sexta-feira, julho 10, 2026

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Produção de etanol de milho cresce 30% e ajuda setor em safra com menor moagem



A produção de etanol de milho tem sido importante para manter o crescimento do setor no Centro-Sul do Brasil, mesmo diante da queda na moagem de cana-de-açúcar. Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), a fabricação do biocombustível a partir do milho cresceu 30%, enquanto o etanol produzido com cana registrou queda de 1,8%.

Até a primeira quinzena de janeiro, 19,5% do etanol fabricado no país teve o milho como base, e a previsão é que essa participação suba para 23% a 24% até o fim da safra, em março. No mesmo período, a moagem de cana caiu 4,85%, totalizando 613,998 milhões de toneladas.

Sem competição

Para Luciano Rodrigues, diretor de inteligência setorial da Unica, a expansão do etanol de milho complementa a produção de cana, permitindo a fabricação ao longo de todo o ano e aproveitando subprodutos, como o DDG (grãos secos de destilaria), usado na ração animal.

Já o presidente da Unica, Evandro Gussi, destacou que os dois tipos de etanol podem crescer sem competir entre si ou com a produção de açúcar.

“O Brasil não vive no mundo do ‘ou’, mas sim do ‘e’. O etanol de milho avança sem substituir o de cana, mantendo equilíbrio no setor”, afirmou.

Mercado global

A liderança do Brasil no setor de biocombustíveis também se fortalece diante da crescente demanda pelo SAF (Sustainable Aviation Fuel), o combustível sustentável de aviação. “Se toda a demanda projetada de SAF fosse suprida com etanol, seriam necessários quase 1 trilhão de litros. Mesmo com estimativas mais conservadoras de 200 a 300 bilhões de litros, a produção mundial precisaria triplicar. O Brasil é o país mais bem posicionado para liderar essa transição”, afirmou Gussi.

A Unica também prevê ganhos futuros de eficiência e produtividade tanto no etanol de cana quanto no de milho, garantindo uma matriz energética mais sustentável e competitiva para os consumidores.



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Presidente da COP30 quer acelerar investimentos no enfrentamento à mudança climática



A montagem de uma força-tarefa sobre o clima é a prioridade do governo para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança no Clima (COP30), disse ontem (28), o embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30. Após reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ele disse que a força-tarefa envolverá diversos ministérios e o Banco Central e defendeu a desburocratização de fundos para acelerar os investimentos no enfrentamento à mudança climática.

A força-tarefa funcionará nos moldes da existente na presidência brasileira no G20 (grupo das 19 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana). Ao longo do ano passado, quando o Brasil comandou o grupo, as áreas temáticas do G20 tiveram respectivas forças-tarefas que envolveram diversos ministérios relacionados. Segundo o diplomata, o trabalho conjunto de vários ministérios é essencial para enfrentar as mudanças climáticas e trazer o clima para o centro do desenvolvimento econômico e social.

“A gente se deu conta o quanto as previsões mais pessimistas com relação à chegada dos impactos da mudança do clima se confirmaram. Eu acho que, com esse sentido de urgência e sobretudo com esse sentido de oportunidade, daria para fazer uma grande mudança na economia mundial com as tecnologias atuais e com os instrumentos atuais”, disse Do Lago.

Financiamento

Em relação ao financiamento para as ações climáticas, o presidente da COP30 declarou que o foco não está na criação de fundos, mas no fortalecimento dos recursos existentes e na desburocratização do sistema, para acelerar a liberação de recursos. Ele criticou a demora na análise e na aprovação dos projetos e defendeu a proatividade e a inovação desses fundos.

“Precisamos fortalecer o que existe, mas também pensar, levando em consideração que tudo está acontecendo muito antes do que a gente previa, que a gente tem que acelerar. Por exemplo, você tem um projeto em um desses fundos [para o] clima que demora muito tempo para ser aprovado e desenvolvido, então nós temos que fazer com que o sistema trabalhe mais a favor da urgência”, declarou.

Obras

Prevista para novembro, em Belém (PA) a COP30 exigirá uma série de melhorias na cidade para suportar o fluxo de hóspedes. Sobre as obras e a hospedagem, o embaixador explicou que o assunto está sob a responsabilidade da Casa Civil, mas disse que visitou a capital paraense na semana passada, acompanhado de técnicos das Nações Unidas, e ficou impressionado com o progresso. “A equipe das Nações Unidas também ficou bem tranquila depois da visita”, disse.

Nesta terça, uma comitiva do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) visitou as obras financiadas pela instituição financeira em Belém. Para a realização da COP30, o governo paraense executa cerca de 30 obras de infraestrutura urbana, mobilidade e saneamento na região metropolitana da capital paraense. Estimados em R$ 4 bilhões, os trabalhos são financiados pelo BNDES, por um acordo com a Usina de Itaipu e pelo governo do Pará.



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Programas de sustentabilidade são apresentados ao presidente da COP30



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, apresentou ao presidente da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), embaixador André Aranha Corrêa do Lago, os projetos e iniciativas de agropecuária sustentável da pasta. O encontro ocorreu na sede do ministério.

Em nota, a pasta informou que Fávaro tratou sobre a participação do agronegócio brasileiro na COP30, que ocorre em novembro em Belém.

De acordo com o próprio ministro, o planejamento apresentado envolve pesquisa, ciência, inovação, ações em agricultura e sistemas, experiências imersivas e vitrine tecnológica.

“Estamos trabalhando com dedicação para o desenvolvimento de um espaço nosso na cidade da COP30, que vai reunir líderes mundiais, cientistas, empresas e organizações da sociedade civil em busca de soluções para a redução de emissões de gases de efeito estufa, proteção do ecossistemas e redução dos impactos das mudanças climáticas”, disse Fávaro nas redes sociais. “Queremos mostrar ao mundo o potencial do agro brasileiro, que é referência em boas práticas e produtos de alta qualidade. Nosso objetivo é integrar a agropecuária brasileira de forma significativa ao evento”, afirmou o ministro.

Entre as iniciativas apresentadas, Fávaro citou o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas (PNCPD), o Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos e estratégias da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).



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AgroNewsPolítica & Agro

a origem do uso de adubos naturais



No Egito antigo, fertilizantes surgiram mais de cinco mil anos atrás




Foto: Canva

Desde os primórdios da agricultura, povos antigos observaram que algumas áreas apresentavam solos mais férteis, propiciando melhores condições para o cultivo. Mais de cinco mil anos atrás, no Egito Antigo, práticas rudimentares, como o uso de cinzas, dejetos de animais, resíduos vegetais e húmus dos rios, deram início à chamada Revolução Agrícola.

Povos nômades que passaram pela região perceberam a riqueza mineral e a disponibilidade de água nos solos próximos aos rios, marcando o começo do uso de nutrientes naturais, como o lodo fluvial, para adubação orgânica. Essa descoberta reduziu a necessidade de deslocamentos sazonais, estabelecendo as bases para a agricultura fixa.

O conceito moderno de fertilidade do solo surgiu em 1840, com o químico alemão Justus Von Liebig, que investigou quais nutrientes as plantas necessitam, como adquiri-los e como a agricultura pode suprir essas demandas. Suas pesquisas revolucionaram a compreensão da nutrição vegetal, dando origem ao desenvolvimento dos fertilizantes modernos.

Desde então, o avanço na produção e uso de fertilizantes tem transformado a capacidade de suprir nutrientes ao solo, aumentando a produtividade e a eficiência das práticas agrícolas.

“Hoje a crescente demanda por alimentos no mundo, impulsionada pelo aumento da população, é um desafio para a capacidade de produção agrícola. Nesse contexto, os fertilizantes se tornaram uma ferramenta indispensável para atender às necessidades globais de produção de alimentos. O papel desses produtos inclui nutrir as plantas, aumentar a produtividade das culturas, melhorar a qualidade do solo e garantir a segurança alimentar do planeta”, explica Luís Schiavo, CEO da Naval Fertilizantes.

Com informações da assessoria.*





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Brasil está no caminho para liderar produção de combustíveis sustentáveis para aviões, diz Alta



O Brasil mantém o potencial de ser líder global na produção de Combustíveis de Aviação Sustentáveis (SAF). O apontamento faz parte de relatório divulgado nesta terça-feira, 28, pela Associação Latino-Americana e do Caribe de Transporte Aéreo (Alta).

No material de título “Rumo à Sustentabilidade na América Latina e no Caribe”, a Alta apresenta avanços, desafios e estratégias sobre como a região pode alcançar suas metas de sustentabilidade e se tornar uma referência em questões ambientais.

A corrida para alcançar as metas globais de redução de emissões de gases do efeito estufa segue liderada pelo Brasil. “Com uma posição de destaque na produção de SAF e uma economia aérea robusta, o Brasil é peça-chave para alcançar os objetivos de descarbonização na aviação”, considera a Alta.

“O Brasil está posicionado como líder absoluto na produção de SAF na região. Projeções indicam que o País será responsável por 60% da produção total de SAF na América Latina até 2050, graças à abundância de matérias-primas como cana-de-açúcar, resíduos agrícolas e óleos usados”, destaca o relatório.

O material também aponta que o Brasil já possui uma infraestrutura avançada para produção de biocombustíveis, derivada de sua liderança no mercado de etanol e biodiesel. “Isso coloca o País à frente no desenvolvimento e na exportação de SAF, contribuindo significativamente para a descarbonização global da aviação.”

América Latina

Desde 1970, o número de passageiros transportados na região representada pela Alta aumentou 18 vezes, passando de 18 milhões para mais de 324 milhões em 2023, superando a média global de crescimento, que foi de 14 vezes. Com o aumento no fluxo, também cresceu a participação do setor nas emissões de CO2.

Embora o SAF, que tem potencial para reduzir até 80% das emissões de CO2 – seja uma ação-chave para alcançar as metas de redução de emissões, a região necessita de um conjunto mais amplo de medidas, afirma o relatório da Alta.

Entre as mudanças apontadas estão: melhorias na gestão do tráfego aéreo, otimização de rotas e investimentos em infraestrutura sustentável. Já entre as recomendações específicas para o Brasil está o aumento de investimentos em infraestrutura, implementações de incentivos fiscais e a promoção à inovação.

“Com uma abordagem estratégica e colaborativa, o Brasil pode transformar desafios em oportunidades, consolidando sua posição como motor da sustentabilidade no setor aéreo da América Latina”, considera o documento.



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Produtor que comprovar manejo sustentável terá desconto em operações de custeio



Com o objetivo de estimular a sustentabilidade no setor agropecuário, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou que produtores rurais de médio e grande porte que comprovarem a adoção de práticas produtivas sustentáveis, por meio de certificações, poderão obter uma redução de 0,5 ponto percentual na taxa de juros de custeio. A medida foi implementada pela Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 5.152, publicada em julho do ano passado.

O benefício vale para certificações válidas em programas oficiais, como o Produção Integrada (PI Brasil), com documento emitido por instituição certificadora acreditada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro); o Programa de Boas Práticas Agrícolas (BPA); os sistemas de produção orgânica, ambas mediante certificação do Mapa; ou certificação realizada por organismos participativos avaliação da conformidade orgânica, no âmbito do Sistema Participativo de Garantia (SPG).

Também tem direito ao desconto o produtor que houver, nos últimos cinco anos agrícolas, contratado crédito de investimento em um dos subprogramas do RenovAgro (antigo Programa ABC), desde que o crédito de custeio seja destinado a atividades desenvolvidas em área total ou parcialmente coincidente com a área objeto do financiamento do RenovAgro e o custeio seja relacionado à atividade financiada. Nesse caso, basta que o produtor autorize a instituição financeira o acesso à informação de seus financiamentos obtidos em outros bancos.

As instituições financeiras deverão validar as informações na Plataforma AgroBrasil + Sustentável. Os passos a serem seguidos estão disponíveis na página do Serpro: página do produto Consulta Práticas Agropecuárias Sustentáveis.

Documentação

O produtor rural que pretende utilizar o benefício, deverá reunir os seguintes requisitos:

  • Prévia qualificação socioambiental do estabelecimento rural na Plataforma AB+S;
  • Conter pelo menos um certificado válido de prática sustentável emitido para o produtor que solicitou a habilitação ao Plano Safra e cadastrado pela respectiva instituição na Plataforma AB+S;
  • Número do CAR do estabelecimento rural certificado para as práticas sustentáveis.

O acesso à Plataforma AB+S, pelo produtor rural, deverá ser realizado no site https://agrobrasil.agricultura.gov.br/abs/home

Com informações do Ministério da Agricultura e Pecuária.



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AgroNewsPolítica & Agro

Obrigatoriedade da NFP-e começa em fevereiro para produtores rurais



90% dos produtores já utilizam nota eletrônica em SC




Foto: Divulgação

Segundo o divulgado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (SAR), a Nota Fiscal de Produtor Eletrônica (NFP-e) passará a ser obrigatória em todo o Brasil a partir de 3 de fevereiro de 2025 para produtores rurais com faturamento superior a R$ 360 mil em 2023 ou 2024. A regra, estabelecida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), também será válida para operações interestaduais, independentemente do valor faturado.

Em Santa Catarina, levantamento da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF/SC) revela que 90% dos produtores enquadrados na nova exigência já utilizam a NFP-e. Cerca de mil produtores catarinenses que ultrapassaram o teto de R$ 360 mil em faturamento anual ainda precisam se adaptar ao sistema eletrônico.

Para os agricultores e pecuaristas com faturamento abaixo desse valor, a obrigatoriedade será escalonada. Eles poderão continuar utilizando a nota fiscal em papel até 5 de janeiro de 2026. Além disso, há 171 mil produtores primários cadastrados no estado que não emitiram notas fiscais em 2024 e, por isso, não serão impactados neste momento.

O Confaz inicialmente previa a obrigatoriedade da NFP-e para julho de 2023. Após adiamentos sucessivos, a implementação foi prorrogada para 2024 e, agora, para 2025. A Secretaria de Fazenda de Santa Catarina está finalizando um decreto que oficializará a mudança no estado, assegurando que nenhum produtor será penalizado pelo uso da nota em papel até o início das novas regras.

A SEF/SC, em parceria com o Sistema Faesc/Senar, realizou 1,2 mil treinamentos em 2023, capacitando mais de 12 mil produtores para aderir ao sistema eletrônico. Unidades conveniadas em todo o estado seguem à disposição para orientar os produtores sobre a emissão da NFP-e e regularizar os cadastros.





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saiba o que esperar do Copom e do Fed nesta Super Quarta


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a sétima queda seguida do dólar, fechando a R$ 5,86 e acumulando perda de 5% em janeiro. O Ibovespa recuou 0,65%, enquanto a Nasdaq se recuperou.

O mercado aguarda a decisão do Copom, que deve elevar a Selic para 13,25%, e do Fed, que pode sinalizar cortes ainda em 2025.

O crédito cresceu 10,9% em 2024, com inadimplência em queda, e a arrecadação subiu 9,6%, reduzindo o déficit para R$ 40,8 bilhões.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Exportações de carne bovina somam US$ 722 mi em janeiro



Preço da carne bovina cresce 11% nas exportações de 2025




Foto: Divulgação

De acordo com o boletim semanal divulgado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (27), dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam que, até a quarta semana de janeiro de 2025, o Brasil exportou 143,31 mil toneladas de carne bovina in natura. O volume gerou uma receita de US$ 722,01 milhões, com uma média diária de US$ 42,47 milhões.

A quantidade embarcada diariamente foi de 8,43 mil toneladas, um aumento de 2,12% em relação ao mesmo período de 2024. Além disso, o preço médio da tonelada alcançou US$ 5.037,88, representando um crescimento de 11,38% comparado ao valor médio registrado em janeiro do ano anterior.

O desempenho reflete a contínua demanda externa pela proteína bovina brasileira. Caso o ritmo das exportações seja mantido, o mês de janeiro de 2025 poderá se tornar o melhor da história para o setor, consolidando um novo recorde.





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dia terá chuva forte, raios e rajadas de vento



A quarta-feira (29) reserva instabilidades para grande parte do país, com muita chuva, chances de temporais e rajadas de vento. Veja a previsão para as cinco regiões:

Sul

Áreas de instabilidade continuam se espalhando por todos os estados da região, com previsão de pancadas de chuva de forte intensidade e raios entre o centro-norte do Rio Grande do Sul e o Paraná, especialmente a partir da tarde. Nas áreas mais ao sul do território gaúcho, as precipitações serão mais isoladas.

Sudeste

O tempo segue mais nublado, com pancadas fortes de chuva no interior de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, onde não se descarta o risco de temporais. No Espírito Santo e no nordeste mineiro, predomínio de tempo firme com variação de nebulosidade.

Centro-Oeste

Tempo instável, com pancadas de chuva em todos os estados da região. As precipitações devem ganhar intensidade a partir da tarde em Goiás, Mato Grosso do Sul e leste de Mato Grosso. Temporais, raios e rajadas de vento podem ocorrer nessas áreas. Já no noroeste mato-grossense, a chuva será isolada, mas pode ter forte intensidade, acompanhada de trovoadas.

Nordeste

Tempo instável e com aumento de nuvens desde o Ceará até o Maranhão, além do interior da Bahia e de Pernambuco, onde a chuva pode ocorrer a qualquer momento com forte intensidade. Na faixa leste, desde o Rio Grande do Norte até Alagoas, o sol predomina, mas há previsão de pancadas de chuva à tarde.

Norte

A combinação do calor com a alta umidade continuará favorecendo a ocorrência de pancadas de chuva intercaladas com períodos de melhora em toda a região. No Amapá e norte do Pará, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) contribui para a formação de temporais localizados.



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