sexta-feira, julho 10, 2026

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Produtores rurais terão bonificação nas operações de custeio de práticas sustentáveis



A medida foi implementada pela Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 5.15




Foto: Divulgação

Médios e grandes produtores rurais que comprovarem a adoção de práticas produtivas sustentáveis, por meio de certificações válidas e ativas, poderão obter uma redução de 0,5 ponto percentual na taxa de juros de custeio. A medida foi implementada pela Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 5.152, publicada em 2 de julho de 2024, e tem como objetivo estimular a sustentabilidade no setor agropecuário.

O benefício vale para certificações válidas em programas oficiais, como o Produção Integrada (PI Brasil), mediante certificação de conformidade emitida por instituição certificadora acreditada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro); o Programa de Boas Práticas Agrícolas (BPA), mediante certificação emitida por instituição certificadora com programa reconhecido pelo Mapa; e os sistemas de produção orgânica, mediante certificação realizada por instituições certificadoras credenciadas pelo Mapa ou certificação realizada por organismos participativos avaliação da conformidade orgânica, no âmbito do Sistema Participativo de Garantia (SPG).

Também tem direito ao desconto o produtor que houver, nos últimos cinco anos agrícolas, contratado crédito de investimento em um dos subprogramas do RenovAgro (antigo Programa ABC), desde que o crédito de custeio seja destinado a atividades desenvolvidas em área total ou parcialmente coincidente com a área objeto do financiamento do RenovAgro e o custeio seja relacionado à atividade financiada. Nesse caso, basta que o produtor autorize a instituição financeira o acesso à informação de seus financiamentos obtidos em outros bancos.

As instituições financeiras deverão validar as informações na Plataforma AgroBrasil + Sustentável. Os passos a serem seguidos estão disponíveis na página do Serpro: página do produto Consulta Práticas Agropecuárias Sustentáveis.

Já o produtor rural, para se habilitar ao benefício, deverá considerar os seguintes requisitos: prévia qualificação socioambiental do estabelecimento rural na Plataforma AB+S; conter pelo menos um certificado válido de prática sustentável emitido para o produtor que solicitou a habilitação ao Plano Safra e cadastrado pela respectiva instituição na Plataforma AB+S; e número do CAR do estabelecimento rural certificado para as práticas sustentáveis. O acesso à Plataforma AB+S, pelo produtor rural, deverá ser realizado por meio do link.





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Confira os preços médios da arroba do boi gordo no Brasil hoje



O mercado físico do boi gordo mais uma vez teve tentativas de compra abaixo da referência média, com frigoríficos da Região Norte sinalizando para boa oferta de fêmeas.

“Também em Goiás, no Centro-Oeste, novamente foram evidenciadas algumas tentativas de compra em patamares mais baixos”, alerta o analista da consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, no restante do país, o que se percebe é um mercado um pouco mais acomodado, com indústrias ainda trabalhando com escalas relativamente apertadas, entre cinco e seis dias úteis.

“Resta saber se a pressão de oferta da Região Norte será suficiente para alterar a dinâmica do restante do país”, diz.

  • São Paulo: R$ 331,58
  • Goiás: R$ 314,64
  • Minas Gerais: R$ 320,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 323,52
  • Mato Grosso: R$ 320,42

Mercado atacadista

O mercado atacadista voltou a se deparar com preços firmes. Para Iglesias, a expectativa em torno da entrada dos salários na economia é grande, podendo motivar alguma recuperação dos preços no atacado.

“Importante mencionar que o perfil de consumo traçado para o primeiro bimestre ainda aponta para a preferência de consumo de proteínas de menor valor agregado, em especial carne de frango, embutidos e ovo”, pontuou.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50 por quilo. A ponta de agulha permanece no patamar de R$ 18,00 por quilo. O quarto dianteiro segue cotado a R$ 18,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,01%, sendo negociado a R$ 5,8671 para venda e a R$ 5,8651 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8431 e a máxima de R$ 5,8881.



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Preços da soja sobem no Brasil; veja cotações



O mercado de soja no Brasil registrou aumento nos preços nesta quarta-feira (29), mas com pressão para quedas a partir de fevereiro, alinhando-se à paridade de exportação. A movimentação nos portos foi mais restrita, e o mês de fevereiro já apresenta um cenário de pressões baixistas. A melhor janela de vendas foi observada para pagamentos e entregas em janeiro.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Região das Missões (RS): preço subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço subiu de R$ 138,00 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): preço subiu de R$ 122,00 para R$ 124,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço subiu de R$ 131,00 para R$ 133,00
  • Rondonópolis (MT): preço subiu de R$ 113,00 para R$ 115,00
  • Dourados (MS): preço subiu de R$ 115,00 para R$ 116,00
  • Rio Verde (GO): preço subiu de R$ 117,00 para R$ 118,00

Chicago

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a terça-feira com preços entre estáveis e levemente mais altos, apesar de um dia de volatilidade. O movimento foi impulsionado por fatores técnicos, enquanto os agentes do mercado buscam posicionar suas carteiras segundo as possíveis mudanças nas tarifas comerciais com o novo governo dos EUA.

As atenções continuam voltadas para a América do Sul, onde a previsão de chuvas para a Argentina nos próximos dias pode evitar perdas mais severas na produtividade. No Brasil, a expectativa é de uma safra ampla, com projeções em torno de 170 milhões de toneladas.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam estáveis a US$ 10,45 por bushel. A posição de maio teve cotação de US$ 10,59 1/2 por bushel, com um pequeno ganho de 1,00 centavo, ou 0,09%.

Nos subprodutos, o farelo de soja com vencimento em março teve alta de US$ 0,80, fechando a US$ 301,60 por tonelada, o que representa uma valorização de 0,26%. No mercado do óleo de soja, os contratos com vencimento em março fecharam a 45,13 centavos de dólar, com uma alta de 0,13 centavo, ou 0,28%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou com queda de 0,01%, cotado a R$ 5,8671 para venda e R$ 5,8651 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,8431 e R$ 5,8881.



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Pastagens melhoram com chuvas, mas açudes seguem baixos



Calor e chuvas irregulares impactam pecuária de corte




Foto: Alexandre Teixeira

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (23), as altas temperaturas das últimas semanas trouxeram desafios para a bovinocultura de corte no Rio Grande do Sul. O calor intenso afetou o conforto térmico dos animais, mas, em algumas regiões, as chuvas recentes aliviaram parcialmente a situação, permitindo a retomada da adubação em cobertura e amenizando os impactos nas pastagens.

Situação por regiões administrativas

  • Bagé: As chuvas interromperam a estagnação no crescimento das pastagens nativas e cultivadas. Entretanto, na Fronteira Oeste, os açudes e fontes de água continuam baixos em muitas localidades. Apesar disso, o estado corporal do rebanho é satisfatório.
  • Caxias do Sul: A integração lavoura-pecuária tem substituído áreas de pastagens por cultivos de soja e milho. Os rebanhos estão sendo mantidos em campos nativos e pastagens de milheto, capim sudão, tifton e jiggs.
  • Erechim: A baixa oferta de massa verde tem levado ao aumento do uso de volumosos conservados e rações.
  • Frederico Westphalen: O mercado segue aquecido, com valorização nos preços de abate e reposição.
  • Passo Fundo: A estiagem prejudicou o desempenho das pastagens, exigindo ajustes no manejo alimentar e maior atenção à suplementação.
  • Pelotas: O calor acima de 30°C e a alta umidade impactaram negativamente os animais de origem europeia. O manejo está focado no controle de bicheiras e carrapatos.
  • Porto Alegre: Apesar da estiagem, os rebanhos mantêm boas condições, com reforço na suplementação para compensar a escassez de pastagens de verão.
  • Santa Rosa e Soledade: Os rebanhos estão em período reprodutivo, com entouramento das matrizes. Métodos como monta natural, inseminação artificial e inseminação artificial em tempo fixo (IATF) são amplamente utilizados.


O levantamento semanal de preços apontou um aumento de 1,21% no preço médio do boi, passando de R$ 10,74 para R$ 10,87/kg vivo. Já o preço da vaca para abate subiu 0,42%, de R$ 9,57 para R$ 9,61/kg vivo.





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Se necessária, redução da alíquota de importação de alimentos será pontual, diz Fávaro



O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, disse após reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que eventuais reduções no imposto de importação de alimentos, se forem feitas, acontecerão pontualmente sem “afrontar” o mercado brasileiro.

A medida foi citada na semana passada entre possíveis ações de combate à inflação de alimentos.

Ele citou que o governo no passado já tomou atitude nesta linha quando aprovou uma cota adicional de 250 mil toneladas para importação de trigo isento de imposto de importação para países de fora do Mercosul.

“Uma medida pontual – se tiver necessidade, sem afetar a produção interna, e se tiver alguma coisa que lá fora está um pouquinho mais competitiva – pode ser estudada. Mas é com muita tranquilidade, com muito equilíbrio que a gente está estudando, sem pirotecnia”, Favaro disse a jornalistas.

Segundo ele, não há definição sobre a redução de alíquota de importação de qualquer alimento.

Na semana passada, o ministro chegou a citar o milho como um dos produtos que poderiam ter o imposto reduzido. No entanto, nesta quarta-feira ele afirmou que não há nada definido.



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Brasil começa a exportar ração para cães e gatos e penas de aves para países asiáticos



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou nesta quarta-feira (29) a abertura de dois novos mercados para a exportação de novos produtos agropecuários do Brasil.

O primeiro deles é para o embarque de penas de aves para a Coreia do Sul. O produto tem diversos usos industriais, como na fabricação de almofadas, travesseiros, roupas de cama e estofados, além de ser utilizado como matéria-prima em produtos de isolamento térmico e acústico.

Em 2024, o Ministério informa que o Brasil vendeu US$ 2,9 bilhões em produtos agropecuários aos sul-coreanos.

Já a segunda abertura de mercado é para a exportação de alimentos para cães e gatos contendo ingredientes de origem animal (pet food) ao Vietnã.

“No ano passado, o Brasil exportou a esse destino US$ 3,9 bilhões em produtos do agronegócio”, diz a pasta, em nota.

Segundo o Mapa, essas negociações buscam diversificar a pauta de exportação e consolidar o relacionamento comercial do Brasil com diferentes parceiros.

“Para os países importadores, a abertura de mercados com o Brasil oferece vantagens, como o acesso a produtos de alta qualidade e com certificação internacional, fortalecendo cadeias de suprimento e contribuindo para o desenvolvimento econômico e a segurança alimentar”, diz a pasta.

Com os anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 15 aberturas de mercado em 2025, totalizando 315 novas oportunidades de negócio desde o início de 2023.



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Açúcar sobe nas bolsas internacionais


Segundo a União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros de açúcar iniciaram a semana em alta nas principais bolsas internacionais nesta segunda-feira (27). Na bolsa de Nova York (ICE), o açúcar bruto registrou um avanço de 0,79%, atingindo a maior cotação em duas semanas e meia. Já na ICE Futures Europe, de Londres, o açúcar branco apresentou valorização de 1,77%.

O lote março/25 da ICE de Nova York foi negociado a 19,17 centavos de dólar por libra-peso, um aumento de 15 pontos em relação à sexta-feira. O contrato de maio/25 subiu 12 pontos, fechando em 17,74 cts/lb. Outros vencimentos tiveram alta entre 5 e 12 pontos.

Em Londres, o contrato com vencimento em março/25 foi cotado a US$ 507,00 a tonelada, uma alta de US$ 8,80 em relação à sessão anterior. A tela maio/25 subiu US$ 6,30, encerrando a US$ 497,80 a tonelada. Outros contratos subiram entre US$ 2,20 e US$ 4,90.

No mercado interno, os preços do açúcar cristal recuaram. Segundo o Indicador Cepea/Esalq, da USP, a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 150,72, queda de 1,88% em relação aos R$ 153,60 registrados na última sexta-feira. Com isso, o déficit acumulado do indicador no mês chegou a 6,54%.

No caso do etanol hidratado, o biocombustível também registrou desvalorização após dois dias de alta. De acordo com o Indicador Diário Paulínia, o preço médio caiu 0,70%, passando de R$ 2.927,50/m³ para R$ 2.907,00/m³.





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Governo estuda baixar juros do Plano Safra para reduzir preço dos alimentos



O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, afirmou nesta quarta-feira (29) que a pasta estuda implementar taxas de juros diferenciadas para o Plano Safra de 2025, de acordo com informações da agência Reuters.

O objetivo da pasta é impulsionar a produção, principalmente de insumos considerados mais importantes e, assim, reduzir os preços pagos pelo consumidor, uma das bandeiras prioritárias do presidente Lula em 2025 e que vem sendo alvo de críticas constantes pela oposição.

“Nós vamos fazer, por exemplo, direcionamentos de taxas de juros. Já que nós não temos um orçamento que pode ter taxas de juros muito atrativas para todo o Plano Safra em virtude da Selic tão alta, vamos ver o que é importante, arroz, feijão, hortifrutis, ser mais estimulados”, disse em entrevista a jornalistas no Ministério da Fazenda, após reunião com o chefe da pasta, Fernando Haddad.

Questionado se a taxa diferenciada seria uma inovação da pasta dele, Fávaro afirmou que a diferenciação dos juros deve ser feita por meio de alguma medida que já existe no Ministério de Desenvolvimento Agrário para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Contudo, o ministro destacou que a proposta ainda está em análise “incipiente”.

Letras de Crédito do Agronegócio

Conforme a Reuters, entre outras medidas que o Ministério da Agricultura estuda para o financiamento da agropecuária, Fávaro citou a possibilidade de ampliar a ação das Letras de Crédito do Agronegócio.

O ministro afirmou que se reunirá novamente com a Fazenda e com representantes do MDA e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) na quinta-feira (30) para discutir mais propostas, mas, indagado sobre possíveis reduções nas tarifas de importações para baixar os preços de alimentos, ele destacou que não estão em análises medidas heterodoxas ou qualquer tipo de “pirotecnia”.

“Não é uma medida para importar alimentos, para afrontar o pecuário brasileiro de jeito nenhum”, disse. “Uma medida pontual, que eventualmente, se tiver necessidade, sem afetar a produção interna e se tiver alguma coisa que lá fora está um pouco mais competitiva, pode ser estudada. Mas é com muita tranquilidade, com muita equilíbrio que estamos estudando, sem pirotecnia.”



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parceria entre Canal Rural e Grupo MF Rural realizará leilões virtuais



Leilão de máquinas agrícolas seminovas de qualidade e reconhecida procedência. É o que a parceria entre o Canal Rural e o Grupo MF Rural oferece aos produtores rurais e empresários do agronegócio brasileiro.

O Canal Máquinas, programa transmitido diariamente na grade do Canal Rural, do youtube da MF Leilões, no Lance Rural e no Canal do Criador (veja programação abaixo), leva ao público máquinas seminovas e modernas.

O próximo leilão será realizado nesta sexta-feira (31), às 16h30, e conta com 30 lotes. Entre as ofertas, uma colheitadeira John Deere modelo CA S430 + PC 622F, ano 2017, com 450,3 horas trabalhadas, cujo lance é de R$ 640 mil (até a publicação desta matéria).

Outro destaque é um pulverizador da Jacto modelo 2030, com barra de 30 metros, ano 2018, horímetro de 4.100 horas. Para este, foi feito um lance de R$ 530 mil, até o momento.

Confira todos os lotes no site da MF Leilões.

Os leilões de máquinas da nova parceria entre Canal Rural e MF Leilões contam com a mais moderna e robusta tecnologia para que os pecuaristas, agricultores e empresários possam adquirir máquinas agrícolas de diversas categorias.

O CEO da MF Leilões, Roberto Lucas, destaca que um dos diferenciais do sistema é o delay zero, ou seja, quando o interessado faz a oferta, ela é computada em tempo real, sem atrasos. Assim, não há risco de perda da máquina desejada em caso de lance feito em cima da hora.

Detalhadamente, lances oferecidos nos últimos 3 minutos para o encerramento do shopping implicam na prorrogação de mais 3 minutos para novos lances, e assim sucessivamente enquanto houver novas propostas.

“Não é um leilão em que o leiloeiro fica leiloando lote a lote, como os de gado. Todos os lotes são ofertados em tempo real, então é preciso ficar atento à máquina desejada. Os pré-lances podem ser dados até o dia do leilão, sendo que quem participa deles conta com um benefício exclusivo oferecido pelos vendedores”, detalha.

A vantagem a que o executivo se refere é o desconto de 2% na comissão de compra ao vendedor, ou seja, quem faz o lance no período de pré-leilão para apenas 3% de gratificação a quem ofereceu a máquina.

Além disso, os compradores têm à disposição um período de 15 dias de pré-lance, no qual podem se cadastrar no site da MF Leilões, acessar vídeos e fotos dos produtos disponíveis e oferecer seus lances antes do leilão principal.

O MF Leilões, do Grupo MF Rural, atua há 15 anos no mercado de leilões atendendo a todo o Brasil.

Lucas salienta que o Canal Máquinas realizará parcerias com diversas empresas em todo o Brasil para garantir a procedência dos produtos, oferecendo máquinas seminovas em perfeitas condições de uso, prontas para a realização das operações necessárias na propriedade.

O próximo leilão será realizado em 14 de fevereiro e os pré-lances passam a valer após o primeiro certame, da próxima sexta-feira (31).

Horários de exibição do Canal Máquinas:

  • 08:00 – Canal Rural, Lance Rural e MF Leilões
  • 11:30 – Canal do Criador, Lance Rural e MF Leilões
  • 16:35 – Canal Rural, Lance Rural e MF Leilões



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho registra alta na CME e segue influenciado por fatores globais



Estiagem na Argentina pressiona preço do milho na CME




Foto: Canva

De acordo com o boletim semanal divulgado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (27), o preço do milho no contrato julho/25 da Chicago Mercantile Exchange (CME) alcançou a média de US$ 4,97/bushel na semana encerrada em 24 de janeiro. O valor representa uma alta de 1,38% no comparativo semanal, impulsionada por fatores como o aumento do consumo de E-15 nos Estados Unidos e a sustentação nos preços de outros grãos.

Além disso, os preços foram fortalecidos pelos dados de Oferta e Demanda (O&D) divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em 12 de janeiro. No comparativo anual, o preço médio do milho entre 20 e 24 de janeiro registrou crescimento de 1,66% em relação ao mesmo período de 2024, refletindo expectativas de queda na produção global para a safra 2024/25.

Outro ponto de atenção é a produção sul-americana, que pode influenciar diretamente as cotações futuras na bolsa de Chicago. A estiagem na Argentina e no sul do Brasil gera incertezas quanto ao desempenho da safra. No Brasil, as chuvas intensas no norte têm dificultado a colheita da soja, atrasando também os trabalhos de campo relacionados ao milho, o que pode impactar a oferta.





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