sexta-feira, julho 24, 2026

Autor: Redação

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Alta do petróleo pressiona custos e desafia o agronegócio brasileiro


A recente alta do preço do petróleo, que ultrapassou a marca de 100 dólares por barril, está gerando preocupações significativas para o agronegócio brasileiro. A situação é agravada por uma tarifa de 37,5% imposta pelos Estados Unidos, que afeta diretamente a logística e os custos de produção no Brasil.

Impacto das tarifas dos EUA

O comentarista Miguel Daúd destacou que a tarifa de 37,5% imposta pelo governo americano é uma medida que prejudica o Brasil, que não tem controle sobre essa decisão. Essa tarifa é parte de um conjunto de 80 países afetados, incluindo nações da União Europeia.

Aumento nos custos de produção

A alta do petróleo impacta diretamente os custos de logística, essenciais para o agronegócio. Com o aumento dos preços dos combustíveis, a inflação tende a subir, afetando ainda mais o setor. Daúd mencionou que o governo brasileiro está tentando amortecer esses impactos, mas a situação continua desafiadora.

Desdobramentos futuros

  • Aumento contínuo do preço do petróleo devido a fatores climáticos e conflitos no Oriente Médio.
  • Possibilidade de novas tarifas e sanções que podem agravar a situação do agronegócio.
  • Necessidade de estratégias para mitigar os efeitos da inflação sobre os produtores.

Com a pressão crescente sobre os custos e a incerteza no cenário internacional, o agronegócio brasileiro enfrenta um momento crítico que exige atenção e ação imediata.

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Previsão do tempo em Guarujá do Sul não aponta risco de geada


A previsão do tempo para Guarujá do Sul, em Santa Catarina, indica que não há risco de geadas durante os meses de agosto e setembro. A informação foi confirmada por meteorologistas que analisaram as condições climáticas da região.

Condições climáticas atuais

Recentemente, a região enfrentou um período de chuvas intensas, acumulando quase 130 mm de precipitação entre terça e quarta-feira. Apesar do excesso de umidade no solo, a previsão é de que as chuvas cessem nos próximos dias.

Previsão para agosto e setembro

  • A previsão indica um período de 10 a 12 dias de tempo mais seco.
  • As chuvas devem retornar a partir de domingo, com maior concentração no Rio Grande do Sul.
  • Estima-se que a região receba entre 150 e 200 mm de chuva nos próximos 30 dias.
  • As temperaturas devem variar entre 26º e 30º, com mínimas abaixo de 10º.
  • Não há previsão de geadas, mesmo com a possibilidade de frio intenso na primeira semana de agosto.

Impactos para a agricultura

Os especialistas afirmam que, apesar do retorno das chuvas, a quantidade prevista não deve trazer grandes problemas para os produtores da região, uma vez que o solo já está saturado e as chuvas serão moderadas.

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Meteorologista analisa trégua de chuvas no RS e catástrofe no Chile


O meteorologista Arthur Müller, do Canal Rural, atualizou a situação das chuvas no Rio Grande do Sul, destacando uma trégua temporária após intensos temporais. A frente fria que afetou a região se deslocou para o Sudeste e Centro-Oeste, proporcionando um alívio momentâneo até sábado, quando novas chuvas volumosas devem retornar ao estado.

Previsão de chuvas no Rio Grande do Sul

Atualmente, o solo no Rio Grande do Sul está saturado, e a previsão é de que os acumulados de chuva possam ultrapassar 120 mm nos próximos dias, o que gera preocupação com alagamentos e deslizamentos de terra. Müller alertou para:

  • Retorno das chuvas a partir de domingo.
  • Possibilidade de temporais com granizo e rajadas de vento acima de 100 km/h.
  • Risco de transbordamento de rios devido ao solo já saturado.

Situação crítica no Chile

O Chile declarou estado de catástrofe após fortes chuvas que resultaram em 13 mortes e mais de 100.000 pessoas isoladas no deserto do Atacama. Em apenas quatro dias, a região recebeu o equivalente a quatro anos de chuvas, o que é considerado anômalo para uma área conhecida por sua aridez. Müller explicou que:

  • A situação é exacerbada pela presença do fenômeno El Niño.
  • As chuvas intensas foram favorecidas por correntes marítimas quentes.
  • O deserto do Atacama, que normalmente não recebe chuvas, teve registros de 250 mm em um único dia.

O meteorologista ressaltou a necessidade de adaptação às mudanças climáticas, que têm trazido eventos extremos em regiões onde historicamente não ocorriam.

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João Henrique Hummel analisa competitividade do Brasil no mercado globalizado


Em uma análise sobre o plano Brasil Soberano, o comentarista João Henrique Hummel destaca a necessidade de o Brasil definir claramente suas intenções no mercado globalizado. Segundo ele, o país deve demonstrar suas vantagens competitivas e abrir espaço para o desenvolvimento, ao invés de proteger setores ineficientes.

Desafios do Brasil no mercado global

Hummel enfatiza que o Brasil precisa mostrar o que realmente deseja para sua indústria e como pretende aumentar sua eficiência e produtividade. Ele critica a abordagem atual, que considera superficial e voltada para campanhas eleitorais, sem resolver os problemas estruturais do país.

Estratégias necessárias

  • Definir claramente as intenções do Brasil no mercado global.
  • Mostrar as vantagens competitivas do país.
  • Abrir o mercado para novas oportunidades de desenvolvimento.
  • Evitar a proteção de setores ineficientes.
  • Focar em soluções que realmente resolvam os problemas da indústria.

Para Hummel, a verdadeira soberania do Brasil no cenário global depende de uma estratégia clara e eficaz, que demonstre a capacidade do país de ser competitivo e eficiente.

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Cotações do boi gordo avançam após queda, aponta Datagro


No mercado pecuário, as cotações do boi gordo voltaram a avançar após semanas de quedas. O analista da Datagro, Guilherme Yank, destacou que esse movimento ocorre em meio a escalas curtas e ajustes operacionais no setor.

Fatores que influenciam as cotações

  • Escalas curtas que não viabilizavam o avanço dos preços.
  • Ajustes operacionais e férias coletivas impactando a oferta.
  • Incertezas relacionadas ao preenchimento da cota de exportação para a China.

Perspectivas para o mercado

Atualmente, os preços em São Paulo estão ligeiramente acima dos R$ 340 por arroba, enquanto outras praças apresentam valores um pouco mais baixos. Apesar do avanço, o consumo ainda não está em sua capacidade máxima, e as operações devem voltar a aumentar a partir de agosto.

Expectativas futuras

Embora haja um tom otimista no mercado, existem incertezas que precisam ser superadas. As perspectivas para o final do ano são positivas, com contratos futuros indicando preços potencialmente acima dos R$ 370 por arroba para 2027.

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AgroNewsPolítica & Agro

Cotação do vivo integrado supera valor no mercado independente



Movimento atípico tem sido observado neste ano em algumas praças


Foto: Embrapa – MORÉS, Nelson

Os preços do suíno vivo no mercado integrado estão acima dos registrados no mercado independente em algumas regiões acompanhadas pelo Cepea neste mês de julho. O Centro de Pesquisas destaca que, tradicionalmente, o mercado spot (independente) opera com valores acima dos do integrado por conta dos maiores custos e riscos da atividade.

Pesquisadores do Cepea ressaltam que este tipo de movimento atípico tem sido observado neste ano em algumas praças do Sul, sobretudo em Braço do Norte (SC), refletindo o cenário adverso que o mercado independente vem enfrentando, marcado pela alta oferta interna, somada à procura enfraquecida, que tem gerado preços baixos ao longo de todo o ano.





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Sistema CNA/Senar apresenta serviços e capacitações no Congresso de Olericultura


Sistema CNA/Senar apresenta serviços e capacitações no Congresso de Olericultura

O Sistema CNA/Senar participou, na sexta-feira (24), do 58º Congresso Brasileiro de Olericultura, realizado na Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), em Brasília (DF). Promovido pela Associação Brasileira de Horticultura (ABH), o encontro reuniu apresentações sobre pesquisa, troca de experiências e construção de soluções para o fortalecimento das cadeias produtivas de hortaliças.

Durante o evento, a coordenadora da área de Produção Agrícola da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Ana Lenat, apresentou a estrutura do Sistema CNA/Senar e explicou as formas de acesso dos produtores aos serviços da instituição. Segundo ela, os sindicatos rurais são a principal porta de entrada para o público do campo acessar ações e programas.

Ana Lenat também destacou a atuação das diretorias Técnica e Internacional e das assessorias de Relações Institucionais e Jurídica da CNA, além das comissões nacionais da entidade. Entre as iniciativas apresentadas esteve o Projeto Campo Futuro, voltado à realização de levantamentos e painéis de custos de produção.

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A assessora técnica do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Ana Clara Souza, detalhou as ações de Formação Profissional Rural (FPR), os cursos técnicos, as capacitações e as iniciativas de educação a distância. Ela ressaltou a plataforma Senar Play, que reúne mais de 250 cursos gratuitos e já ultrapassou 830 mil matrículas. O acesso pode ser feito pela internet e por aplicativo.

Para a olericultura, o Senar oferece cursos sobre produção de hortaliças, implantação de hortas, produção de mudas e outras tecnologias voltadas ao setor. Os conteúdos também podem ser acessados pelo WhatsApp, com emissão de certificado ao fim da capacitação.

O assessor técnico do Senar Mauro Faria apresentou o trabalho de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), com acompanhamento contínuo nas propriedades rurais e resultados obtidos desde a implantação da metodologia, em 2017. Segundo ele, a olericultura tem papel estratégico para a segurança alimentar e reúne uma cadeia produtiva diversificada, com predominância de pequenos produtores e agricultores familiares.

A participação do Sistema CNA/Senar no congresso concentrou a apresentação de serviços, cursos e assistência técnica voltados à produção de hortaliças, com foco no acesso dos produtores às ações da instituição e na difusão de tecnologias para o setor.

Fonte: cnabrasil.org.br

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Ibovespa recua com petróleo, tarifas dos EUA e expectativa por fala de Galípolo


Cautela com tarifas e exterior mantém Ibovespa sem reação

O Ibovespa operava em queda na manhã desta sexta-feira (24), pressionado pelo recuo do petróleo e do minério de ferro e pela repercussão da nova tarifa de 12,5% dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. O mercado também acompanhava a participação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e do ministro da Fazenda, Dario Durigan, na XP Expert, em São Paulo.

Às 11h17, o Índice Bovespa caía 0,83%, aos 175.254,19 pontos, depois de fechar a quinta-feira (23) em baixa de 0,46%, aos 176.723,62 pontos. Na semana, o índice acumulava alta de 1,73%. Vale recuava 0,66%, enquanto as ações da Petrobras caíam entre 0,37% e 0,68%.

No exterior, o Dow Jones acompanhava o movimento de fraqueza, enquanto os demais índices em Nova York também recuavam em meio à tensão com a guerra no Oriente Médio. Na Europa, as bolsas subiam.

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O petróleo Brent cedia cerca de 2,50%, a US$ 91,82 por barril, após ter alcançado US$ 100 na quinta-feira (23), pela primeira vez em dois meses. Segundo Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Resarch, o ambiente geopolítico tem pressionado o petróleo e elevado as expectativas de inflação e juros no mundo. Bruno Takeo, estrategista da S4 Consultoria de Investimentos, afirmou que a correção da commodity puxava Petrobras e empresas juniores.

No Brasil, investidores também digeriam a decisão do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), que anunciou tarifas de 10% ou 12,5% para 60 parceiros comerciais a partir desta sexta-feira (24), com uma lista de isenções por produto. Para o Brasil, a alíquota ficou em 12,5%, com exclusões de itens como carne bovina e café. O governo brasileiro informou que irá acionar a Lei da Reciprocidade.

Sem indicadores econômicos de maior peso no dia, o mercado voltou as atenções para sinais sobre a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para os dias 4 e 5 de agosto. A expectativa em torno de um novo corte de 0,25 ponto porcentual na Selic perdeu força diante do cenário externo mais adverso.

O pregão desta sexta-feira (24) combinava pressão das commodities, cautela com a política comercial dos Estados Unidos e expectativa por indicações do Banco Central sobre os próximos passos da política monetária.

Fonte: Estadão Conteúdo

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ANP abre consulta sobre novas regras para combustíveis de uso aquaviário


ANP abre consulta sobre novas regras para combustíveis de uso aquaviário

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou nesta sexta-feira (24) a realização de consulta pública, por 45 dias, e de audiência pública sobre a minuta que revisa a Resolução ANP nº 903, de 2022. A norma estabelece as especificações dos combustíveis de uso aquaviário comercializados no país, como óleo diesel marítimo e óleo combustível marítimo. A proposta atualiza a regulamentação brasileira com base em avanços tecnológicos e em padrões técnicos internacionais.

Segundo a ANP, a revisão busca alinhar as especificações nacionais à 7ª edição da norma ISO 8217, publicada em 2024, e acompanhar mudanças no mercado de combustíveis marítimos no contexto da transição energética e das metas internacionais de descarbonização do transporte marítimo estabelecidas pela Organização Marítima Internacional (IMO).

Entre os pontos previstos na minuta estão a reestruturação das tabelas de especificação dos combustíveis aquaviários e a inclusão de classes destinadas a combustíveis com biodiesel. O texto também incorpora, de forma seletiva, limites e métodos de ensaio atualizados pela ISO 8217.

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A proposta reconhece o biodiesel em teores de até 100% para uso aquaviário regular, preservada a voluntariedade da adição de componentes renováveis. Também trata o diesel verde e os combustíveis sintéticos como componentes drop-in, definidos pela ANP como quimicamente similares aos combustíveis fósseis e passíveis de substituição sem necessidade de adaptação em motores e infraestrutura de distribuição.

A minuta ainda define os agentes autorizados a realizar misturas e prevê a possibilidade de comercialização de biodiesel B100 com usuários pessoa jurídica para consumo próprio em embarcações. Outro eixo da revisão é o aperfeiçoamento das regras de controle de qualidade, rastreabilidade documental, amostragem, certificação e identificação dos combustíveis fornecidos, em consonância com o Anexo VI da Convenção MARPOL.

O texto também prevê autorização prévia da ANP, em caráter experimental, para combustíveis alternativos ainda não contemplados pela ISO 8217, como etanol, metanol, amônia e hidrogênio. Além disso, inclui tratamento regulatório específico para o gás natural liquefeito (GNL), também mediante autorização prévia da Agência.

Antes de seguir para participação social, a proposta foi discutida com órgãos governamentais e representantes do setor. As contribuições recebidas foram incorporadas parcialmente à minuta, que também passou por manifestações das áreas técnicas da ANP e por análise da Procuradoria Federal junto à Agência.

Fonte: gov.br

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Coalizão apresenta 8 propostas do agro e do clima a presidenciáveis de 2026


Coalizão apresenta 8 propostas do agro e do clima a presidenciáveis de 2026

A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura começou a apresentar aos presidenciáveis das eleições de 2026 um conjunto de oito propostas centrais para a agenda de desenvolvimento. Entre os pontos defendidos pelo grupo estão o condicionamento de instrumentos financeiros do setor agropecuário à implementação do Código Florestal e o estímulo a práticas produtivas sustentáveis.

A entidade afirma que a ampliação de linhas de financiamento sustentáveis e inclusivas pode reconhecer produtores que cumprem a legislação ou que avançam na regularização ambiental e fundiária. O grupo também relaciona os eventos climáticos extremos ao aumento da pressão sobre o endividamento e a inadimplência no campo. Nesse contexto, Iuri Cardoso, coordenador de Advocacy da Coalizão, defende o fortalecimento do seguro rural.

Com 10 anos de atuação e mais de 400 representantes do setor privado, do setor financeiro, da academia e da sociedade civil, a Coalizão direciona as propostas aos três mais bem colocados nas pesquisas: Luiz Inácio Lula da Silva, Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado. Já houve um encontro com a campanha de Lula, e a expectativa é de reuniões com os demais presidenciáveis ou seus representantes na próxima semana.

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As oito propostas incluem erradicação do desmatamento ilegal, fortalecimento do manejo integrado do fogo, ordenamento fundiário, aceleração da implementação do Código Florestal, rastreabilidade socioambiental, ampliação do financiamento rural, expansão de boas práticas agropecuárias, valorização das cadeias nacionais de biocombustíveis e da biomassa, instrumentos econômicos para a vegetação nativa e consolidação de uma nova economia florestal.

A Coalizão também defende o avanço na destinação de florestas públicas e na regularização fundiária. No entendimento do grupo, essas medidas são decisivas para reduzir conflitos, ampliar a segurança jurídica e destravar investimentos no campo. O relatório ainda coloca os biocombustíveis no centro da estratégia nacional, com prioridade para biodiesel, combustíveis sustentáveis de aviação (SAF) e diversificação de matérias-primas, como a macaúba.

Neste momento, a Coalizão apresenta os temas de forma geral e pretende, após a eleição, buscar a construção de uma agenda detalhada. Além do diálogo com os candidatos à Presidência da República, o grupo também atua junto aos entes federativos e ao Congresso Nacional.

Fonte: Estadão Conteúdo

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