quinta-feira, julho 9, 2026

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Milho fecha em alta nas bolsas: Confira


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em alta com atrasos no Brasil e volta da demanda, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com exceção do contrato de maio, que fechou com uma leve queda, as demais cotações fecharam em alta na B3. O mercado reagiu à melhora de Chicago, mas principalmente a fatores locais. A piora nas condições climáticas na Argentina e o atraso nas duas safras de milho impulsionaram as cotações”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia: o vencimento de março/25 foi de R$ 75,64 apresentando alta de R$ 0,08 no dia, alta de R$ 0,73 na semana; maio/25 fechou a R$ 75,37, baixa de R$ -0,03 no dia, alta e R$ 0,67 na semana; o vencimento julho/25 fechou a R$ 71,49, alta de R$ 0,37 no dia e alta de R$ 0,74 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em alta com pausa nas tarifas com os dois principais parceiros dos EUA. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão,fechou em alta de 1,40 % ou $ 6,75 cents/bushel a $ 488,75. A cotação para maio, fechou em alta de 1,37 % ou $ 6,75 cents/bushel a $ 499,75”, indica.

“O vai e vem das tarifas americanas trará fortes emoções para o mercado de grãos até ter algo de concreto. Nesta segunda, o governo americano entrou em acordo, durante o horário do pregão com o México e após o fechamento com o Canadá, para uma pausa de 1 mês na implementação de possíveis tarifas sobre as importações dos seus principais parceiros comerciais. Com a pausa e o avanço das conversas o mercado reagiu positivamente em todo o complexo de grãos, mas ainda com grande volatilidade”, conclui.

 





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Preços sobem no RS e SC


De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul segue com movimentação lenta, sendo fortemente pressionado pelos preços das farinhas. A situação nos moinhos locais é de um mercado “da mão para a boca”, com negociações diárias, mas as posições de fevereiro estão praticamente fechadas.

Em termos de preços, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul apresenta valores que variam entre R$ 1.280,00 e R$ 1.350,00, dependendo da região e do tipo de trigo. O trigo importado da Argentina subiu US$ 7 por tonelada para março, passando para US$ 235 FOB Up River, enquanto o trigo uruguaio é comercializado entre US$ 265 e US$ 270 CPT moinho, dependendo da localização. Já no setor de exportação, as movimentações são esparsas, com compradores fechando posições para embarques entre fevereiro e março, com preços variando entre R$ 1.280,00 e R$ 1.350,00.

Santa Catarina também apresenta um mercado estável, com os moinhos comprando antes de eventuais aumentos de preço. As ofertas na região de Mafra variam entre R$ 1.400,00 CIF e R$ 1.500,00 CIF em Pinhalzinho. O trigo importado chega a valores elevados, superando R$ 1.700 no porto e R$ 1.800 no interior. Os preços pagos aos triticultores na região de Santa Catarina também mantiveram-se estáveis, com variações entre R$ 69,00 e R$ 74,33 por saca, dependendo da localidade.

No Paraná, os moinhos estão focados em buscar trigo para março, com preços variando entre R$ 1.400,00 e R$ 1.500,00 CIF. As condições logísticas para o mês de março também estão impactando os preços, com fretes subindo desde o início do ano devido à safra de milho e soja. O trigo importado da Argentina, por sua vez, é oferecido a preços em torno de US$ 280/290 no porto. O preço da pedra-lucro permaneceu em 6,11%, com o custo de produção recuando para R$ 68,68, o que resultou em um lucro médio de 6,11% para os triticultores no estado.

 





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JBS vai investir US$ 200 milhões em plantas de carne bovina nos Estados Unidos



A JBS, maior processadora de carne do mundo, anunciou que está investindo US$ 200 milhões em duas de suas maiores plantas de carne bovina nos Estados Unidos.

A empresa informou que US$ 150 milhões serão destinados à planta de Cactus, no Texas, para melhorar a parte da instalação onde as carcaças são processadas em cortes primários e expandir a área de carne moída.

Além disso, US$ 50 milhões serão investidos na planta de Greeley, no Colorado, para construir um novo centro de distribuição.

A companhia afirmou que os investimentos vão melhorar a eficiência e poderão aumentar a capacidade de produção nas unidades, que têm capacidade de abater cerca de 6 mil cabeças de gado por dia.

“Acreditamos que agora é o momento de investir nos Estados Unidos”, disse Wesley Batista Filho, CEO da JBS nos EUA.



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derramamento de sangue à vista



O decreto 12.373, de 31 de janeiro de 2025, assinado na segunda-feira (3) pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva que confere à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) o poder de polícia para proteger as terras indígenas está sendo criticado pela bancada do agronegócio no Congresso.

A publicação atendeu a uma exigência do Supremo Tribunal Federal (STF) de dezembro do ano passado por conta de ação no poder público da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), em 2020, a respeito da forma como estavam sendo tratados os povos indígenas durante a pandemia.

O deputado Alceu Moreira (MDB-RS), um dos líderes da bancada do agro na Câmara, porém, entrou com um projeto de decreto legislativo para anular a decisão. Segundo ele, a nova lei possibilitará à Funai atuar sobre áreas cujo processo de demarcação ainda está sob análise, fator que pode causar “derramamento de sangue no campo”, nas palavras do parlamentar.

“A grande maioria dos processos de demarcação têm vícios de origem ou são fraudulentos para atender a interesses velados e que em nada beneficiam as comunidades indígenas. Isso é pano de fundo para que a Funai tenha o direito ao abuso de autoridade e reprima proprietários que compraram a sua terra com o suor do rosto”, afirma.

Moreira afirmou, ainda, que espera contar com a ajuda do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, para derrubar o decreto assinado pelo presidente Lula. “Temos votos para aprovar e derrubar esse absurdo”, conclui o deputado.

Entretanto, para o comentarista do Canal Rural Miguel Daoud, a lei é clara ao se referir às terras indígenas já formalizadas e não as que estão em processo de concessão. “Acho que o produtor rural não tem que se preocupar com isso porque ele não invade terra, ele cuida da sua área e respeita [as áreas alheias]. O produtor rural é uma categoria que cumpre a lei”

Segundo Daoud, o decreto é uma resposta às regiões indígenas na Amazonia cuja população está sendo dizimada por garimpeiros, traficantes e bandidos que praticam, entre outros crimes, a pesca ilegal.

“Nesse sentido, acho que precisa realmente ter uma resposta aos crimes cometidos em terras indígenas. Mas a eficácia do decreto me parece nula porque quase 14% de nosso território é terra indígena e a Funai tem cerca de 1.400 funcionários, mas se contarmos os que realmente atuam [na linha de frente], ela vai continuar inoperante como sempre foi”.

O que diz o decreto?

O decreto assinado conforme exigência do STF permite que a Funai use o poder de polícia para prevenir a violação – ou a ameaça de violação – dos direitos dos indígenas, e evitar a ocupação ilegal de suas terras.

Assim, os agentes da Fundação devem combater ataques ao patrimônio cultural, material e imaterial, além de coibir construções ilegais e atividades de exploração exercidas por outras pessoas dentro das terras indígenas e em desacordo com a lei.

Desta forma, os alvos da força policial da Funai incluem:

  • Quem tentar remover indevidamente os indígenas de suas próprias terras;
  • Quem usar de forma inadequada a imagem dos indígenas ou das comunidades, sem a devida autorização; e
  • Quem atacar ou descaracterizar as placas e marcos que delimitam os territórios
    Retirada obrigatória de ocupantes

A instituição também passa a ter legitimidade em restringir o acesso às terras indígenas, expedir certificado de medida cautelar e determinar a retirada obrigatória de ocupantes, além de destruir, inutilizar, apreender bens ou instalações usadas nas infrações.

Além disso, a Funai passa a ser autorizada a solicitar aos órgãos de segurança pública, especialmente à Polícia Federal (PF) e às Forças Armadas, cooperação para proteger as comunidades.



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Preços do boi gordo tiveram recuperação; confira as cotações


O mercado físico do boi gordo apresentou alguma recuperação em seus preços nesta terça-feira (4). A alta nos preços da arroba foi mais consistente em São Paulo, onde a dificuldade na aquisição de boiadas levou os frigoríficos a atuarem de maneira mais contundente no mercado.

“Resta saber se com o recente reajuste haverá avanço das escalas de abate. Na Região Norte o quadro geral ainda é de boa disponibilidade de animais e escalas alongadas, e esse é outro elemento que precisa ser considerado, pois pode limitar altas mais consistentes em outras regiões produtoras”, diz o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, por outro lado, as exportações permanecem em bom nível, com perspectiva de recorde para a atual temporada.

Preços médios do boi gordo (a prazo)

  • São Paulo: R$ 328,08 (R$ 324,83 ontem)
  • Goiás: R$ 306,25 (estável)
  • Minas Gerais: R$ 314,41 (sem variação)
  • Mato Grosso do Sul: R$ 312,95 (R$ 312,39 anteriormente)
  • Mato Grosso: R$ 323,49 (R$ 322,01 na segunda)

Mercado atacadista

carnecarne

O mercado atacadista apresenta alta em seus preços para a carne bovina. Segundo Iglesias, ainda há expectativa de continuidade do movimento durante a primeira quinzena de fevereiro, considerando a entrada dos salários na economia como motivador da reposição ao longo da cadeia produtiva.

“Importante destacar que os cortes do dianteiro e da ponta de agulha apresentam maior propensão a reajustes, algo normal para o perfil de consumo delimitado para este período do ano”, pontuou.

O quarto traseiro permanece precificado a R$ 24,50 por quilo. A ponta de agulha atingiu o patamar de R$ 17,80 por quilo, alta de R$ 0,30. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 17,80, por quilo, alta de R$ 0,30.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,79%, sendo negociado a R$ 5,7693 para venda e a R$ 5,7673 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7564 e a máxima de R$ 5,8269.



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Semana terá chuva de 150 mm e calor de 40ºC; confira e prepare-se


Semana de muita chuva em quase todo o país. Veja a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) entre os dias 3 e 10 de fevereiro:

Sul

A combinação de calor e umidade favorecerá a formação de instabilidades, com acumulados de chuva acima de 50 mm no Paraná e em Santa Catarina. Em algumas áreas do norte paranaense e oeste catarinense, o volume pode ultrapassar 150 mm (tons em vermelho no mapa abaixo). No sul do Rio Grande do Sul, os acumulados terão menores volume, contudo, as temperaturas estarão elevadas.

Sudeste

A combinação de calor, umidade e instabilidade atmosférica favorecerá as chuvas ao longo da semana em São Paulo e no centro-oeste de Minas Gerais, com acumulados entre 30 e 60 mm, ultrapassando os 80 mm em áreas do leste paulista. No estado e no Triângulo Mineiro, a previsão indica risco de chuva intensa no início dessa semana, com pancadas de chuva que podem ser localmente fortes.

Centro-Oeste

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Foto: Reprodução Inmet

A combinação de calor, umidade e convergência de umidade favorecerá a persistência de áreas de instabilidade em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no centrooeste de Goiás, com acumulados acima de 60 mm. Em algumas localidades do sudeste e nordeste mato-grossense e norte sul-matogrossense, as chuvas poderão ser mais intensas, ultrapassando os 80 mm.

Nordeste

A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) em sua posição mais ao sul favorecerá a precipitação no norte do Nordeste, com acumulados acima de 100 mm previsto para o norte do Maranhão, do Piauí e litoral do Ceará. Durante os próximos dias, o deslocamento do Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) para o continente influenciará a precipitação na região, provocando chuvas em suas bordas, atuando principalmente em algumas áreas do litoral, interior e oeste da região, podendo provocar localmente tempestades com chuvas intensas e ventos fortes.

Norte

As instabilidades associadas ao calor e à alta umidade provocarão pancadas de chuva ao longo da semana no Norte do país, com acumulados acima de 50 mm (tons de verde) em grande parte da região. As chuvas podem superar 80 mm (tons de vermelho a rosa) em áreas pontuais do norte e sudoeste do Amazonas. O posicionamento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mais ao sul provocará acumulados acima de 100 mm no nordeste do Pará e em áreas pontuais do Amapá. Por outro lado, em grande parte de Roraima e noroeste do Pará, os acumulados de chuva deverão ficar abaixo de 10 mm (áreas em azul).

Altas temperaturas

Para os próximos dias, temperaturas máximas permanecem elevadas em grande parte das Região Norte e Nordeste com valores entre 26°C e 36°C, podendo ultrapassar 38°C em
algumas localidades do interior do Nordeste.

No Centro-Oeste, a semana inicia com temperaturas máximas mais amenas, variando entre 26°C e 30°C em grande parte da região. No decorrer da semana, as temperaturas devem elevar-se, variando entre 28°C e 34°C, com maiores valores sobre o oeste de Mato Grosso do Sul.

Já no Sudeste, os valores estarão entre 24°C e 34°C, enquanto na Região Sul, uma onda de calor deixará as temperaturas elevadas no Rio Grande do Sul, com valores previstos entre 30°C e 38°C, podendo ultrapassar 40°C em algumas localidades. Nas demais áreas da região, as máximas irão oscilar entre 22°C e 30°C.

Em grande parte da Região Centro-Oeste, está previsto temperatura máxima entre 26°C e 30°C, com maiores temperaturas previstas para o oeste de Mato Grosso do Sul e sul de Mato Grosso, onde as máximas podem superar os 34°C.



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Calor intenso deve persistir no Sul do Brasil


Uma onda de calor intensa deve atingir o Sul do Brasil a partir desta terça-feira (4), com temperaturas podendo ficar até 5ºC acima da média por um período de três a cinco dias. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta para riscos potenciais à saúde em diversas regiões do Rio Grande do Sul.

As áreas mais afetadas incluem o Sudoeste Rio-grandense, Centro Ocidental Rio-grandense, Noroeste Rio-grandense, região Metropolitana de Porto Alegre, Nordeste Rio-grandense, Centro Oriental Rio-grandense e Sudeste Rio-grandense. O calor excessivo pode gerar riscos à população, especialmente para grupos vulneráveis, como idosos e crianças.

Enquanto isso, outras regiões do Brasil devem enfrentar condições climáticas adversas. O Inmet alerta para tempestades no Norte, Centro-Oeste e Sudeste, com chuvas que podem variar entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia. Os ventos também devem ser intensos, alcançando entre 60 km/h e 100 km/h.

Diante desse cenário, o instituto reforça a necessidade de precaução. Há risco de cortes de energia, queda de árvores e alagamentos. Recomenda-se evitar abrigo sob árvores durante as rajadas de vento, bem como estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Em caso de tempestades, também é indicado desligar aparelhos elétricos e o quadro geral de energia.

No Nordeste, a previsão é de chuvas moderadas, com acumulados entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, acompanhados de ventos de 40 a 60 km/h. O risco de corte de energia, queda de galhos e alagamentos é considerado baixo.

Segundo o informativo meteorológico do Inmet, a previsão para os próximos dias também inclui pancadas de chuva intensas no Norte, Centro-Oeste e Sudeste. No Sul, apesar dos volumes menores de chuva, as temperaturas devem permanecer elevadas.





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Bons negócios para a soja; veja as cotações do dia



O mercado brasileiro de soja teve bons negócios nesta terça-feira (4), especialmente no setor doméstico. No entanto, os portos apresentaram menor movimento, com a janela de embarque sendo pequena. Em geral, as cotações subiram, embora ajustes negativos tenham ocorrido em alguns pontos, como no Porto de Rio Grande.

Para o mês de fevereiro, os negócios têm se concentrado mais na indústria. O recuo do dólar ajudou a conter maiores altas, mas os compradores domésticos continuam com boas ofertas no curto prazo.

Cotações no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço manteve-se em R$ 134,00
  • Região das Missões (RS): preço manteve-se em R$ 135,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 140,00 para R$ 135,00
  • Cascavel (PR): preço aumentou de R$ 124,00 para R$ 125,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço aumentou de R$ 132,50 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): preço aumentou de R$ 111,00 para R$ 113,00
  • Dourados (MS): preço aumentou de R$ 115,00 para R$ 118,00
  • Rio Verde (GO): preço aumentou de R$ 114,00 para R$ 115,00

Chicago

O mercado da soja também seguiu atento às questões internacionais. O foco foi na imposição de tarifas comerciais pelo novo governo Trump, com a posição de março encerrando no maior patamar desde o início de outubro.

Após um início de dia na defensiva devido a medidas de retaliação do governo chinês, o mercado se estabilizou com sinais de que ambos os lados estavam dispostos a negociar uma pausa nas tarifas, o que ajudou a acalmar os ânimos.

Além disso, o clima na América do Sul segue sendo monitorado, com preocupações na Argentina devido à seca prolongada, afetando o potencial produtivo. No Brasil, as previsões indicam pouca chuva no Sul e chuvas em excesso no Mato Grosso, prejudicando a colheita.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,79%, negociado a R$ 5,7693 para venda e a R$ 5,7673 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7564 e a máxima de R$ 5,8269.



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Passarela da Soja será realizada em março no Oeste da Bahia



Dando sequência ao calendário de eventos do agronegócio, a ‘Passarela da Soja, Milho e Culturas Alternativas’, teve data confirmada pela Fundação Bahia, entidade organizadora do evento, para o dia 8 de março, sábado, em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.

O evento é um dos mais aguardados pela cadeia produtiva agrícola regional e de todo o Matopiba, e acontecerá no Campo Experimental da Fundação Bahia.

Em sua última edição, realizada em 2024, a Passarela contou com público de mais de 1.500 pessoas, divididas entre produtores, técnicos de campo, agrônomos, pesquisadores, empresários, consultores, gerentes de fazenda, estudantes e outros profissionais ligados ao agro.

De acordo com a organização, para este ano, a expectativa é de superar os números da edição anterior.

“A Passarela é um marco no nosso calendário agrícola porque sempre contribui informando e levando conhecimento aos nossos produtores. Este ano não será diferente. Temas técnicos importantes no cenário nacional serão abordados, além de termos também demonstrações de inovação e tecnologia através de nossos parceiros”, conta o presidente da instituição e produtor, Ademar Marçal.

Passarela da inovação

A Passarela da Soja, Milho e Culturas Alternativas contará com uma grande estrutura onde será ministrado o painel central e estarão presentes os estandes de empresas parceiras.

Um de seus diferenciais é a Vitrine Tecnológica, espaço dedicado à demonstração de cultivares em campo.

As culturas da soja – carro-chefe do Oeste baiano – e do milho, são os destaques do evento, seguidas por culturas de sucessão.

O nome dos palestrantes e a programação oficial do evento ainda não foram divulgados. O encontro voltado para a demonstração de tendências e inovação acontece no Centro de Pesquisa e Tecnologia do Oeste da Bahia (CPTO), equipamento mantido pela Fundação BA.

O campo possui 140 hectares voltados para o desenvolvimento da agricultura regional e abriga áreas experimentais das mais diversas culturas.


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