domingo, julho 26, 2026

Autor: Redação

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Tarifa dos EUA atinge US$ 7,2 bilhões das exportações brasileiras, diz ApexBrasil


Tarifa dos EUA atinge US$ 7,2 bilhões das exportações brasileiras, diz ApexBrasil

A sobretaxa de 25% aplicada pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros deve atingir US$ 7,2 bilhões das exportações do Brasil ao mercado americano, de um total de US$ 38 bilhões, segundo a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O anúncio foi feito após a conclusão de uma investigação com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA e divulgado na noite da última quarta-feira (15).

O presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, classificou a medida como “absurda do ponto de vista comercial” durante entrevista coletiva sobre as tarifas. Segundo ele, a nova cobrança “não tem nenhuma lógica com quem trabalha com o comércio internacional”.

De acordo com Müller, São Paulo é o estado com maior impacto em termos absolutos. No caso paulista, 20% das exportações para os Estados Unidos foram atingidas, o equivalente a US$ 3 bilhões. Em Santa Catarina, 65% das exportações ao mercado americano foram afetadas.

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A ApexBrasil informou que empresas e entidades dos Estados Unidos que mantêm comércio com o Brasil atuaram pela exclusão de produtos brasileiros do tarifaço. A agência afirmou que vai manter e ampliar esse trabalho em conjunto com parceiros americanos para aumentar a lista de itens isentos.

Entre as exceções à nova tarifa estão celulose, petróleo bruto, gás natural, aeronaves civis, motores e componentes aeroespaciais. Müller também disse que a estratégia inclui ampliar a participação brasileira nos setores beneficiados pelas isenções.

No caso do setor siderúrgico, a medida não alterou o quadro atual. As exportações brasileiras para os Estados Unidos seguem com taxação de 50%, segundo a ApexBrasil.

Müller acrescentou que a intenção é ampliar as exportações de produtos que permaneceram fora da nova tarifa americana, como mel e pescados.

A nova rodada tarifária dos Estados Unidos alcança parte relevante das vendas brasileiras ao país, enquanto a ApexBrasil concentra a atuação na ampliação de isenções e no avanço das exportações de itens que ficaram fora da sobretaxa.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Fipe reduz projeção do IPC de julho para 0,13% com queda mais forte dos alimentos


Fipe reduz projeção do IPC de julho para 0,13% com queda mais forte dos alimentos

A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) revisou de 0,15% para 0,13% a projeção para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-Fipe) de julho. A mudança foi atribuída à queda mais intensa do que a esperada no grupo Alimentação, segundo o coordenador do indicador, Guilherme Moreira. Para os alimentos, a estimativa passou de retração de 0,17% para recuo de 0,25%.

O IPC-Fipe da segunda quadrissemana de julho, divulgado nesta sexta-feira (17), registrou alta de 0,01%, abaixo da previsão de 0,03%. Na avaliação de Moreira, o resultado mostra um comportamento praticamente estável do índice no período.

O principal destaque da leitura foi o grupo Alimentação, que caiu 0,49%. Entre os produtos citados pelo coordenador, o tomate apresentou baixa de 16,47%. Também houve recuos nos preços de café, vagem, batata, banana, arroz e maçã.

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Segundo Moreira, o movimento tem caráter sazonal, com maior influência sobre itens in natura. De acordo com o economista, a redução da demanda por causa do frio ajuda a explicar o comportamento observado nas últimas semanas.

Nesse intervalo, os produtos in natura acumularam recuo de 1,87%, enquanto os semi-elaborados caíram 0,53%, conforme informou o coordenador do IPC-Fipe. A leitura reforçou a revisão das estimativas para o grupo Alimentação e, por consequência, para o índice geral de julho.

Com a queda mais intensa dos alimentos na segunda quadrissemana, a projeção da Fipe para o IPC de julho foi reduzida para 0,13%, enquanto a estimativa para o grupo Alimentação passou a indicar recuo de 0,25% no mês.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Augusto Billi toma posse como secretário de Comércio do Ministério da Agricultura


Augusto Billi ocupava o cargo de secretário-adjunto da pasta
Augusto Billi ocupava o cargo de secretário-adjunto da pasta (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, deu posse, na quinta-feira (16), a Augusto Billi como novo secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Billi ocupava o cargo de secretário-adjunto da pasta e substitui Luis Rua, que anunciou a saída do comando da secretaria na última segunda-feira (13). Rua ficou quase dois anos e meio no cargo. A exoneração dele foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta.

Em publicação nas redes sociais, André de Paula afirmou que Billi já vinha desempenhando “um excelente trabalho” como secretário-adjunto e destacou a importância estratégica da área para a agropecuária nacional.

Segundo o ministro, a experiência, a competência e o compromisso de Augusto Billi com o serviço público contribuirão para fortalecer a atuação do Mapa na ampliação de mercados, nas relações internacionais e na promoção do agronegócio brasileiro.

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AgroNewsPolítica & Agro

Compras chinesas de soja dos EUA disparam


China elevou as aquisições de soja norte-americana da safra 2026/27, segundo dados divulgados pela Datagro, em relatório publicado nesta quinta-feira (16). O USDA registrou o maior volume semanal de compras chinesas desde janeiro, movimento que reacende expectativas para o comércio bilateral de grãos entre os dois países ao longo da nova temporada.

De acordo com a Datagro, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta quinta-feira (16) seu relatório semanal de vendas para exportação, apontando a comercialização de 188 mil toneladas de soja referentes à safra 2025/26 e 1,77 milhão de toneladas vinculadas à safra 2026/27.

Do total negociado para a nova safra, 1,06 milhão de toneladas teve a China como destino final. O volume representa a maior compra semanal do país asiático desde o início do ano, um sinal relevante para quem acompanha o ritmo das negociações entre as duas maiores economias do mundo.

Segundo dados divulgados pela Datagro, esse resultado confirma rumores que já circulavam no mercado sobre uma retomada mais consistente das aquisições chinesas de soja norte-americana. O movimento ocorre após meses em que as compras do país haviam ficado abaixo do esperado pelos agentes do setor.

A consultoria destaca que essa retomada acontece mesmo em um cenário de arrefecimento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China, fator que marcou boa parte de 2025 e impôs incertezas ao fluxo de negócios entre os dois países ao longo do último ano.

Ainda de acordo com a Datagro, até o dia 9 de julho os Estados Unidos já haviam comprometido 41,32 milhões de toneladas de soja da safra 2025/26 para exportação. Desse total, 12,36 milhões de toneladas tinham a China como destino, o equivalente a 30% de todo o volume comercializado pelos americanos no período.

A participação chinesa, no entanto, segue abaixo do patamar registrado no mesmo intervalo do ciclo anterior, quando o país asiático respondia por 44% das vendas externas de soja dos Estados Unidos, segundo os números apresentados pela consultoria. A diferença evidencia que, apesar da recuperação recente, o comércio bilateral ainda não retomou o ritmo observado em safras passadas.

Para a safra 2026/27, os compromissos de venda de soja norte-americana já somam 4,60 milhões de toneladas, sendo 1,26 milhão de toneladas destinadas especificamente à China. Esse volume corresponde a 27% de todo o total negociado pelos Estados Unidos até o momento para a nova temporada, conforme apontam os dados divulgados pela Datagro em seu relatório diário para a imprensa.





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Diretrizes contra combustíveis adulterados avançam em comissão da Câmara


ANP publica nova cartilha para postos revendedores de combustíveis

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados aprovou, nesta sexta-feira (17), o Projeto de Lei 1501/23, que cria diretrizes de prevenção e combate à comercialização de combustíveis adulterados. A proposta altera a Lei 9.847/99, responsável por disciplinar a fiscalização das atividades relativas ao abastecimento nacional de combustíveis.

O projeto é de autoria do deputado Delegado Palumbo (Pode-SP). Entre as medidas previstas estão a intensificação da fiscalização e das vistorias em postos de combustíveis por agentes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e dos municípios.

O texto também prevê a promoção de políticas públicas para estimular denúncias aos órgãos competentes e a identificação de postos que venderem combustíveis fora dos padrões de qualidade definidos pela ANP.

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Durante a análise da proposta, o relator, deputado Junio Amaral (PL-MG), apresentou emenda para estabelecer que a atividade de fiscalização abrangerá a manutenção de um programa de monitoramento, prevenção e combate ao combustível adulterado. As diretrizes desse programa deverão ser regulamentadas pela ANP.

Ao defender a aprovação, o relator afirmou que a proposta busca intensificar a atuação do Estado no combate à adulteração e à comercialização de combustível adulterado. Segundo ele, esse tipo de prática tem relação com organizações criminosas.

A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado.

Fonte: camara.leg.br

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Motta defende Lei da Reciprocidade Econômica após tarifa dos EUA sobre produtos do Brasil


Coca-Cola, eBay e Tesla pedem recuo de tarifa dos EUA sobre produtos brasileiros

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), repudiou a decisão do governo dos Estados Unidos de impor tarifa de 25% sobre produtos importados do Brasil. Em nota divulgada no fim da noite desta quinta-feira (16), Motta defendeu o uso da Lei da Reciprocidade Econômica, aprovada pelo Congresso Nacional, como resposta ao governo norte-americano.

Segundo Motta, o Parlamento brasileiro apoia o diálogo respeitoso entre nações soberanas, mas discorda do uso de barreiras comerciais como instrumento de ingerência ou pressão política. Na manifestação, ele afirmou que a Lei da Reciprocidade Econômica é um instrumento legítimo de defesa dos interesses nacionais.

O deputado também classificou a medida dos Estados Unidos como unilateral e protecionista. Na nota, disse que ações desse tipo prejudicam a economia, ameaçam empregos e penalizam setores produtivos estratégicos que geram renda e desenvolvimento no país.

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Motta declarou ainda que não há justificativa técnica ou comercial para a decisão anunciada pelos norte-americanos. A tarifa de 25% sobre produtos importados do Brasil foi imposta na quarta-feira (15).

O presidente da Câmara afirmou que a Casa acompanhará de perto os desdobramentos do tarifaço e atuará com responsabilidade e firmeza na defesa dos interesses do país. Também disse que o Brasil permanece unido na proteção do setor produtivo, dos exportadores e dos empregos.

A reação do presidente da Câmara combina repúdio à tarifa anunciada pelos Estados Unidos com a defesa do uso da Lei da Reciprocidade Econômica como resposta comercial do Brasil.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Tarifa dos EUA deve atingir 36,5% das exportações do agro brasileiro, diz CNA


Coca-Cola, eBay e Tesla pedem recuo de tarifa dos EUA sobre produtos brasileiros

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) informou que 36,5% das exportações do agronegócio brasileiro para os Estados Unidos estarão sujeitas à tarifa adicional de 25% anunciada pelo governo norte-americano. Segundo a entidade, a medida passa a valer a partir da próxima quarta-feira (22). Os outros 63,5% dos embarques do setor devem permanecer fora da alíquota extra.

A avaliação foi apresentada pela diretora de Relações Internacionais da CNA, Sueme Mori. Em vídeo divulgado à imprensa, ela afirmou que, apesar da ampliação da lista de exceções, uma parcela relevante das vendas externas do agro brasileiro continuará enquadrada na medida.

De acordo com Mori, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) ampliou as exceções para 2.126 linhas tarifárias, em comparação com a proposta preliminar de taxação divulgada em junho. Entre os produtos incluídos na lista de exceções estão pescados, mel e café solúvel.

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Segundo a diretora, os Estados Unidos justificaram a ampliação das exceções com base na dependência da indústria americana de determinados insumos brasileiros, na insuficiência da oferta doméstica e nos possíveis efeitos sobre cadeias produtivas consideradas estratégicas.

Dados do Sistema de Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro (Agrostat) mostram que, em 2025, o agronegócio brasileiro exportou US$ 11,409 bilhões em produtos para os Estados Unidos. Desse total, os itens que serão tarifados somaram cerca de US$ 4,6 bilhões, conforme a CNA. A lista inclui produtos de madeira, arroz, uva, ovos, açúcar e outros.

Mori afirmou que a CNA participou das etapas do processo desde a abertura da investigação conduzida pelo governo norte-americano, com envio de contribuições técnicas e presença em consultas públicas realizadas em Washington. Ao USTR, a entidade defendeu a exclusão de todos os produtos agropecuários brasileiros da medida e citou a complementaridade entre as cadeias produtivas dos dois países.

A CNA declarou que seguirá atuando em defesa do setor agropecuário brasileiro e das cadeias produtivas afetadas pela tarifa adicional imposta pelos Estados Unidos sobre parte das exportações do agro.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Tempestades e granizo mantêm Rio Grande do Sul sob alerta


Granizo e tempestades voltam ao Sul entre sexta e sábado, diz Inmet

O Rio Grande do Sul permanece sob aviso para tempestades e granizo, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A condição é provocada pela atuação de áreas de baixa pressão na Argentina e por um bloqueio atmosférico associado a uma intensa área de alta pressão no Oceano Atlântico. O cenário favorece ventos fortes e mantém a instabilidade sobre o estado entre esta sexta-feira (17) e o sábado (18).

De acordo com o Inmet, a diferença de pressão entre os sistemas intensifica o fenômeno do Jato de Baixos Níveis (JBN), o que favorece o aumento da velocidade dos ventos em Mato Grosso do Sul e nos estados da Região Sul.

No Rio Grande do Sul, as áreas de instabilidade ganham força com previsão de chuva e trovoadas nesta sexta-feira (17) e no sábado (18). A possibilidade de queda de granizo é destacada na faixa de fronteira com o Uruguai e também nas regiões oeste, central e sul do estado.

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O Centro de Monitoramento da Defesa Civil Estadual (CMDEC) do Rio Grande do Sul informou que o período mais crítico deve ocorrer entre sábado (18) e domingo (19). A previsão inclui tempestades com rajadas de vento entre 70 km/h e 90 km/h, além de granizo.

Segundo o centro, são esperadas chuvas intensas e volumosas em curto espaço de tempo, com acumulados que podem superar 250 milímetros nas áreas do Oeste e do Centro. O órgão também cita risco de tornados.

No restante do Sul, o Inmet prevê tempo firme no norte de Santa Catarina e no Paraná. No norte paranaense, há previsão de névoa seca no sábado (18) em razão da baixa umidade relativa do ar. O frio perde força na região, com mínimas em torno de 10°C em áreas de serra e máximas de 30°C no Rio Grande do Sul e no noroeste do Paraná durante as tardes.

O avanço das instabilidades mantém o Rio Grande do Sul no centro da atenção meteorológica nos próximos dias, com alerta para chuva intensa, granizo e ventos fortes, enquanto outras áreas do Sul seguem com tempo firme e baixa umidade.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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IBC-Br acumula alta de 1,35% em 12 meses até maio


IBC-Br acumula alta de 1,35% em 12 meses até maio

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) acumulou alta de 1,35% nos 12 meses encerrados em maio, na série sem ajuste sazonal, informou o Banco Central (BC) nesta sexta-feira (17). O resultado representa desaceleração em relação ao período encerrado em abril, quando o avanço era de 1,59%, dado revisado de 1,63%.

No recorte setorial, o indicador da agropecuária acumulou alta de 2,45% em 12 meses até maio, abaixo dos 3,08% registrados até abril, dado revisado de 3,17%. O índice ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor, cresceu 1,34%, após alta de 1,55% no mês anterior, revisada de 1,59%.

Entre os demais componentes, a indústria passou de alta acumulada de 0,79% para 0,52% em 12 meses. O índice de serviços desacelerou de 2,02% para 1,84%, com revisão do dado anterior de 2,10%. Já o indicador de impostos recuou de 0,61% para 0,36%, após revisão de 0,60% para abril.

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No acumulado de janeiro a maio de 2026, o IBC-Br total avançou 1,24% na comparação com o mesmo período de 2025. Nesse intervalo, o índice ex-agropecuária subiu 1,48%, enquanto o indicador do agro ficou estável em 0,00%. A indústria teve alta de 0,58%, os serviços cresceram 1,93% e os impostos avançaram 0,81%.

No trimestre móvel encerrado em maio, na série com ajuste sazonal e ante os três meses anteriores, o IBC-Br total cresceu 0,72%. O índice ex-agro subiu 0,55% e o específico da agropecuária avançou 0,10%. No mesmo recorte, a indústria cresceu 1,27%, os serviços aumentaram 0,30% e os impostos avançaram 1,36%.

Na comparação do trimestre até maio com igual período de 2025, na série sem ajuste sazonal, o IBC-Br total teve alta de 1,75%. O índice da agropecuária subiu 0,20%, enquanto o ex-agropecuária avançou 2,09%.

Os dados do Banco Central mostram desaceleração do IBC-Br em 12 meses até maio, com avanço de 1,35% no indicador total e de 2,45% na agropecuária. No acumulado de janeiro a maio, o segmento agropecuário ficou estável, enquanto o indicador geral registrou alta de 1,24%.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Juros futuros operam estáveis, com viés de alta nesta sexta-feira


Ibovespa fecha em alta de 1,21% e dólar comercial cai para R$ 5,1415

Os juros futuros operavam perto da estabilidade na manhã desta sexta-feira (17), mas com viés de alta. O movimento acompanhava o avanço do dólar e do petróleo, enquanto a queda dos rendimentos dos Treasuries limitava uma pressão maior sobre a curva. O IBC-Br de maio veio acima do previsto, mas seguia com peso limitado na ponta curta.

No mercado, a leitura predominante seguia concentrada na próxima decisão de política monetária. As apostas majoritárias apontavam para um corte de 25 pontos-base da taxa Selic em agosto, para 14%.

Às 9h10 desta sexta-feira (17), a taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 estava em 13,885%, ante 13,872% no ajuste anterior. O contrato para janeiro de 2029 marcava 14,14%, frente a 14,106% no ajuste anterior.

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No trecho mais longo da curva, o vencimento para janeiro de 2031 era negociado a 14,340%, de 14,326% no ajuste de quinta-feira (16). Os números mostram leve avanço das taxas, em linha com o viés observado no início do pregão.

A combinação entre dólar e petróleo em alta sustentava a inclinação altista, enquanto o recuo dos Treasuries ajudava a conter movimentos mais intensos. Nesse ambiente, o dado do IBC-Br teve leitura secundária na formação das taxas curtas.

Na abertura desta sexta-feira (17), o mercado de juros mantinha estabilidade com viés de alta, refletido no avanço moderado dos contratos de DI ao longo da curva e na expectativa majoritária de corte de 25 pontos-base da Selic em agosto.

Fonte: Estadão Conteúdo

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