quinta-feira, julho 9, 2026

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AgroNewsPolítica & Agro

Milho fecha em alta com disputa


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em alta com disputa entre fábricas e portos, segundo informações da TF Agroeconômica. “O milho segue firme a tendência de alta na B3. Os dados da Anec podem parecer contraditórios com a alta, mas refletem bem o momento do milho brasileiro”, comenta.

“A ANEC estimou, neste meio de semana, as exportações brasileiras de milho em 1,03 milhão de toneladas para fevereiro, ante 3,15 milhões em janeiro e 724.065 toneladas no mesmo mês de 2024. Ou seja, mesmo em um momento de redução de embarques de milho, dado a prioridade da exportação da soja, o Brasil deve comercializar mais milho que em 2024, onde a demanda externa foi mais forte que a atual. Ao longo de 2024 o mercado interno absorveu grande parte do milho produzido.Os portos e a indústria estão disputando o grão ainda estocado ou recém-colhido, o que tem dado bons valores para a bolsa e o mercado físico”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia. “O vencimento de março/25 foi de R$ 77,95 apresentando alta de R$ 1,33 no dia, alta de R$ 2,21 na semana; maio/25 fechou a R$ 77,28, alta de R$ 0,75 no dia, alta e R$ 1,72 na semana; o vencimento julho/25fechou a R$ 72,34, alta de R$ 0,50 no dia e alta de R$ 1,22 na semana”, indica.

Em Chicago, o milho fechou de forma mista com falta de acordo entre China e EUA. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -0,25 % ou $ -1,25 cents/bushel a $ 493,25. A cotação para maio, fechou estável a $ 504,75. As cotações do cereal sofreram pressão do ajuste da soja e do trigo neste meio de semana. O impasse entre a Casa Branca e o Governo chinês sobre as tarifas também pesou sobre os preços”, conclui.

 





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Missão brasileira fortalece mercados sustentáveis na Alemanha



Uma equipe do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) participou do maior evento do setor de frutas e hortaliças frescas do mundo, a Fruit Logistica 2025. Além de cumprir agenda de reuniões com autoridades alemãs e representantes do setor produtivo, o objetivo da viagem foi fortalecer as relações bilaterais, ampliar a presença dos produtos brasileiros no mercado internacional e reforçar a imagem do Brasil como referência em sustentabilidade agropecuária.

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais e se destaca pela qualidade e diversidade de seus produtos. O Mapa destacou o compromisso dos produtores do país com a inovação e as boas práticas agrícolas.

Cerca de 50 empresas do setor estiveram presentes no evento, sob coordenação da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas)

Encontros

A delegação realizou uma reunião com a diretora-geral do Ministério da Agricultura da Alemanha, Swantje Nilsson. A conversa abordou temas como a cooperação comercial entre os dois países, o Acordo Mercosul-União Europeia, o recente foco de febre aftosa e as práticas sustentáveis adotadas pelo Brasil.

O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luís Rua, palestrou na 18ª Conferência Latino-Americana da Economia Alemã. Durante a apresentação, ele detalhou oportunidades de negócios para investidores alemães e destacou iniciativas brasileiras, como o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas (PNCPD) e a Lei do Biocombustível do Futuro.

Regulamentação

A delegação brasileira também participou de um encontro sobre o Regulamento Europeu de Cadeias Livres de Desmatamento (EUDR), com representantes dos setores de carne bovina, soja e café.

A Alemanha, maior compradora do café brasileiro na Europa, tem papel fundamental no comércio do produto, o que reforça a importância do diálogo sobre as regulamentações ambientais e o fortalecimento das exportações nacionais.

Na mídia

Por fim, a missão brasileira realizou uma coletiva com a imprensa alemã, destacando os avanços na redução do desmatamento, as práticas sustentáveis da agropecuária nacional e o papel do Brasil como fornecedor confiável de alimentos ao mundo.

*Com informações do Ministério da Agricultura e Pecuária



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Produção de grãos deve crescer 17% no Paraná, mas clima preocupa, diz Ocepar


A produção de grãos no Paraná deve atingir 41 milhões de toneladas na safra 2024/25, um aumento de 6 milhões de toneladas, ou 17% maior, em relação ao ciclo anterior, afirmou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Segundo ele, o avanço da produção deve impor desafios à logística e à armazenagem no estado. “Nossa infraestrutura vai ser bem desafiada. Devemos ter uma concentração de entrada e produção bastante significativa nas próximas semanas”, disse.

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura do Paraná, confirmou que 23% da área plantada de soja no estado já foi colhida, principalmente nas regiões oeste e sudoeste.

O volume projetado para a oleaginosa foi revisado para 21,3 milhões de toneladas, quase 1 milhão de toneladas abaixo da estimativa inicial de 22,2 milhões de toneladas, devido ao período de estiagem entre dezembro e janeiro, que afetou lavouras em Toledo e Cascavel.

Para o milho safrinha, a estimativa segue em 15,5 milhões de toneladas, mantendo o Paraná como um dos principais fornecedores do cereal para a produção de proteína animal. “O milho é matéria-prima fundamental para a cadeia de proteína animal; somos grandes produtores de frango e suíno”, destacou o diretor do Deral, Marcelo Garrido.

Momento econômico preocupa

Apesar da safra cheia, o cenário econômico suscita preocupações. Ricken, da Ocepar, citou o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2%, inflação em 5,5% e a Selic (taxa básica de juros da economia) em tendência de alta para 15%, além do impacto do dólar próximo a R$ 6. “É um momento de desafio para o setor”, reforçou.

O presidente da Cooperativa Bom Jesus, Luiz Roberto Baggio, alertou para a necessidade de ajustes no Plano Safra, diante da alta dos juros e da dívida pública superior a R$ 7 trilhões. “A safra é grande, muito boa, mas as coisas não estão tão boas assim. Isso pode, em alguma medida, afetar a agricultura”, advertiu.

Impacto do La Niña

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Foto: Pixabay

O fenômeno climático La Niña segue ativo, com intensidade moderada, e continuará influenciando o clima no Brasil pelo menos até o primeiro semestre de 2025, afirmou o agrometeorologista Luiz Renato Lazinski, durante o Encontro Safra 2024/25, promovido pelo Sistema Ocepar.

Segundo ele, o fenômeno já atingiu seu pico e deve perder força gradualmente nos próximos meses, mas seus efeitos ainda serão sentidos no campo. “La Niña atingiu o máximo agora. Daqui para a frente, a tendência é diminuir gradativamente, mas seus efeitos sobre o clima continuam” destacou Lazinski.

A atuação do fenômeno tem provocado um desequilíbrio climático entre as regiões produtoras do país. No Centro-Oeste, o excesso de chuvas tem atrasado a colheita da soja e pode empurrar para a frente o plantio da safrinha, enquanto no Sul, a estiagem e o calor intenso comprometem a produtividade das lavouras.

No Centro-Oeste, o volume de chuvas tem sido muito acima do esperado, acumulando 300 a 400 milímetros em 30 dias. Segundo Lazinski, o problema não é apenas o volume, mas a frequência das precipitações. “O problema é que tem chovido todo dia. Podia até chover 200 milímetros, metade disso, mas todos os dias tem chovido”, ressaltou.

Essa condição tem mantido o solo encharcado, dificultando a colheita da soja. “O produtor entra com a máquina no campo, vai colher a soja e entregar na cooperativa com 25% ou 30% de umidade. Isso encarece o processo porque exige secagem e aumenta os custos logísticos”, comentou.

Cuidados com a produção do Sul

No Paraná, o padrão climático é característico de La Niña, com chuvas bem distribuídas no leste do estado e volumes reduzidos no oeste e noroeste. “As áreas mais ao leste recebem bem. À medida que vou me deslocando para o oeste do estado, as chuvas vão diminuindo”, observou Lazinski.

A umidade do solo segue alta na região central e nos Campos Gerais, variando entre 60% e 70%. No oeste e noroeste, porém, os níveis estão entre 40% e 50%, o que pode comprometer a produtividade do milho safrinha, caso o período seco se estenda.

“Para o milho safrinha, o ideal é que tenha mais de 70% de umidade no solo. Se pegar um veranico de 20 a 25 dias, a lavoura começa a pedir água”, alertou o meteorologista.

O Sul do Brasil e a Argentina enfrentam temperaturas elevadas e escassez de chuvas. O Rio Grande do Sul está em situação crítica, com temperaturas chegando a 42,4 graus em Quaraí e umidade do solo abaixo de 20 milímetros.

“No nível da lavoura, uma temperatura dessas chega a 60 graus. A planta não aguenta. Cada dia que passa com temperaturas elevadas e falta de precipitação, ela vai perdendo produtividade”, afirmou Lazinski.

Na Argentina, o cenário é ainda mais extremo. As temperaturas estão 6 graus acima da média, com máximas de 42 ºC a 43 ºC em algumas regiões. A previsão para os próximos 15 dias indica pouca ou nenhuma chuva, com exceção do norte de Buenos Aires. “A Argentina está em uma situação complicada, sem previsão de chuvas significativas. Se isso se confirmar, o impacto na produção agrícola pode ser severo”, destacou.



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Safra de milho avança no Sul do Brasil: Veja o mercado


Segundo a TF Agroeconômica, a colheita de milho no Rio Grande do Sul segue em ritmo acelerado, atingindo mais de 50% da área plantada. A indústria aumentou suas ofertas em R$ 1,00 no interior, com preços variando entre R$ 70,00 e R$ 74,00 por saca, dependendo da região. A Conab destacou que o plantio da primeira safra está atrasado, mas a colheita avançou rapidamente, com produtividade variável devido às restrições hídricas. A exportação se beneficiou da alta em Chicago, com valores chegando a R$ 80,00 por saca para entrega em fevereiro.  

Em Santa Catarina, a colheita segue atrasada, com apenas 4,2% da área apta colhida, segundo a Conab. No entanto, as lavouras no Planalto e na Serra apresentam ótimo desenvolvimento. A Epagri apontou uma queda de 1,79% no preço médio pago ao produtor em dezembro e leve retração em janeiro, enquanto o mercado internacional sinaliza alta para os contratos de março de 2025 na Bolsa de Chicago. No porto, valores de compra variam entre R$ 72,00 para entrega em agosto e R$ 72,50 para outubro.  

No Paraná, a primeira safra de milho apresenta boas expectativas, com a colheita acelerando em fevereiro. Segundo o Deral, a produção está consolidada e deve ter alta produtividade, apesar da pressão de cigarrinhas. A Conab informou que as chuvas desaceleram a colheita, que atingiu 5% da área. O plantio da segunda safra avançou para 9%. No mercado, o milho spot gira em torno de R$ 72,00/saca, e no porto de Paranaguá, compradores oferecem até R$ 73,00 com entrega em setembro.  

Já em Mato Grosso do Sul, o plantio da segunda safra está levemente atrasado, com 5% da área semeada, segundo a Conab. A comercialização do milho safrinha de 2024 atingiu 77%, ficando abaixo do ritmo do ano anterior. O preço médio da saca subiu 0,99% em janeiro, chegando a R$ 63,56. No mercado físico, os valores oscilaram: Campo Grande registrou R$ 63,00, enquanto Dourados teve alta para R$ 65,99.

 





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Prepare-se para tempestades! Inmet anuncia Alerta Laranja e Amarelo para duas regiões do Brasil



As instabilidades atmosféricas seguem ativas no Norte e Nordeste do Brasil nesta quinta-feira (6), influenciadas pelo Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) e pela Zona de Convergência Intertropical (ZCIT). A previsão aponta pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com possibilidade de acumulados expressivos.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém os avisos laranja e amarelo para chuvas intensas, indicando precipitações de até 100 mm e ventos que podem alcançar 100 km/h.

O alerta laranja vale para diversas áreas do Nordeste, onde as chuvas já causaram impactos. Na Paraíba, a estação de Camaratuba registrou 236,8 mm nas últimas 24 horas, superando o recorde anterior de 171,8 mm, de 2013. Em João Pessoa, o acumulado chegou a 90 mm no mesmo período.

O aviso amarelo também se estende a outras regiões do país, incluindo o Sul, onde o Rio Grande do Sul enfrenta temperaturas até 5°C acima da média.



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governo deve conversar com setor produtivo nos próximos dias



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, hoje (6), em entrevista a rádios da Bahia, que nos próximos dias vai se reunir com setores da área de alimentos em busca de reequilibrar os preços. Segundo Lula, o governo vai buscar junto ao setor produtivo, atacadista e do comércio de alimentos formas de reduzir os valores.

“Esse é um trabalho que estamos fazendo e espero que possamos encontrar resultados o mais rápido possível. Temos preços sazonais, preços resultado das queimadas, da chuva, ou seja, tudo é motivo para que você tenha um desandar da carruagem da questão de preço de alimentos”, disse.

Economia

Além disso, o presidente afirmou que a economia do Brasil vive seu melhor momento e que nunca houve tantas políticas de inclusão social como agora.

“É o povo indígena, quilombola, são as mulheres, os pequenos produtores rurais. O agronegócio já recebeu o orçamento que nunca recebeu, a nova indústria que está crescendo. Há muito tempo que a gente não tinha o PIB crescendo na indústria e agora está. Temos várias atividades econômicas que estão crescendo”, detalhou.

Lula também falou sobre crédito e informou que os bancos públicos, como o BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal entre outros estão investindo mais e que novas medidas serão anunciadas nos próximos dias. O dinheiro tem que circular”, disse.

*Com informações da Agência Gov



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Abic recomenda ‘consumo consciente’ para diminuir impacto da alta do preço



A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) reconheceu que o preço do café pode sofrer novos reajustes ao consumidor ao longo das próximas semanas. Por isso, recomendou “consumo consciente”. As declarações foram dadas nesta quarta-feira (5), pelo presidente da Abic, Pavel Cardoso, em evento para comentar os resultados do setor em 2024.

Cardoso afirmou que a escalada observada em novembro e dezembro de 2024, com aumentos que podem variar entre 20% e 30%, ainda não atingiu por completo as prateleiras. Segundo ele, esse repasse pode resultar em um impacto significativo no orçamento familiar.

“É natural que, sendo o café um produto tão essencial no cotidiano do brasileiro, surjam questionamentos sobre o preço”, afirmou Cardoso. “A análise que nós fazemos, inclusive para fazer uma boa recomendação aos consumidores, é que não haja desperdício, que haja o consumo consciente”, destacou o dirigente.

A recomendação da Abic é de que os consumidores revisem seus hábitos para evitar o desperdício, sugerindo a preparação de apenas a quantidade necessária para cada momento. O presidente da associação chegou a brincar, dizendo que “quem vai deixar de tomar café talvez seja a pia”, referindo-se ao suposto descarte excessivo durante o preparo.

Embora os aumentos nos preços afetem o consumidor, a Abic evitou prever se haverá redução no consumo de café em 2025.

“É algo a ser observado com cautela. Os dados sobre isso ainda estão em processo de apuração”, disse Cardoso.



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Mulheres agricultoras ganham espaço e serão fornecedoras de merenda escolar



Na última terça-feira (4), resolução do conselho deliberativo do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) incluiu entre os produtores e fornecedores de alimentos “grupos formais e informais de mulheres”.

A mudança no artigo 29, da portaria do Ministério da Educação, soma os grupos de mulheres agricultoras aos já previstos “empreendedor familiar rural ou de suas organizações, priorizando os assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas”.

A resolução reflete o aumento do número de mulheres que organizam e comandam empreendimentos agrícolas no Brasil. Segundo o último Censo Agropecuário, de 2017, no Brasil havia 946,1 mil mulheres que trabalhavam como produtoras, o que representa 19% do total, superando os 13% registrados em 2006. A resolução inclui aquelas que atuam especificamente na agricultura familiar.

Trajetória

Em 2009, uma lei estabeleceu que ao menos 30% dos alimentos distribuídos nas redes públicas de ensino deveria ser adquirido da agricultura familiar. O projeto tem ao menos dois objetivos: fornecer comida saudável, sem agrotóxicos, para as crianças que consomem merenda escolar, e garantir que parte da produção da agricultura familiar encontre mercado e ajude a equilibrar a oferta e os preços no mercado.

*Com informações da Agência Gov



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É amanhã! A Abertura Nacional da Colheita da Soja está chegando!



O município de Carmem (MT), região de Sinop, está a todo vapor, à espera dos participantes da Abertura Nacional da Colheita da Soja 2024/2025, que acontece nesta sexta-feira (7), na Fazenda Esperança. O evento começa a partir das 8h30 (horário de Brasília), com um café especial. Caso você não esteja pela cidade, acesse este link para acompanhar tudo ao vivo.

O evento reunirá as Associações de Produtores de todo o Brasil e, nesta edição, será sediado em Mato Grosso, em comemoração aos 20 anos da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT). A programação começa com um café especial, além de almoço e um show sertanejo.

O evento contará com painéis sobre temas importantes, como Sustentabilidade, COP 30, Biocombustíveis e Alimentos, e terá a presença de figuras de destaque, como Aldo Rebelo, o deputado Arnaldo Jardim (vice-presidente da Frente Parlamentar da Agricultura), Daniel Vargas, Fabrício Rosa da Aprosoja Brasil e presidentes das Aprosojas de diversos estados.

A Abertura será realizada na Fazenda Esperança, propriedade do produtor Invaldo Weis, que se sente privilegiado em receber o evento. “Eu me sinto privilegiado em receber esse evento na minha propriedade e acho que é um privilégio não só para mim, mas para toda a região e principalmente para o município de Santa Carmem”, afirmou.

As inscrições para a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2024/2025 seguem abertas e são gratuitas. Além da programação e de debates estratégicos para o setor, o evento será uma excelente oportunidade de troca de experiências entre produtores, especialistas e representantes do agro.



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Oeste da Bahia receberá investimentos para facilitar escoamento da safra de grãos


As estradas do Oeste da Bahia, região com maior produção de grãos do Nordeste, receberão investimentos para facilitar o escoamento da safra. O Plano de Escoamento da Safra 2025, foi anunciado nesta quarta-feira (5), em Brasília, pelo Governo Federal.

O anúncio foi comandado pelos ministros dos Transportes, Renan Filho, da Agricultura, Carlos Fávaro, e dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

O plano, que integra o Novo PAC, prevê investimentos robustos para garantir que a produção agrícola brasileira em 2025, estimada em 322,47 milhões de toneladas, seja transportada com mais eficiência e menor custo, fortalecendo a competitividade do agronegócio nacional.

Essa estimativa representa um aumento de 8,3% da produção, comparada à safra anterior. “O Brasil cresce em exportação porque tem infraestrutura de qualidade. E esse é um desafio nosso, porque a safra vai aumentar ainda mais”, afirmou Renan Filho. 

Obras na Bahia

As rodovias que compõem o chamado Arco Norte, citadas por Renan Filho, receberão um reforço nos investimentos, que saltarão de R$ 2 bilhões para R$ 2,6 bilhões.

Esses recursos serão destinados à melhoria da malha rodoviária e à conclusão de obras estruturantes.

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Foto: Ascom/ Ministério dos Transportes

De acordo com a Secretaria de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri), o pacote bilionário prevê investimentos em infraestrutura viária na região Oeste da Bahia, com destaque para a conclusão da pavimentação dos trechos Cocos – Div. BA/MG (BR-135/BA) e Cocos – Carinhanha na BR-030/BA, além do apoio ao licenciamento ambiental de trecho importante da BR-135/BA

BR 135: agora vai?

Trecho da BR 135 entre São Desidério e Correntina, oeste da BahiaTrecho da BR 135 entre São Desidério e Correntina, oeste da Bahia
Foto: Reprodução/ Google Maps

De acordo com a Seagri, o apoio ao licenciamento ambiental de trechos da BR-135/BA entre São Desidério e Correntina é crucial para destravar a obra, contribuindo para o escoamento da produção agrícola da Bahia.

As obras nos trechos entre os municípios oestinos, incluem a construção de uma ponte sobre o Rio Corrente. No pacote de iniciativas lançado ontem, os três ministérios envolvidos se comprometeram a auxiliar no licenciamento ambiental, afirma a Seagri.

O trecho da rodovia, que altualmente está em péssimas condições, se revitalizado, facilitará o transporte de grãos, reduzindo custos logísticos e fortalecendo a competitividade do Brasil no mercado internacional.

“Essas medidas são fundamentais para o desenvolvimento do setor agropecuário na Bahia e em todo o Brasil. Agradecemos ao governo federal pelo apoio contínuo e pelos investimentos que beneficiarão diretamente nossos produtores”, declarou Wallison Tum.

O secretário destacou ainda a previsão de crescimento da safra de grãos da Bahia para 2024/25, que deve alcançar 11,4 milhões de toneladas, um aumento de 6,7% em relação ao ciclo anterior.


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