quinta-feira, julho 2, 2026

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recuperação dos preços da arroba persiste; veja cotações de hoje



O mercado físico de boi gordo seguiu em um lento processo de recuperação nesta quarta-feira (19).

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a redução da oferta de fêmeas no Centro-Norte brasileiro, o que por consequência acabou encurtando as escalas de abate, é o principal fator que justifica esse movimento.

“As exportações seguem em alto nível, exigindo da indústria frigorífica a busca por animais jovens, que cumpram os requisitos de exportação para a China. No curto prazo não há espaço para movimentos consistentes de alta, no entanto, o cenário já se mostra de maior otimismo se comparado a fevereiro”, avalia.

Confira os preços médios da arroba de boi gordo hoje

  • São Paulo: R$ 313,58, na modalidade à prazo, contra R$ 312,67 anteriormente.
  • Goiás: R$ 299,64, contra R$ 299,29 ontem.
  • Minas Gerais: R$ 307,35, ante R$ 290,59 ontem.
  • Mato Grosso do Sul: R$ 300,34, contra R$ 298,41 do dia anterior.
  • Mato Grosso: R$ 299,89, contra R$ 299,76 anteriormente.

Atacado

O mercado atacadista apresentou preços acomodados ao longo da quarta-feira. O ambiente de negócios ainda sugere por menor propensão a reajustes durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

Soma-se a isso, a preferência da população por proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, ovo e embutidos em geral.

  • Quarto traseiro ainda é cotado a R$ 25 o quilo.
  • Quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 18,50 o quilo.
  • Ponta de agulha segue no patamar de R$ 17 o quilo.



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AgroNewsPolítica & Agro

Defensivos e máquinas elevaram o custo da soja no Mato Grosso



Custo da soja no estado subiu em fevereiro




Foto: Pixabay

O custo de produção da soja no Mato Grosso para a safra 2025/26 aumentou 0,54% em fevereiro, atingindo R$ 4.073,00 por hectare, segundo análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), com base nos dados do projeto CPA-MT.

A alta foi influenciada pelo aumento de 2,12% nos preços dos defensivos, que chegaram a R$ 1.138,50 por hectare, e pelo acréscimo de 1,27% nos custos com operações mecanizadas, que passaram para R$ 177,55 por hectare. O Custo Operacional Efetivo (COE) foi projetado em R$ 5.658,85 por hectare, um avanço de 0,42% em relação ao mês anterior.

Para cobrir as despesas do COE, o produtor precisará vender a saca de soja a pelo menos R$ 91,17, uma redução de 6,21% em relação a janeiro. Além disso, será necessário atingir uma produtividade média de 49,98 sacas por hectare, um aumento de 0,73% no comparativo mensal.

O Custo Total (CT) da safra foi estimado em R$ 7.466,08 por hectare, representando um avanço de 0,54% em relação ao mês anterior.





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Soja tem preços mistos no Brasil em meio à logística encarecida



Os preços da soja ficaram mistos nesta quarta-feira (19). A Bolsa de Chicago e o dólar caíram, mas os prêmios apresentaram firmeza. A logística segue cara. Foram registrados alguns negócios, porém sem grandes volumes. Segundo a consultoria Safras & Mercado, a indústria colocou cotações firmes no mercado, com alguns negócios a R$ 130 por tonelada.

Preços da soja no país

  • Em Passo Fundo (RS), estabilizou em R$ 128,00
  • Em Santa Rosa (RS), seguiu em R$ 129,00
  • No Porto de Rio Grande (RS), manteve em R$ 133,00
  • Em Cascavel (PR), subiu de R$ 125,00 para R$ 129,00
  • No Porto de Paranaguá (PR), seguiu em R$ 134,00
  • Em Rondonópolis (MT), caiu de R$ 116,00 para R$ 115,00
  • Em Dourados (MS), subiu de R$ 116,00 para R$ 117,00
  • Em Rio Verde (GO), recuou de R$ 112,00 para R$ 111,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em baixa pela terceira sessão consecutiva. O mercado foi pressionado pela entrada da safra sul-americana e pela falta de definição sobre a política tarifária do governo Trump.

Além disso, os investidores ajustam suas posições antes da divulgação do relatório de intenção de plantio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em 31 de março.

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Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam em baixa de 4,50 centavos de dólar, ou 0,44%, a US$ 10,08 1/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,21 1/2 por bushel, perda de 5,00 centavos ou 0,48%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo recuou US$ 2,20 ou 0,73%, para US$ 297,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio caíram 0,18 centavo, ou 0,42%, para 42,36 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,44%, negociado a R$ 5,6480 para venda e R$ 5,6460 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6326 e a máxima de R$ 5,6931.



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oferta de gado pode cair e impulsionar preços no segundo semestre, diz consultoria



A oferta de gado bovino para abate no Brasil, que vem sendo sustentada pelo elevado volume de fêmeas no mercado, pode estar próxima de um ponto de inflexão, de acordo com a Datagro Pecuária. O ritmo de abates ainda se mantém alto, segundo a consultoria, mas já dá sinais de esgotamento para o segundo semestre de 2025, o que pode afetar a precificação do boi gordo e a dinâmica da reposição.

Dados preliminares da Datagro apontam que, em fevereiro, os abates sob inspeção federal (SIF) totalizaram 2,28 milhões de cabeças, representando uma queda de 1,7% em relação ao mesmo período de 2024. Apesar da retração, o número ainda está próximo das máximas históricas para o mês.

A participação de fêmeas nos abates de fevereiro foi 48,9%, diz a consultoria, um aumento de 1,2 ponto percentual em relação ao ano passado, indicando um uso intensivo das matrizes para manter a oferta no mercado. No entanto, a redução do volume total sugere que essa estratégia pode estar se esgotando, o que pode limitar o crescimento da oferta nos próximos meses.

Clima e retenção de fêmeas podem reduzir disponibilidade

A Datagro avalia que, apesar da elevada oferta de gado no curto prazo, a tendência para os próximos meses é de um mercado mais restrito. A melhora das pastagens, impulsionada pelo clima favorável, pode estimular a retenção de fêmeas para reprodução, reduzindo gradativamente o volume de animais disponíveis para abate.

Se esse padrão persistir, a oferta de gado pode sofrer um recuo mais acentuado na segunda metade do ano, o que impactaria a precificação do boi gordo e da reposição. Com uma menor pressão vendedora, os preços tendem a ganhar sustentação no longo prazo.

Projeções para 2025

A projeção da Datagro para o total de abates em 2025 é de 38,1 milhões de cabeças de gado, o que representa uma queda de 2,9% em relação ao recorde de 2024, mas ainda assim o segundo maior volume já registrado no país.

Com o mercado em transição e sinais de restrição na oferta, o cenário para o segundo semestre deve ser de ajustes significativos, especialmente na formação de preços e na estratégia dos pecuaristas para o manejo dos rebanhos.



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Rodolfo Nogueira é novo presidente da Comissão de Agricultura da Câmara



A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara elegeu o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) como seu presidente para este ano com 32 votos favoráveis e 2 votos em branco. Os três vice-líderes serão eleitos em outro momento.

Rodolfo Nogueira disse que o setor está em crise por causa da queda dos preços das commodities e precisa ser defendido pela comissão.

“Precisamos de um Parlamento comprometido com os que produzem e geram emprego neste país. Não haverá espaço para ataques ao agro. Não admitiremos que menosprezem quem leva comida para o brasileiro”, afirmou.

O deputado disse ainda que outra pauta importante será a defesa do direito de propriedade e fez uma referência ao mês de abril, quando o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra costuma realizar uma jornada de lutas pela reforma agrária. “Qualquer tentativa de invasão será combatida por esta comissão”, disse.

Perfil

Pecuarista e agricultor, Rodolfo Nogueira está em seu primeiro mandato como deputado federal.

Entre 2020 e 2022 atuou como gerente internacional da Embratur e também ocupou a presidência de seu partido em Mato Grosso do Sul.

Sobre a comissão de Agricultura

A Comissão de Agricultura debate e vota temas relacionados à política agrícola, pesca, questões fundiárias e de reforma agrária, além de justiça e direito agrário. Criada pelo Parlamento ainda no período imperial, a comissão tem suas funções definidas em regimento desde 1920.



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produção de grãos pode crescer 14,2% em Goiás


Segundo o informado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, os novos levantamentos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) projetam crescimento na produção agropecuária de Goiás para a safra 2024/25.

A Conab estima que a produção de grãos no estado chegue a 34,5 milhões de toneladas, um avanço de 14,2% em relação à safra anterior, com destaque para soja, milho e feijão. O IBGE também aponta crescimento em culturas como tomate, mandioca e banana.

A soja segue como principal produto do agronegócio goiano, com expectativa de alcançar 20,2 milhões de toneladas, um aumento de 20,1% em comparação ao ciclo passado. O milho também apresenta crescimento expressivo. A primeira safra já está avançada, enquanto a segunda deve ultrapassar 10,6 milhões de toneladas, um aumento de 7,5%.

A produção de feijão superou a do ciclo anterior, favorecida por condições climáticas que permitiram uma colheita antecipada e melhores rendimentos. O estado deve produzir 292,6 mil toneladas do grão, alta de 6,6% em relação à última safra. No caso do sorgo, Goiás mantém a liderança nacional, com produção estimada em 1,3 milhão de toneladas, impulsionada pelo crescimento de 2,1% na área plantada. “Os números confirmam a robustez do agronegócio goiano e refletem o compromisso do setor com inovação e sustentabilidade”, afirma o titular da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Pedro Leonardo Rezende.

Segundo Rezende, o estado tem avançado em eficiência produtiva, garantindo renda ao produtor e oferta segura ao consumidor. “A cada safra, Goiás reforça seu protagonismo nacional, combinando produtividade e sustentabilidade”, acrescenta.

Além dos grãos, o IBGE aponta resultados positivos para outras culturas. O tomate goiano mantém sua posição de destaque nacional, com produção estimada em 1,4 milhão de toneladas. A produção de mandioca deve atingir 190 mil toneladas, alta de 2,9% em relação ao levantamento anterior, impulsionada pela expansão da área plantada. A produção de banana é projetada em mais de 167 mil toneladas, correspondendo a 2,4% da oferta nacional. Já a batata-inglesa deve alcançar 267,4 mil toneladas, um crescimento de 1,2% em relação à projeção anterior, representando 6,2% da produção nacional.





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Produtividade da soja em Sorriso (MT) é positiva



A safra de soja em Sorriso, no norte de MT, teve um desempenho excepcional neste ciclo. Segundo as informações divulgadas pela Safras & Mercado, a produtividade final pode ultrapassar 70 sacas de 60 quilos por hectare. A colheita, concluída entre os dias 2 e 3 de março, confirmou bons números para os produtores da região.

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Os produtores de soja da região alcançaram produtividades variadas, com algumas áreas registrando até 81 sacas por hectare, enquanto outras ficaram entre 66 e 68 sacas. A média final deve ficar entre 72 e 74 sacas por hectare, resultado positivo diante dos desafios climáticos. O bom desempenho reflete o uso de cultivares produtivas, manejo eficiente e controle eficaz de pragas e doenças.

Transporte em Sorriso (MT)

O transporte da safra de MT ocorre sem dificuldades, garantindo o escoamento para os principais mercados. Os fretes das fazendas até as tradings ou armazéns seguem sem problemas, mas os custos aumentaram no pós-colheita, impactando a rentabilidade dos produtores. Esse encarecimento é comum nesta época, exigindo planejamento para minimizar impactos financeiros.

O milho safrinha também se desenvolve bem, impulsionado por chuvas regulares intercaladas com sol. As lavouras estão saudáveis e beneficiadas por um manejo eficiente no controle de pragas. Caso o clima continue favorável, as expectativas são de boa produtividade e colheita promissora.



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Outono chega com temperaturas elevadas e clima seco em grande parte do Brasil



O outono começa nesta quinta-feira (20), às 6h01 (horário de Brasília), com previsão de temperaturas acima da média e clima seco na maior parte do Brasil. Segundo o meteorologista Arthur Müller, do Canal Rural, o frio deve se concentrar apenas no Rio Grande do Sul, enquanto as demais regiões permanecerão sob influência de uma anomalia de temperatura.

“Esse outono pode prejudicar alguns cultivos em Mato Grosso do Sul, Goiás, sul de Mato Grosso, Minas Gerais e interior de São Paulo”, destacou Müller durante a edição desta terça-feira (19) do telejornal Mercado & Companhia.

Impactos no agronegócio

A falta de chuvas e o calor prolongado podem comprometer a colheita do milho segunda safra. “Com temperaturas mais altas, o desenvolvimento do milho acelera, o que pode reduzir a produtividade final”, explicou o meteorologista.

E o frio?

O Rio Grande do Sul será o único estado com temperaturas abaixo da média, mas o frio será intercalado com dias quentes. Müller também adiantou que o inverno não trará mudanças significativas, aumentando os riscos de desabastecimento de água e queimadas em algumas regiões.

Previsão de chuvas

As chuvas devem se manter dentro da média no Sul do país, enquanto no Centro-Oeste a tendência é de precipitações abaixo do esperado. O meteorologista também alertou para o risco de seca na Amazônia. “Apesar das chuvas atuais, o volume está abaixo da média, o que pode agravar a situação nos próximos meses”, afirmou.

Confira a participação completa de Arthur Müller no Mercado & Companhia em nosso canal do YouTube.



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Sarawak, na Malásia, é o novo destino da carne brasileira



O estado de Sarawak, na Malásia, é o mais novo destino das carnes de aves e bovinas brasileiras. O anúncio, fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE), foi feito hoje (19) no site do Mapa.

De acordo com a pasta, o acordo foi selado durante a visita do ministro de agricultura do estado de Sarawak no Brasil. Segundo o comunicado, foi acordado entre as autoridades o modelo de Certificado Sanitário Internacional (CSI) para a exportação de carne.

O estado de Sarawak, que tem população de aproximadamente 2,5 milhões de habitantes, está localizado em uma ilha separada da Malásia continental e possui requisitos específicos para importação de alimentos.

Em 2024, o Brasil exportou mais de 30 mil toneladas de carnes de aves e bovina para a Malásia, totalizando cerca de US$ 67 milhões.

O Mapa informou que, com o aceite do certificado sanitário internacional pelo estado, há a expectativa de que o volume exportado para a Malásia cresça significativamente nos próximos anos.

Apenas em 2025, o agronegócio brasileiro conquistou a 44ª abertura de mercado em 2025, totalizando 344 novas oportunidades de negócio desde o início de 2023.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preço do algodão sobe no Brasil com demanda firme e valorização externa



Preços do algodão em pluma seguem em alta no mercado spot nacional




Foto: Canva

Os preços do algodão em pluma seguem em alta no mercado spot nacional, conforme aponta o mais recente boletim informativo do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). A valorização externa e a maior disposição de compradores brasileiros em pagar valores mais elevados por lotes de pluma dentro das especificações desejadas impulsionam as cotações no país.

De acordo com pesquisadores do Cepea, os produtores continuam focados no cumprimento de contratos já firmados, ao mesmo tempo em que buscam liquidez por meio da venda de soja. Esse movimento mantém a oferta de algodão ajustada, sustentando os preços no mercado interno. Além disso, a postura firme dos cotonicultores tem se refletido na resistência em negociar a pluma da safra 2023/24 a valores inferiores aos desejados.

O interesse na comercialização antecipada também tem crescido. Boa parte dos produtores já sinaliza negócios para as safras 2024/25 e 2025/26, tanto para o mercado interno quanto para exportação. A demanda global pelo algodão brasileiro continua aquecida, especialmente diante da recuperação da indústria têxtil em mercados estratégicos.

No cenário externo, os contratos futuros da pluma registram valorização, o que reforça o movimento positivo no Brasil. O mercado segue atento ao comportamento da economia chinesa, principal importadora de algodão, além das oscilações no câmbio, que podem impactar a competitividade do produto nacional.

Com esse panorama, a expectativa é de que os preços do algodão permaneçam sustentados, com os produtores monitorando de perto as oportunidades de negócios e o comportamento da demanda internacional.





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