quinta-feira, julho 9, 2026

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AgroNewsPolítica & Agro

Trigo importado pressiona mercado no Sul


A TF Agroeconômica informou que o mercado de trigo no Rio Grande do Sul começou fevereiro de forma lenta, com os moinhos locais já abastecidos para o mês e avançando gradualmente nas compras para março. As ofertas dos compradores variam entre R$ 1.280,00 e R$ 1.350,00 por tonelada, dependendo da qualidade do trigo, enquanto os vendedores pedem entre R$ 1.300,00 e R$ 1.400,00. 

No mercado de exportação, as compras seguem conforme a programação de embarques, com preços girando entre R$ 1.280,00 e R$ 1.350,00 por tonelada. O preço do trigo Milling no porto chegou a R$ 1.310,00, mas sem negócios reportados. Já o trigo para ração (feed) foi negociado pontualmente a R$ 1.300,00 por tonelada no porto. O preço da pedra em Panambi manteve-se em R$ 65,00 a saca.

Em Santa Catarina, o mercado segue estável, com os moinhos antecipando compras para evitar altas futuras. As ofertas CIF variam de R$ 1.400,00 a R$ 1.500,00 por tonelada, enquanto o trigo importado chega ao estado a preços elevados, superando R$ 1.700,00 no porto e R$ 1.800,00 no interior. Os preços pagos aos triticultores oscilaram entre R$ 68,00 e R$ 74,33 por saca, dependendo da região, com o maior valor registrado em Joaçaba.

No Paraná, os custos de frete em alta impactam o preço FOB, enquanto as expectativas para a safra 2025/26 indicam um possível aumento na área plantada devido à queda nos preços da soja. Os preços CIF para os moinhos da região centro-sul variam entre R$ 1.400,00 e R$ 1.500,00 por tonelada, enquanto no norte e oeste os compradores oferecem entre R$ 1.450,00 e R$ 1.470,00 por tonelada. O trigo importado, proveniente da Argentina e Paraguai, tem sido oferecido a valores entre US$ 280 e US$ 290 por tonelada no porto e R$ 1.410,00 CIF no oeste do estado. A média estadual do preço da pedra foi de R$ 72,92 por saca, garantindo um lucro médio de 6,11% aos triticultores, conforme o Deral.

 





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nova variante do H5N1 é detectada em vacas leiteiras nos EUA



Vacas leiteiras em Nevada, nos Estados Unidos, foram infectadas por uma nova variante da gripe aviária H5N1, distinta da que se espalhou pelos rebanhos no ano passado, informou o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Identificada como D1.1, a cepa foi confirmada na última sexta-feira após análise de leite coletado em um programa de vigilância da agência.

O genótipo D1.1 está associado à primeira morte humana por gripe aviária nos EUA e a um caso grave no Canadá. No mês passado, um paciente na Louisiana faleceu após apresentar sintomas respiratórios graves, enquanto uma adolescente em British Columbia, no Canadá, foi hospitalizada após contato com aves de capoeira.

Desde março do ano passado, outra variante do H5N1, chamada B3.13, já havia sido detectada em rebanhos leiteiros, tendo infectado mais de 950 propriedades em 16 estados. Até o momento, pelo menos 67 pessoas nos EUA testaram positivo para a gripe aviária, a maioria delas trabalhadores do setor pecuário.

A detecção dessa nova variante sugere que o vírus H5N1 entrou no gado em momentos distintos, a partir de aves silvestres. Especialistas alertam para os desafios no controle da doença e o risco de novas transmissões entre animais e humanos.



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Janeiro de 2025 foi o mês mais quente desde o ano de 1850



Em janeiro de 2025, a temperatura do planeta registrou 1,75 grau Celsius (°C) acima do nível pré-industrial. Foi a maior já anotada pela série histórica do Serviço Copernicus para Mudanças Climáticas da União Europeia, ficando 0,79°C acima da média de 1991-2020 para o mês, com temperatura do ar na superfície de 13,23ºC.

“Janeiro de 2025 é outro mês surpreendente, continuando as temperaturas recordes observadas nos últimos dois anos, apesar do desenvolvimento das condições de La Niña no Pacífico tropical e seu efeito de resfriamento temporário nas temperaturas globais”, diz Samantha Burgess, líder estratégica para o clima do Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo (ECMWF, na sigla em inglês).

O registro leva o planeta ao 18º mês – dos últimos 19 meses – em que a temperatura média global do ar superficial foi superior a 1,5°C acima do nível pré-industrial. De fevereiro de 2024 a janeiro de 2025, o planeta ficou 1,61°C acima da média estimada de 1850-1900 usada para definir o nível pré-industrial.

De acordo com o relatório da instituição divulgado nesta quinta-feira (6), as temperaturas acima da média foram observadas principalmente no sudeste da Europa, nordeste e noroeste do Canadá, Alasca e Sibéria, sul da América do Sul, África e grande parte da Austrália e Antártica.

Já no norte da Europa, Estados Unidos e nas regiões mais orientais da Rússia, Península Arábica e sudeste Asiático, as temperaturas foram abaixo da média.

A temperatura média da superfície do mar para janeiro foi de 20,78ºC, considerando as zonas temperadas e intertropical, a cerca de 10 metros de profundidade. De acordo com o Copernicus, esse é o segundo valor mais alto anotado para o mês: 0,19°C abaixo de janeiro de 2024.

Chuvas

O relatório informou ainda que janeiro também foi predominantemente mais úmido do que a média, com fortes precipitações que levaram a inundações em algumas regiões.

A média de chuvas foi maior na Europa Ocidental, em partes da Itália, Escandinávia e países bálticos; no Alasca, Canadá, centro e leste da Rússia, leste da Austrália, sudeste da África e sul do Brasil.

Medições

O Copernicus é um programa de observação da Terra que utiliza medições de satélites, navios, aeronaves e estações meteorológicas em todo o mundo para produzir análises de dados da atmosfera, marinho, Terra, alterações climáticas, segurança e emergência.

O programa é coordenado e gerido pela Comissão Europeia e implementado em parceria com estados-membros, Agência Espacial Europeia (ESA), Organização Europeia para a Exploração de Satélites Meteorológicos e Centro Europeu de Previsões Meteorológicas em Médio Prazo, entre outros.



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Governador do Piauí é o novo presidente do Consórcio Nordeste



O Consórcio do Nordeste, entidade que reúne os nove estados da região, deu posse nesta quarta-feira (5) ao novo presidente, o governador Rafael Fonteles (PT), do Piauí, em uma cerimônia em Brasília. Ele sucede a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), que esteve à frente do grupo ao longo do ano passado.

“É uma imensa honra assumir a liderança do Consórcio do Nordeste em um momento tão decisivo para a nossa região. Com coragem e empenho, continuaremos promovendo ações que valorizem nossas potencialidades, estimulem o crescimento econômico e fortaleçam nosso compromisso com a equidade social”, escreveu o governador em suas redes sociais.

Temas como sustentabilidade, segurança e economia estão entre as prioridades do mandato de Fonteles, que vai até dezembro deste ano.

Criado em 2019, o Consórcio Nordeste busca promover a integração regional, articular políticas públicas integradas, atrair investimentos, realizar compras compartilhadas e estimular o desenvolvimento e o bem-estar da região.

Durante o evento que marcou a posse de Fonteles, foi assinado um memorando de entendimento entre o Consórcio Nordeste e o Ministério da Fazenda, em torno da agenda da Transformação Ecológica do governo federal. A solenidade contou com a presença de ministros do governo, como Fernando Haddad (Fazenda) e Alexandre Silveira (Minas e Energia).

Reunião no Planalto

No fim da tarde, seis dos nove governadores e outros três vice-governadores foram recebidos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no Palácio do Planalto.

“Desejei um bom trabalho ao governador do Piauí e novo presidente do Consórcio Nordeste, Rafael Fonteles, que terá como foco de sua gestão a sustentabilidade, a segurança, a saúde e a economia da região. Conte com o apoio do governo federal”, escreveu o presidente em postagem nas redes sociais.

Perfil

Rafael Fonteles tem 39 anos e iniciou a carreira política como secretário da Fazenda do Piauí (2015-2022), quando coordenou o Pró-Piauí, programa de investimento com foco no eixo social e no desenvolvimento econômico. Em 2022, foi eleito governador do Piauí, com a maior votação da história política do estado.

Fonteles é bacharel em Matemática pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) e mestre em Economia Matemática pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA).



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Porto de Santos realiza controle de pragas agrícolas em 42,5 milhões de toneladas de grãos



A Autoridade Portuária de Santos (APS), que administra o Porto de Santos, informou que em 2024 empresas credenciadas realizaram 799 tratamentos fitossanitários – processo popularmente conhecido por fumigação – para o controle de pragas agrícolas. “As ações, realizadas em porões de navios, contêineres e paletes, representam um aumento de 3% em relação a 2023, quando foram registrados 777 tratamentos”, disse em nota.

O trabalho visa a prevenir a entrada e disseminação de pragas agrícolas no País, além de garantir o atendimento a padrões internacionais exigidos por mercados compradores. A China, principal destino dos grãos tratados, correspondeu a 35% dos navios que passaram pelo tratamento. “Vietnã (9%) e Indonésia (7%), ocupam as posições seguintes. As principais cargas tratadas foram soja (48,5%), milho (32,5%) e farelo de soja (18,8%).”

Do total, 664 dos serviços de fumigação foram realizados nos porões das embarcações, somando mais de 42,5 milhões de toneladas de mercadorias tratadas.



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Produção global de algodão em 2024/25 deve aumentar 5,9%, diz Icac



A produção mundial de algodão deve alcançar 25,55 milhões de toneladas na temporada 2024/25, que começou em agosto passado, informou o Conselho Consultivo Internacional do Algodão (Icac, na sigla em inglês) em relatório mensal. O volume representa aumento de 5,9% ante a estimativa para a temporada 2023/24, de 24,12 milhões de toneladas.

Para o Brasil, o conselho estima produção de 3,70 milhões de toneladas em 2024/25, aumento de 15,6% ante a temporada anterior.

O consumo global em 2024/25 deve aumentar 1,78% ante a temporada anterior, para 25,42 milhões de toneladas.

As exportações tendem a diminuir 2,6%, para 9,61 milhões de toneladas, disse o Icac. Já os estoques finais podem subir 0,7%, para 18,69 milhões de toneladas.

As estimativas de preço para o índice A na temporada 2024/25 vão de 92 centavos a 97 centavos de dólar por libra-peso, com média de 94 cents.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil aposta em mina de potássio para reduzir dependência externa



Expectativa é que, inicialmente, 20% da demanda nacional seja atendida




Foto: Divulgação

Atualmente dependente da importação de Potássio, o Brasil pode reduzir essa vulnerabilidade nos próximos anos. O avanço se deve à estruturação da maior mina do mineral no país, localizada em Autazes (AM), a 113 quilômetros de Manaus. Com previsão de início das operações em 2028, a expectativa é que, inicialmente, 20% da demanda nacional seja atendida, alcançando 40% ao final da segunda fase do projeto, em 2032.

A iniciativa visa diminuir a dependência brasileira de fornecedores externos. Atualmente, mais de 96% do potássio utilizado na agricultura do país vem de nações como Canadá, Rússia e Bielorússia. Considerado um dos três principais macronutrientes agrícolas, ao lado do nitrogênio e fósforo, o potássio é fundamental para a fertilização e nutrição das plantas, auxiliando no crescimento, floração, frutificação e resistência contra pragas e doenças.

O projeto, desenvolvido desde 2008, recebeu as licenças necessárias do Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam) no ano passado. Com um investimento previsto de US$ 2,5 bilhões, a mina subterrânea contará com poços de até 800 metros de profundidade e utilizará apenas água e calor para concentrar o potássio com até 95% de pureza.

Para Valter Casarin, coordenador geral e científico da Nutrientes Para a Vida (NPV), essa estruturação representa um grande avanço para a segurança alimentar e sustentabilidade da agricultura brasileira. “O potássio é essencial para a produtividade e qualidade dos alimentos. A redução da dependência externa fortalece o setor agropecuário e garante colheitas mais abundantes”, destaca Casarin.

O Brasil, um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, precisa garantir fontes seguras de fertilizantes para manter sua competitividade global. Com a nova mina, o país pode se tornar mais autossuficiente e menos suscetível às oscilações do mercado internacional de insumos agrícolas.





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Governo faz parceria para integrar agricultura irrigada e segurança energética



Os ministros da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro; de Minas e Energia, Alexandre Silveira; e da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, assinaram nesta quarta-feira (5) um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para promover a integração entre agricultura irrigada e segurança energética, em conformidade com a Política Nacional de Irrigação (Lei nº 12.787/2013).

A parceria busca superar desafios como infraestrutura energética insuficiente e baixa adoção de tecnologias modernas, com foco em práticas sustentáveis alinhadas ao Plano ABC+ (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono). O objetivo é fortalecer a segurança alimentar e energética, impulsionar a produtividade e gerar empregos no setor agropecuário.

“Este ACT demonstra que o governo tem uma estratégia clara para expandir a agricultura irrigada de forma sustentável, promovendo inclusão socioeconômica e segurança energética”, destacou o ministro Carlos Fávaro.

Durante o evento, também foi lançada a Aliança pelo Desenvolvimento Energético dos Polos e Projetos de Irrigação do Brasil, unindo esforços entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e o Ministério de Minas e Energia (MME).

“A Aliança entre os ministérios garante ações concretas para ampliar o fornecimento de energia às lavouras e incentivar o uso eficiente da irrigação, aproveitando melhor a água e a luz do sol para aumentar a produtividade”, afirmou o ministro Alexandre Silveira.

Atualmente, o Brasil irriga apenas 8,5 milhões de hectares, um número muito inferior ao potencial estimado de 54 milhões de hectares, segundo estudos da Esalq/USP e do MIDR. A expansão da agricultura irrigada pode permitir até três safras anuais na mesma área e gerar até 1,2 empregos por hectare irrigado, aumentando a renda dos produtores e garantindo alimentos mais acessíveis para a população.

“Este é um passo essencial para fortalecer a produção de alimentos de baixa emissão, reduzir desigualdades e ampliar oportunidades para o povo brasileiro”, enfatizou o ministro Waldez Góes.

*Com informações do Ministério da Agricultura e Pecuária



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Aliança entre São Paulo e Distrito Federal reforça a fruticultura 


A fruticultura brasileira ganha um importante reforço com a assinatura de um protocolo de intenções entre a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA) e a Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri).

A parceria busca melhorar o setor por meio de ações conjuntas, com foco na capacitação de trabalhadores, assistência técnica e troca de informações.

“A cooperação técnica na área de fruticultura, especialmente de frutas vermelhas, irá fomentar, de forma ainda mais incisiva, esse setor importante em ambos estados”, destaca Edson Fernandes, secretário Executivo da SAA. 

O protocolo é apenas o começo de uma parceria mais robusta, que inclui a criação de um termo de cooperação técnica, que será assinado durante o evento Fruit Attraction de 2025, em março, considerado um dos maiores encontros do setor na América Latina.

A parceria visa estabelecer troca de experiências, além de oferecer apoio à agricultura familiar, buscando o crescimento do setor e a inclusão de novos produtores.

“São Paulo tem muito a nos enriquecer na produção agropecuária. Também vamos disponibilizar nosso conhecimento gerado em prol do homem e da mulher do campo em SP e no DF, com o objetivo de levarmos qualidade de vida, geração de renda e progresso para as pessoas”, afirma Rafael Borges Bueno, secretário de Agricultura do DF.

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O encontro entre as Secretarias ocorreu em Campinas, na sede da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), que formula e executa o Projeto Frutas Vermelhas SP.

Desde 2018, o projeto tem permitido que produtores paulistas diversifiquem suas lavouras, agregando valor à produção e criando novas possibilidades de negócios.

Atualmente, o projeto conta com 43 produtores cadastrados, muitos dos quais já estão colhendo resultados comerciais.

Além disso, a partir de 2024, a CATI passou a disponibilizar mudas de mirtilo e framboesa para o mercado, com qualidade superior e preços atrativos, incentivando novos produtores a se engajarem nesse nicho crescente da fruticultura.

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Foto: Divulgação | Pixabay

Crescimento expressivo nas exportações de frutas

Líder nacional, o setor de frutas paulistas cresceu 13%, na exportação, em relação a 2023. De acordo com o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), no ano passado foram comercializados mais de US$250 milhões.

O destaque foi para limões e lima que totalizaram 50% de participação (US$121 milhões), com o envio de 112 mil toneladas.

Outros produtos como a manga (US$14 milhões) e o mamão (US$1,5 milhão), também tiveram saldo positivo no ano. São Paulo também lidera a produção nacional de banana, com 26% do total produzido.

Essa expansão nas exportações deve ser fortalecida pela cooperação entre os dois estados, permitindo o aumento da produção de frutas vermelhas, além de fortalecer a troca de informações técnicas e estratégias de comercialização.

Para quem deseja se capacitar e melhorar sua atuação no setor de fruticultura, o Sebrae oferece uma ampla gama de cursos e treinamentos voltados para o micro e pequeno produtor rural. Acesse aqui o site do Sebrae.



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ouça a análise sobre o que mexe com os mercados


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a leve alta do dólar para R$ 5,79, após 12 quedas seguidas. O Ibovespa subiu 0,31%, impulsionado por bancos, Vale e Embraer.

Nos EUA, dados mistos mostraram PMI de serviços abaixo do esperado e criação de empregos acima das previsões.

Hoje, atenção para falas de Galípolo e indicadores na Europa e nos EUA, enquanto o mercado se prepara para o Payroll amanhã.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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