sexta-feira, julho 10, 2026

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saiba o que esperar do Copom e do Fed nesta Super Quarta


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a sétima queda seguida do dólar, fechando a R$ 5,86 e acumulando perda de 5% em janeiro. O Ibovespa recuou 0,65%, enquanto a Nasdaq se recuperou.

O mercado aguarda a decisão do Copom, que deve elevar a Selic para 13,25%, e do Fed, que pode sinalizar cortes ainda em 2025.

O crédito cresceu 10,9% em 2024, com inadimplência em queda, e a arrecadação subiu 9,6%, reduzindo o déficit para R$ 40,8 bilhões.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Exportações de carne bovina somam US$ 722 mi em janeiro



Preço da carne bovina cresce 11% nas exportações de 2025




Foto: Divulgação

De acordo com o boletim semanal divulgado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (27), dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam que, até a quarta semana de janeiro de 2025, o Brasil exportou 143,31 mil toneladas de carne bovina in natura. O volume gerou uma receita de US$ 722,01 milhões, com uma média diária de US$ 42,47 milhões.

A quantidade embarcada diariamente foi de 8,43 mil toneladas, um aumento de 2,12% em relação ao mesmo período de 2024. Além disso, o preço médio da tonelada alcançou US$ 5.037,88, representando um crescimento de 11,38% comparado ao valor médio registrado em janeiro do ano anterior.

O desempenho reflete a contínua demanda externa pela proteína bovina brasileira. Caso o ritmo das exportações seja mantido, o mês de janeiro de 2025 poderá se tornar o melhor da história para o setor, consolidando um novo recorde.





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dia terá chuva forte, raios e rajadas de vento



A quarta-feira (29) reserva instabilidades para grande parte do país, com muita chuva, chances de temporais e rajadas de vento. Veja a previsão para as cinco regiões:

Sul

Áreas de instabilidade continuam se espalhando por todos os estados da região, com previsão de pancadas de chuva de forte intensidade e raios entre o centro-norte do Rio Grande do Sul e o Paraná, especialmente a partir da tarde. Nas áreas mais ao sul do território gaúcho, as precipitações serão mais isoladas.

Sudeste

O tempo segue mais nublado, com pancadas fortes de chuva no interior de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, onde não se descarta o risco de temporais. No Espírito Santo e no nordeste mineiro, predomínio de tempo firme com variação de nebulosidade.

Centro-Oeste

Tempo instável, com pancadas de chuva em todos os estados da região. As precipitações devem ganhar intensidade a partir da tarde em Goiás, Mato Grosso do Sul e leste de Mato Grosso. Temporais, raios e rajadas de vento podem ocorrer nessas áreas. Já no noroeste mato-grossense, a chuva será isolada, mas pode ter forte intensidade, acompanhada de trovoadas.

Nordeste

Tempo instável e com aumento de nuvens desde o Ceará até o Maranhão, além do interior da Bahia e de Pernambuco, onde a chuva pode ocorrer a qualquer momento com forte intensidade. Na faixa leste, desde o Rio Grande do Norte até Alagoas, o sol predomina, mas há previsão de pancadas de chuva à tarde.

Norte

A combinação do calor com a alta umidade continuará favorecendo a ocorrência de pancadas de chuva intercaladas com períodos de melhora em toda a região. No Amapá e norte do Pará, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) contribui para a formação de temporais localizados.



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AgroNewsPolítica & Agro

Regiões sofrem com perdas de soja por falta de chuva



Bioinsumos ajudam soja a resistir à seca no RS




Foto: Pixabay

O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na última quinta-feira (23), revela os impactos da estiagem prolongada nas lavouras de soja do Rio Grande do Sul. A irregularidade e a escassez de chuvas têm comprometido o desenvolvimento das plantas em diversas regiões do estado, com perdas variando entre 20% e 50%.

 

  • Bagé e Fronteira Oeste: As chuvas esparsas e mal distribuídas levaram a perdas de até 40% em municípios como Santana do Livramento e Santa Margarida do Sul. Em Maçambará, a situação é crítica, com mais de 40 dias sem precipitações em solos arenosos, resultando na morte de plantas. Já em Manoel Viana, precipitações de até 100 mm aliviaram parcialmente o cenário, estabilizando a quebra em 35%.
  • Região da Campanha: Dom Pedrito concluiu o plantio de 165 mil hectares, com aumento de 3,13% na área prevista. Técnicas como o uso de bioinsumos têm reduzido os sintomas de estresse hídrico em algumas lavouras.
  • Caxias do Sul: As chuvas recentes beneficiaram o florescimento e o enchimento de grãos, sem registros significativos de fitossanidade.
  • Santa Maria e Santa Rosa: Estresse hídrico e dificuldades de fechamento de linhas comprometem o desenvolvimento fisiológico. Em áreas de solos rasos, perdas irreversíveis são registradas.
  • Soledade: Cerca de 45% das lavouras estão em florescimento e 10% em enchimento de grãos. A reposição de umidade é essencial para evitar perdas adicionais.


Em diversas regiões, produtores intensificaram o manejo de pragas e doenças, com foco na ferrugem-asiática e percevejos. Sistemas de irrigação, embora limitados, têm ajudado a mitigar os impactos.

O monitoramento contínuo e a previsão de chuvas mais regulares serão cruciais para evitar perdas adicionais, especialmente nas lavouras em fase de florescimento e enchimento de grãos.





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AgroNewsPolítica & Agro

Maior feira de máquinas do mundo terá dias temáticos



“Os visitantes terão mais espaço e oportunidades para participar de discussões”



O formato permitirá uma participação mais eficiente, com expositores tendo tempo para apresentações personalizadas e contato direto com os grupos relevantes
O formato permitirá uma participação mais eficiente, com expositores tendo tempo para apresentações personalizadas e contato direto com os grupos relevantes – Foto: Canva

A Agritechnica 2025, maior feira mundial de máquinas agrícolas, acontecerá de 9 a 15 de novembro em Hannover, Alemanha. Sob o tema “Touch Smart Efficiency”, a feira será um ponto de encontro para discutir o futuro da agricultura, com foco em tecnologias digitais para aumentar eficiência, sustentabilidade e produtividade. A grande novidade deste ano será a introdução dos “dias temáticos”, com o slogan “7 dias – 7 temas”. 

Cada dia será dedicado a um grupo específico de visitantes, como concessionários, grandes produtores e jovens profissionais, promovendo uma troca mais direcionada entre expositores e público. “Isso resulta em um valor real para ambos os lados”, afirma Timo Zipf, Gerente de Projetos da Agritechnica. 

Os “Agribusiness Days”, nos dias 10 e 11 de novembro, serão voltados para concessionários e produtores, oferecendo eventos e informações exclusivas para esse público. O formato permitirá uma participação mais eficiente, com expositores tendo tempo para apresentações personalizadas e contato direto com os grupos relevantes. Além disso, outros dias temáticos como o “Innovation and Press Day” (9 de novembro) e o “International Farmers Day” (12 de novembro) também estarão na programação. A expectativa é que o evento atraia uma alta participação internacional, como indicam os níveis de inscrição de expositores.

“Os visitantes terão mais espaço e oportunidades para participar de discussões direcionadas sobre investimentos, o que significa que podem organizar o contato com os expositores de forma mais eficiente. Os expositores ganham mais tempo para oferecer apresentações personalizadas, focar profundamente nos grupos de clientes relevantes e manter e expandir contatos comerciais direcionados”, acrescenta Zipf.





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AgroNewsPolítica & Agro

Crédito do BNDES auxilia recuperação pós enchente



O alagamento atingiu armazéns logísticos da Grano



O crédito será utilizado para cobrir despesas de capital de giro
O crédito será utilizado para cobrir despesas de capital de giro – Foto: Pixabay

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um crédito de R$ 24,4 milhões para a Grano Alimentos, empresa do setor de vegetais congelados, como parte do programa BNDES Emergencial para o Rio Grande do Sul. O recurso visa auxiliar na recuperação da empresa após os danos causados pela enchente de 2024, que inundou seu centro de recebimento e armazenagem de produtos em Esteio (RS). 

O alagamento atingiu armazéns logísticos da Grano, com água chegando a três metros de altura, o que resultou na interrupção do sistema de refrigeração por mais de 25 dias, prejudicando o estoque de vegetais como brócolis, ervilha, couve-flor e batata.

O crédito será utilizado para cobrir despesas de capital de giro, principalmente para a reposição dos produtos perdidos e do estoque, incluindo mudas de brócolis na colheita. Wilrobson Bassiano, diretor financeiro da Grano, destacou a importância do apoio: “O custo reduzido do capital viabiliza o aumento da produção e a continuidade das operações em um cenário desafiador no país.” A Grano também se beneficia de seu modelo de produção, que envolve a agricultura familiar, o que contribui para a geração de emprego e renda na região.

A ação integra o programa BNDES Emergencial para o Rio Grande do Sul, que visa mitigar os impactos climáticos e ajudar na recuperação econômica do estado. Já foram aprovados R$ 17,5 bilhões para capital de giro de empresas gaúchas e outros R$ 4,22 bilhões em garantias. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, ressaltou a importância da iniciativa para a economia local e a união entre indústria e agricultura.

 





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Nova fase de reconstrução do RS terá R$ 6,5 bilhões e 5 ações prioritárias


Os governos federal e do Rio Grande do Sul realizaram nesta terça-feira (28), em Porto Alegre, a primeira reunião do Conselho de Monitoramento das Ações e Obras para Reconstrução do estado, devastado por chuvas no mês de maio do ano passado. Fazem parte do conselho representantes das duas esferas do poder público.

Durante o encontro, o ministro da Casa Civil da Presidência da República, Rui Costa, anunciou a nova fase de apoio do governo federal ao Rio Grande do Sul, com obras estruturantes para aumentar a capacidade de adaptação climática do estado para enfrentar chuvas e recuperar estruturas destruídas pelas cheias de 2024.

As ações serão realizadas por meio do Novo PAC, programa de investimentos coordenado pelo governo federal, que pretende garantir mais segurança e qualidade de vida para a população gaúcha.

Os sistemas de proteção de cheias serão construídos com recursos da União que compõem o Fundo de Apoio à Infraestrutura para Recuperação e Adaptação a Eventos Climáticos Extremos. As obras serão executadas pelo governo do estado, em parceria com os municípios envolvidos. O fundo no valor de R$ 6,5 bilhões será administrado pela Caixa Econômica Federal.

Entre os empreendimentos listados como prioritários pela Casa Civil estão:

  1. Construção de diques para controlar a água de rios e lagos e evitar inundações nos municípios de Porto Alegre, Alvorada, Gravataí, Viamão e Cachoeirinha;
  2. Estação de bombeamento de águas pluviais em Eldorado do Sul;
  3. Sistema de dique com elevação e proteção em Canoas, Esteio, Sapucaia do Sul, Nova Santa Rita, Rolante, Novo Hamburgo, Campo Bom, São Leopoldo, Igrejinha e Três Coroas;
  4. Casa de bombas em São Leopoldo;
  5. Melhorias nos sistemas de proteção com galerias de águas pluviais, canais fechados, estação de bombeamento de águas pluviais e canais abertos, beneficiando toda a região metropolitana de Porto Alegre.

“Essas grandes obras têm recursos garantidos. Uma vez licitada, a obra não terá risco de descontinuidade por ausência de recurso”, garantiu o ministro Rui Costa.

Na opinião do governador Eduardo Leite, a reunião do conselho para interação e compatibilização de projetos e programas para reconstrução do estado demonstra o esforço de coordenação federativa. “As instâncias municipal, do Estado, e da União precisam dialogar permanentemente e construir conjuntamente as soluções.”

Indenizações aos afetados

Reunião do Conselho de Monitoramento das Ações e Obras para Reconstrução do Rio Grande do SulReunião do Conselho de Monitoramento das Ações e Obras para Reconstrução do Rio Grande do Sul
Foto: Wagner Lopes/CC

Sobre os valores das indenizações aos cidadãos que têm imóveis comerciais ou residenciais em áreas que receberão grandes obras estruturantes, Rui Costa negou que o teto para estes valores será o do programa federal Minha Casa, Minha Vida.

“Todas as indenizações das desapropriações necessárias serão conforme a norma legal: por avaliação do local”, afirmou o ministro.

Maior tragédia climática

O chefe da Casa Civil classificou as fortes chuvas que atingiram o estado em abril e maio do ano passado como a maior tragédia climática da história do país.

As inundações provocaram a morte de 183 pessoas e deixaram 27 desaparecidas, de acordo com balanço da Defesa Civil do Rio Grande do Sul.

À época, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu oficialmente o estado de emergência em 323 municípios e o estado de calamidade pública em 95.



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Medidas artificiais não vão reduzir preços dos alimentos, diz ex-ministro da Agricultura



O governo federal tem aventado possibilidades para frear a alta dos alimentos, como a redução da taxa de importação, reuniões com o setor de supermercados e investimento em infraestrutura logística.

Uma ala do PT, inclusive, defende o aumento de taxas de exportação na tentativa de reter produtos no mercado interno, ideia criticada pelo agro e que, de acordo com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, não tem chances de prosperar.

Para o ex-ministro da Agricultura Francisco Turra, que ficou no cargo por 15 meses durante o governo Fernando Henrique Cardoso e encarou uma inflação em níveis inimagináveis hoje em dia, de 3.000% ao ano, não se deve solucionar a alta inflacionária dos alimentos com medidas artificiais.

Para ele, embora aportes em estradas que conectam os grandes centros produtores para melhorar o escoamento sejam vistas com bons olhos, não têm como solucionar o problema no curto-prazo.

“No entanto, outras medidas são inúteis e inócuas, como querer taxar a exportação. Isso nunca deu certo. O Brasil tem que ser competitivo. Não é por acaso que abrimos tantos mercados, ou seja, somos um país competente e competitivo. A Lei Kandir [que isenta do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) a exportação de produtos primários] nos salvou até hoje e tem de continuar”, diz.

Segundo Turra, aliviar impostos sobre importações é outra medida “absurda”. “[Fazendo isso], você vai acabar ajudando produtores de outros países. O produtor se estimula a produzir mais quando ele ganha, quando tem preços bons, então se há nesse ano uma carência de um produto, se esse produto vem a ter um preço melhor, é o melhor estímulo para logo logo equalizar, para ficar efetivamente bom para o produtor e também para o consumidor; é a lei da oferta e da procura”.

Na opinião do ex-ministro, medidas artificiais não vão prosperar e tendem a piorar o cenário de alta dos alimentos tanto para o produtor como para o consumidor.

Segundo ele, incentivar o produtor a produzir mais e não comprometer a rentabilidade dele é a melhor solução. Porém, para isso, o seguro agrícola é essencial, visto que muitos produtores afetados por eventos climáticos catastróficos, como as enchentes do Rio Grande do Sul, não voltaram a produzir porque não se sentem resguardados.



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Preços do boi gordo caem no Norte e avanaçam em MT; veja cotações



O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com tentativas de compra em preços mais baixos nesta terça-feira (28), movimento mais destacado na Região Norte, além de em Goiás.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, em Mato Grosso o mercado flui de maneira oposta, com negócios concretizados acima da referência média.

“A entrada dos salários na economia durante a primeira quinzena do próximo mês é uma variável importante a ser considerada, podendo ampliar a necessidade de compra das indústrias e resultar na elevação dos preços da arroba”.

Preços médios da arroba do boi (a prazo)

  • São Paulo: R$ 332,08
  • Goiás: R$ 316,43
  • Minas Gerais: R$ 320,88
  • Mato Grosso do Sul: R$ 323,75
  • Mato Grosso: R$ 320,00

Mercado atacadista

O mercado atacadista volta a se deparar com acomodação de seus preços para a carne bovina. Conforme Iglesias, há expectativa em torno da entrada dos salários na economia durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo.

“Mesmo assim precisa ser mencionado o perfil de consumo traçado para o primeiro bimestre, o que pode dificultar altas mais consistentes dos cortes do traseiro bovino. Nessa época do ano a preferência de boa parte da população recai sobre proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e do ovo”, pontuou o analista

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50 por quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 18,00 por quilo. O quarto dianteiro segue cotado a R$ 18,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,74%, sendo negociado a R$ 5,8681 para venda e a R$ 5,8661 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8567 e a máxima de R$ 5,9202.



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Saiba as cotações da soja em dia de queda do dólar



Esta terça-feira (28) foi de lentidão no mercado brasileiro de soja. Durante o dia, foram observadas oportunidades de negócios com pagamento até 31 de janeiro, uma chance pontual, mas com preços mais altos. De fevereiro em diante, as cotações são mais baixas. A queda do dólar e o encarecimento dos fretes contribuem para o quadro. No geral, as cotações estiveram mistas no Brasil na sessão.

O presidente da Emater/RS concedeu entrevista à Safras TV. Ele disse que o impacto da estiagem sobre a oleaginosa ainda não é tão significativo ao ponto estadual. A situação, no entanto, requer atenção, pois algumas regiões estão muito castigadas, enquanto outras apresentam bons resultados. A entrevista completa está no canal de Safras & Mercado no YouTube.

Preços da soja

  • Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp
    • Passo Fundo (RS) caiu de R$ 135,00 para R$ 133,00
    • Região das Missões (RS) caiu de R$ 136,00 para R$ 134,00
    • Porto de Rio Grande (RS) caiu de R$ 140,00 para R$ 138,00
    • Cascavel (PR) caiu de R$ 125,00 para R$ 122,00
    • Porto de Paranaguá (PR) caiu de R$ 132,50 para R$ 131,00
    • Rondonópolis (MT) caiu de R$ 115,50 para R$ 113,00
    • Dourados (MS) caiu de R$ 116,00 para R$ 115,00
    • Rio Verde (GO) caiu de R$ 118,00 para R$ 117,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços entre estáveis e levemente mais altos. O dia foi de volatilidade e tentativa de recuperação com base em fatores técnicos.

Os agentes também buscam posicionar suas carteiras, avaliando os movimentos do novo governo Trump sobre tarifas comerciais. As atenções seguem voltadas para a América do Sul. As projeções indicam retorno das chuvas para a Argentina nos próximos dias, o que poderia evitar perdas mais consistentes de produtividade.

No Brasil, as condições ainda indicam uma ampla safra, em torno de 170 milhões de toneladas. A soja em grão com entrega em março ficou estável a US$ 10,45 por bushel, enquanto a posição maio aumentou para US$ 10,59 1/2 por bushel (alta de 1,00 centavo ou 0,09%). No farelo, a posição março aumentou para US$ 301,60 por tonelada (alta de US$ 0,80 ou 0,26%) e no óleo, os contratos com vencimento em março subiram para 45,13 centavos de dólar (alta de 0,13 centavo ou 0,28%).

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,74%, negociado a R$ 5,8681 para venda e a R$ 5,8661 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8567 e a máxima de R$ 5,9202.



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