domingo, junho 7, 2026

Autor: Redação

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Payroll dos EUA pressiona bolsa e reforça cautela com juros globais


Fundos reduzem posição comprada em soja na Bolsa de Chicago

O Ibovespa voltou a fechar abaixo dos 170 mil pontos nesta sexta-feira (5), em um pregão marcado pela reprecificação das expectativas para os juros nos Estados Unidos. O índice caiu 0,77%, aos 169.019,12 pontos, depois de o relatório de emprego americano mostrar a abertura de 172 mil vagas em maio, acima do esperado pelo mercado. O resultado elevou os rendimentos dos títulos do Tesouro americano e ampliou a cautela global com ativos de risco.

Ao longo da sessão, a piora ganhou força com o avanço das vendas em Wall Street. O Nasdaq chegou a cair mais de 4%, enquanto o Ibovespa acumulou perda semanal de 2,74%. No mercado doméstico, ações de peso, como Vale e Petrobras, também pressionaram o índice, acompanhando a queda do minério de ferro em Dalian e o recuo do petróleo.

Segundo Felipe Tavares, economista-chefe da BGC Liquidez, o payroll reforçou a leitura de que o mercado de trabalho americano segue resiliente, o que sustenta uma postura mais cautelosa do Federal Reserve (Fed). De acordo com ele, o movimento dos yields dos Treasuries após o dado indicou menor espaço para corte de juros no curto prazo e aumentou a atratividade da renda fixa frente à renda variável.

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A avaliação foi reforçada por declarações da presidente do Federal Reserve de Cleveland, Beth Hammack, que voltou a citar a inflação como principal preocupação. No fim do dia, agentes também monitoraram falas do Irã sobre possível ampliação de tensões geopolíticas, o que acrescentou prêmio de risco aos mercados.

Para o agronegócio, o movimento é acompanhado porque juros mais altos nos Estados Unidos tendem a influenciar o dólar, o custo global de capital e o apetite por ativos ligados a exportação e commodities. Esse canal afeta a formação de preços, o ambiente de crédito e as estratégias de comercialização de cadeias como soja, milho, carnes e açúcar. O texto de referência, no entanto, não traz estimativas numéricas específicas para esses segmentos nesta sessão.

O mercado deve seguir sensível, na próxima semana, a novos dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos. Sem informações adicionais sobre reflexos imediatos nas commodities agropecuárias, a transmissão para o setor rural dependerá do comportamento do câmbio, dos juros e do fluxo internacional para mercados exportadores.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Café: exportações caem em maio na comparação com o mesmo mês de 2025


grãos de café torrado
Foto: Pixabay

A exportação brasileira de café apresentou retração em maio de 2026. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), os embarques totais de café verde e solúvel somaram aproximadamente 2,760 milhões de sacas de 60 quilos no período, volume 8,4% inferior ao registrado em maio de 2025, quando foram exportadas 3,004 milhões de sacas.

Em receita cambial, o desempenho também foi menor. As exportações renderam US$ 1,022 bilhão em maio deste ano, contra US$ 1,343 bilhão no mesmo mês do ano passado, representando uma queda de 24%.

No acumulado dos cinco primeiros meses de 2026, o Brasil exportou cerca de 13,433 milhões de sacas de café, volume 21% abaixo das 17,052 milhões de sacas embarcadas no mesmo período de 2025.

A receita obtida com as exportações entre janeiro e maio também registrou retração. O valor arrecadado somou US$ 5,527 bilhões, frente aos US$ 6,801 bilhões obtidos nos primeiros cinco meses do ano passado, o que representa uma redução de 19%.

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AgroNewsPolítica & Agro

Arroba e carne se desvalorizam em maio; preço do bezerro sobe



Valores da arroba do boi gordo atravessaram o mês de maio com relativa volatilidade


Foto: Pixabay

Os valores da arroba do boi gordo atravessaram o mês de maio com relativa volatilidade, mas, no geral, as quedas prevaleceram. Segundo pesquisadores do Cepea, por um lado, a maior disponibilidade de animais terminados em algumas regiões exerceu pressão sobre as cotações em determinados momentos. Por outro, a firme demanda internacional pela carne bovina brasileira sustentou os valores da arroba em outros períodos.

De acordo com o Centro de Pesquisas, no segmento de reposição, os valores dos bezerros avançaram no mês, o que se deve à expectativa positiva dos pecuaristas em relação ao ciclo pecuário. O movimento também foi influenciado pela oferta mais restrita desses animais.

Já no mercado atacadista de carne com osso da Grande São Paulo, segundo pesquisadores do Cepea, o cenário foi de queda no acumulado do mês, com a carcaça casada bovina apresentando desvalorização.





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Dólar sobe com payroll forte nos EUA e tensão renovada com o Irã


Dólar sobe com payroll forte nos EUA e tensão renovada com o Irã

O dólar operou em alta nesta sexta-feira (5) no mercado internacional, sustentado por dois vetores: um relatório de emprego dos Estados Unidos acima das projeções e a retomada das tensões geopolíticas envolvendo o Irã. Por volta das 16h50, no horário de Brasília, a moeda americana subia a 160,20 ienes, enquanto o euro recuava a US$ 1,1527 e a libra caía a US$ 1,3340. O índice DXY avançava 0,7%, a 100,069 pontos.

O movimento ganhou força após a divulgação do payroll dos Estados Unidos. O relatório mostrou abertura de 172 mil postos de trabalho em maio, resultado acima do esperado pelo mercado. Segundo a consultoria Capital Economics, o dado reforça a perspectiva de aperto monetário pelo Federal Reserve (Fed), o que tende a dar suporte ao dólar.

No ambiente geopolítico, o conselheiro militar do líder supremo do Irã, Mohsen Rezaei, afirmou que o país pode ampliar o conflito caso não haja acordo e disse que as negociações seguem estagnadas em estágio inicial. A sinalização elevou a busca por ativos considerados mais seguros, entre eles a moeda americana.

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Na Europa, os agentes também acompanham a próxima reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE). De acordo com o Swissquote, a expectativa é de alta de juros. Para o Banco da Inglaterra (BoE), a avaliação citada pela instituição é de manutenção das taxas no próximo encontro, embora pressões inflacionárias ainda permaneçam no radar.

No Japão, o dólar voltou a oscilar em torno de 160 ienes. Segundo o Swissquote, esse patamar aumenta a possibilidade de intervenção direta das autoridades japonesas. A instituição também afirma que o Banco do Japão (BoJ) pode ser pressionado a elevar juros para conter a depreciação do iene.

Para o agronegócio, oscilações do dólar seguem no centro do monitoramento por influenciarem custos de insumos, preços de exportação e formação de margens. O material disponível, no entanto, não traz estimativas específicas sobre reflexos imediatos para cadeias agropecuárias brasileiras.

O foco do mercado permanece na trajetória dos juros nas principais economias e na evolução do quadro geopolítico no Oriente Médio. Sem novos dados sobre repasses ao setor produtivo, a leitura técnica imediata é de manutenção da volatilidade no câmbio nos próximos pregões.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Conab destina 3,9 toneladas de alimentos a encontro em Brasília


Paraná terá evento sobre PAA com R$ 62 milhões em projetos contratados

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que destinou 3,9 toneladas de alimentos ao I Encontro Nacional de Agentes Populares, realizado entre os dias 4 e 7 de junho, em Brasília (DF). A ação ocorreu em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Segundo a estatal, foram aplicados R$ 55,6 mil na compra de produtos da agricultura familiar por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra com Doação Simultânea.

De acordo com a Conab, os alimentos foram entregues à Cozinha Solidária Popular Dona Nega para o preparo de 6,4 mil refeições, entre café da manhã, almoço e jantar, destinadas a cerca de 800 participantes ao longo da programação. A cesta incluiu itens como 360 quilos de arroz, 150 quilos de feijão, 450 quilos de polpa de frutas, 400 quilos de carne bovina, 300 quilos de carne de frango, 300 quilos de carne suína e 600 quilos de banana, além de hortaliças, raízes e frutas.

A operação foi feita dentro do PAA, programa usado para comprar alimentos produzidos por agricultores familiares e direcioná-los a ações de segurança alimentar. Nesse modelo, a política pública atende dois pontos da cadeia: cria mercado institucional para pequenos produtores e destina os produtos ao consumo coletivo em cozinhas e redes de atendimento.

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Segundo a diretora-executiva de Política Agrícola e Informações da Conab, Naiara Bittencourt, a integração entre o PAA e o Programa Cozinha Solidária tem ampliado a oferta de refeições prontas em ações voltadas à população em situação de vulnerabilidade. Já o secretário-executivo do MDA, Eric Moura, afirmou que a iniciativa também contribui para manter a demanda por alimentos da agricultura familiar.

Para o setor agropecuário, o dado central é o uso de compra pública como canal de comercialização para produtos frescos e orgânicos. Embora o material divulgado não detalhe o número de agricultores fornecedores nem a origem regional dos alimentos, a operação mostra a utilização do PAA como instrumento de escoamento da produção familiar e de articulação entre abastecimento e política social.

A continuidade desse tipo de operação dependerá do volume de recursos destinados aos programas e da capacidade de execução das compras públicas. No caso desta ação em Brasília, os dados oficiais disponíveis indicam o volume doado, o valor investido e a finalidade de abastecimento, mas não informam a quantidade de fornecedores atendidos nem a distribuição por estado.

Fonte: gov.br

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Quais os principais desafios para a soja brasileira? Congresso reúne lideranças e debate o futuro do setor


Soybean pods on soybean plantation, on farmer open palm hand background, close up.

O futuro da produção de soja no Brasil, os desafios econômicos enfrentados pelos produtores e as perspectivas para as próximas safras estiveram no centro dos debates da 2ª edição do Congresso Brasileiro dos Produtores de Soja, evento realizado em Brasília.

Entre os principais temas abordados estiveram o endividamento rural, a renegociação de dívidas, o seguro agrícola, os custos de produção, a comercialização da safra e as condições de acesso ao crédito. As discussões ocorreram em um momento de preocupação crescente com a rentabilidade do produtor e o cenário econômico para a próxima temporada.

O presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, destacou a necessidade de união entre as entidades do setor diante do atual contexto econômico e regulatório. “Quando a gente olha todo esse cenário interno do Brasil, vemos um problema muito grande, onde as leis brasileiras hoje trabalham praticamente para inviabilizar a produção”, afirmou.

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A geopolítica também ganhou espaço nos debates. Especialistas avaliaram como as mudanças nas relações comerciais internacionais, as disputas entre grandes potências e as incertezas políticas podem influenciar a tomada de decisão dentro das propriedades rurais e impactar a competitividade da soja brasileira no mercado global.

Outro tema que mobilizou os participantes foi o Plano Safra 2026/27. Representantes do setor defenderam condições mais favoráveis para o financiamento da produção, especialmente diante do atual cenário de juros elevados e do aumento dos custos operacionais.

A eficiência produtiva e o uso de tecnologia foram apontados como fatores essenciais para sustentar a competitividade da agricultura brasileira. ”A nossa eficiência dentro da lavoura tem mostrado a capacidade do produtor brasileiro de proteger sua produção. Com tecnologia, inovação e novas técnicas de manejo, conseguimos defender a produtividade mesmo diante de cenários desafiadores”, afirmou Mauro Osaki, pesquisador da Esalq-USP.

Além das palestras e painéis, o congresso marcou o lançamento de uma cartilha sobre pragas quarentenárias, consideradas uma das principais ameaças fitossanitárias à agricultura nacional. A iniciativa busca orientar produtores sobre medidas preventivas e ferramentas de monitoramento para evitar a entrada e disseminação dessas pragas nas lavouras brasileiras.

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Consumo de energia elétrica cresce 3,8% em abril, informa Empresa de Pesquisa Energética (EPE)


Consumo de energia elétrica cresce 3,8% em abril, informa Empresa de Pesquisa Energética (EPE)

O consumo nacional de energia elétrica somou 49.591 gigawatts-hora (GWh) em abril, alta de 3,8% na comparação com o mesmo mês de 2025, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (5) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O resultado interrompe a sequência de queda registrada nos dois meses anteriores. Todas as regiões do país tiveram crescimento no período.

Entre as regiões, o maior avanço foi registrado no Norte, com 7,6%. Na sequência aparecem Nordeste, com 4,9%, Sudeste, com 3,3%, Sul, com 2,9%, e Centro-Oeste, com 1,6%.

Na divisão por classe de consumo, o segmento residencial cresceu 8,7%, para 16.153 GWh, na maior taxa desde junho de 2024. Segundo a EPE, temperaturas mais elevadas e a ocorrência de onda de calor podem ter ampliado o uso de equipamentos de climatização. A empresa também informou que o ciclo de faturamento de algumas distribuidoras pode ter influenciado o resultado.

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O consumo comercial avançou 5,6%, para 9.584 GWh, maior valor mensal da série histórica iniciada em 2004. A EPE relaciona o desempenho à atividade econômica, às temperaturas elevadas e à vigência da bandeira tarifária verde.

Na indústria, a demanda subiu 1,4%, alcançando 16.905 GWh. Dos 37 setores monitorados, 22 ampliaram o consumo. Entre os dez mais eletrointensivos, oito registraram alta. Fabricação de Produtos Alimentícios teve avanço de 4,6%, equivalente a 107 GWh, enquanto Extração de Minerais Metálicos cresceu 7,4%, com 95 GWh. Em sentido oposto, Metalurgia recuou 1,0% e Papel e Celulose caiu 2,4%.

No ambiente de contratação, o mercado livre respondeu por 44,9% do consumo nacional, com 22.261 GWh, alta de 4,5% em relação a abril de 2025. O número de consumidores nesse segmento aumentou 22,5%. Já o mercado regulado representou 55,1% do total, com 27.331 GWh e crescimento de 3,1%.

A EPE informou que, desde a abertura do mercado livre para todos os consumidores do grupo A, em janeiro de 2024, mais de 47 mil unidades migraram para esse modelo. Segundo relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) referente a abril de 2026, há previsão de mais de 10 mil migrações ao longo deste ano. Para cadeias agroindustriais e consumidores de alta tensão, o avanço desse movimento mantém a energia no centro do planejamento de custos, embora o relatório não detalhe recortes específicos do setor rural.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Abertura nacional da colheita de milho reúne mais de mil produtores em Mato Grosso


Na quarta-feira, o Canal Rural transmitiu a abertura nacional da colheita de milho segunda safra, diretamente de Querência, Mato Grosso. O evento reuniu mais de 1.000 produtores, lideranças e autoridades para discutir o futuro de uma cadeia produtiva que fortalece o protagonismo do Estado na produção de etanol, bioenergia e desenvolvimento econômico.

Expectativas de colheita

Nesta safra, Mato Grosso deve colher mais de 53 milhões de toneladas de milho, de acordo com o Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (IMEIA). A produtividade é considerada positiva, com uma área cultivada de aproximadamente 7,4 milhões de hectares, apresentando um leve incremento em relação ao ano anterior.

Importância da cultura do milho

A cultura do milho é extremamente relevante para o estado, com uma média projetada de 120 sacas por hectare. O histórico desde os anos 2000 mostra que os produtores aprenderam a cultivar milho, otimizando recursos e aumentando a produção.

Desafios e oportunidades

Apesar de um cenário de preços pressionados e custos elevados, a expectativa de boa produtividade renova a confiança dos produtores. O evento também abordou a verticalização da cadeia do milho, com a crescente importância das usinas de etanol de milho.

Discussões sobre o futuro do agro

Fora do campo, painéis reuniram especialistas e lideranças para debater temas como crédito rural, competitividade e inovação. As discussões reforçaram o papel do milho como uma das principais forças do agronegócio nacional e motor da economia brasileira.

A abertura nacional da colheita do milho destacou a capacidade do campo de produzir com tecnologia, eficiência e sustentabilidade, evidenciando a grandeza de Mato Grosso e seu potencial como maior fonte de proteína do mundo.

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8º Festival do Queijo Artesanal de Minas acontece até 6 de junho


O 8º Festival do Queijo Artesanal de Minas Gerais está em andamento no Parque de Exposições da Gameleira, em Belo Horizonte, e vai até o dia 6 de junho. O evento reúne produtores de diversas regiões do estado, como Triângulo Mineiro, Vale do Jequitinhonha, Serra Geral e Vale do Suaçuí, que apresentam suas delícias aos visitantes.

Expectativa de vendas e público

A expectativa de vendas para esta edição do festival é de meio milhão de reais, com cerca de 21.000 pessoas previstas para visitar o evento. Os expositores estão otimistas, com alguns, como um queijeiro de Lagoa da Prata, esperando faturar mais de R$ 20.000 ao longo da feira.

Variedade de queijos

  • Queijos premiados, como os de um queijeiro de Diamantina, que trouxe três variedades reconhecidas em competições.
  • Variedades de queijos incluem meia cura, Minas padrão, maturado e tipo grana, com diferentes períodos de maturação.
  • Os queijos são produzidos a partir de leite de vacas da raça A2, que proporciona maior digestibilidade e sabor.

Importância do evento

O festival não só celebra a cultura do queijo em Minas Gerais, mas também impulsiona a economia local, ajudando os produtores a expandirem seus negócios e a comercializarem seus produtos em grandes redes de supermercados. O evento é considerado um dos patrimônios culturais do estado, refletindo a resiliência dos produtores diante de desafios do setor.

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Enchente no sudeste da China causa 22 mortes e milhares de desabrigados


Uma grande enchente atingiu o sudeste da China nos últimos dias, resultando em 22 mortes e milhares de pessoas desabrigadas. O volume de chuva impressionante ultrapassou 1000 mm em poucos dias, segundo o Serviço Meteorológico Chinês, quebrando recordes de precipitação na região.

Impactos da enchente

As chuvas intensas, que ocorreram entre os dias 18 e 22 de maio, causaram danos significativos em diversas localidades. A cidade de Yangtze, por exemplo, registrou 1500 mm de chuva em 48 horas. Esse volume é mais do que o dobro do que foi registrado em algumas áreas do Brasil durante enchentes recentes.

Relação com fenômenos climáticos

A situação climática na China pode estar relacionada ao fenômeno El Niño, que tem causado chuvas volumosas no sul do país e condições secas no centro e norte. Especialistas alertam que a intensidade das chuvas pode ser um indicativo de mudanças climáticas mais severas.

Desdobramentos e previsões

Embora a enchente tenha causado estragos, as principais áreas produtoras de grãos da China estão localizadas no nordeste do país, o que pode minimizar os impactos no setor agrícola. No entanto, a situação requer monitoramento contínuo, uma vez que o fenômeno El Niño pode influenciar o clima nos próximos meses.

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