sábado, julho 11, 2026

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Pela primeira vez desde novembro, dólar fecha abaixo dos R$ 6,00



Beneficiado pela moderação nas tarifas comerciais prometidas pelo novo presidente norte-americano, Donald Trump, o mercado cambial teve uma quarta-feira (22) de alívio. O dólar caiu para abaixo de R$ 6 e atingiu o menor nível desde o fim de novembro. A bolsa de valores não teve o mesmo desempenho positivo e caiu pela primeira vez após três altas seguidas.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,946, com recuo de R$ 0,085 (-1,4%). A cotação caiu durante toda a sessão e passou a operar abaixo de R$ 6 a partir das 10h50. Na mínima do dia, por volta das 14h, chegou a R$ 5,91.

A moeda norte-americana está na menor cotação desde 27 de novembro. Em 2025, a divisa tem queda de 3,79%.

O mercado de ações teve um dia mais volátil. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 122.972 pontos, com queda de 0,3%. O indicador alternou altas e baixas durante toda a sessão, mas consolidou a tendência de baixa perto do fim da tarde, puxado por mineradoras.

Sem notícias relevantes na economia brasileira, o dólar foi influenciado pelo mercado internacional. A ausência de anúncios de elevação de tarifas comerciais para a América Latina pelo presidente Donald Trump beneficiou os países emergentes. O novo presidente norte-americano anunciou uma sobretaxa de 10% para os produtos da China e de 25% para os do México e do Canadá a partir de 1º de fevereiro.

Além da falta de menções à América Latina, os percentuais abaixo do esperado diminuíram as pressões sobre a inflação norte-americana. Isso diminui a necessidade de o Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) congelar ou elevar os juros neste ano. Durante a campanha eleitoral, Trump prometeu tarifas mais altas sobre os produtos chineses.

Taxas de juros menos altas em economias avançadas beneficiam países emergentes, como o Brasil. Isso porque os juros elevados da economia brasileira atraem capitais financeiros, reduzindo a pressão sobre o dólar e a bolsa.



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Ceará desponta como polo de exportações e investimentos



No campo dos investimentos, o Ceará atraiu US$ 258,4 milhões entre 2021 e 2023



Apesar do volume expressivo, o desafio está em ampliar a participação de pequenas empresas
Apesar do volume expressivo, o desafio está em ampliar a participação de pequenas empresas – Foto: Pixabay

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lançou, em 20 de janeiro, o estudo “Ceará – Oportunidades de Exportações e Investimentos 2025”. O levantamento destaca o estado como uma região estratégica para o comércio exterior e a atração de capitais, evidenciando o potencial de setores tradicionais e emergentes. A iniciativa faz parte da estratégia da ApexBrasil de diversificar as origens das exportações brasileiras e integrar todos os estados aos fluxos globais.

Com metodologia própria, o estudo oferece uma análise detalhada do cenário econômico do Ceará e suas possibilidades no mercado internacional. Em 2023, o estado exportou cerca de US$ 2 bilhões, sendo 88,8% provenientes da indústria de transformação. Apesar do volume expressivo, o desafio está em ampliar a participação de pequenas empresas e diversificar a pauta exportadora, que hoje se concentra em ferro, aço e produtos semiacabados. A ApexBrasil identificou 4.557 oportunidades de exportação em 108 setores, incluindo calçados, frutas, vestuário e produtos metálicos.

No campo dos investimentos, o Ceará atraiu US$ 258,4 milhões entre 2021 e 2023, com destaque para o setor de software, responsável por 56,1% dos aportes. O varejo surge como área promissora para novos investimentos, empregando 8,6% da força de trabalho local. Segundo Jorge Viana, presidente da ApexBrasil, as informações são estratégicas para governos e empresas ampliarem seus horizontes no mercado global.

“Essas informações são cruciais e trazem um conteúdo estratégico para governos estaduais, entidades empresariais e empresas locais, que podem utilizar esses insumos para buscar novos negócios no mercado global”, explica o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana.

 





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o que movimenta os mercados hoje


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o dólar em queda de 1,4%, abaixo de R$ 6, enquanto o Ibovespa recuou 0,3%, aos 122 mil pontos.

Christine Lagarde reforçou a redução gradual de juros na zona do euro, e Trump ameaçou tarifas à Rússia por falta de acordo de paz.

No Brasil, o fluxo cambial semanal cresceu US$ 806 milhões, mas o acumulado do ano segue negativo em US$ 3,8 bilhões. Hoje, foco no CMN e na Receita Tributária de dezembro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Lei reconhece importância da aviação agrícola no RS


Segundo informações divulgadas pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), entrou em vigor no Rio Grande do Sul a Lei Estadual n.º 16.267/25, que declara a aviação agrícola como de relevante interesse social, público e econômico. A norma foi promulgada pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Adolfo Brito (PP), no dia 9 de janeiro e publicada oficialmente no Diário da Assembleia no dia 10.

Aprovada em dezembro de 2024 com 31 votos favoráveis e 12 contrários, a lei surgiu do Projeto de Lei 442/23, de autoria do deputado Marcus Vinicius (PP) e coassinada por outros 23 parlamentares. O objetivo central da medida é garantir segurança jurídica para um setor vital à agricultura do Estado, destacando a precisão, eficiência e transparência das ferramentas aéreas no manejo das lavouras.

Impacto para a agricultura gaúcha

A aviação agrícola é altamente regulamentada por legislações federais e monitorada por órgãos ambientais e de agricultura. No Rio Grande do Sul, onde o setor nasceu em 1947, essa tecnologia é essencial para o sucesso de culturas como soja, milho, trigo e, especialmente, arroz. O Estado é responsável por 70% da produção de arroz no Brasil, sendo que boa parte das lavouras depende diretamente das tecnologias aéreas para garantir produtividade e qualidade.

O Rio Grande do Sul também se destaca como a segunda maior frota de aeronaves agrícolas do Brasil, com números expressivos que incluem, além dos aviões, a crescente utilização de drones na aplicação de insumos agrícolas.

Homenagem a um pioneiro

A lei recebeu o nome de “Lei Telmo Fabrício Dutra” em homenagem ao ex-presidente do Sindag (1997-1999) e um dos fundadores da entidade em 1991. Dutra teve um papel crucial na consolidação do sindicato em Porto Alegre, o que projetou o setor gaúcho de aviação agrícola no cenário nacional e internacional.

O reconhecimento pela Assembleia Legislativa reafirma o papel estratégico da aviação agrícola para o desenvolvimento humano e tecnológico, além de fortalecer o protagonismo do Rio Grande do Sul como berço e referência nacional no segmento.

Avanços e expectativas

Com a promulgação da lei, o setor aeroagrícola passa a contar com respaldo jurídico que assegura sua atuação em todo o território gaúcho, desde que respeitadas as normas regulatórias vigentes. A expectativa é de que a medida promova um debate mais equilibrado sobre o uso de tecnologias agrícolas, valorizando sua contribuição para a segurança alimentar e para a economia do Estado.





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Temporais no Sul e trégua da chuva no Centro-Oeste; acompanhe a previsão de hoje



Enquanto temporais são esperados para o Sul do país, o sol reina em outras áreas, como no Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, regiões onde a chuva diminui. Acompanhe a previsão para esta quinta-feira (23) para os estados brasileiros.

Sul

Instabilidades do interior do continente favorecem o retorno da chuva no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, além de reforçar as precipitações que já atingem áreas do Paraná. Assim, há previsão de pancadas, com risco para temporais, entre o oeste e norte gaúcho até o norte paranaense.

Sudeste

Pancadas ainda isoladas em São Paulo, no Rio de Janeiro e centro-sul de Minas Gerais. Já as capitais desses estados terão um dia de sol, com tempo abafado e chuva à tarde. No Espírito Santo, mais sol do que chuva.

Centro-Oeste

Muito sol e tempo abafado na Região. A chuva cai isolada em áreas do centro-leste de Mato Grosso do Sul, norte de Goiás e no norte e leste de Mato Grosso. Os volumes de chuva não são elevados.

Nordeste

A chuva diminui sobre a Região. As pancadas acontecem isoladas entre o Piauí, norte da Bahia e em Pernambuco. Nas demais áreas, mais sol do que chuva.

Norte

Chove sobre todos os estados, exceto em Roraima, onde a previsão é de altas temperaturas e sol entre nuvens. Pancadas mais fortes caem sobre o Amazonas, Acre e Rondônia.



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Quais os fatores que influenciam o mercado das commodities?


Segundo a TF Agroeconômica, o mercado de grãos apresenta volatilidade devido a fatores geopolíticos e climáticos. Na soja, os contratos para março na CBOT fecharam a US$ 1062,75 (-4,50), enquanto o indicador CEPEA subiu 0,91% no dia, para R$ 134,44, embora acumule queda de 3,57% no mês. Após ganhos expressivos, o mercado recuou devido à realização de lucros e às declarações de Donald Trump sobre novas tarifas à China. As perdas foram limitadas pelo atraso na colheita brasileira e pela seca na Argentina.  

No milho, os preços na CBOT também recuaram, com o contrato de março a US$ 488,75 (-1,25). O indicador B3 registrou queda de 0,73%, para R$ 77,56, enquanto o CEPEA subiu 0,23% no dia, a R$ 74,02. A realização de lucros e a entrada fluida de grãos no mercado americano pressionaram os preços, mas o atraso no plantio da safrinha no Brasil e a seca na Argentina limitaram as perdas. A relação com mercados-chave, como o mexicano, também segue no radar.  

“Assim como no caso da soja, o mercado está acompanhando de perto as ameaças de Trump à China e ao México, que é fundamental, já que é o maior comprador mundial de milho e é um mercado cativo dos Estados Unidos. O limite para as quedas continua sendo dado pela falta de umidade em áreas da Argentina e o atraso na plantando a safrinha do Brasil”, comenta.

Já o trigo teve leves flutuações, com o contrato de março na CBOT fechando a US$ 558,50 (-0,25). No Brasil, os preços CEPEA variaram: R$ 1.411,41 no PR (-0,34% no dia) e R$ 1.278,48 no RS (+1,05% no dia). Fatores como o declínio do dólar frente ao euro, melhorando a competitividade das exportações americanas, e a ameaça de geadas severas nos EUA e Rússia influenciam o mercado.  

“Além da possibilidade de realização de lucros, os fatores que influenciam o mercado incluem o declínio do dólar em relação ao euro observado até agora nesta semana, o que melhora a competitividade das exportações dos EUA e a possibilidade de temperaturas extremamente baixas em áreas de cultivo de inverno nos EUA e na Rússia, que afetarão as condições das colheitas”, conclui.





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Indústria química anuncia R$ 759,3 milhões em investimentos


De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Braskem, Innova, Grupo OCQ e Unipar anunciaram na última sexta-feira (17) investimentos de R$ 759,3 milhões no setor químico, durante evento em Triunfo (RS). Viabilizados pelo Regime Especial da Indústria Química (Reiq Investimentos), 44,7% desse total será destinado ao Rio Grande do Sul. A iniciativa busca ampliar a capacidade instalada e fomentar novas plantas, beneficiando diretamente o parque industrial nacional.  

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, destacou a importância do Reiq ao reduzir tributos como PIS e COFINS, tornando a indústria química mais competitiva. Já o presidente da Abiquim, André Passos Cordeiro, enfatizou que o setor responde rapidamente quando incentivado, gerando empregos, renda e arrecadação. No evento, foi anunciada a criação de mais de 2.200 empregos diretos e indiretos nos estados de Rio Grande do Sul, Alagoas e Bahia.  

“Então, esse é o sinal que a indústria química quer dar publicamente. Com a política pública correta, com os incentivos corretos, com a defesa comercial adequada, conseguimos dar resposta para a sociedade sob a forma de investimento, sob a forma de emprego, sob a forma de renda. Além disso, agrega também novos tributos. A indústria química é a maior pagadora de tributos federais”, afirmou.

A Braskem lidera os investimentos com R$ 614 milhões em sete projetos que devem aumentar em 140 mil toneladas sua capacidade produtiva. A Innova e a Unipar investirão R$ 73,3 milhões e R$ 57 milhões, respectivamente, enquanto o Grupo OCQ destinará R$ 15 milhões para expandir sua produção. Além disso, outros projetos previstos para este semestre podem elevar os aportes do setor para mais de R$ 1 bilhão.  

O governador Eduardo Leite destacou que o polo petroquímico do Rio Grande do Sul já gera mais de seis mil empregos, fortalecendo o desenvolvimento local. “É fundamental destacar não apenas a viabilização de investimentos que sustentem este setor, mas também os benefícios imediatos de geração de empregos e movimentação econômica”, disse.

 





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Mercado de máquinas agrícolas enfrenta queda


O mercado de máquinas agrícolas no Brasil fechou 2024 com uma significativa queda nas vendas, conforme dados da FederUnacoma, com base nos registros do Ministério dos Transportes. Todos os principais tipos de máquinas sofreram retração, com destaque para os tratores, que tiveram uma diminuição de 12,3%, com 15.448 unidades vendidas (contra 17.613 em 2023), o pior desempenho desde 1952. As colheitadeiras também apresentaram uma redução de 31,8%, totalizando 266 unidades registradas, enquanto os transportadores caíram 14,9%, com 525 unidades comercializadas.

A queda se estendeu a manipuladores telescópicos e reboques. Os manipuladores reduziram em 14,4%, com 977 unidades vendidas (contra 1.141 no ano anterior), enquanto os reboques sofreram uma retração de 2,8%, com 7.504 unidades comercializadas (7.718 em 2023). Esse cenário é reflexo da alta nos custos de produção e das taxas de juros elevadas, que dificultam o acesso ao crédito, além da estagnação da renda agrícola. Este é o terceiro ano consecutivo de queda para o setor, após o pico de 2021.

O impacto também foi sentido na Europa e na América do Norte. Na União Europeia, países como França (-10,1%), Alemanha (-3,4%) e Reino Unido (-11,9%) apresentaram redução nas vendas, assim como os Estados Unidos (-13,2%) e o Canadá (-15,8%).  

Na Itália, a situação foi ainda mais desafiadora devido ao esgotamento dos incentivos para tecnologias 4.0, que impulsionaram o setor em 2021. Os programas de incentivo, como o PNRR, focados em tratores elétricos e movidos a metano, têm impacto limitado. Para a FederUnacoma, é essencial o fortalecimento de novos planos estruturais para enfrentar os desafios econômicos atuais.

 





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Banco do Brasil é eleito o mais sustentável do mundo pela sexta vez



Pela sexta vez, o Banco do Brasil (BB) foi eleito o banco mais sustentável do mundo pelo ranking Global 100, da empresa canadense de pesquisa Corporate Knights.

O ranking foi divulgado durante o encontro anual do Fórum Econômico Mundial, evento que reúne líderes mundiais e empresários em Davos, na Suíça, ao longo desta semana.

Lançado em 2005, o ranking Global 100 lista as 100 grandes corporações mais sustentáveis do mundo. Na edição deste ano, cerca de 8,3 mil empresas com receita anual de mais de US$ 1 bilhão por ano foram avaliadas.

Nos últimos dez anos, o BB apareceu no ranking das 100 corporações mais sustentáveis do mundo em seis. Na lista global, o banco ocupa o 17º lugar geral de sustentabilidade em todo o mundo.

Segundo a Corporate Knights, a carteira de negócios sustentáveis do Banco do Brasil, atualmente com saldo superior a R$ 370 bilhões, foi o destaque para a classificação no ranking.

Formada por linhas de crédito que financiam atividades com retorno socioambiental, a carteira equivale a cerca de 30% do volume total de crédito do banco. O BB pretende ampliar o saldo para R$ 500 bilhões até 2030.

Em nota, a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, afirmou que a sustentabilidade está incorporada à estratégia da instituição, com desdobramentos em outros ramos da instituição.

“Só para ter uma ideia, já contabilizamos R$ 1,7 bilhão em saldo de financiamentos voltados para a bioeconomia na região da Amazônia Legal. Isso representa crescimento de 55% em um ano e nos proporciona mudar a vida das pessoas em aspectos sociais e ambientais. Trabalhamos por um futuro mais diverso, inclusivo e verde para todos, e esse caminho nos leva a sermos reconhecidos o banco mais sustentável do planeta”, declarou.

Avaliação independente

Submetida a avaliação independente, a carteira de crédito sustentável do BB usa critérios internacionais para definir projetos e empreendimentos dessa natureza.

Entre os segmentos financiados pela carteira, estão os setores de energias renováveis, eficiência energética, construção, transporte e turismo sustentáveis, água, pesca, floresta, agricultura sustentável, gestão de resíduos, educação, saúde e desenvolvimento local e regional.

Além do crédito para empreendimentos sustentáveis, o BB destaca-se por investimentos em energia solar. Desde 2020, o banco inaugurou usinas próprias em nove estados e pretende estrear mais 22 nos próximos anos.

Indicadores de desempenho

O ranking Global 100 avalia as dimensões econômica, ambiental e social de grandes companhias. Baseada em dados públicos divulgados pelas empresas, a pesquisa considera 15 indicadores de desempenho, entre os quais gestão financeira, de pessoal e de recursos; receita obtida de produtos e de serviços com benefícios sociais e/ou ambientais; diversidade racial e de gênero e desempenho da cadeia de fornecedores.

O Banco do Brasil faz parte de índices de bolsas de valores que consideram empresas sustentáveis do ponto de vista ambiental e social, como o Dow Jones Sustentability Index, da Bolsa de Nova York, nas categorias mercados globais e emergentes, o FTSE Good Index Series, da Bolsa de Londres, e o Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3, a bolsa de valores brasileira. A nota de sustentabilidade do banco no ranking MSCI, da Morgan Stanley Capital International, padrão de referência do mercado global, subiu de 5 para 5,3 em 2024.



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André Corrêa do Lago é anunciado como presidente da COP 30



A COP 30 será sediada pela primeira vez na Amazônia




Foto: Foto: Divulgação/Ministério das Relações Exteriores

O diplomata André Aranha Corrêa do Lago foi escolhido como presidente da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30), que acontecerá em novembro de 2025, em Belém, no Pará. A indicação foi anunciada nesta terça-feira (21) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Corrêa do Lago, atual secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, traz consigo uma trajetória de destaque nas negociações climáticas globais.

Com experiência como representante brasileiro em diversas conferências da ONU sobre o clima, o diplomata também foi embaixador do Brasil na Índia entre 2018 e 2023, período em que desempenhou um papel crucial para a implementação da política de uso de etanol em veículos no país asiático, inspirada no modelo brasileiro.

A União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (UNICA) emitiu uma nota oficial elogiando a escolha de Corrêa do Lago e destacando sua capacidade de liderança. “A vasta experiência do embaixador em temas relacionados aos desafios das mudanças do clima não deixa dúvidas de que sua liderança trará excelentes resultados à COP do Brasil”, afirmou a entidade. A UNICA também destacou o papel decisivo de Corrêa do Lago na declaração do acordo dos ministros do G20, realizada no Brasil no ano passado.

A COP 30, que será sediada pela primeira vez na Amazônia, é vista como uma oportunidade estratégica para que o Brasil demonstre sua liderança em soluções climáticas, como o etanol e outras fontes renováveis de energia. A UNICA enfatizou a importância da conferência para consolidar o país como referência global em sustentabilidade e inovação no setor energético.

Belém será o epicentro das discussões sobre o futuro climático do planeta, com a liderança de um diplomata amplamente reconhecido por sua capacidade de articulação e visão estratégica.





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