quarta-feira, março 11, 2026

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VLI inicia embarques para exportação da safra 2024/2025 de soja


Perspectiva de produção recorde no país movimenta corredores logísticos Norte, Leste e Sudeste

A VLI, companhia de soluções logísticas que integra ferrovias, portos e terminais, iniciou os embarques para a exportação da safra 2024/2025 de soja que, segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), deve atingir recorde histórico, chegando a 166 milhões de toneladas, 12,4% em relação à temporada anterior. A partir da segunda quinzena de fevereiro até o segundo semestre, volumes captados nos estados de Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Bahia e Pará serão escoados por meio dos corredores logísticos Leste e Sudeste (Ferrovia Centro Atlântica – FCA) e Norte (Ferrovia Norte Sul – FNS).

Os embarques são realizados por meio do sistema multimodal da VLI, que integra, no Corredor Norte, os terminais logísticos de Porto Nacional e Palmeirante (TO) e de Porto Franco (MA) ao Terminal Portuário de São Luís (TPSL); e os terminais de Araguari, Pirapora e Uberaba (MG), nos Corredores Leste e Sudeste, ao porto de Tubarão (Espírito Santo) e ao Terminal Integrador Portuário Luís Antônio Mesquita – Tiplam (Baixada Santista) respectivamente.

“A safra da soja é fundamental para o desenvolvimento econômico do país à medida que compõe uma cadeia produtiva complexa, que vai desde a produção primária até a transformação industrial e a produção de carnes. Neste sentido, a integração entre portos, ferrovias e terminais traz eficiência e confiabilidade aos nossos clientes, permitindo que o grão seja exportado com sucesso para diferentes destinos do mundo, como Ásia, Europa e Estados Unidos”, afirma Gabriel Fonseca, gerente geral Comercial da VLI para a área de grãos.

Além do crescimento expressivo esperado nos volumes específicos de soja, em 2024/2025, o Brasil espera um recorde histórico também na safra de grãos como um todo. De acordo com levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em fevereiro, o país deve colher 325,7 milhões de toneladas destas commodities, o que representa crescimento de 9,4% em relação à temporada anterior. O resultado é reflexo de um aumento de 2,1% na área cultivada, estimada em 81,6 milhões de hectares, além da recuperação de 7,1% na produtividade média das lavouras, prevista para 3.990 quilos por hectare.





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Preços no mercado de suínos sobem de forma generalizada nesta segunda-feira (17)


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Altas generalizadas foram observadas no encerramento desta segunda-feira (17) para as cotações no mercado de suínos. De acordo com análise divulgada pelo Cepea, as cotações do suíno vivo e da carne estão em tendência de alta em fevereiro em todas as praças acompanhadas pelo Cepea. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso vem das aquecidas demandas interna e internacional. 

Segundo dados da Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo teve aumento de 2,96%, com preço médio de R$ 174,00, enquanto a carcaça especial subiu 0,71%, fechando em R$ 14,10/kg, em média.

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à sexta-feira (14), houve alta de 1,45% em Minas Gerais, chegando a R$ 9,10/kg, elevação de 0,35% no Paraná, com valor de R$ 8,49/kg, incremento de 2,32% no Rio Grande do Sul, chegando a R$ 8,38/kg, avanço de 2,42% em Santa Catarina, custando R$ 8,47/kg, e de 1,53% em São Paulo, fechando em R$ 8,63/kg.

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Cotações mistas, mas com pequenas mudanças, encerram esta segunda-feira (17)…


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Esta segunda-feira (17) terminou com cotações mistas para o mercado do frango, mas mudanças sutis nos preços. De acordo com dados do Cepea, o mercado de carne de frango está mais aquecido nesta primeira quinzena de fevereiro em São Paulo. Segundo pesquisadores do órgão, além da maior procura típica neste período – por conta do recebimento dos salários por parte da população –, a oferta está controlada, cenário que eleva os valores da proteína avícola negociada no atacado da Grande São Paulo.

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo subiu 1,85%, custando, em média, R$ 5,50/kg, enquanto a ave no atacado cedeu 0,37%, custando, em média, R$ 8,00/kg.

No caso do animal vivo, o preço ficou estável no Paraná, com valor de R$ 4,65/kg, assim como em Santa Catarina, com preço de R$ 4,61/kg.

Conforme informações do Cepea/Esalq,Vivo, referentes à sexta-feira (14), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado ficaram com preços estáveis, custando, respectivamente, R$ 8,41/kg e R$8,40/kg.

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Sistema FAEP critica ausência do texto do Marco Temporal na proposta de…


Ministro Gilmar Mendes pretende apresentar anteprojeto de lei com as mudanças na lei ao plenário do Supremo

Nesta segunda-feira (17), o Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o debate do texto proposto pelo ministro Gilmar Mendes para eventuais alterações na Lei do Marco Temporal, que trata da demarcação de terras indígenas. Para o Sistema FAEP, o texto-base da Lei do Marco Temporal precisa ser utilizado como referência para a formulação da futura proposta de Mendes, que pretende apresentar um anteprojeto de lei ao plenário do Supremo.

“Nossos produtores rurais estão vivendo na total insegurança jurídica pelo fato de que a lei que já existe, foi votada no Congresso, aprovada por ampla maioria, não está sendo cumprida. Qualquer texto que seja formulado para futura votação precisa ter o Marco Temporal como base, pois é a certeza de que o direito dos agricultores e pecuaristas, que estão na terra produzindo alimentos há décadas, sejam cumpridos”, destaca o presidente interino do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette.

A ideia do ministro Gilmar Mendes é apresentar ao plenário do STF um anteprojeto de lei com as mudanças aprovadas na comissão. Se homologado pelo plenário, o texto vai à votação pelo Congresso.

Há décadas, o Sistema FAEP pede o cumprimento do Marco Temporal, que ratifica que as demarcações de terras indígenas devem ser limitadas à data da promulgação da Constituição Federal (5 de outubro de 1988), para que os produtores rurais tenham segurança jurídica. No final de 2023, foi publicada a Lei 14.701, que ratifica o Marco Temporal.

“Essa discussão já ocorre há muito tempo. Precisamos chegar a uma solução, mas que essa considere os diretos dos produtores rurais, que apenas querem continuar trabalhando e produzindo alimentos”, destaca Meneguette.

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Preços e custos elevados do café podem afetar a demanda


Com preços elevados e custos operacionais maiores, torrefadoras podem repassar esses aumentos ao consumidor

Os preços futuros do café arábica continuaram em alta na última semana, com o contrato de março/25 ultrapassando 430 c/lb e acumulando valorização de mais de 20% no ano. “A alta é impulsionada pela expectativa de uma safra menor no Brasil em 25/26, alta comercialização da safra 24/25 e baixos estoques globais, mas também refletem o aumento dos custos de operação na Bolsa de NY”, diz Laleska Moda, analista de Inteligência de Mercado da Hedgepoint Global Markets.

Produtores já capitalizados com os preços mais altos nos últimos anos, não têm pressa para vender. O robusta também recebe suporte, elevando a arbitragem entre as variedades. Além disso, o aumento das margens iniciais na Bolsa de NY elevou os custos operacionais, especialmente para o contrato Maio/25 (em torno de 10%), agora o mais negociado.

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A alta dos preços do café e o aumento dos custos operacionais podem forçar traders com menor acesso a crédito a liquidar posições, intensificando a recompra de contratos futuros e aumentando a volatilidade.

Segundo Laleska, além disso, o atual spread entre contratos tem elevado a necessidade de capital, encarecendo as operações na Bolsa de NY. O avanço dos contratos de vencimento mais próximo ampliou esses spreads, tornando a rolagem de posições ainda mais custosa.

Apesar da alta dos preços, há preocupações com o impacto na demanda. “No Brasil, o basis do café arábica tipo 6 bebida dura e do 600 def caiu em fevereiro, indicando que o mercado interno pode não estar absorvendo totalmente as valorizações dos futuros. A desvalorização do dólar frente ao real também contribui para esse movimento”, aponta a analista.

Os diferenciais do café arábica em várias origens perderam força desde fevereiro, refletindo possíveis sinais de enfraquecimento da demanda. No Brasil, o diferencial do fine cup 17/18 está estagnado, enquanto em Honduras já está negativo, também refletindo a colheita no país.

“Com preços elevados e custos operacionais maiores, torrefadoras podem repassar esses aumentos ao consumidor. No Brasil, três grandes torrefadoras já sinalizaram reajustes até março, e a Nestlé anunciou aumentos globais acima do esperado, reforçando preocupações sobre um possível impacto negativo no consumo”, ressalta.

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Fonte:

Hedgepoint Global Markets





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Taxas de juros futuros têm baixas firmes após IBC-Br reforçar cenário de…


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Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – As taxas dos DIs fecharam a segunda-feira em baixa firme após dados do Banco Central mostrarem queda da atividade em dezembro, em mais um indício de desaceleração da economia brasileira.

O feriado do Dia dos Presidentes nos Estados Unidos manteve o mercado de Treasuries fechado, o que também reduziu a liquidez na renda fixa brasileira.

No fim da tarde a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2026 — um dos mais líquidos no curto prazo — estava em 14,67%, ante o ajuste de 14,794% da sessão anterior, enquanto a taxa para janeiro de 2027 marcava 14,575%, ante o ajuste de 14,791%.

Entre os contratos mais longos, a taxa para janeiro de 2031 estava em 14,29%, em queda de 26 pontos-base ante 14,553% do ajuste anterior, e o contrato para janeiro de 2033 tinha taxa de 14,25%, ante 14,514%.

Sem a referência dos Treasuries, o mercado brasileiro se voltou para a agenda doméstica, que tinha o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) como destaque.

Considerado um sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), o indicador caiu 0,7% em dezembro ante novembro, em dado dessazonalizado. O resultado foi bem pior do que a expectativa em pesquisa da Reuters, de recuo de 0,4%.

Foi o resultado mensal mais fraco desde maio de 2023 (-1,72%), levando o índice a fechar o quarto trimestre com estagnação na comparação com os três meses anteriores, em dado dessazonalizado. Na comparação com dezembro do ano anterior, o IBC-Br teve alta de 2,4%, segundo números observados.

O IBC-Br pior que o esperado se juntou a outros dados recentes que sugerem desaceleração da economia no Brasil. Na semana passada o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) já havia revelado dados de serviços, varejo e núcleos de inflação mais favoráveis ao controle da inflação.

“A economia brasileira está desacelerando, não tem maiores dúvidas em relação a isso. Resta ver que tamanho de desaceleração é esta”, disse o economista-chefe do Banco Master, Paulo Gala, ao analisar o resultado do IBC-Br.

“O BC está obviamente olhando todos estes dados e tentando ver como é esta tendência de desaceleração, se é mesmo tendência, se não é só ruído, mas o fato é que a curva de juros tem reagido com uma queda forte”, destacou Gala. “O juro longo está caindo bastante, com esta visão de que, crescendo menos, o Brasil desacelera e a pressão inflacionária cai.”

Às 14h59, a taxa do DI para janeiro de 2033 — um dos mais líquidos na ponta longa — atingiu a mínima de 14,22%, em baixa de 29 pontos-base ante o ajuste da sexta-feira.

Embora a curva comece a precificar juros menores nos próximos anos, o relatório Focus do Banco Central, divulgado pela manhã, mostrou que as projeções de economistas do mercado para a inflação seguem piorando. A mediana para o IPCA — o índice oficial de inflação — em 2025 passou de 5,58% para 5,60% e em 2026 foi de 4,30% para 4,35%, conforme o Focus. Em ambos os casos os percentuais estão bem acima do centro da meta contínua perseguida pelo BC, de 3%.

A Selic projetada no Focus para o fim de 2025 está em 15,00% e para o final de 2026, em 12,50%. Já a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 está em 2,01% e em 2026 é de 1,70%.

Durante evento pela manhã, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, disse que o governo tem percebido uma desaceleração da economia e acrescentou que é “natural” que 2025 tenha crescimento um pouco inferior do que os dois anos anteriores.

Mesmo como o fechamento mais recente da curva de juros brasileira, autoridades do Banco Central seguem cautelosas ao avaliar a possível desaceleração econômica e seus efeitos sobre a inflação.

Na sexta-feira, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, pediu “tempo” para que a instituição possa “consumir dados e ter clareza para ver se não estamos assistindo apenas uma volatilidade ou se estamos observando uma tendência”.

Nesta segunda-feira, o diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton David, disse que o nível de segurança do aperto monetário precisa ser um pouco além do normal em meio ao nível elevado de incertezas na economia.

“A gente subiu 100 ‘bases points’ (da Selic em janeiro) e o cenário base é seguir por aí, porque temos o ‘forward guidance’ e também a nossa preocupação em ter um nível de segurança que tem que ser um pouquinho além do normal por conta dessa incerteza”, disse. Atualmente a Selic está em 13,25% ao ano.

Perto do fechamento desta segunda-feira a curva brasileira precificava 93% de probabilidade de alta de 100 pontos-base da Selic em março, como vem indicando o BC.

A principal dúvida, no entanto, é para o encontro seguinte, em maio. Na última sexta-feira o mercado de opções de Copom da B3 precificava 49,50% de probabilidade de alta de 50 pontos-base da Selic em maio, 17,00% de chances de elevação de 75 pontos-base e apenas 11,00% de probabilidade de alta de 100 pontos-base. Nas últimas semanas, têm crescido as apostas em uma elevação menor de juros a partir de maio.





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Cotações do milho na B3 recuam nesta segunda-feira


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A segunda-feira (17) chega ao final com os preços futuros do milho registrando movimentações negativas na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuaram na faixa entre R$ 72,75 e R$ 80,40. 

Sem a referência de Chicago, os vencimentos do milho brasileiro registraram pequenos recuos nesta segunda-feira. 

Apesar dessas quedas, a análise da Agrinvest aponta suporte para as cotações devido às preocupações com o atraso no plantio do milho safrinha. 

“A demanda interna segue aquecida, impulsionada pelo aumento do processamento em usinas de etanol. Com mais volume absorvido no mercado interno, o volume destinado à exportação é reduzido”, acrescentam os analistas da Agrinvest. 

Ainda nesta segunda-feira, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) informou que o Brasil exportou 827 mil toneladas de milho até aqui em fevereiro, contra 1,713 milhão de todo fevereiro de 2024. Sendo assim, a média diária de embarques de milho está 8,3% menor do que a registrada no segundo mês do ano passado. 

De acordo com a análise da SAFRAS & Mercado, o mercado brasileiro de milho registra preços firmes em todas as regiões do País.  

“A alta é mais consistente e constante em São Paulo, por conta da pouca oferta. A colheita da safra de verão está lenta, a logística complicada por conta da soja e a falta de interesse de vende pelo produtor, além dos baixos estoques nas mãos dos consumidores, deixam os preços firmes”, assinalou o analista da Consultoria Safras & Mercado, Paulo Molinari. 

Confira como ficaram todas as cotações nesta segunda-feira 

O vencimento março/25 foi cotado à R$ 80,40 com queda de 0,35%, o maio/25 valia R$ 76,91 com perda de 0,35%, o julho/25 foi negociado por R$ 72,80 com desvalorização e o setembro/25 teve valor de R$ 72,75 com baixa de 0,34%. 

No mercado físico brasileiro, o preço da saca de milho também teve avanços neste primeiro dia da semana. O levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas identificou valorizações nas praças de Sorriso/MT, Cândido Mota/SP e Palma Sola/SC. 





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Complexo portuário de Itajaí tem aumento em todos os índices em janeiro


Presidente da APS considera envolvimento com a comunidade portuária local, além de muito trabalho, como fatores que geraram bom desempenho

O Complexo Portuário de Itajaí registrou aumento em todos os índices de movimentação de cargas em janeiro de 2025, comparado ao mesmo mês do ano anterior. No total, somando área pública e terminais de uso privado, o aumento foi de 26%, com 1,27 milhão de toneladas em 2025 ante pouco mais de um milhão em janeiro de 2024.

De acordo com o presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), gestora da infraestrutura pública do Porto de Itajaí, os resultados refletem a integração entre a boa gestão pública e a eficiência do setor privado: “o crescimento em janeiro é resultado do bom entendimento entre a comunidade portuária de Itajaí e Navegantes, suas administrações municipais e a gestão pública técnica da APS-Itajaí”, destacou. “Nós abrimos a gestão à participação local, inclusive aproveitando os empregados que já estavam na casa, e isso vem permitindo grandes avanços na retomada da grandeza do Porto”, afirmou Pomini.

No cais público do Porto de Itajaí, o destaque foi a atracação de navios de cruzeiros. De 17 atracações em janeiro, 13 foram de navios de passageiros, duas de carga geral, uma de contêineres e uma de ro-ro (carga de veículos). Por isso é relevante a decisão da APS-Itajaí de permitir a movimentação terrestre de carga geral, visando ampliar o embarque e desembarque de cargueiros, sem deixar de atender os cruzeiros.

No cais público, a movimentação foi de 47,9 mil toneladas, aumento de 28% em relação a 2024, quando a movimentação foi de 37,4 mil toneladas. Diferentemente do complexo como um todo, o Porto de Itajaí tem maior movimentação de exportação que de importação. Somando área arrendada com área de uso comum, são 185,4 mil toneladas de carga exportadas contra 174,5 mil desembarcadas.

Totais do complexo

Dos 1,27 milhão de toneladas movimentadas em janeiro no complexo portuário, 54% foram do fluxo de desembarque (690,7 mil) e 46% de desembarque (581,6 mil). O aumento em relação a 2024 nos dois fluxos foi de cerca de 26%.

Na movimentação de contêineres, o aumento foi de 21%, com 117,8 mil TEU este ano ante 97 mil no primeiro mês do ano passado.

O Porto de Itajaí teve movimento de 359,9 mil toneladas e os terminais de uso privado 912,4 mil toneladas. O total de atracações em janeiro no complexo portuário foi de 102, aumento de 28% em relação a 2024, quando foram 80 atracações. Metade daquele número (51 atracações) foram de navios de longo curso.





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Exportações de açúcar reduzem 47,1% na comparação com a média de fevereiro…


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As exportações de açúcar e melaços pelos Brasil durante os primeiros dez dias úteis deste mês tiveram uma média diária 47,1% inferior à de fevereiro de 2024. Isso é o que mostra relatório divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Enquanto que fevereiro de 2024 teve uma média diária de exportações de açúcar e melaços de 158.125,2 toneladas, sendo que em todo o mês os embarques chegaram a 3.004.379,0 toneladas. No início do mês atual, a média é de 83.709,3 toneladas, com um total de 83.709,3 toneladas até o momento.

Diante de uma queda de 10,6% no preço, que passou de US$ 526,6/tonelada para US$ 471,0/tonelada em 2025. Por isso, houve uma redução de 52,7% na média de faturação, que caiu de US$ 83.263,7 mil para US$ 39.423,7 mil. Dessa maneira, até o momento, em dez dias úteis, o Brasil faturou US$ 394.236,8 mil com embarques de açúcar e melaços, sendo que em todo fevereiro de 2024, em 19 dias úteis, foram US$ 1.582.010,4 mil.

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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