quinta-feira, julho 9, 2026

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País está caminhando para reprimarização da pauta de exportação, diz presidente da Abimaq



O presidente da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso, afirmou na última quarta-feira (29), que o país está caminhando para a reprimarização da pauta de exportação. Velloso reconhece a robustez da balança comercial brasileira de 2024, que encerrou o ano com superávit de US$ 74,6 bilhões, o segundo maior valor da série histórica, mas chama atenção para o comportamento das exportações da indústria de transformação.

“Há dez anos, 64% das exportações eram da indústria de transformação. Hoje, é 52%”, afirma. “Percebemos que há muita exportação de itens com baixíssima transformação, como açúcar, óleos combustíveis e carne bovina. Estamos caminhando para uma reprimarização”, alertou.

Velloso também chamou atenção para o crescimento de 25,6% das importações de bens de capital em 2024, um resultado positivo. “Na teoria, isso se traduziria em aumento de produtividade no país. No entanto, o investimento no Brasil não cresceu e o consumo aparente de máquinas caiu.”

O presidente da Associação ainda afirmou que o país não está investindo na indústria como deveria. “O investimento em máquinas é 35% menor do que o que tínhamos há dez anos”, recordou.

Guerra comercial entre EUA e China

O presidente da Abimaq disse que a guerra comercial entre Estados Unidos e China já está trazendo consequências para o Brasil.

Ele lembrou que o governo americano anterior, sob o comando de Joe Biden, já trabalhava com medidas tarifárias, e a perspectiva é de continuidade do protecionismo na liderança de Donald Trump, principalmente sobre os produtos chineses.

“Já estamos tendo problemas por aqui, porque aqueles produtos da China que iam para os Estados Unidos ou Europa, já estão procurando novos mercados, e o Brasil é um deles”, afirma. “Isso já tem sido um problema para a indústria nacional, sobretudo a de máquinas e automóveis, que tem maior valor agregado”, acrescentou.

Velloso disse que, com a continuidade de restrições impostas pelos Estados Unidos, esse efeito deve persistir no Brasil e em outros países, mas descarta uma possibilidade de rompimento bilateral entre o país e os Estados Unidos. “O Brasil não é uma das principais preocupações, tem outras na frente.”

O presidente da Abimaq ressaltou ainda que os Estados Unidos são o principal destino das exportações de máquinas e equipamentos brasileiros. No ranking de 2024, 26% das exportações foram destinadas para os Estados Unidos, seguida por 9% para a Argentina, 6,2% para Singapura, e 6% para o México.



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Métodos de semeadura impactam qualidade das pastagens


A qualidade da formação das pastagens depende diretamente da escolha do método de semeadura, um fator essencial para garantir alto rendimento forrageiro, cobertura uniforme e menor competição com plantas invasoras.

Especialistas indicam que a definição do método ideal deve levar em conta tipo de solo, clima, espécie forrageira e objetivo da pastagem. Atualmente, os principais métodos utilizados são a semeadura a lanço, em linha e por plantio direto.

Principais métodos de semeadura

1. Semeadura a lanço

Esse método distribui as sementes de forma uniforme sobre o solo, podendo ser realizado manualmente ou com máquinas. Apesar da facilidade e rapidez, a técnica exige maior quantidade de sementes e pode ter menor eficiência na germinação se não houver incorporação adequada ao solo.

2. Semeadura em linha

A técnica consiste em depositar as sementes em sulcos no solo, garantindo maior controle na profundidade e na distribuição. Esse método favorece um melhor desenvolvimento das plantas e reduz o desperdício de sementes, sendo indicado para áreas com menor disponibilidade de sementes e solos bem preparados.

3. Plantio direto

No plantio direto, as sementes são inseridas no solo sem a necessidade de revolvimento prévio, utilizando a palhada da cultura anterior para cobertura. Essa técnica contribui para a conservação do solo, manutenção da umidade e redução da erosão, sendo uma opção eficiente para áreas com histórico de degradação.

Independentemente do método escolhido, algumas práticas são fundamentais para garantir o sucesso da formação da pastagem:

  • Escolha da espécie forrageira adequada para a região e tipo de solo
  • Correção do solo com análise química para ajuste de nutrientes
  • Controle de pragas e invasoras para evitar competição na fase inicial
  • Monitoramento da germinação e do desenvolvimento da forragem

Com a crescente demanda por eficiência na produção agropecuária, produtores buscam métodos que otimizem custos e produtividade das pastagens. O uso de tecnologias na semeadura, como máquinas de precisão e tratamento de sementes, deve ganhar espaço no campo nos próximos anos, aumentando a qualidade e sustentabilidade das pastagens.





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Chuvas intensas e temporais atingem Centro-Oeste e Norte



A previsão para os próximos dias indica a formação de grandes áreas de instabilidade sobre o Centro-Oeste e o Norte do Brasil. Segundo a Climatempo, a presença da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) e a proximidade da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) são responsáveis por essas condições, associadas ao ar quente e úmido predominante nas regiões.

De acordo com a Climatempo, há previsão de pancadas de chuva frequentes, com potencial para temporais, em Goiás, Distrito Federal, centro-norte de Mato Grosso, Tocantins, Rondônia, sudeste do Amazonas, Pará e Amapá.

As capitais Goiânia (GO), Brasília (DF), Palmas (TO), Porto Velho (RO), Belém (PA) e Macapá (AP) estão incluídas na área de risco.

Além das chuvas volumosas, existe a possibilidade de ocorrência de raios e ventos fortes, especialmente durante as tardes e noites. Esses fenômenos podem causar transtornos como alagamentos, transbordamento de córregos e rios, queda de árvores e interrupção no fornecimento de energia elétrica.

Impactos esperados nas capitais

Em Goiânia e Brasília, a intensidade das chuvas pode levar a alagamentos urbanos, afetando o tráfego e o transporte público. Em Palmas e Porto Velho, a preocupação também se volta para áreas ribeirinhas, onde o transbordamento de rios pode agravar a situação.

Belém e Macapá, localizadas próximas à linha do Equador, devem enfrentar chuvas fortes e constantes, típicas desta época do ano, o que aumenta o risco de enchentes e deslizamentos de terra.

Cuidados e orientações

A Climatempo recomenda que a população fique atenta aos alertas meteorológicos e tome precauções, como evitar áreas alagadas e desligar aparelhos eletrônicos em caso de raios. Motoristas devem redobrar a atenção nas estradas, especialmente em áreas com histórico de deslizamentos.



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Programa instala hortas urbanas sob redes de transmissão de energia


Terrenos subutilizados sob as linhas de transmissão de energia elétrica da Enel Distribuição São Paulo estão sendo transformados em espaços produtivos dedicados à agricultura urbana.

A iniciativa, que já beneficia dezenas de produtores, também busca a integração comunitária em áreas de alta vulnerabilidade social.

A ideia tem dado tão certo que foi produzido um estudo para avaliar a percepção dos 75 agricultores cadastrados no programa nas 50 hortas atualmente ativas.

A pesquisa revelou que 100% dos participantes relataram melhora na disposição física, 93,6% notaram benefícios diretos à saúde pelo acesso a alimentos frescos e nutritivos, 85,2% destacaram maior integração comunitária, além de 74,1% terem registrado economia doméstica e mais da metade (66,7%) perceberam que houve aumento na diversidade da fauna local.

“O Hortas em Rede é mais do que um projeto de agricultura urbana. É uma transformação social que impacta a vida de milhares de pessoas”, comenta Guilherme Lencastre, presidente da Enel Distribuição São Paulo.

De acordo com ele, os resultados alcançados levam a companhia a planejar expandir a iniciativa para outras regiões do país onde atua, casos de Ceará e Rio de Janeiro. Questionada pela reportagem, a empresa disse que ainda não detalhou o plano para a instalação das futuras hortas nas outras praças de concessão.

A coordenadora do projeto, Carolina Afonso, destaca que não basta selecionar uma área e iniciar o cultivo. “Precisamos avaliar questões como descarte irregular de resíduos, depredação, viabilidade econômica e, principalmente, o impacto socioambiental que essa horta trará para os agricultores e a comunidade. Nosso foco é sempre a inclusão social e a inovação”, disse.

Hortas transformando vidas

horta sob redes de transmissão de energia
Fotos: Divulgação/ Montagem: Canal Rural

Agricultor de São Mateus e um dos beneficiados pelo Hortas em Rede, Rafael Maroni conta que o cultivo de hortaliças se tornou sua principal fonte de renda e proporcionou uma nova perspectiva de vida.

“Troquei a música pela terra, algo que sempre esteve na minha família. Hoje, o cultivo de alface, além de ser o nosso sustento, também impacta positivamente a comunidade”, relata.

Entusiasta do programa, a pesquisadora do Ministério do Desenvolvimento Social Elisa Carvalho ressalta a urgência de combater a insegurança alimentar diante das mudanças climáticas. “É essencial ocupar áreas urbanas e periurbanas com projetos que integrem serviços ambientais e sociais. A agricultura pode e deve acontecer em qualquer espaço disponível”.



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Falta de mudas reduz safra de morangos


De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (30), o cultivo de morangos no Rio Grande do Sul segue com desafios e oscilações nos preços. Fatores climáticos, pragas e disponibilidade de mudas têm impactado a safra atual, enquanto produtores se organizam para a próxima temporada.

A comercialização do morango apresenta grande variação nos preços, dependendo da qualidade e da localização. Em Pelotas, os produtores recebem entre R$ 15,00 e R$ 25,00/kg, enquanto em Rio Grande, os valores chegam a R$ 40,00/kg. Já em Turuçu, o preço médio é de R$ 18,00/kg. Devido à menor qualidade dos frutos e baixa rentabilidade, alguns produtores têm optado por congelar a produção para posterior venda a mercados especializados em polpa.

Na região de Santa Maria, a colheita das variedades de dias curtos está próxima do fim, enquanto as de dias neutros seguem com bom desenvolvimento. No município de Agudo, um dos principais produtores da região, os preços variam entre R$ 35,00 e R$ 40,00/kg.

Apesar da boa qualidade dos frutos, a safra foi reduzida devido à escassez de mudas. Em algumas propriedades, as plantas morreram por falta de água ou baixa qualidade. Em São Vicente do Sul, houve registro de mancha-de-micosferela, ácaro-rajado e lagartas, afetando a produtividade.

Na região de Soledade, as temperaturas elevadas têm reduzido a produção e afetado a qualidade dos frutos. Há relatos de perda de floradas, crescimento excessivo da parte vegetativa e aumento de pragas, como percevejo-do-fruto, ácaro-rajado e pulgão. Além disso, algumas lavouras enfrentam ataques de pássaros.

Apesar dos desafios, a qualidade dos morangos da região ainda é considerada razoável, com preços ao produtor variando entre R$ 20,00 e R$ 25,00/kg.

Diante das dificuldades, produtores já se preparam para a próxima safra, realizando encomendas de mudas e planejando investimentos em estufas. Alguns têm apostado em mudas importadas do Chile, buscando maior resistência e produtividade. O setor segue atento às condições climáticas e ao manejo de pragas, enquanto espera por uma safra mais equilibrada em 2025.





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Nova Mesa Diretora do Senado é eleita por aclamação


Após eleger o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) para a presidência da Casa, o Senado elegeu, por aclamação, os candidatos da chapa única para a Mesa Diretora no biênio 2025-2026. Confira, a seguir, a lista de senadores.

– Primeira-Vice-Presidência: Eduardo Gomes (PL-TO)

– Segunda-Vice-Presidência: Humberto Costa (PT-PE)

– Primeira-Secretaria: Daniella Ribeiro (PSD-PB) 

– Segunda-Secretaria: Confúcio Moura (MDB-RO)

– Terceira-Secretaria: Ana Paula Lobato (PDT-MA)

– Quarta-Secretaria: Laércio Oliveira (PP-SE)

Durante a reunião preparatória, também foram definidos os senadores suplentes.

– Chico Rodrigues (PSB-RR)

– Mecias de Jesus (Republicanos-RR)

– Styvenson Valentim (PSDB-RN)

– Soraya Thronicke (Podemos-MS)

Abertura do ano legislativo

No encerramento da reunião preparatória, Alcolumbre convocou, para a próxima segunda-feira (3), às 16h, sessão solene do Congresso Nacional, no plenário da Câmara dos Deputados, para inaugurar a terceira sessão legislativa ordinária da 57ª legislatura.

O novo presidente do Senado também informou que as indicações para lideranças partidárias devem ser feitas na retomada dos trabalhos da Casa.



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Recuo do dólar vai repercutir na baixa do preço dos alimentos, diz ministro



O ministro do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, afirmou que a redução do preço do dólar deve refletir na baixa do preço dos alimentos e que a produção agrícola não é o problema.

As declarações ocorreram neste sábado (1º), na eleição da Câmara dos Deputados. Teixeira tem um mandato de deputado federal pelo PT de São Paulo e estava na Casa horas antes da votação. Ele apoia o favorito à presidência da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

“A âncora maior do aumento do preço dos alimentos não é a produção agrícola. Nós temos a maior produção agrícola do Brasil. A âncora é no dólar. O dólar subiu muito fortemente, efeito Trump, e agora baixou, o que vai repercutir na baixa dos alimentos”, declarou.

Teixeira continuou: “Ao mesmo tempo, tem o chamado ciclo do boi. Esse ciclo do boi, onde tem excesso de abates e falta carne, ele está passando. Ele está acabando, ele já acabou. Então, isso vai refletir também na carne”.

O ministro também afirmou que deve haver uma política de crédito agrícola para atingir a cesta básica. Segundo ele, os produtos frescos não tiveram impacto da inflação.

“Nós estamos ajustando, já fizemos isso no Pronaf, devemos fazer isso no Pronampe, o crédito agrícola, para ele repercutir sobre a cesta básica. Vocês podem ver que não teve inflação nos produtos frescos, in natura”, declarou.

Teixeira acrescentou: “A inflação foi na carne, no açúcar, no café, nos derivados de soja e milho e na laranja. Esses produtos, basta diminuir o dólar, que você terá mais ofertas desses produtos a um preço mais barato”.

O ministro disse ainda que o ano está mais tranquilo do ponto de vista climático, o que também deve ter reflexo no aumento da produção agrícola. Ele afirmou, na sequência, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem “olhar de lince” sobre os preços dos alimentos, por afetarem os mais pobres, mas que “não pretende adotar nenhuma medida heterodoxa”.



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Cesta de laticínios registra alta no mercado goiano



Preço dos derivados lácteos sobe 0,54% em Goiás




Foto: Pixabay

O setor de laticínios de Goiás registrou um leve aumento nos preços dos derivados do leite no início de 2025. Segundo o Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano, divulgado pela Câmara Técnica e de Conciliação da Cadeia Láctea de Goiás, a cesta de produtos analisada apresentou variação positiva de 0,54% em janeiro.

Cesta de laticínios tem alta generalizada

O levantamento aponta que todos os produtos avaliados registraram alta, com destaque para:

  • Creme de leite a granel: +1,06%
  • Leite em pó integral: +0,80%
  • Queijo muçarela: +0,59%
  • Leite UHT integral: +0,34%
  • Leite condensado: +0,02%

A valorização reflete a dinâmica do mercado atacadista, que considera os preços recebidos pela indústria na comercialização dos produtos.

O Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano é uma iniciativa do Governo de Goiás, por meio da Seapa, Instituto Mauro Borges (IMB), Faeg e Sindileite. Seu objetivo é monitorar a evolução dos preços dos laticínios, oferecendo uma análise detalhada dos principais derivados e auxiliando produtores e indústrias na tomada de decisões estratégicas.

O estudo avalia a cesta de produtos representativos da cadeia láctea goiana, permitindo uma visão ampla do setor e servindo como indicador econômico para ajustes na produção e comercialização. Com o início do ano apontando alta nos preços, o mercado segue atento à demanda do consumidor e à oferta de leite no estado, fatores determinantes para as próximas variações.





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‘Não estou em busca de protagonismo’, diz Alcolumbre após ser eleito


Eleito neste sábado (1º) para presidir o Senado Federal no biênio 2025-2026, o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), em seu primeiro discurso no plenário da Casa, disse não estar em busca de protagonismo. “Não é isso que me move aqui. Quero ser um catalisador desse Senado. E ajudar a construir os consensos que forem necessários para melhorar a vida da população brasileira”.

“Tenham certeza de que continuo igual. Volto a presidir o Senado Federal, mas continuo sendo um senador, como cada um dos senhores e das senhoras. Nem maior, nem melhor do que ninguém”, destacou. Alcolumbre lembrou que, há exatos seis anos, foi eleito, pela primeira vez, para presidir o Senado – à época, com 42 votos.

“Seis anos depois, com a unidade política de partidos que pensam diferente, o painel marca 73 votos à nossa candidatura. Isso representa claramente o amplo respaldo político que esse plenário está conferindo ao projeto coletivo que nós construímos juntos. Esse amplo apoio, mesmo em um contexto com várias candidaturas, demonstra que o Senado Federal está unido e sabe a direção na qual pretende caminhar”, disse.

“Essa presidência, que não é apenas do Senado, mas também do Congresso Nacional inicia, portanto, com a força somada das senadoras e dos senadores que apoiaram esse projeto e que serão parte dessa construção política e institucional, fundamental para o Estado brasileiro”.

Alcolumbre reafirmou que, durante a sua presidência, o Senado será “uma Casa de iguais, onde cada senadora e cada senador terá voz e espaço, independentemente de sua ideologia ou orientação política”. “A força da presidência do Senado vem da grandeza dessa instituição bicentenária que é o Senado Federal. E ele só se mantém grande, todos sabemos, pela soma das forças”.

“Vamos trabalhar pelo Brasil, promover a geração de emprego, o crescimento econômico, o desenvolvimento social, proteger a saúde pública, dar uma educação de qualidade aos brasileiros e também, muito importante, estarmos atentos todos os dias à questão da segurança dos brasileiros.”

“Todos aqui estamos genuinamente imbuídos da missão de contribuir para a solução dos problemas do presente e para a construção de um futuro mais próspero e mais justo para o Brasil, mas especialmente para milhões de brasileiros que esperam isso dessa Casa. Não do Senado, não da Câmara. Mas do Poder legislativo do Brasil”, concluiu.



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Davi Alcolumbre é eleito novo presidente do Senado



O senador Davi Alcolumbre (União-AP) é o novo presidente do Senado. O parlamentar foi eleito neste sábado (1º) em primeiro turno, com 73 votos, para um mandato que vai até fevereiro de 2027. Ele sucede o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que comandou a Casa nos últimos quatro anos.

Os senadores Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) e Eduardo Girão (Novo-CE), que também disputavam o cargo, obtiveram 4 votos cada um. Os senadores Marcos do Val (Podemos-ES) e Soraya Thronicke (Podemos-MS) renunciaram a suas candidaturas durante a reunião preparatória.

Esta é a segunda vez que Davi ocupa a Presidência do Senado. Ele comandou a Casa pela primeira vez entre 2019 e 2021.

David Samuel Alcolumbre Tobelem nasceu em 19 de junho de 1977, em Macapá. Começou a carreira política como vereador da capital amapaense, eleito pelo PDT em 2001.

No ano seguinte, elegeu-se deputado federal. Em 2005, filiou-se ao então Partido da Frente Liberal (depois chamado Democratas e, hoje, União Brasil). Em 2006, conquistou um novo mandato na Câmara dos Deputados.

Em 2009, licenciou-se para assumir o cargo de secretário municipal de Obras e Serviços Públicos de Macapá, durante a gestão do prefeito Roberto Góes. Retornou à Câmara em março de 2010, concorreu a mais um mandato e foi reeleito.

Em 2014, foi eleito senador. Em 2015, comandou a Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) e, em 2018, licenciou-se para concorrer ao governo do Amapá, mas não foi eleito.

Na volta ao Senado, em 2019, foi escolhido presidente da Casa pela primeira vez, o mais jovem a ocupar o cargo. Naquele mesmo ano, como presidente da República em exercício, assinou a transferência definitiva das terras da União ao Amapá, uma reivindicação do estado de mais de 30 anos.

Foi reeleito para o Senado em 2022 e presidia a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).



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