segunda-feira, julho 6, 2026

Autor: Redação

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O fim do cartel: por que os Emirados Árabes abandonaram a Opep?


Petróleo - opep
Foto: Pixabay

O anúncio da saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep para 2026 é um marco: o país cansou de pagar a conta da estabilidade alheia. Após investir bilhões para aumentar sua capacidade de extração, Abu Dhabi não aceita mais produzir menos do que pode apenas para manter o preço do barril elevado conforme os interesses da Arábia Saudita.

O motivo

A lógica é simples: os Emirados querem vender cada gota possível enquanto o petróleo ainda domina a economia global. Estar na Opep significava manter máquinas paradas por imposição de um “clube” que já não garantia a segurança do país diante das tensões com o Irã.

O fator Trump e o mercado livre

Essa decisão realiza o desejo antigo de Donald Trump: desmantelar o cartel. Sem a união do bloco, o preço do combustível tende a ser ditado pelo mercado, e não por reuniões a portas fechadas. Para Trump, quanto mais petróleo no mercado, melhor para a economia global e menor a inflação.

Brasil: o gigante solitário

Nesse novo cenário, o Brasil brilha. Já produzimos mais que os próprios Emirados e nunca aceitamos as amarras da Opep. Com a fragmentação do grupo, o Brasil se consolida como um porto seguro para investimentos, mostrando que a estratégia de independência , agora adotada pelos árabes, sempre foi o caminho mais lucrativo.

Conclusão

A saída dos Emirados é o início do fim de uma era de monopólios. O mundo caminha para um mercado de “torneiras abertas”, onde quem produz mais e melhor, como Brasil e agora os EAU, dita as regras do jogo.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.

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CNA apresenta propostas para o Plano Safra 2026/27 com foco em crédito, seguro e previsibilidade


Plano Safra BNDES crédito de carbono
Plano Safra. Foto: Governo Federal

A CNA apresentou ao governo federal um conjunto de propostas para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2026/2027, com foco em ampliar o acesso ao crédito, fortalecer o seguro rural e garantir maior previsibilidade orçamentária.

O documento foi entregue pelo presidente da entidade, João Martins, ao ministro da Agricultura, André de Paula, e reúne dez medidas consideradas prioritárias para o próximo ciclo da política agrícola.

Entre os principais pontos defendidos pela CNA estão a necessidade de planejamento plurianual do Plano Safra e a compatibilização entre o orçamento público e o calendário agrícola.

Segundo a entidade, o atual modelo, baseado em previsões anuais, dificulta o planejamento de produtores, cooperativas e instituições financeiras, além de gerar incertezas ao longo do ciclo produtivo.

A CNA também destaca a insuficiência de recursos no Orçamento Geral da União, especialmente em um cenário de juros elevados, que aumenta o custo do crédito subsidiado.

Endividamento e custo de produção preocupam

No documento, a entidade afirma que o setor enfrenta pressão de custos, restrições financeiras e instabilidade climática, o que tem levado produtores a operar com maior endividamento e margens mais reduzidas.

Diante desse cenário, o Plano Safra 2026/27 é apontado como decisivo não apenas para ampliar recursos, mas para reestruturar os instrumentos de política agrícola, com foco em gestão de riscos e acesso efetivo ao crédito.

Seguro rural e orçamento plurianual

A CNA propõe a destinação de R$ 4 bilhões ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), além da modernização da legislação do setor.

Outro destaque é a defesa de um modelo plurianual para o Plano Safra, com previsão de recursos ao longo de vários anos. A medida, segundo a entidade, permitiria maior previsibilidade, continuidade das políticas e melhor planejamento das atividades produtivas.

Volume de crédito e apoio ao produtor

Entre as propostas, a CNA sugere que o Plano Safra 2026/27 conte com R$ 623 bilhões em crédito rural, sendo R$ 104,9 bilhões destinados à agricultura familiar e R$ 518,2 bilhões à agricultura empresarial.

A entidade também defende medidas para apoiar a saúde financeira do produtor, incluindo mecanismos de renegociação de dívidas e ajustes nas regras de enquadramento em programas como Pronaf e Pronamp.

Veja as 10 propostas da CNA para o próximo Plano Safra:

  • 1 – Possibilitar a construção de um novo modelo de Plano Agrícola e Pecuário Plurianual, com direcionamentos para programas prioritários;
  • 2 – Garantir R$ 4 bilhões no orçamento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e a aprovação do Projeto de Lei nº 2.951/2024, que prevê a modernização do seguro rural;
  • 3 – Assegurar efetivos R$ 623 bilhões no Plano Agrícola e Pecuário 2026/2027, sendo R$ 104,9 bilhões destinados à agricultura familiar e R$ 518,2 bilhões à agricultura empresarial, com recursos exclusivos do crédito rural tradicional;
  • 4 – Promover medidas de apoio à saúde financeira do produtor rural e apoiar a aprovação do Projeto de Lei nº 5.122/2023;
  • 5 – Atualizar e ampliar os limites de Renda Bruta Agropecuária (RBA) para enquadramento no Pronaf, no Pronamp e nas demais categorias de produtores;
  • 6 – Apoiar e assegurar a aprovação da proposta de nova Lei do Agro (“Lei do Agro 3”);
  • 7 – Promover ajustes no ambiente de negócios do crédito rural, reduzindo burocracias, eliminando extrapolações infralegais e fortalecendo o combate à venda casada;
  • 8 – Nos programas de investimento agropecuário, priorizar o RenovAgro, o PCA e o Proirriga;
  • 9 – Ampliar os fundos garantidores para operações de custeio e investimento agropecuário;
  • 10 – Ampliar os mecanismos de financiamento privado do agro no mercado de capitais.

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‘Dívida rural passa de R$ 100 bilhões’, afirma FPA, que articula plano de renegociação no Senado


dívida do produtor rural
Imagem gerada por inteligência aritifical

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) definiu nesta terça-feira (28), em reunião na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, uma estratégia para viabilizar a renegociação de dívidas de produtores rurais. O eixo central da proposta é o projeto de lei 5.122/2023, com previsão de uso de fundos constitucionais, recursos do Fundo Social do Pré-Sal e eventual aporte do governo federal.

Segundo o presidente da FPA, deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), o passivo do setor superou o patamar inicialmente estimado. “Hoje, infelizmente, a nossa dívida já não é mais de R$ 30 bilhões. A dívida do produtor passa dos R$ 100 bilhões”, afirmou.

O texto em tramitação no Senado prevê cerca de R$ 30 bilhões do Fundo Social para uma linha especial de renegociação, com juros entre 3,5% e 7,5%. Já a proposta em discussão no governo, de acordo com parlamentares da bancada, gira em torno de R$ 80 bilhões, mas com taxas entre 6% e 12% e parcela relevante dos recursos a juros livres.

Na avaliação da FPA, a diferença entre as duas modelagens está no custo final, no prazo de pagamento e no alcance regional. Os fundos constitucionais tendem a atender produtores do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, mas não resolvem, sozinhos, a situação de estados do Sul e Sudeste. Parlamentares também citaram que a medida provisória editada em 2025, com R$ 12 bilhões para renegociações, teve acesso restrito por exigências elevadas de enquadramento.

O coordenador institucional da FPA, deputado Alceu Moreira (MDB-RS), afirmou que a prioridade é restabelecer a capacidade de financiamento do produtor. “Não há por que lançar Plano Safra se o produtor rural não tem como acessar crédito”, disse. Segundo ele, há casos em que o prazo necessário para quitação pode chegar a 15 ou 20 anos, o que exigiria fundo garantidor e regras compatíveis com a renda da atividade.

As conclusões da reunião serão apresentadas ao ministro da Fazenda, Dario Durigan, ainda nesta terça-feira (28), em Brasília. A bancada pretende discutir se haverá apoio do governo à inclusão do Fundo Social na solução. Sem esse mecanismo, segundo os parlamentares, a renegociação pode ter alcance menor e manter parte dos produtores fora do crédito oficial.

Fonte: agencia.fpagropecuaria.org.br

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Governo de SP investe R$ 400 milhões para fortalecer o agro paulista


O governo de São Paulo anunciou um pacote robusto de investimentos no valor de R$ 400 milhões, com foco no fortalecimento do setor agropecuário do estado. As medidas visam apoiar a compra de máquinas, reforçar o seguro rural e ampliar a participação das mulheres no campo.

Detalhes do investimento

O pacote inclui novas linhas de crédito, totalizando o maior volume já destinado ao Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), que agora soma R$ 1 bilhão em recursos liberados nesta gestão.

  • R$ 40 milhões em subvenção para a compra de máquinas agrícolas, com expectativa de viabilizar até 1.000 operações através do programa Protrator.
  • O produtor terá apoio de até 50% da taxa Selic, com limite de R$ 50.000 por operação.
  • R$ 100 milhões destinados à subvenção do seguro rural, com expectativa de proteger cerca de R$ 1 bilhão em produção.
  • O estado cobrirá 30% do valor do seguro, com limite de R$ 25.000 por produtor.

Iniciativas para as mulheres no agro

Outra importante medida é a criação da Câmara Temática das Mulheres do Agro, que visa ampliar a participação feminina no setor, com foco em capacitação, empreendedorismo e sucessão familiar.

  • O FEAP Mulher receberá um aporte de R$ 25 milhões, o maior desde a criação da linha.
  • Mais de R$ 50 milhões já foram investidos nessa frente ao longo da gestão.

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AgroNewsPolítica & Agro

Oferta sustenta liquidez; preço da soja se estabiliza



Elevada oferta de soja em grão brasileiro tem sustentado a liquidez no mercado spot


Foto: Pixabay

A elevada oferta de soja em grão no Brasil tem sustentado a liquidez no mercado spot. Por outro lado, esse cenário de maior disponibilidade tem evitado que os preços da oleaginosa subam de modo expressivo.

Segundo pesquisadores do Cepea, mesmo com a demanda firme, a perspectiva de safra recorde mantém o equilíbrio do mercado. Assim, os preços estão relativamente estáveis. No campo, a colheita brasileira alcançou 88,1% da área, com ritmos distintos entre as regiões, de acordo com a Conab.

No Hemisfério Norte, as condições climáticas seguem no radar, aponta o Centro de Pesquisas. Apesar da preocupação com a baixa umidade do solo, previsões de chuvas podem amenizar o cenário. Nos Estados Unidos, a semeadura atingiu 12% da área esperada até 19 de abril, superando tanto o ritmo do ano passado quanto a média dos últimos cinco anos, segundo o USDA.





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FPA discute impactos da alta do diesel e reforma da Lei do Agro


A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) está em reunião para discutir os impactos da alta do preço do diesel no agronegócio brasileiro e a modernização da Lei do Agro. A alta do combustível, que já ultrapassa 23% em pouco mais de um mês, tem gerado um impacto adicional de bilhões de reais no setor.

Impactos da alta do diesel

Um estudo da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) revela como o aumento do preço do diesel afeta diversas culturas. O combustível é essencial para a mecanização agrícola, o que torna sua alta um fator crítico para o custo de produção.

Modernização da Lei do Agro

Durante a reunião, especialistas discutem a necessidade de modernizar a legislação que regula o financiamento no setor. José Ângelo Mazilo Júnior, especialista em finanças do agro, destacou que a proposta visa:

  • Reduzir a burocracia no acesso ao crédito
  • Garantir segurança jurídica para os produtores
  • Facilitar a conexão entre tomadores de crédito e investidores

A nova legislação, que pode ser chamada de Lei do Agro 3, busca aprimorar o sistema de financiamento, promovendo maior transparência e competitividade no mercado.

Desdobramentos e próximos passos

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também deve apresentar suas demandas ao Ministério da Agricultura, contribuindo para o plano safra 2026-2027. A expectativa é que as reformas tragam melhorias significativas para o setor, especialmente em tempos de instabilidade econômica.

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Fertilizantes têm alta de até 63% e afetam produtores rurais no Brasil


Os preços dos fertilizantes dispararam, com aumentos que chegam a 63%, impactando diretamente os custos de produção e a relação de troca do agricultor brasileiro, que enfrenta um dos piores níveis em anos. A escalada nos preços é impulsionada por fatores internacionais, como o conflito no Oriente Médio, e a forte dependência do Brasil em importações.

Aumento nos preços dos fertilizantes

Desde o início da crise, a ureia, um dos principais insumos, já subiu mais de 60%. Outros insumos nitrogenados também seguem essa tendência, pressionando as margens de cultivo, especialmente de milho e soja.

Impacto na relação de troca

  • Produtores precisam de cerca de 60 sacas de milho para adquirir uma tonelada de ureia.
  • Esse é um dos piores níveis de troca dos últimos anos.

Decisões dos agricultores

Diante da incerteza e dos preços elevados, muitos agricultores estão adiando decisões importantes. No entanto, o calendário da próxima safra não espera, exigindo que os produtores se adaptem rapidamente a essa nova realidade.

Estratégias para enfrentar a crise

Os especialistas sugerem que os agricultores avaliem suas práticas de cultivo e considerem alternativas mais sustentáveis e estratégicas. A tecnologia disponível permite uma melhor análise do solo e a utilização de insumos de forma mais eficiente.

Pressão sobre o governo

Além disso, há uma crescente pressão sobre o governo para que busque soluções para a crise dos fertilizantes, uma vez que a situação atual não parece ter uma resolução imediata. A falta de diálogo entre o governo e os produtores é um ponto crítico que precisa ser abordado.

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Serra Catarinense registra a menor temperatura do Brasil em 2026


A Serra Catarinense registrou a menor temperatura do Brasil em 2026 até agora, com mínima de 3,3º negativos em São Joaquim, região conhecida como Caminhos da Neve. O frio intenso ocorreu na madrugada de terça-feira, 28 de abril, conforme registro da prefeitura local.

Impactos do frio intenso

A forte massa de ar polar que entrou no sul do Brasil deixou as temperaturas muito baixas, afetando também o Rio Grande do Sul e o sul do Paraná. Confira os dados das temperaturas mínimas:

  • São Joaquim (SC): -3,3º
  • Santana do Livramento (RS): -0º
  • General Carneiro (PR): 2,5º

Previsão do tempo

O meteorologista Artur Miller informou que o frio deve continuar, mas com tendência de elevação gradual das temperaturas. A partir de quarta-feira, a mínima em áreas de baixada do Rio Grande do Sul deve ficar entre 8º e 10º, enquanto a Serra Catarinense pode registrar mínimas de 3º a 4º.

Chuvas e clima em outras regiões

No Centro-Oeste e Sudeste, o tempo permanece quente e seco, com algumas chuvas previstas para Santa Catarina, Paraná e sul de São Paulo. As chuvas são consideradas benéficas, especialmente para a safra de milho, que enfrenta déficit hídrico em boa parte do Brasil central.

Os maiores volumes de chuva são esperados em Santa Catarina e parte do Paraná, onde os acumulados podem ultrapassar 100 mm em cinco dias. Uma nova frente fria deve avançar na sexta-feira, trazendo mais chuva e frio para a região.

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Dia da catinga destaca importância da preservação e uso sustentável


Hoje, 28 de abril, é celebrado o Dia Nacional da Catinga, data instituída em 2003 com o objetivo de conscientizar sobre a importância da preservação, uso sustentável e combate à desertificação deste bioma exclusivo do Brasil. A catinga ocupa cerca de 10% do território nacional e sustenta a vida de aproximadamente 28 milhões de brasileiros.

Características do bioma

A catinga é frequentemente mal interpretada como um bioma de escassez, mas, na verdade, é um exemplo de adaptação e resiliência. As temperaturas médias variam entre 25 e 30ºC, e o período seco pode durar de 7 a 9 meses, com chuvas inferiores a 800 mm em algumas áreas. Apesar das condições desafiadoras, a catinga é um ambiente produtivo que sustenta diversas cadeias produtivas.

Produção e agricultura familiar

A catinga é um território produtivo que abriga uma das maiores concentrações de agricultura familiar do Brasil, onde são cultivados produtos como:

  • Caprinos e ovinos
  • Mel
  • Mandioca
  • Palma forrageira
  • Umbu e licuri

Essas atividades não apenas geram renda, mas também promovem a permanência das famílias no território, contribuindo para a segurança alimentar e reduzindo a pressão migratória.

Importância da catinga para o futuro

O bioma catinga é um exemplo de como é possível viver e produzir em condições adversas. A sua resiliência e inteligência adaptativa oferecem lições valiosas para o Brasil e o mundo, especialmente em um cenário de mudanças climáticas e escassez de recursos. Portanto, a catinga deve ser vista como um modelo de sustentabilidade e não como um símbolo de limitação.

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Atraso no plantio do milho em Mato Grosso gera preocupações no campo


O atraso no plantio do milho em Mato Grosso já começa a mostrar reflexos preocupantes no campo. A falta de chuva em algumas regiões compromete o desenvolvimento das lavouras, enquanto o aumento dos custos e a queda nos preços elevam a apreensão dos produtores.

Impactos do atraso no plantio

A combinação de fatores como a falta de umidade e o aumento dos custos de produção acende um alerta para a produtividade e o planejamento da próxima safra. Os produtores enfrentam desafios crescentes para produzir com eficiência e manter a sustentabilidade na produção.

Dados sobre a situação atual

  • Mais de 1 milhão de hectares de milho foram plantados fora da janela considerada ideal.
  • O Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (IMEIA) aponta riscos elevados para a cultura na safra 2025/2026.
  • Os custos de produção e a desvalorização do milho no mercado aumentam a apreensão na região.

Previsões e desafios futuros

Os produtores de milho em Mato Grosso relatam que a previsão de chuvas não tem sido favorável, o que pode impactar ainda mais a produtividade. A situação é crítica, com muitos já contabilizando prejuízos nas lavouras.

A necessidade de uma boa chuva nos próximos dias é urgente para salvar as plantações, mas a previsão climática não indica melhorias significativas. O cenário é desafiador e exige atenção redobrada dos agricultores.

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