sábado, julho 11, 2026

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Renegociação da dívida dos estados pode custar R$ 105 bilhões à União



Sancionado na última semana, o programa especial de renegociação da dívida dos estados gerará, no pior cenário, impacto negativo de até R$ 105,9 bilhões de 2025 a 2029 para a dívida do governo federal. No melhor cenário, a União arrecadará até R$ 5,5 bilhões no mesmo período.

As estimativas foram divulgadas ontem (21) pelo Tesouro Nacional. No cenário negativo, o Tesouro considera que os estados não transferirão ativos (como empresas estatais locais) para a União e o saldo devedor seja corrigido por juros reais (acima da inflação) de 2% ao ano.

No cenário mais favorável, além da transferência de ativos à União, prevista no programa especial, os estados poderão amortizar a dívida nos cinco primeiros anos. Nesse caso, o Tesouro considerou que o saldo devedor poderá ser reduzido em até 20% com juros reais de 0%. Para que o impacto seja positivo, os estados deverão transferir mais que R$ 160 bilhões em ativos ao governo federal, hipótese considerada otimista pelo Tesouro.

Os dois cenários, admitiu o Tesouro em nota técnica, são extremos. Na prática, os estados devem optar por diversas combinações entre as possibilidades oferecidas pelo Programa de Pleno Pagamento da Dívida dos Estados (Propag), o que torna inviável o cálculo de todas as situações possíveis.

“Para os estados que aderirem ao programa, há vantagens substanciais ao reduzir os fluxos de pagamentos e equilibrar suas contas públicas no médio e no longo prazo. Além dos ganhos mencionados, há vantagens diretas para a sociedade, no que diz respeito à criação de novos investimentos em áreas essenciais, como ensino profissionalizante articulado ao ensino médio, saneamento, habitação, políticas ambientais, transporte e segurança pública”, destacou o Tesouro no documento.

Dívida pública

Em todos os casos, esclarece o Tesouro, não haverá impacto sobre as metas de resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública). O impacto sobre as contas da União será financeiro, com efeitos na dívida pública e sem interferência nos Orçamentos anuais do governo.

Ao sancionar a lei, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou medidas que poderiam gerar impactos sobre o resultado primário. No entanto, governadores de oposição pressionam para a derrubada dos vetos no Congresso, que requer votos de pelo menos dois terços dos deputados e dos senadores.

Propag

Os estados têm até 31 de dezembro para aderir ao Propag. A lei permite que os entes paguem esses débitos em até 30 anos e com juros de 0% a 2% ao ano acima da inflação. A dívida poderá ser parcialmente abatida conforme a entrega de ativos ao governo federal, compromissos com investimentos assumidos e aportes no Fundo de Equalização Federativa, por meio do qual os estados em situação fiscal ruim compensarão os estados com boa situação fiscal.

No ano passado, o governo tinha proposto que os estados que investissem em educação pagassem menos juros. O Congresso abandonou a proposta e votou o projeto de Pacheco, que permite que os estados que aderirem ao Propag deem prioridade a investimentos em educação, saneamento, infraestrutura e segurança com o dinheiro que economizarão no pagamento de juros.



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Microbioma de batata é chave para desenvolvimento



A pesquisa também destaca que fatores como as características do solo



A pesquisa também destaca que fatores como as características do solo
A pesquisa também destaca que fatores como as características do solo – Foto: Pixabay

Leandro Simões Azevedo Gonçalves, professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), destacou um estudo recente publicado na Nature Microbiology, liderado por Song et al. (2025), que investiga a conexão entre o microbioma de tubérculos-semente de batata e o vigor das plantas na safra subsequente. A pesquisa revela que a composição microbiana nos olhos dos tubérculos pode prever a saúde e o crescimento das plantas, oferecendo novas possibilidades para aumentar a produtividade agrícola.

O estudo aponta que espécies como Streptomyces, Acinetobacter e Cellvibrio esempenham papéis cruciais nesse processo. O Streptomyces é associado ao aumento do vigor, pois contribui para a saúde das plantas. Por outro lado, Acinetobacter e Cellvibrio têm sido identificados como limitadores de crescimento, já que competem por recursos ou geram metabólitos inibitórios, impactando negativamente o desenvolvimento das plantas.

A pesquisa também destaca que fatores como as características do solo, a genética da cultivar e o histórico de produção determinam a composição do microbioma, moldando o vigor das plantas nas safras seguintes. A interação desses fatores cria um “legado microbiano”, refletindo nas diferenças fisiológicas e microbianas dos tubérculos, o que pode alterar a disponibilidade de nutrientes e as interações com patógenos.

A partir desses dados, é possível identificar tubérculos-semente com microbiomas benéficos, permitindo recomendações personalizadas para diferentes solos e climas. O estudo sugere que a manipulação das comunidades microbianas, por meio de inoculantes customizados, pode ser uma estratégia eficaz para aumentar a resistência a patógenos e melhorar a eficiência no uso de nutrientes, contribuindo para uma agricultura mais resiliente e sustentável.

 





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Pequenos produtores investem em tecnologia para impulsionar o agro



No Tocantins, a união entre tecnologia e sustentabilidade está transformando a realidade dos produtores no campo. Os pequenos empreendedores têm adotado inovações nos negócios para aumentar a produtividade e conquistar novos mercados, destacando-se em um setor cada vez mais exigente.

Bruno Vieira, gerente do Sebrae Tocantins, explica que a instituição desempenha um papel fundamental ao fornecer ferramentas necessárias para que os produtores compreendam como novas tecnologias podem ser aplicadas no dia a dia.

 “Nosso objetivo é apoiar os pequenos produtores na adoção de tecnologias que aumentem a produtividade e melhorem a gestão, além de promover práticas sustentáveis”, afirma Vieira.

Drones, sistemas automatizados de irrigação e equipamentos de precisão estão entre as tecnologias que têm revolucionado as propriedades. 

Além disso, práticas sustentáveis como a agricultura de baixo carbono, compostagem e rotação de culturas ajudam a reduzir o impacto ambiental e a preservar os recursos naturais.

“Estamos oferecendo as condições necessárias para que eles possam expandir seus negócios, tanto no Brasil quanto no exterior, com  produtos diferenciados e sustentáveis”, explica o gerente do Sebrae.

O Sebrae Tocantins conta com diversos projetos que podem ajudar a expandir seus negócios. Muitos especialistas atendem de forma online e gratuita. Acesse aqui para saber mais.



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Incêndios no Brasil devastam área maior que a Itália em 2024



O Brasil enfrentou um aumento alarmante de 79% nas áreas atingidas pelo fogo entre janeiro e dezembro de 2024, em comparação com o ano anterior. De acordo com o Monitor do Fogo do MapBiomas, 30,8 milhões de hectares foram consumidos, o equivalente a uma área maior que o território da Itália. Esse é o maior registro desde 2019.

Impactos Climáticos e Humanos

O aumento das queimadas foi impulsionado pelo El Niño, fenômeno climático que causa secas prolongadas, além da ação humana, como desmatamentos e queimadas ilegais. Segundo Ane Alencar, coordenadora do MapBiomas Fogo, os dados refletem uma crise ambiental grave que exige ações coordenadas e engajamento para conter os danos ambientais.

Biomas mais Atingidos

Amazônia: Foram 17,9 milhões de hectares queimados, o que representa 58% do total nacional. Cerca de 6,8 milhões de hectares eram de floresta, superando as áreas de pastagem atingidas. Felipe Martenexen, pesquisador do MapBiomas, reforça que o fogo na Amazônia é um elemento introduzido por ações humanas e não faz parte de sua dinâmica ecológica.

Cerrado: Registrou 9,7 milhões de hectares queimados, sendo 85% de vegetação nativa, principalmente formações savânicas. O aumento de 91% em relação a 2023 é o maior desde 2019. Vera Arruda, também pesquisadora do MapBiomas, alerta que, embora o Cerrado seja adaptado ao fogo natural, o aumento atual é intensificado por atividades humanas e mudanças climáticas.

Estados e outros Biomas

Os estados mais impactados foram Pará (7,3 milhões de hectares), Mato Grosso (6,8 milhões de hectares) e Tocantins (2,7 milhões de hectares).

  • Pantanal: 1,9 milhão de hectares queimados.
  • Mata Atlântica: 1 milhão de hectares.
  • Caatinga: 330 mil hectares.
  • Pampa: Apenas 3,4 mil hectares, a menor área desde 2019, atribuída ao excesso de chuvas causado pelo El Niño.

Urgência de Ações

O MapBiomas destaca a necessidade urgente de políticas públicas e ações globais coordenadas para mitigar os impactos das queimadas, especialmente nos biomas mais sensíveis, como a Amazônia e o Cerrado, que sofrem com o avanço de atividades humanas e as mudanças climáticas.



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Evite perdas na batata com a limpeza de máquinas



A limpeza das máquinas é uma medida preventiva simples, mas de grande impacto



A limpeza das máquinas é uma medida preventiva simples, mas de grande impacto
A limpeza das máquinas é uma medida preventiva simples, mas de grande impacto – Foto: Pixabay

A limpeza das máquinas e implementos agrícolas é uma ação essencial no controle de nematoides na bataticultura, como aponta João Pedro Elias Gondim, engenheiro agrônomo. Os nematoides, como os nematoides-das-galhas-radiculares (‘Meloidogyne’ spp.) e os nematoides-das-lesões-radiculares (‘Pratylenchus’ spp.), causam grandes danos às lavouras de batata, afetando diretamente a absorção de água e nutrientes pelas raízes. Isso resulta em sintomas de amarelecimento, raquitismo e murcha, comprometendo tanto a quantidade quanto a qualidade dos tubérculos. Em alguns casos, as perdas podem chegar a 100% da produção.

O Brasil enfrenta sérios desafios no controle desses patógenos, que têm ampla distribuição geográfica nas regiões produtoras. O manejo integrado de nematoides, incluindo a limpeza e descontaminação de máquinas, é crucial para evitar a propagação dos patógenos. Máquinas contaminadas podem transferir nematoides de áreas infestadas para áreas limpas, agravando o problema. Além disso, o controle eficaz deve envolver o uso de cultivares menos suscetíveis, a rotação de culturas, a destruição de restos culturais e a aplicação de nematicidas.

A limpeza das máquinas é uma medida preventiva simples, mas de grande impacto, que deve ser combinada com outras práticas de manejo para reduzir a densidade populacional de nematoides e garantir a saúde das lavouras. O controle adequado desses patógenos não só reduz as perdas, mas também contribui para a produção de batatas de melhor qualidade, fundamentais para o abastecimento nacional. Portanto, adotar práticas integradas e a higiene das máquinas é essencial para a sustentabilidade da bataticultura.

 





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medidas de Trump seguem em foco nos mercados; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que o Ibovespa fechou em alta com fluxo positivo na bolsa, enquanto o dólar caiu para R$ 6,09 e DIs ficaram estáveis.

No cenário global, o mercado reagiu às primeiras ações de Trump, com impacto no petróleo e commodities.

Destaques incluíram Davos, inflação no Brasil e nova campanha contra fake news sobre Pix.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Pancadas fortes de chuva se espalham pelo Brasil no dia de hoje



Quarta-feira marcarda por pancadas de chuva em grande parte do país. Risco de temporais na Região Norte e precipitações volumosas no Nordeste. Confira:

Sul

Pancadas isoladas concentradas sobre o Paraná, sem previsão de temporais. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, previsão de tempo ensolarado e temperaturas altas.

Sudeste

Pancadas pontualmente fortes à tarde no litoral de São Paulo e entre o Rio de Janeiro, Zona da Mata Mineira e sul de Minas Gerais, sem temporais. Nas demais áreas, o sol predomina e as temperaturas sobem rapidamente.

Centro-Oeste

Pancadas típicas de verão no sul de Mato Grosso do Sul, norte de Mato Grosso e no Distrito Federal. As capitais Cuiabá (MT), Goiânia (GO) e Campo Grande (MS) terão um dia de sol, tempo abafado e chuva rápidas no fim do dia.

Nordeste

A chuva mais volumosa continua concentrada sobre os estados do Maranhão, Piauí e oeste da Bahia, com risco para temporais. Em grande parte do Sertão e entre as capitais Salvador (BA) e Natal (RN), tempo abafado e possibilidade de chuvas rápidas durante a manhã.

Norte

Risco para temporais no Pará, Tocantins, Amapá, oeste de Rondônia, Acre e na metade sul do Amazonas. O calor e a alta umidade formam as instabilidades. Tem previsão de chuva em todas as capitais.



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Déficit hídrico preocupa mercado da soja


A falta de chuvas no Rio Grande do Sul já causa perdas irreversíveis de produtividade em algumas regiões, mesmo com o retorno das precipitações, segundo a TF Agroeconômica. As áreas semeadas em outubro foram as mais prejudicadas, destacando-se Alto Uruguai, Fronteira Oeste e Missões. No mercado, os preços no porto alcançaram R$ 140,00 para entrega em novembro, com pagamento previsto para 24 de janeiro. No interior, as cotações variaram entre R$ 136,00 em Cruz Alta, Passo Fundo e Ijuí, com pagamentos para fevereiro, e R$ 135,00 em Santa Rosa e São Luiz. Já em Panambi, o preço de pedra permaneceu em R$ 126,00 por saca.

Em Santa Catarina, o estresse hídrico é irregular, com algumas áreas enfrentando falta de umidade e outras sofrendo com excesso. No porto de São Francisco, os preços oscilaram entre R$ 137,53 para entrega em fevereiro e pagamento em março, e R$ 141,00 para entrega em junho, com pagamento em julho. A situação climática adversa também impacta o Paraná, onde o tempo seco e as altas temperaturas ameaçam o desenvolvimento das lavouras em fase de enchimento de grãos. Os preços no porto de Paranaguá chegaram a R$ 139,00 para entrega em janeiro, com pagamento em fevereiro. No mercado interno, Ponta Grossa registrou R$ 136,00 CIF, embora a liquidez tenha sido baixa. Em Maringá, os preços disponíveis atingiram R$ 130,75 FOB, sem negócios relevantes reportados.

Em Mato Grosso do Sul, o déficit hídrico preocupa principalmente na região sul, onde as lavouras apresentam sinais de estresse devido à falta de umidade. Apesar disso, ainda não há perdas irreversíveis, embora se espere menor produtividade em algumas áreas. Os preços na região variaram entre R$ 122,41 e R$ 129,30, dependendo da localidade. Em Mato Grosso, o excesso de chuvas tem atrasado a colheita e prejudicado a qualidade dos grãos, além de comprometer a implantação da segunda safra. Os preços no estado oscilaram entre R$ 112,69 em Lucas do Rio Verde e R$ 123,77 em Sorriso.

 





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Milho começa a semana em alta



O vencimento para março/25 fechou a R$ 78,13, alta de R$ 1,46 no dia



A combinação de estoques reduzidos e exportações aquecidas tem sustentado os preços do cereal no mercado interno
A combinação de estoques reduzidos e exportações aquecidas tem sustentado os preços do cereal no mercado interno – Foto: Nadia Borges

Conforme dados da TF Agroeconômica, os principais contratos futuros de milho fecharam em alta nesta segunda-feira (20), apesar do feriado nos Estados Unidos e da queda do dólar. Segundo o Cepea, os preços do milho seguem firmes no mercado brasileiro, sustentados pela retração de vendedores, estimativas de estoques baixos e demanda aquecida. A necessidade de reposição de estoques manteve compradores ativos no mercado spot na última semana, enquanto os produtores focaram nas atividades de campo.  

Dados da Conab, analisados pelo Cepea, mostram que o estoque de passagem da safra 2023/24, que se encerra em janeiro, foi revisado para 2,53 milhões de toneladas. Esse volume está bem abaixo das 4,42 milhões de toneladas projetadas em dezembro, reflexo do aumento das exportações, agora estimadas em 38,5 milhões de toneladas. Essa combinação de estoques reduzidos e exportações aquecidas tem sustentado os preços do cereal no mercado interno.  

Na B3, os contratos futuros refletiram esse cenário. O vencimento para março/25 fechou a R$ 78,13, alta de R$ 1,46 no dia, embora acumule queda de R$ 1,72 na semana. O contrato de maio/25 foi negociado a R$ 75,97, com alta de R$ 0,50 no dia e baixa de R$ 0,83 na semana. Já o contrato de julho/25 encerrou a R$ 72,49, com valorização de R$ 0,52 no dia e R$ 0,28 na semana.  

Com estoques reduzidos e a continuidade da demanda no mercado interno e externo, espera-se que os preços do milho mantenham trajetória firme. Esse cenário deve seguir influenciando a dinâmica de preços nas próximas semanas, com compradores atentos à reposição de estoques e ao desempenho das exportações.

 





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Seca segue impactando mercado de milho


No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul se encontram indústrias mais curtas, tiveram de elevar suas precificação, para atrair vendedor, pois a exportação começou a fazer posições no RS. As informações são da TF Agroeconômica.

“Os preços de compra da indústria variam de R$ 68,00 em Santa Rosa até R$ 74,00 em Arroio do Meio. Vendedores, neste momento, bastante ausentes, quando presentes pedem R$ 70,00 / R$ 72,00 para retirada no interior do estado janeiro cheio. Exportação apenas no dia de hoje houve indicação, a R$ 80,00 Sobre rodas entrega fevereiro e pagamento meados de março. Preços de pedra em Panambi, mantiveram-se em R$ 65,00 a saca”, comenta.

Desde a forte elevação do dólar acima de R$ 6,00 as importações de milho de Santa Catarina diminuíram significativamente. “Menos mal que a safra de verão do RS começa a ser colhida e abastece o estado catarinense com algum volume, mas o milho paraguaio e argentino é importante para complementar as necessidades locais. Já as ofertas no porto de São Francisco do Sul estão em 72,50 para entrega em agosto com pagamento em 30/09 até 72,70 com entrega em outubro e pagamento em 28/11. Milho SPOT CIF em Imbituba 2025, com entrega em fevereiro e pagamento 30/04 com ideia de R$80,00”, completa.

No Paraná, o que se destaca são os atrasos de colheita. “As ofertas para o milho spot giram ao redor de R$ 67,00/saca no interior. Para a safrinha no porto de Paranaguá os compradores oferecem R$ 73,00 com entrega em agosto e pagamento em 30/09 até 72,50 com entrega em setembro e pagamento em 30/10”, indica.

De acordo com a Aprosoja/MS, o preço médio da saca de milho no estado registrou valorização de 4,78% entre 09 e 13 de janeiro de 2025, alcançando R$ 62,75 no dia 13/01. Apesar disso, 76% da segunda safra de milho de 2024 já foi comercializada, volume 3,54 pontos percentuais menor que o mesmo período do ano anterior. No mercado local, as cotações apresentaram queda generalizada. Em Campo Grande, a saca está a R$ 62,50, enquanto Chapadão registra R$ 59,60 e Dourados caiu para R$ 60,10. Outras regiões como Maracaju, Ponta Porã, São Gabriel do Oeste e Sidrolândia tiveram preços inferiores a R$ 59,40.

 





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