terça-feira, julho 7, 2026

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Etanol tem alta em 17 estados e é mais vantajoso que gasolina em 5; saiba quais



Os preços médios do etanol hidratado subiram em 17 estados e no Distrito Federal, caíram em 8 e ficaram estáveis em Pernambuco na semana passada. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilados pelo AE-Taxas.

Nos postos pesquisados pela Agência em todo o país, o preço médio do etanol subiu 0,46% na comparação com a semana anterior, a R$ 4,39 o litro.

Em São Paulo, principal estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média subiu 0,24% no período, de R$ 4,18 para R$ 4,19 o litro. A maior alta porcentual na semana, de 8,82%, foi registrada no Amazonas, onde o litro passou a R$ 5,43. A maior queda no período, em Rondônia, foi de 2,97%, para R$ 5,23.

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,39 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,49, foi observado em Pernambuco. Já o menor preço médio estadual, de R$ 4,11 foi registrado em Mato Grosso do Sul, enquanto o maior preço médio foi verificado no Amapá, de R$ 5,52 o litro.

Mais competitivo

O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em cinco Estados na semana passada. Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 68,92% ante a gasolina no período, portanto favorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

O etanol é mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes Estados: Acre (69,30%), Mato Grosso (66,82); Mato Grosso do Sul (66,83%), Paraná (68,71%) e São Paulo (67,69%).



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Feijão barato para o consumidor, prejuízo para o produtor



“Enquanto isso, no exterior, o cenário é outro”



Apesar do excesso de oferta, não há iniciativas do governo para subsidiar o escoamento via exportação
Apesar do excesso de oferta, não há iniciativas do governo para subsidiar o escoamento via exportação – Foto: Canva

O mercado de feijão-carioca e feijão-preto segue com bom volume de negócios, mas os preços continuam abaixo do custo, segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE). Com negociações entre R$ 140 e R$ 150 por saca, os produtores e empacotadores acumulam prejuízos, enquanto os consumidores não percebem a diferença, já que o rendimento no prato permanece o mesmo, mesmo com feijões danificados pela chuva.  

Apesar do excesso de oferta, não há iniciativas do governo para subsidiar o escoamento via exportação ou cobrir custos de frete, acelerando a comercialização. O maior entrave, no entanto, está na burocracia do Ministério da Agricultura (MAPA), que sofre com a falta de fiscais para emissão dos certificados necessários ao comércio internacional. Enquanto a inteligência artificial já otimiza processos no setor privado, no serviço público, a estrutura engessada ainda impede avanços.  

Um concurso anunciado para maio prevê a admissão de 520 servidores no MAPA, o que pode aliviar a situação, mas a urgência é imediata. Exportadores enfrentam altos custos logísticos devido à demora na liberação de documentos nos portos, comprometendo a competitividade do produto brasileiro no mercado externo.  

“Enquanto isso, no exterior, o cenário é outro: os Estados Unidos e a Índia possuem mais de 20 profissionais dedicados exclusivamente à promoção comercial do agro, enquanto o Brasil conta com um único adido comercial, um verdadeiro herói que faz milagres para atender às demandas de exportação. No Brasil, as manchetes diárias seguem focadas em disputas ideológicas e brigas pelo poder. Como diz o ditado indiano: ‘Enquanto os elefantes brigam, quem sofre é a grama’”, conclui.





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previsão para inflação sobe pela 18ª semana seguida



A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,58% para 5,6% este ano. Essa é a 18ª elevação seguida. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (17), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção da inflação também subiu de 4,3% para 4,35%. Para 2027 e 2028, as previsões foram elevadas para 4% e 3,8%, respectivamente.

A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Em janeiro, a inflação oficial perdeu força e ficou em 0,16% de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este é o menor resultado para um mês de janeiro desde 1994, ou seja, desde antes do Plano Real, iniciado em julho daquele ano.

A explicação para a desaceleração do IPCA é o Bônus Itaipu, desconto que milhões de brasileiros tiveram na conta de luz do mês passado. Em dezembro de 2024, o IPCA tinha ficado em 0,52%. A desaceleração não significa que os preços ficaram mais baixos, e sim que, na média, subiram em menor velocidade. No acumulado de 12 meses, o IPCA soma 4,56%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

A alta do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros, na reunião de janeiro. Esse foi o quarto aumento seguido da Selic e consolida um ciclo de contração na política monetária. Em relação às próximas reuniões, o Copom confirmou que elevará a Selic em 1 ponto percentual na reunião de março, mas não informou se as altas continuarão na reunião de maio, apenas que observará a inflação.

Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica suba para 15% ao ano. Para 2026, 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida para 12,5% ao ano, 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano passou de 2,03% para 2,01%. Para 2026, a expectativa para o PIB é de crescimento de 1,7%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,98% e 2%, respectivamente.

No terceiro trimestre de 2024, o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) subiu 0,9% em comparação com o segundo trimestre. De acordo com o IBGE, a alta acumulada no ano – de janeiro a setembro do ano passado – é 3,3%.

O resultado oficial do PIB de 2024 será divulgado em 7 de março pelo IBGE. Em 2023, superando as projeções, a economia brasileira cresceu 3,2%. Em 2022, a taxa de expansão foi de 3%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 6 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique no mesmo patamar.



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Milho segue com preços em alta no Brasil



Os preços do milho continuam em alta na maior parte das regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Levantamentos do Centro de Pesquisas mostram que produtores seguem voltados à colheita da safra verão. De acordo com o Cepea, na sexta-feira (14), a saca de 60 kg do cereal custava em média R$79,86.

Segundo a entidade, muitos produtores estão preocupados com a semeadura da segunda safra, que pode ocorrer fora da janela considerada ideal, o que atrasaria a entrada dos lotes e reduziria o potencial produtivo.

Compradores consultados pelo Cepea, por sua vez, tentam recompor seus estoques e encontram valores altos oferecidos pelos vendedores, além da baixa disponibilidade de fretes, visto que a prioridade é para o escoamento da soja.

Sobre o Cepea

O centro faz parte do Departamento de Economia, Administração e Sociologia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP) e é um grupo de pesquisas registrado no CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).



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Apesar de alcançar quase US$ 11 bilhões, exportações do agro recuam 5,3% em janeiro



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou, em nota, que as exportações brasileiras de produtos agropecuários alcançaram em janeiro US$ 10,999 bilhões. O valor é o segundo maior registrado para o mês, mas 5,3% inferior ao obtido em igual mês do ano passado, o equivalente a uma queda de US$ 616 milhões ante US$ 11,615 bilhões registrados um ano antes. O setor representou 43,7% dos embarques totais do país no último mês, em comparação com 43,5% de janeiro de 2024.

No mês, segundo o ministério, houve redução nas exportações de soja, milho e do complexo sucroalcooleiro, o que afetou o resultado de janeiro. “A queda ocorreu em função, principalmente, da redução do índice de quantidade das exportações, que caiu 10,1%”, afirmou a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) da pasta, em nota técnica.

“Por outro lado, houve elevação no índice de preço das exportações em 5,3%, compensando, em parte, a queda no volume exportado. Uma análise dos preços internacionais de diversas commodities agropecuárias revela aumento de preços de diversos produtos exportados pelo Brasil: café, celulose, carnes, suco de laranja, fumo, cacau, dentre outros”, ponderou a secretaria.

O Mapa destacou que seis setores superaram a cifra de US$ 1 bilhão em exportação cada um: carnes (18,9% do total), produtos florestais (13,8%), café (13,2%), complexo soja (10,1%), complexo sucroalcooleiro (10,0%) e cereais, farinhas e preparações (9,1%). Juntos, representaram 75,1% de tudo o que foi exportado pelo agronegócio brasileiro no último mês e foram os principais produtos vendidos ao exterior em janeiro.

Todos os demais setores exportadores embarcaram ao exterior o equivalente a US$ 2,7 bilhões, cifra que significou um crescimento nas vendas externas de 32,5% na comparação com os US$ 2,1 bilhões exportados em janeiro de 2024.

“Pode-se dizer, desta forma, que houve uma desconcentração das exportações dentre os demais setores exportadores”, observou a secretaria na nota técnica. No mês, também houve recorde nas exportações brasileiras de café verde, celulose, algodão e carne suína, segundo o ministério.

Principais destinos

A China se manteve como a principal importadora de produtos do agronegócio brasileiro em janeiro, seguida pela União Europeia e Estados Unidos. Os embarques brasileiros à China, contudo, caíram 31,1% em janeiro, com as vendas externas recuando para US$ 2,05 bilhões.

A queda nas vendas reduziu a participação da China de 25,6% para 18,6% em um ano. “A queda nas vendas de soja em grãos (-US$ 677,2 milhões); milho (-US$ 230,4 milhões); algodão não cardado e não penteado (-US$ 175,6 milhões) e açúcar de cana em bruto (-US$ 143,1 milhões) foi o que mais contribuiu para o resultado observado”, explicou a secretaria na nota técnica.

No último mês, os principais produtos exportados para o mercado chinês foram celulose, carne bovina in natura, soja em grãos, fumo não manufaturado e algodão não cardado e nem penteado, que, juntos, representaram 83,9% de tudo que foi comercializado ao país asiático no período.

As importações de produtos agropecuários cresceram 9,5% no primeiro mês do ano em relação a janeiro de 2024, para US$ 1,841 bilhão, equivalente a 8% do total internalizado pelo País no período.

Entre os principais produtos importados, houve crescimento de 113,7% na aquisição de produtos do complexo sucroalcooleiro; de 36,5% de produtos florestais; de 33,8% de óleo de palma e de 18,7% de malte.

“Além das aquisições desses produtos, houve importações de inúmeros insumos necessários à produção agropecuária no Brasil: fertilizantes (US$ 931,3 milhões; +15,5%) e defensivos (US$ 409,9 milhões; +11,4%)”, destacou a pasta.

O saldo da balança comercial do setor em janeiro ficou positivo em US$ 9,158 bilhões, abaixo dos US$ 9,934 bilhões de igual período de 2024.



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Mercado brasileiro de inoculantes em expansão



O gênero Bradyrhizobium se destaca



"Os inoculantes seguem desempenhando um papel estratégico na redução da dependência de fertilizantes nitrogenados"
“Os inoculantes seguem desempenhando um papel estratégico na redução da dependência de fertilizantes nitrogenados” – Foto: Canva

Segundo Tiago Zucchi, fundador da MAVEZ ASSESSORIA, a crescente demanda por práticas agrícolas sustentáveis tem impulsionado o uso de inoculantes no Brasil, promovendo maior qualidade biológica do solo e redução nos custos de produção. Estudos recentes de Andreata e colaboradores (2024) indicam um avanço significativo desse mercado, com 636 produtos registrados até abril de 2024, sendo 366 específicos para a soja. Além disso, feijão e milho representam juntos cerca de 20% dos registros, enquanto os demais se distribuem entre 34 culturas, incluindo amendoim e trigo.  

“É nesse contexto que o uso de inoculantes ganha destaque, promovendo não apenas a melhoria da qualidade biológica do solo, mas também otimizando os custos de produção, tornando a agricultura mais rentável e sustentável”, comenta.

O gênero Bradyrhizobium se destaca, somando 340 registros, com a combinação B. japonicum + B. elkanii como a mais frequente. Também cresce a formulação de produtos com múltiplos isolados, reforçando a eficiência da fixação biológica de nitrogênio. A co-inoculação tem ganhado espaço no campo, e os números refletem essa tendência: na safra 2019/2020, a prática foi aplicada em 25% das áreas de soja, gerando economia de US$ 15,2 bilhões na substituição da ureia, além de um lucro estimado de US$ 914 milhões. Na safra 2022/2023, a adoção aumentou para 35%, consolidando o crescimento dessa tecnologia.  

“Apesar de terem sido introduzidos na agricultura brasileira na década de 1960, os inoculantes seguem desempenhando um papel estratégico na redução da dependência de fertilizantes nitrogenados. Sua adoção contínua não apenas reforça a produtividade agrícola, mas também impulsiona uma agricultura mais sustentável e eficiente para o futuro”, conclui.





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Inflação entre 4% e 5% está dentro da normalidade para Plano Real, diz Haddad



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ponderou nesta segunda-feira (17), que o Brasil ter uma inflação em torno de 4% a 5%, está “relativamente” dentro da normalidade para o Plano Real e reforçou que o país deixou para trás o período em que os indicadores de preço superavam o patamar dos dois dígitos.

Ele lembrou, ainda, que o câmbio e a valorização do dólar no mundo pressionaram a inflação. Isso exigiu a ação do Banco Central (BC), que adotou uma política monetária contracionista para controlar a inflação. Com a valorização do real ante o dólar nas últimas semanas, o ministro espera uma estabilização nos preços.

Ele participa do painel “Um caminho para a resiliência dos Mercados Emergentes” na Conferência do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Al-Ula, na Arábia Saudita.

Ajuste fiscal

O ministro defendeu, ainda, a reforma tributária sobre o sistema de consumo e disse que o ajuste fiscal que está em curso não é recessivo. No entendimento do ministro, esse ajuste garantiu uma taxa de crescimento próxima de 3,5% em 2024, mesmo com a elevação dos juros para garantir a convergência da inflação à meta.

“O aumento das taxas será no curto prazo. O dólar voltou a um nível adequado e caiu 10% nos últimos 60 dias. Eu acho que isso vai fazer com que a inflação se estabilize”, afirmou.

Ao iniciar sua fala, Haddad defendeu que o Brasil trabalha para encontrar um caminho de equilíbrio e sustentabilidade, mesmo encarando um ajuste fiscal importante e em meio a adversidades do cenário externo, como o fortalecimento do dólar.

G20

O ministro também falou sobre a presidência do Brasil no G20, reforçando que o País defendeu uma reglobalização sustentável, não só dirigida pelos interesses de mercado, mas também pelo combate às desigualdades regionais e à distribuição de oportunidades econômicas.

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, que mediou o debate, reforçou no início de sua fala que o foco na resiliência ganhou relevância nos últimos anos com o aumento da frequência e intensidade dos choques. Por isso, defendeu que as economias tenham capacidade para antecipá-los e também para absorver esses impactos.



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Sindag pede reforço na fiscalização de drones ilegais



O uso de drones agrícolas é regulado pelo Mapa e pela Anac



“A subida de tom da entidade contra os ilegais busca barrar a concorrência desleal"
“A subida de tom da entidade contra os ilegais busca barrar a concorrência desleal” – Foto: Pixabay

O Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) enviará ofícios a órgãos de vigilância agrícola e ambiental estaduais na próxima semana, solicitando apoio no combate a Drones ilegais usados na pulverização de lavouras. O anúncio foi feito na quinta-feira (13) pelo diretor-executivo da entidade, Gabriel Colle, durante reunião com associados do setor. No encontro, também foi apresentado o Plano de Reestruturação da Associação de Drones, com ações previstas para 2025.  

Segundo o Sindag, a maioria dos drones em operação no país não possui registro junto ao Ministério da Agricultura (Mapa), exigência obrigatória para prestadores de serviços e agricultores. A entidade busca coibir a concorrência desleal de operadores que atuam sem seguir normas ambientais e de segurança.  

“A subida de tom da entidade contra os ilegais busca barrar a concorrência desleal de operadores que atuam sem seguir as regras de segurança ambiental e de proteção às pessoas”, indica.

O uso de drones agrícolas é regulado pelo Mapa e pela Anac, exigindo registro do equipamento, maioridade do operador, curso de aplicação remota e supervisão de um engenheiro agrônomo ou florestal. O Sindag defende que os Estados intensifiquem a fiscalização, cruzando dados de compra e registro e realizando inspeções em campo.  

“Porém, a expectativa é de os Estados (que controlam o uso de agrotóxicos e a proteção ao meio ambiente) a estreitar a malha da rede de vigilância sobre a atividade. Por exemplo, com forças-tarefa para  comparar informações sobre compras de equipamentos com os dados de quem realmente registrou seus drones. Isso além de ir a campo para assegurar o cumprimento da lei nas propriedades rurais”, comenta.

 





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saiba tintim por tintim o que mexe com os mercados na semana


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o otimismo dos mercados, impulsionado pela sinalização dos EUA sobre negociações tarifárias e pelo cenário político no Brasil.

O Ibovespa subiu 2,7%, enquanto o dólar recuou 1,26%. A inflação de janeiro avançou 0,16%, mas os núcleos seguem pressionados.

Lá fora, dados fracos do varejo americano derrubaram os juros e o dólar.

Nesta semana, o foco estará na ata do Fed e no IBC-Br de dezembro, que deve apontar alta de 3,2% na comparação anual.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Semana começa com alerta de temporais e possíveis recordes de calor; confira as áreas



Veja como ficam as condições do tempo em todas as regiões do Brasil nesta segunda-feira (17), de acordo com os meteorologistas da Climatempo. Tem temporais e muito calor no horizonte.

Sul

O Rio Grande do Sul entra em alerta para temporais e chuva volumosa. Há chance de raios e granizo em algumas localidades do oeste e norte do estado.

A chuva também aumenta no oeste e sul de Santa Catarina, mantendo-se em forma de pancadas mais localizadas no sudoeste e sul do Paraná.

Não chove no norte paranaense, e o calorão continua na região.

Sudeste

Não há previsão de chuva em grande parte da região. Uma área de alta pressão ganha força na atmosfera, e as quatro capitais do Sudeste terão um dia ensolarado e com tempo firme. Há possibilidade de recorde de calor em áreas dos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro

Pouca chuva deve ser registrada no noroeste de São Paulo e no Triângulo Mineiro.

Centro-Oeste

Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal registram pouca chuva, com pancadas irregulares entre tarde e a noite.

O calorão continua sendo destaque no oeste e sudoeste de Mato Grosso do Sul.

Temporais devem ocorrer na divisa de Mato Grosso com Rondônia, Amazonas e Pará.

Nordeste

Chuva fraca deve ser registrada no norte e oeste da Bahia, assim como no sul do Piauí e no interior da Paraíba e de Pernambuco.

O dia será sol com chuva moderada no leste e sul da Bahia e no litoral do Rio Grande do Norte de Alagoas.

Além disso, devem ocorrer temporais no Maranhão e chuva forte no norte do Piauí e no Ceará.

Norte

O sol e pancadas irregulares devem permanecer marcando o dia no Tocantins e norte de Roraima. Há ainda risco de temporais no Acre, Rondônia, Amazonas, Amapá e Pará, com possibilidade de raios e ventos de moderada a forte intensidade.



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