segunda-feira, março 16, 2026

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Carne premium se consolida e transforma pecuária em 2025; saiba mais


Foto: Reprodução/Giro do Boi.
Foto: Reprodução/Giro do Boi.

O ano de 2025 marcou uma mudança significativa na pecuária nacional, com a carne premium deixando de ser um nicho restrito e passando a moldar a estratégia de produção no campo.

Ivan Júnior, gerente executivo de marcas da Friboi, afirmou em entrevista ao Giro do Boi que o pecuarista brasileiro compreendeu que o “paladar não retrocede” e, por isso, tem investido em genética e nutrição para atender a um consumidor cada vez mais exigente.

A demanda por carne de qualidade alterou radicalmente o perfil dos animais que saem das fazendas. A aproximação entre a indústria e o campo resultou em benefícios diretos para o produtor.

Segundo Júnior, o setor mudou de patamar. “Onde antes se comemorava o abate de bois de 6 a 8 dentes, hoje celebramos o abate de novilhas de 18 arrobas (0 dentes) e bois castrados de 2 dentes com 21 arrobas”.

Confira:

Impacto financeiro e exigências do mercado

Essa agilidade no processo de produção tem reflexo direto no caixa das fazendas. O executivo da Friboi informou que o pecuarista conseguiu reduzir o ciclo de produção pela metade. “O que levava 4 ou 5 anos para dar retorno, agora acontece em 2 ou 2,5 anos, colocando dinheiro no bolso muito mais rápido”.

Parte dessa transformação é atribuída à pressão externa, especialmente da China, que exigiu animais de até 30 meses, forçando o Brasil a investir em genética. Júnior destacou que “o chapéu deve ser tirado para o mercado chinês”, já que essa exigência acelerou a modernização do setor.

Nova percepção da carne brasileira no exterior

A percepção da carne brasileira no cenário internacional mudou drasticamente. O Brasil deixou de ser apenas um fornecedor de “carne ingrediente” e passou a exportar steaks de origem. As linhas premium brasileiras agora competem diretamente com carnes argentinas, uruguaias e americanas em restaurantes gourmet e gôndolas de luxo ao redor do mundo.

Com a redução do rebanho nos estados Unidos, o Brasil encontrou uma oportunidade para ocupar esse espaço global, adotando protocolos rigorosos como o 1953. Para atender a diferentes perfis de consumidores, a Friboi estruturou um portfólio que vai do custo-benefício ao luxo, com linhas que atendem às necessidades do mercado de alta qualidade.

Tendências e alertas para o futuro

Uma tendência notável em 2025 foi a adoção do churrasco como prato principal nas ceias de Natal, substituindo o tradicional peru. Para quem deseja entrar nesse mercado em 2026, Júnior deixou um alerta sobre o manejo, especialmente na Terminação a Pasto (TIP): o produtor deve evitar que o animal passe muito tempo no pasto para não prejudicar a qualidade da carne no mercado premium.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Oferta global de café segue ajustada no curto prazo


O mercado global de café atravessa um momento de transição, marcado por ajustes na oferta, movimentos distintos entre arábica e robusta e maior atenção às condições climáticas nos principais países produtores. Segundo análise do Itaú BBA, mesmo com a retirada das tarifas americanas para o café verde brasileiro, as exportações seguem limitadas pela menor produção de arábica.

Em novembro, os embarques somaram 3,58 milhões de sacas, volume 27% inferior ao registrado no mesmo mês do ano anterior. A expectativa é de melhora da demanda dos Estados Unidos, diante dos baixos estoques de passagem, mas a disponibilidade brasileira até o fim do atual ano-safra, em junho de 2025, é estimada em cerca de 3,5 milhões de sacas por mês, abaixo do observado no ciclo anterior. Essa restrição está ligada à menor produção de arábica projetada para 2025/26.

No mercado internacional, os preços do arábica apresentaram leve alta de 1,3% entre o início de novembro e 12 de dezembro, com o primeiro vencimento próximo de USD 3,7 por libra-peso. Já o robusta registrou queda mais expressiva em Londres, de 8,9%, pressionado pelo avanço da colheita no Vietnã e pela expectativa de maior produção, sem relatos relevantes de perdas climáticas.

No Brasil, as chuvas têm sido irregulares nas regiões cafeeiras. Houve melhora no Cerrado em novembro e dezembro, enquanto no Sul de Minas o desempenho foi mais desigual. Ainda assim, o pegamento das floradas foi considerado positivo, e as previsões indicam volumes mais regulares na segunda quinzena de dezembro.

O cenário recente trouxe alívio ao mercado, com clima favorável no Brasil e no Vietnã, maior oferta de robusta na Ásia, retirada das tarifas americanas e postergação das exigências da EUDR. As estimativas para a safra 2025/26 foram ajustadas, com redução no arábica e aumento no robusta, mantendo a oferta total próxima de 63 milhões de sacas. 

 





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Incertezas fiscais e eleitorais pressionam cotação do dólar


PODCAST Diário Econômico

No morning call desta quinta-feira (18), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que as bolsas de NY recuaram com realização de lucros e queda de empresas de inteligência artificial, enquanto petróleo, ouro e prata avançaram.

O dólar subiu pelo quarto pregão, pressionado por incertezas fiscais e eleitorais, e juros futuros atingiram máximos de meses. O Ibovespa caiu com aumento de tributação e risco regulatório. Hoje, atenção ao Relatório de Política Monetária, CMN, BoE, BCE e CPI dos EUA.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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Quinta-feira terá chuva forte, risco de temporais e ventos intensos em várias regiões do país


A quinta-feira (18) será marcada por contrastes no tempo em diferentes regiões do país. No Sul, a atuação de uma área de alta pressão mantém o tempo estável, com predomínio de sol e poucas nuvens. Há chance apenas de chuviscos isolados no litoral do Paraná. Nas demais áreas da região, o dia segue mais aberto, com maior nebulosidade no leste do Paraná e de Santa Catarina.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

Com o afastamento da massa de ar polar, as temperaturas voltam a subir gradualmente nos estados do Sul, embora ainda permaneçam mais amenas no litoral do Paraná e no litoral norte do Rio Grande do Sul. Na Serra Geral, algumas cidades podem registrar temperaturas abaixo dos 10 °C pela manhã. A atenção se volta para a baixa umidade do ar, que pode ficar abaixo dos 30% em grande parte do Rio Grande do Sul, no interior de Santa Catarina e no sul e centro do Paraná. No norte paranaense, as rajadas de vento podem atingir entre 40 e 50 km/h.

Sudeste

No Sudeste, as instabilidades perdem força em grande parte do estado de São Paulo, mas ainda provocam chuva de moderada a forte intensidade no extremo norte e leste paulista, no Rio de Janeiro, na metade sul e oeste do Espírito Santo e em grande parte de Minas Gerais. Há risco de temporais no Triângulo Mineiro, oeste e noroeste de Minas. As chuvas podem persistir até a noite em algumas áreas, enquanto o tempo firme predomina no oeste, sul e interior paulista, além do norte do Espírito Santo e nordeste mineiro.

As temperaturas seguem mais amenas em boa parte do Sudeste, mas continuam elevadas no Triângulo, no norte, nordeste e leste de Minas Gerais, no norte capixaba e em áreas do oeste e norte de São Paulo. Rajadas de vento entre 40 e 50 km/h são previstas para o oeste paulista, norte fluminense, nordeste mineiro e grande parte do Espírito Santo.

Centro-Oeste

Enquanto no Centro-Oeste, as pancadas de chuva atingem o norte e noroeste de Mato Grosso do Sul pela manhã, além de Goiás e Mato Grosso. Ao longo do dia, as instabilidades se espalham e se intensificam, favorecidas pela circulação de ventos em altos níveis da atmosfera e pela umidade, com chuva moderada a forte e risco de temporais em Goiás, na metade norte e leste de Mato Grosso. No sul, sudeste e leste de Mato Grosso do Sul, o tempo segue mais firme. As temperaturas permanecem elevadas na maior parte da região, com máximas um pouco mais baixas em Goiás. No leste sul-mato-grossense, as rajadas de vento podem chegar a 50 km/h.

Nordeste

Já no Nordeste, a atuação de um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) aumenta as chuvas no interior da região. Há previsão de chuva moderada a forte em áreas do Maranhão, Piauí, sul do Ceará, oeste da Paraíba, norte e noroeste de Pernambuco, além do oeste da Bahia. O sudoeste baiano, a metade sul do Maranhão e áreas do Piauí podem registrar temporais. Já no norte e interior do Ceará, as chuvas tendem a ser mais fracas. O calor segue predominando, com ar seco em áreas do interior, onde a umidade relativa do ar pode ficar abaixo dos 30%. Rajadas de vento entre 40 e 50 km/h atingem o litoral e áreas do Ceará e da Bahia.

Norte

E no Norte, o tempo continua instável, com chuva moderada a forte e risco de temporais no Amazonas, grande parte do Pará, Tocantins, Amapá, sul de Roraima e Rondônia. No Acre, as pancadas diminuem, ocorrem de forma moderada e o tempo segue abafado. Em Roraima, as rajadas de vento também podem variar entre 40 e 50 km/h.

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Compatibilidade é chave no uso de biológicos e fertilizantes



Apesar dos avanços, a associação exige atenção técnica


Apesar dos avanços, a associação exige atenção técnica
Apesar dos avanços, a associação exige atenção técnica – Foto: Pixabay

A utilização de produtos biológicos em conjunto com fertilizantes tem ganhado espaço no manejo agrícola brasileiro e se consolidado como uma estratégia para elevar a produtividade e a eficiência no campo. A prática reflete a evolução tecnológica do setor, que passou a integrar insumos químicos e microrganismos benéficos na mesma operação, buscando sistemas mais sustentáveis e rentáveis.

Apesar dos avanços, a associação exige atenção técnica. A mistura inadequada no tanque de pulverização pode comprometer a viabilidade dos microrganismos e anular os benefícios do produto biológico. Segundo o gerente de Produtos da Fortgreen, João Vidotto, fatores como pH e salinidade da calda são determinantes para a sobrevivência dos microrganismos, e a falta de compatibilidade pode gerar perdas diretas ao produtor.

“Muitas vezes o produtor mistura um fertilizante químico com um produto biológico sem saber se há compatibilidade. Fatores como a salinidade excessiva ou o pH da calda podem matar o microrganismo vivo, o que chamamos de incompatibilidade biológica”, alerta Vidotto.

Mesmo com os riscos, os ganhos agronômicos do uso associado são relevantes. O coordenador de Desenvolvimento de Mercado da F1rst Agbiotech, Victor Afonso, destaca que alguns biológicos ampliam a disponibilidade de nutrientes, estimulam o sistema radicular e favorecem a absorção dos fertilizantes, resultando em lavouras mais uniformes e equilibradas, especialmente em ambientes menos favoráveis.

Para reduzir falhas, a indústria tem investido em fertilizantes desenvolvidos para atuar em conjunto com a biologia, buscando um efeito aditivo ou sinérgico. “Muitas vezes o produtor mistura um fertilizante químico com um produto biológico sem saber se há compatibilidade. Fatores como a salinidade excessiva ou o pH da calda podem matar o microrganismo vivo, o que chamamos de incompatibilidade biológica”, alerta Vidotto.

 





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Mudas sadias e automação elevam produtividade da cana



“O futuro da cana-de-açúcar está na saúde vegetal e na automação”


“O futuro da cana-de-açúcar está na saúde vegetal e na automação"
“O futuro da cana-de-açúcar está na saúde vegetal e na automação” – Foto: Canva

A adoção de mudas sadias e de automação vem se consolidando como um dos principais caminhos para elevar a produtividade e a rentabilidade dos canaviais no Brasil. Esse foi o destaque apresentado pela diretora de Marketing da MultiCropsPlus, Conny Maria de Wit, durante o 8º Seminário UDOP de Inovações, realizado em Araçatuba, ao abordar os gargalos históricos da renovação de áreas no setor sucroenergético e as alternativas tecnológicas já disponíveis no mercado.

Segundo Conny, o uso de cana de rebrota ou de mudas envelhecidas segue sendo um dos grandes entraves da produção, pois essas plantas acumulam doenças e pragas ao longo dos ciclos, comprometendo o potencial produtivo e gerando perdas econômicas relevantes. A executiva resume o problema de forma direta ao afirmar que plantar cana velha significa investir em um futuro doentio, com menor vigor, menor longevidade do canavial e custos crescentes de manejo.

Como alternativa, a MultiCropsPlus aposta na produção de mudas via tecnologia de meristema, livres de patógenos e capazes de quebrar o ciclo de doenças no campo. Esse sistema é integrado a um processo altamente automatizado, que vai da biofábrica até o plantio. A empresa utiliza máquinas automatizadas equipadas com robôs, capazes de plantar até oito hectares por turno, reduzindo a dependência de mão de obra, aumentando a precisão do plantio e trazendo maior previsibilidade operacional às usinas.

“O futuro da cana-de-açúcar está na saúde vegetal e na automação. A MultiCropsPlus está pronta para apoiar usinas que desejam colher acima da média. Mais detalhes no artigo em anexo”, conclui.

 





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Safra de verão e juros moldam cenário do milho no Brasil



Mercado monitora riscos climáticos e exportações de milho



Foto: Pixabay

A atenção do mercado passou a se concentrar no desenvolvimento da primeira safra de milho no Sul do Brasil. Segundo a análise divulgada pela Grão Direto nesta segunda-feira (15), as lavouras de Rio Grande do Sul e Santa Catarina encontram-se em fases consideradas sensíveis, diferentemente da soja. “As previsões de calor e chuvas abaixo da média para a semana acendem um alerta”, aponta o especialista, ao destacar que eventuais problemas na safra de verão podem pressionar a oferta regional e dar sustentação aos preços no curto prazo, inclusive na B3.

Outro fator acompanhado de perto é o ritmo das exportações. De acordo com a análise, a manutenção do dólar acima de R$ 5,40 mantém a janela de embarques atrativa. “Se os dados da Anec e da Secex confirmarem volumes robustos, isso ajudará a enxugar a oferta doméstica antes da entrada da safrinha”, avalia a Grão Direto, ressaltando que esse movimento pode criar uma barreira contra novas quedas de preços no mercado interno.

O planejamento da safrinha de 2026 também começa a influenciar as expectativas. Com a colheita da soja se aproximando em Mato Grosso, o mercado monitora o ritmo de compra de insumos e a intenção de plantio. A análise destaca que “rumores sobre redução de tecnologia devido aos custos podem começar a precificar uma produtividade menor para o ciclo de inverno”, fator que tende a exercer pressão altista no médio prazo.

No cenário macroeconômico, a Grão Direto chama atenção para o recente movimento dos juros. O Federal Reserve reduziu as taxas nos Estados Unidos para a faixa de 3,50% a 3,75%, enquanto o Comitê de Política Monetária manteve a Selic em 15% ao ano. Segundo a análise, “esse diferencial gigantesco de juros mantém o Brasil atrativo para o capital especulativo, segurando o dólar na faixa de R$ 5,40”. Para o produtor, o alerta é direto: “com a Selic a 15%, o custo de carregar estoque é altíssimo, superior a 1% ao mês”.

Diante desse contexto, a Grão Direto reforça a necessidade de atenção às oscilações do mercado e aos custos de produção. “Em um cenário de juros altos e margens apertadas, a proteção de preços é essencial”, afirma o especialista. A orientação é acompanhar as cotações e aproveitar oportunidades quando os valores estiverem alinhados à margem sustentável do produtor, reduzindo o risco financeiro.





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Como será o clima na segunda quinzena de dezembro?


As previsões meteorológicas indicam uma semana marcada por instabilidade em grande parte do Brasil, com a atuação de uma nova frente fria e a formação de um corredor de umidade sobre a porção central do país. De acordo com informações do Meteored, “ao longo desta semana, chuvas se espalham pela porção central do país”, com possibilidade de mudança no padrão do tempo na semana do Natal.

Entre segunda-feira (15) e terça-feira (16), a frente fria avança pelo território nacional e provoca chuvas intensas e tempestades em praticamente todos os estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Segundo o Meteored, o sistema traz “riscos de grandes transtornos para a população”, incluindo alagamentos, transbordamentos de rios, deslizamentos de terra, interrupções no fornecimento de energia elétrica, além de danos a plantações e queda de árvores.

Após a passagem inicial da frente fria, o sistema atmosférico deve organizar um corredor de umidade sobre o Brasil central, favorecendo a ocorrência de chuvas frequentes e volumosas em áreas do Sudeste, Centro-Oeste e Norte. Estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso devem concentrar os maiores volumes, com acumulados que podem se aproximar de 200 milímetros em diversos municípios ao longo da semana.

Para a semana seguinte, que inclui o período do Natal, os modelos indicam uma reorganização da circulação de ventos e umidade. A faixa de precipitação tende a se deslocar para a região Sul, associada à formação de um rio atmosférico que se estende desde o Sul da Amazônia, passando pelo Centro-Oeste e países vizinhos, até alcançar Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Com essa mudança, áreas que devem registrar volumes elevados de chuva nesta semana, como Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e partes de Goiás e São Paulo, passam a ter previsão de tempo mais firme e redução das precipitações durante a semana do Natal.

Apesar das chuvas, não há indicação de queda generalizada nas temperaturas. Conforme aponta o Meteored, os termômetros devem permanecer dentro ou acima da média em grande parte do país. A exceção ocorre em áreas do centro do Brasil, especialmente no Mato Grosso, onde a maior nebulosidade e as chuvas podem manter as temperaturas ligeiramente abaixo da média, sem provocar sensação de frio intenso.





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Fávaro assina contrato para banco de antígenos da febre aftosa


Carlso Fávaro
Foto: Mapa/divulgação

O ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, assina, nesta quinta-feira (18), às 10h, o contrato que viabiliza a implantação do repositório brasileiro de antígenos da febre aftosa.

A iniciativa tem como objetivo permitir que o país se antecipe aos desafios sanitários, com disponibilidade imediata de antígenos e vacinas de emergência.

“Com a assinatura do contrato, o Brasil reafirma seu compromisso com a sanidade animal e a segurança alimentar, fortalecendo a confiança internacional nos produtos pecuários brasileiros”, destaca a pasta, em nota.

Segundo o Ministério, o projeto é resultado de anos de trabalho e dedicação de técnicos, pesquisadores e servidores públicos do Mapa em parceria com outras instituições.

Serviço

Lançamento do repositório brasileiro de antígenos de febre aftosa
Data: 18 de dezembro
Horário: 10h
Local: Auditório Moacir Micheletto, sede do Ministério da Agricultura e Pecuária – Esplanada dos Ministérios, Bloco D.

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Frente fria traz riscos de tempestades e ventos no Sudeste


A atuação de uma nova frente fria e um corredor de umidade vindo do Norte do Brasil vão aumentar os riscos de tempestades, descargas elétricas, rajadas de vento e queda de granizo na Região Sudeste do país entre terça e quarta-feira.

A atuação conjunta de uma nova frente fria próximo à costa da Região Sudeste com um corredor de umidade vindo da região Amazônica vão reforçar as condições para chuvas intensas, tempestades, descargas elétricas (raios), rajadas de vento e até possível queda de granizo no Sudeste do país entre a terça-feira (16) e a quarta-feira (17).

Em ambos os dias, essas condições do tempo trazem riscos de transtornos à população, como alagamentos, enxurradas, destelhamentos e quedas de energia. 

Não são esperados acumulados expressivos de chuva de forma generalizada, porém, por se tratarem de temporais isolados, recomenda-se bastante atenção em áreas mais vulneráveis. Veja abaixo mais detalhes da previsão do tempo.

A terça-feira (16) de manhã será de muitas nuvens e chuvas isoladas em todo o Sudeste. Nas áreas litorâneas, podem ocorrer pancadas de chuva isoladas e trovoadas.

Contudo, a partir da tarde, o céu continua com muita nebulosidade mas as instabilidades aumentam, como observamos no mapa abaixo.

No período da tarde, são esperadas chuvas de até forte intensidade e tempestades de forma mais generalizada nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e grande parte de Minas Gerais (com exceção do extremo norte).

Durante a noite de terça (16), pancadas de chuva e tempestades ainda podem acontecer, mas de forma mais isolada, e especialmente nos estados mineiro e carioca.

Ao longo da terça-feira (16) são esperadas rajadas de vento moderadas entre 50 e 60 km/h no leste paulista e mineiro e no Rio de Janeiro, mas junto com as tempestades podem superar este valor.

Mas é na quarta-feira (17) que os ventos ficam mais abrangentes. As rajadas alcançam os 60 km/h em São Paulo, especialmente em áreas do interior, e no sudeste de Minas Gerais; e podem chegar aos 70 km/h no Rio de Janeiro.

Para a quarta-feira (17), permanecem as mesmas condições de tempo, contudo, a frente fria já vai estar localizada mais para norte e perde um pouco da sua influência sobre o estado de São Paulo.

A manhã de quarta-feira (17) começa com chuvas fracas e isoladas na faixa leste de São Paulo e centro-oeste de Minas Gerais, enquanto pancadas de chuva ocorrem no Rio de Janeiro e no leste do sul mineiro, regiões mais afetadas pelo sistema nesta quarta-feira (17).

Durante a tarde de quarta-feira (17), as instabilidades ganham força e aumentam as condições para chuvas de até forte intensidade e tempestades em grande parte de Minas Gerais (exceção do norte mineiro), no centro-norte do Rio de Janeiro e no sul do Espírito Santo.

Há possibilidade de queda de granizo em Minas Gerais, especialmente em áreas localizadas do leste, oeste e do Triângulo Mineiro.

Em São Paulo, a tarde da quarta-feira (17) deve registrar chuvas mais fracas em áreas litorâneas e pancadas de chuva em áreas do extremo norte e do noroeste.

Já no período da noite da quarta-feira (17), as chuvas reduzem e o tempo tende a ficar estável em grande parte do estado paulista, mas podem ocorrer chuviscos no litoral. E ainda são esperadas fortes pancadas de chuva e trovoadas bem isoladas em boa parte de Minas Gerais (com exceção do extremo norte), no norte do Rio de Janeiro e no centro-sul do Espírito Santo.





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