segunda-feira, março 16, 2026

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Anvisa proíbe comercialização de marca de azeite após identificar irregularidades


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta segunda-feira (16) a proibição da comercialização dos azeites da marca San Olivetto em todo o território nacional após a identificação de inconsistências relacionadas à origem do produto e às empresas envolvidas na sua cadeia comercial.

Com a medida, ficam vetadas a venda, distribuição, fabricação, importação, publicidade e uso do azeite de oliva extra virgem da marca, além da determinação de apreensão de todos os lotes disponíveis no mercado.

Segundo informações da Anvisa, o rótulo do produto aponta como importadora a empresa Agro Indústria e Cerealista Norte Paraná Ltda. No entanto, o CNPJ da companhia está suspenso na Receita Federal desde 22 de maio de 2025, devido a inconsistências cadastrais.

A situação também envolve a empresa indicada como distribuidora, Comercial Alimentícia e Cerealista Capixaba Ltda, cujo registro foi baixado em 6 de novembro de 2024 após processo de liquidação voluntária.

Diante das inconsistências identificadas, a Anvisa afirmou que não foi possível comprovar a procedência do produto, o que motivou a adoção das medidas sanitárias.

De acordo com a agência reguladora, a decisão segue normas da legislação sanitária brasileira voltadas à segurança alimentar e à regularização de produtos comercializados no país.

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Com petróleo acima de US$ 100, Trump propõe coalizão para reabrir o Estreito de Ormuz


Foto: World Economic Forum/Benedikt von Loebell

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu a formação de uma coalizão internacional para ajudar a reabrir o Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo e gás. A iniciativa ocorre em meio à escalada do conflito entre EUA, Israel e Irã, que já entrou na terceira semana e tem provocado forte volatilidade nos mercados de energia.

Localizado entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, o Estreito de Ormuz é responsável pela passagem de cerca de 20% da energia comercializada globalmente. Desde os ataques conduzidos por Estados Unidos e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro, grande parte dos petroleiros enfrenta dificuldades para atravessar a região.

Segundo Trump, o governo norte-americano entrou em contato com sete países, incluindo China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido, para pedir apoio na garantia da segurança da rota marítima.

Apesar da pressão de Washington, alguns aliados importantes já sinalizaram cautela. Japão e Austrália afirmaram que não pretendem enviar navios de guerra para escoltar embarcações na região neste momento.

Pressão sobre a China

Trump também elevou o tom nas negociações com Pequim. Em entrevista ao Financial Times, o presidente norte-americano afirmou que pode adiar sua visita oficial à China, prevista para o fim do mês, caso o país não demonstre disposição em participar da coalizão.

Segundo ele, a China deveria contribuir para a segurança da rota por depender fortemente do petróleo proveniente do Oriente Médio.

As declarações ocorreram enquanto o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, se reunia em Paris com o vice-premiê chinês He Lifeng, em mais uma rodada de negociações comerciais entre as duas potências.

Pequim, no entanto, evitou comentar diretamente o pedido de Washington. Em coletiva de imprensa, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, reiterou apenas o apelo do país por uma redução das tensões e o fim dos combates no Oriente Médio.

Irã diz que rota não está totalmente fechada

O governo iraniano afirmou que o Estreito de Ormuz não está completamente bloqueado.

Segundo o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, a passagem marítima continua aberta para outros países, mas está restrita a embarcações dos Estados Unidos, de Israel e de seus aliados, considerados pelo governo iraniano como participantes da ofensiva militar contra o país.

A tensão na região já provoca impactos diretos nos mercados globais de energia. O petróleo Brent superou os US$ 104,50 por barril, refletindo o receio de investidores sobre possíveis interrupções no fornecimento.

Além do transporte marítimo, o conflito também tem causado restrições no tráfego aéreo e ataques com drones na região do Golfo, aumentando a instabilidade geopolítica.

Autoridades norte-americanas avaliam que o confronto pode ser resolvido em algumas semanas, o que ajudaria a reduzir os preços da energia. Já o governo iraniano afirmou que está preparado para manter o conflito “pelo tempo que for necessário”.

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Guerra no Oriente Médio eleva preço da soja, mas exigências fitossanitárias travam exportações


Reprodução Aprosoja Brasil

Os preços internacionais da soja registraram alta na última semana, impulsionados principalmente pelo aumento das tensões no Oriente Médio. O cenário geopolítico elevou as preocupações sobre o fluxo de petróleo na região e sustentou as cotações das commodities energéticas, refletindo também no mercado de grãos.

De acordo com pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a valorização externa contribuiu para elevar a paridade de exportação da soja brasileira, o que ajudou a sustentar as cotações no mercado doméstico.

Apesar desse movimento de alta, o ritmo de negócios nos portos brasileiros foi limitado nos últimos dias. Segundo o Cepea, novos protocolos de exigências fitossanitárias têm gerado incertezas no comércio internacional da oleaginosa.

Esse cenário levou à devolução de cargas destinadas à exportação, o que acabou reduzindo o volume de negociações nos portos.

Diante das dúvidas sobre a aplicação das novas regras, parte dos agentes do mercado passou a priorizar negociações no mercado interno, especialmente entre diferentes regiões produtoras.

A estratégia busca reduzir riscos enquanto exportadores e compradores aguardam maior clareza sobre os procedimentos sanitários exigidos nas operações internacionais.

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Congresso promulga acordo comercial Mercosul–União Europeia nesta terça-feira


Senado
Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O Congresso Nacional deve promulgar nesta terça-feira (17), em sessão solene, o decreto legislativo que ratifica o Acordo Provisório de Comércio entre o Mercosul e a União Europeia. A cerimônia está marcada para as 15h30 e formaliza a aprovação do texto pelo Parlamento brasileiro.

O acordo foi firmado em janeiro, em Assunção, no Paraguai, e aprovado pelo Senado no início de março, encerrando um processo de negociação que se estendeu por mais de duas décadas.

O tratado prevê a redução de tarifas para cerca de 91% dos produtos importados pelo Mercosul e 95% dos produtos importados pela União Europeia, ampliando o acesso entre os mercados dos dois blocos.

Juntos, Mercosul e União Europeia representam um mercado de aproximadamente 718 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto (PIB) estimado em US$ 22,4 trilhões, equivalente a cerca de R$ 115 trilhões.

Dados do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) indicam que a União Europeia é atualmente o segundo principal parceiro comercial do Brasil.

Em 2025, o fluxo de comércio entre Brasil e o bloco europeu somou cerca de US$ 100 bilhões (R$ 520 bilhões) em bens, com ligeiro superávit para os países europeus.

Entrada em vigor depende de ratificação

Para que o acordo passe a valer plenamente, é necessário que os países envolvidos comuniquem formalmente a ratificação do tratado.

A Comissão Europeia anunciou em 27 de fevereiro que pretende iniciar a aplicação provisória das regras comerciais, mesmo antes da ratificação completa por todos os parlamentos nacionais da União Europeia.

No caso brasileiro, a promulgação do decreto legislativo pelo Congresso era uma das etapas necessárias para formalizar a adesão do país ao acordo.

Segundo o governo brasileiro, a expectativa é de que o tratado entre em vigor em até 60 dias após a promulgação.

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Última semana do verão começa com pancadas de chuva e risco de temporais


Imagem gerado por IA para o Canal Rural

A segunda-feira (16) começa com tempo firme em parte do Brasil, mas áreas de instabilidade devem se intensificar ao longo do dia. O avanço do calor e da umidade, aliado à atuação de sistemas meteorológicos, favorece pancadas de chuva moderadas a fortes em várias regiões, com risco de temporais e rajadas de vento.

O aumento da nebulosidade e das chuvas ocorre principalmente entre a tarde e a noite, quando as instabilidades ganham força em diversas áreas do país.

Sul terá retorno da chuva e rajadas de vento fortes

A manhã começa com sol entre nuvens e tempo firme em grande parte da Região Sul.

No entanto, a partir da tarde, áreas de instabilidade se formam devido ao calor, à umidade e à presença de uma área de baixa pressão no interior do continente.

Há previsão de:

  • chuva moderada no litoral do Paraná e de Santa Catarina, influenciada pela umidade marítima
  • pancadas moderadas no oeste catarinense e no norte do Rio Grande do Sul
  • chuvas moderadas a fortes no oeste e noroeste do Paraná e no sudoeste gaúcho

Nas demais áreas, o dia segue com predomínio de sol e aumento das temperaturas.

As rajadas de vento variam entre 40 e 50 km/h em diversas áreas da região. No sul do Rio Grande do Sul, os ventos podem chegar a 70 km/h.

Sudeste terá temporais em Minas e chuva forte no interior paulista

No Sudeste, a manhã começa com tempo firme em grande parte da região, mas as instabilidades aumentam ao longo do dia.

A circulação de umidade e a presença de um cavado em níveis médios da atmosfera favorecem a formação de pancadas de chuva.

Há previsão de:

  • chuva moderada a forte no norte e leste de Minas Gerais
  • temporais no Triângulo Mineiro e no centro-norte do estado
  • pancadas intensas na metade norte do Espírito Santo

No extremo nordeste mineiro, há alerta para acumulados elevados de chuva.

Em São Paulo, o aquecimento e o fluxo de umidade favorecem pancadas moderadas a fortes no norte, noroeste e oeste do estado. Já no sul e sudoeste paulista, a chuva ocorre de forma mais moderada.

Nas demais áreas do Sudeste, incluindo o sul de Minas Gerais, o tempo segue firme e com temperaturas em elevação.

Centro-Oeste terá pancadas fortes e risco de temporais

No Centro-Oeste, a instabilidade aparece já nas primeiras horas do dia, principalmente em áreas do norte e noroeste de Mato Grosso, além do nordeste de Goiás e sudoeste de Mato Grosso do Sul.

Entre o final da manhã e a tarde, as áreas de chuva ganham força.

A previsão indica:

  • pancadas moderadas a fortes em Mato Grosso e Goiás
  • risco de temporais no estado de Goiás e no centro-leste de Mato Grosso
  • chuvas fortes no norte e centro-leste de Mato Grosso do Sul

Ao longo da noite, o tempo tende a melhorar em Mato Grosso do Sul, enquanto instabilidades isoladas ainda podem ocorrer em Mato Grosso e Goiás.

Nordeste tem alerta para chuva volumosa na Bahia

No Nordeste, a instabilidade continua atuando em várias áreas, impulsionada pela Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e pela presença de um Vórtice Ciclônico em Altos Níveis (VCAN).

Há previsão de chuvas moderadas a fortes em:

  • grande parte da Bahia
  • Maranhão
  • Piauí
  • Ceará
  • oeste de Pernambuco

Existe risco de temporais no Maranhão, no sul e oeste do Piauí e na metade sul da Bahia.

Entre Ilhéus e o sul da Bahia, há alerta para chuva volumosa e acumulados elevados.

Nas demais áreas da região, o tempo segue quente e com sol entre nuvens.

Norte terá chuva forte e temporais em vários estados

A região Norte também enfrenta instabilidades ao longo desta segunda-feira. A presença de umidade e a atuação da Zona de Convergência Intertropical favorecem pancadas de chuva desde cedo.

As chuvas atingem principalmente:

  • Amazonas
  • Pará
  • Tocantins
  • Roraima
  • Acre
  • Rondônia
  • Amapá

Entre o fim da manhã e a tarde, as pancadas ganham força e podem ocorrer temporais em vários pontos da região.

Os maiores alertas incluem grande parte do Pará, o Amapá, áreas do Acre e de Roraima, além do leste e centro-sul do Amazonas.

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Mercado segue em alerta com preço do petróleo e proximidade da Super Quarta


PODCAST Diário Econômico

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que a alta do petróleo segue como principal foco de instabilidade, com o Brent acima de US$ 100 após ameaças no Estreito de Ormuz. Bolsas de NY caíram, dólar global se fortaleceu e o DXY superou 100 pontos.

No Brasil, Ibovespa recuou a 177 mil pontos e o dólar subiu a R$ 5,31, com atuação do Banco Central. O IPCA de fevereiro ficou em 0,7% e a semana será marcada pela super quarta, com decisões do Fed e do Copom.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Itália está pronta para apoiar acordo com Mercosul quando preocupações dos…


Logotipo Reuters

ROMA, 18 Dez (Reuters) – A Itália estará disposta a apoiar um acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul assim que as questões relacionadas à agricultura forem resolvidas, disse a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, nesta quinta-feira.

“O governo italiano está pronto para assinar o acordo assim que as respostas necessárias forem fornecidas aos agricultores, o que depende das decisões da Comissão Europeia e pode ser rapidamente resolvido”, disse Meloni em um comunicado.

Mais cedo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que Meloni havia lhe dito que apoiava o acordo comercial do Mercosul, mas pediu paciência para garantir o apoio interno.

(Reportagem de Crispian Balmer)

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Você viu? Já tem país implantando mistura de 50% de biodiesel no diesel


biodiesel
Foto: Abiove

O vice-ministro de ⁠Energia da Indonésia, Yuliot Tanjung, disse na última quarta-feira (11) que o país está acelerando ​testes de estrada para o biodiesel B50, produzido com mistura de 50% ⁠de ​biocombustível ​a partir de ⁠óleo de palma ⁠no diesel. Essa foi uma das reportagens mais lidas da última semana no site do Canal Rural.

A medida deve ser implementada ainda este ‌ano por conta do aumento dos ‌preços do ‌petróleo em decorrência da guerra entre Irã, Israel e Estados Unidos.

Atualmente, o país asiático, com mais de 280 milhões de habitantes, já adiciona 40% de combustível proveniente de óleo vegetal ao insumo fóssil.

Brasil ainda não fez novas elevações

O Brasil utiliza, desde 1 de agosto de 2025, o B15, ou seja, adiciona 15% de biocombustível renovável ao diesel. A elevação para B16 estava prevista, pela legislação, para 1 de março deste ano, o que ainda não ocorreu, a despeito de pressão do setor produtivo.

Na quarta-feira, em documento conjunto, mais de 40 entidades representativas do agronegócio e da agroindústria brasileira solicitaram ao governo federal a elevação imediata da mistura obrigatória de biodiesel no diesel para 17% (B17).

Segundo as entidades, a medida se torna ainda mais relevante diante do cenário internacional de instabilidade geopolítica e forte volatilidade nos preços do petróleo, fatores que podem afetar diretamente os custos da economia brasileira.

Para o setor, ampliar o percentual de biodiesel na mistura com o diesel seria uma forma de fortalecer a segurança energética do país, reduzir a dependência da importação do combustível fóssil e estimular o uso de fontes renováveis.

No documento, as organizações afirmam que a adoção do B17 pode ajudar a diminuir a dependência brasileira do diesel importado, além de impulsionar cadeias produtivas ligadas aos biocombustíveis, gerando emprego, renda e desenvolvimento regional.

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Incerteza logística e alta do diesel devem afetar arroba do boi na 2ª quinzena de março


boiada, carne orgânica do Pantanal, boi
Foto: Raquel Brunelli/Embrapa

O mercado físico do boi gordo registrou grande volatilidade de preços ao longo da semana por conta do conflito no Oriente Médio.

O analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias ressalta que em São Paulo algumas indústrias tiveram que mudar sua estratégia e voltaram a negociar em níveis mais altos de preço no início da semana.

“Depois, voltaram a trabalhar com preços mais baixos na compra de gado. Já em outros estados, a exemplo de Mato Grosso do Sul, permanecem as tentativas de compra em níveis mais baixos de preço”, conta.

Segundo ele, no atual contexto, a grande preocupação para o mercado de carne bovina segue na necessidade de reavaliar as rotas e no tempo adicional das cargas no oceano, com a paralisação no Estreito de Ormuz.

Iglesias ressalta que os preços dos combustíveis, que vem em elevação no Brasil e ao redor do mundo, é outro ingrediente a se ponderar na segunda quinzena de março.

“Os impactos na logística do setor de carnes vai continuar, com possíveis atrasos na entrega, o que vai ser computado no mercado nos próximos dias. Se o quadro no Oriente Médio se agravar ao longo deste mês, teremos certamente mais problemas nessa dinâmica logística global”, avalia.

Preços médios do boi gordo

Os valores do boi gordo, na modalidade a prazo, estavam assim no dia 12 de março:

  • São Paulo (Capital): R$ 345, baixa de 1,43% em relação aos R$ 350 praticados no final da semana passada;
  • Goiás (Goiânia): R$ 330, estável frente ao encerramento da semana passada;
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 345, inalterado frente ao fechamento da semana anterior;
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 335, queda de 1,47% ante os R$ 340 praticados no final da semana passada;
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 340, sem alteração frente ao valor praticado na semana passada;
  • Rondônia (Vilhena): R$ 310, recuo de 1,59% ante os R$ 315 registrados no final da semana passada.

Mercado atacadista

No mercado atacadista, houve acomodação de preços ao longo da semana. Iglesias ressalta que nem mesmo a entrada dos salários na economia foi suficiente para justificar novos reajustes dos preços da carne bovina.

“O fato é que a carne bovina já assumiu um patamar de preços que afasta boa parte dos consumidores brasileiros, em especial aquelas famílias que têm como renda entre um e dois salários-mínimos. A prioridade está no consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e ovos”, contextualiza Iglesias.

  • Quarto do dianteiro: precificado a R$ 20,50, queda de 2,38% frente aos R$ 21,00 por quilo do final da semana anterior;
  • Quarto traseiro: cotados a R$ 27,00 por quilo, sem alterações em relação à última semana.

Exportações de carne bovina

carne bovina exportações China
Foto: Pixabay

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 341,193 milhões em março até o momento (5 dias úteis), com média diária de US$ 68,238 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 59,986 mil toneladas, com média diária de 11,997 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.687,80.

Em relação a março de 2025, houve alta de 22,9% no valor médio diário da exportação, ganho de 5,9% na quantidade média diária exportada e avanço de 16,1% no preço médio.

*Com informações de Safras News

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Embrapa lança programas de baixo carbono para as culturas de milho e sorgo


A Embrapa oficializou o lançamento dos programas Milho Baixo Carbono (MBC) e Sorgo Baixo Carbono (SgBC), iniciativas que visam consolidar o Brasil como líder na produção sustentável de grãos. O anúncio ocorreu na última quarta-feira (11), durante as celebrações de 50 anos da Embrapa Milho e Sorgo (MG). O foco central das novas marcas-conceito é a certificação do produto e não da propriedade, mensurando a intensidade das emissões de gases de efeito estufa (GEE) por tonelada de grão produzida.

Com a abertura do edital público para seleção de instituições apoiadoras prevista para agosto de 2026, os programas buscam validar protocolos alinhados a padrões internacionais de sustentabilidade. O objetivo é diferenciar e agregar valor ao milho e ao sorgo cultivados sob práticas que priorizam a baixa emissão de carbono, atendendo a nichos de mercado que já exigem rastreabilidade e critérios ambientais rigorosos.

Protocolos sistema de certificação

O cálculo das emissões será realizado com base em critérios técnico-científicos, utilizando o sistema MRV (Medição, Relato e Verificação). Segundo o pesquisador Arystides Resende Silva, da Embrapa Milho e Sorgo, a certificação será voluntária e realizada por instituições certificadoras terceiras. O projeto aproveita a expertise já acumulada pela Embrapa no desenvolvimento de selos similares, como os da carne, soja e trigo baixo carbono.

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O desenvolvimento dos protocolos abrange duas etapas principais. Na fase inicial, serão elaboradas e validadas as diretrizes técnicas em unidades de observação ao longo de três ciclos produtivos. Nessas áreas, serão monitorados o aporte de insumos, as operações mecanizadas e o balanço de carbono no solo, gerando dados precisos sobre a eficiência produtiva por unidade de carbono emitida da porteira para dentro.

Parcerias público-privadas e competitividade

A segunda fase do programa foca na implementação comercial dos selos. De acordo com os pesquisadores envolvidos, os selos MBC e SgBC funcionam como um diferencial competitivo para o produtor e para a indústria de processados, atraindo consumidores e investidores focados na origem e na pegada ambiental dos alimentos.

A viabilidade dos programas depende diretamente da adesão de parceiros privados por meio de editais de chamamento. Para a chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Milho e Sorgo, Cynthia Damasceno, essa integração entre ciência e mercado é fundamental para que os indicadores de sustentabilidade sejam robustos e, ao mesmo tempo, aplicáveis à realidade do campo. O engajamento do setor privado permitirá a validação final dos protocolos, garantindo que o milho e o sorgo brasileiros sigam competitivos em uma economia global de baixo carbono.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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