quarta-feira, julho 8, 2026

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Agrosolidário promove bem-estar e saúde para crianças



Desde 2012, o Programa Agrosolidário da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) impacta positivamente a vida e a saúde de centenas de crianças e adolescentes em Jaciara, com o oferecimento de uma alimentação saudável e rica em proteínas. Uma das instituições beneficiadas ao longo dos 15 anos do programa é o Lar Recanto Feliz Rosa Deolídia Martins (Casa Transitória), que serve a bebida de soja no café da manhã dos atendidos.

A bebida de soja, rica em vitaminas e nutrientes essenciais para o crescimento, tem sido fundamental para a saúde e bem-estar das crianças, como explica Micheli Souza Alves, cuidadora do Lar. “As crianças estão mais dispostas e animadas. A bebida tem sido um complemento nutricional valioso. Agradecemos muito por essa parceria que faz toda a diferença em nossas vidas”, afirmou.

O programa e o benefício à saúde

O Agrosolidário é uma iniciativa que reconhece a importância de uma alimentação saudável, especialmente para aqueles que enfrentam desafios em suas vidas desde a infância. As crianças atendidas pela instituição, que muitas vezes vêm de situações difíceis, recebem não só a bebida de soja, mas também o carinho e a atenção necessários para seu desenvolvimento.

A coordenadora do Lar Recanto Feliz, Edineia de Fátima Danieli Tissiani, destaca a importância de garantir uma alimentação balanceada e cuidados psicológicos para as crianças e adolescentes. “A soja é uma excelente fonte de proteína. Quando não conseguimos fornecer carne, a proteína da soja é essencial para o desenvolvimento deles. Agradecemos imensamente à Aprosoja MT pela continuidade dessa parceria”, explicou Edineia.

Além da alimentação, o Lar oferece um ambiente acolhedor, com atenção integral às necessidades das crianças. A parceria com o Agrosolidário tem sido uma das bases para garantir que esses jovens se sintam cuidados, acolhidos e amparados.



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vem muita chuva por aí e até granizo!



A semana entre os dias 10 e 14 de fevereiro será marcada por instabilidades em boa parte do país. O avanço de uma frente fria no Sul provocará chuvas volumosas e risco de temporais, enquanto a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) intensifica as chuvas no Norte e em parte do Nordeste.

Confira os detalhes da previsão para todas as regiões na próxima semana, de acordo com informações da Climatempo e análise do meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller.

Sul

A semana começa com tempo estável no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e grande parte do Paraná, com temperaturas elevadas. No entanto, a partir de terça-feira (11), uma nova frente fria avança pelo território gaúcho, trazendo temporais, possibilidade de granizo e rajadas de vento acima de 100 km/h.

O sistema se desloca para Santa Catarina e Paraná, aumentando o risco de queda de árvores, corte de energia elétrica e danos às estruturas agrícolas.

O acumulado de chuva nos próximos cinco dias pode ultrapassar 100 mm no Rio Grande do Sul, ajudando a reverter a estiagem no estado, e no sul de Santa Catarina.

Sudeste

A instabilidade começa a se afastar da região, com chuvas isoladas no litoral norte do Espírito Santo e na região central de São Paulo. Grande parte de Minas Gerais e do Rio de Janeiro terá dias mais quentes e secos, favorecendo a maturação e colheita das lavouras de verão.

No entanto, o Triângulo Mineiro e parte de São Paulo estarão sob influência de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN), provocando temporais com chuva intensa, granizo e ventos de até 70 km/h.

O acumulado pode superar 100 mm, aumentando o risco de alagamentos e prejuízos no campo.

Centro-Oeste

O calor e a umidade favorecem pancadas de chuva em Mato Grosso, Goiás e norte de Mato Grosso do Sul, com alerta de temporais em Cuiabá (MT). Já em Campo Grande (MS), o tempo será mais ensolarado.

A partir da terça-feira, as chuvas retornam com força a Mato Grosso, sul de Goiás e leste de Mato Grosso do Sul, podendo acumular mais de 100 mm, o que pode atrapalhar a colheita da soja.

No centro-norte de Goiás e sul e oeste de Mato Grosso do Sul, os acumulados ficarão entre 30 e 50 mm, favorecendo a umidade do solo e reduzindo o estresse térmico do gado em confinamento.

Nordeste

As chuvas ficam concentradas no Maranhão, norte do Piauí e entre o litoral norte da Bahia e Alagoas, sem previsão de grandes volumes. O sertão nordestino segue com tempo seco e quente.

A Zona de Convergência Intertropical intensifica as chuvas no norte do Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, com acumulados acima de 100 mm e risco de alagamentos e deslizamentos.

No restante do Maranhão, Piauí e oeste da Bahia, os volumes devem ficar próximos de 50 mm, beneficiando as lavouras.

Já no centro-leste da Bahia, a restrição hídrica continua, e a tendência é de chuva mais volumosa apenas na última semana de fevereiro.

Norte

O calor e a alta umidade favorecem a formação de nuvens carregadas em todos os estados da região. Há previsão de temporais em Manaus, Porto Velho, Rio Branco e Macapá, com chuvas volumosas no Pará e no oeste e norte do Tocantins.

Em grande parte da região, os acumulados podem superar 150 mm, prejudicando os trabalhos no campo, especialmente no Pará e em Rondônia.

No Tocantins, os volumes ficarão na casa de 50 mm, o que permite a retomada das atividades agrícolas nos próximos dias.



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presente despretensioso ganha cultivo e mercado internacional


Exportar é a vontade de muitos produtores rurais, mas alcançar esse objetivo exige esforço, qualificação e dedicação. 

No interior de São Paulo, na cidade de Itu, Renato Brando e Eliana Monteiro conseguiram alcançar este marco. Eles transformaram o cultivo de pitaias em um negócio rentável que rompeu as fronteiras brasileiras.

Parte da produção de pitaia, também conhecida como fruta do dragão, é destinada ao mercado internacional. A história do casal começou quando Renato presenteou Eliana com uma muda da planta. Ela ficou encantada com a beleza da flor e da fruta. 

Eliana e Renato sempre trabalharam no segmento de indústria química. A vida na capital paulista sempre foi puxada e, visando o futuro, começaram a planejar o que fariam quando chegasse o momento de se aposentar. 

Com uma conexão natural com o campo, decidiram trocar a vida urbana pelo cultivo de pitaias a partir do presente que Renato deu à Eliana. Antes mesmo de iniciar o plantio, o casal visitou uma plantação já estruturada. Adquiriram mudas e começaram o cultivo da fruta exótica. 

“No início, fizemos tudo de forma improvisada, sem análise de solo ou preparo adequado. Não conhecíamos o controle de pragas, o que atrasou o crescimento”, lembrou Renato.

Aos poucos, o casal foi buscando conhecimento com outros produtores rurais, além de qualificação especializada. 

“Fizemos cursos no Sebrae e no Senar, que nos ensinaram sobre gestão, manejo e finanças. Esses conhecimentos foram essenciais para estruturar nosso negócio e buscar a certificação necessária para exportar”, afirmou Eliana.

Com o tempo e qualificação, o casal dominou o cultivo e a gestão de negócios.

“Até o quarto, quinto ano, a produtividade foi somente para manutenção dos custos que nós tínhamos com adubo, mão de obra e o manejo”,  disse a produtora.

Eliana ainda contou que já está no sétimo ano de cultivo e percebeu que, apenas em 2023, a atividade se tornou realmente lucrativa. 

“Em 2023, nós produzimos 23 toneladas. Em 2024, cerca de 30 toneladas de pitaia. Para a gente, não é só a parte financeira, mas também saber que o nosso produto é um alimento para o consumidor”, afirmou a produtora.  

Em uma plantação de pitaias uma mulher, um homem com cesta de pitaia e no fundo um cachorroEm uma plantação de pitaias uma mulher, um homem com cesta de pitaia e no fundo um cachorro
Foto: divulgação

Os produtores afirmaram que o network (rede de contatos, em português) também foi um divisor de águas para chegar ao mercado internacional.

“Um dia um rapaz veio trazer adubo e disse que conhecia um exportador. Começou aí, uma conversa para a gente exportar. Não fazemos isso direto, porque não estamos preparados, quem sabe no futuro, mas através de parceiros, a gente manda as nossas pitaias para América do Norte e Europa”, disse Renato. 

A primeira exportação ficará para sempre guardada na memória do casal, porque a separação das frutas exigiu cuidado redobrado. 

“Precisam ser perfeitas! Casca sem marcas, cor intensa e peso ideal. Não foi fácil, mas conseguimos”, contou Renato.

Além do mercado internacional, os produtores vendem para estabelecimentos locais, como mercados, quitandas ou diretamente ao consumidor. Para Renato, ser produtor rural é mais do que um trabalho. Se tornou um estilo de vida.

“É conviver com a natureza, cuidar da terra e viver com propósito”, relatou.

Eliana complementa dizendo que a fruta transformou a vida do casal.

“Produzir algo que alimenta outras pessoas é uma realização.”

A parceria sólida do casal une paixão, qualificação e rentabilidade.

Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Quer conhecer mais sobre a história do Renato e da Eliana? Então assista ao Porteira Aberta Empreender no dia 13/02, quinta-feira, às 17h45. Entre os assuntos que serão abordados estão, exportação, fairtrade e muito mais.

 O programa é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

Confira onde assistir ao programa

No dia 13 de fevereiro, assista ao Porteira Aberta Empreender em um destes canais:

CanaisCanais
Canais disponíveis para assistir ao programa Porteira Aberta Empreender, às quintas-feiras, às 17h45, e aos domingos, às 7h30

Acesse aqui e confira outros temas abordados como Acesso ao Crédito e Indicação Geográfica. 



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Orientações sobre o trânsito de máquinas agrícolas nas rodovias



Em colaboração com a Polícia Militar do Paraná (PM-PR), o Sistema da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) lançou um folder informativo para auxiliar os produtores rurais sobre as recentes alterações nas normas de trânsito de máquinas agrícolas nas rodovias. O material aborda as novas regras estabelecidas pela Resolução 1.017/2024 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Segundo informações divulgadas pela Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA), a publicação está disponível na versão digital no site da Faep e foi distribuída fisicamente aos sindicatos rurais do estado. O folder é uma ferramenta simples e acessível, com o objetivo de disseminar informações claras e precisas para garantir a segurança e o cumprimento das novas regulamentações.

O folder detalha, por exemplo, que as máquinas com largura entre 2,80 e 3,20 metros devem ser escoltadas por veículos batedores, com o pisca-alerta ligado e sinalização indicando “trator adiante”. Para máquinas com largura entre 3,2 e 4,5 metros, é necessário obter uma Autorização Especial de Trânsito (AET). Já os veículos com mais de 4,5 metros devem ser transportados embarcados.

Além disso, o material traz informações sobre os equipamentos obrigatórios para o trânsito de maquinários e os tipos de responsabilização, civil e penal, que os motoristas podem enfrentar em caso de acidente ou infração. Por fim, também são disponibilizados números de emergência e canais para denúncias.



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Besouro que ataca colmeias em MT deixa apicultores em alerta; saiba o que fazer


O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) emitiu na última semana uma nota técnica na qual confirma o registro da primeira ocorrência de Aethina tumida, popularmente conhecido como o pequeno besouro das colmeias (PBC), em Mato Grosso. O inseto ataca as colmeias de abelhas e torna o mel impróprio para consumo humano.

A nota também orienta as medidas sanitárias que os produtores precisam adotar para proteger suas colmeias. No documento de número 01/2025, o Indea comunica que o caso foi detectado em um apiário de Rondonópolis, após os produtores acionarem o órgão.

No processo de investigação, ficou comprovado que havia a presença do PBC em três colmeias, após análise das amostras pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em Goiânia.

De acordo com o coordenador de Defesa Sanitária do Indea e médico veterinário João Marcelo Néspoli, as larvas do besouro são as maiores causadoras de danos, pois se alimentam das larvas das abelhas e do pólen, além de perfurar os favos de mel ao movimentarem-se, causando a fermentação do mel e pólen, que se tornam impróprios para consumo humano.

“Nossa equipe está trabalhando para o controle dessa praga, mas os apicultores precisam adotar as boas práticas de prevenção e controle, além de notificar a possível presença ao Indea”, comenta Néspoli.

Medidas sanitárias sugeridas pela nota técnica:

  • Cadastramento, ou a atualização do cadastro, da produção junto ao Indea para se ter a dimensão da ação efetiva de controle de pragas;
  • Notificar o órgão em caso de suspeita da ocorrência do Pequeno Besouro das Colmeias no apiário e meliponários;
  • Inspecionar regularmente as colmeias (ao abri-las, observar atentamente a tampa, as laterais, o fundo, as frestas, os quadros e os favos para detectar a presença do besouro);
  • Raspar periodicamente o acúmulo de própolis e de cera da tampa, das molduras dos quadros, das paredes e do fundo das colmeias, que podem servir de abrigo para o besouro e dentre outras orientações na nota em anexo ao final da matéria.

Em caso de suspeita, o Indea sugere que procure uma unidade mais próxima. A lista das unidades você confere aqui ou pelo 0800-065-3015.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Baixas do açúcar perdem força e preços ficam próximos da estabilidade no…


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Os futuros do açúcar abriram com baixas próximas de 1% nas bolsas de Nova York e Londres nesta sexta-feira (03). Porém, a redução perdeu força ao longo do dia e as cotações estavam próximas da estabilidade no início da tarde, com as variações chegando a testar valores positivos em alguns momentos na ICE US.

Próximo às 12h (horário de Brasília), em Nova York, o contrato março/25 era negociado a 19,68 cents/lbp, uma redução de 0,05 cents em relação ao fechamento anterior. O maio/25 recuava 0,05 cents, sendo cotado a 18,32 cents/lbp, enquanto o julho/25 caía 0,07 cents, para 17,86 cents/lbp. O outubro/25 seguia a mesma tendência, com queda de 0,06 cents, negociado a 17,81 cents/lbp.

Na Bolsa de Londres, o contrato março/25 estava em US$ 512,10 por tonelada, uma queda de US$ 0,90. O maio/25 recuava US$ 2,30, para US$ 513,70 por tonelada, e o agosto/25 tinha redução de US$ 3,10, cotado a US$ 503,60 por tonelada. O outubro/25 perdia US$ 2,40, sendo negociado a US$ 497,50 por tonelada.

Com isso movimento, os preços do açúcar perdem parte dos ganhos contabilizados na última quinta-feira (02), que ultrapassaram 2% em NY e 1% em Londres. Conforme destacou o Barchart, sinais de menor produção de açúcar na Índia, o segundo maior produtor de açúcar do mundo, desencadearam cobertura curta em futuros de açúcar na quinta-feira, depois que a Indian Sugar and Bio-energy Manufacturers Association (ISM) relatou que a produção de açúcar da Índia de 2024/25 de 1º de outubro a 31 de dezembro caiu -15,5% a/a para 9,54 MMT.





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Domingo será de calor com termômetros acima dos 30 graus



De acordo com o instituto Climatempo, o calor será predominante neste domingo (9). Veja os detalhes da previsão do tempo nas cinco regiões brasileiras:

Região Sul

No domingo, as instabilidades se afastam um pouco da Região Sul do Brasil. A previsão é de chuva passageira, bem rápida, sem altos volumes, entre o norte gaúcho, o oeste de Santa Catarina e o sudoeste do Paraná. Não há previsão de chuva em Porto Alegre e em grande parte do estado do gaúcho. As temperaturas continuam em elevação.

Região Sudeste

Pouca chuva prevista na Região Sudeste neste domingo. As pancadas acontecem na região centro-sul de Minas Gerais, oeste e norte paulista. É uma chuva rápida, sem previsão para altos volumes. Nas capitais, a previsão é de pancadas à tarde, tempo abafado e temperaturas acima dos 32 graus.

Região Centro-Oeste

Os maiores volumes de chuva se concentram sobre Mato Grosso neste domingo. O calor e a alta umidade formam pancadas de chuva principalmente à tarde, e temporais não são descartados na região metropolitana de Cuiabá. Entre o leste de Mato Grosso, Goiás, e norte de Mato Grosso do Sul, a chuva acontece de forma passageira e rápida, sem previsão para altos volumes. Não chove na capital federal.

Região Nordeste

A Zona de Convergência Intertropical, o calor, a umidade e a circulação de ventos continuam formando nuvens bem carregadas no Maranhão e entre as capitais Natal e Salvador. Também pode chover forte no norte do Piauí e no litoral do Ceará. É uma chuva que acontece a qualquer momento do dia, mas mesmo assim as temperaturas são altas e a sensação será de tempo abafado. Tempo ensolarado no sertão.

Região Norte

Chove neste domingo em todos os estados da Região Norte. É uma chuva associada ao calor, umidade e também à Zona de Convergência Intertropical. Chove a qualquer momento do dia, com risco para temporais em todas as capitais. Os maiores volumes de chuva devem cair sobre Belém e Macapá.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do milho começa 2025 com incertezas



As cotações futuras indicam uma possível desvalorização




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Segundo informações do Cepea, o mercado de milho inicia 2025 com comportamentos distintos no cenário interno e externo. No Brasil, os preços do cereal no mercado spot registram patamares superiores aos do início de 2024. No entanto, as cotações futuras indicam uma possível desvalorização nos próximos meses.

Enquanto isso, na Bolsa de Chicago (CME Group), os contratos do milho operam em níveis mais baixos do que há um ano e não apresentam sinais de recuperação para 2025. Esse movimento reflete a conjuntura global do setor, com oferta ajustada e demanda ainda moderada.

Diante desse cenário, produtores e investidores acompanham de perto os desdobramentos do mercado, avaliando estratégias para comercialização diante das incertezas do ano.





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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil supera 800 mil t de embalagens recicladas


O Brasil acaba de atingir um marco inédito na destinação sustentável de embalagens vazias de defensivos agrícolas. Desde 2002, o Sistema Campo Limpo já encaminhou mais de 800 mil toneladas para destinação ambientalmente adequada, consolidando o país como referência global em logística reversa no agronegócio.

Em 2024, foram destinadas 68,5 mil toneladas de embalagens, um aumento de 27% em relação ao ano anterior. Esse avanço reflete o trabalho conjunto entre produtores rurais, distribuidores, cooperativas, indústrias e órgãos reguladores, garantindo que as embalagens recebam o tratamento correto e contribuam para a economia circular.

Para Marcelo Okamura, diretor-presidente do inpEV, a conquista reforça o protagonismo brasileiro no setor. “O Sistema Campo Limpo é um dos maiores casos de sucesso em sustentabilidade no mundo, com impactos ambientais, sociais e econômicos expressivos. Esse marco é motivo de grande orgulho para todos os envolvidos”, afirma.

O Brasil possui um dos sistemas mais eficientes de logística reversa do mundo, impulsionado pela Lei nº 14.785/00, que regulamenta o descarte adequado das embalagens de defensivos agrícolas. Atualmente, 100% das embalagens recebidas pelo Sistema Campo Limpo têm destinação correta, seja por reciclagem ou incineração ambientalmente segura.

Além disso, o inpEV foi reconhecido pelo Programa Brasileiro GHG Protocol, promovido pela Fundação Getúlio Vargas, e conquistou o Selo Prata, avançando na medição e redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE).

Com 411 unidades de recebimento ativas e milhares de operações itinerantes, o Sistema Campo Limpo garante acesso à destinação correta em todo o território nacional, atendendo desde grandes até pequenos produtores.

Para 2025, o objetivo é ampliar a cobertura para novas regiões, elevar os índices de reciclagem e buscar certificações adicionais em sustentabilidade. “Seguimos evoluindo, impulsionando a inovação e fortalecendo o compromisso com um agronegócio cada vez mais sustentável”, conclui Okamura.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Produção de tomate mantém qualidade



Alta oferta mantém preços estáveis e pouco vantajosos




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De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS, divulgado nesta quinta-feira (6), a produção de tomate na região de Caxias do Sul (RS) segue com boa sanidade, frutos de qualidade e produtividade satisfatória, mesmo com os desafios climáticos.

Apesar da sequência de dias chuvosos, menor incidência de radiação solar e temperaturas moderadas, os tomates apresentam bom calibre e coloração adequada, garantindo a qualidade dos frutos.

As lavouras precoces já estão em fase final de colheita, enquanto os cultivos de ciclo intermediário iniciam essa etapa. Já as lavouras de ciclo tardio entraram no estágio de frutificação.

O mercado segue com alta oferta, o que tem mantido a precificação estável e pouco atrativa para os produtores, que enfrentam custos elevados de mão de obra e insumos. O tomate do grupo longa vida está sendo comercializado, em média, a R$ 40,00 por caixa de 22 kg na propriedade.

Com a produtividade elevada, os agricultores aguardam possíveis mudanças no mercado que possam equilibrar os custos e melhorar a rentabilidade da cultura.





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