sábado, julho 4, 2026

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AgroNewsPolítica & Agro

Antonio Sartori alerta sobre o excesso e má informação



Sartori estará presente na 25ª Expodireto Cotrijal


Foto: Divulgação

O consultor e sócio-fundador da Brasoja Agro Corretora, Antônio Sartori, participou de um evento neste domingo (9) na Cooperativa Tritícola de Espumoso (Cotriel), em Espumoso (RS), onde abordou os desafios enfrentados pelos produtores de soja na tomada de decisões.

Durante sua fala, Sartori destacou problemas como o excesso de informação, a desinformação e a propagação de fake news, que podem dificultar a estratégia dos agricultores. Ele alertou para a importância de os produtores saberem calcular corretamente sua produção e compreenderem a diferença entre “preço” e “valor” no mercado.

A expectativa é grande para sua participação na 25ª Expodireto Cotrijal, onde ele se apresentará nesta terça-feira (11), trazendo novas análises sobre o setor.

Com uma trajetória consolidada no agronegócio, Sartori foi homenageado em 2017 com o Prêmio Semente de Ouro, em reconhecimento à sua contribuição para o desenvolvimento do setor. A premiação, realizada no Parque da Expodireto Cotrijal, é promovida pelo Poder Legislativo de Não-Me-Toque em parceria com a Prefeitura e a Cotrijal.

Além disso, a Brasoja Agro Corretora, empresa fundada por Sartori, completa 50 anos em 2025, reforçando sua posição como referência no mercado de grãos. A Brasoja iniciou sua trajetória em 1975 importando farinhas de peixes do Peru.





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Preços da arroba do boi gordo seguem em expectativa de alta



O mercado físico do boi gordo apresentou preços mistos no decorrer desta terça-feira (11). Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o escoamento da carne durante a primeira quinzena do mês tem um papel fundamental para a formação
de preço no curto prazo.

“Escalas de abate permanecem encurtadas em grande parte do país. Com um bom escoamento da carne, há possibilidade de alguma alta dos preços, mesmo que isso ocorra de forma comedida”, comenta.

Ele indica que as exportações seguem em bom nível. “O ano de 2025 carrega potencial para mais um recorde histórico na exportação de carne bovina, com o Brasil muito bem posicionado no mercado internacional”, avalia.

  • São Paulo: R$ 310,75, contra R$ 311,33 na segunda
  • Goiás: R$ 290,18, no comparativo com R$ 290,36 de ontem
  • Minas Gerais: R$ 307,53, estável
  • Mato Grosso do Sul: R$ 294,20, contra R$ 294,77 anteriormente
  • Mato Grosso: R$ 298,72, no comparativo com R$ 298,51 de segunda

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com acomodação em seus preços. Iglesias coloca que o ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços no decorrer da semana, considerando a entrada dos salários na economia, importante motivador da reposição entre atacado e varejo.

“Importante mencionar que a preferência da população ainda recai sobre proteínas mais
acessíveis, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos”, observa.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 24,50, por quilo, o dianteiro segue cotado a R$ 18,00, por quilo e a ponta de agulha é R$ 17,00, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,75%, sendo negociado a R$ 5,8102 para venda e a R$ 5,8082 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8030 e a máxima de R$ 5,8480.



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Confira as cotações da soja em dia de divulgação do USDA



O mercado brasileiro de soja teve pequenas compras reportadas nesta terça-feira (11). Os preços ficaram de estáveis a mais altos, mesmo com a queda do dólar em relação ao real. Os prêmios seguem firmes. A indústria mantém preços fortalecidos, mas tenta originar o mínimo possível, com margens pouco favoráveis.

Preços no país

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 128,00
  • Região das Missões (RS): manteve em R$ 129,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 135,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 127,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 115,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 113,00

A soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira em baixa, em um dia volátil e com números sem surpresas no relatório de março do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esboçou uma recuperação técnica, mas no final do dia, as incertezas geradas pelas novas ameaças tarifárias do governo Trump pesaram sobre as cotações.

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USDA

O relatório do USDA indicou que a safra norte-americana de soja deverá ficar em 4,366 bilhões de bushels em 2024/25, o equivalente a 118,82 milhões de toneladas. A produtividade foi indicada em 50,7 bushels por acre, números idênticos aos de fevereiro.

Os estoques finais estão projetados em 380 milhões de bushels ou 10,34 milhões de toneladas. O mercado esperava um carryover de 381 milhões de bushels ou 10,37 milhões de toneladas, mas o USDA manteve a projeção de fevereiro.

O USDA manteve a previsão de esmagamento em 2,410 bilhões de bushels, e para as exportações, a previsão também não sofreu alteração, permanecendo em 1,825 bilhões de bushels.

A produção mundial de soja para 2024/25 foi projetada pelo USDA em 420,76 milhões de toneladas, o mesmo valor estimado em fevereiro. Para 2023/24, a previsão é de 394,97 milhões de toneladas.

Os estoques finais para 2024/25 estão estimados em 121,41 milhões de toneladas, abaixo da previsão do mercado de 124,2 milhões de toneladas. No mês passado, a previsão era de 124,3 milhões de toneladas. Os estoques da temporada 2023/24 estão estimados em 112,5 milhões de toneladas.

A produção brasileira foi mantida em 153 milhões de toneladas para 2023/24, e em 169 milhões para 2024/25. O mercado esperava um aumento para 169,3 milhões de toneladas na atual temporada.

Já produção argentina foi mantida em 48,21 milhões de toneladas para 2023/24, e em 49 milhões para 2024/25. O mercado apostava em 48,6 milhões de toneladas.

Além disso, as importações chinesas para 2023/24 foram mantidas em 112 milhões de toneladas, e para a próxima temporada, a previsão é de 109 milhões de toneladas, também repetindo o mês anterior.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 2,75 centavos de dólar ou 0,27%, a US$ 10,11 1/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,25 1/2 por bushel, com perda de 2,75 centavos ou 0,26%.

Nos subprodutos, a posição de maio do farelo fechou com baixa de US$ 0,50 ou 0,16%, a US$ 301,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 41,93 centavos de dólar, com baixa de 0,33 centavo ou 0,78%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,75%, negociado a R$ 5,8102 para venda e a R$ 5,8082 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,8030 e a máxima de R$ 5,8480.



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FPA quer urgência em projeto de lei sobre reciprocidade ambiental



A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) se reuniu nesta terça-feira (11) para debater o Projeto de Lei 2088/2023, que trata da Reciprocidade Ambiental.

De autoria do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), a medida é uma das pautas prioritárias da bancada e está sob a relatoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), que apresentou um substitutivo no final de fevereiro deste ano.

Segundo a senadora, a iniciativa surgiu da preocupação com as medidas ambientais propostas pela União Europeia e da necessidade de garantir condições equitativas para os produtos brasileiros no mercado internacional.

“Durante a elaboração desta lei, concluímos que seu escopo deveria ser mais amplo, abrangendo, além da questão ambiental, aspectos sociais e trabalhistas. A ideia é criar uma legislação que nos permita enfrentar desafios impostos por outros países”, detalhou.

Tereza também destacou que o projeto, em tramitação há mais de um ano, foi formulado a partir de diversas sugestões, para garantir segurança jurídica. “Estamos correndo com essa pauta, pois o momento exige urgência. O relatório já foi publicado na Comissão de Meio Ambiente e segue para a Comissão de Assuntos Econômicos”, acrescentou.

Para o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (PP-PR), o projeto precisa avançar rapidamente. “O Brasil é um player relevante no mercado internacional e precisa ser respeitado. Este é o momento de o parlamento agir, e a Reciprocidade Ambiental deve seguir adiante”, afirmou.



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Polícia prende suspeitos envolvidos em roubo de 39 toneladas de fertilizantes



Quatro pessoas foram presas na manhã desta terça-feira (11) em Curitiba, capital do Paraná, pelo roubo de uma carga com 39 toneladas de fertilizantes.

O crime ocorreu em 18 de setembro do ano passado, mas somente agora a operação da Polícia Civil do estado capturou parte dos envolvidos da organização criminosa.

De acordo com a corporação, a ação visava cumprir quatro mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão nas cidades de Paranaguá e Curitiba, além de em Camaquã, no Rio Grande do Sul.

Na data do crime, policiais militares identificaram um caminhão suspeito, avaliado em R$ 300 mil, no bairro Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e abordaram dois homens que estavam em posse do veículo e da carga roubada de fertilizantes, avaliada em R$ 100 mil.

Durante a ação, um dos indivíduos foi preso em flagrante, enquanto o outro entrou em confronto com os policiais e morreu, conforme consta em boletim de ocorrência.

“A partir da prisão, a PCPR iniciou diligências para identificar os demais envolvidos no crime, chegando a outros quatro suspeitos. Três deles possuem antecedentes criminais por roubos agravados”, conta o delegado André Mariano.



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AgroNewsPolítica & Agro

La Niña perde força e Pacífico caminha para neutralidade


O fenômeno climático La Niña, caracterizado pelo resfriamento anômalo da superfície do Oceano Pacífico Equatorial, está chegando ao fim e se aproximando de uma fase neutra, conforme indicam os dados mais recentes do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e da Organização Meteorológica Mundial (OMM).

Segundo o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Luan Rodrigues, os monitoramentos realizados entre o final de fevereiro e o início de março de 2025 mostram um enfraquecimento do fenômeno, que já não atende completamente aos critérios clássicos do Oceanic Niño Index (ONI). “Na prática, La Niña praticamente não vem sendo classificada como tal, apesar da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA) ter reconhecido esse evento como uma La Niña ‘escondida’, devido ao aquecimento anormal dos oceanos”, explica Rodrigues.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Ainda assim, os impactos do fenômeno foram sentidos no Brasil, especialmente na Região Sul, que enfrentou períodos de estiagem. Agora, os principais modelos meteorológicos internacionais indicam que as temperaturas da superfície do mar no Pacífico Equatorial devem permanecer abaixo da média na primeira quinzena de março, mas devem retornar à neutralidade nos meses seguintes.

De acordo com o INMET, há uma probabilidade de 60% de que a transição para um estado neutro ocorra no trimestre março-abril-maio, percentual que sobe para 70% no período abril-maio-junho de 2025. Isso indica que o Pacífico começa a apresentar um aquecimento gradual, enfraquecendo o episódio de La Niña registrado entre 2024 e 2025.

Apesar disso, Rodrigues alerta para possíveis efeitos remanescentes do fenômeno nos primeiros meses do outono. “Podemos observar o avanço de massas de ar frio, possibilidade de geadas precoces no Centro-Sul do Brasil e chuvas mais volumosas no Centro-Norte. São resquícios do padrão climático que ainda podem influenciar o tempo nos próximos meses”, destaca.

Com a neutralidade se consolidando, os meteorologistas continuarão monitorando os impactos no clima brasileiro, principalmente para os setores agrícolas que dependem das condições climáticas para o planejamento da safra.





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Exportações do complexo carne batem recorde em volume e faturamento



Janeiro e fevereiro marcaram um bimestre histórico para as exportações brasileiras do complexo carne em volume e em receita cambial, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento indústria Comércio e Serviços (MDIC).

Em relação à proteína bovina, o Brasil enviou ao exterior 371 mil toneladas, 3% a mais do que no primeiro bimestre de 2024 que, até então, era recorde, com 360 mil toneladas. Em termos de receita, nos primeiros meses deste ano foram atingidos US$ 1,84 bilhão, 13,5% a mais do que no período anterior (US$ 1,62 bilhão).

Já nas carnes suínas, o país saltou de 168 mil toneladas para 189 mil toneladas no mesmo intervalo de tempo, incremento de 12,5%. Nesse tipo de proteína, a receita saltou de US$ 370 milhões para US$ 460 milhões.

Nas aves, o desempenho brasileiro durante o bimestre nas exportações foi ainda superior: de 744 mil toneladas para 852 mil toneladas, aumento de 14,5%, com faturamento que foi de US$ 1,25 bilhão para US$ 1,53 bilhão.

Segundo o diretor do Canal Rural Sul, Giovani Ferreira, o desempenho nacional está atrelado ao crescimento da demanda, tracionado, principalmente, pela China, além dos reflexos da guerra tarifária global protagonizada pelo governo de Donald Trump.

Ao considerar as três carnes, o Brasil cresceu, em média, 11% em volume e cerca de 16% em faturamento. “Isso significa que estamos ganhando mercado em volume, mas também melhorando a remuneração do dólar por tonelada que o pecuarista brasileiro recebe no mercado internacional”, considera Ferreira.



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Agroindústria cresce em 2024, mas desaceleração em dezembro preocupa



A agroindústria brasileira encerrou 2024 com uma expansão de 2%, impulsionada pelo crescimento do mercado interno e pelo bom desempenho dos segmentos de alimentos e bebidas. No entanto, a retração de 0,5% em dezembro, comparado ao mesmo período de 2023, acende um alerta para os desafios que o setor pode enfrentar em 2025.

Segundo o pesquisador da Fundação Getulio Vargas (FGV Agro), Felippe Serigati, a demanda aquecida ao longo do ano elevou os preços, levando o Banco Central a aumentar os juros para conter a inflação. Essa medida impactou o consumo e retraiu o mercado no último trimestre.

Desafios da agroindústria para 2025

Apesar do crescimento no acumulado do ano, Serigati destaca que a queda no poder de compra das famílias influenciou o desempenho negativo de dezembro. Ele também alerta que os números do mercado de trabalho não devem ser tão robustos em 2025 e que o custo dos financiamentos seguirá elevado, uma vez que o Banco Central pode manter ou até aumentar as taxas de juros.

Além dos desafios internos, o mercado externo enfrenta incertezas, com anúncios sobre novas taxas no comércio internacional, o que pode afetar as exportações brasileiras. “Os Estados Unidos, por exemplo, estão no centro dessas discussões, o que pode gerar impactos para o setor agroindustrial”, explica Serigati.

Sobre a FGV

A Fundação Getúlio Vargas é reconhecida por gerar conhecimento e o desenvolvimento econômico e social por meio de educação, pesquisa, consultoria e análise de índices econômicos, se posicionando como uma instituição inovadora, tanto para sua própria Comunidade, como para a sociedade em geral.

A entrevista completa do pesquisador Felippe Serigati pode ser conferida no canal do Canal Rural no YouTube.



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Brasil terá maior usina de biogás do mundo, que usará resíduos cítricos



A Louis Dreyfus Company (LDC) deu início nesta terça-feira (11) à construção da maior unidade de produção de biogás do mundo a partir de efluentes cítricos. Localizada em Bebedouro, no interior de São Paulo, a nova planta representa um marco na busca por soluções sustentáveis na indústria de sucos.

Com uma área de aproximadamente 195.000 m², a unidade terá capacidade para tratar 400 m³/h de efluentes e gerar mais de 50.000 Nm³/dia de biogás, reduzindo em mais de 20% as emissões de CO₂ da operação local.

A inovação está na biotecnologia desenvolvida pela LDC, que utiliza um inóculo capaz de decompor a carga orgânica dos efluentes cítricos e transformá-los em biogás. Esse processo substituirá o uso de combustíveis fósseis e permitirá que 100% da água tratada seja devolvida aos recursos hídricos. A previsão é que a planta fique pronta até o final do primeiro semestre de 2026.

“Esse projeto reforça nosso compromisso com a descarbonização da cadeia produtiva e com o desenvolvimento sustentável das regiões onde atuamos, como Bebedouro, onde estamos há mais de 30 anos”, afirmou o Head Global da Plataforma de Sucos da LDC.

Para validar a tecnologia, a companhia desenvolveu um projeto piloto, testando diferentes inóculos e analisando a eficiência na geração de biogás. Os resultados superaram em 15% a meta inicial. “Cada detalhe da planta foi pensado para maximizar o impacto ambiental positivo, garantindo mais eficiência no uso dos recursos naturais”, destacou Juliana Pires, Head Global de Indústria e Qualidade da LDC.

Líder global na produção de sucos

A LDC é uma das três maiores processadoras e comercializadoras de sucos cítricos do mundo e a principal exportadora de sucos de limão tahiti e siciliano no Brasil.

A empresa controla toda a cadeia produtiva, desde seus mais de 30 mil hectares de pomares até suas três fábricas, um terminal de última geração no Porto de Santos e uma unidade na Bélgica.



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Inscrições abertas para empreendedores exporem produtos e serviços na Agrishow 2025


Considerada a segunda maior feira de agronegócio do mundo, a Agrishow 2025, promete ser uma vitrine de inovações e oportunidades para o setor agrícola.

A feira, que ocorrerá de 28 de abril a 2 de maio em Ribeirão Preto, contará com um estande coletivo do Sebrae-SP, que oferecerá às empresas do setor que atendem ao mercado agrícola a oportunidade de participar, e o prazo para inscrições vai até 14 de março.

 O espaço do Sebrae será dedicado a empresas formalmente constituídas que atuam em segmentos como máquinas e equipamentos agrícolas, sementes, fertilizantes, defensivos, ferramentas, entre outros. 

As vagas são limitadas, e os selecionados terão acesso a uma estrutura completa para expor seus produtos, com balcões e prateleiras, além de credenciais para dois representantes por empresa. Cada participante terá direito a um sistema de rodízio, com dois ou três dias de exposição.

Para se inscrever, as empresas precisam atender a alguns critérios. Além de estarem formalizadas como MEI, ME, EPP ou Produtor Rural. Devem estar estabelecidas no estado de São Paulo e oferecer produtos ou serviços ligados ao agronegócio.

Produtores rurais enquadrados no DAP, CAF ou no regime de MEI terão isenção de pagamento mediante comprovação por declaração contábil, o que facilita a participação de pequenos produtores no evento.

Painel da Agrishow 2024 com três pessoas posicionadas à frentePainel da Agrishow 2024 com três pessoas posicionadas à frente
Agrishow 2024. Foto: arquivo Jossilene Rocha

As empresas selecionadas terão a oportunidade de expor seus produtos com o apoio do Sebrae-SP, que subsidiará parte dos custos de participação. 

A Agrishow se consolidou como um dos maiores eventos de tecnologia agrícola no mundo. Com foco em inovação e sustentabilidade, a feira atrai profissionais de diversos países em busca das últimas novidades em equipamentos, máquinas e soluções tecnológicas para o campo.

Serviço

  • Data da feira: de 28 de abril a 2 de maio
  • Local: Ribeirão Preto, SP
  • Inscrições pelo Sebrae-SP: até 14 de março pelo link
  • Vagas limitadas

Quer saber mais sobre feiras e eventos agrícolas?

Todos os dias, aqui no site Canal Rural, Empreendedorismo, você fica por dentro de todas as novidades para empreender de forma segura e responsável.

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Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Assista ao Porteira Aberta Empreender no dia 13/03, quinta-feira, às 11h. O programa é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

Confira onde assistir ao programa

No dia 13 de março, assista ao Porteira Aberta Empreender em um destes canais:

Canais de TV para assistir ao Porteira Aberta Empreender Canais de TV para assistir ao Porteira Aberta Empreender
Canais disponíveis para assistir ao programa Porteira Aberta Empreender.

Acesse aqui e confira os temas abordados como Capacitação, Exportação, Acesso ao Crédito, Indicação Geográfica, entre outros. 



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