domingo, julho 5, 2026

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VLI inicia embarques para exportação da safra 2024/2025 de soja


Perspectiva de produção recorde no país movimenta corredores logísticos Norte, Leste e Sudeste

A VLI, companhia de soluções logísticas que integra ferrovias, portos e terminais, iniciou os embarques para a exportação da safra 2024/2025 de soja que, segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), deve atingir recorde histórico, chegando a 166 milhões de toneladas, 12,4% em relação à temporada anterior. A partir da segunda quinzena de fevereiro até o segundo semestre, volumes captados nos estados de Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Bahia e Pará serão escoados por meio dos corredores logísticos Leste e Sudeste (Ferrovia Centro Atlântica – FCA) e Norte (Ferrovia Norte Sul – FNS).

Os embarques são realizados por meio do sistema multimodal da VLI, que integra, no Corredor Norte, os terminais logísticos de Porto Nacional e Palmeirante (TO) e de Porto Franco (MA) ao Terminal Portuário de São Luís (TPSL); e os terminais de Araguari, Pirapora e Uberaba (MG), nos Corredores Leste e Sudeste, ao porto de Tubarão (Espírito Santo) e ao Terminal Integrador Portuário Luís Antônio Mesquita – Tiplam (Baixada Santista) respectivamente.

“A safra da soja é fundamental para o desenvolvimento econômico do país à medida que compõe uma cadeia produtiva complexa, que vai desde a produção primária até a transformação industrial e a produção de carnes. Neste sentido, a integração entre portos, ferrovias e terminais traz eficiência e confiabilidade aos nossos clientes, permitindo que o grão seja exportado com sucesso para diferentes destinos do mundo, como Ásia, Europa e Estados Unidos”, afirma Gabriel Fonseca, gerente geral Comercial da VLI para a área de grãos.

Além do crescimento expressivo esperado nos volumes específicos de soja, em 2024/2025, o Brasil espera um recorde histórico também na safra de grãos como um todo. De acordo com levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em fevereiro, o país deve colher 325,7 milhões de toneladas destas commodities, o que representa crescimento de 9,4% em relação à temporada anterior. O resultado é reflexo de um aumento de 2,1% na área cultivada, estimada em 81,6 milhões de hectares, além da recuperação de 7,1% na produtividade média das lavouras, prevista para 3.990 quilos por hectare.





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saiba até quando fenômeno seguirá atuando no país



A onda de calor nesta reta final do verão será de predomínio do sol, pancadas de chuva e temperaturas elevadas pelo Brasil. Segundo a Climatempo, o fenômeno climático continua no Brasil até domingo (9). Além disso, o instituto fez um diagnóstico sobre a previsão do tempo para amanhã em cada região do país, acompanhe os detalhes:

Sul; uma das regiões mais afetadas pela onda de calor

Grande parte do Rio Grande do Sul e Santa Catarina terá mais um dia de muito sol e pouca chuva. Em Porto Alegre, as máximas passam facilmente dos 36°C e não chove. Em Florianópolis, predomínio de sol e chuva rápida à tarde. No Vale do Itajaí e nas regiões norte, central e leste paranaense, as pancadas ocorrem no fim da tarde devido ao calor e à alta umidade. Em Curitiba, tempo abafado, com chuva passageira.

Calor segue firme no Sudeste

Os volumes de chuva diminuem no Espírito Santo, mas ainda é necessário atenção para todo o litoral. As pancadas são típicas de verão e ocorrem devido aos ventos que sopram do oceano em direção ao continente. Também há previsão de chuva para as regiões do Vale do Rio Doce, norte fluminense e interior do estado de São Paulo. São pancadas que podem vir com força à tarde. Rio de Janeiro e Belo Horizonte seguem sem chuva.

Centro-Oeste

Todo o estado de Mato Grosso, o norte de Mato Grosso do Sul e o interior de Goiás podem registrar chuva nesta quarta-feira. Essas instabilidades continuam associadas à circulação dos ventos e chove em vários momentos do dia, com alerta para temporais em Cuiabá. Em Campo Grande e na capital federal, o tempo será mais ensolarado, com muito calor e pouca chuva prevista. Em Goiás, pancadas podem ocorrer à tarde.

Nordeste

Os volumes de chuva continuam elevados entre o Maranhão, o Ceará e o litoral do Rio Grande do Norte devido à aproximação da Zona de Convergência Intertropical. A chuva ocorre em vários momentos do dia e pode ser forte. Há alerta para São Luís, Teresina, Fortaleza e Natal. Já entre João Pessoa e Salvador, os ventos que sopram do oceano mantêm o tempo mais carregado, com o sol aparecendo entre muitas nuvens, calor e chuva passageira que pode ocorrer a qualquer momento do dia.

Norte

As instabilidades continuam predominando sobre grande parte da Região Norte nesta quarta-feira. Chove no Amazonas, Acre, Rondônia, Pará e Amapá a qualquer momento do dia, com alerta para todas as capitais. Em Roraima, o tempo continua mais estável, sem chuva em Boa Vista.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil expande exportação de sêmen bovino para a Nigéria



Brasil alcança sua 34ª abertura de mercado em 2025




Foto: Divulgação

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou que as autoridades sanitárias da Nigéria aprovaram o Certificado Sanitário Internacional proposto pelo Brasil para a exportação de sêmen bovino. A decisão representa mais um avanço para o agronegócio brasileiro no mercado africano.

Com mais de 223 milhões de habitantes e uma das maiores economias da África, a Nigéria importou, em 2024, mais de US$ 880 milhões em produtos agrícolas do Brasil. A abertura do mercado para o sêmen bovino brasileiro reflete a confiança do país africano no sistema sanitário nacional e abre novas oportunidades de negócios para produtores brasileiros.

A ampliação das exportações acompanha o crescimento demográfico e econômico do continente africano, que vem demandando cada vez mais produtos agropecuários de alta qualidade.

Com essa nova negociação, o Brasil alcança sua 34ª abertura de mercado em 2025, totalizando 334 desde o início de 2023. O avanço é resultado da parceria entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), que trabalham para expandir a presença do agronegócio brasileiro no cenário internacional.





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China habilita empresas brasileiras para exportação de gergelim



Maior parceiro comercial do Brasil, a China continua a ampliar os negócios e habilitou as primeiras 21 empresas brasileiras para exportação de gergelim. O país asiático, grande importador global do produto, responde por 38,4% do consumo mundial da semente. A informação foi divulgada hoje (4) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Segundo a pasta, a autorização demonstra o potencial como um mercado estratégico para o agronegócio brasileiro.

“A conquista desse mercado aconteceu no final de 2024, em visita do Presidente chinês Xi Jinping ao Brasil, todavia, a liberação das empresas exportadoras só foi oficializada na última semana, em um processo normal de acreditação das empresas”, publicou o Mapa.

Produção de gergelim

Atualmente, o Brasil ocupa a sétima posição no ranking mundial de exportação de gergelim, representando 5,31% do comércio global. Os principais estados produtores do país são Mato Grosso, Goiás, Pará e Tocantins. Segundo o Mapa, Bahia, Minas Gerais, Maranhão e Rondônia apresentam grande potencial de crescimento na cultura.

Potencial de crescimento do gergelim

Em 2023, a China importou US$ 1,53 bilhão deste produto. No Brasil, a semente vem ganhando espaço como opção de segunda safra, contribuindo para a diversificação e expansão do agronegócio nacional



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nova cultura surge como alternativa rentável para entressafra



Uma nova oleaginosa está ganhando espaço na agricultura brasileira como alternativa viável para rotação de culturas e rentabilização da entressafra. Trata-se da Carinata, uma planta parente próxima da canola, que tem como principal destino a produção de combustível sustentável para aviação (SAF), uma opção ambientalmente mais viável por emitir menos CO2.

A Carinata é uma oleaginosa de inverno que tem apresentado bons resultados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Uma de suas principais vantagens é a resiliência a mudanças climáticas, além de boa adaptação a solos menos férteis. O cultivo ocorre entre os meses de abril e maio, com um ciclo médio de 120 dias. Outro benefício é que, ao ser semeada, a cultura contribui para a conservação do solo, evitando a perda de nutrientes e promovendo maior sustentabilidade ao sistema produtivo.

O Brasil é visto como um mercado promissor para a Carinata. A projeção é que a área cultivada passe de 7.000 hectares em 2024 para 50.000 hectares neste ano, impulsionando ainda mais sua viabilidade econômica. Além disso, a construção de uma planta de produção de SAF no Porto de Rio Grande deverá fortalecer a cadeia produtiva da oleaginosa, ampliando a demanda e incentivando novos investimentos no setor.

A repórter Eliza Maliszewsk entrevistou Phillip Minarelli, gerente do projeto Carinata Brasil Paraguai, da Nufarmum, que conta na reportagem exibida no Mercado & Companhia desta terça-feira outras vantagens da cultura.

No último ano, a média de pagamento da Carinata variou em torno do preço da soja balcão, chegando em alguns casos a pagar até 110% do valor da soja. Esses números reforçam o potencial econômico da cultura, que se apresenta como uma alternativa rentável e sustentável para produtores que buscam diversificação e melhor aproveitamento da entressafra.

Com o crescimento da demanda por combustíveis sustentáveis e as vantagens agronômicas da Carinata, a cultura desponta como uma opção estratégica para o agronegócio brasileiro, unindo rentabilidade e benefícios ambientais.



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Bolsas da Europa desabam pressionadas por tarifas dos EUA



As bolsas da Europa fecharam em queda expressiva nesta terça-feira (4), com os temores desencadeados pela entrada em vigência das tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra México, Canadá e China se sobrepondo à possibilidade de maior investimento da União Europeia (UE) no setor de defesa.

Resultado das bolsas

Em Londres, o índice FTSE 100 fechou em queda de 1,27%, a 8.759,00 pontos. Em Frankfurt, o DAX recuou 3,53%, a 22.328,91 pontos. O CAC 40, de Paris, caiu 1,85%, a 8.047,92 pontos. Em Madri, o Ibex 35 perdeu 2,49%, a 13.039,60 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 registrou baixa de 1,64%, a 6.700,33 pontos, enquanto em Milão, o FTSE MIB marcou variação negativa de 3,41%, a 37.736,16 pontos. As cotações são preliminares.

Em análise, o Deutsche Bank menciona que a Europa deve estar pronta para “um grande golpe em seu crescimento já anêmico”, à medida que a política tarifária americana se torna cada vez maior. De acordo com o banco alemão, ainda que a UE esteja menos exposta ao mercado dos EUA do que os vizinhos do país, a pressão tarifária ainda tiraria 1 ponto porcentual do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do continente. “Grandes mudanças na ordem global que influenciarão os mercados e as economias nos próximos anos estão, sem dúvida, surgindo agora”, pontua o Deutsche Bank ao relembrar que os europeus devem ser alvos de tarifas de 25%, assim como os canadenses e mexicanos.

Ações nas bolsas da Europa

As principais montadoras europeias fecharam em queda, como a Ferrari (-3,95%), Mercedes-Benz (-5,34%), Volkswagen (-2,28%), Stellantis (-10,67%) e Renault (-4,85%). As cotações são preliminares.

No entanto, de acordo com o Swissquote Bank, apesar dos temores, os investidores têm preferido ações europeias em vez das americanas devido a preocupações com o crescimento mais fraco nos EUA, considerando o impacto das tarifas. Além disso, é esperado que a UE realize mais investimentos no setor de defesa, o que pode dar suporte ao apetite de risco. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, propôs um plano de 800 bilhões de euros, nomeado “REARM Europe”, para fortalecer as defesas.



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preço da tilápia sobe 6% na Quaresma



Preço do pescado sobe menos que outras proteínas no Paraná




Foto: Pixabay

O consumidor paranaense pagará mais caro pelo filé de tilápia durante a Quaresma de 2025, conforme aponta o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, divulgado nesta quinta-feira (27) pelo Departamento de Economia Rural (Deral).

Segundo o boletim, a pesquisa de preços no varejo indica que, em fevereiro, o quilo do filé de tilápia foi comercializado a R$ 55,42, o que representa um aumento de 6% em relação ao mesmo período de 2024. No entanto, quando comparado a janeiro deste ano, houve uma leve queda de 2% no valor.

Apesar do reajuste, a tilápia ainda está entre as proteínas com menor variação de preço no período. Outras carnes populares, como bovina e de frango, registraram aumentos superiores a 20%, tornando o pescado uma opção relativamente mais acessível para os consumidores.

O Paraná é o maior produtor de tilápia do Brasil, e a Quaresma costuma impulsionar a demanda por pescados, influenciando os preços no mercado.





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Agropecuária abre 35,7 mil empregos formais em janeiro



A agropecuária brasileira gerou 35.754 novos empregos formais no primeiro mês do ano, acima das 14.608 vagas da média histórica dos últimos 20 anos, segundo destacou a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a partir dos resultados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), de janeiro.

Setores que mais geraram empregos

“As atividades que mais contribuíram para a criação de novas vagas de trabalho em janeiro foram cultivo de soja (11.746), maçã (9.918), serviço de preparação de terreno, cultivo e colheita (3.299), uva (3.067) e produção de sementes certificadas, exceto de forrageiras para pasto (1.107)”, disse.

Ainda conforme a CNA, na agropecuária, os maiores saldos foram registrados nas regiões Sul (17.496) e Centro-Oeste (16.920). Sudeste e Norte criaram 3.191 e 322 empregos, respectivamente. “Apenas na região Nordeste houve perda líquida de empregos no setor”, informou.

Sobre o CNA

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) é responsável por congregar associações e lideranças políticas e rurais em todo o País. A CNA também apoia a geração de novas tecnologias que possam auxiliar o produtor no plantio e manejo e a criação de agroindústrias responsáveis por aumentar a produtividade rural.



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colheita acelera e mercado registra queda



Preço do arroz apresentou uma leve queda no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

O boletim da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (27), aponta avanço na colheita do arroz no Rio Grande do Sul, especialmente na Fronteira Oeste. Na região administrativa de Bagé, 9% da área cultivada já foi colhida. Em Itaqui, os trabalhos estão adiantados, com 20% dos 67 mil hectares colhidos. Já em São Borja, a colheita atinge 15% dos 33.965 hectares cultivados. No geral, 33% das lavouras da região ainda estão em enchimento de grãos, enquanto 31% encontram-se em maturação.

Na Região da Campanha, a colheita ainda está no início, com 33% das lavouras em floração e 45% em enchimento de grãos. Já na Região de Pelotas, a maior parte da cultura segue em desenvolvimento: 55% das áreas estão na fase de granação, 35% em floração e 10% maduras e prontas para a colheita. Produtores da região realizam manutenção em estradas e equipamentos para garantir o escoamento da produção.

A Região de Santa Maria registrou redução na área plantada devido aos estragos causados pela enchente de maio de 2025, que comprometeu a estrutura de irrigação e contenção. A colheita já foi realizada em 5% da área, enquanto 26% das lavouras estão em maturação e 50% em enchimento de grãos.

Apesar do avanço na colheita, o preço do arroz apresentou uma leve queda no mercado. Segundo levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, o valor médio da saca de 50 quilos registrou redução de 2,15% na última semana, passando de R$ 96,93 para R$ 94,85.





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Rajadas de vento com 70 km/h atingem regiões do Brasil; saiba quais



A Climatempo divulgou mais um relatório com as condições do tempo em todo o Brasil. Em São Paulo, por exemplo, a terça-feira será de sol ao longo do dia, com previsão de pancadas de chuva na parte da tarde e noite. O acumulado esperado é de 10 mm e a temperatura máxima será de 33ºC. Previsão parecida com o restante do país, entretanto, em algumas localidades, rajadas de vento podem causar problemas! Saiba onde:

Região Sul pode ter rajadas de vento

O tempo será predominantemente ensolarado, com poucas chances de chuva. O destaque será para as temperaturas, que seguem elevadas nos três estados da região. Há chance de pancadas isoladas de chuva devido ao excesso de calor na faixa oeste do Rio Grande do Sul, litoral norte de Santa Catarina e na faixa norte e litoral do Paraná. Destaque para rajadas de vento entre 40 e 50 km/h no centro do Rio Grande do Sul. O vento ganha intensidade no litoral do RS, soprando entre 51 e 70 km/h entre Tramandaí e Torres.

Sudeste

As rajadas de vento não alcançam a região. O tempo quente segue predominando, mas a chance de chuva aumenta devido à sequência de dias quentes. Há previsão de pancadas de chuva de moderada a forte intensidade em todo o estado de São Paulo, sul e leste de Minas Gerais. Destaque para o Espírito Santo, onde a chance de chuva aumenta. No interior do estado, há previsão de pancadas de chuva de moderada a forte intensidade. No litoral, incluindo a capital Vitória, o alerta é para temporais.

Centro-Oeste

A circulação de ventos em altos níveis mantém instabilidades sobre Mato Grosso e o noroeste de Mato Grosso do Sul. Cuiabá segue em atenção para chuva de moderada a forte intensidade à tarde. Já no oeste e centro de Mato Grosso do Sul, o dia será ensolarado, com possibilidade de chuvas isoladas. Em Campo Grande, o calor será intenso, com pouca chance de chuva. Goiás e o Distrito Federal terão tempo firme, sem precipitações.

Nordeste

A Zona de Convergência Intertropical mantém instabilidades entre Maranhão, Piauí e litoral do Ceará, com previsão de chuva forte ao longo do dia e alerta para São Luís, Teresina e Fortaleza. Entre Natal e Salvador, e no extremo sul da Bahia, as chuvas serão rápidas e passageiras, ocorrendo entre a madrugada e a manhã. No interior nordestino, o tempo continua seco e muito quente.

Norte

O calor e a umidade favorecem a formação de instabilidades, com alerta para o Amazonas, Acre e Rondônia. Entre o Amapá e o Pará, há situação de perigo devido à atuação da Zona de Convergência Intertropical. No Tocantins, a chuva ocorre em áreas do norte, oeste e centro do estado, com pancadas na capital. No interior, o tempo seguirá estável. Em Roraima, o dia será ensolarado e seco.



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