sexta-feira, julho 10, 2026

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plantio em MT atinge 1,15% da área, o menor ritmo da série histórica



A semeadura do milho em Mato Grosso atingiu 1,15% dos 6,84 milhões de hectares projetados para a safra 2024/25, segundo dados divulgados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira, 27. O ritmo é o menor desde o início da série histórica, ficando 10,02 pontos porcentuais atrás da média dos últimos cinco anos e 10,08 pontos porcentuais abaixo do mesmo período da safra 2023/24.

As regiões médio-norte e norte do Estado lideram os trabalhos, com 1,64% o 1,59% das áreas semeadas, respectivamente, seguidas da região centro-sul, com 0,90%. O menor avanço na semeadura está relacionado ao atraso na colheita da soja devido ao alto volume de chuvas desde o início do ano.

Com produtividade estimada em 111,72 sacas por hectare, a produção total do Estado está projetada em 45,84 milhões de toneladas. A comercialização da safra 2024/25 alcança 26,66% do total esperado, enquanto a safra 2023/24 já tem 93,66% negociados. No mercado, o milho disponível em Mato Grosso fechou a R$ 54,52 por saca na sexta-feira.

Para a próxima semana, as projeções do NOAA apontam diminuição no volume de chuvas no Estado, o que pode favorecer a colheita da soja e, consequentemente, acelerar a semeadura do milho.



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Selic deve subir 1 ponto em primeira reunião comandada por Galípolo



O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central inicia nesta terça-feira (28) a primeira reunião sob a presidência de Gabriel Galípolo. Com a alta do dólar e a pressão nos preços de alimentos, o mercado espera que a Selic, atualmente em 12,25% ao ano, suba 1 ponto percentual, atingindo 13,25% – a quarta elevação consecutiva.

Na última reunião, o Copom já havia sinalizado a intenção de novos aumentos devido às incertezas externas e aos impactos do pacote fiscal do governo, aprovado no fim de 2024. A decisão final será anunciada nesta quarta-feira (29).

Inflação em alta

A nova alta da Selic reflete a necessidade de controlar uma inflação crescente. De acordo com o boletim Focus, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2025 subiu de 4,96% para 5,5% nas últimas semanas, acima do teto da meta de 4,5% estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

O Banco Central afirma que a política monetária contracionista, com juros altos, é essencial para reduzir os riscos da inflação.

O papel da Selic

A taxa básica de juros, a Selic, é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. Quando elevada, encarece o crédito, reduzindo a demanda e pressionando os preços para baixo. No entanto, taxas altas também dificultam o crescimento econômico.

Com o novo modelo de meta contínua, adotado neste ano, o Banco Central monitora a inflação acumulada em 12 meses, mês a mês, para avaliar a aderência à meta de 3% (com intervalo de tolerância entre 1,5% e 4,5%).

Com base no cenário atual, o mercado projeta que a inflação encerre o ano em 4,5%, o limite superior da meta, reforçando a necessidade de uma política monetária rigorosa para conter a pressão dos preços.



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Estimativa aponta queda de 4,4% na produção de café em 2025, diz Conab



A produção de café no Brasil para 2025 está estimada em 51,8 milhões de sacas beneficiadas, uma redução de 4,4% em relação à safra anterior, segundo a primeira estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O rendimento médio nacional também deve recuar, atingindo 28 sacas por hectare, 3% abaixo de 2024, reflexo da seca, altas temperaturas e do ciclo de baixa bienalidade.

Café arábica

A produção do arábica está estimada em 34,7 milhões de sacas, uma queda de 12,4% em relação a 2024. Minas Gerais, maior produtor nacional, será fortemente impactado, com redução de 12,1%, atingindo 24,8 milhões de sacas.

Café conilon

O conilon, por outro lado, deve registrar um crescimento expressivo de 17,2%, alcançando 17,1 milhões de sacas. O Espírito Santo lidera a produção dessa variedade, com alta de 20,1%, totalizando 11,8 milhões de sacas, impulsionado pelas boas condições climáticas.

Outros estados produtores

  • Bahia: crescimento de 11,3%, com 3,4 milhões de sacas (conilon e arábica)
  • São Paulo: Redução de 15,3%, com 4,6 milhões de sacas de arábica
  • Rondônia: Produção de 2,2 milhões de sacas (+6,5%)
  • Rio de Janeiro e Paraná: Produções estimadas em 373,7 mil e 675,3 mil sacas, respectivamente

Mercado global

Segundo o USDA, a produção mundial de café para 2024/25 deve atingir 174,9 milhões de sacas (+4,1%), enquanto o consumo global está projetado em 168,1 milhões de sacas. Apesar disso, os estoques finais devem cair para 20,9 milhões de sacas, o menor nível em 25 anos, sustentando preços elevados nas bolsas internacionais.

Exportações brasileiras

Em 2024, o Brasil exportou um recorde de 50,5 milhões de sacas, gerando receita de US$ 12,3 bilhões, um aumento de 52,6% em comparação com 2023. Esse desempenho foi impulsionado pela valorização do café no mercado externo e pela alta do dólar.

Os estoques nacionais caíram 24% em 2024, totalizando 13,7 milhões de sacas, acompanhando a forte demanda externa. A tendência é de novos recuos, refletindo a pressão global por café brasileiro.

Com informações da Conab.



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AgroNewsPolítica & Agro

Governo discute estratégias para conter alta dos preços dos alimentos


Segundo o informado pela Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), na última sexta-feira, 24 de janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu com seus ministros para avaliar medidas para enfrentar a alta dos preços dos alimentos no Brasil. Durante o encontro, foram discutidas ações, incluindo a redução da alíquota de importação para alimentos cujos preços internos estão mais altos do que no mercado internacional.

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, enfatizou a preocupação do governo com o acesso da população a alimentos a preços acessíveis. Segundo Costa, a estratégia do governo será seguir abordagens técnicas e de mercado, descartando intervenções não convencionais ou medidas que fujam das práticas tradicionais do mercado. “Os produtos que estejam com preço interno maior do que o preço externo, nós atuaremos na redução de alíquota para forçar o preço a vir, pelo menos, para o patamar internacional. Não justifica nós estarmos com preços acima do patamar internacional. Não tem a menor explicação para isso, já que o Brasil se constitui como um dos maiores produtores de alimentos de grãos do mundo”, explicou.

O governo espera uma melhoria no cenário econômico devido à previsão de aumento na produção agrícola para este ano. Rui Costa destacou que a supersafra projetada deve ajudar na redução dos preços, trazendo um impacto positivo para o bolso dos consumidores.

Além disso, a pedido de Lula, o governo irá reforçar a atenção a políticas públicas e recursos existentes para estimular a produção, especialmente de itens da cesta básica. “Nós também vamos dialogar com o mercado, vamos chamar aqui reuniões de produtores para dialogar com eles sugestões de como reduzir os preços, aumentar a produção, vamos chamar mais uma vez a rede de supermercados, vamos chamar os frigoríficos grandes para conversar, os frigoríficos pequenos e médios, dialogando portanto com o mercado, que é onde o preço se realiza. Medidas que a gente pode somar no mercado mais as medidas institucionais de estímulos para a produção”, disse Rui Costa.

Participaram da reunião os ministros Rui Costa (Casa Civil), Fernando Haddad (Fazenda), Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), Esther Dweck (Gestão e Inovação em Serviços Públicos), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar), além do diretor-presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto. Também estiveram presentes o secretário-executivo do Ministério da Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa; a secretária-executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Fernanda Machiaveli; e o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello.





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Embriões bovinos e ovo em pó e granulado serão exportados para a Nigéria e o México



O Brasil conseguiu mais duas aberturas de mercado neste começo de ano. O México receberá ovo em pó e ovo granulado, destinados ao consumo animal. Já a Nigéria terá embriões bovinos e bubalinos, tanto “in vivo” quanto “in vitro.

Em comunicado, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) ressaltou que as aberturas de mercado são reflexo de um esforço coordenado entre a pasta e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), “reafirmando o compromisso do Brasil com a ampliação de suas parcerias internacionais.”

O Mapa também reitera que as aberturas refletem o elevado nível de confiança internacional no sistema de controle sanitário brasileiro.

Relações comerciais

Em 2024, o México importou mais de USD 2,9 bilhões em produtos agropecuários do Brasil, com destaque para os setores de proteína animal, complexo soja, produtos florestais e café. A Nigéria importou mais de USD 880 milhões em bens agrícolas do Brasil em 2024.

Números

Apenas em 2025, o agronegócio brasileiro conquistou 10 aberturas de mercado, totalizando 310 novos parceiros desde o início de 2023, informou o Mapa.



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participação do setor agropecuário é tema de reunião no governo



O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, reuniu-se nesta segunda-feira (27) com o presidente da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), embaixador André Aranha Corrêa do Lago, e com a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, para discutir a participação do setor agropecuário brasileiro no evento.

Entre os temas abordados, destacaram-se os avanços do Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas (PNCPD), que pode dobrar a produção agrícola sem desmatamento, e o Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos, iniciativas que reforçam a sustentabilidade da agropecuária brasileira. A Embrapa também foi apontada como peça-chave, especialmente no uso de tecnologia e inovação no campo.

“Queremos mostrar ao mundo o potencial do agro brasileiro, referência em boas práticas e produtos de alta qualidade. Nosso objetivo é integrar a agropecuária de forma significativa à COP30”, afirmou o ministro Fávaro.

Além do embaixador e da presidente da Embrapa, participaram da reunião: o secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo, Pedro Neto; o secretário-executivo adjunto, Cleber Soares; o secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais, Marcel Moreira; o assessor especial do ministro, Carlos Augustin; o diretor do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação, Bruno Brasil; e a chefe da Assessoria Especial de Comunicação do Mapa, Carla Madeira.

Apesar do empenho do governo, políticos e ruralistas preparam uma conferência paralela: a ‘COP do Agro’, que também será realizada no Pará.

COP30 do Agro

A Associação dos Produtores Rurais Independentes da Amazônia (Apria) está organizando o evento que antecede a COP30. Senadores, deputados federais e estaduais confirmam presença no encontro que será realizado em outubro em Marabá (PA). A reivindicação da associação é o protagonismo do produtor rural nas decisões sobre a Amazônia.

Sobre a COP30

A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) é o principal evento global para discutir mudanças climáticas. O encontro reúne líderes mundiais, cientistas, organizações não governamentais e representantes da sociedade civil para debater estratégias e ações de combate ao aquecimento global. O Brasil será o anfitrião da conferência, reforçando sua relevância no cenário climático e sustentável mundial.



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Artesãos garantem o futuro da caatinga e da economia criativa


Com cerca de 500 habitantes, a Ilha do Ferro fica no sertão de Alagoas. Para se ter uma ideia, de um lado está o Rio São Francisco e do outro uma densa caatinga. O lugar ficou conhecido pelo artesanato.

Os moradores utilizavam materiais locais para criar objetos criativos. E foi com o apoio do Sebrae que surgiu o ‘Projeto Reflorilha’ que integra arte, reflorestamento e sustentabilidade. 

A iniciativa envolve moradores no plantio de mudas com o objetivo de preservar a caatinga. Em 2023, os artesãos formalizaram a Associação de Artesanato em Madeira da Ilha do Ferro – Ilha das Artes -, e no mesmo ano, eles plantaram mil mudas nativas da caatinga, com apoio da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf). 

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

Além do reflorestamento, o projeto incentiva também práticas sustentáveis como reciclagem e turismo consciente. 

 “Desde o início do projeto, já fizemos quatro eventos, três de plantio das mudas e um de produção de mudas”, destaca Yang da Paz, presidente da associação, que reúne 37 artesãos. São eles que, junto com o Sebrae, colocam em prática as iniciativas do Reflorilha. 

Foto: Arquivo Pessoal | ASN

“Se nosso projeto der muito certo, e vai dar, conseguiremos fazer uma boa divulgação e poderemos motivar pessoas de outros lugares a fazerem o mesmo. Porque o cuidado com o meio ambiente tem que ser de todos. Não adianta fazermos a nossa parte e outras pessoas não fazerem”, afirma Yang, que também integra a Artesol, ONG que atua promovendo a valorização do artesanato cultural brasileiro. 

A proposta do Sebrae é que o projeto consiga ainda manter um banco de sementes com as principais espécies sertanejas, incluindo as mais raras, que sofrem risco de extinção no bioma.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil exporta suínos de alta genética para a Colômbia



Brasil deu um importante passo na exportação de genética suína




Foto: Pixabay

Segundo o informado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), no último domingo (19), o Brasil deu um importante passo na exportação de genética suína ao enviar, pela primeira vez, suínos reprodutores de alta genética para a Colômbia por via aérea. A operação foi realizada pela Granja Elite Gênesis, uma empresa da Agroceres PIC, localizada em Paranavaí (PR), e marca um marco para o setor suinícola brasileiro.

A exportação envolveu dois anos de ajustes nos procedimentos de importação e exportação, coordenados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O protocolo adotado para a operação foi semelhante ao que foi implementado em 2021 pela Receita Federal e pela Anvisa para vacinas e insumos contra a Covid-19, sendo considerado um case de sucesso pela rapidez na implementação.

A operação envolveu diversos atores, como o importador, representantes legais, órgãos anuentes como Receita Federal e Mapa, e o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), único ponto de entrada e saída de suínos por via aérea no Brasil. A principal meta dos ajustes foi acelerar o recebimento de embarques com grandes quantidades de suínos de alto valor genético, importados de países como Estados Unidos e Canadá. O Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) coordenou a chegada desses animais de elite, que agora formam a base do plantel genético do Brasil.

De março a setembro de 2023, 7.500 suínos reprodutores desembarcaram em Viracopos em oito voos, com destino às empresas Agroceres PIC e Topigs. O processo foi possível graças a uma parceria público-privada iniciada em 2016 entre a Associação Brasileira das Empresas de Genética de Suínos (Abegs), a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) e o Mapa, que viabilizou a ampliação das instalações da estação quarentenária em Cananéia, permitindo o recebimento desses animais de alta genética.

Agora, com o plantel consolidado, o Brasil se posiciona como um exportador de suínos de elite, elevando o patamar da criação suína no país e ampliando sua presença no mercado internacional.





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Inteligência artificial da China ameaça liderança global e derruba ações de tecnologia; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a alta de 1,84% no Ibovespa, que alcançou 124 mil pontos, com bancos (+3%).

Weg caiu 8,46% após a nova IA chinesa Deepseeck superar o ChatGPT em downloads, pressionando o setor tecnológico e derrubando a Nasdaq (-3,9%).

O dólar estável a R$ 5,90 e o mercado aguarda o Copom, com Selic em 13,25%. O Boletim Focus elevou o PIB e a inflação de 2025 para 5,9%.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

relatório sobre Greening deve ser entregue até 31 de janeiro



A entrega do relatório é uma obrigatoriedade para os produtores




Foto: Seane Lennon

De acordo com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, os citricultores do estado com plantios comerciais de citros devem ficar atentos ao prazo final para a entrega do Relatório de Vistoria do HLB (greening), que se encerra em 31 de janeiro. A entrega do relatório é uma obrigatoriedade para os produtores de cerca de 275 municípios do estado.

O novo sistema de envio de dados, disponibilizado pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), já está acessível aos citricultores pelo portal de serviços. A plataforma oferece funcionalidades como o histórico de envios e a situação da produção por semestre, com a exigência de uso do cadastro GOV.br para o envio do documento.

A entrega do Relatório de Vistoria é uma medida de monitoramento da principal doença que afeta as frutas cítricas, como as mexericas e as laranjas. A obrigatoriedade de envio inclui não apenas os municípios onde há registro oficial da praga, mas também localidades classificadas como de risco, como áreas vizinhas de estados com focos da doença, como São Paulo, e municípios com maior probabilidade de ocorrência.

O monitoramento constante realizado pelo IMA permite acompanhar a situação fitossanitária dos pomares e identificar focos do greening de forma mais eficaz, evitando sua propagação e garantindo a sanidade vegetal no estado. As informações coletadas são essenciais para a formulação de políticas públicas que atendam às necessidades específicas de cada região, assegurando respostas rápidas aos desafios enfrentados pelos citricultores.

Além disso, o IMA reforça a conscientização dos produtores por meio de programas como o “Viva Citros”, promovendo boas práticas no combate ao greening e orientando sobre as exigências fitossanitárias.





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