quarta-feira, julho 8, 2026

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USDA mantém estimativas para a safra do Brasil



O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu relatório de fevereiro, com atualizações importantes sobre a safra de soja para 2024/25. A projeção mundial foi ajustada para 420,76 milhões de toneladas, uma redução em relação aos 424,26 milhões estimados em janeiro. Para a temporada 2023/24, a estimativa permanece em 394,97 milhões de toneladas.

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Os estoques finais para 2024/25 também sofreram um corte, passando de 128,4 milhões de toneladas para 124,34 milhões, abaixo da previsão do mercado de 128,5 milhões. Para 2023/24, os estoques estão estimados em 112,5 milhões de toneladas.

Em relação à produção brasileira, o USDA manteve a previsão para 2023/24 em 153 milhões de toneladas e a estimativa para 2024/25 foi confirmada em 169 milhões de toneladas. O mercado, no entanto, esperava um aumento para 170 milhões de toneladas na temporada atual.

Soja na Argentina

Para a Argentina, a projeção de safra de 2023/24 foi mantida em 48,21 milhões de toneladas. Contudo, a previsão para 2024/25 foi revista para baixo, de 52 milhões para 49 milhões de toneladas, abaixo da expectativa de 50,6 milhões do mercado.

Importações chinesas

As importações chinesas de soja foram mantidas em 112 milhões de toneladas para 2023/24, enquanto para a próxima temporada a previsão é de 109 milhões de toneladas, sem alterações em relação ao mês anterior.

Estados Unidos

O relatório de fevereiro do USDA também trouxe atualizações sobre a soja nos Estados Unidos, sem grandes mudanças em relação à previsão de janeiro. A produção de soja para a safra 2024/25 é estimada em 4,366 bilhões de bushels (equivalente a 118,82 milhões de toneladas), com produtividade projetada em 50,7 bushels por acre.

Os estoques finais para 2024/25 foram estimados em 380 milhões de bushels (10,34 milhões de toneladas), ligeiramente abaixo da expectativa de 382 milhões de bushels (10,39 milhões de toneladas) do mercado. O USDA manteve as estimativas de esmagamento e exportações, que permanecem em 2,410 bilhões de bushels e 1,825 bilhões de bushels, respectivamente.



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AgroNewsPolítica & Agro

chuvas superam média histórica de janeiro



Temperaturas também ficaram acima da média




Foto: Divulgação

O mês de janeiro foi marcado por chuvas intensas e temperaturas acima da média na capital paulista. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a estação meteorológica do Mirante de Santana registrou um acumulado de 332,7 mm de chuva, volume 13,9% acima da média histórica (1991-2020), que é de 292,2 mm.

O evento mais extremo ocorreu no dia 25 de janeiro, quando 144,1 mm de chuva foram registrados em um período de 24 horas, tornando-se o segundo maior volume já medido desde 1961. O recorde permanece com os 151,8 mm registrados em 21 de dezembro de 1988.

Além das fortes chuvas, o calor também se destacou. A temperatura máxima média em janeiro foi de 29,5°C, ficando 0,9°C acima da média climatológica (28,6°C). O desvio positivo aumentou em relação a dezembro, que havia ficado 0,2°C acima da média.

O dia mais quente do mês foi 22 de janeiro, quando os termômetros atingiram 33,9°C, reforçando a tendência de temperaturas elevadas no verão paulistano.

Os dados indicam um padrão climático de precipitações intensas e períodos de calor acima do esperado, o que pode impactar o planejamento urbano e medidas preventivas para eventos extremos na capital.





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Produtor rural de 86 anos morre após acidente de moto



Natural de Ibirubá, noroeste do Rio Grande do Sul, o produtor rural Aley Geraldo Belló, de 86 anos, morreu nesta segunda-feira (10) em Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso.

O agricultor foi um dos pioneiros nas aberturas de áreas agrícolas no município mato-grossense e não resistiu aos ferimentos de um acidente de trânsito ocorrido no último sábado (8).

Belló pilotava uma motocicleta quando colidiu na lateral de um carro que fazia uma conversão. Ele sofreu múltiplas fraturas, foi socorrido e levado ao Hospital São Lucas, mas, após dois dias internado, não resistiu aos ferimentos. O produtor deixa esposa, quatro filhos, 11 netos e quatro bisnetos.

Nota de pesar

Em nota, o Sistema Famato, em nome do seu presidente, Vilmondes Tomain, e de toda a diretoria, manifesta profundo pesar pelo falecimento do produtor.

“Pioneiro em Lucas do Rio Verde, Aley construiu uma trajetória de dedicação ao agro e à sua família. Natural de Ibirubá (RS), deixa um legado de trabalho e compromisso com o desenvolvimento do setor”, diz o texto.

O agricultor era pai de Carlos Belló, ex-presidente do Sindicato Rural de Tapurah. “Neste momento de dor, expressamos nossas condolências e solidariedade aos familiares e amigos. Que Deus conforte a todos”, finaliza a nota.

A prefeitura de Lucas do Rio Verde também manifestou nota de pesar: “Conhecido como Beló, ele foi pioneiro de Lulas do Rio Verde, morador do município há 39 anos e deixa um legado de trabalho comunitário em prol da construção e desenvolvimento do município”.



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‘A pesquisa busca soluções para as plantas que são problemas no campo’, afirma Anderson Cavenaghi



Dando continuidade à divulgação dos indicados ao Prêmio Personagem Soja Brasil, destacamos a trajetória de Anderson Cavenaghi, referência no campo da pesquisa sobre controle de plantas daninhas nas grandes culturas, com ênfase no Mato Grosso. Ele é engenheiro agrônomo, com doutorado em proteção de plantas pela FCA/UNESP – Botucatu-SP, com foco em herbicidas e plantas daninhas.

Pesquisador da Univag-MT, Cavenaghi conduz projetos de pesquisa sobre controle de plantas daninhas nas principais culturas do Cerrado. Com mais de 30 anos de experiência, Anderson é professor e pesquisador, dedicando sua carreira a entender as complexas interações entre as plantas daninhas e a produção agrícola, especialmente na soja, uma das culturas mais importantes do Brasil.

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Sua história começou com a graduação em Engenharia Agronômica, quando iniciou sua carreira no campo, trabalhando em multinacionais e cooperativas agrícolas. No entanto, a busca constante por respostas para as inúmeras dúvidas que surgiam na prática agrícola fez com que ele se aprofundasse ainda mais na pesquisa. “Comecei a trabalhar com pesquisa porque sentia a necessidade de entender as diferenças nas recomendações de manejo que eu via no campo. Eu queria saber por que alguns produtos funcionavam enquanto outros não”, comenta Anderson.

Esse desejo de entender a fundo os fenômenos que impactam a produção agrícola levou-o a realizar mestrado e doutorado, ampliando seu conhecimento sobre as plantas daninhas e suas interações com as culturas agrícolas. “A pesquisa sempre procura soluções para as plantas que começam a causar problemas no campo”, explica ele, destacando a importância de antecipar problemas e encontrar soluções eficazes antes que as plantas daninhas se tornem obstáculos para a produção.

Um dos maiores feitos de sua carreira foi a criação de um mapeamento detalhado das áreas de cultivo do Mato Grosso e de outras regiões do Brasil. Ao longo de 12 anos, Anderson e sua equipe identificaram quais plantas poderiam se tornar resistentes ao glifosato e outros herbicidas. “Estamos tentando prever qual planta será a próxima a se tornar resistente, para alertar os produtores e permitir que eles ajustem o manejo antes que o problema se agrave”, afirma.

Entretanto, sua trajetória não foi sem desafios. O alto custo de equipamentos e a escassez de investimentos são obstáculos constantes em sua pesquisa. Apesar disso, Anderson destaca a importância das parcerias com instituições de fomento, fundamentais para o avanço das tecnologias agrícolas no país. Ele também reforça a relevância da pesquisa no desenvolvimento do setor agrícola como um todo.

Além de sua contribuição para a pesquisa, Anderson também busca deixar um legado na educação. Ele incentiva a formação de novos pesquisadores e educadores na área agrícola, destacando que, com o avanço de tecnologias como a inteligência artificial, a demanda por profissionais capacitados nunca foi tão grande. “A pesquisa é uma porta aberta para aqueles que desejam continuar e, com o avanço das tecnologias, a necessidade de novos profissionais capacitados só aumenta”, observa Anderson.

O reconhecimento de seu trabalho, especialmente pelo impacto positivo nas lavouras de soja e outras culturas, é uma das maiores fontes de motivação para sua continuidade na pesquisa. “O reconhecimento é gratificante porque significa que estamos fazendo a diferença na vida das pessoas”, afirma Anderson, que segue na missão de contribuir para um Brasil mais produtivo e sustentável, com pesquisas focadas na prevenção e no manejo eficaz das plantas daninhas.



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USDA estima safra de milho dos 6 maiores produtores mundiais


Milho - deral
Foto: Pixabay

O relatório de fevereiro sobre a oferta e demanda mundial de milho divulgado nesta terça-feira (11) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduziu a projeção da safra global 2024/25 de 1.214,35 (número de janeiro) para 1.212,47 bilhão de toneladas.

O órgão manteve a produção norte-americana em 377,63 milhões de toneladas. Para os outros grandes produtores, as estimativas de colheita foram as seguintes:

  • China: 294,92 milhões de toneladas (sem mudanças)
  • Brasil: 126 milhões de toneladas (um milhão de toneladas a menos ante o relatório de janeiro)
  • Argentina: 50 milhões de toneladas (também um milhão de toneladas a menos)
  • Ucrânia: 26,5 milhões de toneladas (sem alterações)
  • África do Sul: 17 milhões de toneladas (sem modificações perante o mês passado)

O USDA estimou estoques finais da safra mundial 2024/25 de milho em 290,31 milhões de toneladas, ante as 293,34 milhões de toneladas indicadas em janeiro e abaixo das 293,1 milhões de toneladas previstas pelo mercado.

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Fusão fortalece oferta de tecnologia agrícola



“Estamos somando expertise para enfrentar os desafios do setor”



Com a fusão, o Grupo Piccin expande sua capacidade de atender diferentes perfis de agricultores
Com a fusão, o Grupo Piccin expande sua capacidade de atender diferentes perfis de agricultores – Foto: Pixabay

Acompanhando a tendência de crescimento do agronegócio, o Grupo Piccin, referência em implementos agrícolas há seis décadas, anunciou a aquisição da Carmetal, empresa de Carazinho-RS com 28 anos de experiência no mercado. A operação visa ampliar o portfólio de equipamentos e reforçar o compromisso das marcas em oferecer soluções inovadoras e de alta qualidade para produtores rurais no Brasil e na América Latina.  

Com a fusão, o Grupo Piccin expande sua capacidade de atender diferentes perfis de agricultores, incorporando à sua linha os reconhecidos distribuidores agrícolas da Carmetal. Segundo Camilo Ramos, CEO do grupo, a sinergia entre as empresas resultará em maior eficiência operacional para os clientes, além de um suporte técnico mais ágil e um pós-venda fortalecido. “Nosso objetivo é proporcionar ao produtor rural equipamentos que elevem sua produtividade no campo, aliando inovação e confiabilidade”, destaca.  

A Carmetal consolidou sua reputação no setor com soluções voltadas ao preparo do solo, oferecendo distribuidores para autopropelidos, modelos de arrasto, pendulares, acopláveis em caminhões e opções rodoviárias. A qualidade e durabilidade de seus produtos conquistaram a confiança dos agricultores, tornando a marca uma escolha frequente entre pequenos, médios e grandes produtores.  

Combinando tradição e tecnologia, a união entre as empresas reforça a posição do Grupo Piccin como um dos principais players do mercado. “Estamos somando expertise para enfrentar os desafios do setor e garantir soluções cada vez mais eficientes aos nossos clientes”, conclui Ramos.

 





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SRB propõe medidas ao governo para conter alta dos alimentos



A Sociedade Rural Brasileira (SRB) enviou um documento ao governo federal com sugestões para conter a alta dos preços dos alimentos. O material foi encaminhado à Presidência da República, Vice-Presidência, Ministério da Fazenda, Ministério da Agricultura e Ministério do Desenvolvimento Agrário (Mapa), destacando a necessidade de políticas econômicas e institucionais que garantam maior estabilidade ao setor agropecuário.

No documento, assinado pelo presidente da SRB, Sérgio Bortolozzo, a entidade ressalta que fatores como custos de produção, logística, armazenagem e o cenário econômico e climático influenciam diretamente os preços dos alimentos.

Principais propostas da SRB

  • Controle fiscal – Redução dos gastos públicos, valorização da moeda e queda da taxa de juros.
  • Apoio ao produtor – Melhores condições de acesso ao crédito rural e seguro agrícola.
  • Redução de custos – Regulamentação da Lei de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) para aliviar os gastos da produção.
  • Infraestrutura e armazenagem – Recriação do Empréstimo do Governo Federal (EGF) para incentivar o armazenamento de grãos e evitar a venda abaixo do custo de produção.

A SRB reforça que o setor produtivo precisa de segurança para continuar abastecendo o mercado com eficiência e competitividade.

“O produtor rural brasileiro, como qualquer cidadão, espera produzir com segurança e contribuir para a oferta de alimentos acessíveis”, diz o documento.

A entidade se colocou à disposição do governo para colaborar com subsídios técnicos e aprofundar o debate sobre as medidas propostas.



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Estiagem e calor afetam as pastagens


O Informativo Conjuntural da Emater/RS, divulgado na última quinta-feira (06), aponta um cenário desigual para as pastagens no Rio Grande do Sul, com diferenças entre as regiões do estado.

No leste, onde as chuvas foram mais frequentes, a oferta de forragem se mantém estável. Já no oeste, a estiagem e o calor intenso limitaram o desenvolvimento das pastagens anuais, especialmente onde a precipitação foi irregular e de baixos volumes. Em algumas áreas de pastejo contínuo, a degradação é evidente, e espécies invasoras como milhã, papuã e capim-arroz tornam-se alternativa alimentar.

Na Fronteira Oeste, a situação varia conforme o regime hídrico. Em municípios com maior acumulado de chuvas em janeiro, a oferta forrageira melhorou. Já em áreas com precipitações escassas e alta carga animal, os campos permanecem secos e degradados, levando muitos produtores a utilizar capim-annoni como principal fonte de alimentação. Em Santa Margarida do Sul, houve novos registros de incêndios em campos nativos.

Na Serra Gaúcha, o cenário é mais positivo. Em Caxias do Sul, a combinação de chuvas regulares, calor e luminosidade favoreceu o crescimento das gramíneas, e muitos produtores aplicaram ureia para estimular o desenvolvimento das pastagens. Situação semelhante foi observada em Erechim, onde precipitações de 80 mm melhoraram a disponibilidade de forragem.

Já na Região Celeiro e Alto Jacuí, a estiagem severa impactou as pastagens anuais de verão, resultando em seca das folhas e rejeição pelos animais. Em municípios com menor volume de chuvas, o crescimento das forrageiras foi antecipado, encerrando o ciclo produtivo.

Na Campanha e Zona Sul, os campos nativos apresentaram alguma recuperação após chuvas esparsas, mas em áreas com precipitação irregular, o crescimento das plantas permanece estagnado, prejudicando a oferta alimentar para os rebanhos.

Em Santa Rosa, a reposição de umidade melhorou o desenvolvimento das pastagens, mas o estresse hídrico persiste nos solos rasos. O uso de irrigação segue intenso, e o nível de alguns reservatórios já preocupa os pecuaristas.

Diante das adversidades climáticas, muitos produtores têm recorrido ao uso de feno, silagem e ração, elevando os custos de produção.





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Fiscais de Goiás apreendem e destroem 350 mudas frutíferas ilegais



A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) apreendeu e destruiu 350 mudas frutíferas e arbóreas que eram comercializadas ilegalmente em um caminhão, estacionado em Anápolis, município da região central do estado.

As mudas eram de Herculândia, interior de São Paulo, e não apresentavam documentação que atestasse a sanidade de produção na origem. De acordo com a entidade, esse é um agravante que coloca em risco a disseminação de pragas nas lavouras goianas.

A ação foi realizada no último sábado (8) por fiscais estaduais agropecuários da Regional Rio das Antas e da Gerência de Fiscalização Agropecuária da Agrodefesa, com o apoio do Batalhão Rural da Polícia Militar.

O responsável pelo caminhão foi autuado e todo o material apreendido encaminhado para destruição no Aterro Sanitário de Anápolis.

Ameaça à fruticultura

O presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, afirma que esse tipo de trabalho é amparado por determinações legais federais e normativas estaduais e tem como objetivo impedir a comercialização de materiais propagativos que possam transmitir ou disseminar pragas ainda inexistentes no estado ou que estejam restritas a determinadas áreas para as demais regiões produtoras.

“A todo momento também estamos desenvolvendo ações educativas com foco em alertar sobre os riscos e os impactos que essa prática ilegal pode causar à fruticultura goiana. É de extrema importância que todos tenham conhecimento sobre a gravidade da venda ilegal de mudas e o elevado risco fitossanitário aos pomares comerciais do estado”, enfatiza.

Comércio ambulante proibido

O comércio ambulante de mudas e plantas frutíferas ou ornamentais é proibido em Goiás desde 2011.

Mesmo assim, a gerente de Sanidade Vegetal da Agrodefesa, Daniela Rézio, salienta que algumas pessoas, por falta de informação ou má-fé, continuam a comercializar mudas de forma irregular em ruas e praças, utilizando caminhões, caminhonetes, carros de passeio e até carroças.

“Essa prática, sem a devida certificação de sanidade vegetal e em desacordo com a legislação, compromete a segurança da produção agrícola e ornamental, podendo afetar negativamente setores como a fruticultura e o paisagismo em Goiás”, ressalta.

O gerente de Fiscalização Agropecuária da Agrodefesa, Janilson Júnior, reforça que as equipes técnicas de fiscalização volante estão sempre atentas ao trânsito e comercialização irregular.

Para ele, no entanto, é importante que a população se conscientize do potencial risco de comprometer a agricultura goiana.

“Atuamos tanto na educação sanitária, de modo a informar sobre normas corretas do trânsito e comércio de material de propagação vegetativa, quanto em ações de fiscalização para coibir o comércio ambulante de mudas sem origem legal”.

Ele enfatiza que para denunciar o comércio ambulante ilegal de mudas no estado, basta entrar em contato pelo telefone 0800 646 1122.

A lista de viveiros credenciados para venda de mudas certificadas está disponível no site da Agrodefesa.



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Mapa firma parceria com estados para inovação no agronegócio



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo (SDI), firmou protocolos de intenções com os estados do Pará e do Rio de Janeiro para impulsionar a inovação nos sistemas agroindustriais.

Segundo o secretário da SDI, Pedro Neto, a iniciativa visa integrar pesquisa, tecnologia e novos modelos produtivos para aumentar a eficiência e a competitividade do agro. “A criação de comitês gestores e a implementação da plataforma MapaConecta serão fundamentais para estimular a pesquisa, o desenvolvimento tecnológico e a geração de novos negócios”, destacou Neto.

O acordo com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços (Sedeics) busca impulsionar a inovação no setor agropecuário fluminense, fomentando pesquisa, tecnologia e novos negócios. O Mapa destaca que a parceria abre novas oportunidades para fortalecer a produção sustentável e a competitividade do agronegócio estadual.

No Pará, a parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) tem como foco fortalecer a produção agrícola e pesqueira, promovendo inovação e sustentabilidade. O Mapa avalia que o protocolo representa um avanço estratégico para integrar ciência e tecnologia ao agronegócio local, impulsionando a economia e contribuindo para o crescimento do setor no país.



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