domingo, julho 12, 2026

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a Abertura Nacional da Colheita da Soja!



O estado de Mato Grosso tem uma relação histórica com a soja, sendo um dos maiores polos de produção dessa cultura no Brasil e no mundo. E é justamente em MT, berço da soja no Brasil, que será realizada a Abertura Nacional da Colheita da Soja da Safra 24/25. O evento ocorrerá no dia 7 de fevereiro, em Santa Carmem, na região de Sinop, diretamente da Fazenda Esperança. A cerimônia será transmitida ao vivo às 9h (horário de Brasília),

Inicialmente voltado para a pecuária, o estado foi pioneiro na adoção de novas tecnologias para o cultivo de soja e, na década de 1990, já era o maior produtor nacional. Hoje, Mato Grosso é responsável por grande parte da soja produzida no Brasil, consolidando-se como um dos maiores e mais eficientes produtores do mundo.

A cerimônia abordará temas fundamentais para o setor, como sustentabilidade, biocombustíveis, alimentos e a COP 30. Desde a década de 1970, quando a soja começou a se expandir para Mato Grosso, essa cultura tem sido um motor essencial para o desenvolvimento econômico e social da região.

Cidades como Sinop, com alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), exemplificam claramente os benefícios trazidos por essa produção. Além de marcar o início da colheita da soja, o evento também celebrará os 20 anos da Aprosoja Mato Grosso, uma entidade crucial para o fortalecimento da sojicultura no estado. O vice-presidente da Aprosoja MT, Luiz Pedro Bier, destaca a importância desse marco, ressaltando o papel da associação na integração dos produtores e no desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva.



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Brasil bate recorde de exportação de café com 50 milhões de sacas em 2024



O Brasil atingiu um marco histórico em 2024, com a exportação de 50,443 milhões de sacas de café para 116 países, representando um aumento de 28,5% em relação a 2023 e superando o recorde anterior de 2020 em 12,8%. Segundo o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o desempenho foi impulsionado pelos embarques de café arábica (+20%) e canéfora (+98%).

Volume e receita

No acumulado da safra 2024/25, de julho a dezembro, foram exportadas 26,049 milhões de sacas, gerando receita de US$ 7,165 bilhões – a maior para o período na história do setor. Apesar de uma queda de 8,1% no volume exportado em dezembro, a receita cambial alcançou US$ 1,145 bilhão, um salto de 42,2% em relação ao mesmo mês de 2023.

Os cafés diferenciados, com qualidade superior ou certificados de práticas sustentáveis, contribuíram significativamente, representando 18,1% das exportações, totalizando 9,141 milhões de sacas (+31,2%) e gerando receita de US$ 2,535 bilhões (+59,9%).

Destinos principais

Os Estados Unidos lideraram as importações em 2024, com 8,131 milhões de sacas (+34%), seguidos pela Alemanha (7,590 milhões de sacas, +51,3%) e Bélgica (4,348 milhões de sacas, +96,4%). O mercado asiático também registrou crescimento, com a China aumentando suas importações em 364,8%.

Por blocos econômicos, a União Europeia respondeu por 46,8% das exportações, adquirindo 23,612 milhões de sacas (+42,8%). O Tratado de Associação Transpacífico (TPP) e os países árabes também se destacaram, com altas de 37% e 31,5%, respectivamente.

Desafios e prejuízos

Apesar do sucesso, gargalos logísticos nos portos brasileiros causaram atrasos, alterações de escalas e custos extras para exportadores. Entre janeiro e novembro de 2024, 4.895 contêineres com 1,615 milhão de sacas ficaram retidos nos portos, gerando prejuízos estimados em R$ 42,332 milhões para 27 empresas associadas ao Cecafé.

O presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, ressalta que, mesmo com esses desafios, o setor demonstrou resiliência e consolidou o Brasil como líder global em exportações de café. O crescimento no mercado de cafés diferenciados e os embarques recordes reforçam o potencial do país no segmento de qualidade e sustentabilidade.



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AgroNewsPolítica & Agro

Cafés do Brasil registram faturamento de R$ 79,59 bilhões em 2024


O faturamento bruto dos café do Brasil atingiu um total de R$ 79,59 bilhões no ano-cafeeiro de 2024, segundo dados divulgados pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Esse valor reflete um crescimento expressivo de 50,8% em comparação aos R$ 52,76 bilhões registrados no ano anterior.

A receita foi composta por R$ 57,63 bilhões provenientes dos cafés da espécie Coffea arabica, correspondendo a 72,4% do total, e R$ 21,95 bilhões gerados pelos cafés da espécie Coffea canephora (robusta e conilon), que representaram 27,6% do faturamento.

Com base nos preços médios de dezembro de 2024, a SPA estima que o faturamento bruto do setor em 2025 pode alcançar R$ 108,12 bilhões. Se confirmada, essa cifra representará um aumento de 35,9% em relação a 2024 e mais que o dobro do valor arrecadado em 2023, indicando um crescimento de 104,93% em dois anos.

A produção de café nas cinco regiões do Brasil foi liderada pelo Sudeste, que respondeu por 86,1% do faturamento nacional, totalizando R$ 68,57 bilhões. Em segundo lugar, aparece o Nordeste, com R$ 5,62 bilhões (7,1% do total), seguido pelas regiões Norte (R$ 3,73 bilhões), Sul (R$ 969,70 milhões) e Centro-Oeste (R$ 682,64 milhões).

O faturamento bruto das lavouras no Brasil em 2024 alcançou R$ 847,10 bilhões. Dentro do ranking das principais culturas agrícolas, a soja liderou com R$ 300,87 bilhões (35,52% do total), seguida por milho (R$ 125,81 bilhões), cana-de-açúcar (R$ 121,45 bilhões), café (R$ 79,59 bilhões) e algodão (R$ 34,35 bilhões).

Os dados foram extraídos do estudo mensal do Valor Bruto da Produção (VBP), elaborado pela SPA/Mapa, e estão disponíveis no Observatório do Café, plataforma coordenada pela Embrapa Café e pelo Consórcio Pesquisa Café.





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ApexBrasil aponta crescimento de parcerias com o Leste Europeu



A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) divulgou nesta segunda-feira (13) o “Perfil de Comércio e Investimentos do Leste Europeu”, destacando as oportunidades econômicas com países da região que integram a União Europeia, como Bulgária, República Tcheca, Hungria, Polônia, Romênia e Eslováquia.

Exportações em alta

Em 2023, o Brasil exportou US$ 2,6 bilhões para o Leste Europeu, com uma pauta concentrada em farelos de soja e minérios de cobre, que juntos responderam por quase 70% do total. As vendas cresceram, em média, 14,9% ao ano entre 2019 e 2023, com destaque para o aumento expressivo nas exportações de açúcares e melaços, que subiram 68,9% ao ano no período.

A Polônia desponta como o principal mercado, absorvendo 66,2% das exportações brasileiras para a região. No Brasil, os estados do Pará (30,7%), Paraná (16%) e Rio Grande do Sul (10%) lideraram o fornecimento de produtos para esses países em 2023.

Setores promissores

O levantamento da ApexBrasil identificou 1.631 oportunidades comerciais com o Leste Europeu. Entre os produtos com maior potencial de crescimento estão:

  • Alimentos e derivados: resíduos sólidos da extração do óleo de soja, café não torrado e extratos vegetais;
  • Combustíveis minerais: petróleo e óleos derivados;
  • Máquinas e equipamentos: automóveis, aviões e componentes;,
  • Manufaturados: granito, ferro e aço

O Projeto Setorial “It’s Natural – Brazilian Natural Stone”, da ApexBrasil em parceria com a Centrorochas, já posiciona a Polônia como mercado prioritário. Além disso, setores como açúcar, café e couro devem ser beneficiados com o Acordo de Associação entre Mercosul e União Europeia, firmado em dezembro de 2024, que promete ampliar as exportações brasileiras.

Investimentos do Leste Europeu no Brasil

Os países do Leste Europeu também têm intensificado investimentos no Brasil. Entre os destaques estão:

  • A inauguração de uma unidade da Can-Pack (Polônia) em Itumbiara (GO);
  • A abertura de uma sede da Kanbanize (Bulgária) em São Paulo em 2022;
  • A aquisição de usinas hidrelétricas da Brookfield pela Energo-Pro (República Tcheca) em 2024

Perspectivas futuras

Com a ampliação das relações comerciais e os avanços em negociações como o acordo Mercosul-UE, a parceria entre Brasil e Leste Europeu tem potencial para expandir em setores estratégicos, consolidando a região como um destino prioritário para exportações e investimentos brasileiros.



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Com produção abaixo do esperado, valor do açúcar sobe no mercado internacional



O açúcar registra alta nos preços na Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE) nesta quinta-feira (16), impulsionado pela redução expressiva na produção. Os contratos com vencimento em março/2025 operam a 18,41 centavos de dólar por libra-peso, com aumento de 0,40 centavo (+2,22%).

Segundo dados do setor, a produção de açúcar na segunda quinzena de dezembro caiu 73,12% em relação ao mesmo período da safra passada, totalizando apenas 63,52 mil toneladas, contra 236,33 mil toneladas no ciclo 2023/2024.

No acumulado da safra 2024/2025, a fabricação do adoçante chegou a 39,78 milhões de toneladas, uma redução de 5,42% em comparação às 42,06 milhões de toneladas da temporada anterior.

A moagem na região Centro-Sul, um dos centros produtores mais importantes do Brasil, também registrou queda significativa. No final de dezembro, foram processadas 1,73 milhão de toneladas, contra 4,92 milhões no mesmo período do ciclo anterior (-64,86%). No acumulado até 1º de janeiro, a moagem alcançou 613,6 milhões de toneladas, uma queda de 4,75% frente às 644,2 milhões de toneladas registradas no mesmo período do ciclo 2023/2024.

Mercado internacional

No cenário global, as cotações do açúcar foram influenciadas por expectativas de mudanças nas exportações indianas. Relatos indicam que a Índia pode liberar um milhão de toneladas para exportação em breve.

Além disso, a Tailândia, outro grande produtor, poderá aumentar sua oferta de açúcar devido à suspensão de exportações de xarope de açúcar e pó pré-misturado para a China. Autoridades chinesas exigiram inspeções em fábricas tailandesas antes de retomar as negociações para o fim da proibição, imposta no mês passado.

Na Bolsa de Londres, o comportamento foi semelhante. O contrato de março/2025 fechou o dia a 18,01 centavos de dólar por libra-peso, com recuo de 0,31 centavo (-1,69%). Já o contrato de maio/2025 caiu 1,84%, encerrando a 17,07 centavos de dólar por libra-peso.



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AGU pede para PF investigar quem espalhou desinformação sobre o Pix



O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que a AGU pediu à Polícia Federal (PF) a abertura de inquérito para identificar as pessoas que criaram e disseminaram informações falsas envolvendo a nova fiscalização do Pix. Segundo ele, há fortes indícios de crime contra a economia popular, cuja pena vai de um a cinco anos de prisão e multa.

Messias disse que a administração federal identificou a utilização de símbolos do governo, da Receita Federal e do Ministério da Fazenda em posts com informações falsas. “Identificamos práticas abusivas nas relações de consumo”, disse.

O advogado-geral da União afirmou que o governo quer a abertura de um inquérito na Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) sobre eventuais crimes nas relações de consumo por conta das fake news relacionadas à tributação do Pix.

Polarização

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a principal fonte de divulgação de fake news envolvendo a nova fiscalização do Pix foi a oposição. Ele chamou de “inescrupulosos” os parlamentares que espalharam notícias falsas sobre o Pix.

O ministro citou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao defender a fiscalização da Receita. “As rachadinhas foram combatidas porque a autoridade identificou uma movimentação absurda nas contas do Flávio Bolsonaro”, disse.

Ontem, o senador postou no X que Haddad “ao ameaçar cobrar imposto de quem não pagava ao usar o Pix, parece meio óbvio que o preço vai aumentar para se manter a margem de lucro”.

Variação sazonal

Em meio à onda de fake news que invadiu as redes sociais, houve um recuo de 15% no total de transações via Pix nas duas primeiras semanas deste mês em relação ao mesmo período de dezembro. No entanto, segundo o Estadão, técnicos do Banco Central não veem esse movimento de queda como consequência das fake news que inundaram as redes sociais nas últimas duas semanas.

“(O) Movimento do Pix está dentro da variação sazonal de início de ano”, informou o BC em comunicado. Quando a comparação é feita com janeiro de 2024, houve um crescimento de 30% nas transações, ritmo considerado dentro do normal pelo BC.



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AgroNewsPolítica & Agro

práticas sustentáveis garantem alta produtividade



Manejo integrado é uma prática que prioriza o equilíbrio ambiental


Foto: Divulgação

Segundo informações divulgadas em artigo produzido pelo Blog da Aegro, o controle integrado de pragas, doenças e plantas daninhas é uma estratégia essencial para proteger o potencial produtivo da soja, promovendo sustentabilidade e eficiência econômica. Esse método combina abordagens biológicas, químicas, culturais e físicas, reduzindo a dependência de defensivos químicos e minimizando impactos ambientais, ao mesmo tempo em que preserva a rentabilidade da lavoura.

O manejo biológico destaca-se por utilizar organismos vivos no combate a pragas e doenças, promovendo um equilíbrio ecológico. Predadores naturais, como joaninhas e vespas parasitoides, auxiliam no controle de insetos nocivos, como pulgões. Além disso, o uso de microrganismos benéficos, incluindo fungos, bactérias e vírus, combate pragas específicas de maneira eficiente, diminuindo a necessidade de pesticidas.

Métodos Culturais: Rotação de culturas, uso de variedades resistentes e plantio em épocas adequadas ajudam a prevenir a disseminação de doenças e pragas.

Controle Químico: Deve ser usado de forma racional e orientada, com produtos registrados e em dosagens adequadas, evitando a resistência de pragas.

Barreiras Físicas: O uso de cercas, armadilhas e telas pode ser eficaz contra algumas espécies de insetos.

O manejo integrado é uma prática que prioriza o equilíbrio ambiental e a saúde do ecossistema agrícola, garantindo colheitas saudáveis e sustentáveis.

Pesquisas e inovações tecnológicas têm facilitado a aplicação dessas práticas. O manejo integrado de pragas é reconhecido por sua eficácia e por atender às exigências de consumidores que demandam produtos agrícolas mais sustentáveis.





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Alta do Ibovespa, recuo do dólar e componente norte-americano. Ouça o Diário Econômico



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a alta de 2,84% do Ibovespa, puxado por Vale e mineradoras, com o dólar recuando para R$ 6,01 (-0,78%). Nos EUA, o CPI mostrou desaceleração da inflação, enquanto o Livro Bege trouxe expectativa de alta modesta nos preços em 2025. No Brasil, a PMS caiu 0,9% em novembro, refletindo ajustes no setor de serviços. Amanhã, foco no IBC-Br.



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AgroNewsPolítica & Agro

Dólar cai para R$ 6,02





Foto: Pixabay

Segundo dados do InfoMoney, o dólar à vista registrou queda frente ao real nesta quarta-feira (15), influenciado pela reação dos investidores à divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos. Os números apontaram que o núcleo dos preços ao consumidor na base anual se aproximou ainda mais da meta de 2% estipulada pelo Federal Reserve (Fed).

A moeda norte-americana encerrou o dia com baixa de 0,36%, cotada a R$ 6,0251, a menor marca de fechamento desde 12 de dezembro, quando atingiu R$ 6,0128. No acumulado de janeiro, o dólar já registra desvalorização de 2,49%.

No mercado futuro, o dólar para fevereiro, considerado o contrato mais líquido no momento, recuava 0,67% no final da tarde, sendo negociado a R$ 6,0415 na B3.

Dólar Comercial

  • Compra: R$ 6,041
  • Venda: R$ 6,041

Dólar Turismo

  • Compra: R$ 6,133
  • Venda: R$ 6,313

Especialistas destacam que a queda reflete otimismo do mercado em relação ao controle inflacionário nos EUA, o que pode levar o Fed a adotar uma postura menos agressiva em sua política monetária. Esse movimento também favorece moedas de países emergentes, como o real, que ganha espaço com o enfraquecimento global do dólar.





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Chuva se intensifica em 3 regiões brasileiras; confira a previsão de hoje



O dia que marca o início da segunda quinzena de janeiro terá chuva abrangente, com risco para temporais, em grande parte do país. Veja a previsão para as cinco regiões:

Sul

Áreas de instabilidade seguem avançando do interior do continente, provocando pancadas de chuva no centro-oeste do Rio Grande do Sul. No leste de Santa Catarina e no Paraná, dia mais nublado e com pancadas de chuva que podem vir a qualquer momento. Por outro lado, o sol vai predominar em grande parte dos territórios paranaense e catarinense, bem como na metade leste e norte gaúcha.

Sudeste

Chuva volta a se espalhar por São Paulo, onde não se descartam precipitações de forte intensidade no interior do estado, principalmente a partir da tarde. Em Minas Gerais e Espírito Santo, a chuva continua em todas as regiões, com risco para temporais isolados. No Rio de Janeiro o dia fica nublado e pode chover a partir da tarde.

Centro-Oeste

Tempo instável e com chuva a qualquer hora entre Goiás, Mato Grosso e centro-norte de Mato Grosso. Nessas áreas o sol aparece entre muitas nuvens e a chuva vem ao longo do dia com até forte intensidade e não se descartam alguns temporais. Somente no sul do território sul-matogrossense o tempo fica firme.

Nordeste

O tempo permanece instável e com pancadas de chuva a qualquer hora em grande parte dos estados. As pancadas de chuva acontecem a qualquer momento no interior da Bahia, Maranhão, Piauí e no sertão, locais onde o dia deve ser de muita nebulosidade. Em João Pessoa, Paraíba, o sol aparece entre nuvens e tem previsão para pancadas de chuva isolada.

Norte

Tempo firme com sol aparecendo entre nuvens no Acre, norte e oeste do Amazonas, enquanto em Roraima e noroeste do Pará o sol é mais presente. Em Rondônia, leste e sudeste amazonense, centro-leste e oeste paraense e Tocantins, o tempo permanece mais nublado e com pancadas de chuva com até forte intensidade ao longo do dia.



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