quinta-feira, julho 9, 2026

News

News

Brasil amplia exportação de carne bovina, e o Quênia é o novo destino



A autoridade sanitária do Quênia aprovou o modelo de Certificado Sanitário Internacional (CSI) para a exportação de carne bovina, produtos cárneos e miúdos do Brasil.

Em 2024, o Brasil exportou mais de US$ 41 milhões em bens agrícolas para o país africano. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a abertura de mercado deve impulsionar o comércio bilateral. “Para o Brasil, trata-se de uma oportunidade de diversificar parcerias comerciais e fortalecer o setor produtivo nacional”, destacou a pasta.

O Quênia, localizado na África Oriental, tem uma população de 55 milhões de habitantes e uma das economias mais relevantes do continente. Com o novo acordo, o país passará a importar carne brasileira, reconhecida internacionalmente por sua qualidade, para atender à crescente demanda por proteína animal.

Para que as exportações comecem, os importadores quenianos deverão realizar uma avaliação de risco para cada estabelecimento brasileiro interessado em vender ao país. Após essa etapa, será necessário obter licenças de importação.

O Mapa ressalta que, desde 2023, o agronegócio brasileiro conquistou 321 novas oportunidades de negócios, resultado da cooperação com o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

*Com informações do Ministério da Agricultura e Pecuária



Source link

News

Confira a análise e projeções do mercado da soja



O mercado da soja segue em um cenário de pressão, com diversos fatores impactando as cotações e as expectativas para os próximos meses. Conforme dados da plataforma Grão Direto, a safra argentina, que enfrentava sérios prejuízos devido à falta de chuvas, recebeu uma melhora nas previsões climáticas, o que trouxe um alívio parcial para a produtividade, mas não foi suficiente para conter a baixa nos preços registrados em Chicago.

Nos Estados Unidos, as tensões comerciais com a China voltaram a crescer após a imposição de tarifas de 25% sobre as importações chinesas a partir de 1º de fevereiro, o que pode redirecionar a demanda para a soja brasileira, beneficiando as exportações do país.

A economia brasileira também vive momentos de incerteza, com o Copom elevando a taxa de juros para 13,25% ao ano, buscando controlar a inflação, enquanto o dólar sofreu uma retração de 1,35%, encerrando a semana cotado a R$ 5,84.

No mercado físico, a soja continua pressionada, com as regiões apresentando novas quedas, sem força para registrar altas consistentes. Em Chicago, o contrato de soja para março de 2025 fechou a US$ 10,44 por bushel, uma queda de 1,04% na semana, enquanto o contrato para maio de 2025 também registrou recuo, encerrando a US$ 10,60 por bushel.

O que esperar do mercado da soja?

Para os próximos dias, as previsões indicam chuvas persistentes no Sudeste e Sul do Brasil, o que deve dificultar a secagem da soja e atrasar o início da colheita. No Centro-Oeste, algumas áreas já iniciaram a dessecação, mas a alta umidade e a continuidade das chuvas impedem avanço. Este atraso deve resultar em uma grande oferta de soja na segunda quinzena de fevereiro, o que pode pressionar os prêmios de exportação para baixo.

A logística também é um ponto de atenção. O volume elevado de soja a ser colhido na segunda quinzena de fevereiro pode gerar gargalos no transporte e na armazenagem. O aumento nos custos de armazenagem, devido à umidade elevada dos grãos, e o reajuste nos preços do diesel devem impactar ainda mais a estrutura logística.

No cenário cambial, o dólar deve continuar forte devido às tensões entre China e Estados Unidos, o que pode redefinir dinâmicas de comércio global. No Brasil, a manutenção da taxa de juros elevada e o cenário fiscal instável também contribuem para um ambiente de incertezas, o que pode gerar volatilidade nos preços da soja.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho: é melhor fixar preços



A consultoria recomenda que produtores que fixaram preços na B3 no final de dezembro



A consultoria recomenda que produtores que fixaram preços na B3 no final de dezembro
A consultoria recomenda que produtores que fixaram preços na B3 no final de dezembro – Foto: Divulgação

A TF Agroeconômica destacou que, apesar das especulações sobre o atraso no plantio da segunda safra de milho no Brasil, as chuvas podem compensar parcialmente esse atraso, resultando em uma colheita entre 122 e 123 milhões de toneladas (MT), acima da estimativa da Conab de 119,55 MT. Com isso, as indústrias locais estão se adiantando na compra do cereal para junho de 2025, pagando preços mais altos do que os oferecidos pela exportação, o que pode indicar uma tendência de alta nos preços.  

A consultoria recomenda que produtores que fixaram preços na B3 no final de dezembro já garantiram ganhos de aproximadamente R$ 5,70/saca em relação ao preço atual. No entanto, quem fixar hoje ainda pode obter lucro de 8,44%, um patamar relevante para o milho. A recomendação é evitar esperar pela colheita, quando os preços podem cair para níveis próximos ao prejuízo.  

Entre os fatores de alta, destacam-se o clima quente e seco em áreas agrícolas da Argentina e o atraso no plantio da safrinha no Brasil devido ao atraso na colheita da soja. Além disso, os bons preços do etanol e do boi gordo sustentam uma valorização do milho. Por outro lado, fatores de baixa incluem a imposição de tarifas pelos EUA sobre produtos do México, Canadá e China, que podem gerar retaliações comerciais, e a queda nos preços do frango e do suíno no Brasil, reduzindo a demanda pelo grão.  

Além disso, os preços pagos pelas indústrias de carnes no mercado interno estão mais altos do que os oferecidos pelos exportadores, limitando novas valorizações. As indústrias estão ofertando prêmios de 70 cents/bushel para cobrir estoques em junho e julho, enquanto os exportadores pagam no máximo 30 cents/bushel para embarques em Santos, o que pode influenciar a dinâmica do mercado nos próximos meses.

 





Source link

News

Com expectativa de obter 1,2 milhão de toneladas, SC inicia a colheita do arroz



Santa Catarina começou a colheita de arroz da safra 2024/25, com perspectiva de colher 1,2 milhão de toneladas, ou 9,5% acima da safra anterior. Os números foram divulgados pela Secretaria da Agricultura catarinense, com base em levantamento da Epagri/Cepa.

O estado é o segundo maior produtor de arroz do Brasil e o campeão em produtividade. A área deve se manter em 145 mil hectares e, este ano a produção será maior devido ao aumento da produtividade média, que deverá ser de 8,73 toneladas por hectare, um aumento de 9,85% em relação à safra passada.

Segundo a analista de socioeconomia e desenvolvimento rural da Eapgri/Cepa, Glaucia Padrão, a safra passada foi marcada por excesso de chuva, baixa luminosidade e excesso de nebulosidade, o que resultou em muitos problemas como doenças, pragas e baixo desempenho produtivo.

Entretanto, para esta safra, diz na nota o coordenador do Programa Grãos da Epagri, Douglas Oliveira, a expectativa é a de que as lavouras se desenvolvam dentro da normalidade. “A expectativa é de safra com resultados favoráveis, haja vista as boas condições climáticas que têm permitido um bom desempenho das lavouras”, diz ele.



Source link

News

Oferta de etanol e atraso do plantio tendem a elevar os preços do milho na semana



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou na semana passada que o plantio do milho segunda safra ocupava apenas 1,4% da área. Em mesmo período do ano passado, o avanço era de 10,4%.

O ritmo lento tem preocupado o mercado e se deve, principalmente, ao atraso na colheita da soja por conta do excesso de chuva em certas áreas e da falta em outras.

Falando em adversidades climáticas, a Argentina continua no centro das atenções. Embora o otimismo tenha ganhado força no final da semana, a incerteza sobre o real potencial produtivo ainda persiste, mantendo o mercado em alerta.

De acordo com a plataforma Grão Direto, com a alta nos preços dos combustíveis, as usinas de etanol de milho ganharam mais destaque no mercado, tornando-se um fator relevante na destinação do grão e influenciando a dinâmica comercial do setor.

Quanto aos preços na semana passada, em Chicago o milho encerrou a semana cotado a US$ 4,83 por bushel, queda de 0,62% frente ao período anterior (20 a 24 de janeiro).

No Brasil, na B3, o contrato de milho para março de 2025 registrou leve alta de 0,47%, encerrando a R$ 75,50 por saca. No mercado físico, os preços seguiram estáveis, sem movimentos expressivos, refletindo a cautela dos compradores diante das oscilações no mercado futuro.

O que esperar do mercado do milho?

  • Etanol de milho: as referências de preço para o milho tendem a se fortalecer nas regiões onde há usinas de etanol à base do cereal, impulsionadas pelo cenário dos combustíveis. “O governo tem mantido os preços da gasolina artificialmente baixos, mas com o aumento do preço internacional, a defasagem entre os valores praticados no Brasil e no mercado externo deverá ser corrigida gradualmente. Com a elevação dos preços da gasolina, o biocombustível também deve se valorizar, o que melhora a margem das usinas e aumenta seu poder de compra do cereal”, afirma a Grão Direto, em nota. “Esse cenário pode beneficiar os produtores, que terão a oportunidade de travar contratos futuros com essas usinas, especialmente considerando o atraso no plantio do milho segunda safra e a maior competitividade do setor de etanol”.
  • Atraso da segunda safra: o atraso no plantio do milho segunda safra já é uma realidade, mas os impactos sobre a área plantada ainda são incertos. “Os custos de insumos seguem elevados, refletindo a valorização do dólar, e a janela de plantio será determinante para a tomada de decisão dos produtores. No estado de Goiás, alguns produtores parceiros da Grão Direto já sinalizaram redução de área plantada, deixando 30% das áreas apenas com plantas de cobertura. Outros optaram por uma estratégia de diversificação, mesclando a semeadura de milho com sorgo, devido à sua maior resistência às condições adversas”, diz o balanço da plataforma.

Diante desse cenário, as cotações do milho na B3 e no mercado físico devem ser impulsionadas para cima, refletindo a expectativa de menor oferta no mercado doméstico.



Source link

News

EUA e México chegam a acordo sobre tarifas; Trump confirma pausa por 1 mês em taxa de 25%



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta segunda-feira (3) a pausa de um mês nas tarifas de 25% contra as importações do México que haviam sido anunciadas no fim de semana. A decisão foi firmada durante conversa com a presidente do México, Claudia Sheinbaum, descrita pelo republicano como “amigável”.

A informação já havia sido adiantada um pouco mais cedo por Sheinbaum, que também chamou a negociação com Trump de “uma boa conversa”.

O diálogo ocorreu dias depois Trump anunciar a aplicação de tarifas de 25% ao México e Canadá, e de 10% à China. E após México e Canadá informarem que adotariam reciprocidade, com aumento de tarifas sobre produtos norte-americanos.

Detalhes da negociação

Em publicação na rede Truth Social, Trump informou que Sheinbaum concordou em enviar 10 mil soldados mexicanos para a fronteira com os EUA.

“Esses soldados serão designados especificamente para impedir o fluxo de fentanil e migrantes ilegais para o nosso país”, explicou o presidente norte-americano.

Trump acrescentou que, durante o período de suspensão das tarifas, as negociações entre os dois países serão lideradas pelos secretários de Tesouro, Scott Bessent; Estado, Marco Rubio; e Comércio, Howard Lutnick. “Estou ansioso para participar dessas negociações, com a presidente Sheinbaum, enquanto tentamos alcançar um ‘acordo’ entre nossos dois países”, escreveu.

Casa Branca nega existência de ‘guerra comercial’

Mais cedo, em entrevista à CNBC, o diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, Kevin Hassett, afirmou que a política tarifária de Donald Trump “não é uma guerra comercial, é uma guerra contra as drogas”. O diretor também destacou que “muitas negociações” ocorreram durante o fim de semana para tentar evitar a imposição de tarifas contra outros países parceiros comerciais.

“Nas nossas conversas ao longo do fim de semana, uma das coisas que notamos é que os mexicanos estão muito sérios em fazer o que o presidente Trump disse na ordem executiva – se tornar muito mais agressivos na guerra contra as drogas”, afirmou Hassett.

O diretor ainda observou que o Canadá “parece ter interpretado mal” a ordem executiva do republicano, interpretando-a erroneamente como uma guerra comercial.



Source link

News

Embrapa lança curso online para produção de soja



A Embrapa Soja oferece uma nova oportunidade para produtores rurais, técnicos e estudantes interessados em aprender sobre a produção de soja. O curso básico de Produção de Soja está disponível de forma gratuita na plataforma E-Campo, com inscrições já abertas. Com uma abordagem prática e detalhada, o curso foi desenvolvido para capacitar os participantes em todas as fases da produção, desde o planejamento da lavoura até a colheita.

Como funciona o curso?

Com cinco módulos interativos, o curso abrange temas fundamentais para a produção de soja de qualidade e alta rentabilidade. Entre os tópicos abordados estão a escolha de cultivares, preparo do solo, tecnologias de semeadura, controle de pragas e doenças, além de orientações práticas sobre a colheita.

A proposta é fornecer aos participantes uma base sólida, alinhada às melhores práticas de manejo sustentável, garantindo que os produtores possam aplicar os conhecimentos adquiridos de forma eficiente e responsável no campo.

O curso é oferecido de forma totalmente online e gratuita, facilitando o acesso para produtores em diversas regiões do Brasil. As inscrições podem ser feitas diretamente na plataforma E-Campo, que também oferece uma variedade de outros cursos voltados para a capacitação de profissionais do setor agro.



Source link

News

Morre Newton Cardoso, ex-governador de Minas Gerais



Faleceu na madrugada de domingo (2), aos 86 anos, o ex-governador de Minas Gerais e ex-deputado federal Newton Cardoso. Ele estava internado no Hospital Orizonti, em Belo Horizonte, onde tratava um câncer. O ex-governador era pai do deputado federal Newton Cardoso Junior (MDB-MG).

Natural de Brumado, na Bahia, Newton mudou-se ainda jovem para Belo Horizonte, onde se formou em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Governou Minas Gerais entre 1987 e 1991 e foi vice-governador no mandato de Itamar Franco. Também exerceu três mandatos como prefeito de Contagem, na região metropolitana da capital mineira.

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) divulgou uma nota de pesar pelo falecimento de Cardoso. “Neste momento de dor, a FPA se solidariza com os familiares e amigos, expressando condolências e prestando homenagem à sua trajetória e dedicação à vida pública”, destaca o documento.

A nota da FPA ressalta que Newton foi um dos fundadores do MDB e deputado federal por três mandatos. “Seu legado deixa uma contribuição inegável para o desenvolvimento do estado e do país”, diz o texto.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Empresas brasileiras enfrentam desafios na adoção de normas ESG, aponta pesquisa



47% das empresas no Brasil enfrentam dificuldades na definição de indicadores




Foto: Canva

Uma pesquisa da RSM, revelou que 65% das empresas brasileiras ainda não estão prontas para implementar as normas internacionais IFRS S1 e S2. Essas diretrizes, que exigem maior transparência na divulgação de informações sobre sustentabilidade e riscos climáticos, serão obrigatórias para companhias de capital aberto a partir de 2026.

Segundo Frederico Franco, especialista em Auditoria e Compliance e colunista do Agrolink, as normas IFRS funcionam como um “manual” global para padronizar a forma como as empresas reportam suas práticas ambientais. “O grande diferencial dessas regras é que os dados divulgados serão auditados e integrados aos relatórios financeiros, aumentando a confiabilidade das informações e reduzindo o risco de greenwashing”, explica.

Além da falta de preparo, 47% das empresas no Brasil enfrentam dificuldades na definição de indicadores de desempenho (KPIs) e na supervisão das práticas ESG. Hoje, muitas organizações utilizam o método GRI (Global Reporting Initiative), que, segundo especialistas, permite relatórios pouco transparentes e pode mascarar dados ambientais. Com a adoção obrigatória das IFRS S1 e S2, as informações precisarão ser comprovadas e auditadas, tornando a comunicação sobre sustentabilidade mais rigorosa e confiável para investidores e o mercado.

 





Source link

News

Além da presidência da Câmara, FPA terá cinco membros na mesas diretoras do Congresso



Com a definição do pleito em que o senador Davi Alcolumbre (União-AP) foi eleito presidente do Senado Federal para os próximos dois anos (2025-2026) e o deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), foi escolhido presidente da Câmara, a expectativa é de que temas relacionados ao agronegócio tenham mais destaque avaliam membros da FPA. Para o presidente da frente, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), os escolhidos estão alinhados às prioridades do agro brasileiro.

Senado

Eleito com 73 votos, o senador Davi Alcolumbre recebeu apoio de diversos partidos, tanto da base governista quanto da oposição. A nova Mesa Diretora também contará com membros da FPA, entre eles Eduardo Gomes (PL-TO) como 1º vice-presidente e Laércio Oliveira (PP-SE), que ocupará o cargo de 4º secretário.

Com a nova configuração da Mesa Diretora do Senado, a expectativa é de que temas estratégicos, como o licenciamento ambiental, serão um dos principais pontos de debate no Congresso.

Entre as lideranças que se manifestaram sobre a nova composição do Senado, a senadora Tereza Cristina (PP-MS), coordenadora política da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) no Senado, destacou que o licenciamento ambiental (PL 2159/2021) será uma das pautas prioritárias da bancada na Casa neste ano.

“Tenho certeza de que ele (Alcolumbre) facilitará o andamento dos trabalhos nesta Casa, promovendo um relacionamento produtivo entre governo e oposição. Precisamos de agilidade na votação de projetos fundamentais para o desenvolvimento do Brasil”, afirmou a senadora.

Tereza Cristina enfatizou que, com a eleição de Alcolumbre no Senado e de Hugo Motta na Câmara, a FPA ganha mais força para avançar com pautas de interesse do setor. “O Brasil está muito atrasado em relação à lei do licenciamento ambiental. Isso tem gerado sérios entraves à economia e ao desenvolvimento do país. Precisamos enfrentar essa questão e reduzir a burocracia”, pontuou.

A parlamentar esteve na Europa e acompanhou debates sobre o tema no Parlamento Europeu, onde há um movimento para simplificar processos burocráticos e garantir mais eficiência ao setor produtivo. “O mundo hoje é muito rápido, e não podemos ter licenciamentos que travem o desenvolvimento. É claro que devemos manter o cuidado com a sustentabilidade e as mudanças climáticas, mas precisamos aprovar esse projeto ainda no primeiro semestre”, acrescentou.

O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, parabenizou a eleição do senador Davi Alcolumbre, destacou a importância do andamento das pautas prioritárias do setor no Senado e reforçou a posição da senadora, defendendo um modelo de licenciamento que concilie proteção ambiental com eficiência produtiva.

“No ano passado, Alcolumbre assumiu compromissos com o nosso setor e com a FPA, e esperamos contar com seu apoio para avançarmos nas pautas fundamentais para o agro no Congresso Nacional,” ressaltou, destacando a necessidade de aprovar uma nova legislação sobre licenciamento ambiental que assegure a proteção do meio ambiente sem comprometer a produção agropecuária.

“O produtor rural já adota boas práticas, mas não pode ser prejudicado por uma burocracia excessiva e ineficiente”, afirmou Lupion.

Mesa Diretora do Senado

O senador Eduardo Gomes, eleito 1º vice-presidente do Senado, comentou sobre a nova gestão e as pautas prioritárias. “Acredito que teremos um período produtivo no Senado, com uma administração focada no diálogo e no avanço de projetos que são essenciais para o Brasil. O licenciamento ambiental é uma dessas questões que precisam ser resolvidas com urgência, garantindo segurança para quem produz e respeitando o meio ambiente”, declarou.

O senador Laércio Oliveira, novo 4º secretário da Mesa Diretora, ressaltou a necessidade de equilíbrio na condução das pautas legislativas. “A política é a arte de construir consensos. É preciso dialogar para encontrar soluções que beneficiem a sociedade como um todo, respeitando as diferenças, mas sempre priorizando o interesse público”, afirmou.

Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados terá, no próximo biênio (2025/2026), a presidência de Hugo Motta, integrante da FPA, que está em sua quarta legislatura na Casa. Além da eleição que definiu o paraibano com 444 votos, foram escolhidos os deputados que comporão a Mesa Diretora, dentre os quais o ex-presidente da FPA, Sérgio Souza (MDB-PR), atual coordenador da Comissão Tributária da bancada, que se tornou o 4º Secretário; o deputado Elmar Nascimento (União-BA), que foi eleito 2º vice-presidente e o deputado Lula da Fonte (PP-PE), o 2º secretário.

Ainda em dezembro de 2024, Motta esteve na reunião semanal da bancada do agro, quando recebeu, das mãos do presidente da FPA, Pedro Lupion, as pautas prioritárias do setor. Na ocasião, Lupion já reforçava a necessidade de um presidente da Casa baixa alinhado às prioridades do setor. Agora, reiterou a importância de posicionar o protagonismo do Brasil por meio do agro e parabenizou a eleição de Motta.

“Estamos buscando avançar em pautas que protejam o produtor rural, ampliem a segurança jurídica e fortaleçam o Brasil como líder mundial na produção agropecuária. Os temas em discussão abrangem segurança fundiária, política agrícola, questões indígenas e sustentabilidade, para posicionar o Brasil como protagonista no cenário global. Para tanto, confiamos que o deputado Hugo irá dar continuidade à atenção que o setor merece.”

Ao receber o apoio da FPA, Hugo Motta destacou o papel do setor agropecuário na economia brasileira e reafirmou seu compromisso com as demandas recebidas



Source link