sexta-feira, julho 24, 2026

News

News

Governo oferece curso de exportação online e gratuito



O Programa Paulista de Capacitação para Exportações (Exporta SP), criado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo (SDE) e executado pela InvestSP, tem como objetivo apoiar a internacionalização de produtos e serviços de diferentes segmentos do Estado.

O programa Exporta SP será 100% online e voltado a micro, pequenas e médias empresas, além de produtores rurais de todo o Estado de São Paulo e de diferentes segmentos.

Para turma do 1º semestre de 2025, as inscrições já estão abertas.

Ao longo de quatro meses, os participantes terão 20 aulas coletivas com representantes da InvestSP e da Fundação Instituto de Administração (FIA).

Além das aulas, serão realizados workshops para auxiliar os empreendedores a construírem uma rede de contatos com empresários que buscam inserção no mercado internacional.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

A capacitação abordará temas que desafiam os empreendedores no processo de internacionalização de seus produtos e serviços como definição de preços, inteligência comercial, marketing, contratos internacionais, logística e vendas.

A qualificação é gratuita. 

Até agosto de 2024, foram disponibilizadas 1.300 vagas para empreendedores de todas as regiões do Estado. As inscrições para o processo seletivo, contará com uma análise técnica da equipe da InvestSP.

Os interessados em participar do curso, podem preencher o formulário de cadastro e avaliação de maturidade exportadora.



Source link

News

Inspeção alertou para falhas na ponte que desabou na BR-226 desde 2019



Documentos de inspeção realizados em 2019 pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) mostram que a ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que ligava o Tocantins ao Maranhão e desabou, apresentava diversos problemas. A informação foi divulgada pelo portal G1 e pela TV Anhanguera.

O documento traz diversos apontamentos e recomendações necessárias para que o trecho fosse seguro para o tráfego. Segundo o relatório, em 1998, a ponte passou por reforma, e o pavimento, que era de concreto, foi substituído por asfalto. Entretanto, com o passar do tempo, foram identificados problemas como desnivelamento do trecho, fissuras nos pavimentos, rupturas no vão da estrutura e rachaduras em todos os pilares, entre outros.

O que diz o DNIT

O órgão afirmou que, em 2021, um contrato foi firmado por meio do Programa de Manutenção e Reabilitação de Estruturas (PROARTE) para atender à ponte e outros trechos na BR-226, com um aporte de R$ 3,5 milhões. Durante esse período, foram realizados reparos nas vigas, na laje, nos passeios e nos pilares da estrutura.

Em 2024, um novo edital foi aberto, com valor aproximado de R$ 13 milhões, para novas intervenções na estrutura. Entretanto, o DNIT informou que o certame foi considerado fracassado, pois nenhuma empresa conseguiu comprovar a habilitação necessária para a execução dos serviços.

O órgão também informou que está vigente outro contrato de manutenção da BR-226/TO, com duração até julho de 2026, que prevê a execução de serviços para melhorar a trafegabilidade da rodovia.

O portal G1 e a TV Anhanguera tiveram acesso a este último edital para a reforma da ponte. O documento indica a existência de vibrações excessivas, além de desgaste visível nas estruturas e no pavimento, havendo a necessidade de “reabilitação” da via.

Relembre

O desabamento do vão central da ponte aconteceu no dia 22. De acordo com as autoridades, dez veículos de pequeno e grande porte estavam em trânsito no momento do colapso. Até ontem (25), foram encontrados seis corpos, e 11 pessoas permanecem desaparecidas.

Contaminação

Entre os veículos envolvidos na tragédia, havia duas carretas transportando mais de 70 toneladas de ácido sulfúrico e uma com agrotóxicos. De acordo com a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Tocantins (Semarh), as cargas podem representar riscos à saúde pública e ao meio ambiente, com potencial contaminação da água.

O Ministério Público Federal (MPF) também iniciou uma investigação sobre os possíveis danos ambientais causados pelas cargas de ácido sulfúrico e defensivos agrícolas submersos, além de outras consequências do colapso da ponte. Apesar dos riscos, as buscas submersas pelos desaparecidos foram liberadas.



Source link

News

Produção de aquicultura ultrapassa captura de peixes selvagens pela primeira vez



A produção global de alimentos aquáticos cultivados ultrapassou, pela primeira vez na história, a captura de peixes selvagens. A informação é do relatório “O Estado Mundial da Pesca e Aquicultura”, publicado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).

Segundo o documento, a produção total de pescados e aquicultura alcançou 223 milhões de toneladas métricas em 2022, com valor estimado em US$ 472 bilhões. O principal motor desse crescimento foi a aquicultura, que já representa 51% da produção global de animais aquáticos.

A pesquisa também revela que 63% dos produtos aquáticos cultivados são provenientes de águas continentais, enquanto 37% vêm de áreas marinhas e costeiras. Apesar do avanço, a FAO alerta para a gestão insuficiente dos estoques pesqueiros selvagens, o que ameaça o equilíbrio ambiental e a sustentabilidade do setor.

Outro ponto de destaque no relatório é o papel das mulheres no setor: elas representam 24% dos trabalhadores na pesca e aquicultura, um crescimento de 3% em relação a 2022, além de serem maioria (62%) na força de trabalho dedicada ao processamento de pescados.

A Ásia se mantém como líder global, concentrando mais de 70% da produção de animais aquáticos e 90% da aquicultura.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Trigo em baixa em Chicago: Confira


Segundo dados da TF Agroeconômica, o mercado de trigo na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a última sessão com quedas nos principais contratos, em um movimento de ajustes pré-feriado nos Estados Unidos. O contrato de março do trigo brando SRW, relevante para exportadores brasileiros, recuou -1,02%, ou -5,50 cents/bushel, fechando a US$ 535,00. Para maio, a queda foi de -0,95%, a US$ 545,75. 

Já o trigo duro HRW, de Kansas, caiu -1,09%, para US$ 545,00, enquanto o trigo HRS, de Minneapolis, recuou -1,01%, cotado a US$ 589,50. Em Paris, o trigo para moagem perdeu -0,32%, fechando a € 231,25 por tonelada.

No mercado global, os preços seguem estáveis ou com leve alta em algumas origens. O trigo hard americano subiu para US$ 252/t, enquanto o trigo soft alcançou US$ 235/t. Já o trigo argentino de 11,5% está cotado em US$ 231/t no mercado oficial, com preços livres variando em torno de US$ 226/t. O trigo francês subiu para US$ 244/t, enquanto o trigo russo permanece estável em US$ 235/t FOB no Mar Negro, mas atinge US$ 275/t em Kaliningrado. O trigo ucraniano, com 11,5% de proteína, está em US$ 225/t, e o trigo romeno 12,5% em US$ 235/t.

No mercado físico da safra 2024/25, os preços também apresentam estabilidade. No Up River, o trigo para dezembro é negociado a US$ 226/t, com janeiro a US$ 227/t e fevereiro a US$ 229/t. Para março, os preços chegam a US$ 231/t, refletindo as expectativas para a nova safra. O cenário segue competitivo, com os preços globais pressionados pela oferta robusta e pelas movimentações cambiais. As próximas semanas devem trazer maior clareza sobre a direção do mercado, especialmente após a retomada completa das operações nas principais bolsas internacionais.

 





Source link

News

Chuva com raios atinge diversas regiões do Brasil; sol predomina no Sul e Sudeste



Uma frente fria provoca chuvas intensas e pancadas com raios em várias regiões do Brasil, com destaque para o norte, leste e sul do país. Enquanto o Rio Grande do Sul e o Espírito Santo vivenciam clima mais seco e ensolarado, temporais são esperados no sudeste e centro-oeste. No nordeste, a chuva diminui, mas o tempo continua firme no Sertão. Veja os detalhes do tempo , de acordo com a Climatempo, em cada região do Brasil:

Sul

A circulação de ventos continua mantendo o tempo mais instável no norte, leste e região metropolitana de Curitiba no Paraná. Em Santa Catarina, também chove em todo litoral e no extremo norte do estado. É uma chuva que vem em formato de pancadas com raios e trovoadas à tarde, por isso o sol aparece ao longo do dia e a temperatura sobe. Em todo o estado do Rio Grande do Sul, o predomínio é de sol e de tempo firme, com máximas altas e sem previsão de chuva.

Sudeste

Frente fria continua provocando chuva em todo o estado de São Paulo e também em grande parte do triângulo mineiro, sul de Minas e região central mineira. É uma chuva que vem em formato de pancadas com potencial para temporais pontuais. O dia fica um pouquinho mais carregado, por isso as máximas não sobem tempo. Tempo firme no Rio de Janeiro, Espírito Santo na metade norte de Minas Gerais.

Centro-Oeste

A chuva se concentra entre Mato Grosso, Goiás e metade norte de Mato Grosso do Sul por conta do avanço da frente fria que acaba formando um corredor de umidade sobre esses estados. É uma chuva que vem com intensidade, principalmente à tarde. Na metade sul de Mato Grosso do Sul, dia ensolarado e com máximas altas.

Nordeste

A chuva diminui na Região Nordeste e acontece de forma esporádica e pontual em todo o litoral e sobre o estado do Maranhão. Não há alertas para temporais. Em todo o Sertão, tempo firme, sem previsão de chuva e destaque para o tempo mais seco.

Norte

Chove em praticamente toda a Região Norte do país nesta quinta-feira, mas o tempo continua abafado, com máximas em torno dos 30 graus. No Amapá e em Roraima, predomínio de tempo estável.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Custo de produção do leite aumenta 1,6% em outubro


Segundo o Agro em Dados de dezembro da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Governo de Goiás, o custo de produção do leite no Brasil registrou um aumento de 1,6% em outubro em relação ao mês anterior, conforme dados da Embrapa. Esse incremento, três vezes superior à média mensal dos últimos 12 meses, foi impulsionado pelos maiores custos com concentrado, volumoso, energia e combustível, impactando diretamente o setor.

Nas exportações de lácteos brasileiras, Cuba se destacou, liderando o crescimento no acumulado de 2024, especialmente na compra de leite fluido e leite em pó, com uma alta de 582,9% comparado ao mesmo período de 2023. Os Estados Unidos também apresentaram uma tendência de aumento nas importações de derivados lácteos, como leite condensado, creme de leite e queijo, desde 2019. Em Goiás, o volume de produtos exportados para os EUA cresceu 63,7% entre 2022 e 2024.

Por outro lado, as exportações de lácteos brasileiros para países como Chile, Paraguai, Uruguai e Venezuela sofreram quedas expressivas entre janeiro e outubro de 2024, com perdas de 26% para o Chile, 6,5% para o Paraguai, 31,1% para o Uruguai e 14,9% para a Venezuela.

Em relação às importações de lácteos, o Brasil registrou um aumento de 7,5% no volume de produtos importados em outubro de 2024, comparado ao mesmo mês de 2023. No entanto, em Goiás, houve uma queda no volume e valor das importações, com o estado interrompendo as compras de leite fluido e leite em pó desde março de 2024. Atualmente, o estado importa apenas soro de leite, com uma queda de 86,7% nas transações de outubro.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Ucrânia diz que Rússia disparou “novo” míssil; acusações de que era um ICBM…


Logotipo Reuters

 

Por Anastasiia Malenko e Tom Balmforth e Max Hunder

Kiev (Reuters) – A Ucrânia disse que a Rússia disparou um novo tipo de míssil contra a cidade de Dnipro nesta quinta-feira e, embora tenha havido debates sobre o tipo, parecia ser uma arma com capacidade nuclear que carregava várias ogivas, em uma nova escalada da guerra de 33 meses.

Kiev afirmou que a Rússia usou um míssil balístico intercontinental, uma arma projetada para ataques nucleares de longa distância e nunca antes usada em guerra. Três autoridades dos EUA disseram que se tratava de um míssil balístico de alcance intermediário, com alcance menor.

Em Moscou, o presidente Vladimir Putin disse em um discurso televisionado, que a Rússia lançou um ataque com mísseis balísticos de médio alcance contra uma instalação militar ucraniana em resposta aos recentes ataques ucranianos de longo alcance com armas ocidentais.

Independentemente da classificação, esse mais recente ataque destacou o rápido aumento das tensões nos últimos dias.

A Ucrânia disparou mísseis norte-americanos e britânicos contra alvos dentro da Rússia nesta semana, apesar dos avisos de Moscou de que consideraria tal ação como uma grande escalada. O embaixador da Rússia em Londres disse nesta quinta-feira que o Reino Unido agora está “diretamente envolvido” na guerra na Ucrânia.

Segundo especialistas em segurança, se o ataque a Dnipro envolvesse um míssil balístico intercontinental, seria o primeiro uso desse tipo de míssil em uma guerra. Os ICBMs (na sigla em inglês) são armas estratégicas projetadas para lançar ogivas nucleares e são uma parte importante da dissuasão nuclear da Rússia.

Os mísseis balísticos de alcance intermediário têm um alcance de 3.000 a 5.500 kms.

“Hoje foi lançado um novo míssil russo. Todas as características — velocidade, altitude — são (de um) míssil balístico intercontinental. Uma (investigação) especializada está em andamento”, disse o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, em uma declaração por vídeo.

O Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia instou a comunidade internacional a reagir rapidamente ao que disse ser “o uso pela Rússia de um novo tipo de armamento”.

Segundo a Força Aérea da Ucrânia, o ICBM tinha como alvo Dnipro, no centro-leste da Ucrânia, e foi disparado da região russa de Astrakhan, a mais de 700 kms de distância. Não especificou que tipo de ogiva o míssil tinha ou que tipo de míssil era. Não houve nenhuma sugestão de que fosse um míssil com armas nucleares.

“Seja um ICBM ou um IRBM, o alcance não é o fator importante”, afirmou Fabian Hoffmann, pesquisador da Universidade de Oslo, especializado em tecnologia de mísseis e estratégia nuclear.

“O fato de levar uma carga MIRV (veículos de reentrada múltiplos direcionados independentemente) é muito mais significativo para fins de sinalização e é o motivo pelo qual a Rússia optou por ele. Essa carga está associada exclusivamente a mísseis com capacidade nuclear.”

A Rússia também disparou um míssil hipersônico Kinzhal e sete mísseis de cruzeiro Kh-101, seis dos quais foram abatidos, segundo a Força Aérea ucraniana.

Antes dos comentários de Putin, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse a repórteres que entrassem em contato com o Exército russo para comentários.

A aliança militar da Otan não respondeu aos pedidos por comentários em um primeiro momento. O Comando Europeu dos EUA disse que não tinha nada sobre o suposto uso de um ICBM e encaminhou as perguntas ao Departamento de Defesa.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produção de soja deve alcançar 166 milhões de toneladas


Segundo o Agro em Dados de dezembro da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Governo de Goiás, o plantio da safra de soja 2024/25 no Brasil e em Goiás atingiu 90% da área cultivada até o final de novembro, registrando avanço de 7 pontos percentuais em comparação ao mesmo período do ano anterior. O ritmo acelerado das operações indica perspectivas promissoras para a produção nacional, estimada em 166,1 milhões de toneladas, representando um crescimento de 12,5% em relação à safra 2023/24. A expectativa de produtividade também é positiva, com projeção de alta de 9,6%, enquanto a área plantada deve crescer 2,6% frente à última temporada.

Em novembro, a valorização da saca de soja alcançou o maior preço médio de 2024, fixado em R$ 144,28/sc. O desempenho foi impulsionado pela alta do dólar, que favoreceu as exportações brasileiras ao aumentar a competitividade no mercado internacional. No entanto, a valorização da moeda americana elevou os custos de insumos importados para o plantio.

Paralelamente, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduziu a estimativa de produção da safra norte-americana em 2,7% e previu uma queda de 14,5% nos estoques de soja. Esse cenário contribuiu para a alta nos preços do grão e do farelo na Bolsa de Chicago (CBOT).

Clique para seguir o canal do Agrolink no WhatsApp

Apesar do cenário favorável à valorização da soja, as exportações brasileiras em grão sofreram queda de 15,9% em outubro. Em Goiás, a redução foi ainda mais acentuada, chegando a 57,8%. A principal razão para a retração foi a diminuição das compras chinesas, com recuo de 28,1% para o Brasil e 58,3% para Goiás em relação ao mesmo período de 2023.

Em contrapartida, houve crescimento de 24,4% nos embarques nacionais de farelo e óleo de soja, compensando parcialmente a queda nas exportações do grão. Destaca-se o aumento nas aquisições indianas de óleo de soja, impulsionado pela demanda sazonal associada a festividades culturais. O volume total importado pela Índia foi de 72,6 milhões de toneladas, sendo 17,7 milhões de toneladas provenientes de Goiás, que se consolidou como o segundo maior exportador do produto para o país asiático.





Source link

News

agência vai monitorar qualidade da água após desabamento



Com foco no acompanhamento da qualidade de água do rio Tocantins, após três caminhões – que transportavam cerca de 25 mil litros de defensivos agrícolas e 76 toneladas de ácido sulfúrico, produto químico corrosivo – acabaram caindo no rio em virtude do desabamento, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) está atuando em articulação com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão (SEMA/MA) para coleta de amostras de qualidade da água do rio Tocantins em cinco pontos desde a barragem da usina hidrelétrica de Estreito (TO/MA) até o município de Imperatriz (MA), o qual fica a jusante (rio abaixo) do ponto do desabamento.

A equipe da SEMA/MA deve coletar amostras no local e verificar os parâmetros básicos de qualidade de água nesse trecho do rio Tocantins. A ANA solicitou apoio à Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) para analisar as amostras coletadas e determinar os parâmetros de maior complexidade relacionados ao derramamento de defensivos agrícolas transportados por um dos veículos que caíram na água devido ao desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira.

Os gestores da agência estão atuando para promover a comunicação junto aos usuários outorgados e serviços de abastecimento de água locais. São mais de 150 outorgas emitidas pela ANA na região, sendo que tais usos podem ser impactados.

Consequências

Os 19 municípios possivelmente impactados estão a jusante do acidente até a confluência (encontro) com o rio Araguaia, conforme o mapa deste link. Desse total 11 estão em Tocantins (Aguiarnópolis, Carrasco Bonito, Cidelândia, Esperantina, Itaguatins, Maurilândia do Tocantins, Praia Norte, Sampaio, São Miguel do Tocantins, São Sebastiao do Tocantins e Tocantinópolis) e oito se localizam no Maranhão (Campestre do Maranhão, Estreito, Governador Edison Lobão, Imperatriz, Porto Franco, Ribamar Fiquene, São Pedro da Água Branca e Vila Nova dos Martírios).

Outra ação da ANA no contexto desse desastre foi o cálculo do tempo de chegada da água possivelmente impactada pelos veículos que caíram no rio Tocantins para os municípios a jusante (rio abaixo) do ponto do desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira. Tais informações foram compartilhadas com os órgãos federais e estaduais que estão atuando no desastre.

A ANA segue atuando no monitoramento da situação no rio Tocantins e da qualidade de sua água. Além disso, a instituição vem trabalhando de forma articulada com os órgãos estaduais e federais competentes, sendo que a ANA já se reuniu com a Defesa Civil e instituições federais e estaduais para compartilhar informações relacionadas ao monitoramento da qualidade da água da região impactada.

Por precaução, o Maranhão orientou a suspensão de captações de água para abastecimento público nos municípios banhados pelo rio Tocantins a jusante do desabamento até que se determine que a pluma de contaminantes tenha se diluído e não ofereça perigo ao consumo da água.

Rio Tocantins

Com aproximadamente 2400km de extensão, o rio Tocantins é o segundo maior curso d’água 100% brasileiro, ficando atrás somente dos cerca de 2800km do rio São Francisco. O Tocantins nasce entre os municípios goianos de Ouro Verde de Goiás e Petrolina de Goiás. Ele também atravessa Tocantins, Maranhão e tem sua foz no Pará perto da capital Belém. O rio pode ser chamado de Tocantins-Araguaia por se encontrar com o rio Araguaia entre Tocantins e Pará. Os dois cursos d’água também dão nome à Região Hidrográfica do Tocantins-Araguaia, que é a maior do Brasil em área de drenagem 100% em território nacional. Por serem rios interestaduais, a gestão e regulação das águas do Tocantins e do Araguaia é de responsabilidade da ANA.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Plano estratégico quer aumentar consumo de ovos



Entre as estratégias previstas estão o engajamento com a indústria e o varejo



De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a produção de ovos no Brasil deverá crescer 2,4%
De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a produção de ovos no Brasil deverá crescer 2,4% – Foto: Pixabay

Na última reunião de diretoria de 2024, o Instituto Ovos Brasil (IOB) definiu um plano estratégico para 2025, com ênfase em campanhas educativas que destaquem os benefícios nutricionais e econômicos do ovo. O objetivo é fortalecer a percepção do público sobre o alimento, além de estimular o crescimento do consumo per capita, estimado em aumento de até 1,1%.

De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a produção de ovos no Brasil deverá crescer 2,4% em 2025, alcançando 59 bilhões de unidades. Edival Veras, presidente do IOB, afirmou que o instituto continuará investindo em campanhas educativas e materiais de apoio para consolidar o ovo como um alimento indispensável na alimentação dos brasileiros.

Entre as estratégias previstas estão o engajamento com a indústria e o varejo, por meio de parcerias com distribuidores e redes de supermercados, e o apoio à imprensa para disseminar informações claras e precisas. O Instituto também produzirá materiais informativos para profissionais de saúde, nutrição e influenciadores, visando desmistificar mitos sobre o ovo e reforçar sua imagem como alimento saudável.

Com atuação nacional, o IOB planeja um 2025 de grandes avanços na educação alimentar e na valorização do setor produtivo, consolidando o Brasil como um dos maiores produtores de ovos do mundo.

 “Nosso objetivo é contribuir ativamente para que o ovo seja reconhecido como um alimento indispensável na mesa dos brasileiros. Em 2025, continuaremos investindo em campanhas educativas, materiais de apoio e estratégias de comunicação que dialoguem diretamente com o consumidor final e o mercado”, conclui Edival Veras, presidente do Instituto.

 





Source link