sábado, julho 18, 2026

News

News

Saiba como deve ficar o mercado da soja nos próximos dias



O mercado brasileiro de soja teve alguns movimentos hoje. Conforme a Safras & Mercado, de forma geral, foram ajustes pontuais, mas que devem ganhar mais força nos próximos dias. Os preços ficaram mistos por conta de particularidades regionais.

Enquanto algumas praças ainda mostram preços firmes para a safra velha, outras já começam a se ajustar à realidade da safra nova. Além disso, o dólar em queda e a volatilidade na Bolsa de Chicago ajudaram a definir o cenário do dia.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço aumentou de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Missões (RS): preço aumentou de R$ 133,00 para R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço aumentou de R$ 139,00 para R$ 141,00
  • Cascavel (PR): preço caiu de R$ 132,00 para R$ 130,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 139,00 para R$ 137,00
  • Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 120,00 para R$ 117,00
  • Dourados (MS): preço aumentou de R$ 124,00 para R$ 125,00
  • Rio Verde (GO): preço aumentou de R$ 121,00 para R$ 125,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais altos. O clima seco na Argentina e a queda do dólar frente a outras moedas ajudaram a sustentar as cotações, que, no entanto, fecharam abaixo das máximas do dia.

A ampla oferta de soja na América do Sul, com uma safra cheia no Brasil e a falta de chuvas em partes da Argentina, limitou os ganhos. Além disso, há um crescente enfraquecimento da demanda chinesa, devido às incertezas em torno de uma possível política tarifária do novo governo Trump.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.284.970 toneladas na semana encerrada no dia 2 de janeiro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 1.643.202 toneladas.

Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 1.040.799 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1º de setembro, as inspeções somam 29.956.103 toneladas, contra 24.312.449 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.

Os agentes também já estão posicionando suas carteiras frente ao relatório de janeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que será divulgado na sexta, às 14h.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com alta de 6,00 centavos de dólar ou 0,6% a US$ 9,97 3/4 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,08 3/4 por bushel, com ganho de 5,00 centavos, ou 0,49%.

Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 1,30 ou 0,43% a US$ 307,30 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 40,33 centavos de dólar, com alta de 0,40 centavo ou 1%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,11%, sendo negociado a R$ 6,1134 para venda e a R$ 6,1114 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0924 e a máxima de R$ 6,1539.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Como maximizar a fixação de N no trigo?



O modelo desenvolvido tem o potencial de melhorar a gestão da adubação



 principal estratégia é a utilização do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI)
principal estratégia é a utilização do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) – Foto: Divulgação

André L. Vian, pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é um dos autores do capítulo do livro Agricultura de Precisão: Um Novo Olhar na Era Digital, onde apresenta uma metodologia inovadora para a aplicação de adubação nitrogenada na cultura do trigo. O trabalho, desenvolvido em parceria com o Grupo de Estudos em Agricultura Digital (GEAD), a Embrapa trigo e a Setrem, se baseia no uso de ferramentas da Agricultura de Precisão (AP) para otimizar o uso do Nitrogênio (N) na lavoura.

A metodologia proposta visa maximizar a eficiência do uso do N na cultura do trigo, por meio de ajustes na recomendação de adubação para lavouras comerciais, levando em consideração a variabilidade espacial dentro do campo. A principal estratégia é a utilização do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) para estimar o estado e a demanda nutricional do dossel vegetal, ajustando a dose de nitrogênio conforme a real necessidade da cultura. A partir de experimentos conduzidos em quatro regiões do Rio Grande do Sul, foi possível observar uma forte correlação entre o NDVI, a biomassa, o conteúdo de nitrogênio do dossel e o modelo de adubação nitrogenada.

O modelo desenvolvido tem o potencial de melhorar a gestão da adubação, otimizando o uso do N e, consequentemente, maximizar a produtividade e a rentabilidade das lavouras de trigo. Esse trabalho representa um avanço significativo na aplicação de tecnologias digitais no setor agrícola, com o objetivo de tornar a produção mais eficiente e sustentável.

“O modelo foi construído a partir de dados oriundos de experimentos conduzidos a campo em quatro regiões do Rio Grande do Sul. A partir dos resultados obtidos, encontrou-se alta relação entre o NDVI com a biomassa, conteúdo de nitrogênio do dossel vegetal e com o modelo para adubação nitrogenada”, escreveu, na rede social LinkedIn.

 





Source link

News

Chuvas volumosas previstas; saiba onde a água cai!



Nesta semana, a previsão do tempo indica uma concentração significativa de chuvas nas áreas produtoras de soja, com foco no Centro-Norte do Brasil. Embora as chuvas tragam benefícios para algumas regiões, elas também podem apresentar desafios, exigindo cautela dos produtores.

Chuvas no Matopiba

No Matopiba, a chuva será uma aliada, especialmente para as lavouras do Nordeste, onde o clima úmido favorece o desenvolvimento das plantas. O avanço da precipitação para o Pará também reforça o potencial de crescimento das lavouras na região.

Precipitações volumosas

Entretanto, em Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, as chuvas volumosas, com mais de 150 mm acumulados em 5 dias, são esperadas para as áreas Centro-Norte. Esse volume de precipitação pode dificultar os trabalhos de campo, como a colheita e a aplicação de insumos, gerando preocupações entre os produtores devido aos impactos nas atividades agrícolas.

No Sul e Sul de Mato Grosso do Sul, o clima será quente e seco, o que pode gerar estresse térmico nas lavouras em desenvolvimento. A falta de chuva exige um monitoramento constante, e o uso de irrigação será necessário em algumas áreas para mitigar os efeitos do calor intenso, comprometendo o crescimento ideal das plantas.

Entre os dias 12 e 16 de janeiro, a previsão aponta para chuvas contínuas em Mato Grosso e Goiás, o que pode continuar a interferir no ritmo de trabalho das lavouras. A boa notícia para Mato Grosso do Sul é que as chuvas se espalham por todo o estado, trazendo alívio ao calor extremo e favorecendo o desenvolvimento das lavouras, principalmente no Sul do estado.

De 17 a 21 de janeiro, as chuvas devem persistir em Mato Grosso do Sul, mantendo o clima favorável ao cultivo. No entanto, o cenário segue desafiador para Mato Grosso e Goiás, onde os volumes de chuva elevados (mais de 100 mm a 150 mm em 5 dias) podem prejudicar a execução das atividades no campo, exigindo dos produtores maior atenção para evitar prejuízos nas lavouras.



Source link

News

Ibama confirma vazamento de ácido sulfúrico no Rio Tocantins


O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) confirmou nesta segunda-feira (6) a existência de fissuras no tanque de um dos caminhões que afundou no Rio Tocantins após o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que liga o Tocantins ao Maranhão. O veículo da empresa Pira-Quimica continha 23 mil litros de ácido sulfúrico.

A informação preliminar foi constatada por mergulhadores que identificaram, na última sexta-feira (3), a presença de duas fissuras no tanque, após a suspeita de um possível vazamento levantada pela equipe da Marinha do Brasil que atua na operação de busca e resgate das vítimas. De acordo com o Ibama, foi solicitado relatório oficial das informações obtidas no local pela equipe da Pira-Química, que deverá ser concluído até esta quinta-feira (9).

O órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente informou ainda que as análises da qualidade da água do Rio Tocantins não demonstram alterações consideráveis. “Até o momento, os parâmetros avaliados estão dentro da normalidade para água doce. Desde a queda da ponte, não foi constatado impacto à fauna local”, destacou, por meio de nota.

O acompanhamento da qualidade da água é realizado diariamente pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão. As ações de resposta à emergência ambiental também são acompanhadas por servidores do Centro Nacional de Emergências Ambientais e Climáticas e das superintendências do Ibama no Maranhão e Tocantins.

Outras cargas

Além do caminhão da Pira-Quimica, o desabamento da ponte também levou mais dois caminhões carregados de produtos perigosos às águas do Rio Tocantins. Um deles, da empresa Videira, transportava 40 mil litros de ácido sulfúrico. A análise visual de mergulhadores constatou que o tanque permanece intacto.

O terceiro veículo, da empresa Suminoto, transportava bombonas carregadas com agrotóxico. O trabalho de sondagem da carga no fundo do rio deverá ser realizado por mergulhadores contratados pela empresa ainda hoje.

Segundo o Ibama, as empresas e o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) foram notificadas a apresentar Planos de Atendimento à Emergência (PAEs) com análise de riscos para retirada dos caminhões e produtos depositados no fundo do rio.

Entenda o caso

A Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que ligava os estados do Maranhão e Tocantins pela BR-226, desabou no fim da tarde do dia 22 de dezembro de 2024. A operação de busca e resgate teve início ainda no mesmo dia, com o reforço de várias frentes como Corpo de Bombeiros, empresas privadas e o emprego de embarcações, helicóptero e viaturas na região.

Atualmente, o trânsito de veículos entre os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), que eram ligados pela ponte na BR-226, está sendo feito por rotas alternativas com duas opções para veículos leves e três para veículos pesados.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) estabelecerá também um fluxo de balsas no local para a travessia de carros de passeio, ambulâncias e caminhonetes, sem custo para os usuários. O serviço está previsto para começar a operar após o fim da operação de busca e resgate das vítimas, com a localização das três vítimas que ainda permanecem desaparecidas.



Source link

News

Brasil exportou 97,299 milhões de t de soja em grão em 2024



A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) informou que a exportação brasileira de soja em grão em 2024 foi de 97,299 milhões de toneladas, 3,9% abaixo das 101,312 milhões de toneladas de 2023.

Os embarques de milho para o exterior também recuaram de um ano para o outro. Foram 37,811 milhões de toneladas, 31,94% menos que os 55,559 milhões de toneladas nos 12 meses do ano anterior.

Os embarques de farelo de soja, por outro lado, cresceram. Em 2024 o volume somou 22,841 milhões de toneladas, 2,17% mais que as 22,355 milhões de toneladas de 2023. As exportações de trigo também cresceram: de 2,497 milhões de toneladas para 2,585 milhões de toneladas (+3,52%).

De 22 a 28 de dezembro, os portos brasileiros embarcaram 246.835 toneladas de soja, 243.739 toneladas de farelo de soja, 704.035 toneladas de milho e 78.725 de trigo.

Para a atual semana (29 de dezembro a 4 de janeiro), a programação prevê embarques de 250.884 toneladas de soja, 571.943 toneladas de farelo de soja, 768.398 toneladas de milho e 224.000 toneladas de trigo.



Source link

News

Balança comercial tem superávit de US$ 74,6 bi em 2024, 2º maior valor da série histórica



A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 4,8 bilhões em dezembro, o que levou o saldo do país a fechar 2024 em US$ 74,6 bilhões, 24,6% menor que o acumulado em 2023, quando o resultado havia sido recorde.

De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o valor do ano passado foi alcançado com exportações de US$ 337 bilhões – baixa de 0,8% ante 2023 – e importações de US$ 262,5 bilhões – avanço de 9% ante o ano anterior.

O saldo do ano passado é o segundo maior da série histórica iniciada em 1989, conforme os dados divulgados nesta segunda-feira (6).

Em dezembro, as exportações somaram US$ 24,9 bilhões e as importações alcançaram US$ 20,1 bilhões.

Em 2024, a corrente de comércio fechou em US$ 599,5 bilhões, segunda maior da série histórica, crescendo 3,3% em relação ao ano anterior.

O resultado para o ano ficou acima da mediana das expectativas do mercado financeiro na pesquisa do Projeções Broadcast, que indicava US$ 73,550 bilhões, com intervalo de US$ 71,7 bilhões a US$ 87,2 bilhões.

Para dezembro, a mediana apontava saldo US$ 3,4 bilhões em dezembro, com projeções que variavam de US$ 1,8 bilhão a US$ 6,5 bilhões.

Exportações e importações em 2024

No acumulado do ano em relação às exportações, comparando-se com igual período de 2023, houve queda de US$ 9 bilhões (-11%) em Agropecuária; crescimento de US$ 1,93 bilhão (2,4%) em Indústria Extrativa; e alta de US$ 4,81 bilhões (2,7%) em produtos da Indústria de Transformação.

Já nas importações, foi registrado avanço de US$ 1,15 bilhão (25,6%) em Agropecuária; aumento de US$ 0,16 bilhão (1%) em Indústria Extrativa; e crescimento de US$ 20,4 bilhões (9,3%) em produtos da Indústria de Transformação.

Em relação a dezembro, as exportações registraram baixa de 13,5% se comparado a igual período de 2023, com queda de US$ 1,21 bilhão (-23,2%) em Agropecuária; recuo de US$ 2,67 bilhões (-34,8%) em Indústria Extrativa e estabilidade em produtos da Indústria de Transformação.

Já as importações cresceram 3,3%, devido a um avanço de US$ 0,09 bilhão (25,1%) em Agropecuária; queda de US$ 0,09 bilhão (-10,5%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 0,59 bilhão (3,3%) em produtos da Indústria de Transformação.



Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Ibovespa perde os 119 mil pontos e fecha em mínima em mais de um ano


Logotipo Reuters

Por Patricia Vilas Boas

SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa contrariou o sinal positivo em Wall Street e recuou mais de 1% nesta sexta-feira, fechando em uma mínima de mais de um ano e consolidando seu quarto declínio semanal consecutivo, ainda sob o pessimismo do mercado com o quadro fiscal da economia brasileira e os juros altos.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa perdeu 1,33%, a 118.532,68 pontos, menor patamar de fechamento desde 6 de novembro de 2023.

No pior momento da sessão, marcou 118.403,56 pontos. No melhor, foi a 120.355,51 pontos.

O indicador acumulou queda semanal de 1,44%, com os volumes de negociação ainda baixos em semana útil reduzida devido ao feriado de Ano Novo.

O volume financeiro no pregão somou 20,48 bilhões de reais, abaixo da média diária de 24 bilhões de reais de 2024.

“Ainda há uma insegurança com relação as questões fiscais”, resumiu o sócio-fundador da Ciano Investimentos, Lucas Sigu Souza, que mencionou também o rebaixamento do Brasil de “neutra” para “underweight” pelo HSBC Global Research.

Os analistas do banco estrangeiro disseram que o mercado brasileiro é uma situação clássica de “armadilha de valor” — isto é, quando um ativo parece estar subvalorizado, mas continua a ter um desempenho ruim no longo prazo.

“O mercado já tem apresentado performance significativamente inferior, e embora os valuations pareçam baratos, vemos poucas razões para isso mudar”, afirmaram em relatório na véspera.

Pairando sobre as incertezas domésticas, dúvidas sobre o crescimento econômico da China, segunda maior economia do mundo, também pesaram sobre setores com exposição ao país asiático, como mineração.

Investidores têm se preocupado com a economia chinesa e com a iminência de uma guerra comercial com os Estados Unidos antes da posse presidencial de Donald Trump em 20 de janeiro.

A China tem buscado fomentar seu crescimento, e anunciou mais cedo que aumentará drasticamente o financiamento de títulos do tesouro ultralongos em 2025 para estimular o investimento empresarial e as iniciativas de estímulo ao consumidor, conforme o retorno de Trump à Casa Branca se aproxima.

Durante sua campanha e mesmo após a reeleição, o republicano tem indicado que adotará maior protecionismo, com a promessa de tarifas sobre produtos de países como China, México e Canadá.

Em Nova York, os prinicpais índices acionários fecharam em alta, com o Dow Jones subindo 0,80%, o S&P 500 avançando 1,26% e o Nasdaq em alta de 1,77%.

Na próxima semana, estarão no radar do mercado os dados de inflação e atividade no Brasil, além de uma série de indicadores do mercado de trabalho norte-americano e a ata da reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), do Federal Reserve.

 

DESTAQUES

– PETROBRAS PN caiu 1,06%, na contramão do avanço dos preços do petróleo no exterior, onde o barril de Brent fechou com alta de 0,76%. A estatal informou na quinta-feira que elevou em aproximadamente 7% o preço médio do querosene de aviação (QAV) que será vendido a distribuidoras em janeiro, em praças como Guarulhos (SP), Betim (MG) e Duque de Caxias (RJ).

– VALE ON perdeu 1,86%, tendo como pano de fundo a baixa dos contratos futuros do minério de ferro na China, com alguns traders liquidando posições compradas da commodity devido à demanda fraca depois que a maioria das siderúrgicas da China concluiu o reabastecimento de matérias-primas antes de feriado. O contrato mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou as negociações do dia com queda de 2,18%, a 764 iuanes (104,66 dólares) a tonelada. No setor, USIMINAS PNA caiu 6,01% e CSN MINERAÇÃO ON desvalorizou-se 3,17%.

– ITAÚ UNIBANCO PN fechou em queda de 2,45%, entre as principais contribuições de baixa para o índice, ao lado das blue chips Vale e Petrobras, enquanto BRADESCO PN cedeu 1,62%, SANTANDER BRASIL UNIT teve baixa de 1,39% e BANCO DO BRASIL ON recuou 0,75%.

– ENEVA ON subiu 5,45%, após forte queda na véspera em meio à divulgação de regras pelo Ministério de Minas e Energia para a realização de um leilão de energia, algumas das quais impediriam a companhia de tentar recontratar certas usinas. Analistas do BTG Pactual consideraram a reação da ação desproporcional e disseram que há uma oportunidade de negociação muito assimétrica sobre o papel.

– AZUL PN subiu 3,02%, acumulando na semana valorização de 11,61%. No setor, GOL PN, que não pertence ao Ibovespa, avançou 0,73%, marcando alta semanal de 7,81%. As duas companhias aéreas chegaram a acordo com o governo para reduzir suas dívidas com a União em cerca de 5,8 bilhões de reais no total, permitindo que o pagamento seja feito em até 120 parcelas.





Source link

News

Presidente da ApexBrasil traça planos para 2025 e avalia conquistas no mercado externo



A equipe do Canal Rural, em Brasília, conversou com Jorge Viana, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), para a série Retrospectiva e Perspectivas para o Ano de 2025. Desde 2003, a ApexBrasil atua na promoção de produtos brasileiros no exterior. Durante a entrevista, Viana avaliou os mercados conquistados em 2024 e apresentou os planos da entidade para o ano que se inicia.

O presidente da agência destacou que, apesar da queda nos preços dos grãos, o Brasil conseguiu ampliar o volume das exportações graças ao esforço dos produtores.

Viana também abordou a inauguração da Casa Brasil em Xangai, na China, e comentou sobre o comércio com os Estados Unidos, que terá Donald Trump novamente na presidência. “Independente de Trump ou não, temos nos Estados Unidos um fluxo de comércio maravilhoso”, disse.

Por fim, ele mencionou o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, oficializado em dezembro no Uruguai, destacando os desafios e oportunidades que o pacto traz para os produtores brasileiros.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Início da safra de algodão: Fase crucial



A embebição envolve a hidratação da semente,



A temperatura ideal para a embebição varia entre 25 e 30°C
A temperatura ideal para a embebição varia entre 25 e 30°C – Foto: India Water Portal

Segundo Angela Flávia de Oliveira, engenheira agrônoma na Tropical Melhoramento & Genética, mais uma safra de algodão irá inciar. Mas o que acontece nesse processo? A semente de algodão, segundo ela, com apenas cinco dias após o plantio, já passou por uma das fases mais importantes de sua germinação: a embebição. Esse estágio inicial é fundamental para garantir o desenvolvimento adequado da planta, impactando diretamente o sucesso da safra. Durante a embebição, a semente absorve água, reativando seu metabolismo e preparando-se para o crescimento.

A embebição envolve a hidratação da semente, o que ativa enzimas responsáveis pela quebra das reservas nutritivas. Esse processo é essencial para o início da germinação, com a formação da raiz e o desenvolvimento do embrião. É também nessa fase que se pode avaliar a viabilidade das sementes, já que apenas aquelas viáveis conseguem absorver água e iniciar a germinação.

Além disso, a embebição favorece uma germinação mais uniforme e rápida, o que melhora a eficiência da semeadura. Esse é o momento ideal para aplicar tratamentos nas sementes, como produtos que estimulam o crescimento e protegem contra doenças. A qualidade das sementes, a temperatura e a umidade do ambiente influenciam diretamente a taxa de absorção de água, sendo fundamentais para o sucesso dessa fase.

A temperatura ideal para a embebição varia entre 25 e 30°C, e o tratamento das sementes com produtos químicos ou biológicos também pode afetar a absorção de água. Por isso, o cuidado durante essa etapa é essencial para garantir o bom início da safra e o sucesso no desenvolvimento da cultura.

 





Source link

News

Títulos do agronegócio crescem mais de 30% e atingem R$ 1,2 trilhões



Os títulos voltados ao financiamento do agronegócio com recursos privados somaram R$ 1,203 trilhão em estoques ao fim de novembro. O avanço foi de 31,5% em um ano, de novembro de 2023 a novembro de 2024, segundo o “Boletim de Finanças Privadas do Agro” do Ministério da Agricultura (Mapa). No ano passado, os estoques de Cédulas de Produto Rural (CPR), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas do Agronegócio (Fiagro) haviam somado R$ 915,26 bilhões. Em outubro, o estoque era de R$ 1,175 trilhão.

O maior crescimento foi reportado no estoque de Cédulas de Produto Rural (CPRs), que cresceu 59% em novembro do ano passado ante igual mês do ano anterior, de R$ 293,40 bilhões para R$ 465,25 bilhões.

Já o tíquete médio dos títulos caiu 7% na comparação anual, de R$ 1,50 milhão para R$ 1,39 milhão. Na comparação entre as safras, o crescimento do estoque de CPRs foi ainda mais expressivo, de 77% de julho a novembro da temporada 2024/25 ante 2023/24, passando de R$ 106,83 bilhões para R$ 188,59 bilhões registrados, o que demonstra o maior acesso do produtor rural por títulos privados em detrimento ao crédito oficial.

Outro destaque do mês foi o avanço de 23% no estoque dos Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCAs), a R$ 37,99 bilhões ao fim de novembro. Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), por sua vez, subiram 20%, para um estoque de R$ 148 bilhões em novembro.

As Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) apresentaram alta de 14% nos estoques na comparação anual, a R$ 510,37 bilhões, mostrando um desempenho “mais contido” desde o início do ano. A LCA é hoje a principal fonte de recursos livres direcionados à concessão de crédito rural. Do total, pelo menos R$ 255,19 bilhões foram reaplicados no financiamento rural, 14% mais que um ano antes.

O patrimônio líquido dos Fiagros era de R$ 41,30 bilhões ao fim de outubro, dados mais recentes, avanço anual de 127%, em 119 fundos administrados, distribuído em 43,5% em fundos imobiliários, 41,2% em fundos de participações e 15,3% em direitos creditórios.

O levantamento de títulos do agronegócio é feito pela Coordenação-Geral de Instrumentos de Mercado e Financiamento, do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura. O balanço considera dados da B3, CERC e CRDC, Anbima, Comissão de Valores Mobiliários e Banco Central do Brasil.



Source link