segunda-feira, julho 13, 2026

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Bahia poderá atingir novo recorde na safra de soja


Com a semeadura da soja concluída, a expectativa nas áreas produtivas da Bahia é que a safra 2024/25 alcance um novo recorde de produção, em função dos excelentes cenários que estão sendo delineados.

De acordo com boletim divulgado pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), nesta quarta-feira (8), essa safra poderá ser considerada como a melhor de todos os tempos.

Até o momento, a previsão é de uma área plantada de 2,135 milhões de hectares e uma produção que poderá atingir 8,582 milhões de toneladas da oleaginosa.

Segundo o relatório, a produtividade média da safra 2024/25 estimada é de 67 sacas por hectare.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta que já foram iniciados os trabalhos de colheita nas primeiras áreas irrigadas no estado, o que representa 1% do total semeado.

Estado das lavouras

A previsão otimista de recorde apontado pela Aiba é justificada pelo bom estabelecimento das lavouras, onde não foram registrados casos de replantio.

Além disso, o clima tem contribuído positivamente, tendo em vista as chuvas bem distribuídas e as boas condições fitossanitárias.

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Foto: Guilherme Soares/ Canal Rural BA

De acordo com o Consórcio Antiferrugem, até esta terça-feira (8), não há registros de ocorrências de ferrugem asiática nas lavouras do Oeste da Bahia e no Matopiba.

Ainda segundo a Aiba, o estado fisiológico, sanidade e desempenho fisiológico contribuem os recordes de resltados.

As lavouras em processo mais adiantado, com potencial de colheita próximo aos estádios reprodutivos R4, vêm apresentando desenvolvimento e potencial satisfatórios.

A operação de colheita das áreas com cultivos antecipados já está sendo realizada de maneira discreta, mas os produtores tendem a encontrar dificuldades na operação nas próximas semanas devido aos altos volumes pluviométricos previstos para o período.

Por fim, o boletim destaca que, para as lavouras que estão em próximas ou em pleno estádio reprodutivo, neste momento deve-se redobrar a atenção quanto ao manejo fitossanitário.


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Chuvas volumosas e seca: a situação das lavouras de soja no RS



O Rio Grande do Sul, estado que tem projeção de ser o vice-campeão na produção de soja no ciclo 2024/25, pode ter os resultados impactados mais uma vez pelo clima. Segundo apurou a reportagem do Canal Rural, produtores relatam estiagem em diversas regiões. Em alguns locais não chove há mais de 40 dias enquanto em outros o granizo danificou lavouras.

O produtor Fábio Eckert, de Tapes, na metade Sul, perdeu cerca de 20% de sua área de soja devido a um forte temporal registrado na virada do ano. “A área estava linda, se desenvolvendo bem. Em apenas 10 minutos, grande parte foi devastada. As lavouras com soja menor estão rebrotando, mas ainda não sabemos como vão se comportar. Já as áreas com soja maior estão perdidas. Parece desânimo, mas estamos caminhando para o quarto ano consecutivo de prejuízo”, desabafa.

Além disso, na região noroeste as perdas também foram grandes. Em Boa Vista do Cadeado, estima-se que cerca de 10 mil hectares tenham sido destruídos pela tempestade.

Do outro lado: muita chuva na lavoura de soja

Enquanto isso, de sul a norte, outros produtores enfrentam a escassez de chuva, que prejudica todas as fases da cultura. Em Morro Redondo, no extremo sul, o produtor Jonathan Torchelsen relata 35 dias sem chuva, o que causou a secagem das áreas plantadas. “Tava tudo nascido e secou do calor. É feio de ver”, destaca.

No norte, a situação é mais grave, com soja em estádios avançados, já no florescimento e enchimento de grãos. Segundo o Sindicato Rural de Santo Ângelo, as perdas são certas, mesmo com chuva. “Muitas folhas secaram, as flores abortaram e não formam grãos. A produtividade será bem abaixo do esperado”, explica Laurindo Nikititz, diretor da entidade.

O produtor Vanderlei Fries, de São Miguel das Missões, no noroeste, também está preocupado. “Toda a região de Passo Fundo até aqui está assim, soja murchando. Estamos na expectativa de chuva, senão vai ser bem difícil”, lamenta.

Na região central, a situação é semelhante. Em Júlio de Castilhos, o produtor Moacir da Silva ainda mantém a soja com a ajuda da palhada remanescente do trigo. “A soja aguenta mais devido à palhada, mas já murcha rápido e, por baixo, já se vê estragos”, diz.

Órgãos oficiais projetam safra recorde

Em agosto, a Emater/RS estimou uma safra de 21,6 milhões de toneladas, um aumento de 18,5% em relação ao ano passado, com 6,81 milhões de hectares plantados. No entanto, produtores e entidades questionam essa previsão devido aos problemas climáticos e às dificuldades financeiras. A Emater esclarece que a projeção foi baseada em um modelo matemático, considerando condições climáticas favoráveis. Uma atualização será feita em março.

Bergson Santos, gerente regional da Emater em Ijuí, destaca que alguns municípios afetados por granizo precisarão replantar até 50% da área, enquanto a estiagem afeta principalmente as lavouras em floração. “Estamos com chuvas muito irregulares e aguardamos mais informações para avaliar os impactos”, explica.

A Aprosoja/RS alerta que o potencial produtivo está em risco. “Muitos plantaram com sementes de baixa qualidade e sem o tratamento adequado, o que já gera impacto. Com o quarto ano consecutivo de estiagem, a preocupação é grande”, afirma o presidente Ireneu Orth.



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Evento marca 2 anos dos ataques de 8 de janeiro em Brasília


O Palácio do Planalto foi palco, na manhã desta quarta-feira (8), de um ato político sobre os dois anos da invasão e destruição dos prédios na Praça dos Três Poderes, em uma tentativa de golpe de Estado para depor o atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Acompanhado por autoridades, entre magistrados de tribunais superiores, parlamentares e ministros, o evento contou com discursos dos representantes dos Poderes presentes, que reafirmaram a necessidade de que o episódio de ataque à democracia assegure a responsabilização de seus mentores e executores.

Pelo Senado Federal, o vice-presidente Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) foi o representante no lugar do presidente Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Para ele, o ato não significa partidarização, mas a necessidade de preservar a memória de uma agressão à democracia. Na presença dos comandantes das Forças Armadas (Exército, Força Aérea e Marinha), Veneziano falou sobre destacar aquelas autoridades que permaneceram fiéis à democracia, separando-as de quem tentou quebrar as regras constitucionais.

“Entre membros das Forças houve aqueles que não se predispuseram a subjugar-se à infâmia dos que tentavam e tramavam contra as vidas, como a do presidente Lula, do vice-presidente Alckmin, do ministro Alexandre de Moraes. É necessário que façamos justiça porque não podemos tratar igualmente os que são desiguais”, afirmou.

Já o presidente Lula fez questão, antes iniciar o seu discurso, de destacar a presença dos comandantes militares. “Eu quero agradecer ao José Múcio [ministro da Defesa], que trouxe os três comandantes das Forças Armadas, para mostrar a esse país que é possível a gente construir as Forças Armadas com o propósito de defender a soberania nacional”, disse.

O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, foi quem discursou no lugar do ministro Luís Roberto Barroso, que está em viagem. “Relembrar essa data, com a gravidade que o episódio merece, constitui um esforço para virarmos a página, mas sem arrancá-la da história. A maturidade institucional exige a responsabilização por desvios dessa natureza. Ao mesmo tempo, porém, estamos aqui para reiterar nossos valores democráticos, nossa crença no pluralismo e no sentimento de fraternidade. Há lugar para todos que queiram participar sob os valores da Constituição”, afirmou Fachin lendo um discurso do próprio ministro Barroso.

Até o momento foram abertas 1.552 ações contra os envolvidos nos atentados, com a condenação de 371 pessoas. Dados do STF apontam que 155 pessoas estão presas por causa dos atos de depredação e outras 122 são consideradas foragidas.
O Supremo também confirmou que acordos para evitar prisões mediante pagamento de multa já arrecadaram mais de R$ 1,7 milhão, mas apenas cerca de 10% dos prejuízos causados foram recuperados.

A destruição das sedes dos Três Poderes em Brasília provocou um prejuízo de mais de R$ 26 milhões aos cofres públicos.



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Confira dados de exportação da soja no Brasil em janeiro



As exportações brasileiras de soja, farelo de soja, milho e trigo devem apresentar uma queda em janeiro de 2025, conforme as previsões divulgadas pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). O volume estimado de embarques para o mês de janeiro mostra uma redução em comparação ao mesmo período do ano anterior.

A soja, um dos principais produtos de exportação do Brasil, deverá atingir 1,71 milhão de toneladas em janeiro de 2025, conforme estimativa da Anec. Caso se confirme esse número, a exportação de soja ficará bem abaixo das 2,4 milhões de toneladas registradas em janeiro de 2024. A redução reflete um cenário de menor demanda externa e desafios logísticos.

Farelo da soja

No caso do farelo de soja, a previsão da Anec é de 1,43 milhão de toneladas exportadas, contra 1,75 milhão em janeiro de 2024. A queda nas exportações de farelo é um reflexo da diminuição da produção e de uma possível desaceleração nas compras de países importadores.

Por outro lado, as exportações de milho também devem apresentar uma diminuição. A Anec estima que o Brasil embarque 2,9 milhões de toneladas do grão em janeiro de 2025, número que está abaixo das 3,5 milhões de toneladas exportadas no mesmo mês de 2024. A redução na quantidade de milho exportada pode ser atribuída a uma colheita menos robusta e ao aumento da concorrência de outros países produtores.

Além da soja, farelo e milho, as exportações de trigo também deverão recuar. A previsão é de que o Brasil exporte 519.290 toneladas de trigo em janeiro de 2025, um volume inferior às 685.171 toneladas exportadas no mesmo período do ano anterior. A redução nas exportações de trigo está ligada a questões de oferta e demanda no mercado internacional.



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Cuidados no manejo e colheita garantem qualidade do algodão



Qualidade do algodão é essencial para lucratividade no setor


Foto: Canva

A alta qualidade do algodão é um requisito fundamental para atender às exigências do mercado e garantir a lucratividade dos produtores. Segundo a engenheira agrônoma Evelise Martins da Silva, em artigo publicado no Blog da Aegro, o cuidado com o manejo da lavoura, a escolha de sementes tecnológicas, a adubação eficiente, os manejos fitossanitários e o uso de práticas sustentáveis, como o Manejo Integrado de Pragas (MIP), são elementos indispensáveis para atingir esses padrões.

Dado o alto investimento necessário para a produção de algodão, o planejamento detalhado e o monitoramento diário da lavoura são cruciais. Isso inclui o acompanhamento de pragas, doenças e o manejo correto em todas as etapas da produção, desde a semeadura até o transporte.

A fase de colheita tem impacto direto na qualidade da fibra do algodão. Para manter os padrões desejados, algumas práticas devem ser seguidas:

  • Realizar a colheita em condições climáticas secas;
  • Assegurar a secagem adequada do algodão;
  • Executar o processamento, descaroçamento, enfardamento e armazenamento em ambientes com controle de temperatura e umidade.

Além disso, é necessário evitar erros comuns durante a colheita mecanizada, como:

  • Uso de velocidade inadequada na colhedora;
  • Presença de plantas daninhas na área;
  • Altura das plantas fora do ideal (1 m a 1,3 m);
  • Erros na aplicação de desfolhantes e maturadores;
  • Ausência de sistema de contenção de incêndios.





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Inmet emite aviso de grande perigo por excesso de chuva; veja locais


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou nesta quarta-feira um alerta vermelho de grande perigo para excesso de chuva em áreas do Espírito Santo, Minas Gerais e Bahia.

De acordo com o aviso, a chuva pode ultrapassar 100 mm em 24 horas, com risco alto de alagamentos, transbordamento de rios e deslizamento de encostas.

Alerta vermelho: mapa com áreas em grande perigo por excesso de chuva

O alerta, que é o de maior severidade emitido pelo instituto, é válido até as 10h da manhã desta quinta (9).



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O Impacto do ESG nas empresas



Empresas brasileiras que fazem negócios no exterior precisam estar atentas



Empresas brasileiras que fazem negócios no exterior precisam estar atentas
Empresas brasileiras que fazem negócios no exterior precisam estar atentas – Foto: Pixabay

No cenário atual de negócios, as práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) deixaram de ser uma preocupação exclusiva de grandes corporações de capital aberto e passaram a ser um componente essencial para empresas de todos os portes, incluindo as privadas no Brasil. Com a crescente cobrança de investidores, clientes e fornecedores, a adoção de práticas sustentáveis não é mais uma escolha, mas uma necessidade para garantir a competitividade e o sucesso no mercado.

Caio Pimenta, Gerente Sênior de ESG da RSM, destaca que, embora muitas empresas privadas no Brasil ainda vejam as práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) como um tema restrito a grandes corporações, a realidade está mudando. O ESG se consolidou como um fator crucial para o sucesso empresarial, com investidores, clientes e fornecedores exigindo posturas mais sustentáveis.

Os órgãos reguladores no Brasil estão impondo requisitos de ESG que afetam todas as empresas, independentemente de seu porte. A pressão é especialmente forte em áreas como redução de emissões e transição para energia limpa. Empresas que não se alinharem a essas práticas podem perder negócios, especialmente com grandes parceiros que possuem metas de sustentabilidade.

Além disso, empresas brasileiras que fazem negócios no exterior precisam estar atentas a regulamentações internacionais, como a Diretiva de Relatórios de Sustentabilidade Corporativa da União Europeia. Fundos de investimento também estão cada vez mais interessados em empresas com boa governança em ESG, tornando essencial a adaptação a essas exigências para manter a competitividade.





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Projeto propõe regras para exploração sustentável do pau-brasil



Quase extinto devido à exploração predatória indiscriminada, o pau-brasil, árvore que deu nome ao país, pode ganhar uma nova lei que visa preservar a espécie. A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro de 2024, o Projeto de Lei 3284/24 que estabelece regras para o manejo sustentável do pau-brasil em todo o território nacional, buscando conciliar a preservação ambiental com o desenvolvimento socioeconômico.

O texto aprovado determina que a exploração e o comércio do pau-brasil sejam permitidos apenas a partir de árvores cultivadas em sistemas agroflorestais – modelos que combinam árvores, culturas agrícolas e, às vezes, criação de animais – ou originárias de plantios comerciais devidamente registrados e licenciados. Entre as exigências, estão a comprovação do replantio, a manutenção das árvores até atingirem a idade adulta e a proibição da extração de árvores com menos de 30 anos.

Proposta sustentável

De autoria do deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), o projeto defende o manejo sustentável como solução para explorar a madeira sem ameaçar a sobrevivência da espécie. O deputado ressalta que o pau-brasil, reconhecido por sua madeira de alta qualidade, é utilizado há mais de dois séculos na fabricação de arcos para instrumentos de corda, como violinos e violoncelos.

Atualmente, o uso do pau-brasil não é proibido, mas a exploração irregular e o tráfico ilegal ainda colocam a espécie em risco.

Relator na comissão, o deputado Pezenti (MDB-SC) destacou o simbolismo do pau-brasil. “Foi o primeiro produto explorado economicamente no Brasil colônia, marcando o nome do país até os dias atuais”, afirmou. Ele também enfatizou a importância do projeto. “O tráfico ilegal representa uma ameaça significativa, destacando a necessidade de fiscalização, manejo sustentável e educação ambiental”, defendeu.

Política Nacional de Conservação do Pau-Brasil

O texto aprovado cria a Política Nacional de Conservação do Pau-Brasil (PNCPB), que tem como objetivos principais:

  • Mapear, monitorar e conservar populações nativas da espécie;
  • Estimular o manejo sustentável e a exploração econômica responsável;
  • Combater a exploração ilegal, o tráfico e o comércio irregular.

Além disso, a proposta prevê:

  • Criação de áreas de conservação específicas para proteção do pau-brasil;
  • Incentivos financeiros e fiscais para manejo sustentável e preservação;
  • Desenvolvimento de viveiros e bancos genéticos da planta.

Próximos passos

A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se tornar lei, o projeto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.



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Agentes da PRF flagram motorista de bitrem com cocaína na BR-406



Um motorista de um caminhão bitrem carregado com cana-de-açúcar foi flagrado por agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR-406, em Ceará-Mirim/RN, com uma porção de cocaína no interior do veículo. De acordo com a PRF, a droga é frequentemente usada por caminhoneiros para prolongar jornadas de trabalho de forma perigosa e ilegal, “um agravante que expõe todos nas estradas a riscos consideráveis”, informou a corporação.

Em 2024, o mesmo motorista esteve envolvido em um acidente com outro bitrem carregado de cana-de-açúcar, quando o caminhão que conduzia tombou e bloqueou parte da pista. O caso gerou transtornos para os usuários da rodovia.

Além do flagrante de posse de cocaína, o veículo apresentava outras duas infrações: excesso de peso de 13 toneladas acima do permitido e altura excedente. O bitrem ultrapassava o limite máximo permitido de 4,40 metros, atingindo 4,90 metros. Segundo a PRF, essas irregularidades comprometem a segurança viária, a integridade das estruturas rodoviárias e aumentam significativamente o risco de acidentes.

Punição

O condutor foi enquadrado no artigo 28 da Lei de Drogas (Lei 11.343/2006) pela posse da substância entorpecente. A pena pode incluir advertência, prestação de serviços à comunidade ou participação em programas educativos. Além disso, ele foi autuado administrativamente pelas infrações de excesso de peso e altura, sendo obrigado a realizar o transbordo da carga excedente antes de seguir viagem.

Orientação

A PRF reforça que o uso de drogas por motoristas, associado a irregularidades como excesso de peso e altura, compromete a segurança de todos os usuários das estradas.



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À espera do USDA, soja deve ter dia lento; veja projeções



O mercado da soja deve continuar com um ritmo lento nesta quarta-feira, enquanto os operadores aguardam o relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para sexta-feira.

Já o mercado físico registrou movimentos limitados na terça-feira (7), com quedas nos preços. Chicago manteve-se estável e o dólar apresentou alta significativa, o que contribui para a cautela dos produtores, que seguem focados no monitoramento das lavouras e nas condições climáticas.

Soja no Brasil

No Brasil, as cotações físicas da soja recuaram em diversas regiões. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 134,00 para R$ 131,00, enquanto na região das Missões o preço passou de R$ 135,00 para R$ 133,00. No Porto de Rio Grande, o valor foi de R$ 141,00 para R$ 140,50. Em Cascavel (PR), a saca desvalorizou de R$ 130,00 para R$ 128,00, e no Porto de Paranaguá, o preço caiu de R$ 137,00 para R$ 136,00.

Rondonópolis (MT) viu sua cotação estabilizar em R$ 117,00, enquanto Dourados (MS) teve uma queda de R$ 125,00 para R$ 122,00. Em Rio Verde (GO), a saca passou de R$ 125,00 para R$ 120,00.

USDA

O USDA deve revisar suas estimativas para a safra e os estoques finais de soja americana em 2024/25. A expectativa do mercado é que os estoques finais de soja nos Estados Unidos sejam ajustados de 470 milhões de bushels para 454 milhões. Para a produção americana, a previsão é de uma leve redução, de 4,461 bilhões para 4,451 bilhões de bushels.

Em relação ao cenário global, os estoques finais de soja deverão alcançar 132 milhões de toneladas, com uma pequena revisão em relação aos 131,9 milhões de dezembro. A expectativa também é que os estoques trimestrais nos EUA sejam mais elevados que em 2023, com a projeção de 3,236 bilhões de bushels.

Chicago

Em Chicago, os contratos com vencimento em março subiram 0,07%, cotados a US$ 9,98 por bushel, com o mercado reagindo à expectativa do relatório de oferta e demanda do USDA. No entanto, os ganhos foram limitados pela alta do dólar e pela previsão de chuvas na Argentina.

Câmbio

O dólar comercial registrou uma alta de 0,51%, sendo negociado a R$ 6,1360, e o índice do dólar (DXY) subiu 0,61%, atingindo 109,19 pontos.



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