sexta-feira, março 20, 2026

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Estoques do PAA serão reforçados com nova operação



Conab lança compra institucional de R$ 46 milhões



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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) iniciou uma operação de Compra Institucional no valor de aproximadamente R$ 46 milhões para atender unidades recebedoras do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e reforçar estoques estratégicos destinados a ações de segurança alimentar e nutricional. Segundo a estatal, a iniciativa utiliza recursos sob gestão do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e tem como objetivo ampliar a participação da agricultura familiar nas políticas públicas de abastecimento.

De acordo com a Conab, a operação prevê a aquisição de produtos fornecidos por associações, cooperativas e outras organizações formalmente constituídas. Entre os itens listados no comunicado estão “arroz polido, arroz parboilizado orgânico, feijão, fubá, farinha de mandioca, carnes bovina e suína, polpas de frutas, macaxeira a vácuo, rapadura e melado de cana”. A estatal informou que os alimentos serão destinados às unidades atendidas pelo PAA, como Cozinhas Solidárias, além de reforçar os estoques estratégicos utilizados em ações sociais.

A execução será articulada entre a matriz da Conab e as superintendências regionais responsáveis pelos estados de origem das entidades fornecedoras. As propostas devem ser enviadas pelo aplicativo PAANet – Proposta Doação, acompanhadas da documentação exigida. A classificação das organizações será divulgada conforme o cronograma previsto.

A Conab ressaltou que a Compra Institucional é uma modalidade do PAA que permite a aquisição direta de alimentos da agricultura familiar, com base em preços de referência e limites de participação por organização. Os produtos são destinados a equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional ou utilizados para recomposição dos estoques estratégicos mantidos pela companhia.





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Semana termina com pancadas fortes de chuva em grandes áreas de 3 regiões



A atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) continua levando instabilidades ao país, trazendo pancadas de chuva de moderada a forte intensidade para áreas do Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Confira a previsão completa da Climatempo:

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Sul

O tempo continua estável pela região Sul e o sol predomina, com chance de chuva em áreas do leste do Paraná e de Santa Catarina durante a madrugada, devido à influência marítima. As temperaturas continuam elevadas em grande parte da região, enquanto ao longo do litoral seguem mais amenas.

Sudeste

As instabilidades seguem atuando na metade norte de Minas Gerais e no Espírito Santo, com chuva moderada a forte e risco de temporais devido à atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). Ao longo da faixa litorânea, há chance de chuvas fracas e isoladas por causa da influência marítima. Em boa parte da região, as temperaturas seguem mais amenas, enquanto na metade norte paulista e no Triângulo Mineiro o calor predomina.

Centro-Oeste

As instabilidades seguem atuando desde cedo em Mato Grosso e na metade norte de Goiás devido à atuação da ZCAS. No norte de Mato Grosso do Sul, as pancadas ganham força à tarde, impulsionadas pelo calor e pela umidade atmosférica local, enquanto no restante do estado o tempo permanece mais firme. Em Mato Grosso do Sul e em boa parte de Mato Grosso, as temperaturas continuam elevadas.

Nordeste

A atuação da ZCAS mantém as pancadas de chuva em grande parte da Bahia. No Maranhão e na metade sul do Piauí, chuvas moderadas a fortes e chance de temporais. As temperaturas continuam elevadas e o calor predomina em grande parte da região.

Norte

As instabilidades continuam atuando na região, com chance de temporais no Amazonas, em Roraima, no Acre e em Rondônia. Em grande parte do Pará e do Tocantins, ocorrem pancadas moderadas a fortes, com risco de temporais em alguns pontos. No Amapá e no nordeste do Pará, o tempo segue mais firme. As temperaturas continuam elevadas e a sensação de abafamento predomina.



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Exportações de ovos têm alta anual


O Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (4) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, aponta crescimento nas exportações brasileiras de ovos entre janeiro e outubro de 2025. Segundo dados do Agrostat Brasil, do Ministério da Agricultura e Pecuária, o país embarcou 49.806 toneladas no período, alta de 36,8% em relação aos dez primeiros meses de 2024. O faturamento passou de US$ 134,2 milhões para US$ 163,365 milhões, aumento de 21,7%.

O levantamento indica que os principais itens exportados são “ovos férteis destinados à incubação e os ovos frescos com casca”. O Paraná aparece como quarto maior exportador em 2025, com 5.641 toneladas e receita de US$ 28,418 milhões, números inferiores aos de 2024. O estado registrou queda de 33,3% no volume e de 24,4% no faturamento.

Entre os maiores exportadores, o relatório mostra desempenho distinto. São Paulo reduziu suas exportações em 21,5%, enquanto Mato Grosso teve avanço de 2.996,3%. Minas Gerais cresceu 105,1%, o Rio Grande do Sul recuou 16,9% e o Espírito Santo registrou alta de 907,4%. São Paulo segue líder, com 12.778 toneladas e receita de US$ 50,395 milhões.

Os destaques do período foram Mato Grosso e Espírito Santo. O boletim cita que Mato Grosso passou de 241 toneladas e US$ 308.984 em 2024 para 7.642 toneladas e US$ 13,345 milhões em 2025. O Espírito Santo avançou de 410 toneladas e US$ 571.852 para 4.130 toneladas e US$ 8,460 milhões.

No acumulado dos dez meses de 2025, os Estados Unidos permaneceram como principais compradores. O país importou 19.578 toneladas e registrou gasto de US$ 41,606 milhões, elevação de 1.038,9% no volume e de 1.299,9% no faturamento em comparação com o ano anterior. O boletim afirma, porém, que a aplicação de uma tarifa de 50% pelo governo norte-americano a partir de agosto alterou esse cenário.

Outros destinos também se destacaram entre janeiro e outubro: México, Chile, Senegal e Japão. Apenas Chile apresentou queda no volume importado no período, segundo o Deral.

O relatório lembra que o Brasil ainda destina mais de 99,5% da produção de ovos ao mercado interno. Apesar disso, a Associação Brasileira de Proteína Animal registrou embarques de 2.366 toneladas em outubro, alta de 13,6% em relação ao mesmo mês de 2024. A receita no período foi de US$ 6,051 milhões, aumento de 43,4%.

Nos dez meses de 2025, as exportações totalizaram 36.745 toneladas, crescimento de 151,2% frente a 2024. A receita subiu 180,2%, alcançando US$ 86,883 milhões. Chile seguiu como principal destino em outubro, com 578 toneladas, embora tenha reduzido as compras. Na sequência aparecem Japão, México, Equador e Emirados Árabes Unidos.

O boletim dedica parte da análise ao impacto da tarifa aplicada pelos Estados Unidos. O documento lembra que, em julho, antes da cobrança, “os EUA importaram 3.774 toneladas de ovos e gastaram US$ 7,578 milhões”, expansão superior a 3.000% sobre 2024. Entre janeiro e julho, o país já acumulava 18.998 toneladas importadas e desembolso de US$ 40,8 milhões.

Com o início da tarifa, o movimento mudou. Em agosto, os norte-americanos compraram 439 toneladas, valor ainda maior que o de 2024, mas longe do ritmo observado até julho. Em setembro, as importações caíram para 100 toneladas e, em outubro, para 41 toneladas. A análise conclui que o tarifaço reduziu o volume exportado e “interrompeu as possibilidades de conquista e a consolidação de um mercado comprador para os ovos do Brasil”.





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Brasil reforça alerta após PSA em javalis na Espanha



Trata-se do primeiro episódio da doença na Espanha desde 1994.



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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) comunicou que a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) foi informada sobre a detecção de peste suína africana (PSA) em javalis na província de Barcelona, na Catalunha, em 26 de novembro. Segundo o órgão, “até 2 de dezembro, nove casos foram confirmados, todos restritos a javalis”, sem registros da enfermidade em suínos domésticos. Trata-se do primeiro episódio da doença na Espanha desde 1994.

A PSA é uma infecção viral que atinge suínos domésticos, asselvajados e javalis. O Mapa destacou que, embora não represente risco à saúde humana, “é de notificação obrigatória devido ao seu alto poder de disseminação e ao impacto potencial para os sistemas de produção”. A presença de carrapatos do gênero Ornithodoros, que podem atuar como vetores, amplia a dificuldade de controle da doença em ambientes silvestres.

O vírus possui elevada resistência no ambiente e pode permanecer ativo por longos períodos em roupas, calçados, veículos, equipamentos e produtos de origem suína que não passam por tratamento térmico. Conforme o Mapa, as formas mais comuns de introdução do vírus em áreas livres incluem o contato de animais suscetíveis com materiais contaminados ou a ingestão de produtos suínos infectados.

O Brasil mantém o status de país livre de PSA desde 1984. O ministério afirmou que a preservação dessa condição depende do cumprimento das normas sanitárias e da atenção a pessoas, produtos e materiais provenientes de locais afetados. Para o órgão, a entrada da doença no país “traria impactos significativos para a cadeia suinícola”, motivo pelo qual a vigilância e os protocolos de prevenção continuam reforçados.





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Publicação da lista que comparava tilápia a javali é adiada



A presidência da Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio), do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), suspendeu temporariamente o processo de elaboração da Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras Presentes no Brasil.

Na prática, o documento colocava espécies de interesse comercial, como a tilápia, em mesmo patamar do javali, classificando-a como invasora. A iniciativa havia sido fortemente criticada pelo setor, como a Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) e sido alvo de pedido de esclarecimentos pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).

De acordo com o MMA, o adiamento visa ampliar as consultas aos setores econômicos que utilizam essas espécies, a fim de definir medidas adequadas à formulação de políticas e procedimentos de controle do escape no ambiente natural, compatíveis com a atividade produtiva.

“A análise será retomada após a consolidação das contribuições de todos os seguimentos interessados, que será submetida à apreciação da Conabio, formada por 12 ministérios, autarquias e representantes dos setores produtivos da agricultura, pecuária e indústria, órgãos estaduais e municipais de meio ambiente, universidades e institutos de pesquisa, agricultura familiar, pescadores artesanais, povos indígenas e comunidades tradicionais, entre outros”, destaca o MMA, em nota.

A pasta ainda reforça que o estabelecimento da Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras Presentes no Brasil decorre de um processo técnico, lastreado em informações científicas aprofundadas, e possui caráter preventivo, não implicando no banimento, proibição de uso ou cultivo.

“O reconhecimento e identificação dessas espécies visa permitir a detecção precoce e resposta rápida em caso de invasões biológicas, que evitem impactos negativos sobre a biodiversidade nativa”, afirma.

O adiamento da divulgação da lista atende a pedido da Peixe BR, que hvia divulgado em nota do dia 17 de outubro, ver a proposta com “extrema preocupação, uma vez que sua fundamentação carece de debate técnico amplo e de estudos atualizados e imparciais.”



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Canal Rural vence dois Espantalhos de Ouro, premiação máxima da Mostra de Comunicação ABMRA



A premiação da 23ª Mostra de Comunicação do Agro da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA) aconteceu na noite desta quinta-feira (4), em São Paulo, e reconheceu o Canal Rural como plataforma de campanhas e projetos que falam diretamente com o produtor rural.

A série “Planeta Campo – Biomas do Brasil, produzindo com sustentabilidade”, produzida pelo Canal Rural para a Embrapa recebeu o Espantalho de Ouro, mais alta honraria concedida pela Mostra.

De acordo com a diretora de Conteúdo e Programação do Canal Rural, Jaqueline Silva, o prêmio destaca como o agro pode mostrar, com diferentes formas e formatos, sua pujância e importância.

“A campanha traduziu linguagem técnica em uma linguagem que o consumidor final consegue apreender e entender como a Embrapa transforma o nosso setor e evidencia como o agro faz parte das soluções dos problemas climáticos e, além disso, ajuda a alimentar o mundo”, destaca.

Além disso, o Canal Rural também foi reconhecido com o ouro pelo projeto Memórias do Brasil Rural, que resgatou quase 30 anos de conteúdo da emissora, reunindo os momentos mais importantes da trajetória que transformou o agro brasileiro em potência mundial.

Os jurados da mostra embasaram suas escolhas em cinco critérios para escolher as melhores campanhas e projetos do agro entre mais de 500 peças enviadas: criatividade e originalidade; adequação ao público; qualidade estética e estilística; clareza da informação transmitida; e responsabilidade social.



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Embrapa lança nova variedade de mandioca resistente às principais doenças da cultura



A produção de mandioca no Amazonas ganha um novo reforço tecnológico. A Embrapa Amazônia Ocidental lançou oficialmente a BRS Jacundá, uma variedade desenvolvida especialmente para as condições do estado, com produtividade superior, resistência a doenças e polpa amarela, ideal para farinha, tucupi e outros produtos tradicionais da região.

Presente há milhares de anos no cotidiano dos povos da Amazônia, a mandioca sustenta a alimentação, a renda e a cultura de inúmeras famílias. Mas apesar da relevância, a cadeia produtiva enfrenta desafios históricos, como baixa produtividade, pragas, doenças e dificuldade de acesso a manivas de qualidade.

A cultivar BRS Jacundá chega justamente para enfrentar esses gargalos e oferecer uma alternativa mais eficiente ao produtor rural.

A nova cultivar é resultado de duas décadas de estudos e melhoramento genético. De acordo com o pesquisador Ferdinando Barreto, a Jacundá passou por diversas etapas de avaliação até ser considerada apta para recomendação aos agricultores de terra firme do Amazonas.

“A variedade apresenta alta produtividade, tolerância às principais doenças da cultura e polpa amarela, uma fonte importante de carboidratos e muito valorizada aqui no estado”, explica.

“Além da alta produtividade, ela possui outras características que são de importância para o agricultor, por exemplo, ela é tolerante à principais doenças da cultura e possui a cor da polpa dessa raiz é amarela, então ela é uma fonte muito boa de carboidrato”, explica o pesquisador da Embrapa, Ferdinando Barreto.

Qualidade e rastreabilidade

Para que a nova cultivar chegue ao campo com segurança, é fundamental garantir a multiplicação correta das manivas-sementes. Por isso, a Embrapa trabalha em parceria com maniveiros licenciados, produtores autorizados e treinados para multiplicar o material original com rastreabilidade e controle sanitário.

O Amazonas ainda está no início desse processo e, hoje, o estado possui apenas dois maniveiros licenciados pelo Ministério da Agricultura. A expectativa é que mais produtores se habilitem para atender à demanda crescente por material de qualidade.

Futuro promissor para a mandioca

Com a nova cultivar, agricultores passam a ter acesso a um material mais adaptado às condições locais, mais rentável e mais seguro para enfrentar os desafios climáticos e fitossanitários da região. O próximo passo é ampliar o acesso às manivas e consolidar a BRS Jacundá como uma referência na produção regional.

A expectativa é que a variedade impulsione a mandioca não apenas como produto de subsistência, mas como oportunidade de renda e desenvolvimento para milhares de famílias no interior do Amazonas.



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Mercado do boi segue estável enquanto exportações de carne bovina se aproximam de recorde



O mercado do boi encerrou esta quinta-feira (4) com estabilidade e firmeza nas cotações. Na praça paulista, a arroba foi negociada a uma média de R$ 322,80, enquanto as escalas de abate seguem confortáveis na média nacional, embora ainda apresentem variações regionais.

O destaque do dia veio do resultado oficial das exportações de carne bovina em novembro. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil embarcou mais de 318 mil toneladas no mês, volume próximo ao recorde registrado em outubro.

Ao longo de 2024, o país vem renovando sucessivas máximas mensais, impulsionado pela forte demanda externa. Somente em outubro, os embarques avançaram quase 40% em relação ao mesmo período de 2024.

China segue liderando as compras

No acumulado do ano até novembro, a China permanece como principal destino da carne bovina brasileira, seguida por Estados Unidos e Chile.

Em novembro, o preço médio da tonelada exportada ficou em US$ 5.509, recuo em relação ao mês anterior, reflexo da pressão nos preços internacionais e do enfraquecimento global do dólar, que impactou a indústria exportadora.

Para a China, foram embarcadas 176 mil toneladas no mês, cerca de 11 mil a menos que em outubro, mas ainda um volume expressivo. Tradicionalmente, o país reduz as compras de carne bovina no fim do ano.

EUA devem ganhar protagonismo

Apesar da desaceleração chinesa, o cenário externo tende a permanecer positivo. A retirada das tarifas sobre a carne bovina brasileira pelos Estados Unidos deve impulsionar os embarques nas próximas semanas, abrindo espaço para uma demanda ainda mais forte no início de 2025.



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Preços do boi gordo sobem nas principais praças de comercialização do país



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com alguns negócios acima da referência média no decorrer desta quinta-feira (4).

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a demanda interna, somada a expectativa de boa demanda por parte dos Estados Unidos, tornam-se elementos importante a serem considerados nesse processo de retomada da alta dos preços da arroba do boi gordo.

“No entanto, é importante mencionar que não há espaço para altas consistentes no restante da temporada. A recuperação de preços tende a ocorrer de maneira comedida”, disse.

  • São Paulo: R$ 324,00 — ontem: R$ 323,42
  • Goiás: R$ 316,25 — R$ 315,89
  • Minas Gerais: R$ 320,53 — R$ 320,18
  • Mato Grosso do Sul: R$ 320,23 — R$ 320,00
  • Mato Grosso: R$ 301,49 — estável

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços acomodados durante o dia. De acordo com Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por novos reajustes dos preços, em especial dos cortes do traseiro bovino, muito demandados nessa época do ano.

  • Quarto traseiro: ainda é precificado a R$ 26,00 por quilo;
  • Quarto dianteiro: segue cotado a R$ 18,50 por quilo;
  • Ponta de agulha: se mantém a R$ 18,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,07%, sendo negociado a R$ 5,3100 para venda e a R$ 5,3080 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2872 e a máxima de R$ 5,3162.



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