sexta-feira, julho 10, 2026

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EUA podem deixar o Acordo de Paris apenas em 2026



Assim que tomou posse na semana passada, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto para retirar o país do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas. O porta-voz do secretário-geral da ONU, Stephane Dujarric, reconheceu em nota a relevância dos EUA na liderança ambiental e destacou a importância da continuidade dessas ações por estados e empresas norte-americanas.

Oficialmente, a decisão de Trump ainda não foi entregue ao secretário-geral da ONU, António Guterres, que é o depositário do tratado, como previsto no artigo 28 do Acordo de Paris. Segundo o texto, uma nação só pode se retirar após três anos da entrada em vigor do tratado, que no caso dos EUA começou a contar em 4 de novembro de 2016.

A primeira saída anunciada por Trump, em 2017, seguiu esse cronograma: o pedido formal foi enviado em novembro de 2019, entrando em vigor em novembro de 2020, pouco antes de Trump deixar a presidência. No entanto, seu sucessor, Joe Biden, revogou a decisão imediatamente ao assumir o cargo.

Com a nova tentativa de retirada, o processo segue o mesmo cronograma. Caso o documento seja entregue à ONU em 2025, a saída dos EUA será efetivada em 2026, no segundo ano do novo mandato de Trump. Apesar disso, o país continuará comprometido com a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC), o que preserva alguns compromissos globais, segundo a gerente sênior do WRI Brasil, Míriam Garcia.

Para Bruno Toledo, especialista em política internacional do Instituto ClimaInfo, o contexto atual é diferente daquele de 2017. “Naquele período, o Acordo de Paris ainda era muito recente e o otimismo em torno do tratado era maior. Hoje, há mais urgência nas discussões sobre mudanças climáticas”, avaliou.

Acordo de Paris

O Acordo de Paris é uma ferramenta do tratado climático da UNFCCC, assinado durante a Eco-92, no Rio de Janeiro. Ele estabelece metas para limitar o aumento da temperatura global a menos de 2°C em relação aos níveis pré-industriais, promover adaptações climáticas e alinhar fluxos financeiros ao desenvolvimento sustentável de baixa emissão de carbono.

O acordo conta com revisões periódicas, como o Balanço Global, que avalia o progresso das nações e suas metas de longo prazo. A última avaliação foi apresentada na COP28, em Dubai, em 2023.

Até fevereiro de 2025, os países deverão apresentar a nova geração de suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), com metas para redução de emissões. O Brasil já se adiantou ao prazo, comprometendo-se a reduzir emissões entre 59% e 67% até 2035.



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Estudo avalia agrominerais silicáticos no trigo



Esses produtos melhoram a fertilidade do solo



 O uso de remineralizadores e fertilizantes silicáticos pode melhorar a fertilidade do solo
O uso de remineralizadores e fertilizantes silicáticos pode melhorar a fertilidade do solo – Foto: Divulgação

O uso de fontes regionais de agrominerais silicáticos no cultivo de trigo e milho no Sul do Brasil foi abordado no artigo Soil Fertilization and Maize-Wheat Grain Production with Alternative Sources of Nutrients (Adubação do Solo e Produção de Grãos de milho e trigo com Fontes Alternativas de nutrientes, em inglês). O estudo focou na análise dos efeitos de remineralizadores e fertilizantes silicáticos, com destaque para o impacto positivo na fertilidade química, física e biológica do solo. A pesquisa foi conduzida em diferentes áreas do Sul do Brasil, onde os pesquisadores testaram materiais regionais alternativos para a adubação de solo.

Dentre os materiais avaliados, destacam-se os finos de britagem de monzogranito do Batólito de Pelotas (RS), o folhelho e o calcário dolomítico da Formação Irati (PR), e o fosfato natural reativo de Arad, importado de Israel. Os pesquisadores buscaram entender como esses diferentes materiais poderiam contribuir para a melhoria das propriedades do solo e, consequentemente, para o aumento da produtividade das culturas de trigo e milho, essenciais para a economia agrícola da região Sul.

Os resultados do estudo indicaram que o uso de remineralizadores e fertilizantes silicáticos pode, de fato, melhorar a fertilidade do solo, corrigindo a acidez e favorecendo o crescimento das plantas. Um dos achados mais significativos foi o desempenho do folhelho e calcário dolomítico da Formação Irati, que mostrou um efeito similar ao do mármore dolomítico convencional, amplamente utilizado na agricultura. Essa combinação revelou-se eficaz, oferecendo uma alternativa mais local e sustentável aos insumos agrícolas tradicionais.

 





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JBS entra no mercado de ovos com aquisição de 50% da Mantiqueira



A JBS, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, anunciou nesta segunda-feira (27) sua entrada no segmento de ovos por meio da aquisição de 50% da Mantiqueira Brasil, a maior produtora de ovos da América do Sul. Com essa operação, a JBS reforça sua estratégia de diversificação global, ampliando seu portfólio multi-proteína. A gestão da Mantiqueira será compartilhada com o fundador da empresa, Leandro Pinto.

“Esse investimento está alinhado com a nossa estratégia de longo prazo, que prevê a diversificação do portfólio com a entrada em novos segmentos de proteína e o investimento em negócios de marca com valor agregado”, afirmou Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS. A companhia já atua com bovinos, frangos, suínos, aquacultura (salmão) e proteínas alternativas (plant-based e cultivada) em cinco continentes.

Líder no setor

A Mantiqueira Brasil é líder no mercado de ovos da América do Sul e a décima maior produtora do mundo. Com uma produção anual de 4 bilhões de ovos, a empresa conta com unidades em seis estados brasileiros e emprega 3 mil funcionários. Nos últimos anos, a Mantiqueira consolidou marcas fortes no mercado, como Happy Eggs, focada em galinhas livres, e Fazenda da Toca, líder no segmento de ovos orgânicos.

Expansão internacional

Além de atender o mercado interno, a Mantiqueira Brasil exporta para países da América do Sul, Ásia, África e Oriente Médio, destacando o potencial global da parceria. “O consumo de ovos no mundo tem apresentado crescimento consistente. É uma proteína acessível, versátil e saudável, que reforça nosso propósito de alimentar o mundo”, destacou Tomazoni.

Para o fundador da Mantiqueira, Leandro Pinto, a parceria com a JBS abre novas possibilidades:

“Essa união é um marco no nosso planejamento estratégico. Além de consolidarmos nossa liderança no Brasil, teremos mais acesso a mercados internacionais e conhecimento para nos tornarmos um competidor relevante fora do país.”

Sinergia

A parceria também aproveitará a ampla experiência da JBS no setor de avicultura. A JBS é a maior produtora mundial de frangos, com operações consolidadas nos Estados Unidos, México, Europa e Brasil. Segundo a empresa, a expertise em logística, gestão e expansão internacional será determinante para o crescimento global da Mantiqueira Brasil.

Com a aquisição, a JBS dá mais um passo em sua estratégia de diversificação de proteínas, consolidando sua posição como líder no mercado global de alimentos.



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Governo federal destina R$ 45 milhões para combate a incêndios em MT



O governo federal, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), anunciou a destinação de R$ 45 milhões do Fundo Amazônia para reforçar o combate e a prevenção a incêndios florestais em Mato Grosso. O projeto, aprovado pela diretoria do BNDES, fortalecerá a estrutura do Corpo de Bombeiros Militar do estado.

Mato Grosso é o oitavo estado da Amazônia Legal a receber apoio do Fundo Amazônia, que já direcionou R$ 405 milhões em recursos não reembolsáveis para ações de combate a queimadas e desmatamento na região.

O projeto inclui a compra de um helicóptero com acessórios, capacitação de agentes públicos, formação de brigadas florestais, sensibilização das comunidades locais e ampliação dos serviços de fiscalização e combate ao fogo.

“O Governo Federal está comprometido em estruturar as corporações na Amazônia Legal, como em Mato Grosso, promovendo prevenção e monitoramento ao desmatamento e queimadas ilegais”, afirmou Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.

Estrutura reforçada

O helicóptero adquirido com os recursos do Fundo Amazônia será utilizado em bases aéreas temporárias, permitindo rápida mobilização em áreas de difícil acesso, como o Pantanal e a Amazônia. Isso reduzirá o tempo de resposta e aumentará a eficácia das operações de combate ao fogo em regiões de alto risco.

Além disso, o projeto prevê a instalação de bases temporárias de pouso e decolagem, campanhas educativas voltadas para técnicos, brigadistas, agricultores e produtores rurais, além da ampliação das missões de fiscalização e combate. Pelo menos 10 municípios sem unidades do Corpo de Bombeiros Militar receberão brigadas florestais mistas, formadas por bombeiros capacitados e contratados temporariamente.

Fundo Amazônia

Criado para combater o desmatamento e promover a conservação e o uso sustentável na Amazônia Legal, o Fundo Amazônia foi retomado em 2023, com novos aportes e metas definidas pelo Comitê Orientador do Fundo Amazônia (Cofa). Além de Mato Grosso, estados como Rondônia, Acre, Amapá, Pará, Roraima, Amazonas e Maranhão já foram beneficiados com projetos voltados ao fortalecimento das corporações de bombeiros.

“O apoio do Fundo Amazônia é essencial para enfrentar os desafios das mudanças climáticas. Nosso compromisso é estruturar ações integradas para proteger biomas e comunidades, promovendo prevenção e combate aos incêndios florestais de forma eficaz”, destacou a ministra Marina Silva, do MMA.

Reforço estadual

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, comemorou o aporte de recursos. “Esse valor fará toda a diferença. Temos investido mais de R$ 90 milhões anuais no combate ao desmatamento e incêndios ilegais, e um reforço dessa magnitude potencializará nossos esforços em um estado de dimensões continentais.”



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Crédito rural e capacitação podem impulsionar a queda nos preços dos alimentos



O governo federal está de olho na alta acumulada de 7,69% nos preços dos alimentos em 2024 e busca ações em todas as etapas da cadeia produtiva, desde a produção até a comercialização. 

Nesse cenário, iniciativas de capacitação e crédito rural ganham destaque como ferramentas estratégicas para a redução de custos e o fortalecimento da produção agrícola.

O Sebrae tem investido no fortalecimento dos pequenos produtores rurais por meio dos programas ALI Rural e Juntos pelo Agro.

O ‘ALI Rural’ oferece suporte a agronegócios focados em inovação e sustentabilidade. Durante 12 meses, Agentes Locais de Inovação diagnosticam, propõem soluções e acompanham os resultados.

“Em 2024, os 5.111 pequenos negócios rurais que passaram pelo ALI Rural tiveram aumento de 24,2% no faturamento. Isso indica que, com inovação, é possível trabalhar a redução de custos dentro da propriedade e obter maiores ganhos”, destaca Décio Lima, presidente do Sebrae.

“É importante garantir o acesso dos pequenos produtores a crédito para que a gente possa impulsionar a pequena economia e, com isso, fazer escala e garantir longevidade para essa atividade tão importante para o nosso país, que é a agricultura familiar”, complementa Décio.

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Já o ‘Juntos pelo Agro’, em parceria com o Sistema CNA/Senar, beneficiou mais de 12 mil produtores rurais por meio de consultorias e assistência técnica.

“Essa parceria viabiliza uma maior conexão de soluções, sendo que o Sebrae foca na inovação, a agregação de valor ao produto e o acesso mercado destes pequenos produtores”, acrescenta Lima.

Crédito rural como base para o desenvolvimento

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibilizou, em janeiro deste ano, mais de R$ 4,8 bilhões em crédito rural para o programa Plano Safra. Os recursos podem ser usados por produtores rurais, cooperativas e agricultores familiares para custeio e investimento em máquinas, equipamentos, armazenagem e inovação.

De acordo com o BNDES, R$ 2,7 bilhões serão destinados à agricultura empresarial e R$ 2,1 bilhão para a agricultura familiar. O presidente da instituição, Aloizio Mercadante, reforçou a importância da abertura de crédito para a categoria de empreendedores rurais.

“Nosso objetivo é garantir que pequenos e médios produtores tenham acesso ao crédito necessário para investir em modernização e práticas sustentáveis, fortalecendo a cadeia produtiva e contribuindo com a transição para uma economia mais verde”, ressaltou Mercadante.

* Com informações da EBC.



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Avião agrícola cai após colidir em fiação elétrica no Oeste da Bahia


Um avião agrícola caiu após colidir com uma fiação da rede elétrica durante trabalho de pulverização de uma área de pastagem em uma fazenda em Correntina, no Oeste da Bahia; um funcionário da fazenda teria visto o momento da queda, informou o Corpo de Bombeiros.

O acidente aconteceu no final da tarde do último sábado (25), próximo do Km 268 da BR-349, rodovia que liga o município de Correntina, a BR-020, próximo a divisa com Goiás.

De acordo com o 10ª Companhia Independente Bombeiro Militar de Posse (GO), equipe mais próxima do local do acidente, ao chegarem ao local, a vítima, um piloto, de 25 anos, natural de Paranaíba (MS), já estava fora da aeronave, de modelo EMB-203 Ipanema.

Ele foi retirado por funcionários da fazenda que temiam que o avião se incendiasse haja visto a presença de combustível.

Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, durante os primeiros socorros, a vítima estava consciente e responsiva a estímulo verbal, no entanto, apresentava uma fratura exposta na perna direita, escoriações na perna esquerda, suspeita de fratura no ombro esquerdo e sangramento na cabeça.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), também foi acionado e levou o homem para o Hospital Municipal de Posse.

Os bombeiros procederam com a imobilização da vítima que apresentava fratura exposta em membro inferior direito, escoriações em membro inferior esquerdo, suspeita de fratura no ombro esquerdo e sangramento na cabeça. No decorrer do atendimento o SAMU chegou ao local e a guarnição passou a atendimento à equipe deles.

Segundo informação do Corpo de Bombeiros, uma testemunha, um funcionário da fazenda que estava presente na hora do acidente informou sobre a colisão que teria provocado a queda.


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Café arábica atinge preços mais altos em 50 anos na bolsa de NY



O café arábica opera em alta, nesta segunda-feira (27), na sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures US), estendendo os ganhos da última semana. O mercado é beneficiado pelo dólar mais fraco frente a outras moedas e pela redução nos estoques certificados pela ICE.

Os estoques certificados de café nos armazéns credenciados da ICE Futures, na posição de 24 de janeiro de 2025, caíram para 928.935 sacas de 60 quilos, uma redução de 19.814 sacas em relação ao dia anterior, segundo informações da ICE Futures.

As preocupações com a safra brasileira de 2025 também seguem no radar. Longos períodos de seca e temperaturas elevadas em 2024 afetaram o potencial produtivo, impulsionando ainda mais os preços.

Na sexta-feira (24), o café arábica encerrou o pregão com forte alta, marcando um novo recorde. A máxima do dia atingiu 349,80 centavos de dólar por libra-peso, o maior preço em 50 anos. O recuo do dólar contra o real contribuiu para a valorização, já que a baixa da moeda americana reduz a competitividade das exportações brasileiras, gerando pressão altista no mercado.

No balanço semanal, o contrato com entrega em março acumulou valorização de 5,8%. Na sexta-feira, esses contratos encerraram a 347,55 centavos de dólar por libra-peso, uma alta de 3,60 centavos ou 1%. Já a posição maio/2025 fechou a 343,05 centavos, com elevação de 2,95 centavos ou 0,9%.



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China proíbe a importação de carne e animais devido a surtos de doenças



A China, maior importadora mundial de carne, anunciou a proibição da importação de ovinos, caprinos, aves e animais de dedos pares provenientes de países africanos, asiáticos e europeus, devido a surtos de doenças como varíola ovina, varíola caprina e febre aftosa.

Segundo informações da Agência Reuters, a medida inclui tanto produtos processados quanto não processados e foi implementada após a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgar dados sobre os surtos em diversos países. Os comunicados da Administração Geral de Alfândegas da China, datados de 21 de janeiro, detalham os países afetados.

Entre os países incluídos na proibição estão Gana, Somália, Catar, Congo, Nigéria, Tanzânia, Egito, Bulgária, Timor-Leste e Eritreia. Além disso, a China suspendeu a importação de ovinos, caprinos e seus produtos da Palestina, Paquistão, Afeganistão, Nepal e Bangladesh, citando especificamente surtos de varíola ovina e caprina.

A restrição também foi estendida à Alemanha, com a suspensão da importação de animais de dedos pares e produtos relacionados, após a detecção de febre aftosa no país.



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crédito para compra de terras sobe para R$ 293 mil



Agricultores familiares agora têm acesso a um teto maior de crédito para aquisição de propriedades rurais. O Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) elevou o limite de financiamento de R$ 280 mil para R$ 293.527,64, com condições especiais como juros de 0,5% ao ano e carência de três anos, além de um prazo total de 22 anos para quitar o valor.

Entre 2023 e 2024, mais de 3,2 mil famílias foram beneficiadas, com investimentos acima de R$ 487 milhões. A atualização no limite acompanha o mercado de terras e amplia as possibilidades para agricultores, especialmente jovens, adquirirem imóveis rurais, fortalecendo o setor produtivo e promovendo o acesso democrático à terra.

“O Crédito Fundiário tem atingido resultados significativos na democratização do acesso à terra. É um programa que fala por si só, o aumento de número de famílias e de recursos liberados é a prova de que estamos no caminho certo”, declarou o secretário de Governança Fundiária, Desenvolvimento Territorial e Socioambiental do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (SFDTMDA), Moisés Savian.



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