segunda-feira, julho 6, 2026

News

News

Anec reduz projeção de exportações de soja e farelo em fevereiro



A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) revisou para baixo suas projeções para as exportações brasileiras de soja em fevereiro. O line up indica embarques entre 8,4 milhões de toneladas e 10,294 milhões de toneladas, com uma média de 9,347 milhões de toneladas. O volume previsto é inferior ao teto de 11,035 milhões de toneladas projetado na semana passada. No mesmo mês de 2024, o Brasil exportou 9,608 milhões de toneladas da oleaginosa.

Para o farelo de soja, a Anec reduziu sua projeção para 1,639 milhão de toneladas, abaixo dos 1,908 milhão de toneladas estimados anteriormente. Em relação a fevereiro de 2024, quando foram embarcadas 1,454 milhão de toneladas, o crescimento estimado é de 12,7%.

A previsão de exportação de milho também foi ajustada, com um aumento para 1,287 milhão de toneladas, acima das 1,284 milhão de toneladas projetadas anteriormente. O volume representa um crescimento de 77,8% ante as 724 mil toneladas exportadas no mesmo mês do ano passado.

Para o trigo, a Anec elevou sua estimativa para 553,7 mil toneladas, superando a projeção anterior de 521,7 mil toneladas e as 538,4 mil toneladas embarcadas em fevereiro de 2024.

Na semana de 16 a 22 de fevereiro, os embarques somaram 3,069 milhões de toneladas de soja, 442,1 mil toneladas de farelo de soja, 235,3 mil toneladas de milho e 99,6 mil toneladas de trigo. Para a semana atual, de 23 de fevereiro a 1º de março estão programados 4,306 milhões de toneladas de soja, 470,4 mil toneladas de farelo de soja, 218,6 mil toneladas de milho e 85,5 mil toneladas de trigo.

No acumulado de janeiro de 2025, o Brasil exportou 1,103 milhão de toneladas de soja, 1,638 milhão de toneladas de farelo, 3,146 milhões de toneladas de milho e 657,6 mil toneladas de trigo.

Portos

Os principais portos de embarque no mês são Santos, com 1,1 milhão de toneladas de soja, 234,5 mil toneladas de farelo de soja, 1,59 milhão de toneladas de milho e 184,9 mil toneladas de trigo, seguido por Paranaguá (PR), Rio Grande (RS), Barcarena (PA) e São Luís/Itaqui (MA).



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Barter e FIDCs ganham espaço como alternativas ao crédito


Em meio à complexidade e ciclicidade do  mercado agro brasileiro, com acesso ao crédito cada vez mais restrito, a BASF Soluções para Agricultura vem ampliando a oferta de alternativas para o financiamento da produção agrícola. Em 2024, de todo o montante das vendas realizadas no Brasil, 43% dos negócios fechados pela BASF foram através de operações financeiras que são alternativas de crédito, como o barter, oferta de estruturas financeiras customizadas com a bancos a clientes e o Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC).

O percentual representa um avanço da empresa em oferecer soluções completas e entender as necessidades dos clientes. Modalidades de crédito como o barter (troca), o FIDC e o Fundo de Investimento em Cadeias Agroindustriais (Fiagro) vêm ganhando cada vez mais destaque. Essas ferramentas, conforme destaca Marcelo Batistela, vice-presidente da BASF Soluções para Agricultura no Brasil, são essenciais para o desenvolvimento do agronegócio. “A BASF quer ser a melhor parceira dos agricultores nessa cadeia. Além de oferecer tecnologias para proteção de cultivos, sementes, biotecnologia e agricultura digital, estamos trabalhando fortemente para viabilizar, melhorar e facilitar a experiência dos nossos clientes em fazer e sustentar seus negócios”, destaca.

Em janeiro de 2025, a BASF concluiu a captação de R$ 800 milhões de um fundo por meio do FIDC Opea Agro Insumos, lançado em 2022 e gerido pela Opea, que também atua como agente de cobrança. Foi a terceira emissão de um FIDC pela BASF, com o objetivo de impulsionar a venda de insumos agrícolas para seus clientes. Comparado ao período anterior, o fundo cresceu 55% no segundo ano e atingiu um crescimento expressivo de 93% no terceiro ano. Os recursos captados são utilizados na compra de insumos agrícolas por parte dos clientes da BASF, que incluem distribuidores, revendas, cooperativas e produtores rurais. Na operação, a BASF cede seus recebíveis referente a venda de insumos agrícolas a prazo safra, ou seja, com pagamento após a colheita, com o objetivo de ampliar o montante e a competitividade para esse tipo de crédito aos clientes

Para além do barter tradicional, BASF inova em opções

Além dos fundos de crédito, a empresa também é pioneira em opções diferenciadas de barter de insumos, que é uma operação de troca já consolidada no setor. Em 2021, a BASF foi a primeira empresa no Brasil a realizar o barter com emissões de créditos de descarbonização (CBIOs). Neste formato, a troca tem o objetivo de fomentar a descarbonização e estimular a sustentabilidade ambiental na indústria brasileira com base na Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio). “Com essa inovação, aliada com compromissos ambientais da BASF, apoiamos a redução de pegada de carbono em todo o país e fortalecemos o legado da agricultura brasileira com mais sustentabilidade e conveniência aos nossos parceiros”, afirma José Roberto Louzado Jr, gerente Sênior de Operações de Negocios da BASF Soluções para Agricultura.

Outra modalidade de barter que a BASF consolidou no último ano foi a operação realizada com créditos de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A opção tem como objetivo viabilizar o crédito excedente, que não seria acessado, em forma de troca de insumos. Após avaliar os créditos do cliente e os próprios débitos, a BASF propõe o barter com as suas soluções, criando mais conveniência ao agricultor. “Buscamos entender as necessidades dos nossos parceiros para viabilizar alternativas que agreguem valor a nossa oferta de produtos e serviços. Nós desenvolvemos essas operações e cuidamos de todo o processo para proporcionar mais facilidade e agilidade na experiência dos nossos clientes. Hoje atuamos em praticamente todo o sistema produtivo com um portfólio de operações para diferentes culturas, como soja, milho, algodão, trigo, café, amendoim, cana de açúcar e até mesmo energia”, completa Jr.





Source link

News

o que o produtor pode esperar?



A colheita da soja depende, em grande parte, das condições climáticas. O tempo nos próximos dias será um fator importante para o avanço da safra. Mato Grosso segue liderando o progresso da colheita, com quase 70% da área já colhida, beneficiado por um clima favorável.

Além disso, Tocantins, Goiás e Paraná já ultrapassaram a marca de 40% da soja colhida, demonstrando um bom ritmo na safra. O Matopiba, especialmente o Maranhão, também mostra avanço, com 27% da colheita já realizada.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

No entanto, algumas regiões ainda enfrentam dificuldades. Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais apresentam atrasos devido às chuvas das últimas semanas, o que impactou diretamente o progresso da colheita. O Rio Grande do Sul, por sua vez, ainda não iniciou os trabalhos. Além disso, a região Norte de Mato Grosso e o Centro-Norte do Maranhão estão sofrendo com o excesso de chuva, o que pode continuar afetando o ritmo das atividades.

A previsão climática para os próximos dias traz um cenário mais favorável para as operações nas lavouras de soja. A tendência é de tempo mais seco no Centro-Sul e no Sudeste, o que permitirá maior avanço nas atividades de campo. Contudo, as áreas do Norte de Mato Grosso e do Maranhão devem continuar enfrentando chuvas intensas, com acumulados de até 100 mm em alguns locais, o que pode retardar o andamento da colheita nessas regiões.

Nos próximos 10 dias, o clima deve favorecer o trabalho nas lavouras em grande parte do país, com exceção das áreas mais ao norte, onde a chuva ainda será predominante. O produtor terá uma janela favorável para acelerar o ritmo da colheita até o dia 10 de março, quando o retorno das chuvas deve ser mais maior, com impacto no andamento dos trabalhos em campo.



Source link

News

Gripe aviária pelo mundo resulta em maior demanda por carne brasileira



A influenza aviária que atinge plantéis em diversos países do planeta tem resultado no aumento da demanda por carne de frango brasileira, disse a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em nota. A entidade avalia que, embora a projeção de crescimento das exportações da proteína de frango em 2025 seja de 1,9%, para 5,4 milhões de toneladas, “já em janeiro os embarques apresentaram crescimento de 10%”, diz a ABPA. Em receita, o avanço foi de 20,9%, para US$ 753,66 milhões.

Segundo a entidade, as exportações de carnes têm sido impulsionadas pelo aumento da demanda da China, da União Europeia e das Filipinas. O ritmo de embarques deve continuar forte, na avaliação da ABPA, tendo em vista que a média diária nos primeiros 15 dias úteis de fevereiro atingiu 23.728 toneladas, volume 22,33% acima das 19.396 toneladas de fevereiro de 2024.

“Com base nas parciais semanais recebidas, há projeção de embarques acima de 450 mil toneladas”, diz a ABPA. Em fevereiro do ano passado, as exportações de carne de aves in natura totalizou 368,53 mil toneladas.

Mercado doméstico de carne

O presidente da ABPA, Ricardo Santin, informa também que nas vendas internas de carne o setor “segue em equilíbrio”, impulsionado pela alta demanda do produto, “que tem influenciado positivamente o consumo de carne de frango”. A entidade relata que a produção nacional de carne de frango deve alcançar até 15,3 milhões de toneladas em 2025, alta de 2,7% em relação a 2024.

Já a disponibilidade interna está projetada em 9,9 milhões de toneladas, crescimento de 2,1%. O consumo per capita, por sua vez, deve ser de 46 quilos, aumento de 2%.

Despesas para produção de carne

Em relação aos custos de produção, a ABPA avalia que o cenário segue positivo, “em especial no caso do farelo de soja”. “Com estoques mundiais elevados e a projeção de uma colheita histórica acima de 170 milhões de toneladas no Brasil, o complexo soja deve ajudar a equilibrar os custos de produção do setor”, assinala a ABPA.

Santin diz ainda que o setor de proteína animal “não prevê problemas no acesso aos insumos este ano”. Sob este aspecto, cita dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que preveem que o estoque de passagem de milho para o ano deve ser superior ao registrado em 2024. “Diversas consultorias têm indicado que produção total deve ultrapassar 130 milhões de toneladas, favorecendo a previsibilidade no custo da ração”, destaca Santin.



Source link

News

Membros do Conseagri se reúnem com Fávaro e apresentam demandas do setor



Integrantes do Conselho de Secretários Estaduais de Agricultura (Conseagri) estiveram em Brasília, nesta terça-feira (25), e se reuniram com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. O objetivo do encontro foi a apresentação das demandas referentes à agropecuária dos estados.

A rastreabilidade animal foi um dos temas da reunião, na qual foi apresentado que o Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos, lançado em dezembro de 2024, irá proporcionar agregação de valor à cadeia produtiva.

Também foi destacado aos membros do Conseagri o trabalho conjunto entre o Mapa e os estados para o fortalecimento da cadeia produtiva do cacau, com vistas à intensificação da produção.

COP30

Outro assunto discutido com os integrantes do Conseagri foi a participação dos estados na COP30, que ocorrerá em novembro deste ano. “A COP30 é uma grande oportunidade para apresentarmos o poder da agropecuária brasileira”, ressaltou Fávaro. O ministro convidou os secretários a participarem ativamente do evento, além dos eventos preparatórios e reuniões mensais.

Participantes do Conseagri na reunião

Estiveram presentes na reunião os secretários estaduais de Agricultura do Acre, Alagoas, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima e São Paulo.

O ministro Fávaro destacou que o estreitamento de ações entre o Governo Federal e os estados é primordial para o desenvolvimento da agropecuária. “A agropecuária é uma grande indústria brasileira. Esse estreitamento e uma boa interlocução entre os órgãos permitem avançar cada vez mais”, disse.

Além disso, ressaltou que esse diálogo entre as secretarias e o Mapa traz mais força e credibilidade internacional para a agropecuária brasileira.

Sobre o Conseagri

O Conselho de Secretários Estaduais de Agricultura (Conseagri) foi criado em 2007 e é composto pelos 27 secretários estaduais de Agricultura. Atualmente, o Conselho é presidido pelo secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca do Rio Grande do Norte, Guilherme Saldanha.

O Conselho trabalha em conjunto para discutir políticas públicas e trocar experiências no âmbito do agronegócio brasileiro.



Source link

News

entidades do agronegócio pedem previsibilidade e mais recursos



Cinquenta entidades do agronegócio divulgaram uma carta conjunta cobrando previsibilidade e aprimoramentos estruturais nos Planos Safra 2024/25 e 2025/26. O documento expressa preocupação com a instabilidade no crédito rural, agravada pela suspensão das linhas de financiamento com juros equalizados no início de fevereiro.

A decisão do governo de interromper temporariamente as contratações do Plano Safra 2024/25 gerou reação imediata da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e do setor produtivo. A resposta foi a edição da Medida Provisória 1289/2025, que liberou um crédito extraordinário de R$ 4,17 bilhões para equalização de juros nas operações de custeio, comercialização e investimento. Apesar da retomada das contratações, as entidades alertam que a suspensão expôs a falta de previsibilidade e reforçou a necessidade de mudanças estruturais.

Manifesto pelo Plano Safra

O documento foi entregue pela presidente do Instituto Pensar Agro (IPA), Tânia Zanella, à diretoria da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) nesta terça-feira. “Em nome de 50 entidades, entregamos ao presidente Lupion este manifesto sobre a importância que o Plano Safra faz na vida dos produtores rurais. A certeza e a previsibilidade de um Plano Safra robusto traz segurança ao campo às vésperas da safrinha e momento no qual a segurança sobre os recursos precisa prevalecer”, disse Zanella.

“Medidas como essa (suspensão dos recursos subsidiados) podem prejudicar muito quem produz alimentos”, afirmou citando a reação da FPA para a resposta rápida do governo a fim de garantir o retorno imediato dos recursos aos produtores.

“A escassez de crédito ou a oferta com juros elevados inviabilizam investimentos fundamentais para a modernização e sustentabilidade do setor”, afirmam as entidades na carta. O texto também destaca que a interrupção repentina dos financiamentos gerou incertezas no planejamento da produção agropecuária.

As signatárias defendem que a formulação do Plano Safra 2025/26 ocorra com maior antecedência e participação do setor produtivo, garantindo que o programa esteja alinhado às necessidades do agronegócio e contemple políticas para inovação, sustentabilidade e ampliação de mercados.

O documento menciona ainda a atuação da FPA na negociação para a liberação emergencial de recursos, mas enfatiza que apenas medidas pontuais não resolvem o problema.

“A cooperação entre governo, parlamento e entidades representativas é essencial para garantir que o setor agropecuário continue sendo um dos pilares da economia nacional e um dos principais responsáveis pela segurança alimentar”, reforça a carta.

A pressão do setor ocorre em meio a um embate entre a bancada ruralista e o governo. O impasse se intensificou após troca de declarações entre o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. O ministro atribuiu a suspensão à demora na votação do Orçamento pelo Congresso, enquanto Lupion classificou a medida como “total desprezo” ao setor agropecuário. Parlamentares e lideranças do agronegócio avaliaram o episódio como um marco no distanciamento da FPA em relação ao governo.

As entidades reforçam que o volume de recursos destinados ao Plano Safra deve refletir a relevância do agronegócio, que responde por mais de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, segundo dados setoriais. Entre os signatários da carta estão a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag).



Source link

News

Piscicultores da zona da mata de Minas Gerais garantem licença ambiental



Oito piscicultores que atuam no Polo de Excelência em Piscicultura Ornamental da Zona da Mata mineira receberam, neste mês, a licença ambiental do Instituto Estadual de Florestas (IEF) para criar e comercializar peixes ornamentais.

O documento, entregue pelo Sebrae Minas aos piscicultores de Patrocínio do Muriaé, Vieiras, Miradouro e São Francisco do Glória, abre as portas para novos mercados e garante que o trabalho dos produtores esteja em dia com a legislação.

Com a regularização em mãos, os criadores podem focar no que realmente importa: o crescimento do negócio.

“Agora, eles podem produzir sem medo de fiscalizações inesperadas e ainda ampliam as possibilidades de comercialização”, celebra Francisco Heredia, analista do Sebrae Minas. 

Segundo ele, o próximo passo inclui consultorias especializadas em mercado e gestão financeira, além da participação em feiras e missões técnicas.

Do tanque ao topo do mercado

A entrega das licenças marca um novo capítulo para a piscicultura ornamental na região, mas não é fruto de um trabalho recente. 

Há cerca de dois anos, o Sebrae Minas acompanha o grupo, oferecendo suporte em gestão e estratégias de vendas. O processo não apenas legaliza a produção, mas também contribui para um mercado mais sólido e competitivo.

“Nosso intuito é expandir o trabalho para outros grupos de produtores, iniciando, assim, uma governança fortalecida na região”, afirma Heredia.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

O maior polo de piscicultura ornamental do Brasil

Não é à toa que a Zona da Mata mineira é reconhecida como a maior produtora de peixes ornamentais do país. O polo, que abrange 225 propriedades espalhadas por sete municípios, responde por impressionantes 70% da produção nacional

De acordo com um estudo realizado pelo IF Sudeste, o maior número de produtores do polo se concentra em Patrocínio do Muriaé (32%), seguido por Vieiras (22%) e São Francisco do Glória (18%). 

Em 2021, o polo movimentou quase oito milhões de peixes ornamentais e gerou uma receita bruta de mais de R$ 10 milhões — um alívio econômico para muitas famílias da região, já que 60% dos piscicultores têm nessa atividade sua principal fonte de renda.

Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Se você é micro ou pequeno produtor rural e deseja abrir as portas do seu negócio de forma sustentável, assista e participe do programa Porteira Aberta Empreender.

O programa é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você, micro e pequeno produtor rural, descobrir soluções, produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo.

Todos os dias, aqui no site Canal Rural, Empreendedorismo, você fica por dentro de todas as novidades para empreender de forma segura e responsável.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

O impacto da argila na fertilização do milho



O uso de argila no solo contribui diretamente para uma lavoura mais produtiva



O  uso de argila no solo contribui diretamente para uma lavoura mais produtiva
O uso de argila no solo contribui diretamente para uma lavoura mais produtiva – Foto: Freepik

A APF System destacou no LinkedIn a importância do Nitrogênio para o milho e os desafios da sua retenção em solos arenosos. Esse nutriente é essencial para o desenvolvimento da lavoura, mas pode ser perdido por lixiviação, comprometendo a produtividade. Enquanto em solos argilosos a lixiviação de nitrato ocorre a uma taxa de 0,5 mm por mm de chuva, em solos arenosos essa taxa pode chegar a 5 mm por mm de chuva, reduzindo a eficiência da adubação nitrogenada, especialmente no período de cobertura.  

Para minimizar essas perdas, uma solução eficaz é o recobrimento do solo com argila. Esse processo aumenta a retenção de umidade e nutrientes, reduzindo significativamente a lixiviação do nitrogênio. Com isso, há um melhor aproveitamento dos fertilizantes aplicados, otimizando o crescimento das plantas e reduzindo desperdícios. Essa estratégia é particularmente relevante para regiões com solos arenosos, onde a adubação precisa ser mais eficiente para garantir bons resultados.  

Além de melhorar a eficiência do manejo, o uso de argila no solo contribui diretamente para uma lavoura mais produtiva e sustentável. O aumento da retenção de nutrientes não apenas melhora o desenvolvimento do milho, mas também reduz a necessidade de aplicações frequentes de fertilizantes, tornando a produção mais econômica e ambientalmente responsável. 

Diante desses desafios, a adoção de estratégias como essa permite que os produtores reduzam perdas de nutrientes e melhorem o desempenho da lavoura. Com um manejo mais eficiente, é possível obter uma colheita mais produtiva e resiliente às variações climáticas, garantindo maior retorno sobre o investimento em fertilizantes.

 





Source link

News

Declarações de Trump e dívida pública federal; ouça os destaques do Diário Econômico



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o impacto do IPCA-15 e das medidas do governo no mercado. O Ibovespa subiu 0,46%, impulsionado pela possível liberação de recursos do FGTS, enquanto Petrobras e Vale caíram.

O cenário monetário segue desafiador, com Selic estimada em 15% até o fim do ano. No exterior, declarações de Trump sobre tarifas e dados fracos nos Estados Unidos pressionaram os mercados. Hoje, o foco está na dívida pública federal.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!



Source link

News

Antes da onda de calor, tem frente fria; veja a previsão de hoje



Uma massa de ar quente deve se estabelecer a partir da próxima sexta-feira (28) e se estenderá até pelo menos 6 de março. O fenômeno deve atingir 13 estados e trazer muito calor, como noticiado aqui. No entanto, antes disso, há a aproximação de uma nova frente fria que levará pancadas de chuva ao Sul.

Veja a previsão para as cinco regiões do país:

Sul

A aproximação de uma nova frente fria provoca pancadas de chuva com raios na metade sul do Rio Grande do Sul a partir da tarde. Entre o Paraná e Santa Catarina, chove isolado, enquanto no norte gaúcho o sol predominará ao longo do dia. O calor segue intenso em toda a região.

Sudeste

Tempo instável, com pancadas de chuva em São Paulo, no sul e no Triângulo Mineiro. A chuva pode vir acompanhada de raios e na forma de temporais localizados. Entre o Rio de Janeiro, o Espírito Santo e o norte de Minas Gerais, o predomínio é de sol, com algumas variações de nebulosidade.

Centro-Oeste

Dia com mais nuvens e chuva que pode ocorrer ao longo do dia no norte de Mato Grosso do Sul, em Goiás e em Mato Grosso, onde há risco de temporais. Na metade sul do território sul-matogrossense, as pancadas vêm acompanhadas de raios, especialmente no período da tarde.

Nordeste

Tempo instável, com chuva a qualquer hora no Maranhão. Entre o Piauí e o Ceará, há pancadas com trovoadas. Já na costa leste, a infiltração marítima contribui para chuva isolada, mas também com trovoadas. No sertão nordestino, o sol predominará. As temperaturas seguem elevadas por toda a região.

Norte

O calor e a alta umidade continuarão favorecendo as pancadas de chuva, que ocorrem alternadas com períodos de sol. Há risco de temporais entre o Amazonas, Pará e Tocantins. No norte paraense e no Amapá, a Zona de Convergência Intertropical mantém a condição para chuva com trovoadas.



Source link