sexta-feira, julho 3, 2026

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Colheita de soja ultrapassa 70% da área esperada



Os trabalhos relacionados à colheita da soja no Brasil alcançaram 70,2% da área total esperada até o dia 14 de março, conforme dados divulgados pela consultoria Safras & Mercado. Na semana anterior, o índice era de 59,5%.

Ritmo da colheita de soja

O ritmo de colheita está um pouco mais acelerado em comparação ao mesmo período do ano passado, quando havia sido registrado 62,4%. Além disso, o avanço supera a média dos últimos cinco anos, que é de 63,7%.

O tempo tem ajudado?

Apesar do avanço da colheita da soja no Brasil, algumas regiões ainda enfrentam dificuldades. A disponibilidade hídrica do solo está crítica no interior da Bahia e no norte de Minas Gerais, agravada pela falta de chuvas nos últimos dias.

No interior de São Paulo, a situação também é desafiadora, com índices de umidade entre 20% e 30%. No entanto, a região paulista apresenta condições um pouco mais favoráveis, especialmente para os produtores na fase final de enchimento de grãos. Algumas pancadas de chuva nas áreas de Alta Mogiana e no sul de Minas Gerais devem ajudar a amenizar os efeitos da estiagem.

Já no Centro-Oeste, a previsão é de chuvas frequentes, com aumento no volume de precipitações na próxima semana, beneficiando especialmente o Mato Grosso. A região do Matopiba também deve receber chuvas expressivas, proporcionando alívio para algumas áreas e reduzindo os impactos da seca.



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Soja tem dia lento; saiba as cotações da commodity



O mercado brasileiro de soja teve um dia calmo nesta sexta-feira (14). Os preços caíram, apesar da alta na Bolsa de Chicago e no fortalecimento dos prêmios. A queda do dólar pressionou as cotações.

Ontem (13), houve bons volumes negociados, especialmente para exportação, enquanto hoje o ritmo foi mais lento. Segundo a consultoria Safras & Mercado, a indústria segue comprando de forma cautelosa, apenas para atender necessidades imediatas.

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Cotações da soja

  • Em Passo Fundo (RS), o preço subiu de R$ 127,00 para R$ 129,00
  • Em Santa Rosa (RS), o preço subiu para R$ 130,00
  • No Porto de Rio Grande (RS), o valor foi de R$ 133,50 para R$ 135,00
  • Em Cascavel (PR), o valor passou de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • No Porto de Paranaguá (PR), o preço subiu de R$ 133,00 para R$ 135,00
  • Em Rondonópolis (MT), o valor foi de R$ 114,00 para R$ 117,00
  • Em Dourados (MS), o preço permaneceu em R$ 117,00
  • Em Rio Verde (GO), o preço permaneceu em R$ 111,00.

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira em alta, reduzindo as perdas acumuladas ao longo da semana. A previsão de clima seco e novos cortes nas estimativas de safra da Argentina, além do clima de menor aversão ao risco no financeiro, ajudaram na recuperação.

Os ganhos, no entanto, seguiram limitados pelas preocupações com a política tarifária do governo Trump. A entrada de uma ampla safra sul-americana também foi outro ponto de pressão.

Produção de soja

A produção brasileira de soja em 2024/25 deverá totalizar 172,45 milhões de toneladas, com elevação de 13,2% sobre a safra da temporada anterior, que ficou em 152,3 milhões de toneladas. A estimativa é de Safras & Mercado. Em 7 de fevereiro, data da estimativa anterior, a projeção era de 174,88 milhões de toneladas.

A Safras indica aumento de 2,2% na área, estimada em 47,47 milhões de hectares. Em 2023/24, o plantio ocupou 46,45 milhões de hectares. O levantamento aponta que a produtividade média deverá passar de 3.295 quilos por hectare para 3.651 quilos.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 5,25 centavos de dólar ou 0,51% a US$ 10,16 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,30 por bushel, ganho de 5,00 centavos ou 0,48%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 1,20 ou 0,39% a US$ 305,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 41,59 centavos de dólar, com alta de 0,31 centavo ou 0,75%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,92%, negociado a R$ 5,7438 para venda e a R$ 5,7418 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7118 e a máxima de R$ 5,7903. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,77%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Estiagem reduz área plantada e produção de feijão



Falta de chuva prejudica produção de feijão no estado




Foto: Pixabay

A área cultivada com feijão na primeira safra de 2025 foi reduzida em razão das condições climáticas adversas no Rio Grande do Sul. De acordo com o levantamento divulgado nesta quinta-feira (12) pelo Informativo Conjuntural da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RS), apenas 11% da área inicialmente prevista para o cultivo foi efetivamente semeada.

A queda de 55% na área destinada ao plantio, que normalmente ocorre em lavouras irrigadas, está diretamente relacionada à baixa recarga hídrica dos reservatórios e à desvalorização dos preços do feijão, o que reduziu a atratividade econômica da cultura. Ainda assim, os cultivos semeados apresentam bom desenvolvimento, especialmente na região de Santa Maria, onde 55% da área plantada está em fase de crescimento, 4% em maturação e algumas lavouras já foram colhidas. No município de São Gabriel, a colheita foi antecipada e alcança 10% da área.

No estado como um todo, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) avalia que a falta de chuvas em fevereiro afetou algumas regiões, mas que o Planalto Sul, onde se concentra a produção de feijão, manteve condições favoráveis. “O potencial produtivo é considerado aceitável, mas algumas lavouras foram impactadas pela estiagem e precisam de cuidados extras para mitigar as perdas por evapotranspiração”, informou a Conab em seu relatório da Safra de Grãos.

Atualmente, 55% da área plantada no estado está em desenvolvimento, com a maioria das lavouras no estágio de floração e enchimento de grãos. Em fevereiro, as chuvas favoreceram a cultura, especialmente na região de Santa Maria e no município de São Martinho da Serra, onde a colheita já atinge 10% da área. De acordo com a Conab, a produção média do feijão no estado deve ficar em 1.527 kg/ha, impactada pelas adversidades climáticas.





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Presidente da Venezuela entrega 180 mil hectares de terras ao MST



O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) está presente na Venezuela há mais de 20 anos e apoia publicamente o governo de Nicolás Maduro.

Em mais uma prova de estreitamento das relações, o presidente do país entregou, na quinta-feira (13), mais de 180 mil hectares de terras expropriadas do estado de Bolívar, no sul do país, para o grupo brasileiro.

“Vou assinar hoje um documento legal, como decreto, para entregar esses 180 mil hectares para o Movimento Sem Terra do Brasil para que faça a coordenação desse projeto”, anunciou Maduro, sobre uma iniciativa de produção agroecológica batizada como “Pátria Grande do Sul”.

Segundo o presidente, as terras serão utilizadas para produzir alimentos para a população venezuelana, bem como a do norte do Brasil, além de serem exportados para outros países, desde que uma aliança entre camponeses, indígenas e militares seja concretizada.

No projeto divulgado por Maduro estão contempladas culturas como banana, mandioca, frutas, cana de açúcar, abóbora, carne de frango, suína e bovina, além de leite e derivados, feijão, hortaliças e milho.

As terras entregues foram expropriadas durante o governo de Hugo Chávez na década de 2000 e são consideradas como “resgatadas”.

Segundo reportagem da CNN, Maduro afirma que este será o “projeto cooperativo, humano dirigido por movimentos camponeses alternativos do mundo inteiro”.

“O MST reafirma o princípio da solidariedade e o internacionalismo quando fazemos esses atos nesse território, concretizando e mostrando o resultado da luta para tornar a terra um território nosso e construir um projeto diferente de sociedade: o socialismo”, disse uma das dirigentes do movimento brasileiro, Rosana Fernandes.



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Sem chuvas, regiões do Brasil enfrentam desafios com a soja; saiba onde o tempo terá melhora



A disponibilidade hídrica do solo está em níveis críticos em boa parte do interior da Bahia e no norte de Minas Gerais. A falta de chuvas nos últimos dias tem agravado a situação nas lavouras de soja, impactando diretamente os produtores rurais que dependem da umidade para o desenvolvimento dos trabalhos.

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No interior de São Paulo, o cenário também é desafiador, com índices de umidade disponível entre 20% e 30%. No entanto, a região paulista ainda apresenta uma condição um pouco mais favorável, especialmente para os produtores que estão na fase final do enchimento de grãos da soja.

Na região de Alta Mogiana e no norte do estado, algumas pancadas de chuva podem contribuir para amenizar o impacto da estiagem. O sul de Minas Gerais também deve receber precipitações pontuais, enquanto no Mato Grosso do Sul a umidade está sendo gradativamente reposta com chuvas intermitentes.

O andamento da colheita de soja

Para os produtores que já alcançaram a maturidade da soja, o momento é propício para a colheita, especialmente no Rio Grande do Sul, onde o tempo seco deve prevalecer nos próximos dias, favorecendo os trabalhos no campo. No interior baiano e no norte de Minas Gerais, o calor intenso tem acelerado o processo de maturação da soja, o que pode comprometer a qualidade dos grãos devido à baixa disponibilidade de umidade.

O Centro-Oeste segue com condição de chuvas frequentes, e a previsão é de aumento no volume das precipitações na próxima semana, beneficiando principalmente o estado do Mato Grosso. Para os produtores que já realizaram a colheita da soja e iniciaram o plantio da safrinha, a previsão é animadora, pois a umidade acumulada deve favorecer o desenvolvimento das novas lavouras.

Na região do Matopiba, a Zona de Convergência Intertropical segue atuante, o que garante chuvas expressivas entre 80 e 100 mm acumulados. Esse cenário pode proporcionar alívio para algumas áreas, reduzindo os impactos da estiagem prolongada em certas regiões.



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Governo Lula destinará R$ 750 milhões do Orçamento para o MST



O governo federal, por meio do Ministério do Planejamento, pretende destinar R$ 750 milhões para duas ações que envolvem diretamente o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST): R$ 400 milhões para a aquisição de alimentos da agricultura familiar e R$ 350 milhões para o Fundo de Terras e da Reforma Agrária.

Para viabilizar o gasto, a tendência é que recursos destinados a programas sociais, como o Bolsa Família, sejam reduzidos.

A decisão de remanejar os recusos ao grupo, encaminhada para aprovação à Comissão Mista de Orçamento (CMO) e ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre, ocorre dias após o presidente Lula visitar um assentamento do movimento pela primeira vez em seu terceiro mandato.

A expectativa é de que o orçamento de 2025 comece a ser votado na próxima terça-feira (18). No total, quase R$ 40 bilhões serão direcionados para contemplar novas prioridades, como o caso do MST e o atendimento a pautas de partidos de centro.

A intenção de enviar o recurso milionário ao MST gerou indignação de entes do agronegócio, como a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Sistema Faep). Para o presidente interino da entidade, Ágide Eduardo Meneguette, trata-se de uma medida descabida que envolve um movimento responsável por invasões de terras.

“No Paraná, temos inúmeros exemplos de atos violentos, que levaram insegurança jurídica aos nossos produtores rurais. No momento, estamos pedindo recursos para o Plano Safra 2025/26, permitindo que os pequenos, médios e grandes agricultores e pecuaristas possam planejar a próxima temporada. Esse valor de R$ 750 milhões poderia, por exemplo, ser destinado ao seguro rural”, considera.

De acordo com a Federação, nos últimos anos, somente no Paraná, o MST realizou diversas invasões de terras, como em 2014, quando cinco mil pessoas ligadas ao movimento ocuparam áreas produtivas da fazenda Araupel, em Quedas do Iguaçu, na região Centro-Oeste.

“No ano seguinte, cerca de 1,4 mil integrantes do MST tomaram a Fazenda Figueira, em Londrina, onde existia um centro de pesquisas da Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (FEALQ). No mesmo ano, integrantes invadiram a Fazenda Capão do Cipó, em Castro, nos Campos Gerais, utilizada há mais de 30 anos pela Fundação ABC”, enumera a nota de repúdio divulgada pelo Sistema Faep.

“Os produtores rurais não suportam mais conviver com invasões e insegurança jurídica. O Sistema Faep, como representante de milhares de agricultores e pecuaristas, entende que o governo federal precisa, urgentemente, abrir um canal de diálogo e olhar para o setor agropecuário, que gera renda, empregos e contribui para o crescimento da economia do país”, afirma Meneguette.



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Governo destinará R$ 750 milhões do Orçamento para o MST



O governo federal, por meio do Ministério do Planejamento, pretende destinar R$ 750 milhões para duas ações que envolvem diretamente o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST): R$ 400 milhões para a aquisição de alimentos da agricultura familiar e R$ 350 milhões para o Fundo de Terras e da Reforma Agrária.

Para viabilizar o gasto, a tendência é que recursos destinados a programas sociais, como o Bolsa Família, sejam reduzidos.

A decisão de remanejar os recusos ao grupo, encaminhada para aprovação à Comissão Mista de Orçamento (CMO) e ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre, ocorre dias após o presidente Lula visitar um assentamento do movimento pela primeira vez em seu terceiro mandato.

A expectativa é de que o orçamento de 2025 comece a ser votado na próxima terça-feira (18). No total, quase R$ 40 bilhões serão direcionados para contemplar novas prioridades, como o caso do MST e o atendimento a pautas de partidos de centro.

A intenção de enviar o recurso milionário ao MST gerou indignação de entes do agronegócio, como a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Sistema Faep). Para o presidente interino da entidade, Ágide Eduardo Meneguette, trata-se de uma medida descabida que envolve um movimento responsável por invasões de terras.

“No Paraná, temos inúmeros exemplos de atos violentos, que levaram insegurança jurídica aos nossos produtores rurais. No momento, estamos pedindo recursos para o Plano Safra 2025/26, permitindo que os pequenos, médios e grandes agricultores e pecuaristas possam planejar a próxima temporada. Esse valor de R$ 750 milhões poderia, por exemplo, ser destinado ao seguro rural”, considera.

De acordo com a Federação, nos últimos anos, somente no Paraná, o MST realizou diversas invasões de terras, como em 2014, quando cinco mil pessoas ligadas ao movimento ocuparam áreas produtivas da fazenda Araupel, em Quedas do Iguaçu, na região Centro-Oeste.

“No ano seguinte, cerca de 1,4 mil integrantes do MST tomaram a Fazenda Figueira, em Londrina, onde existia um centro de pesquisas da Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (FEALQ). No mesmo ano, integrantes invadiram a Fazenda Capão do Cipó, em Castro, nos Campos Gerais, utilizada há mais de 30 anos pela Fundação ABC”, enumera a nota de repúdio divulgada pelo Sistema Faep.

“Os produtores rurais não suportam mais conviver com invasões e insegurança jurídica. O Sistema Faep, como representante de milhares de agricultores e pecuaristas, entende que o governo federal precisa, urgentemente, abrir um canal de diálogo e olhar para o setor agropecuário, que gera renda, empregos e contribui para o crescimento da economia do país”, afirma Meneguette.



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AgroNewsPolítica & Agro

Cotrijal lança plataforma para monitoramento digital de rebanhos


A Cotrijal anunciou nesta quinta-feira (13) o lançamento de uma plataforma inédita para a digitalização da assistência técnica na pecuária leiteira. O sistema, desenvolvido em parceria com a empresa Cowmed e o projeto Costa’s Lab, da Universidade de Vermont (EUA), foi apresentado durante a 25ª Expodireto Cotrijal, na Arena Agrodigital.

A tecnologia utiliza coleiras eletrônicas para coletar dados sobre o comportamento dos animais, permitindo a análise contínua e a emissão de relatórios para os técnicos da cooperativa. O objetivo é identificar anomalias, medir o impacto do estresse térmico e detectar precocemente sintomas de doenças. O sistema também compara os dados entre diferentes produtores, levando em conta fatores externos, como condições climáticas.

Para o superintendente de Novos Negócios e Produção Animal da Cotrijal, Renne Granato, a plataforma aprimora a relação entre produtores, técnicos e rebanhos. “Queremos que o produtor confie ainda mais no nosso trabalho, sabendo que temos o uso de dados para que as nossas decisões sejam as mais seguras e precisas possíveis”, afirma.

Atualmente, alguns produtores já utilizam as coleiras eletrônicas para monitoramento dos animais. Com a implementação da plataforma, o número de rebanhos monitorados será ampliado. Granato destaca que a tecnologia potencializa a atuação dos técnicos da cooperativa. “Eles terão informação de qualidade para ajudar o produtor a resolver seus problemas quando anomalias de comportamento forem identificadas”, ressalta.

O sistema permite um acompanhamento detalhado do bem-estar animal, analisando alimentação, tempo de descanso, acesso à água e interação social. “A plataforma cria um índice de bem-estar para cada fazenda, garantindo que as melhores práticas estão sendo adotadas”, explica Leonardo Guedes, fundador da Cowmed.

Segundo a Cotrijal, a iniciativa é inédita no Brasil. “Não há nada igual a essa plataforma no país. Nosso objetivo é manter a excelência e promover o desenvolvimento dos nossos associados”, afirma Granato.

O desenvolvimento do sistema começou há mais de quatro anos, com apoio técnico e científico do projeto Costa’s Lab. Para João Costa, professor associado da Universidade de Vermont e líder do projeto, o uso contínuo dos dados permite a evolução do sistema. “Entre as grandes inovações, está a capacidade de documentar mudanças, avaliar decisões e aprimorar previsões ao longo do tempo”, destaca.

Produtores interessados em aderir à tecnologia podem procurar as unidades de negócios da Cotrijal para mais informações.





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Qual o seu candidato favorito ao Prêmio Personagem Soja Brasil?



O prêmio reconhece produtores e pesquisadores que impulsionam o crescimento e a sustentabilidade da soja no Brasil já está com as votações abertas. Agora, é a sua chance de escolher quem contribuiu para o avanço do setor. Além de prestigiar os indicados, sua participação fortalece o reconhecimento daqueles que dedicam suas vidas ao desenvolvimento do agro. Clique aqui e vote agora.

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Os indicados ao Prêmio Personagem Soja Brasil

Entre os indicados, estão nomes como Alberto Schlatter, produtor rural em Chapadão do Sul (MS), cuja família desbravou a agricultura brasileira desde 1921. Já Anderson Cavenaghi, pesquisador da UNIVAG (MT), se destaca pelos estudos em proteção de plantas, com foco em herbicidas e controle de plantas daninhas.

Cecilia Czepak, professora da Universidade Federal de Goiás, dedica-se ao manejo integrado de pragas há mais de 26 anos, contribuindo diretamente para a produtividade do setor. São profissionais como esses que garantem inovação e sustentabilidade para o futuro da soja.

No Paraná, Claudia D’Agostini segue os passos da família e lidera a fazenda em Sabáudia, garantindo a continuidade da produção rural. Julio Cezar Franchini, pesquisador da Embrapa Soja no Paraná, trabalha com o manejo do solo para melhorar a produtividade e a sustentabilidade dos cultivos.

Oliverio Alves de Melo, produtor em Balsas (MA), chegou ao Maranhão em 1995 e hoje é um dos grandes nomes do agronegócio na região. Cada um desses indicados tem uma trajetória inspiradora que demonstra o impacto positivo da soja na economia e na vida das pessoas.

Agora, cabe a você ajudar a reconhecer aqueles que fazem a diferença na soja brasileira. Participe da votação e valorize esses profissionais essenciais para o agronegócio nacional! Seu voto homenageia essas histórias e incentiva novas gerações a seguirem os mesmos passos.



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Encontro em Jales (SP) leva inovação e conhecimento aos produtores rurais



No dia 20 de março, Jales, que fica no interior de São Paulo, será o ponto de encontro para produtores rurais que querem crescer e se atualizar. 

O Encontro Regional de Produtores Rurais reunirá agricultores, pecuaristas e profissionais do setor para um dia de troca de experiências, aprendizado e novas oportunidades.  

As atividades têm como objetivo promover a qualificação dos produtores e incentivar a adoção de novas técnicas e tecnologias no campo.

A programação acontece das 13h às 19h, com palestras, exposição de produtos agrícolas e uma Unidade Móvel de Capacitação.

Entre os destaques, os participantes poderão entender melhor como se proteger do endividamento rural, em uma palestra com Celso Penha Vasconcellos, advogado de Votuporanga, além de aprender sobre internacionalização de propriedades frutícolas e novos mercados, com Jorge de Souza, da Abrafrutas.

A participação é gratuita, mas as vagas são limitadas. Para garantir um lugar, é preciso se inscrever até o dia 14 de março e atender aos requisitos, como CNPJ rural, Inscrição Estadual, DAP ou CAF.

Para garantir presença, é necessário realizar a inscrição até hoje, 14 de março, por meio do link.

E para fechar o evento com chave de ouro, os participantes ainda vão ganhar um jantar especial. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (17) 99775-7262, com Eliana Germano (Sebrae), ou no (17) 99678-4054, com Lidiane e Ana Ligia (Sindicato Rural).



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