sexta-feira, julho 10, 2026

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Preço das terras agrícolas teve valorização de 113% nos últimos cinco anos



O preço das terras voltadas à agricultura no Brasil subiu 113% entre julho de 2019 e o mesmo mês de 2024. Assim, em média, o hectare foi de R$ 14.818,10 para R$ 31.609,87.

O cálculo provém de estudo da Scot Consultoria que analisou os 17 estados mais relevantes para a produção agropecuária do país.

Segundo a empresa, entre os principais fatores para a valorização estão os preços altos das commodities em 2020.

“Nós não tínhamos entrado no período de pandemia, então havia um acesso a crédito mais facilitado. Após esse momento, os preços das commodities, em função de um quadro de balanço de oferta e demanda internacional mais ajustado – com destaque para soja e o milho – dispararam lá fora com um câmbio que, com o início da pandemia, acabou elevando ainda mais esses preços”, detalha Felipe Fabbri, analista da consultoria.

Como exemplo, ele destaca a saca de soja que ultrapassou os R$ 200 à época. “Então, com os preços das terras indexadas à commoditie, essa valorização acabou acontecendo na mesma intensidade ou até em um volume superior”.

Valorização ao Norte

Ao longo dos cinco anos mapeados pela pesquisa da Scot, o valor médio do hectare destinado à pecuária também subiu e registrou avanço de 116%.

Ao se analisar por estado, Rondônia foi o destaque, com aumento que chegou a 300%, visto que o preço médio do hectare atingiu R$ 23 mil reais. Estados como Maranhão e Piauí, que compõem a fronteira agrícola do Matopiba (áreas de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) valorizaram 200% no mesmo período.

De acordo com Fabbri, o interesse pelas áreas está vinculado aos preços praticados no Sul e Sudeste, regiões que abrigam as terras agrícolas mais caras do país, o que estimula a descentralização dos investimentos.

“Os próprios investidores, pensando naqueles que saíram das áreas mais ao Sul, migraram para o Centro-Oeste em uma primeira fase de expansão territorial, de expansão de fronteiras agrícolas, e passaram hoje a olhar para esses estados como oportunidades para que eles pudessem realizar os seus investimentos no principal ativo mobilizado: a terra”.

Terras agrícolas como investimento

Apesar da dificuldade de liquidez, ou seja, de comercialização, as terras agrícolas são uma das fontes mais seguras para investimento no país. Nos próximos anos, devem seguir com alta procura.

“Apesar dessa questão de maior demanda, maior crescimento e valorização, a gente pode trabalhar com o que já se existe de área sem a necessidade de abertura de novas áreas, porque a gente sabe que a questão da sustentabilidade tem crescido cada vez mais na pauta para o nosso país”.



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Faep repudia ideia de reduzir impostos para alimentos importados



A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Paraná (Faep) divulgou nesta segunda-feira (27) uma nota de repúdio à ideia do governo federal de reduzir impostos sobre alimentos importados com o intuito de reduzir o preço aos consumidores.

Segundo a entidade, o plano “desconsidera as dificuldades econômicas vividas pelo país e onera o produtor rural”.

Conforme o presidente da Faep, Ágide Eduardo Meneguette, os preços praticados internamente são resultado dos elevados custos de produção e do chamado “custo Brasil”.

“O Brasil tem produção em quantidade e qualidade suficiente para abastecer o mercado interno na maioria dos alimentos alvos da ação”, afirmou no comunicado.

“A importação indiscriminada, somente em função do apelo do preço, poderá sentenciar muitos produtores a encerrarem suas atividades”, afirmou.



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Confira os preços da arroba do boi neste início de semana



O mercado físico do boi gordo apresentou preços em queda no início da semana, especialmente nas praças de produção e comercialização da Região Norte do país.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o enfraquecimento dos preços da carne no mercado doméstico foi o estopim do movimento.

“Resta saber se as indústrias conseguirão avançar suas escalas de abate com preços mais baixos em um ambiente ainda pautado pela restrição de oferta. Por outro lado, as exportações permanecem em bom nível, o que tem atuado como relevante ponto de sustentação neste início de temporada”, afirma.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 332,42
  • Goiás: R$ 321,43
  • Minas Gerais: R$ 320,88
  • Mato Grosso do Sul: R$ 326,02
  • Mato Grosso: R$ 318,43

Mercado atacadista

O mercado atacadista registra preços acomodados para a carne bovina na abertura de uma semana que ainda é pautada por consumo enfraquecido.

“Soma-se a isso a preferência da população por proteínas mais acessíveis durante o primeiro bimestre”, diz Iglesias.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50 por quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 18,00 por quilo. O quarto dianteiro segue precificado a R$ 18,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,08%, sendo negociado a R$ 5,9123 para venda e a R$ 5,9103 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8984 e a máxima de R$ 5,9559.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores apostam em manejo para manter safra de banana



Comercialização de banana cresce em cooperativas do RS




Foto: Seane Lennon

Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (23), os agricultores da região administrativa de Santa Maria, especialmente em São João do Polêsine, estão focados no manejo das plantações de banana.

As atividades incluem o raleio das touceiras, manejo e adubação das lavouras, práticas essenciais para garantir a manutenção da produtividade.

A comercialização da fruta ocorre por meio de cooperativas no atacado e no comércio local, consolidando a banana como um produto de destaque na economia da região.





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Suspeito de roubar ‘pedras de boi’ avaliadas em R$ 2 milhões é preso



Um homem de 50 anos foi preso nesta segunda-feira (27) suspeito de participar de um roubo de “pedras de boi” avaliadas em R$ 2 milhões.

O crime ocorreu em 19 de setembro de 2023 (como noticiado pelo Canal Rural, à época), quando três pessoas armadas renderam funcionários de uma empresa de exportação do produto em Barretos, no interior de São Paulo, e levaram a carga.

A Operação Pedra de Fel, como são chamadas as pedras de boi, foi desencadeada pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de Barretos.

Ao todo, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão na cidade de São Paulo e em Sorocaba, sudeste do estado. O suspeito capturado foi encontrado em um hotel no centro histórico da capital.

De acordo com reportagem do G1, ele será encaminhado à DIG de Barretos, onde deve prestar depoimento, e na sequência, será enviado para a Cadeia de Colina, no norte do estado. A polícia ainda faz buscas por outros envolvidos no crime.

Como foi o roubo

O crime aconteceu na rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326) em setembro de 2023. Funcionários da empresa de exportação estavam transportando uma carga de 2,7 quilos de pedras de boi (cada grama vale cerca de R$ 320).

Os criminosos interceptaram o veículo das vítimas e anunciaram o assalto. Dois deles estavam armados e renderam os funcionários.

As vítimas foram levadas para um canavial à beira da estrada, onde foram amarradas. Os bandidos levaram a carga de pedras de boi, além de celulares e dinheiro. Uma das vítimas conseguiu se soltar e liberar os colegas. Os bandidos fugiram do local.

Pedras de boi

As pedras de boi, ou pedras de fel, são cálculos biliares bovinos, formados na vesícula biliar do animal. A maior parte da produção no Brasil é destinada para a China, onde é muito utilizada para fabricação de medicamentos naturais e para induzir a formação de pérolas em ostras.

Esses cálculos biliares bovinos podem variar em tamanho e cor, ou seja, podem ter desde alguns milímetros até vários centímetros de diâmetro. As cores mais comuns são amarelo-claro, verde-escuro e marrom.



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Dia de queda nos preços; confira as cotações da soja no Brasil



O mercado brasileiro de soja não registrou negócios nesta segunda-feira (27). Os preços tiveram mais um dia de queda, acompanhando a retração de Chicago, com o dólar pouco relevante no dia. Além disso, os fretes encarecidos têm freado a realização de negócios no momento.

Preços da soja

  • Passo Fundo (RS): preço caiu de R$ 137,00 para R$ 135,00
  • Região das Missões (RS): preço caiu de R$ 138,00 para R$ 136,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço se manteve em R$ 140,00
  • Cascavel (PR): preço caiu de R$ 128,00 para R$ 125,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 134,00 para R$ 132,50
  • Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 116,50 para R$ 115,50
  • Dourados (MS): preço caiu de R$ 117,50 para R$ 116,00
  • Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 119,00 para R$ 118,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais baixos. O mercado ainda sentiu a pressão exercida pelo corte nas tarifas de exportação da Argentina, anunciado na sexta-feira. Previsões de chuvas sobre a região produtora argentina, aliviando o estresse hídrico, também contribuíram para as perdas.

Segundo o boletim agroclimático da Rural Clima, a semana já começa com chuvas no Sudeste, Centro-Oeste e em parte da Região Sul do Brasil, com chance de precipitações também na Bolívia, Argentina e Paraguai. No entanto, o agrometeorologista Marco Antônio dos Santos alerta que as precipitações na Argentina deverão permanecer irregulares nos próximos dias.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 729.362 toneladas na semana encerrada no dia 23 de janeiro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 979.290 toneladas.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 10,75 centavos de dólar ou 1,01%, a US$ 10,45 por bushel. A posição maio teve cotação de US$ 10,58 1/2 por bushel, com perda de 9,75 centavos, ou 0,91%.

Nos subprodutos, a posição março do farelo fechou com baixa de US$ 4,10 ou 1,34%, a US$ 300,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em março fecharam a 45,00 centavos de dólar, com baixa de 0,22 centavo ou 0,48%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,08%, negociado a R$ 5,9123 para venda e a R$ 5,9103 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8984 e a máxima de R$ 5,9559.



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Paraná prorroga emergência zoosanitária por mais 180 dias



O governo do Paraná informou, em nota, a prorrogação por mais 180 dias da emergência zoossanitária para vigilância contra a gripe aviária de alta patogenicidade (H5N1).

O novo prazo foi instituído por meio do Decreto 8.721/2025, assinado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD). Esta é a terceira prorrogação do decreto original, assinado em 23 de julho de 2023.

De acordo com o chefe do Departamento de Saúde Animal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Rafael Gonçalves Dias, a medida visa garantir que a doença não atinja a avicultura comercial do estado. “É importante registrar que essa é uma medida preventiva, precisamos nos manter alertas”, afirmou, na nota.

Gripe aviária no Brasil

A gripe aviária, doença com distribuição global e ciclos pandêmicos, foi detectada pela primeira vez no Brasil em aves silvestres em 15 de maio de 2023.

Recentemente, o vírus causou uma morte humana nos Estados Unidos e foi registrado em produções comerciais de países como Chile e Colômbia.

Com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, aves migratórias podem trazer o vírus para o Sul. Apesar do aumento dos incidentes no exterior, o Paraná não registrou nenhum caso em granjas comerciais até o momento, com a ocorrência limitada a aves silvestres.



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Dia de Campo da Progresso Sementes reunirá produtores de 13 estados


O Dia de Campo Progresso Sementes 2025, reunirá produtores de 13 estados brasileiros para uma manhã de networking, aprendizado e inovação, na Fazenda Progresso, em Sebastião Leal (PI).

Evento acontecerá na próxima sexta-feira, dia 31 de janeiro de 2025. Os participantes poderão visitar o campo de cultivares, onde serão mostradas as últimas inovações em cultivares do portfólio do grupo.

Além disso, o evento contará com espaços como o “Arena Jovem”, com palestras de profissionais da área técnica agrícola, e a participação de representantes da associação “De Olho no Material Escolar”.

Dia de campo Progresso Sementes 2025 Dia de campo Progresso Sementes 2025
Dia de Campo da Progresso Sementes em 2024 | Foto: Guilherme Soares/Canal Rural Bahia

As mulheres que empreendem no campo também terão um espaço exclusivo, com um Workshop e Business Game destinado a elas, realizado em parceria com o Rabobank. Parceiros comerciais e institucionais também marcarão presentes no evento.

Para fechar o Dia de Campo, os participantes poderão desfrutar de um festival gastronômico com churrasco e um show ao vivo.

Em 2024, mais 3.500 pessoas participaram do evento, que além da apresentação de cultivares adaptadas ao Cerrado, recebeu a visita do governador do Piauí, Rafael Fonteles.

Na ocasião, foram abordadas as necessidades dos produtores como investimentos em infraestrutura na região.


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AgroNewsPolítica & Agro

Agricultores seguirão com demanda de crédito


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) prevê uma produção de 322,53 milhões de toneladas na segunda estimativa para a safra de grãos 2024/25, um aumento de 8,2% em relação ao ciclo anterior. O crescimento de 24,6 milhões de toneladas reflete a ampliação da área plantada, projetada em 81,4 milhões de hectares, e a expectativa de recuperação da produtividade média das lavouras no país.

Thays Moura, fundadora da fintech Agree, vê o cenário como promissor, mas destaca a necessidade de planejamento financeiro. “Além da organização, as soluções de crédito personalizadas serão ideais para atender às necessidades dos produtores na próxima safra”, comenta.

A especialista ressalta que a melhora da produtividade reflete investimentos em tecnologia, manejo eficiente e boas práticas agrícolas. Contudo, para manter esse ritmo de crescimento, é fundamental ampliar o suporte ao crédito voltado à inovação tecnológica, incluindo agricultura de precisão e equipamentos modernos.

“Os agricultores continuarão com demandas de crédito para a aquisição de insumos, sementes, defensivos e máquinas, bem como para possíveis investimentos em infraestrutura que suportem o aumento da produção. Além disso, a expectativa de melhora na produtividade média das lavouras sugere que os investimentos em tecnologia, manejo eficiente e boas práticas agrícolas têm dado resultados”, afirma Thays.

Além disso, o PIB do agronegócio brasileiro pode crescer 5% em 2025, segundo a CNA, impulsionado pela expansão da produção agrícola primária, indústria de insumos e agroindústria exportadora. Apesar do cenário promissor, desafios como alta do dólar e juros persistem. “Apesar do aspecto positivo, o cenário continua desafiador devido à alta do dólar e dos juros, mas a Agree oferece suporte aos produtores rurais na captação do crédito rural para terem acesso às melhores condições, avaliando caso a caso, com um atendimento personalizado e presente no dia a dia dos agricultores”, completa.





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Chuvas intensas previstas! Confira a previsão do tempo para a soja



A previsão do tempo para as áreas produtoras de soja em todo o Brasil aponta para uma semana de clima instável, com altos volumes de chuva em várias regiões, o que pode afetar as operações no campo e a evolução da safra. Veja o que espera os produtores nos próximos dias:

Sul e Sudeste do Brasil

No Paraná, a previsão é de um bom volume de chuva, com 50 mm acumulados nos próximos cinco dias, beneficiando a umidade do solo. No entanto, a situação pode ser mais complicada no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

As áreas do Norte do Rio Grande do Sul e o meio-oeste de Santa Catarina devem registrar chuvas volumosas, superando os 100 mm, o que pode prejudicar os trabalhos no campo, especialmente nas lavouras de soja. No entanto, na porção sul do Rio Grande do Sul, as chuvas serão mais fracas, com acumulados de 15 a 20 mm, o que não contribui significativamente para a reposição hídrica.

Além disso, o tempo terá uma semana chuvosa em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, com boas notícias para a umidade do solo. Porém, atenção para o sul de Minas e o leste de São Paulo, onde os acumulados podem ultrapassar os 150 mm, o que pode dificultar as atividades no campo. A previsão de chuvas mais intensas nestas áreas exige cautela, pois os trabalhos agrícolas podem ser prejudicados.

Lavouras de soja do Centro-Oeste

Mato Grosso do Sul deve registrar um bom volume de chuva, com acumulados que vão ajudar a manter a umidade do solo e aliviar o calor intenso. Entretanto, o cenário será desfavorável em Goiás, onde as chuvas podem ultrapassar os 80 mm, comprometendo os trabalhos.

Em Mato Grosso, o clima será mais seco na porção Oeste, com chuvas mais fracas de 20 a 30 mm em cinco dias, favorecendo o avanço das atividades no campo. No leste do estado, as chuvas serão mais intensas, com acumulados acima de 70 mm.

Região Norte e Nordeste

Em Tocantins, as chuvas serão intensas, com acumulados de até 150 mm nos próximos cinco dias, o que pode inviabilizar as operações no campo.

Em Rondônia e no Pará, as chuvas serão mais amenas, com volumes em torno de 50 mm, favorecendo a reposição de umidade e o bom andamento das lavouras. Já em Santarém, no Pará, o clima será mais quente e seco, permitindo o avanço dos trabalhos agrícolas.

No interior da Bahia, a previsão é de chuvas moderadas, com volumes de 50 mm, o que também pode afetar as operações, mas sem grandes impactos.



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