sexta-feira, julho 10, 2026

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Milho registra alta na CME e segue influenciado por fatores globais



Estiagem na Argentina pressiona preço do milho na CME




Foto: Canva

De acordo com o boletim semanal divulgado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (27), o preço do milho no contrato julho/25 da Chicago Mercantile Exchange (CME) alcançou a média de US$ 4,97/bushel na semana encerrada em 24 de janeiro. O valor representa uma alta de 1,38% no comparativo semanal, impulsionada por fatores como o aumento do consumo de E-15 nos Estados Unidos e a sustentação nos preços de outros grãos.

Além disso, os preços foram fortalecidos pelos dados de Oferta e Demanda (O&D) divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em 12 de janeiro. No comparativo anual, o preço médio do milho entre 20 e 24 de janeiro registrou crescimento de 1,66% em relação ao mesmo período de 2024, refletindo expectativas de queda na produção global para a safra 2024/25.

Outro ponto de atenção é a produção sul-americana, que pode influenciar diretamente as cotações futuras na bolsa de Chicago. A estiagem na Argentina e no sul do Brasil gera incertezas quanto ao desempenho da safra. No Brasil, as chuvas intensas no norte têm dificultado a colheita da soja, atrasando também os trabalhos de campo relacionados ao milho, o que pode impactar a oferta.





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Mesmo sem previsão no orçamento, verba para o Censo Agropecuário está garantida



O Ministério do Planejamento e Orçamento (MPOR) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informam ter garantidas as verbas para a realização do próximo Censo Agropecuário. Em nota conjunta, os dois órgãos também informaram que a criação da Fundação IBGE+ fica temporariamente suspensa.

A verba para formulação do censo – que envolve treinamento, contratação de profissionais, entre outros – será garantida por meio da Lei Orçamentária Anual (LOA). O levantamento é um dos mais relevantes do Instituto.

O Orçamento está em tramitação no Congresso e não estava previsto na peça de recursos do governo para a realização da pesquisa.

Crise

Sobre o cancelamento da criação da Fundação IBGE +, que desatou uma crise entre o presidente do instituto, Marcio Pochmann, e os servidores – os órgãos afirmaram que estão sendo mapeados modelos alternativos em diálogo com o Congresso Nacional. A proposta visava a ampliação das fontes de recursos para o IBGE com foco no desenvolvimento da instituição.

Para muitos servidores, a fundação representava uma espécie de IBGE paralelo e disseram que não foram ouvidos pela presidência para confecção do projeto.

O IBGE é um instituto vinculado ao MPOR, pasta que é comandada pela ministra Simone Tebet.

Reconhecimento

A nota também acrescenta que o IBGE foi reconhecido como Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT) e elaborará uma Política de Inovação, instituindo um comitê próprio, composto por servidores, conforme a Lei de Inovação para ICTs.

Leia na íntegra o comunicado:

“O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é um órgão basilar na geração e na análise de dados referentes ao Brasil, produzindo informações que atendem a diversos setores governamentais e da sociedade civil. O Instituto tem autonomia administrativa e é vinculado à estrutura do Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO), com quem mantém um constante e produtivo diálogo. Por essa razão, o MPO e o IBGE informam a decisão tomada de forma conjunta:

  1. O MPO dará apoio ao IBGE, por meio da Lei Orçamentária Anual (LOA), para a formulação do Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola, uma das pesquisas mais relevantes do Instituto, em recursos para 2025 (cronograma que envolve treinamento, contratação, entre outros).
  2. Resolvem, em comum acordo, suspender temporariamente a iniciativa da Fundação de Apoio à Inovação Científica e Tecnológica do IBGE (IBGE+), proposta apoiada pelo MPO, para o desenvolvimento institucional e a ampliação das fontes de recursos para o IBGE. Frente a esse desafio, estão sendo mapeados modelos alternativos que podem ensejar alterações legislativas, o que requererá um diálogo franco e aberto com o Congresso Nacional. Desta forma, o MPO e o IBGE esclarecem que qualquer decisão que oportunamente for tomada seguirá o debate no IBGE e com o Executivo e o Legislativo.

Ainda no sentido de aperfeiçoamento institucional, cabe acrescentar que IBGE foi reconhecido como Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT) e, como tal, elaborará sua Política de Inovação, obrigatória pela Lei de Inovação para ICTs. Para isso, foi instituído um comitê próprio, composto por servidores de todas as diretorias e membros das superintendências.”



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Após prejuízo para soja, entidades cobram melhorias logísticas



O excesso de chuvas no extremo norte de Mato Grosso tem causado grandes transtornos para os produtores rurais da região. Além de perdas na qualidade da soja, a infraestrutura rodoviária, em especial a MT 322, principal via de escoamento da produção agrícola local, também sofre com os efeitos da alta concentração de água. Isso tem impactado o escoamento da safra, levando a um cenário de dificuldades para produtores, empresários, motoristas e até mesmo lideranças indígenas, que exigem melhorias urgentes.

Em algumas áreas, mais de 30% da soja já está pronta para a colheita, mas com sérios danos causados pela umidade excessiva. Os talhões estão ultrapassando o ponto ideal de colheita, e as dificuldades aumentam com a constante oferta de chuvas, que dificultam os trabalhos no campo. Mesmo com esforços para minimizar os danos, a produtividade e a rentabilidade da safra estão sendo gravemente afetadas.

Além disso, a situação é ainda mais crítica para as áreas que não têm a soja pronta para a colheita, pois o acúmulo de chuvas tem impedido a entrada das máquinas nas lavouras. Muitos produtores temem que a produção seja comprometida de forma irreversível. Mesmo com armazéns disponíveis, a capacidade de estocagem é insuficiente para o volume de grãos, o que leva a problemas no armazenamento e compromete ainda mais a qualidade.

A infraestrutura da MT 322 também tem sido alvo de críticas. Trechos não pavimentados da estrada estão se tornando intransitáveis, o que tem gerado grandes dificuldades para o transporte de mercadorias e animais. Os motoristas enfrentam longos períodos para percorrer distâncias curtas, com veículos danificados e atraso nas entregas, resultando em prejuízos significativos tanto para os produtores quanto para a indústria.

A pavimentação de um trecho de 124 km da MT 322, que liga os municípios de Peixoto de Azevedo e São José do Xingu, é uma das principais demandas da região. A obra aguarda a liberação do licenciamento ambiental por parte do Ibama, o que tem retardado o andamento da pavimentação. As lideranças locais solicitam apoio do governo para agilizar a liberação do projeto, considerando a situação emergencial da estrada.



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Produtor é condenado por abandonar búfalas em SP; 133 morreram



Um produtor rural de Brotas, no interior de São Paulo, foi condenado a quatro anos e sete meses de prisão, inicialmente em regime semiaberto, além do pagamento de multa, por abandono e maus-tratos a centenas de búfalas, cavalos e pôneis. O crime, conhecido como ‘Búfalas de Brotas’, foi descoberto em novembro de 2021 e denunciado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP). O caso se enquadra na Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98).

Segundo o MPSP, o fazendeiro encerrou a produção de laticínios em 2021 e confinou os animais em áreas sem água, pasto ou qualquer alimento, visando liberar espaço para o plantio de soja e reduzir custos. As búfalas ficaram cerca de 40 dias em intenso sofrimento, resultando na morte de pelo menos 133 animais e no adoecimento de muitos outros.

O nome do fazendeiro e da propriedade não foram divulgados, e o valor da multa aplicada também não foi informado. Em dezembro de 2023, o MPSP iniciou o resgate dos animais sobreviventes.



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SC projeta alta de 49,8% na produção de tabaco em 2024/25


De acordo com os dados da edição de janeiro do Boletim Agropecuário produzido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) divulgado pelo Observatório Agro Catarinense, a produção de tabaco foi marcada por desafios climáticos em Santa Catarina na safra 2023/24. O estado produziu 158 mil toneladas, representando 29,6% da produção da Região Sul do Brasil, em uma área de 86 mil hectares. A produtividade média foi de 1.784 kg/ha, queda de 28,1% em relação à safra anterior, impactada por chuvas acima da média que prejudicaram o desenvolvimento, colheita e secagem do tabaco.

As variedades de tabaco apresentaram as seguintes produtividades: Virgínia (1.822 kg/ha, -27,5%), Burley (1.453 kg/ha, -33,9%) e Galpão Comum (1.232 kg/ha, -38,2%). A Microrregião de Canoinhas foi a maior produtora, contribuindo com 46,5% da produção estadual, seguida por Rio do Sul (13,3%) e Ituporanga (12,6%).

Apesar da queda na produção, os preços pagos aos fumicultores subiram significativamente. O preço médio do tabaco em 2023/24 foi de R$ 23,00 por quilo, aumento de 24,6% em relação ao ciclo anterior. A variedade Virgínia apresentou o maior preço médio, R$ 23,22 (+25,4%), enquanto Burley (R$ 20,33) e Comum (R$ 20,29) também registraram ganhos.

Entre 2020 e 2024, o preço médio do tabaco em Santa Catarina cresceu 2,6 vezes, refletindo a valorização da cultura. Para a safra 2024/25, projeta-se uma recuperação: a área plantada deve aumentar 11,8%, alcançando 94,2 mil hectares, com expectativa de crescimento de 49,8% na produção, atingindo 225 mil toneladas.

Entretanto, negociações sobre o preço do tabaco entre produtores e empresas fumageiras seguem sem acordo. Os debates consideram o custo de produção, que varia de 6,18% a 10,55% para a variedade Virgínia.





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Ibama identifica os responsáveis pela morte de uma onça-parda no PI



O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou em R$ 20 mil cada um dos envolvidos na morte de uma onça-parda, ocorrida no dia 16 de dezembro de 2024, no município de Alto Longá, no Piauí. O crime, registrado em vídeo e divulgado nas redes sociais, gerou grande repercussão

De acordo com o Ibama, a mulher que atirou no animal mora no Rio de Janeiro. A pessoa que filmou as cenas da morte da onça é irmã da responsável pelos tiros. O outro envolvido no crime é um senhor de 73 anos, pai das duas mulheres. Os agentes do Instituto conversaram por telefone com a responsável por atirar na onça.

Crime

Na gravação, a mulher atira com uma espingarda em uma onça-parda que estava no alto de uma árvore. Quando o animal cai no chão, quatro cachorros que acompanhavam a atiradora começam a atacar o animal, que tenta se defender, mas acaba morrendo.

Aos fiscais do Ibama, o pai das mulheres alegou que a arma usada para matar o felino era do filho dele. A espingarda foi levada pelos agentes, assim como os quatro cães. O Instituto levou os cachorros para um abrigo de adoção de animais domésticos.

Os três irão responder pelos crimes:

  • Praticar ato de abuso, ferindo uma onça-parda (Puma concolor) em atividade de caça irregular – R$ 3 mil;
  • Caçar uma onça-parda (Puma concolor), sem autorização do órgão ambiental competente – R$ 5 mil;
  • Praticar ato de maus-tratos a quatro cachorros utilizados na atividade de caça de onça – R$12 mil.

O Ibama informa que o caso será encaminhado ao Ministério Público para denúncia criminal.



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A situação de emergência nas lavouras de soja em MT



Os produtores de soja de Mato Grosso enfrentam desafios devido à instabilidade climática na safra 24/25. Durante o período de plantio, diversas regiões do estado sofreram com a falta de chuvas, atrasando a semeadura da soja. Agora, no período de colheita, os sojicultores enfrentam dificuldades para colocar as colheitadeiras no campo, principalmente nas regiões Leste e Médio-Norte, devido às fortes chuvas.

Até esta terça-feira (28), 29 municípios do estado haviam decretado situação de emergência devido ao elevado índice de precipitações, com o acúmulo superior a 400 milímetros nas últimas semanas. Esse cenário tem interferido diretamente na colheita da soja, conforme destacou o vice-presidente da Aprosoja MT, Luiz Pedro Bier.

“Isso de certa forma já era esperado, pois o atraso na semeadura da safra 24/25, que também começou de forma lenta, indicava que a colheita seria desafiadora. Contudo, o que não contávamos era a grande quantidade de chuva que atingiu o estado. Nos últimos 20 dias, as chuvas ocorreram com intensidade e frequência, impossibilitando o trabalho no campo”, afirmou Bier.

A logística de transporte e escoamento da produção também tem gerado preocupação. As fortes chuvas causaram a destruição de estradas e pontes, alagamentos e atoleiros, comprometendo as rodovias municipais e dificultando a mobilidade dos produtores. Isso tem gerado ainda mais desafios na hora de escoar a produção de soja e milho.

“A armazenagem, que já é um gargalo no estado, também tem enfrentado grandes desafios. Os armazéns estão com filas enormes, e o processo de secagem tem demandado muito trabalho. Além disso, as estradas sem pavimentação estão esburacadas e com atoleiros, o que torna a logística ainda mais difícil. É um cenário extremamente desafiador para o produtor mato-grossense”, ressaltou Luiz Pedro Bier.

Com a janela de colheita mais curta e o atraso na colheita da soja, o plantio do milho também está comprometido, o que gera ainda mais preocupação entre os produtores rurais. No entanto, Bier acredita que, caso o clima melhore nos próximos dias, o avanço da colheita pode ser significativo.

“Nas próximas semanas, devemos ter um avanço expressivo na colheita, caso o sol apareça. O plantio foi realizado de forma atrasada e terminou muito rápido, o que resultou em uma janela curta. Por isso, acreditamos que a colheita vai avançar de maneira acelerada nas próximas semanas”, concluiu Bier.



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live debate novas tecnologias na aeração



Programa Grão Seguro promove debates sobre aeração de grãos


Foto: Leonardo Gottems

O Programa Grão Seguro (PGS) inicia seu terceiro ano de transmissões ao vivo com foco em conteúdos especializados na área de pós-colheita de grãos. Hoje, nesta quarta-feira, 29 de janeiro, às 19h30 (horário de Brasília), o convidado será o professor André Goneli, da Universidade de Dourados, que apresentará o tema: “Aeração: A influência das novas tecnologias na tomada de decisão sobre aeração de grãos”.

O tema é de grande relevância para um país como o Brasil, onde diferenças climáticas regionais impactam diretamente a qualidade dos grãos armazenados. O programa busca oferecer informações técnicas que auxiliem na tomada de decisões para manutenção da qualidade da produção.

Com supervisão dos especialistas em armazenagem Irineu Lorini e Lincoln Hiroshi Miike, e apresentado por Heitor José Barbosa, o PGS conta com o apoio institucional da ABRAPÓS (Associação Brasileira de Pós-Colheita) e patrocínio de importantes empresas do setor agropecuário.

Desde sua criação, o programa tem como objetivo disseminar conhecimento de qualidade para os profissionais do setor, priorizando a curadoria criteriosa de convidados e temas. Com quase 3 mil inscritos no canal, o PGS já alcançou público em diferentes regiões do Brasil e até em outros países, fortalecendo seu papel como referência no setor.

Transmitido ao vivo pelo YouTube, o programa é uma oportunidade para se atualizar sobre as tendências e inovações da pós-colheita, promovendo a troca de experiências entre especialistas e profissionais do agro. (https://www.youtube.com/channel/UCSXPrBXjIbFdBavNsIDOU2w)





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Fevereiro terá calor acima do normal e região com mais de 160 mm de chuva



O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou a previsão do tempo para fevereiro, indicando temperaturas acima da média em grande parte do Brasil, com máximas superiores a 26°C nas regiões Norte e Nordeste.

Mais chuva!

As chuvas devem ficar acima da média na região Norte, mas com volumes reduzidos no leste do Acre, sul do Pará e Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a Bahia deve ter precipitações abaixo da climatologia, especialmente no sul, norte e oeste do estado, além de Alagoas e Sergipe, onde os acumulados ficarão abaixo de 80 mm.

Menos chuva!

No Centro-Oeste e Sudeste, as chuvas devem ser abaixo da média, exceto em áreas do noroeste do Mato Grosso, norte do Mato Grosso do Sul, leste de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, onde os volumes podem superar 160 mm.

No Sul do país, a previsão indica chuvas abaixo da média no oeste do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, mas acumulados podem ser superiores à média histórica na faixa leste de Santa Catarina e Paraná.



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Programa ALI Produtividade impulsiona pequenos negócios em Minas Gerais



O Sebrae Minas lançou novas inscrições para o programa ALI Produtividade, que neste ano pretende atender até seis mil pequenos negócios no estado em dois novos ciclos.

A iniciativa tem como foco aumentar a eficiência e o faturamento de micro e pequenas empresas, incluindo pequenos empreendimentos ligados ao agronegócio. O atendimento é gratuito e pode ser solicitado pelo site do programa.

O ALI Produtividade oferece acompanhamento especializado de um Agente Local de Inovação, que analisa a realidade do negócio, aponta desafios e propõe soluções para melhorar a gestão e os processos produtivos. A edição de 2025 contará com 120 agentes atuando ao longo de ciclos de seis meses, orientando empreendedores sobre inovação e produtividade.

Bruno Falci, analista do Sebrae Minas, destaca que o programa permite elevar a competitividade das pequenas empresas, otimizando custos e ampliando as oportunidades de negócios.

“O ALI visa elevar a produtividade dos pequenos negócios, aumentando o faturamento, reduzindo custos e otimizando processos, por meio de metodologias ágeis e inovadoras. Além disso, permite identificar oportunidades por meio da transformação digital e de novas tecnologias a serem implementadas”, afirma Falci.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

Benefícios do ALI Produtividade

Entre as vantagens do programa está o acompanhamento contínuo de profissionais capacitados, que orientam os participantes de forma personalizada.

Além disso, os negócios terão acesso a metodologias modernas para aprimorar sua gestão e aumentar a produtividade.

Outro diferencial é a oportunidade de aplicação prática do aprendizado, com testes e validação de melhorias em produtos e processos. Isso garante que as mudanças adotadas realmente tragam impacto positivo na rotina empresarial.

O programa também ajuda na digitalização dos pequenos negócios, identificando ferramentas e tecnologias que possam contribuir para um crescimento mais sustentável e eficiente.

Como participar

Informações e inscrições: https://brasilmaisprodutivo.mdic.gov.br/

Em caso de dúvidas, procure uma agência de atendimento do Sebrae mais próxima.



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