte do litoral do Espírito Santo, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Centro-Oeste

O início do verão traz chuvas intensas e temporais pontuais na maior parte dos estados. Durante o dia, o sol aparecerá entre nuvens, intercalado com pancadas de chuva, especialmente à tarde. Há alerta para temporais na faixa leste do Mato Grosso do Sul, no leste de Mato Grosso e no sul de Goiás. Nas demais áreas, as chuvas variam de moderada a forte intensidade, com ventos entre 40 e 50 km/h no Distrito Federal e no sul de Mato Grosso do Sul.

Nordeste

As chuvas se concentram no Maranhão, Piauí e no oeste da Bahia, onde pancadas localizadas podem ser de forte intensidade, acompanhadas de trovoadas. No entanto, no sertão nordestino, o tempo permanece estável, com céu limpo e temperaturas elevadas. Nas capitais São Luís, Natal e Salvador, o sábado será de sol entre muitas nuvens, com chuvas passageiras.

Norte

A chuva permanece forte em áreas como Rondônia, Amazonas e interior do Acre, acompanhada de raios e trovoadas. No Tocantins, chuvas são esperadas ao longo do dia, intercaladas com momentos de sol. Nas demais áreas da região, predomínio de sol, com temperaturas elevadas e sensação de abafamento.



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Cuidados no período de transição aumentam saúde e produtividade de vacas leiteiras



Nesta semana, no quadro Raio-X da Pecuária, o zootecnista Rafael Cardenas falou sobre os cuidados cruciais para o bom desenvolvimento da saúde e da produtividade do rebanho durante o período de transição das vacas leiteiras. Nessa fase, as vacas enfrentam diversos desafios, e fatores de bem-estar, como conforto e ventilação, podem ser essenciais para determinar a qualidade do leite. A jornalista Pryscilla Paiva conversou sobre o assunto com o profissional no telejornal Mercado & Companhia.

Rafael explicou que o período de transição é caracterizado pelas três semanas que antecedem o parto e pelas três semanas após o parto, na transição do período seco — quando a vaca não está produzindo leite — para o início da lactação. “É um período em que o animal passa por diversas mudanças, sejam elas hormonais ou metabólicas. Quando o animal começa a produzir leite, aumenta muito a exigência por alguns nutrientes”, disse.

Segundo o zootecnista, minimizar os impactos desse período pode afetar diretamente a saúde e a produtividade dos animais. Uma dieta balanceada com os nutrientes necessários pode evitar diversos problemas.

Cardenas também ressaltou que o ambiente onde os animais passam esse período precisa atender a alguns aspectos, como espaçamento de coxo adequado, sombra e ventilação. “Estratégias como banho e ventilação desses animais são importantes, inclusive no momento em que a vaca ainda não está produzindo leite. Esses 21 dias que antecedem o parto requerem o controle da temperatura do ambiente para manter a temperatura do animal sob controle”, concluiu.

Assista o quadro completo!



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Produtos da ceia de Natal têm diferenças de quase 190% em São Paulo



Diferença de até 188% nos preços dos produtos mais comuns da ceia de Natal foi constatada por pesquisa do Procon de São Paulo. O levantamento levou em conta 122 itens alimentícios pesquisados em estabelecimentos comerciais de 11 municípios paulistas, incluindo São Paulo, entre 9 e 13 de dezembro.

Na capital paulista, a maior diferença de preço encontrada foi de 126,2% no valor de um quilo de azeitonas verdes com caroço a granel – em um local o produto estava sendo vendido por R$ 69,90 e, em outro, por R$ 30,90.

No interior e litoral, a maior diferença de preços foi registrada na Baixada Santista, onde a farofa pronta tradicional da Yoki (400g), custava R$ 9,49 em um local e R$ 3,29 em outro, uma diferença de 188,4%.

Diferença no panetone

Entre os panetones e chocotones, um dos itens mais consumidos nesta época, a maior diferença de preço na capital paulista foi 109,1%: o Panettone Frutas da Seven Boys (400g) custava R$ 22,99 em um estabelecimento e R$ 10,99 em outro.

Em Bauru, no interior do estado, houve grande variação, de 142,7%, em relação ao panetone gotas de chocolate da Panco (400g), era vendido a R$ 28,89 em um estabelecimento e R$ 11,90 em outro.

“Como não há tabelamento e as oscilações refletem tanto as cotações de mercado quanto a demanda, os valores podem sofrer alterações em função da data da compra, em função de descontos, ofertas e promoções. Além disso, até lojas de uma mesma rede podem praticar preços diferentes em regiões diferentes. Por isso a, recomendação é pesquisar, porque é a melhor ferramenta para economizar”, destacou o diretor executivo do Procon-SP, Luiz Orsatti Filho.

Além da capital paulista, a coleta de preços de produtos do Natal foi realizada em Sorocaba, Presidente Prudente, Bauru, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Campinas, Jundiaí e São José dos Campos. Já no litoral, os dados foram coletados em Santos e São Vicente.

Para acessar a pesquisa completa, clique aqui.



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Veja como os preços da arroba do boi gordo encerraram a semana


O mercado físico do boi gordo encerrou a semana com preços acomodados, perdendo liquidez. A consultoria Safras & Mercado lembra que esse movimento é natural para o período do ano devido a proximidade das festividades.

Isso acontece por conta dos frigoríficos ausentes das compras, das manutenções programadas e dos pecuaristas mais cautelosos nas negociações.

“Os frigoríficos sinalizam para escalas de abate confortáveis. Devido ao físico lento neste
momento, as expectativas passam para a retomada em 2025, com possível encurtamento nas
programações”, disse Allan Maia, analista da empresa.

Segundo ele, no decorrer das próximas semanas, o mercado deve prestar atenção em quatro fatores:

  • Evolução dos cortes no atacado;
  • Condições das pastagens;
  • Movimentação do dólar; e
  • Fluxo da exportação brasileira

Preços da arroba do boi (a prazo)

  • São Paulo: média entre R$ 310 e R$ 320
  • Minas Gerais: cotado entre R$ 300 e R$ 310
  • Goiás: indicação a R$ 300
  • Mato Grosso do Sul: negociada em R$ 315

Mercado atacadista

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Foto: Freepik

O mercado atacadista manteve preços inalterados no decorrer desta sexta-feira. Segundo Maia, as atenções estão voltadas para o comportamento do consumo até o fechamento de 2024, o que tende a ser favorecido pelas festas e pela capitalização das famílias devido à entrada de parte do décimo terceiro na economia.

“Por outro lado, o alto preço dos cortes bovinos podem levar uma parcela da população, as de menor poder aquisitivo, a procurarem opções mais acessíveis, como o frango. No início de 2025, os cortes mais nobres tendem a encontrar dificuldade para sustentação”, disse o analista.

O quarto dianteiro foi cotado a R$ 20,30, por quilo. Quarto traseiro foi indicado em R$ 26,80, por quilo. Ponta de agulha permaneceu em R$ 19,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,87%, sendo negociado a R$ 6, 0710 para venda e a R$ 6,0690 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0446 e a máxima de R$ 6,1136. Na semana, a divisa valorizou 0,70%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Semeadura do arroz entra na reta final no RS



As lavouras apresentam excelente desenvolvimento inicial




Foto: Divulgação

De acordo com o último Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (19), a semeadura do arroz no Rio Grande do Sul está em fase de finalização. As áreas restantes estão concentradas principalmente na região central do estado.

A continuidade do tempo firme em parte de outubro e novembro permitiu um avanço acelerado do plantio, diferentemente da safra anterior, marcada por atrasos devido ao excesso de chuvas. O plantio ocorreu em condições ideais dentro do período preferencial, garantindo um bom início para o ciclo da cultura.

As lavouras apresentam excelente desenvolvimento inicial, favorecidas por chuvas regulares, radiação solar adequada e temperaturas satisfatórias. No entanto, há preocupações com a aproximação do período reprodutivo, especialmente para as lavouras em pré-floração ou emborrachamento. Nessas fases, a temperatura ideal varia entre 20°C e 35°C, e temperaturas inferiores podem ocasionar abortamentos florais.

O Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA) projeta uma área cultivada de 948.356 hectares no estado, enquanto a Emater/RS-Ascar estima uma produtividade média de 8.478 kg/ha. As boas condições observadas até o momento elevam as expectativas para o desempenho da safra atual.





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Soja encerra a semana praticamente sem negócios



O mercado brasileiro de soja vai encerrando a semana praticamente sem negócios. Os agentes entram em período de recesso com o fim do ano, devendo retornar apenas nas primeiras semanas de 2025. A indústria está abastecida e a janela de exportações está praticamente finalizada para este ano.

Os preços variaram de estáveis a mais baixos nas principais praças de comercialização do país, mesmo com a alta da Bolsa de Chicago. O dólar voltou a cair e os prêmios operam no negativo.

  • Passo Fundo (RS): preço se manteve em R$ 132,00
  • Região das Missões (RS): preço se manteve em R$ 133,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço se manteve em R$ 140,00
  • Cascavel (PR): preço se manteve em R$ 131,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço se manteve em R$ 137,00
  • Rondonópolis (MT): preço se manteve em R$ 120,00
  • Dourados (MS): preço se manteve em R$ 131,00
  • Rio Verde (GO): preço se manteve em R$ 125,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços mais altos. O mercado estendeu os ganhos da quinta-feira, estimulado por compras de barganha.

Nos últimos negócios, o grão acelerou os ganhos, fechando perto das máximas do dia, acompanhando o movimento do dólar frente a outras moedas de queda acentuada, o que deixa o produto norte-americano mais competitivo. Na semana, a posição janeiro/25 subiu 1,39%.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com alta de 11,50 centavos de dólar ou 1,19% a US$ 9,74 1/2 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 9,79 1/4 por bushel, com ganho de 12,75 centavos, ou 1,31%.

Nos subprodutos, a posição janeiro do farelo fechou com alta de US$ 10,40 ou 3,66% a US$ 294,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em janeiro fecharam a 39,48 centavos de dólar, com baixa de 0,53 centavo ou 1,32%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,87%, sendo negociado a R$ 6,0710 para venda e a R$ 6,0690 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0446 e a máxima de R$ 6,1136. Na semana, a divisa valorizou 0,70%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Fim de ano marca estabilidade no mercado do boi gordo



Boi gordo se mantém estável




Foto: Pixabay

A análise do informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, aponta que após um período de queda na cotação da arroba do boi gordo, o mercado permaneceu estável, reflexo de fatores como as escalas de abate e o escoamento tímido de carnes no período de fim de ano.

As escalas de abate atualmente giram em torno de 11 dias, mantendo uma média estável em diferentes regiões do país. Nos últimos dias, parte dos vendedores recuou das negociações, embora ainda existam ofertas disponíveis no mercado. O aumento no escoamento de carnes, estimulado pelas festividades de fim de ano, foi insuficiente para atender às expectativas do setor, mantendo as cotações estáveis. Outro fator relevante é a suspensão de negócios típica do fim de ano, por conta de questões fiscais, contribuindo para a manutenção dos preços da arroba.

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No Espírito Santo, o mercado segue ofertado, mas o escoamento de carnes permanece lento e abaixo do esperado. Com isso, os preços se mantiveram estáveis em todas as categorias, enquanto as escalas de abate estão, em média, para 10 dias. Região noroeste do Paraná, a redução nas ofertas de boiada na região resultou em menos ofertas de compra, mantendo os preços estáveis em todas as categorias. As escalas de abate na região estão em torno de 12 dias.

No Rio de Janeiro, o preço da arroba também não sofreu alterações, permanecendo estável para todas as categorias. As escalas de abate no estado apresentam média de sete dias úteis. O mercado do boi gordo, historicamente afetado por movimentos fiscais e de consumo no fim do ano, mantém atenção voltada às mudanças no comportamento do escoamento e na retomada das atividades após as festividades.





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Produtores de soja esperam por chuvas, enquanto outros enfrentam excesso de umidade



O plantio da soja 2024/2025 está próximo ao fim, e as áreas que ainda não semearam no Matopiba aguardam a chegada das chuvas para dar início ao processo. A situação é de expectativa, especialmente no Tocantins e no sul do Maranhão, onde o solo está extremamente seco, dificultando o trabalho dos produtores.

Por outro lado, a Bahia e o Piauí, grandes produtores da região, devem receber volumes de chuva entre 60mm e 80mm nos próximos dias, o que ajudará na reposição hídrica e acelerará o plantio.

Chuvas e falta de umidade

A previsão é de que as chuvas no Matopiba tragam a umidade necessária para a maioria das lavouras, oferecendo alívio para os produtores de soja que enfrentam dificuldades devido à seca. As precipitações esperadas devem ser suficientes para garantir um bom começo de safra, com volumes de 60 a 80 mm em várias áreas, incluindo Barreiras, na Bahia, e outras partes do estado.

Nem todas as regiões precisam de chuvas. Algumas áreas, especialmente no Sudeste e Centro-Oeste, já apresentam alta umidade no solo, o que dispensa precipitações imediatas. Mas é preciso atenção redobrada: com o excesso de umidade, cresce o risco de pragas e doenças nas lavouras.

Estados como Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso já acumularam volumes consideráveis de chuva, entre 60 e 80 mm, e continuam recebendo precipitações. Os produtores dessas regiões devem intensificar o monitoramento e controle de pragas para evitar danos às lavouras.

E no Sul?

No Sul do Brasil, as chuvas serão mais regulares, com volumes de 30 a 40 mm, o que não representa grandes desafios para o plantio, mas exige monitoramento das condições do solo para evitar encharcamento e prejuízos nas lavouras.



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