sexta-feira, julho 3, 2026

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Apesar do superávit de US$ 3 bi, agro paulista recua 25% em relação ao ano passado



No acumulado de janeiro e fevereiro de 2025, as exportações do agro paulista totalizaram US$4,03 bilhões e as importações US$1,02 bilhão. Como resultado, o saldo da balança comercial apresentou um superávit de US$3,01 bilhões, representando uma queda de 25,7% em relação ao primeiro bimestre de 2024.

Os dados fazem parte da análise mensal do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

O resultado é fruto de uma queda brusca nas exportações de açúcar, principal produto da pauta paulista para o mercado internacional, que estava aquecido devido à maior disponibilidade do produto proveniente da Índia, Tailândia e União Europeia, associado ao período de entressafra brasileiro.

“Os produtores optaram por comercializar o açúcar no mercado interno, onde o preço está mais vantajoso com a desvalorização do dólar frente ao real no começo de 2025”, comenta José Alberto Ângelo, pesquisador científico do IEA-Apta.

Ranking do Agro

Apesar da queda registrada, os embarques paulistas garantiram mais uma vez o status de maior exportador brasileiro a São Paulo, com 18,1% de participação, seguido por Mato Grosso (15%), Minas Gerais (11,6%) e Paraná (11,5%).

“Os embarques registrados no início do ano deram uma enfraquecida diante da instabilidade do câmbio, mas o agro paulista manteve sua representatividade nos resultados nacionais. O setor de sucos e o complexo sucroalcooleiro respondem por mais de 50% do total exportado pelo Brasil. Esses números representam a força das agroindústrias paulistas na economia do estado e do país”, ressalta Guilherme Piai, secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

Segundo os dados do IEA-Apta, a participação do setor de sucos nos embarques totais foi de 88%, seguido pelos produtos alimentícios diversos (69,8%), produtos de origem vegetal (65,8%) e complexo sucroalcooleiro (55,2%).

Exportações do agronegócio paulista

Os cinco principais grupos de produtos exportados pelo agronegócio paulista no primeiro bimestre de 2025 foram:

  • Complexo sucroalcooleiro: 27% de participação no agro paulista, US$1,09 bilhão, sendo que o açúcar representou 91,6% e o etanol, 8,4%
  • Grupo de sucos: 14,2% na fração, somando US$573,74 milhões, dos quais 98,6% correspondem ao suco de laranja
  • Setor de carnes: 14,1% de porção, na ordem US$567,76 milhões, com a carne bovina respondendo por 82,1%

Produtos florestais: 12,3% de participação, US$494,75 milhões, com celulose representando 54,7% e papel 36,2%

Grupo de café: 7,4% na cota, registrando US$297,21 milhões, sendo 70,4% referentes ao café verde e 26,5% ao café solúvel.

Esses cinco grupos representaram, em conjunto, 75% das exportações do agronegócio paulista. O complexo soja aparece na sétima posição, com vendas de US$175,91 milhões, sendo 24,1% referentes ao farelo de soja e 68,5% à soja em grão. A expectativa é de um aumento nas vendas desse grupo nos próximos meses, conforme avance a colheita no estado de São Paulo.



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Inscrições do Programa de Aquisição de Alimentos são prorrogadas



O prazo para as organizações familiares inscreverem propostas no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) foi prorrogado. Agricultores e agricultoras familiares terão até o próximo dia 31 para transmitir os projetos de Compra com Doação Simultânea (CDS) para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Essa prorrogação para o envio dos projetos visa ampliar as oportunidades das organizações da agricultura familiar para entrega da sua produção para atendimento da população em situação de insegurança alimentar e nutricional.

O anúncio foi realizado ontem (17) durante a realização do 3º Encontro Nacional do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), da Conab, da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) e das Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (CeasaMinas).

Aquisição e doação de alimentos

Os recursos para o PAA para a aquisição dos alimentos produzidos pela agricultura familiar serão repassados para a Companhia pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Já os critérios de pontuação para participar do PAA neste ano foram definidos pelo Grupo Gestor do Programa (GGPAA).

A Compra com Doação Simultânea tem como finalidade o apoio aos agricultores familiares, por meio de cooperativas e associações, a partir da compra de sua produção. Os alimentos adquiridos são destinados ao abastecimento da rede socioassistencial e de Equipamentos Públicos de Segurança Alimentar e Nutricional, como restaurantes populares e cozinhas solidárias.

Mantendo o compromisso do governo federal de incentivar o protagonismo das mulheres do campo, das águas e das florestas, as propostas para o PAA devem contar com no mínimo 50% de participação feminina. Inclusive, quanto maior for a participação das mulheres nas propostas, maior também será a pontuação a ser recebida.

Da mesma forma, os projetos que contarem com mais envolvimento da juventude rural serão priorizados, bem como serão prioritários os projetos agroecológicos e orgânicos, assim como as propostas com participação de indígenas, comunidades quilombolas e Povos e Comunidades Tradicionais (PCTs) e de assentados/as da reforma agrária.

Como funciona?

As propostas de até R$ 500 mil também terão pontuação diferenciada, recebendo 2 pontos, de forma a incentivar que um maior número de produtores e produtoras familiares participem do Programa.

Cada organização fornecedora poderá acessar o limite de R$ 1,5 milhão por ano, sendo o limite por agricultor familiar é de R$ 15 mil. Em caso de dúvidas ou de necessidade de outras informações sobre a elaboração e a inscrição dos projetos, as cooperativas e associações podem procurar as superintendências regionais da Conab em cada estado.

Serviço:
Envio de Propostas para o PAA/CDS para o Sistema PAANet
Data limite: 31 de março
Link: https://www.conab.gov.br/agricultura-familiar/paanet



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CNA promove reuniões para propor ideias ao Plano Safra 2025/2026



Com o objetivo de discutir as principais necessidades e particularidades dos produtores em relação ao crédito rural, políticas de apoio à comercialização, mercado de capitais e instrumentos de gestão de risco, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) está promovendo uma série de encontros regionais com produtores rurais, sindicatos e federações para levantar as propostas do setor para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) do ciclo 2025/2026.

Todas as sugestões serão consolidadas em um documento que será entregue ao Ministério da Agricultura e Pecuária e outras autoridades do governo federal como contribuição para a elaboração do PAP 2025/2026.

Datas e locais das reuniões do CNA

As reuniões são coordenadas pela Comissão Nacional de Política Agrícola da CNA. O primeiro encontro foi realizado ontem (17), em Florianópolis (SC), e reuniu as demandas da região Sul. O próximo debate ocorre na quinta (20), no Rio de Janeiro (RJ), com produtores da região Sudeste.

Já as propostas da região Centro-Oeste serão levantadas na sexta (21), em Cuiabá (MT), da região Norte no dia 28 de março, em Belém (PA), e da região Nordeste no dia 2 de abril, em Irecê (BA). O local e data do encontro com os produtores do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) ainda serão divulgados pelo CNA.



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Produtora rural de Mato Grosso mostra que inovação e sustentabilidade andam juntas


Trocar o setor automotivo pela vida no campo pode parecer um salto arriscado, mas para Elizane da Silva foi a decisão que virou de vez a chave em sua vida. Em um vídeo enviado à produção do programa Porteira Aberta Empreender, ela faz sua apresentação com entusiasmo e confiança.

“Olá, Porteira Aberta Empreender! Meu nome é Elizane, moro em Sorriso, Mato Grosso (MT). Sou produtora rural e gestora de uma pequena propriedade, onde cultivo hortifrúti. É um pouco desafiador [trabalhar no agro], mas para mim, um pouco menos, porque eu venho de um setor onde já era dominado pelo sexo masculino, o setor automotivo.”

E quando ela se refere à sua pequena propriedade, não significa pequena relevância, não. Seu cultivo é sustentável e inovador. E sua produção abastece mercados e escolas da região. No começo deste ano, ousou e plantou 20 mil pés de abacaxi, apostando no crescimento sustentável do cultivo.

“A gente também planta melão e, no período da safra colhemos cerca de 45 toneladas”, diz a produtora rural.

Além de abacaxi e melão, a empreendedora investe em outras culturas como  pimentões e tomates. 

“Temos uma parte na plantação de tomate, que é  semi-automatizada, evitando mão de obra e produzindo produtos de qualidade”, explica a empreendedora.

Mas quem pensa que ela apenas cultiva hortifruti, se engana. Elizane investiu ao longo desses anos em  conhecimento. Com o apoio do Sebrae, ela buscou capacitação para melhorar a gestão e adotar novas tecnologias.

“Eu fiz cursos de gestão financeira, administração e participei de viagens em missões técnicas pelo Sebrae/MT. O Sebrae sempre esteve presente na minha vida profissional desde a criação do projeto até a execução”, explica Silva.

Plantação de tomate em Sorriso Mato Grosso Plantação de tomate em Sorriso Mato Grosso
Plantação de tomate semi-automatizada da propriedade rural de Elizane da Silva em Sorriso (MT). Foto: Arquivo Pessoal

Um dos diferenciais do negócio dela é o compromisso com a sustentabilidade, em que utiliza a rotação de culturas para preservar a fertilidade do solo e minimizar impactos ambientais. No período chuvoso, por exemplo, planta braquiária para proteger e enriquecer a terra.

“A gente precisa devolver ao solo o que ele nos dá. Plantamos braquiária para nutrir a terra antes de iniciar um novo ciclo de cultivo”, conta Silva, se referindo à plantação de melão. 

Com essa bagagem de conhecimento no agronegócio, a cada novo ciclo de plantio, a produtora inova em processos mais eficientes, garantindo maior produtividade e menos desperdício. Uma parceria que vem dando certo: inovação e sustentabilidade no campo.

“Hoje, fico feliz em saber que tenho uma pequena propriedade que se tornou rentável e ecologicamente correta. Posso dizer, com toda alegria, que minha pequena propriedade é um exemplo de sustentabilidade”, celebra.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

O protagonismo feminino no agro

No mês da mulher, Elizane se orgulha de fazer parte da crescente participação feminina no agronegócio. Para ela, as mulheres têm talento para a gestão e trazem inovação para o setor.

“Me sinto muito feliz e honrada em fazer parte desse mundo do agronegócio, onde nós, como mulheres, podemos mostrar que não só os homens podem dominar este mercado”, ressalta Silva.

A produtora destaca que o setor agropecuário deve ser inovador, sustentável e, cada vez mais, liderado por mulheres.

“É gratificante saber que nós, mulheres, somos capazes de administrar qualquer setor. Temos muita visão e somos muito guerreiras”, finaliza.

Porteira Aberta Empreender: conectando o campo e o mundo

Se você quer saber mais sobre a história de empreendedorismo da Elizane da Silva, assista ao Porteira Aberta Empreender. O programa já está disponível no YouTube. Acesse aqui.

Participe você também do programa! Envie suas dúvidas, sugestões e compartilhe sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

Além disso, no programa Porteira Aberta Empreender – uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae -, você, micro e pequeno produtor rural, descobre soluções, produtos, serviços e inovações para fortalecer seu empreendimento rural.

Quer saber mais? Acompanhe também as novidades no site do Canal Rural/ Empreendedorismo e aprenda a empreender de forma segura e responsável.



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AgroNewsPolítica & Agro

como identificar e controlar a doença?



A brusone segue preocupando produtores em todo Brasil




Foto: Divulgação

A brusone, principal doença da cultura do arroz, segue preocupando produtores em todo o Brasil. Causada pelo fungo Magnaporthe oryzae, a doença pode levar a perdas de até 100% na produção, comprometendo tanto a qualidade quanto a quantidade dos grãos.

A infecção pode ocorrer desde o início do desenvolvimento da planta até a fase de maturação, afetando folhas, colmos, panículas e grãos. Os primeiros sinais incluem pequenas manchas marrons nas folhas, que evoluem para lesões maiores com centro acinzentado e bordas escuras. Em casos mais severos, o fungo compromete os colmos e pode causar a quebra das panículas, fenômeno conhecido como “pescoço quebrado”.

A disseminação do fungo ocorre pelo vento, e condições de alta umidade e temperaturas entre 20°C e 25°C favorecem seu desenvolvimento. O patógeno também pode sobreviver em restos culturais e sementes contaminadas, aumentando o risco de infecção em novas safras.

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Manejo e controle

Para evitar prejuízos, especialistas recomendam o manejo integrado da brusone. O uso de variedades resistentes, a manutenção de lâmina d’água no cultivo irrigado e o plantio de sementes certificadas são algumas das estratégias indicadas. Além disso, a adubação nitrogenada precisa ser equilibrada, pois o excesso ou a deficiência do nutriente pode tornar as plantas mais vulneráveis.

O controle químico com fungicidas também é uma alternativa, especialmente para cultivares suscetíveis. O monitoramento constante das lavouras é essencial para identificar a doença precocemente e garantir a aplicação eficiente dos produtos. Diante da gravidade da brusone, produtores devem estar atentos aos primeiros sintomas e buscar orientação técnica para minimizar impactos e garantir a produtividade da safra.





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China impulsiona commodities e Ibovespa sobe; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o otimismo no mercado brasileiro após dados positivos da indústria e do varejo. O Ibovespa fechou em alta de 1,46%, impulsionado pela valorização das commodities.

No exterior, a queda do dólar e preocupações com a política tarifária de Trump pressionam os juros.

No Brasil, o IBC-Br superou expectativas, reforçando a necessidade de juros altos. Expectativa para a Super Quarta e anúncios do governo seguem no radar.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Uso de silício no solo pode melhorar resistência das plantas?



Fertilizante derivado do aço reduz emissões e fortalece cultivos




Foto: Canva

As mudanças climáticas impõem desafios ao setor agrícola, exigindo práticas que garantam maior eficiência na produção e sustentabilidade no uso dos recursos naturais. Entre as estratégias adotadas, a construção do perfil de solo tem se mostrado fundamental para corrigir deficiências, restaurar a atividade biológica e fornecer nutrientes essenciais às culturas.

O engenheiro agrônomo da Agronelli, Maurício Komori, explica que o AgroSilício atua diretamente no solo e na planta, fornecendo cálcio, magnésio e silício. “O silício, em particular, forma uma camada de sílica sob a cutícula das plantas, funcionando como uma barreira física que aumenta a resistência contra pragas e doenças. Além disso, melhora a absorção de nutrientes, fortalece a tolerância a fatores de estresse ambiental, como temperaturas extremas e falta de água, e também corrige a acidez do solo”, afirma.

Produzido a partir do beneficiamento de um subproduto da produção de aço, o produto é processado com silicato de cálcio e magnésio. Seu desenvolvimento ocorre em temperaturas elevadas, garantindo maior reatividade e solubilidade dos nutrientes. O fertilizante tem impacto que vai além da nutrição do solo e das plantas. “Ele não apenas melhora a estrutura do solo e reforça a resistência das plantas a condições climáticas adversas, mas também é um exemplo de sustentabilidade, pois reduz a pegada de carbono, visto que não libera CO2 na sua incorporação ao solo”, afirma Komori.

Komori destaca ainda que o uso do fertilizante elimina a necessidade de explorar novas jazidas naturais para obtenção de nutrientes e evita a emissão de dióxido de carbono (CO2), um dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa. Enquanto o calcário agrícola libera 440 kg de CO2 a cada 1.000 kg aplicados, o produto mantém carbono neutro.





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previsão do tempo mostra chuva intensa e calor



A terça-feira (18) será marcada por instabilidades, com chuva forte em áreas do país. O calor e a umidade favorecem a formação de pancadas de chuva intensas à tarde e à noite, acompanhadas de raios e ventania.

No Nordeste, a influência da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém a chuva sobre a costa norte, enquanto o tempo segue mais seco no interior.

Sul

A circulação marítima deve continuar estimulando a ocorrência de chuvisco ou chuva fraca no leste e norte do Rio Grande do Sul.

Em Santa Catarina e no Paraná, o fluxo de umidade e de calor – com reforço associado à circulação de ventos em níveis mais elevados – deve manter a condição de tempo instável, com as pancadas se concentrando entre a tarde e a noite.

Sudeste

A combinação entre calor e umidade presentes na atmosfera local deve seguir realizando a formação de instabilidades em São Paulo, centro-sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro.

Ao longo do dia, o sol aparece nessas áreas entre nuvens e as pancadas vêm na parte da tarde, com potencial para chuva forte, com raios e ventania.

Há condição para pancadas isoladas também no Espírito Santo.

Centro-Oeste

A combinação entre calor e umidade presentes na atmosfera deve manter as instabilidades atuando em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.

Ao longo do dia, o sol ainda deve aparecer entre nuvens e a temperatura aumenta. A partir da tarde, as pancadas de chuva ganham força e vêm com raios e ventos.

No Distrito Federal, o predomínio é de tempo mais aberto.

Nordeste

A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) deve continuar estimulando a ocorrência de chuva sobre parte da costa norte da região.

O destaque fica para a chuva que se prolonga no Maranhão e no Piauí.

Na costa leste, a entrada de umidade marítima pode favorecer a ocorrência de pancadas no litoral da Bahia e do Rio Grande do Norte.

Norte

Calor, umidade e a atuação de algumas perturbações em níveis mais elevados da atmosfera vão manter a chuva se espalhando por todos os estados da região.

Destaque para a chuva forte que segue caindo no Amazonas, Acre, Pará e Roraima.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Nesta terça (18), áreas do Porto de Santos terão desligamento de energia


Corte de energia se deve a obras na rede de gás encanado

Nesta terça-feira (18/02), a partir das 8h da manhã, algumas áreas do Porto de Santos (margem direita, entre Saboó e Outeirinhos, próximo ao terminal de cruzeiros) terão corte de energia elétrica. O desligamento da rede de média tensão será feito para garantir segurança da realização de serviços em redes de infraestrutura referentes à canalização de gás. O desligamento está previsto para ser mantido até às 17h.

Atenção especial ao não funcionamento dos sistemas de semáforos da Avenida Augusto Barata. Solicita-se aos motoristas que evitem esta via.

Importante salientar que o fornecimento de energia poderá ser reestabelecido antes do horário previsto, sem prévio aviso. Por isso, a Autoridade Portuária de Santos (APS) orienta que não sejam efetuados serviços nas proximidades da rede (a menos que haja desligamento de acordo normas de segurança).

A programação poderá ser cancelada ou alterada em caso de mau tempo ou necessidade urgente de atendimento técnico pelas equipes.

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Fonte:

Autoridade Portuária/Porto de San





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AgroNewsPolítica & Agro

Produtores rurais devem declarar IR? Especialista explica as regras


Os produtores rurais precisam ficar atentos ao prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda de 2025. Segundo o Diretor Executivo da NTW Contabilidade Bituruna, Rudinei Agustini, é fundamental conhecer as regras para evitar penalidades.

“Produtores que tiveram receita bruta acima de R$ 169.440,00 em 2024 devem declarar. Além disso, quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 33.888,00 ou possuía bens acima de R$ 800.000,00 em 31 de dezembro de 2024 também precisa fazer a declaração”, explica Agustini.

O especialista reforça que despesas relacionadas à atividade rural podem ser deduzidas, desde que devidamente comprovadas. “Organizar a documentação ao longo do ano facilita a prestação de contas e evita complicações”, orienta.

O prazo para envio das declarações começa em 17 de março e vai até 30 de maio de 2025. Não declarar pode acarretar multas a partir de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido. Além disso, o CPF do produtor pode ser bloqueado, dificultando financiamentos, venda de bens e acesso a créditos rurais. “Para evitar problemas, o ideal é contar com o apoio de um contador. Qualquer dúvida, o site da Receita Federal disponibiliza informações detalhadas”, conclui Rudinei Agustini.

MAIS

A declaração pré-preenchida começará a ser implementada na segunda-feira, dia 17, com informações sobre rendimentos e pagamentos, e será totalmente concluída no dia 1º de abril. As restituições serão liberadas a partir de 30 de maio, seguindo um cronograma com cinco lotes, sendo o último creditado em 30 de setembro. Todas as regras estão presentes na Instrução Normativa RFB nº 2.255/2025, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 13/3.

A declaração poderá ser feita por meio do tradicional Programa Gerador da Declaração (PGD) para computador, disponível no site da Receita Federal, ou pelo sistema “Meu Imposto de Renda”, nova solução online para celulares e tablets, com acesso a partir do dia 1º de abril próximo. O acesso ao Meu Imposto de Renda exigirá autenticação via Plataforma GOV.BR (níveis ouro ou prata), com acesso por meio da página RFB, e-CAC, qualquer navegador ou aplicativo da Receita Federal.





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