quarta-feira, julho 8, 2026

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Consumo de frutas, café, chocolate e vinho reduz em até 23% o risco de síndrome metabólica



Uma dieta rica em alimentos como uva, morango, açaí, laranja, chocolate, vinho e café pode reduzir em até 23% o risco de síndrome metabólica (conjunto de alterações hormonais e no metabolismo que eleva o risco de o indivíduo desenvolver doenças cardiovasculares).

Foi o que comprovou estudo realizado com mais de 6 mil brasileiros, o maior do mundo a associar os efeitos do consumo de polifenóis (compostos bioativos conhecidos por sua ação antioxidante e anti-inflamatória) na proteção de problemas cardiometabólicos.

“Trata-se de uma boa notícia para quem gosta de frutas, chocolate, café e vinho, alimentos ricos nesses compostos. Embora a relação entre o consumo de polifenóis e a redução do risco de síndrome metabólica já ter sido identificada em estudos anteriores, ela nunca havia sido verificada em uma população tão grande [6.378 indivíduos] e ao longo de tanto tempo [oito anos]”, afirma Isabela Benseñor, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP).

O trabalho integra o Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil), que monitora a saúde de 15 mil funcionários públicos de seis universidades e centros de pesquisa do país desde 2008. A iniciativa conta com financiamento do Ministério da Saúde e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Entre os 6.378 participantes analisados, 2.031 desenvolveram a síndrome metabólica. A condição é caracterizada pela combinação de pressão alta, obesidade abdominal, níveis sanguíneos elevados de açúcar (hiperglicemia), de triglicerídeos e de colesterol (dislipidemia). Geralmente, o diagnóstico é dado quando o indivíduo apresenta pelo menos três desses cinco fatores.

A prevalência da síndrome metabólica está aumentando em proporções epidêmicas em todo o mundo. No Brasil, saltou de 29,6% em 2013 para 33% em 2022, apontam pesquisas previamente publicadas.

“Pretendemos nos aprofundar, em futuros estudos, no papel dos polifenóis na proteção contra doenças cardiometabólicas. O que se sabe até agora são questões relacionadas ao poder anti-inflamatório e antioxidante desses compostos, além de uma possível influência positiva na microbiota intestinal”, destaca Benseñor, que coordena o ELSA-Brasil.

Variedade de alimentos

Existem mais de 8 mil tipos de polifenóis já identificados na natureza, sendo que os mais conhecidos e estudados são os ácidos fenólicos (presentes no café e no vinho), os flavonoides (frutas de forma geral, feijão e chocolate), as lignanas (sementes e laranja) e os estilbenos (uva roxa e vinho tinto).

Para identificar quais substâncias os participantes da pesquisa consumiam regularmente, foram aplicados questionários. Verificou-se a frequência da ingestão de 92 alimentos ricos em diferentes classes de polifenóis. Os efeitos de diferentes métodos de cozimento e processamento foram levados em consideração para permitir medições precisas da ingestão desses compostos bioativos.

Com base nessa análise, concluiu-se que um consumo elevado de polifenóis totais (469 miligramas por dia), proveniente de diferentes alimentos, diminuiu em 23% o risco de os indivíduos desenvolverem a síndrome metabólica, em comparação com aqueles que apresentaram um consumo mais baixo (177 mg/d). Uma redução similar do risco foi encontrada para o consumo de ácidos fenólicos, uma classe específica de polifenol abundante no café, vinho tinto e nos chás.

Carnaúba explica que a quantidade de polifenóis associada à redução do risco de síndrome metabólica é referente ao valor total de consumo do composto, que é obtida a partir da ingestão de diversos alimentos.

“A variedade alimentar importa, pois uma das justificativas para os efeitos benéficos dos polifenóis na saúde é a sua capacidade de modular a microbiota intestinal. Esse processo pode estimular o crescimento de bactérias benéficas, conhecidas como probióticas. Porém, quanto mais diversa for a alimentação e mais variadas forem as fontes de polifenóis na dieta, melhor é o efeito na microbiota intestinal e, consequentemente, na saúde do indivíduo”, pontua.

De acordo com as análises, o consumo mais elevado de flavanol, uma subclasse de flavonoide, esteve associado com um risco 20% menor de desenvolver síndrome metabólica. Na população estudada, o consumo de flavanol se deu principalmente a partir do vinho tinto, que, sozinho, contribuiu com quase 80% da ingestão total deste composto. O chocolate também foi um contribuinte importante, já que determinou 10% do consumo de flavanol nesta população.

O estudo também analisou o impacto dos polifenóis em outras questões cardiometabólicas relacionadas à síndrome metabólica, como hipertensão, resistência à insulina e triglicérides aumentados, por exemplo.

“Os resultados mostraram que os efeitos dessas substâncias no metabolismo e nas questões cardíacas não são poucos. Independentemente de diversos fatores de risco para a doença, como sexo, idade, tabagismo e atividade física, aqueles que ingeriram mais polifenóis tiveram até 30 vezes menos chance de desenvolver pressão arterial elevada, 30 vezes menos chance de apresentar resistência à insulina e 17 vezes menos chance de ter triglicerídeos aumentados”, relata Carnaúba.



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Gripe aviária faz preço da dúzia de ovos chegar a R$ 60 nos EUA



A gripe aviária tem causado problemas a população dos Estados Unidos. Desde o início do surto, há quase três anos, o vírus H5N1 exterminou cerca de 120 milhões de galinhas, perus e outras aves em 49 estados americanos, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês), resultando na diminuição da oferta de ovos e no aumento dos preços do produto.

De acordo com a USDA, a gripe aviária altamente patogênica (HPAI) continua interrompendo as tentativas da indústria de retornar a um equilíbrio de oferta”, informa um relatório de janeiro.

Escalada de preços

Desde 2023, o preço médio de uma dúzia de ovos brancos grandes nos EUA tem subido. Em 2024, a dúzia custava R$ 24 e no ano anterior cerca de R$ 15.

A doença também está se disseminando pelo rebanho leiteiro do país. Apenas na Califórnia, 500 rebanhos foram infectados, e outros 700 foram contaminados em outros estados, segundo o USDA.

O vírus também infectou 61 pessoas nos EUA, segundo dados federais revelados pela Reuters. Em janeiro, uma vítima de 65 anos morreu devido a doença.



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Produção brasileira de laranja em 2025/26 deve alcançar 13 milhões de toneladas



A área total de pomares de laranja estimada para 2025 no Brasil é de 590 mil hectares, estável ante 2024. O escritório do USDA projetou o consumo doméstico em 2025/26 em 2,5 milhões de toneladas. O volume estimado para o ciclo anterior é de 2,6 milhões de toneladas.

A produção brasileira de suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) deve somar 1,01 milhão de toneladas em 2025/26, um aumento de 8,8% ante o ciclo anterior, segundo o escritório. Já as exportações devem crescer 9,11% na mesma comparação, para 953.840 toneladas.



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AgroNewsPolítica & Agro

chuvas fortes beneficiam arroz, mas afetam milho



Chuvas intensas prejudicam lavouras na Malásia




Foto: Divulgação

Segundo o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), fortes chuvas voltaram a atingir partes do leste das Filipinas, com destaque para o sul de Luzon, onde os volumes superaram 200 mm.

A persistência das precipitações manteve os solos saturados, beneficiando o arroz em fase vegetativa, mas trazendo desafios para o milho em maturação no nordeste do país.

Na Malásia oriental (Sabah e Sarawak), os temporais chegaram a 400 mm em algumas áreas, alagando plantações de dendê e interrompendo a colheita. Já no restante do país e nas regiões vizinhas da Indonésia, as chuvas foram mais regulares, com acumulados entre 25 e 100 mm. Em Java, as precipitações garantiram boa umidade do solo para o arroz.





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Ex-funcionário de 100 anos é homenageado por empresa que produziu 1 milhão de retroescavadeiras


A JCB, fabricante de retroescavadeiras, comemorou a produção da sua milionésima unidade com uma homenagem ao centenário Ken Harrison, último membro vivo da equipe de produção original da multinacional de origem britânica.

Harrison, que completou 100 anos em novembro de 2024, iniciou sua trajetória na JCB como soldador em 1952, quando a fábrica contava com apenas 29 funcionários.

Ao longo de 36 anos de serviço, até sua aposentadoria em 1988, ele testemunhou o crescimento da empresa e o avanço das máquinas produzidas.

Além de atuar na linha de produção, Harrison fez parte da Equipe de Demonstração da JCB nas décadas de 1950 e 1960, promovendo a marca na Europa.

Sua dedicação inspirou 13 familiares a seguir seus passos, totalizando mais de 350 anos de trabalho acumulado pela família na empresa.

Com mais de 75 anos de atuação, a JCB é uma das maiores fabricantes de equipamentos para construção do mundo. Há mais de 20 anos no Brasil, possui uma fábrica no município de Sorocaba (SP), que atende o mercado local e a América Latina.

Retroescavadeira JCB de última geração



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Desenvolvimento Agrário destinará 5 t de alimentos aos afetados pelas enchentes em SP



A doação será realizada através do Banco Ceagesp de Alimentos (BCA). Alimentos como batatas, tomates, abóboras, berinjelas, mangas, entre outros poderão ser retirados pelos moradores na Sociedade Amigos de Vila Mara.

A organização promove assistência social, programas recreativos, educacionais, esportivos, e culturais. A entrega ocorrerá a partir das 10h. A instituição fica na rua Salvador Fernandes Cárdia, 1037- Vila Mara São Miguel Paulista.

Ceagesp

A Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo é uma empresa pública federal, sob a forma de sociedade anônima, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, e representa um importante elo na cadeia de abastecimento de produtos hortícolas.



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AgroNewsPolítica & Agro

R$ 354 mil investidos na compra de alimentos



PAA garante alimentos para 9 mil pessoas o estado




Foto: Divulgação

A partir da próxima segunda-feira (10), agricultores familiares de Santa Catarina iniciarão o fornecimento de 38,09 toneladas de alimentos para pessoas em situação de insegurança alimentar. A iniciativa é viabilizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), e beneficiará instituições socioassistenciais em Lages (SC).

Os alimentos adquiridos incluem maçã, mel e pinhão e foram comprados na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS), com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Vinte e oito agricultores familiares dos municípios de São Joaquim e Bom Jardim da Serra participam da operação, sendo também responsáveis pela distribuição dos produtos.

A ação recebeu um investimento de R$ 354,5 mil e atenderá cerca de 9 mil pessoas em vulnerabilidade social. O PAA tem como objetivos incentivar a agricultura familiar, promover a inclusão social e econômica, estimular a produção sustentável e gerar renda aos produtores rurais.





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Nova tecnologia transforma subproduto do etanol de milho em biocombustível para aviação


Uma pesquisa do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP), encontrou formas de transformar o óleo de destilação do etanol de milho (DCO) em combustíveis renováveis, como bioquerosene para aviação e diesel verde.

O estudo, publicado na Nature Communications, detalha a estrutura e o funcionamento de uma enzima natural capaz de gerar hidrocarbonetos similares aos obtidos nas refinarias de petróleo.

A enzima identificada pelo Laboratório Nacional de Biorrenováveis (LNBR) do CNPEM tem um diferencial importante para que o DCO (do inglês distillers corn oil) assuma um papel de destaque na indústria de combustíveis avançados como diesel verde e bioquerosene para aviação: é altamente eficiente e suporta altas temperaturas, o que permite sua aplicação direta nesse coproduto da produção de etanol de milho — atualmente subaproveitado.

Imagem da enzima transformando óleo de milho em hidrocarboneto. As cores representam os átomos: vermelho para oxigênio, azul-escuro para nitrogênio, verde-azulado para carbono e rosa para ferro

A enzima é capaz de atuar no processamento do DCO, uma matéria prima ácida com alto teor de ácidos graxos livres. Ela faz a descarboxilação do DCO, removendo oxigênio de ácidos graxos, transformando-os em moléculas muito semelhantes às obtidas no processo de refino do petróleo.

Além de combustível, os compostos resultantes podem ser usados na produção de plásticos, cosméticos e outros produtos industriais.

Produção de DCO nas indústrias de etanol

No Brasil, em 2023, foram produzidas 145.700 toneladas de DCO nas indústrias de etanol de milho, que poderiam ser utilizadas para produção de combustível. Em âmbito global, a produção do DCO é estimada em 4,3 milhões de toneladas por ano.

O CNPEM é pioneiro nos estudos sobre o aproveitamento da matéria-prima na produção sustentável de hidrocarbonetos usando enzimas. Para a aplicação industrial ainda há etapas a serem vencidas, mas a descoberta representa um passo importante para que a tecnologia seja licenciada.

“O grande desafio era encontrar uma enzima que pudesse trabalhar diretamente com materiais brutos e variados, como subprodutos e/ou coprodutos industriais. Não só identificamos essa enzima, mas também elucidamos completamente seu modo de ação e entendemos que características a deixaram extremamente eficiente para atuar no DCO”, explica a pesquisadora Letícia Zanphorlin, do CNPEM, que liderou o estudo.

Para chegar a essas informações, os pesquisadores transformaram a enzima em cristais para que sua estrutura atômica fosse revelada por cristalografia de proteínas realizada na linha de luz Manacá, do Sirius, acelerador de partículas de 4ª geração do CNPEM, um dos três em atividade no mundo e o maior equipamento científico do país.

Além do impacto científico, a descoberta tem implicações reais no desenvolvimento sustentável. No Brasil, o etanol de milho é uma indústria crescente, especialmente no Centro-Oeste, onde o milho é plantado entre as safras de soja, sem necessidade de novas áreas agrícolas.

Cadeia valor do milho

O óleo gerado na produção de etanol de milho, que atualmente tem pouca aplicação comercial, agora pode ser convertido em combustível para transporte de longas distâncias, aumentando o retorno econômico da cadeia produtiva, e contribuindo para a circularidade do setor.

“O CNPEM tem apostado em soluções que prezam pela sustentabilidade de uma maneira mais ampla, indo além da redução das emissões de gases de efeito estufa, e incluindo questões relacionadas ao uso responsável dos recursos naturais e manutenção do equilíbrio dos ecossistemas”, ressalta o diretor do LNBR, Eduardo Couto.

“A tecnologia agrega valor à cadeia do milho e fortalece a sustentabilidade. Essa cadeia gera o etanol, o DDGS (do inglês, “Distiller’s Dried Grains with Solubles”) e o DCO. O DGGS já vira ração animal, e agora o óleo residual pode ganhar uma destinação importante que é o SAF (combustível sustentável para aviação)”, explica Letícia. Ela também destaca o potencial de outras matérias-primas, como babaçu e macaúba, que estão no radar para estudos futuros.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Inmet divulga alerta de tempestade de granizo com rajadas de até 60 km/h nesta tarde



O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou aviso neste sábado (8) que chuvas de até 50 mm, com ventos intensos – pico de 60 km/h – e queda de granizo podem castigar algumas regiões pelo Brasil. O fenômeno tem potencial de causar estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.

O instituto informa que a região central de Goiás, quase todo o estado de Minas Gerais, leste do Mato Grosso do Sul, norte Paranaense, oeste baiano, sul do Tocantins e grande parte do estado de São Paulo, incluindo a capital, podem ser afetados pelas tempestades.

Instruções

Em caso de rajadas de vento, o Inmet reforça que as pessoas não se abriguem debaixo de árvores devido ao risco de queda e descargas elétricas, não estacionem veículos próximos a torres de transmissão e que evitem usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Mais informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil da sua região através do telefone 199 e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).



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Programa Agroamigo completa 20 anos



O Programa de Microfinança Rural do Banco do Nordeste atende milhares de agricultores e agricultoras familiares, enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Desde sua criação, o Agroamigo aplicou mais de R$ 41,7 bilhões, compreendendo 8,1 milhões de operações contratadas. A iniciativa possui uma carteira ativa de R$ 13,2 bilhões, com mais de 1,3 milhão de clientes ativos.

Para comemorar esses resultados, uma solenidade foi realizada, nesta sexta-feira (7), em uma das unidades do banco em Teresina (PI). O evento contou com a participação do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Wellington Dias, o presidente da instituição financeira, Paulo Câmara, e do governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT).

Na ocasião, o ministro destacou os avanços da economia no país, com foco no setor rural, onde o Agroamigo atua, citando a parceria com o MDS. “Isso é possível a partir da integração do social com o econômico. O social como parte do desenvolvimento econômico, no Piauí, no Nordeste e no Brasil”, pontuou.

O titular da pasta relembrou os mais de 24 milhões de brasileiros que saíram da insegurança alimentar em 2023, segundo estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O presidente do banco, Paulo Câmara, falou sobre a importância e os benefícios do programa. “Dá destaque à agricultura familiar e tem números impactantes, está fazendo diferença na vida das pessoas”, afirmou.

O governador do Piauí, Rafael Fonteles, enalteceu os resultados do projeto. “Estamos aqui para comemorar os 20 anos desse programa essencial. Em 2024, houve cerca de R$ 1 bilhão em crédito subsidiado para a agricultura familiar, com mais de 90 mil operações realizadas”, celebrou.

*Com informações do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome



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