terça-feira, março 10, 2026

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Feijão tropeiro entra no top 5 dos melhores pratos vegetais do mundo


feijão tropeiro
Imagem gerada por IA

O feijão tropeiro acaba de ganhar destaque internacional ao integrar o ranking da plataforma TasteAtlas, figurando na 5ª colocação entre os melhores pratos da categoria “pratos vegetais” do mundo.

O reconhecimento coloca a cozinha mineira ao lado de tradições gastronômicas consagradas da Itália, Portugal e Índia, e reforça a projeção global dos sabores de Minas Gerais.

Com avaliação de 4,29, o prato é apresentado pela plataforma como uma receita tradicional de Minas Gerais, associada à história dos tropeiros que cruzavam o interior do Brasil transportando mercadorias e saberes.

Preparado com feijão cozido, farinha de mandioca e temperos como alho, cebola, couve e cheiro-verde, o feijão tropeiro reúne simplicidade, sustância e identidade, marcas registradas da cozinha mineira. A TasteAtlas também destaca as diferentes variações regionais da receita, reflexo da diversidade cultural e territorial do estado.

“Nossa cozinha é feita de história, afeto e saberes transmitidos de geração em geração. Esse reconhecimento valoriza não apenas um prato, mas toda uma cultura alimentar que expressa a identidade do nosso povo e fortalece Minas como destino gastronômico no cenário internacional”, destaca a secretária de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult-MG), Bárbara Botega

Herdeira de influências indígenas, africanas e portuguesas, a cozinha de mineira é conhecida pelo aproveitamento integral dos alimentos, do saber transmitido entre gerações e da criatividade diante das condições do interior do país.

Outro reconhecimento

Recentemente, Minas Gerais também foi citada pela revista Condé Nast Traveler como um dos destinos gastronômicos de 2026, reforçando o interesse internacional pela culinária do estado e pelos seus modos de fazer.

A presença em rankings e publicações especializadas amplia a visibilidade dos pratos, dos produtores locais, dos chefs, das cozinheiras tradicionais e dos territórios que dão origem a esses sabores.

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Colheita da safra brasileira 2025/26 atinge 1% da área, aponta consultoria


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Foto: Gilson Abreu/AEN

A colheita da safra brasileira de soja 2025/26 alcançou 1% da área plantada até o dia 9 de janeiro, de acordo com levantamento divulgado pela consultoria Safras & Mercado. Na semana anterior, encerrada em 2 de janeiro, os trabalhos ainda não haviam sido iniciados no país.

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Comparação com a colheita do ano passado

O percentual colhido supera o registrado em igual período da safra passada, quando apenas 0,2% da área havia sido colhida.

Ainda assim, o avanço permanece levemente abaixo da média histórica para o período, estimada em 1,2%.

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ABPA esclarece os benefícios do acordo Mercosul-UE para o complexo carne e ovos


complexo carne exportações
Foto: Pixabay/ Montagem: Canal Rural

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebra, em nota, o aceite do Bloco Europeu e a concretização do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, resultado de um processo de negociação de mais de 25 anos e de elevada complexidade técnica.

“O acordo representa um avanço relevante para a previsibilidade comercial e para o fortalecimento das relações entre os blocos, com impactos graduais e bem delimitados para o setor de proteínas animais”, destaca.

A entidade ressalta que no caso da carne de frango, o acordo não interfere, não altera e não substitui o sistema de cotas já em vigor entre o Brasil e a União Europeia, que permanece plenamente válido.

De acordo com a ABPA, o que o acordo acrescenta é a criação de um novo contingente tarifário adicional, no âmbito do Mercosul, de 180 mil toneladas anuais isentas de tarifa, a ser compartilhado entre os países do bloco.

“Esse volume será composto por 50% de produtos com osso e 50% de produtos sem osso e terá implantação gradual em seis etapas anuais iguais, até atingir o volume total anual no sexto ano de vigência. A partir desse momento, o contingente passa a se repetir anualmente”.

Carne suína e ovos

Já para a carne suína, o acordo cria, pela primeira vez, um contingente tarifário preferencial específico para o Mercosul, inexistente até então para o Brasil. A cota final prevista é de 25 mil toneladas anuais, com tarifa intracota de € 83 por tonelada, substancialmente inferior à tarifa aplicada fora da cota.

“Assim como na carne de frango, a implantação ocorrerá em seis etapas anuais iguais, com crescimento progressivo do volume até o atingimento do teto anual. A efetiva utilização dessa cota pelo Brasil dependerá da conclusão dos trâmites sanitários junto à União Europeia para a abertura do mercado, incluindo a aprovação do Certificado Sanitário Internacional”, diz a nota.

No segmento de ovos, o acordo estabelece contingentes tarifários específicos, também no âmbito do Mercosul, isento de tarifa intr­a-cota. Estão previstos 3 mil toneladas anuais para ovos processados e 3 mil toneladas anuais para albuminas, criando uma oportunidade concreta para a ampliação das exportações brasileiras de produtos com maior valor agregado.

Ao mesmo tempo, a ABPA ressalta que os contingentes criados pelo acordo são cotas do Mercosul, e não exclusivas do Brasil, o que demandará coordenação intrabloco para definição dos critérios de alocação entre os países membros. Os impactos econômicos positivos serão graduais, acompanhando o cronograma de implantação e condicionados ao cumprimento rigoroso dos requisitos sanitários, regulatórios e às regras de aplicação de salvaguardas, que devem permanecer estritamente técnicas e excepcionais.

Por fim, a ABPA ressalta que a concretização do acordo Mercosul–União Europeia reforça o posicionamento do Brasil como fornecedor confiável de proteínas animais, em complementariedade à produção local, com base em sanidade, sustentabilidade e capacidade produtiva.

“O pleno aproveitamento das oportunidades abertas dependerá de uma implementação técnica, previsível e transparente, em linha com os princípios do comércio internacional e da segurança alimentar global”, finaliza a entidade.

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Empresário é denunciado por fraude envolvendo café avaliado em R$ 132 milhões em cooperativa


Divulgação Cocapil

Pelo menos 30 produtores rurais procuraram a polícia para denunciar o empresário Elvis Vilhena Faleiros, de Franca (SP), pelo desaparecimento de cerca de 21 mil sacas de café que estavam armazenadas nos barracões da Cooperativa dos Cafeicultores e Agropecuaristas de Ibiraci (Cocapil). Faleiros é presidente da cooperativa, que tem sede em Ibiraci, no sul de Minas Gerais.

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De acordo com as investigações, o número de vítimas pode ser ainda maior e chegar a aproximadamente 180 produtores. O prejuízo estimado é de, no mínimo, R$ 132 milhões, considerando o volume de café que teria sumido dos armazéns da cooperativa.

Além de cafeicultores de Ibiraci, há relatos de produtores afetados em municípios de Minas Gerais e de São Paulo, como Claraval e Cássia (MG), além de Franca e Cristais Paulista (SP), o que amplia o alcance do caso e reforça a dimensão do impacto financeiro sobre o setor.

A Justiça decretou a prisão de Elvis Vilhena Faleiros, que segue foragido. No âmbito do processo, ele e dois diretores da Cocapil tiveram os bens penhorados como forma de garantir eventual ressarcimento às vítimas. As investigações continuam para apurar responsabilidades e o destino do café desaparecido.

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Exploração de petróleo cresce, mas riscos ambientais preocupam


Petróleo - opep
Foto: Pixabay

O petróleo ultrapassou a soja e assumiu a liderança entre os produtos mais exportados pelo Brasil, refletindo o avanço da exploração e da produção no país. O movimento, no entanto, reacende o debate sobre os desafios de conciliar crescimento econômico, segurança energética e preservação ambiental.

De acordo com o comentarista do Canal Rural, Daoud, o Brasil passou por uma mudança estrutural ao longo das últimas décadas. Antes dependente da importação, o país se tornou um grande exportador de petróleo, considerado por muito tempo um dos principais gargalos da economia brasileira.

Ao mesmo tempo, o avanço da atividade ocorre em um cenário em que o Brasil se apresenta internacionalmente como potência ambiental, guardião da maior biodiversidade do planeta e protagonista nas discussões sobre sustentabilidade e mudanças climáticas.

Segundo Daoud, a matriz energética mundial ainda depende fortemente do petróleo, o que dificulta uma transição imediata para fontes totalmente limpas. “O petróleo, do ponto de vista climático, é um desastre. Mas o mundo ainda precisa dele”, afirmou.

O comentarista explicou que o governo brasileiro tem defendido a exploração como parte de um processo de transição energética, com foco na redução das emissões de CO₂ e no avanço gradual de fontes mais sustentáveis. Nesse contexto, o petróleo segue sendo tratado como um recurso estratégico, inclusive para financiar essa transição.

Preocupação ambiental

O debate ganhou novos contornos após o registro de um vazamento de fluido utilizado na perfuração de poços de petróleo. Embora não se trate de vazamento de óleo, o episódio reforçou as preocupações ambientais. De acordo com Daoud, o risco de contaminação é menor do que no caso do petróleo, mas ainda assim representa impacto ao meio ambiente.

Para o comentarista, o Brasil enfrenta um dilema complexo. De um lado, a necessidade de preservar o meio ambiente, essencial para a produção de alimentos e para a imagem do país no cenário internacional. De outro, a exploração de uma riqueza natural relevante em um país que ainda enfrenta desafios socioeconômicos.

“O Brasil ainda é um país pobre. Essa riqueza vai ficar enterrada até quando? O desafio é conciliar a exploração do petróleo com a preservação ambiental”, concluiu.

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Acordo UE-Mercosul beneficiará agro, mas indústria terá de otimizar produção


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Foto: Ivan Bueno/AnP

A plena consolidação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, que se arrasta há mais de 25 anos, parece mais perto do que nunca. O tratato criará a maior área de livre comércio do mundo, com potencial de atingir 718 milhões de consumidores e somar um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 22 trilhões.

Contudo, ainda há resistência de países-membros do bloco europeu, como França e Irlanda. Além disso, a imprensa internacional destaca que cerca de 150 deputados europeus são contrários ao acordo e ameaçam judicializar a questão.

O mestre em Direito Internacional Werner Grau lembra que essa é a terceira vez que o Mercosul tenta concluir o tratato: a primeira em 2019 e a segunda em 2024.

“O agronegócio brasileiro é, desde 2020, o maior exportador de commodities do mundo. Então é um dado que assusta e é natural que tenha uma resistência do outro lado. É esperada essa resistência, essa tentativa de obter novos benefícios”, diz, em referência aos países europeus que apenas aceitaram o acordo após obterem salvaguardas, a exemplo da Itália.

O especialista lembra que, da mesma forma que a proposta necessita ser aprovada pelos parlamentares europeus, precisa ser chancelada internamente pelos Congressos de todos os países-membros do Mercosul, casos de Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia.

O acordo isenta de tarifas o trânsito de importação e exportação entre os blocos, estimando-se que 90% dos produtos não tenham qualquer tipo de sobretaxa para chegar à União Europeia ou ao Mercosul.

“Para o Brasil há um ganho gigantesco na exportação de commodities. Já na indústria, alguns segmentos vão precisar otimizar a produção e competitividade em relação aos produtos que chegarão mais baratos também, então é uma via de mão dupla”, salienta.

“Nós temos uma oportunidade de crescimento gigantesco nesse nosso já pujante mercado que é o agronegócio. E vamos ter de outro lado uma oportunidade também e, nesse sentido, o Estado brasileiro tem que ser muito diligente para viabilizar a otimização de determinados segmentos que vão ter uma competição maior de produtos estrangeiros”, conclui.

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Retorno do El Niño e La Niña ‘ainda no jogo’: verão pode ter calorão e chuvas; saiba onde


efeito la niña - entrevista nadiara pereira
Foto: Reprodução/Canva

A previsão do tempo para as regiões produtoras de soja do Brasil indica mudanças no padrão climático ao longo das próximas semanas. De acordo com o mais recente boletim National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), a atual condição de La Niña já dá sinais de enfraquecimento e deve perder força a partir de fevereiro, caminhando para um cenário de neutralidade climática.

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Na prática, esse movimento significa que as chuvas típicas do verão tendem a não se estender com a mesma regularidade em direção ao outono. Esse ponto acende um alerta especialmente para os produtores que pretendem semear o milho segunda safra mais tardiamente, já que a redução da umidade pode comprometer o desenvolvimento das lavouras.

Retorno do El Niño

O cenário projetado indica um outono e um inverno sob neutralidade climática, mas com atenção redobrada para a primavera. Os modelos apontam crescimento da probabilidade de retorno do El Niño, com mais de 50% de chance de atuação do fenômeno nesse período. Caso se confirme, a próxima safra exigirá planejamento cuidadoso, principalmente durante a semeadura, diante da expectativa de ondas de calor mais intensas e chuvas irregulares no início da janela ideal.

Ciclone extratropical

No curto prazo, o destaque fica para a formação de um ciclone extratropical na Região Sul neste fim de semana. O sistema deve provocar volumes significativos de chuva no Sul do país, no interior de São Paulo e em Mato Grosso do Sul, com acumulados entre 50 e 70 milímetros em cinco dias. Há risco de temporais mais fortes, o que pode prejudicar os trabalhos em campo.

Em contraste, produtores de Goiás, Minas Gerais e do interior do Matopiba devem seguir com condições mais favoráveis para as atividades agrícolas nos próximos cinco dias, com tempo mais estável.

Previsão do tempo indica frente fria

Na próxima semana, o avanço de uma frente fria deve levar chuva novamente para São Paulo e para o centro-sul de Minas Gerais, incluindo o Triângulo Mineiro. As precipitações ajudam lavouras semeadas mais tarde, mas também podem atrapalhar os trabalhos no campo, já que os volumes também podem variar entre 50 e 70 milímetros em cinco dias.

O tempo em 20 a 24 de janeiro

Já no período entre 20 e 24 de janeiro, a tendência é de intensificação das chuvas, principalmente no oeste e no norte de Mato Grosso. Em alguns pontos, os acumulados podem ultrapassar os 100 milímetros em cinco dias, reforçando a necessidade de monitoramento constante das condições climáticas.

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Brasil terá novas regras para entrada de produtos agropecuários; veja quais


Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.

A partir do dia 4 de fevereiro, o Brasil terá novas regras para o transporte de produtos agropecuários nas bagagens de passageiros que estejam fazendo viagens internacionais. A medida está prevista em portaria publicada em dezembro pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.

A meta é impedir a entrada de “agentes causadores de doenças e pragas que possam colocar em risco a saúde pública, o meio ambiente e o patrimônio agropecuário brasileiro”, informou a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom).

A fiscalização será feita por meio do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), a quem caberá analisar os riscos que alguns itens podem implicar, caso entrem no país.

Lista de produtos

Entre os itens estão: animais, vegetais, bebidas, fertilizantes, corretivos, agrotóxicos, alimentos, produtos de madeiras, estimulantes e biofertilizantes.

Também integram a lista materiais genéticos para uso na reprodução animal e na propagação de vegetais; produtos de uso veterinário e destinados à alimentação animal; e inoculantes – produtos que contêm bactérias ou fungos destinados a favorecer o desenvolvimento das plantas.

“A lista de produtos agropecuários estabelecida na portaria poderá ser atualizada a qualquer momento, em decorrência de eventos sanitários, da produção de conhecimento para a gestão do risco zoofitossanitário (relativo à segurança da saúde animal e vegetal), bem como de alterações nos procedimentos aduaneiros”, informou a Secom.

Documentação

Quem estiver transportando, durante a viagem, produtos desses tipos, que necessitem de autorização de importação, terá de preencher um documento emitido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária Mapa, “que será encaminhado eletronicamente pelo serviço técnico emissor às unidades do Vigiagro nos locais de ingresso”.

A Secom explica que o documento deverá conter informações descrevendo os bens agropecuários a serem importados, incluindo quantidade, forma de acondicionamento, país de origem e de procedência; modal de transporte (que poderá ser aéreo, marítimo, fluvial, lacustre, rodoviário ou ferroviário); via de transporte autorizada; e local de ingresso no território nacional.

Também será necessária a apresentação do prazo de validade da autorização de importação, além da dados do viajante que transportará os produtos. A declaração será por meio do documento e-DBV – Declaração Eletrônica de Bens do Viajante, a ser entregue na unidade do Vigiagro por meio do canal “Bens a Declarar”.

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Governo comemora acordo comercial entre Mercosul e União Europeia


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Foto: Camex

Após a aprovação pelos países-membros da União Europeia do acordo com o Mercosul nesta sexta-feira (9), o Ministério das Relações Exteriores do Brasil divulgou uma nota celebrando a decisão dos europeus.

A nota destaca que será um dos maiores acordo comerciais do mundo, pois abrange 720 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto de US$ 22 trilhões. O comunicado ainda informa que não há, por enquanto, uma data e local para a assinatura do tratado. Veja abaixo a íntegra da nota:

Brasil saúda a decisão, em reunião do Conselho da União Europeia realizada hoje (9/1), de aprovar a assinatura do Acordo de Parceria Mercosul-União Europeia. A cerimônia de assinatura deverá ocorrer em data e local a serem acordados em conjunto entre os países do Mercosul e o lado europeu.

A aprovação pelas instâncias comunitárias europeias permitirá que o Acordo de Parceria seja assinado após mais de 26 anos do início das negociações. O Acordo integrará dois dos maiores blocos econômicos do mundo, reunindo cerca de 720 milhões de pessoas e Produto Interno Bruto (PIB) de mais de US$ 22 trilhões de dólares. Trata-se do maior acordo comercial negociado pelo Mercosul e um dos maiores dentre aqueles pactuados pela União Europeia com parceiros comerciais.”

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AgroNewsPolítica & Agro

Perspectivas distintas marcam o mercado de milho



Na B3, o milho encerrou a quarta-feira em baixa


Na B3, o milho encerrou a quarta-feira em baixa
Na B3, o milho encerrou a quarta-feira em baixa – Foto: Pixabay

O mercado de milho apresentou movimentos distintos nos principais referenciais de preços, refletindo um início de ano marcado por negociações mais lentas e ajustes de posicionamento. No Brasil, as cotações futuras recuaram, enquanto no mercado internacional o cereal encontrou sustentação em fatores ligados à demanda, resultando em altas moderadas ao longo do dia. De acordo com a TF Agroeconômica, esse comportamento oposto evidencia dinâmicas específicas de oferta e procura em cada praça.

Na B3, o milho encerrou a quarta-feira em baixa, em um cenário de menor ritmo de negócios típico do começo do ano. O avanço ainda tímido da colheita da primeira safra contribui para maior tranquilidade na formação de estoques e reduz a urgência por compras, tornando a cobertura mais organizada. Ao mesmo tempo, produtores passam a buscar preços mais atrativos antes de intensificar a colheita da soja, o que também influencia a formação das cotações.

Nesse contexto, os contratos futuros apresentaram perdas ao longo do dia e da semana. O vencimento janeiro de 2026 fechou a R$ 69,00, com recuo diário de R$ 0,47 e queda semanal de R$ 1,28. O contrato março de 2026 encerrou a R$ 73,07, registrando baixa de R$ 0,83 no dia e de R$ 1,40 na semana. Já o vencimento maio de 2026 foi cotado a R$ 72,51, com desvalorização diária de R$ 0,74 e semanal de R$ 1,34.

Em Chicago, o milho seguiu direção oposta e fechou em alta, sustentado por uma demanda considerada aquecida. O contrato março avançou 0,62%, para 446,75 centavos de dólar por bushel, enquanto o vencimento maio teve alta de 0,61%, encerrando a 454,00 centavos de dólar por bushel.

 





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