terça-feira, março 10, 2026

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Quais as principais doenças da soja? Embrapa aponta e dá dicas, da atenção ao manejo


(Cláudia Godoy/Embrapa)

As doenças da soja seguem como um dos principais desafios enfrentados pelos produtores brasileiros e exigem atenção constante ao manejo, às condições climáticas e ao histórico das áreas cultivadas. A ocorrência e a severidade variam conforme a região, o clima da safra e as estratégias adotadas no campo, o que reforça a importância do monitoramento e da prevenção para reduzir riscos e perdas de produtividade.

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Entre as doenças que atacam o sistema radicular, a podridão de fitóftora é considerada relevante, especialmente na região Sul do país, embora não tenha ocorrência generalizada. Já a podridão causada por Macrophomina está fortemente associada ao estresse hídrico e pode ocorrer em praticamente todas as regiões produtoras, tornando-se uma preocupação recorrente em safras mais secas.

No caule da planta, o mofo branco se destaca como uma das principais doenças, sendo mais comum em regiões com temperaturas mais amenas. Já entre as doenças foliares, o oídio costuma aparecer com maior intensidade em safras menos chuvosas, enquanto a mancha-alvo é amplamente disseminada nas áreas produtoras.

A ferrugem asiática, por sua vez, está presente em praticamente todas as regiões do país, favorecida por condições de alta umidade. A antracnose também merece atenção, principalmente em áreas com maior volume de chuvas, como o Cerrado.

A adoção de estratégias preventivas é apontada como fundamental para dar mais segurança ao produtor. Embora não exista um estudo específico que quantifique exatamente os ganhos da prevenção, a experiência no campo mostra que o manejo adequado reduz o risco de perdas produtivas e pode contribuir para a redução de custos ao evitar intervenções tardias. O conhecimento das doenças mais comuns em cada região permite decisões mais assertivas ao longo da safra.

No caso da ferrugem asiática, uma das principais ameaças à cultura, o uso de cultivares com genes de resistência é uma ferramenta importante, aliada ao vazio sanitário e ao controle químico. Essas cultivares não são imunes, mas apresentam evolução mais lenta da doença, o que reduz a multiplicação do fungo e amplia a janela para um controle mais eficiente no momento adequado.

O monitoramento da ferrugem também depende da atuação de redes regionais e de parceiros que alimentam os dados do Consórcio Antiferrugem. Estados como o Paraná aparecem com maior número de registros, o que está relacionado não apenas às condições climáticas e à época de semeadura, mas também à maior intensidade de monitoramento e ao número de propriedades acompanhadas. Em outras regiões, especialmente onde a semeadura ocorre mais tarde, os registros tendem a aumentar ao longo de janeiro.

As condições climáticas exercem influência direta sobre a ocorrência das doenças. Umidade e temperatura são fatores determinantes para a germinação e a disseminação dos fungos. Safras mais chuvosas podem favorecer podridões e morte de plântulas, enquanto epidemias de ferrugem estão diretamente ligadas à frequência e à distribuição das chuvas. O oídio apresenta um comportamento distinto, já que excesso de chuva pode reduzir sua severidade ao remover estruturas do fungo presentes na superfície das folhas.

Outro tema que vem chamando a atenção é a chamada “morredeira da soja”. Amostras analisadas até o momento indicam que é pouco provável que todo o problema esteja relacionado a patógenos de solo. Em diversas áreas avaliadas, não foram observados sinais típicos de doenças, como lesões ou podridões, o que indica que outras causas ainda estão sendo investigadas. Estudos adicionais estão em andamento para esclarecer o fenômeno.

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Soja enfrentou cenário de intensa volatilidade nos preços



Ampla disponibilidade do grão no mercado global pressionou os preços para baixo



Foto: United Soybean Board

Ao longo de 2025, a soja enfrentou um cenário de intensa volatilidade nos preços, marcado por mudanças políticas, disputas comerciais e uma oferta global elevada. Segundo dados divulgados pelo Cepea, as cotações médias atingiram os menores patamares dos últimos anos. O mercado internacional de soja foi impactado por uma combinação de fatores que dificultaram previsões e decisões comerciais. Segundo o Cepea, a ampla disponibilidade do grão no mercado global pressionou os preços para baixo, refletindo diretamente nas negociações internas brasileiras.

Entre os elementos que influenciaram a trajetória do mercado em 2025, destacam-se as tensões comerciais entre China e Estados Unidos — os dois maiores players do setor. Essas disputas afetaram o fluxo de exportações, gerando incertezas entre tradings e produtores. Outro fator foi a mudança na política de “retenciones” na Argentina, que alterou o comportamento dos exportadores do país vizinho, tradicional competidor do Brasil no mercado externo.

Apesar das dificuldades, a demanda por soja seguiu em expansão em diversos países, especialmente asiáticos. Ainda assim, esse aumento não foi suficiente para equilibrar a balança frente à grande oferta. Segundo o Cepea, mesmo com o crescimento da procura, os preços médios mantiveram-se em queda, tanto nos portos brasileiros quanto nos contratos internacionais.

O Brasil, maior exportador mundial de soja, registrou um dos piores desempenhos de preços nos últimos anos. A forte concorrência no mercado externo, somada à política cambial e à alta dos custos de produção, reduziu as margens dos produtores, principalmente aqueles que não conseguiram travar preços antecipadamente.

Para 2026, as expectativas giram em torno de ajustes na produção, resposta do mercado às políticas externas e novos alinhamentos comerciais. Segundo o Cepea, a recuperação dos preços dependerá da redução na oferta global e da estabilidade nos acordos entre grandes economias. Produtores devem manter atenção redobrada às dinâmicas internacionais, que seguirão como principal vetor de precificação no setor.





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Preços em alta movimentam mercado de milho



Cotações do cereal ficaram acima dos níveis



Foto: Divulgação

Mesmo com produção histórica de 141 milhões de toneladas em 2025, os preços do milho subiram em relação a 2024. Segundo dados divulgados pelo Cepea, o avanço da produtividade garantiu volume recorde, mas o mercado operou com valorização durante boa parte do ano.

Ao contrário do que tradicionalmente se espera diante de uma supersafra, o mercado brasileiro de milho registrou recuperação nos preços ao longo de 2025. Segundo o Cepea, as cotações do cereal ficaram acima dos níveis observados em 2024, desafiando a lógica de que maiores volumes pressionam o mercado para baixo.

A produção total do ciclo 2024/25 atingiu 141 milhões de toneladas, o maior volume já registrado no país, representando um salto de 22% em relação à safra anterior. Esse crescimento foi impulsionado, sobretudo, pelo desempenho da segunda safra — tradicionalmente a mais relevante — beneficiada por clima favorável e aumento de produtividade em estados como Mato Grosso, Paraná e Goiás.

Apesar do aumento na oferta, fatores como demanda aquecida no mercado interno, retomada das exportações e menor competitividade de alguns concorrentes externos sustentaram os preços em patamares mais altos. De acordo com o Cepea, esse cenário favoreceu os produtores brasileiros, que conseguiram maior rentabilidade mesmo com custos elevados de produção.

Outro ponto que contribuiu para a valorização foi a melhoria na qualidade do grão colhido, que atendeu aos padrões exigidos por compradores internacionais. Com isso, o Brasil manteve posição de destaque no comércio global, reforçando sua imagem como fornecedor confiável e competitivo.

A perspectiva para os próximos meses é de atenção redobrada ao clima e às movimentações logísticas, especialmente nos portos. Segundo o Cepea, o desempenho do milho brasileiro em 2025 mostra que produtividade e demanda podem coexistir com preços firmes, consolidando o país como peça-chave no equilíbrio global do mercado de grãos.





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Brasil reduziu área de trigo em 2025 e acende alerta



A área cultivada em 2025 é a menor desde 2020



Foto: Canva

Após uma safra marcada por prejuízos em 2024, a cultura do trigo sofreu novo revés em 2025 — desta vez pela perda de área. A decisão dos produtores de reduzir o plantio foi motivada, sobretudo, pela frustração com os resultados da temporada anterior, afetada por condições climáticas adversas que comprometeram a produtividade e a rentabilidade.

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a área cultivada em 2025 é a menor desde 2020, com queda de aproximadamente 20% em relação ao ano anterior. O Paraná, principal produtor nacional, concentrou boa parte dessa retração, refletindo o desânimo de agricultores diante do risco climático e dos custos de produção.

A diminuição no cultivo reflete um comportamento defensivo por parte dos produtores, que buscaram alternativas mais seguras e rentáveis, como milho ou soja de inverno. Segundo dados da Conab, essa mudança de estratégia foi mais visível nas regiões que enfrentaram geadas, excesso de chuvas ou estiagens no ciclo 2024, comprometendo o desenvolvimento das lavouras de trigo.

Ainda que o trigo brasileiro venha ganhando espaço no mercado interno e nas exportações nos últimos anos, os episódios de instabilidade climática e a volatilidade de preços continuam sendo entraves ao seu avanço. Em 2025, esse cenário desestimulou investimentos em tecnologia e renovação de áreas.

Com menor área plantada, o desempenho da safra de trigo em 2025 dependerá fortemente do clima nos meses finais do ciclo. Segundo a Conab, o recuo sinaliza a necessidade de políticas de mitigação de riscos e incentivo à cultura, especialmente em estados-chave como o Paraná. O setor segue atento às próximas movimentações do mercado e às perspectivas climáticas para decidir os rumos de 2026.





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Bioinsumos e fertilizantes são alternativas viáveis para o déficit hídrico na safra de soja de 2026


Os bioinsumos são altamente eficazes contra déficit hídrico na soja, complementando fertilizantes com mecanismos biológicos que aumentam raízes em 20-30% e regulam hormônios de estresse. Microrganismos como Azospirillum, Bacillus e micorrizas melhoram absorção de água e nutrientes sob seca, recuperando 10-20% da produtividade perdida em florescimento 

Para Douglas Vaz-Tostes, gerente técnico nacional da GIROAgro, a força da safra está diretamente ligada à qualidade dos insumos utilizados: “A escolha correta dos insumos, principalmente dos fertilizantes,  define a eficiência de todo o sistema produtivo. Quando o produtor investe em nutrientes adequados, na dose certa e no momento certo, ele reduz perdas, aumenta a rentabilidade e protege o potencial produtivo da cultura.”

Os fertilizantes foliares são uma das principais alternativas viáveis para a safra de soja 2026/27 no Brasil, especialmente sob chuvas irregulares no Centro-Oeste. A adoção já atinge 46,7% da área cultivada (soja 62% do total), com crescimento anual de 20%, comprovando eficácia prática em cenários climáticos adversos.

A previsão climática para 2026 no Rio Grande do Sul, por exemplo, indica um ano de transição: começa sob influência da La Niña, passa para neutralidade entre o fim do verão e o outono e pode evoluir para um episódio de El Niño entre o inverno e a primavera. Além disso, a meteorologista ressalta que fenômenos de curto prazo, menos previsíveis, podem ocorrer ao longo do ano e alterar temporariamente o padrão climático esperado, mesmo dentro desse cenário geral. 

Apesar de ser um momento em que há muita adversidade climática, este não é um fator que irá determinar tanto o desempenho da safra de soja para o ano de 2026, que deve ser recorde no Brasil, superando 2025/26 apesar de chuvas irregulares localizadas. Abiove projeta 177,7 milhões de toneladas, um aumento de cerca de 3,4%  (172,1 milhões de toneladas) em relação a  2025.





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Paraná registra 88 casos de ferrugem-asiática da soja


De acordo com o Consórcio Antiferrugem,  a safra de soja 2025/2026 conta com 144 registros de ferrugem-asiática da soja, uma das doenças mais severas para a cultura da soja: sendo 88 casos no Paraná, 44 no Mato Grosso do Sul, 5 no Rio Grande do Sul, 4 em São Paulo, 2 em Santa Catarina e 1 registro em Minas Gerais. Ao se comparar o mesmo período do ano passado, observa-se que o Paraná havia registrado 41 no início de janeiro. Portanto, o Paraná tem o dobro das ocorrências da safra passada. “O aumento no número de relatos não indica perda de controle da doença, mas sim que a ferrugem foi identificada na região e precisa ser manejada adequadamente. É um sinal de que há esporos circulando e de que o produtor precisa utilizar Fungicidas com eficiência para o manejo da ferrugem.”, destaca a pesquisadora Cláudia Godoy, da Embrapa soja.

Na avaliação da pesquisadora, a maior ocorrência de relatos de ferrugem-asiática da soja na região Sul do Brasil está relacionada a maior sobrevivência de plantas voluntárias de soja na entressafra, à janela de semeadura, na região, e ao monitoramento da doença. A pesquisadora afirma que o clima mais úmido durante o inverno, no Sul, favorece a sobrevivência da soja voluntária — plantas que nascem espontaneamente após a colheita — e, consequentemente, do fungo causador da ferrugem. “Com a ocorrência de chuvas no inverno, há maior sobrevivência da soja voluntária, na qual o fungo acaba se mantendo”, explica. “No Cerrado, onde o inverno é mais seco, essa sobrevivência é menor”, diz a pesquisadora.

O vazio sanitário, período de 90 dias em que é proibido semear soja –  determina a eliminação das plantas de soja. “Mesmo assim, há presença significativa dessas plantas em meio a outras lavouras na região Sul, o que contribui para a manutenção da doença”, diz. Outro fator apontado pela pesquisadora é a janela de semeadura. “Estados como o Paraná iniciam o plantio já no dia 1º de setembro, assim como regiões do Paraguai. Quanto mais cedo se semeia, mais cedo a ferrugem começa a aparecer, principalmente quando há proximidade com fontes de inóculo”, afirma Godoy.

Além disso, o número elevado de relatos no Sul também está ligado à metodologia de registro. Os dados do Consórcio Antiferrugem são contabilizados por município, e o Paraná, por exemplo, possui um número maior de municípios em comparação a outros estados. “Os registros são voluntários e dependem da atuação de técnicos e agrônomos em campo. E as regiões com forte presença de cooperativas, como ocorre no Paraná, acabam apresentando maior número de notificações”, explica Cláudia.

No Centro-Oeste brasileiro, por outro lado, a colheita se aproxima e a ferrugem tende a causar menos impacto. “Os produtores estão conseguindo maior “escape” da doença. Porém, nessa região, outras enfermidades, como a mancha-alvo, têm maior relevância econômica”, ressalta Cláudia.

Orientações ao produtor

Com o avanço da resistência do fungo causador de ferrugem-asiática aos fungicidas há a necessidade do uso de produtos multissítios em associação. Esses fungicidas atacam o fungo em múltiplos pontos do seu metabolismo simultaneamente, por isso, o risco de o fungo desenvolver resistência a eles é mais baixo. “Essa estratégia é fundamental para aumentar a eficiência do controle e prolongar a vida útil dos fungicidas disponíveis”, afirma.

Os produtores podem baixar o aplicativo do Consórcio Antiferrugem na Google Play e Apple Store e acompanhar os dados do Consórcio Antiferrugem.  A eficiência dos fungicidas disponíveis no mercado pode ser consultada no aplicativo “Classificação de eficácia de fungicidas químicos e biológicos: módulo soja” no site da rede de fitossanidade tropical (RFT), com informações baseadas em ensaios cooperativos de quatro safras. As circulares técnicas com ensaios detalhados para ferrugem-asiática são disponibilizadas no site da RFT.





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Boi gordo fecha a semana sem mudanças em SP



Boi gordo mantém estabilidade em São Paulo



Foto: Divulgação

O mercado do boi gordo manteve estabilidade em São Paulo nesta sexta-feira (9), segundo análise do informativo “Tem Boi na Linha”, publicado pela Scot Consultoria. O levantamento aponta que, como é comum para o último dia útil da semana, o volume de negócios foi reduzido.

De acordo com a Scot Consultoria, frigoríficos com escalas de abate mais confortáveis apresentaram menor participação no mercado, atuando apenas em oportunidades pontuais. Já as unidades que permaneceram ativas negociaram nos preços vigentes. O informativo registra que “havia relatos de negócios acima da referência, mas ainda insuficientes para estabelecer um padrão de preços”.

A análise indica que a oferta de boiadas foi suficiente para atender à demanda, enquanto o escoamento da carne seguiu em ritmo considerado adequado, o que contribuiu para o equilíbrio do mercado. Conforme o relatório, “na comparação feita dia a dia, os preços permaneceram estáveis para todas as categorias”. As escalas de abate atendiam, em média, a sete dias.

Para a próxima segunda-feira, a Scot Consultoria projeta a manutenção do cenário observado. Segundo o informativo, “o bom desempenho do escoamento da carne deverá dar sustentação ao mercado”.

Em Mato Grosso, o cenário foi semelhante. A análise aponta que a oferta vigente atendeu à demanda, sem formação de sobras, com a maior parte dos frigoríficos operando com escalas confortáveis. De acordo com a Scot Consultoria, as vendas de carne mantiveram o mercado equilibrado, resultando em estabilidade de preços na comparação diária em todas as categorias nas quatro praças do estado.

Ainda conforme o informativo “Tem Boi na Linha”, as escalas de abate em Mato Grosso atendiam, em média, entre sete e dez dias.





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Brasil espera estabilidade jurídica na Venezuela para ampliar venda de arroz


lã niña influencia arroz
Foto: Unsplash

A Venezuela está entre os principais compradores de arroz em casca brasileiro: importou 165 mil toneladas na última safra. Com a instabilidade sofrida após o ataque do presidente Donald Trump ao país, a Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) aguarda os próximos passos para definir estratégias de exportaçãovenda.

O presidente da entidade, Denis Dias Nunes, destaca que a expectativa é que o contexto geopolítico não tenha mais sobressaltos e, futuramente, que se ganhe mais estabilidade jurídica, econômica e política para que as vendas brasileiras ao vizinho aumente.

“A Venezuela é uma grande consumidora per capta de arroz, consumindo em torno de um milhão de toneladas por ano. Por conta de o arroz ser um produto barato, de fácil manuseio e cocção, ele se tornou muito importante para aquele país”, conta.

Nunes pontua que pelos acordos comerciais traçados entre ambos e pela qualidade na produção, o cereal brasileiro ganhou a preferência dos venezuelanos.

“Esperamos que se ganhe certa segurança jurídica e até uma facilidade financeira [nas transações]. As tradings tinham certa dificuldade em negociar com a Venezuela. Esperamos que as coisas se normalizem, que possam ser liberados dólares e cartas de crédito através até mesmo dos bancos norte-americanos [para a importação de arroz].”

Segundo ele, caso o país vizinho não importe mais o arroz em casca brasileiro por conta das instabilidades que vive atualmente, restará ao Brasil pulverizar o volume destinado aos venezuelanos para outras nações do continente, a exemplo dos países da América Central, como o Panamá.

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Pasto maternidade na pecuária: planejamento é peça-chave para o sucesso; saiba por quê


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

A estruturação do pasto maternidade é uma decisão crucial para quem atua na cria de gado, pois influencia diretamente a sobrevivência dos recém-nascidos e o bem-estar das matrizes.

Segundo o programa “Cada Bezerro Importa”, da BE.Animal, um ambiente que respeite o instinto da vaca e facilite o monitoramento pela equipe de campo é fundamental.

Um pasto maternidade bem planejado não serve apenas como um local de parição, mas como um centro de segurança que busca reduzir a mortalidade infantil no rebanho. Assim, a escolha do terreno é o primeiro ponto a ser considerado.

Confira:

A importância do terreno e da estrutura física

A área selecionada deve ser adequada, levando em conta o conforto térmico e nutricional das vacas, essenciais para a recuperação das matrizes e o desenvolvimento saudável dos bezerros.

Além disso, o tamanho do pasto deve ser equilibrado, pois áreas muito pequenas podem impedir comportamentos naturais das vacas, que preferem se afastar do rebanho durante o parto.

Oferecer espaço suficiente é vital para a saúde emocional das matrizes e o vigor dos bezerros, garantindo assim um manejo eficaz e ético.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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Arroba do boi gordo: confira como os preços encerraram a semana


boi, China
Foto: Arquivo/Canal Rural

O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com tentativas de compra em patamares mais baixos.

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, muitas indústrias estão ausentes da compra de gado, reavaliando a capacidade de abate.

“A expectativa é que os frigoríficos passem a operar com maior ociosidade em 2026, reorganizando a estrutura de produção em meio a perspectiva de menor ritmo de exportação, principalmente para a China“, indica.

Para ele, o acordo União Europeia Mercosul oferece uma perspectiva de maior volume de embarques de carne bovina para o bloco. “O aumento da exportação de produtos de maior valor agregado representa também um trunfo para a evolução das receitas. O cenário também sugere maiores bonificações a pecuaristas que negociam boi Europa”, diz.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 319,25 — ontem: R$ 319,77
  • Goiás: R$ 312,14 — R$ 313,93
  • Minas Gerais: R$ 314,12 — R$ 314,12
  • Mato Grosso do Sul: R$ 311,66 — R$ 312,18
  • Mato Grosso: R$ 296,95 — R$ 298,77

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços firmes no decorrer desta sexta-feira. Segundo Iglesias, a perspectiva é de alguma acomodação dos preços, ainda sob o efeito na entrada dos salários na economia.

“Durante a segunda quinzena do mês, com a demanda menos aquecida os preços tendem a recuar, com a população priorizando o consumo de proteínas mais acessíveis. Esse é o padrão comum de consumo previsto para o primeiro trimestre”, pontua.

  • Quarto traseiro: R$ 26,50 por quilo;
  • Quarto dianteiro: R$ 19,00 por quilo;
  • Ponta de agulha: R$ 17,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,44%, sendo negociado a R$ 5,3658 para venda e a R$ 5,3638 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3527 e a máxima de R$ 5,3982. Na semana, a moeda teve desvalorização de 1,00%.

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