segunda-feira, junho 15, 2026

Autor: Redação

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Petrobras reajusta gasolina em R$ 0,48 por litro nas refinarias


Mercadante defende atuação do Estado contra choque do petróleo

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (28) um reajuste de R$ 0,48 por litro no preço da gasolina A vendida às refinarias, após 122 dias sem mudança. Segundo a estatal, a adesão ao programa de subvenção econômica reduz esse efeito em R$ 0,44 por litro, levando a um aumento residual de R$ 0,04 por litro para as distribuidoras. Com isso, o preço médio da gasolina A passa de R$ 2,57 para R$ 2,61 por litro.

Em nota, a Petrobras informou que a subvenção mitiga o impacto do reajuste ao longo da cadeia. Para o consumidor final, a companhia calcula que sua parcela no preço da gasolina C subirá de R$ 1,80 para R$ 1,83 por litro. A gasolina C comercializada nos postos é formada pela mistura obrigatória de 70% de gasolina A e 30% de etanol anidro. Pela conta apresentada pela estatal, o aumento residual no preço final pode chegar a no máximo R$ 0,03 por litro na bomba.

A empresa também afirmou que o novo valor ainda fica 27,6% abaixo do preço praticado em 31 de dezembro de 2022. Outro ponto destacado foi a diferença entre os preços domésticos e a referência internacional. Segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), a defasagem da gasolina nas refinarias da Petrobras no fechamento de quarta-feira (27) era de 55%, o que, de acordo com a entidade, indicava espaço para uma alta de R$ 1,37 por litro.

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Para o setor agropecuário, a atualização dos preços dos combustíveis é acompanhada por seu efeito sobre fretes, transporte de insumos, deslocamento da produção e custos operacionais em regiões dependentes de logística rodoviária. O repasse efetivo, porém, depende da política comercial de distribuidoras e postos, além da dinâmica regional de concorrência e tributação.

No curto prazo, o dado confirmado é a elevação residual de R$ 0,04 por litro para as distribuidoras e de até R$ 0,03 por litro na gasolina C, segundo a Petrobras. O efeito final sobre custos logísticos e preços ao consumidor ainda dependerá do repasse ao longo da cadeia, informação que não foi detalhada pela companhia no anúncio.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Extensão Rural completa 70 anos de atuação no Paraná


Extensão Rural completa 70 anos de atuação no Paraná

Os 70 anos da Extensão Rural no Paraná foram celebrados nesta quarta-feira (27), na sede do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), em Curitiba. A solenidade reuniu servidores e autoridades para marcar a trajetória do serviço de assistência técnica no estado, associado ao fortalecimento da agricultura, à organização das propriedades e à chegada de políticas públicas aos municípios. Atualmente, a estrutura é composta por 1.570 servidores.

Durante o evento, o diretor-presidente do IDR-Paraná, Natalino Avance de Souza, afirmou que a extensão rural participou de etapas centrais do desenvolvimento agropecuário paranaense ao longo de sete décadas. Segundo ele, o trabalho esteve ligado à conservação de solos, ao apoio às famílias rurais, ao incentivo ao cooperativismo e à orientação técnica nas propriedades.

Souza também citou desafios atuais para o setor, como a necessidade de sistemas de produção mais resilientes a eventos climáticos extremos, a inclusão de pequenos produtores na agricultura digital e o avanço da conectividade e da inteligência artificial no campo. De acordo com o dirigente, a assistência técnica segue vinculada a temas como sucessão familiar, agroindústria, diversificação de renda, pecuária moderna e segurança hídrica.

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A cerimônia relembrou ainda o início da atividade no estado. Rubens de Moura Rezende foi citado como o primeiro extensionista contratado no Paraná, em 1956. O ex-servidor Hans Henning Gunther recordou que, nos primeiros anos, cerca de 85% dos agricultores paranaenses eram pequenos produtores, com baixa incorporação tecnológica e produção voltada à subsistência.

O presidente-executivo do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, destacou a contribuição da extensão rural para a organização dos agricultores e para o cooperativismo. Também foram mencionadas parcerias institucionais com órgãos estaduais e entidades do setor, como a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), a Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Paraná (Fetaep) e o Sistema Ocepar.

A celebração reforçou o papel da assistência técnica como instrumento de difusão de tecnologia, organização produtiva e conexão entre políticas públicas e produtores rurais. O conteúdo apresentado no evento não trouxe balanço consolidado de resultados econômicos ou produtivos da série histórica, mas indicou que temas como clima, digitalização e permanência dos jovens no campo tendem a concentrar parte das ações futuras da extensão rural no estado.

Fonte: agricultura.pr.gov.br

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Petrobras ajusta gasolina A em R$ 0,48 por litro e subvenção limita repasse


Decreto cria subvenção de R$ 0,44 por litro da gasolina

A Petrobras informou nesta quinta-feira (28) que vai reajustar em R$ 0,48 por litro o preço de venda da gasolina A para as distribuidoras a partir desta sexta-feira (29). Ao mesmo tempo, a companhia aplicará desconto de R$ 0,44 por litro no âmbito da subvenção econômica prevista na Medida Provisória nº 1.358, de 13 de maio de 2026, no Decreto nº 12.984 e na Portaria do Ministério da Fazenda nº 1.496, de domingo (25). Com isso, o preço médio da gasolina A às distribuidoras passará de R$ 2,57 para R$ 2,61 por litro.

Segundo a Petrobras, o efeito líquido do ajuste para as distribuidoras será de alta residual de R$ 0,04 por litro, já considerados os tributos federais PIS, Cofins e Cide incidentes sobre o preço de venda praticado por produtores e importadores de combustíveis derivados de petróleo.

No mercado ao consumidor, a companhia informou que a parcela da Petrobras no preço final da gasolina C passará de R$ 1,80 para R$ 1,83 por litro. A estatal estima, portanto, aumento residual de até R$ 0,03 por litro nas bombas. A gasolina C comercializada nos postos é formada pela mistura obrigatória de 70% de gasolina A e 30% de etanol anidro.

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Esse ponto mantém relação direta com a cadeia de biocombustíveis, já que o etanol anidro segue compondo parte obrigatória do combustível vendido ao consumidor. Para o setor agropecuário, o comportamento dos combustíveis é acompanhado por seus efeitos sobre fretes, deslocamento de equipes, distribuição de insumos e custos operacionais fora da porteira, embora o comunicado divulgado não traga estimativas específicas para essas frentes.

A Petrobras também informou que o novo valor praticado fica 27,6% abaixo do preço registrado em 31 de dezembro de 2022, considerando a parcela da empresa na composição do litro da gasolina C. A companhia afirmou ainda que mantém em seu site informações sobre a formação de preços dos combustíveis.

O efeito prático do anúncio dependerá do repasse ao longo da cadeia de distribuição e revenda. Como o comunicado oficial trata apenas da gasolina e da subvenção federal aplicada neste ajuste, ainda não há, no material divulgado, detalhamento adicional sobre impactos regionais ou sobre outros combustíveis relevantes para a operação agropecuária.

Fonte: agencia.petrobras.com.br

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Miguel Daúde analisa PEC do fim da escala 6×1 e seus impactos


O analista Miguel Daúde comentou sobre a PEC que propõe o fim da escala 6×1, destacando a expectativa de aprovação na Câmara dos Deputados. A proposta, que visa alterar a jornada de trabalho no agronegócio, gerou discussões acaloradas entre parlamentares e representantes do setor.

Expectativa de aprovação

Daúde ressaltou que a aprovação da PEC é quase certa, com a comissão já tendo registrado 38 votos a favor e apenas 4 contra. Ele acredita que a votação no plenário também será favorável, refletindo a pressão eleitoral sobre os parlamentares.

Desafios da nova escala

O analista apontou que a mudança para a escala 5×2 pode trazer desafios significativos para o agronegócio, incluindo:

  • Adaptação dos ciclos biológicos de animais e vegetação.
  • Implicações na entrega de produtos perecíveis.
  • Aumento dos custos operacionais.

Consequências para o setor produtivo

Daúde alertou que a implementação da nova escala sem critérios adequados pode resultar em injustiças e irregularidades no trabalho. Ele enfatizou a necessidade de um debate mais profundo entre os setores envolvidos para garantir uma transição adequada e evitar impactos negativos na produção de alimentos.

Considerações finais

O analista concluiu que, embora a intenção de melhorar as condições de trabalho seja válida, é crucial que a legislação permita uma adaptação que não comprometa a eficiência do agronegócio e a qualidade dos produtos oferecidos ao consumidor.

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AgroNewsPolítica & Agro

Vazio sanitário da soja começa em junho no Mato Grosso


O Sistema Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso informou que o calendário fitossanitário da soja em Mato Grosso para a safra 2026/2027 foi mantido sem alterações após a publicação de uma nova instrução normativa conjunta da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico e do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso. Com isso, o vazio sanitário seguirá entre 8 de junho e 6 de setembro de 2026, enquanto o plantio da soja estará autorizado de 7 de setembro de 2026 até 7 de janeiro de 2027.

A atualização da normativa oficializa medidas de prevenção e controle da ferrugem asiática da soja no estado, mas preserva as datas já previstas anteriormente na Instrução Normativa nº 002/2025. O Sistema Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso orienta os produtores rurais a observarem os prazos e as exigências estabelecidas pela legislação estadual de defesa sanitária vegetal.

Durante o período do vazio sanitário, permanece proibida a presença de plantas vivas de soja em lavouras, margens de rodovias, áreas de armazenamento e outros locais com possibilidade de germinação espontânea. A medida é considerada uma das principais estratégias para reduzir a sobrevivência do fungo causador da ferrugem asiática entre uma safra e outra.

Entre as obrigações previstas está a eliminação das chamadas plantas “guaxas” ou voluntárias, que germinam espontaneamente após a colheita. O controle dessas plantas deve ocorrer dentro do período do vazio sanitário para evitar que funcionem como ponte verde para a manutenção da doença no campo.

A normativa também prevê o monitoramento contínuo das lavouras para identificação da ferrugem asiática. Em caso de detecção da doença, o produtor deverá realizar o controle imediato. As regras ainda abrangem o transporte de grãos e sementes de soja, determinando que as cargas sejam acondicionadas de forma adequada para evitar derramamentos em rodovias e vias públicas.

A ferrugem asiática, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, é considerada uma das doenças mais severas da cultura da soja. O vazio sanitário e o cumprimento das medidas fitossanitárias são apontados pelo setor como fundamentais para reduzir a sobrevivência do fungo, diminuir a pressão da doença nas lavouras e preservar a sustentabilidade da produção agrícola em Mato Grosso.

O monitoramento constante das áreas cultivadas também continua sendo uma exigência prevista na normativa estadual. Em caso de identificação da ferrugem asiática, o produtor deverá executar medidas imediatas de controle para evitar a disseminação da doença.

As regras também abrangem o transporte de grãos e sementes de soja, estabelecendo que as cargas sejam acondicionadas corretamente para impedir derramamentos ao longo de rodovias e vias públicas do estado.

A ferrugem asiática segue como uma das principais preocupações fitossanitárias da cadeia produtiva da soja no estado. O cumprimento do vazio sanitário e das demais medidas previstas é considerado essencial para reduzir a pressão da doença entre as safras e contribuir para a sustentabilidade da produção agrícola mato-grossense.





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Juro médio do crédito livre sobe para 49,5% em abril, informa Banco Central


Juros futuros recuam e curva perde inclinação nesta segunda-feira

A taxa média de juros no crédito livre subiu de 48,3% em março para 49,5% em abril, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta quinta-feira (28). Na comparação com abril de 2025, quando estava em 45,0%, o indicador também avançou. O movimento veio acompanhado de alta no spread bancário e no custo efetivo do crédito pago por famílias e empresas.

De acordo com o Banco Central, o juro médio do crédito livre para pessoas físicas passou de 61,5% para 63,0% entre março e abril. Para empresas, a taxa subiu de 24,8% para 25,3% no mesmo período. No crédito total, que inclui operações livres e direcionadas com recursos da poupança e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a taxa média foi de 33,2% para 33,8%.

Entre as modalidades, a taxa do cheque especial avançou de 138,9% para 141,1%. No crédito pessoal total, o juro saiu de 54,8% para 57,1%. Já o crédito para aquisição de veículos permaneceu em 26,6%.

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O Indicador de Custo de Crédito (ICC), que mede os juros efetivamente pagos no estoque das operações em andamento, subiu de 24,1% para 24,3%. O spread médio nas operações de crédito livre passou de 34,6 pontos porcentuais para 35,9 pontos. No segmento de pessoa física, foi de 47,5 para 49,2 pontos. Nas empresas, subiu de 11,6 para 12,3 pontos.

O Banco Central também informou que o endividamento das famílias com o Sistema Financeiro Nacional ficou em 49,8% em março, após 49,9% em fevereiro. O comprometimento de renda caiu de 29,6% para 29,3%.

Embora os dados não tragam recorte para o crédito rural, a elevação dos juros livres é um sinal relevante para cadeias produtivas que recorrem a capital de giro, antecipação de recebíveis e financiamento bancário fora das linhas direcionadas.

Os números indicam encarecimento do crédito bancário no curto prazo. Sem detalhamento setorial do Banco Central, não é possível medir neste levantamento o efeito específico sobre o agro, mas a alta do custo financeiro tende a seguir no radar de empresas e produtores que utilizam linhas livres para reforço de caixa e operações correntes.

Fonte: Estadão Conteúdo

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CTC tem lucro de R$ 39,9 milhões no 4º trimestre da safra 2025/26


CTC tem lucro de R$ 39,9 milhões no 4º trimestre da safra 2025/26

O Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) registrou lucro líquido de R$ 39,916 milhões no quarto trimestre da safra 2025/26, encerrado em março, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (28), em São Paulo. O valor representa queda de 5,1% na comparação com igual período da temporada anterior. No mesmo intervalo, a receita líquida subiu 6,6%, para R$ 120,977 milhões, enquanto o Ebitda somou R$ 40,558 milhões, recuo de 15,6%.

A margem Ebitda caiu 8,8 pontos porcentuais no trimestre, para 33,5%. Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores do CTC, Paulo Polezi, a pressão sobre a margem esteve ligada à concentração de despesas operacionais no período. Ao Broadcast Agro, o executivo afirmou que o calendário do setor concentra entregas de projetos, compromissos e consultorias no último trimestre.

Os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) avançaram 22% no trimestre, para R$ 79,595 milhões. No acumulado da safra 2025/26, o lucro líquido chegou a R$ 216,474 milhões, alta de 23,2% ante a temporada anterior. O Ebitda cresceu 10,4%, para R$ 218,721 milhões, e a receita líquida aumentou 11,3%, para R$ 470,58 milhões. Os aportes em P&D somaram R$ 268,035 milhões, alta de 14,6%. O caixa líquido ao fim da safra foi de R$ 501,658 milhões.

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De acordo com Polezi, o resultado anual refletiu crescimento de receita e manutenção da rentabilidade, mesmo com reforço de estrutura e aumento dos investimentos em inovação. Na avaliação operacional, o CEO do CTC, Cesar Barros, destacou ganho de 6 pontos de market share de plantio na safra, com participação de 32% nesse mercado.

Barros informou ainda que a variedade CTC 9006 foi a mais plantada entre os clientes da companhia. Na plataforma CTC Advana 1, o lançamento comercial alcançou mais de 268 clientes, segundo a empresa. O executivo também citou a aprovação, pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), da primeira variedade da plataforma VerdPRO2, voltada ao controle da broca e ao manejo de plantas daninhas.

Na frente de sementes sintéticas, o CTC inaugurou a Unidade de Produção de Sementes Sintéticas (UPS) e realizou plantio mecanizado em 20 hectares. A meta da companhia é ampliar essa área para cerca de 100 hectares na safra 2026/27.

Os números indicam continuidade da estratégia de expansão comercial e de intensificação dos investimentos em tecnologia para a cana-de-açúcar. O efeito prático dessas iniciativas sobre produtividade, adoção em escala e retorno operacional na próxima safra dependerá da evolução dos testes de campo, da demanda dos clientes e da execução dos projetos já em andamento.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Saiba como acompanhar a premiação do Personagem Soja Brasil 25/26


A cidade de Campo Grande (MS) recebe, no dia 18 de junho, a cerimônia do Prêmio Personagem Soja Brasil 2025/26, que anunciará produtores e pesquisadores homenageados. O anúncio acontecerá durante a programação do Fiap 2026.

A premiação homenageia profissionais que contribuíram para o desenvolvimento da cadeia da soja no Brasil, incluindo produtores rurais e pesquisadores ligados ao setor. Para acompanhar é simples: basta ativar o lembrete no link abaixo:

Os vencedores foram definidos em duas categorias: um foi escolhido por votação popular e outro por avaliação de júri técnico. O evento terá transmissão a partir das 18h, no horário de Mato Grosso do Sul.

Não fique de fora!

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Período seco avança e chuvas se concentram no Norte do país


O Brasil enfrenta um avanço do período seco, enquanto chuvas se concentram na região Norte do país, conforme as previsões meteorológicas para os próximos dias. O tempo firme predominará em grande parte do território, mas algumas áreas, especialmente no Norte e Nordeste, devem registrar precipitações significativas.

Condições climáticas no Nordeste

No litoral do Nordeste, a Bahia terá chuvas devido aos ventos marítimos. Já no Ceará, Piauí e Maranhão, a previsão de chuvas está associada à zona de convergência intertropical, que intensifica as instabilidades climáticas na região.

Previsão para o Maranhão

Em Caxias, Maranhão, as temperaturas devem oscilar pouco nos próximos 30 dias, com chuvas previstas para quinta, sexta e sábado. Essas precipitações são consideradas importantes para as pastagens e culturas de subsistência, como feijão, mandioca e milho.

Expectativas para junho

Entre 28 de maio e 1º de junho, a previsão indica pouca chuva na faixa central do Brasil, abrangendo o Sudeste e Centro-Oeste. No entanto, entre 2 e 6 de junho, há expectativa de melhora nas condições climáticas, com chuvas mais frequentes, especialmente no Triângulo Mineiro, Goiás, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Temperaturas em capitais brasileiras

  • Belém: mínima de 24°C, máxima de 32°C, com previsão de chuvas.
  • Fortaleza: mínima de 24°C, máxima de 30°C, com abafamento e chuvas à tarde.
  • Curitiba: mínima de 13°C, máxima de 20°C, com sensação térmica mais fria.

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Senar inaugura primeiro centro de formação profissional rural no Brasil


O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) inaugurou no Rio Grande do Sul o primeiro centro de formação profissional rural do Brasil, localizado em Ulha Negra, na campanha gaúcha. O espaço, que recebeu um investimento de R$ 60 milhões, visa oferecer cursos gratuitos para operadores de máquinas e produtores rurais, com foco em tecnologia e agricultura de precisão.

Estrutura do centro

O centro ocupa uma área de 36 hectares e conta com cinco pavilhões, totalizando mais de 6.000 m² de área construída. O complexo foi projetado para proporcionar uma experiência de capacitação que conecta teoria e prática no campo.

Objetivos e cursos oferecidos

O centro tem como meta qualificar pelo menos 8.000 alunos por ano, focando no uso de modernas tecnologias agrícolas. Os cursos incluem:

  • Operação de tratores
  • Plantadeiras
  • Pulverizadores
  • Colheitadeiras
  • Drones

As inscrições podem ser feitas no site do Senar RS e os cursos são gratuitos. O centro inicialmente atenderá operadores e produtores do Rio Grande do Sul, mas também poderá receber alunos de outras regiões do país.

Benefícios para os participantes

Os participantes terão acesso a hospedagem, alimentação e transporte diário até o local dos treinamentos. Além disso, marcas de máquinas fornecerão equipamentos e capacitações técnicas para os instrutores do Senar, garantindo um acompanhamento técnico próximo e eficaz.

O Senar destaca que a capacitação é essencial para atender à demanda do setor agrícola, especialmente em um cenário de mecanização crescente e falta de mão de obra qualificada. Os operadores que se capacitarem terão boas perspectivas de emprego no mercado rural.

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