quarta-feira, julho 8, 2026

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indicador volta a fechar acima de R$ 76/saca



Os preços do milho seguem avançando na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Na última semana, o Indicador Esalq/BM&FBovespa (base Campinas – SP) voltou a fechar acima dos R$ 76/saca de 60 kg, o que não era observado desde abril de 2023.

Segundo o Centro de Pesquisas, preocupações relacionadas a atrasos da colheita da safra verão e da semeadura da segunda temporada, sobretudo no Centro-Oeste brasileiro, têm mantido parte dos vendedores afastada dos negócios no mercado spot, à espera de novas valorizações.

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Além disso, conforme explicam pesquisadores, agentes indicam que a prioridade vem sendo a colheita e a entrega dos lotes de soja, o que tem deixado as vendas de milho em segundo plano e os fretes encarecidos. 

Do lado da demanda, consumidores se mostram interessados em adquirir novos lotes, mas encontram dificuldades, diante dos preços maiores pedidos por vendedores, ainda de acordo com o Cepea.

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com chuvas irregulares na América do Sul, preços reagem



Levantamentos do Cepea mostram que os preços da soja reagiram no mercado brasileiro na semana passada, influenciados por chuvas irregulares na América do Sul. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário vem deixando vendedores em atenção e afastados do spot nacional.

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Além disso, incertezas sobre a relação comercial entre os Estados Unidos e a China reforçam o movimento de alta no Brasil – o apetite chinês pela soja brasileira pode crescer nos próximos meses. 

Por outro lado, ainda conforme o Centro de Pesquisas, a elevação no preço doméstico foi limitada pela queda do dólar, que deixa as commodities norte-americanas mais atrativas aos importadores em detrimento das brasileiras. O aumento no frete rodoviário no Brasil (que diminui o valor recebido pelos produtores) também limitou as altas no spot nacional. 

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preço do milho sobe e atinge maior patamar desde 2023



Os preços do milho seguem em alta na maioria das regiões monitoradas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/USP). Na última semana, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) superou os R$ 76 por saca de 60 kg, nível não registrado desde abril de 2023.

A valorização reflete atrasos na colheita da safra de verão e na semeadura da segunda safra, principalmente no Centro-Oeste, reduzindo a oferta no mercado spot. Além disso, produtores priorizam a colheita e entrega da soja, postergando a comercialização do milho.

Do lado da demanda, compradores enfrentam dificuldades para fechar negócios, devido aos preços elevados e ao encarecimento dos fretes, fator que também pressiona as cotações.



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Frete sobe, em média, 2,5% com reajuste do diesel; veja os novos valores



A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) reajustou os pisos mínimos de frete do transporte rodoviário de cargas após a alta de 5,57% no preço do Diesel S10. A nova portaria foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira (7).

A atualização segue a regra da Lei nº 13.703/2018, que determina a revisão dos valores sempre que a variação do combustível ultrapassar 5%. Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), entre 2 e 8 de fevereiro, o preço médio do Diesel S10 chegou a R$ 6,44 por litro, elevando os custos do transporte.

Os reajustes médios da tabela de frete ficaram assim:

  • Transporte de carga lotação: +2,13%
  • Veículo automotor de cargas: +2,40%
  • Transporte de carga lotação de alto desempenho: +2,64%
  • Veículo de cargas de alto desempenho: +2,99%

A ANTT reforça que a tabela de frete deve ser ajustada semestralmente ou quando houver variação superior a 5% no preço do diesel. Além disso, a agência disponibiliza a ferramenta “Calculadora do Piso Mínimo”, que permite simular os valores conforme as características do transporte.



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Onda de calor segue até quarta-feira e temperaturas ficam acima dos 40°C em boa parte do Brasil



A onda de calor que já provocou temperaturas de quase 44°C no Rio Grande do Sul se estende até a quarta-feira (12), fazendo a temperatura novamente superar a marca dos 40°C em vários locais do estado neste começo de semana. É possível que o recorde de 43,8°C registrado em Quaraí no dia (4) seja superado.

Nesta segunda (10), a combinação de calor e umidade favorece a ocorrência de pancadas de chuva isoladas entre o meio da tarde e a noite em todo estado de São Paulo. Elas podem ser de forte intensidade, com raios e rajadas de vento de até 60 km/h na Grande SP e em cidades do oeste, noroeste, norte e nordeste paulista. Confira como fica o clima, segundo a Climatempo, hoje em todo o país:

Região Sul

Pouca chuva é prevista para esta segunda no Sul – as pancadas típicas de verão associadas a calor e umidade se concentram sobre áreas do extremo norte de SC, parte do sul, região central e leste do PR, mas, sem risco de grandes volumes. A chuva pode vir de forma mais localizada; enquanto todo o RS começa a semana com tempo firme e muito calor.

Região Sudeste

No Sudeste, pancadas mais isoladas entre o oeste, norte e nordeste de SP, áreas do Triângulo e sul de MG e em parte do ES. Manhã e tarde de segunda com sol e bastante calor nas capitais da Região. Não chove no RJ e a previsão é de pancadas mais isoladas em Vitória e Belo Horizonte.

Região Centro-Oeste

A semana começa com o tempo mais instável em Mato Grosso e risco alto de temporais em Sinop e Sorriso; todo o norte do estado fica em alerta e a situação é de perigo na divisa com AM e PA. Cuiabá, Campo Grande, Brasília e Goiânia terão sol nesta segunda, muito calor e pancadas de verão podendo ocorrer com moderada a forte intensidade entre os períodos da tarde e noite – chuva que pode vir com raios e ventos de até 60 km/h.

Região Nordeste

A atuação da ZCIT – corredor e umidade segue na costa brasileira, estimulando mais umidade para o litoral dos estados do MA, PI e CE e RN – risco nesta segunda-feira para pancadas de chuva forte e temporais, sobretudo em São Luís. O interior deve permanecer mais ensolarado e sem chuva. Tempo firme no interior da PB, PE e na maior parte da Bahia, com chuva concentrada apenas no litoral, podendo vir com força em Salvador durante o dia.

Região Norte

Risco maior de chuva forte! Perigo em Manaus, Belém e Macapá, para chuva contínua e frequente que pode acumular volumes altos em um curto período. A atuação da ZCIT – corredor e umidade que segue na costa norte brasileira, influencia o tempo na região.



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AgroNewsPolítica & Agro

A soja vai seguir desvalorizando: Consultoria



Entre os fatores de alta, destaca-se a menor produção de canola no Canadá



Entre os fatores de alta, destaca-se a menor produção de canola no Canadá
Entre os fatores de alta, destaca-se a menor produção de canola no Canadá – Foto: Ivan Bueno/APPA

A TF Agroeconômica alerta que a soja continua em queda desde janeiro de 2024, reforçando sua recomendação para que produtores fixem preços e vendam antes de novas desvalorizações. A alta dos preços em Chicago no ano passado incentivou o aumento da produção global, levando à atual pressão baixista no mercado. 

Além disso, o crescimento da demanda por óleo de soja para biocombustível não tem sido suficiente para compensar o excesso de farelo, cujos estoques estão muito acima da média dos últimos anos. O setor produtivo e o governo ainda não tomaram medidas para reverter essa situação, que poderia representar uma oportunidade comercial para o Brasil.  

“Nesta sexta-feira, mais uma consultoria privada brasileira estimou a safra atual em 174,88 milhões de toneladas (a segunda: todas as outras estimam entre 170/173MT, enquanto a Conab estima 166 MT e o USDA 169 MT). A seca que atinge a região sul do país está sendo compensada pelo aumento de produtividade trazido pelas fortes chuvas do Centro-Oeste do país”, comenta.

Entre os fatores de alta, destaca-se a menor produção de canola no Canadá, o que pode elevar a demanda por óleo de soja. Além disso, a previsão de aumento da mistura de biodiesel no Brasil, de B14 para B15 a partir de março, tende a aquecer o mercado interno.  

Já entre os fatores de baixa, pesam as perdas nos mercados acionários, forçando grandes fundos de investimento a realizarem lucros, além da melhora nas condições das lavouras argentinas devido a recentes chuvas. O mercado também sente os efeitos da entrada da nova safra brasileira no circuito comercial e teme uma escalada na guerra tarifária entre EUA e China, o que pode impactar negativamente as exportações norte-americanas.

 





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Trump anunciará tarifas de 25% sobre aço e alumínio, produtos exportados pelo Brasil



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que anunciará hoje (10) tarifas de 25% sobre alumínio e aço importados. Esses produtos são exportados pelo Brasil aos EUA. Procurado, o Ministério de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) afirmou que não vai se manifestar.

O republicano também disse que deve anunciar, na terça ou quarta-feira, tarifas recíprocas a países que “tiram vantagem” dos EUA.

Em entrevista a repórteres no avião presidencial, a caminho do Super Bowl, Trump afirmou que os EUA vão cobrar o mesmo nível de taxas impostas pelos parceiros comerciais.

“Não vai afetar todos os países, porque há alguns com os quais temos tarifas similares; mas com aqueles que estão tirando vantagem dos EUA, teremos reciprocidade”, afirmou.

Após ameaçar o Canadá e o México com tarifas de 25%, Trump concedeu a ambos um adiamento de 30 dias em 3 de fevereiro. Ele também anunciou uma cobrança de 10% a importações chinesas.

As tarifas retaliatórias da China contra produtos americanos entraram oficialmente em vigor no domingo, 9 (segunda-feira, 10, pelo horário de Pequim).



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AgroNewsPolítica & Agro

Mais uma queda da soja em Chicago


A soja fechou em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta sexta-feira, pressionada pelas chuvas na Argentina e pela expectativa de uma safra recorde no Brasil, segundo a TF Agroeconômica. O contrato de março recuou 1,04%, ou 11,00 cents/bushel, encerrando a $1049,50, enquanto o de maio caiu 0,95%, ou 10,25 cents/bushel, para $1065,50. O farelo de soja para março registrou queda de 1,63%, cotado a $301,4 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 1,28%, para $45,98 por libra-peso.  

“A soja negociada em Chicago fechou o dia em baixa, mas o acumulado da semana em alta. Com as idas e vindas sobre a imposição de tarifas pela Casa Branca, o mercado optou por realizar lucros e passar o final de semana protegido”, comenta.

A realização de lucros marcou o pregão, em meio à incerteza sobre tarifas que podem ser impostas pela Casa Branca. Além disso, as chuvas na Argentina aliviaram parte do estresse hídrico, mas 30% da safra segue em condições regulares ou ruins, segundo a Bolsa de Rosário. No Brasil, os atrasos na colheita não impediram projeções de uma safra recorde, com estimativas acima de 174 milhões de toneladas, reforçando a pressão baixista sobre os preços globais.  

Apesar das quedas, o óleo de soja evitou perdas maiores para o grão, sustentado pelos estoques historicamente baixos de óleo de canola no Canadá. Como resultado, a soja acumulou alta de 0,72% na semana, ou 7,50 cents/bushel. O farelo de soja avançou 0,10%, ou $0,3 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja recuou 0,28%, ou $0,13 por libra-peso. A volatilidade deve continuar influenciando o mercado diante das condições climáticas na América do Sul e das incertezas no cenário comercial global.

 





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Tarifas de Trump e inflação global: como isso afeta a economia? Ouça análise


PODCAST Diário Econômico

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que os mercados globais operam com cautela após dados fortes de emprego nos EUA e declarações de Trump sobre tarifas.

No Brasil, as preocupações fiscais pesaram sobre os ativos, com o Ibovespa fechando a semana em baixa. O IPCA de janeiro será o grande foco dos investidores, enquanto o Fed monitora sinais da inflação americana.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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