domingo, junho 7, 2026

Autor: Redação

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Raízen protocola plano extrajudicial para reestruturar dívida de R$ 64,7 bilhões


Preços do etanol hidratado e anidro recuam nas usinas paulistas, aponta Cepea

A Raízen protocolou, nesta sexta-feira (5), na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo, um Plano de Recuperação Extrajudicial para reestruturar uma dívida de R$ 64,7 bilhões. Em fato relevante, a companhia informou que 75,45% dos credores aderiram à proposta. Segundo a empresa, todos os grupos envolvidos, incluindo detentores de títulos internacionais, títulos locais e bancos, apoiaram o plano.

O protocolo do plano formaliza uma etapa já esperada pelo mercado entre esta sexta-feira (5) e a segunda-feira (8), conforme indicação anterior. A proposta apresentada pela companhia combina capitalização, conversão de passivos e refinanciamento da parcela remanescente da dívida.

Entre as medidas informadas, está a injeção de R$ 3,5 bilhões pela Shell. O plano também prevê a possibilidade de um aporte adicional de R$ 500 milhões pela Aguassanta Participações, ligada à família do empresário Rubens Ometto, acionista controlador da Cosan S.A.

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Pela estrutura proposta, 45% da dívida reestruturada poderão ser convertidos em participação acionária. Os 55% restantes deverão ser objeto de substituição, refinanciamento ou aditamento por meio de novos títulos de dívida. A companhia não detalhou, no conteúdo disponível, os prazos, condições financeiras dos novos papéis nem o cronograma de homologação judicial.

A Raízen informou ainda que pretende avançar com desinvestimentos e reorganizações societárias como parte da estratégia para reforçar sua estrutura financeira. Para o setor, o movimento envolve uma empresa com presença relevante na cadeia sucroenergética, em segmentos como açúcar, etanol e energia, o que mantém a operação sob acompanhamento de agentes ligados à agroindústria, ao mercado de biocombustíveis e ao crédito corporativo.

Os próximos desdobramentos dependem da análise judicial do plano e da formalização das etapas de capitalização, conversão e refinanciamento previstas. Sem a divulgação integral das condições operacionais e dos prazos, ainda não é possível dimensionar com precisão os efeitos sobre a execução financeira e societária da companhia.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Trigo recua com cancelamento nas exportações


O mercado internacional do trigo encerrou a quinta-feira com recuo nas principais bolsas, pressionado por novos dados ligados às exportações dos Estados Unidos e por ajustes nas expectativas de oferta global. Segundo informações da TF Agroeconômica, o movimento negativo atingiu os contratos negociados em Chicago, Kansas, Minneapolis e Paris, embora a queda tenha sido menos intensa do que a observada em outros grãos.

Na Bolsa de Chicago, o contrato de julho do trigo brando SRW fechou em baixa de 0,94%, ou 5,50 cents por bushel, cotado a US$ 581,75. Para setembro, o recuo foi de 0,92%, também equivalente a 5,50 cents por bushel, com fechamento a US$ 595,25. Em Kansas, o trigo duro HRW para julho caiu 0,60%, ou 3,75 cents por bushel, para US$ 620,25. Já em Minneapolis, o trigo HRS de julho teve desvalorização de 0,84%, ou 5,25 cents por bushel, encerrando a US$ 621,00.

Na Europa, a cotação de setembro do trigo para moagem na Euronext de Paris também terminou em queda. O contrato recuou 0,74%, ou € 1,50, para € 201,25. O desempenho reforçou o tom negativo do dia para o cereal, em meio à leitura do mercado sobre os fundamentos de oferta e demanda.

O principal fator de pressão veio do relatório do USDA, que apontou cancelamento líquido de 642,20 mil toneladas da safra antiga. O dado surpreendeu negativamente os operadores e, segundo a análise, impediu que os Estados Unidos alcançassem a meta de exportação de 24,77 milhões de toneladas no ciclo encerrado em 31 de maio. Por outro lado, as vendas da nova safra 2026/2027 apresentaram desempenho considerado robusto, somando 838,50 mil toneladas.

No cenário global, a consultoria IKAR elevou a estimativa para a safra russa de trigo, projetando produção total de 91,50 milhões de toneladas. Na Argentina, o plantio da safra 2026/2027 avançou para 32,4% dos 6,50 milhões de hectares previstos, favorecido pela boa umidade do solo.

 





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Trigo dispara na Argentina e surpreende o mercado



O ritmo atual supera o máximo da curva histórica


O ritmo atual supera o máximo da curva histórica
O ritmo atual supera o máximo da curva histórica – Foto: Pixabay

A implantação do trigo na Argentina avança em ritmo acelerado e já Cobre quase um terço da área prevista para a nova safra, em um cenário favorecido pela boa disponibilidade de água no solo. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, a semeadura do ciclo 2026/27 atingiu 32,4% dos 6,5 milhões de hectares projetados, após avanço semanal de 18,2 pontos percentuais.

O ritmo atual supera o máximo da curva histórica acompanhada pela entidade e está 12,4 pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos, além de ficar 8,8 pontos acima do registrado no ciclo anterior. Os trabalhos se concentram principalmente no NEA, no Centro-Norte de Córdoba e no Núcleo Norte, regiões que apresentaram progressos entre 27 e 41 pontos percentuais na última semana. No sudoeste agrícola, a semeadura também chama atenção por superar 20% da área nesta altura do ano pelo segundo ciclo consecutivo.

Na soja, a colheita alcançou 91,7% da área apta em nível nacional, com avanço semanal de 7 pontos percentuais. O trabalho mantém vantagem de 11 pontos em relação à campanha passada e de 7,4 pontos frente à média dos últimos cinco ciclos. O rendimento médio nacional está em 32 quintais por hectare, 2% acima da média das cinco melhores campanhas da série PAS, configurando o segundo melhor registro histórico. A projeção de produção foi mantida em 50,1 milhões de toneladas.

A colheita do milho com destino a grão comercial chegou a 40,6% da área apta, com rendimento médio de 82,7 quintais por hectare. Os melhores resultados aparecem no Núcleo Norte, Núcleo Sul e Norte de La Pampa-Oeste de Buenos Aires, com médias entre 94 e 100 quintais por hectare. A projeção segue em 64 milhões de toneladas. No sorgo granífero, a colheita avançou 14,5 pontos percentuais em duas semanas e chegou a 49% da área apta, com rendimento médio de 44,6 quintais por hectare.

 





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Exportação de algodão surpreende em maio


As exportações brasileiras de algodão bateram recorde histórico para maio, com 291,2 mil toneladas embarcadas e receita de US$ 449,6 milhões. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior, do MDIC, analisados pela Associação Nacional dos Exportadores de algodão.

Com o resultado, o acumulado da temporada julho de 2025 a maio de 2026 chegou a 3,129 milhões de toneladas, marca inédita para o setor. Mesmo abaixo de abril, quando foram exportadas 370,4 mil toneladas, as vendas externas cresceram 51,5% em volume e 45,3% em receita sobre maio de 2025.

Segundo a Anea, a queda mensal reflete a sazonalidade típica dos embarques, enquanto o ritmo da temporada segue forte. Em maio, o algodão respondeu por 1,41% das exportações brasileiras e foi o terceiro produto agropecuário mais exportado. “Já passamos de 3 milhões de toneladas no acumulado de julho de 2025 a maio de 2026. É mais um mês com recorde mensal, já temos o maior segundo trimestre da história e ainda falta junho. O Brasil se consolidou como fornecedor de 12 meses, e os exportadores estão fazendo um trabalho excelente, mesmo diante das questões geopolíticas atuais. O algodão brasileiro segue avançando”, afirma o presidente da Anea, Dawid Wajs.

Entre os destinos, Bangladesh liderou as compras em maio, com 21,1% dos embarques, seguido por Paquistão, com 19%, Turquia, com 14,2%, e Vietnã, com 13,4%. Juntos, Bangladesh e Paquistão concentraram 40% das exportações do mês. A China recuou para 9,6% em maio, após ter respondido por cerca de um terço das vendas da temporada. A Índia também reduziu participação, de 11% em abril para 6,3%, em razão do fim da isenção de impostos para importação de algodão.

 





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Grãos abrem com pressão climática e fundos


Os mercados de grãos abriram esta sexta-feira com movimentos mistos, em meio à pressão das condições climáticas favoráveis e à atuação dos fundos de investimento. Segundo a TF Agroeconômica, o cenário inicial desta sexta-feira, 5 de junho, mostra trigo com leves altas em Chicago, soja próxima da estabilidade e milho novamente pressionado.

No trigo, os contratos em Chicago registravam avanço moderado nas posições mais curtas, com julho a US$ 584,25, alta de 2,50 pontos, e dezembro a US$ 615,00, ganho de 1,50 ponto. A colheita no Kansas chegou ao décimo segundo dia consecutivo, fator que limita a sustentação dos preços antes da ampliação dos trabalhos no restante do Hemisfério Norte. A perspectiva de uma safra russa acima de 90 milhões de toneladas, conforme estimativas privadas, também mantém pressão baixista no mercado internacional, especialmente pela expectativa de oferta abundante na região do Mar Negro.

Na soja, julho operava a US$ 1.129,00, baixa de 0,50 ponto, enquanto maio de 2027 avançava 3,00 pontos, a US$ 1.172,50. O farelo e o óleo de soja tinham leves ganhos, mas o complexo segue afetado pela liquidação de posições compradas por fundos. A primeira semana de junho terminou com quedas nos mercados de grãos e oleaginosas nos Estados Unidos e na Europa, em um ambiente de clima favorável nas principais regiões agrícolas. Nos Estados Unidos, as previsões indicam temperaturas moderadas e chuvas oportunas para milho e soja no Cinturão do Milho. A proposta norte-americana de tarifa de 15% sobre produtos chineses aumentou a preocupação com eventual redução das compras chinesas de soja dos EUA.

O milho também abriu em baixa, com julho a US$ 420,75, queda de 3,75 pontos, e dezembro a US$ 448,50, recuo de 3,25 pontos. A boa umidade no cinturão soja e milho dos EUA, a liquidação de contratos por fundos e a falta de notícias mais positivas sobre demanda externa sustentam o viés negativo. Entre os indicadores, o dólar no Brasil subia 1,28%, a R$ 5,1100, enquanto o petróleo WTI recuava 0,12%.

 





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Saúde intestinal ganha peso nas granjas



Outro ponto de atenção é o equilíbrio da microbiota intestinal


Outro ponto de atenção é o equilíbrio da microbiota intestinal
Outro ponto de atenção é o equilíbrio da microbiota intestinal – Foto: Divulgação

O controle sanitário na avicultura depende de atenção integrada à alimentação, ao ambiente e à saúde intestinal das aves. A presença de Salmonella nas granjas pode estar ligada a falhas de rotina, como caminhões de ração mal higienizados, excesso de umidade na cama e desequilíbrios na microbiota intestinal.

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a bactéria está entre as principais causas de condenação de carcaças no país. Além do risco sanitário, a multiplicação de microrganismos com potencial patogênico pode afetar o desempenho produtivo e gerar impactos na comercialização internacional do produto final, conforme avaliação da médica-veterinária Mariana Rosetti, coordenadora de produtos da MCassab Nutrição e Saúde Animal.

Nesse contexto, falhas na limpeza, desinfecção e manejo favorecem a multiplicação de bactérias no ambiente. Já a ração pode se tornar uma via de transmissão quando matérias-primas e equipamentos não recebem os cuidados necessários, aumentando a pressão de infecção sobre os animais.

Outro ponto de atenção é o equilíbrio da microbiota intestinal. Um intestino saudável auxilia na digestão, na absorção de nutrientes e na proteção contra patógenos. Quando esse equilíbrio é afetado, as aves ficam mais vulneráveis à multiplicação bacteriana.

Para reduzir esses riscos, soluções de suporte intestinal e controle da carga microbiana atuam de forma preventiva. O ProPhorce PH101, desenvolvido pela Perstorp e disponível no país com a MCassab, combina ácidos orgânicos e óleo essencial para atuar na ração e no trato digestório das aves.

 





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Brasil e Honduras avançam em cooperação agrícola e tratativas comerciais


Argentina e Uruguai esgotam cotas de arroz e ovos para a União Europeia

Uma missão oficial do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) encerrou, nesta quinta-feira (4), agenda em Honduras com encaminhamentos para cooperação bilateral em pesquisa agropecuária, inovação tecnológica, desenvolvimento rural e segurança alimentar. As reuniões também incluíram tratativas comerciais sobre produtos de interesse dos dois países, como farinhas de origem animal, carne de aves e carne suína.

A agenda foi liderada pelo secretário-executivo do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Cleber Soares, com participação de representantes diplomáticos e técnicos do Brasil e do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). Segundo as informações divulgadas pelo Mapa, a missão incluiu reunião com o ministro da Agricultura e Pecuária de Honduras, Moisés Molina.

Durante os encontros, foram discutidas áreas como planejamento agrícola, inovação tecnológica, melhoramento genético e transferência de conhecimento. A delegação brasileira também se reuniu com representantes da Dirección de Ciencia y Tecnología Agropecuaria (Dicta), instituição de pesquisa agropecuária de Honduras, para tratar de fortalecimento institucional, formação de recursos humanos e modernização dos sistemas de inovação.

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De acordo com o Mapa, as conversas também abordaram cooperação em assistência técnica, sanidade animal e vegetal e adaptação às mudanças climáticas. Nesse eixo, foram citadas possibilidades de contribuição de instituições brasileiras como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No campo comercial, a missão avançou em tratativas sobre farinhas de origem animal, carne de aves e carne suína. O material divulgado não informa volumes, prazos, valores envolvidos nem estágio regulatório das negociações, o que limita a mensuração imediata de efeitos sobre o fluxo bilateral de comércio.

Para o setor agropecuário, o avanço técnico e institucional pode abrir espaço para cooperação em pesquisa, sanidade e inovação, além de apoiar futuras negociações comerciais, caso os entendimentos sejam formalizados.

Até o momento, os resultados divulgados indicam alinhamento político e técnico entre os dois países, mas ainda sem detalhamento de cronograma, metas operacionais ou impacto econômico mensurável. Novos desdobramentos dependerão da formalização dos acordos e do avanço das tratativas sanitárias e comerciais.

Fonte: gov.br

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Incêndio em caminhão carregado com algodão mobiliza bombeiros na BR-020


incêndio em caminhão que transportava algodão na BR-020
Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros/ Marlon Ferraz

Um incêndio em um caminhão carregado com algodão mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros na BR-020, na tarde desta sexta-feira (5), em um trecho da rodovida que corta a região Oeste da Bahia.

Equipes da 2ª Companhia de Bombeiros Militar, pertencente ao 17º Batalhão de Bombeiros Militar (17º BBM), foram acionadas por volta das 13h para combater o fogo no veículo de carga, nas proximidades do bairro Novo Paraná, em Luís Eduardo Magalhães.

De acordo com informações repassadas à central de atendimento, o incêndio atingia um caminhão carregado com algodão. No trecho da ocorrência, a pista ficou parcialmente interditada para o trabalho de combate ao fogo.

Além disso, por conta dos danos ocasionados pela alta temperatura, parte dos fardos de algodão caíram do compartimento de carga e se espalhou para fora do acostamento da rodovia.

incêndio em caminhão que transportava algodão na BR-020; Luís Eduardo Magalhães
Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros/ Marlon Ferraz

Ao chegar ao local os bombeiros constataram que as chamas estavam concentradas apenas no reboque do veículo, que já havia sido desacoplado do cavalo mecânico antes que o fogo se propagasse para a cabine.

Oeste da Bahia: incêndio em caminhão que transportava algodão na BR-020
Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros/ Marlon Ferraz

Com o apoio de maquinários de moradores da região e utilizando linhas de ataque, a equipe realizou o combate às chamas e a extinção dos focos remanescentes, eliminando os riscos existentes no local e evitando maiores danos.

Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, não houve registro de vítimas. A quantidade de fardos de algodão que eram transportados e o destino da carga não foram informados.


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Flores impulsionam economia na Serra do Caparaó Capixaba


A floricultura na Serra do Caparaó, no Espírito Santo, tem se mostrado um importante motor econômico, gerando mais de R$ 10 milhões anualmente e empregando cerca de 8 mil pessoas. A região, conhecida por suas belezas naturais, também se destaca pela produção de flores, que se tornou um negócio rural significativo.

Produção diversificada

A Serra do Caparaó apresenta climas adequados para a produção de diversas espécies de flores e plantas ornamentais, incluindo:

  • Plantas tropicais
  • Plantas de clima temperado

Um exemplo é o sítio Santana, em Guaçuí, que se especializa na produção de sumpatins, também conhecidos como beijo do Caparaó, com 11 variedades híbridas.

Práticas sustentáveis

A produção de flores na região se destaca por práticas sustentáveis, como:

  • Uso de técnicas biológicas, evitando agrotóxicos
  • Estruturas que garantem maior limpeza e controle de pragas
  • Parcerias com entidades para controle biológico

Mercado em expansão

A floricultura capixaba movimenta a economia de pelo menos 15 municípios, ocupando uma área de 160 hectares. A produção local tem potencial para expansão, especialmente com a crescente demanda por flores frescas e adaptadas ao clima da região. As plantas de corte e de vaso, produzidas localmente, oferecem maior durabilidade e frescor, beneficiando consumidores e eventos.

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Exportações brasileiras de carne suína crescem 9% em maio de 2023


As exportações brasileiras de carne suína totalizaram quase 130 mil toneladas em maio de 2023, representando um aumento de 9% em comparação ao mesmo período do ano passado. A receita gerada com essas exportações alcançou 302 milhões de dólares, um crescimento de 3,8% em relação ao ano anterior.

Dados das exportações

  • Volume exportado: 130 mil toneladas
  • Crescimento em relação a maio de 2022: 9%
  • Receita total: 302 milhões de dólares
  • Crescimento da receita: 3,8%
  • Fonte: Associação Brasileira de Proteína Animal (BPA)

Impacto da produção de etanol

As usinas do Centro Sul priorizaram a produção de etanol no início da safra 2022/2023, o que ampliou a oferta do biocombustível e pressionou os preços ao longo de maio. As cotações do etanol hidratado e do anidro acumularam queda de 14% no mês.

Regulamentação da União Europeia

A União Europeia publicou um novo regulamento sobre restrições ao uso de medicamentos antimicrobianos. O Brasil não está na lista de países autorizados a exportar carnes e derivados para o bloco a partir de 3 de setembro de 2023, pois não forneceu informações que garantam o cumprimento das medidas necessárias.

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