segunda-feira, junho 8, 2026

Autor: Redação

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Ministério da Agricultura aprova protocolo de exportação de bovinos livres de antimicrobianos


O Ministério da Agricultura aprovou um protocolo de exportação de bovinos e búfalos livres de antimicrobianos, que será de adesão voluntária. A proposta foi apresentada pela Associação Brasileira das Empresas de Certificação por Auditoria e Rastreabilidade.

Objetivo do protocolo

A portaria tem como finalidade subsidiar a emissão da certificação oficial brasileira para a exportação de bovinos e búfalos que não foram submetidos a manejo com uso de antimicrobianos.

Impacto no mercado

O protocolo busca garantir a qualidade e a rastreabilidade dos produtos, aumentando a competitividade no mercado internacional.

Dados do mercado de açúcar e trigo

  • O mercado Spot Paulista de Açúcar Cristal apresenta baixa movimentação e preços em queda, com um recuo de 5% no indicador CP Exalc em maio.
  • A moagem da safra 2026/27 avança, aumentando a oferta e mantendo compradores retraídos.
  • As cotações do trigo subiram em maio, com o preço médio no Paraná alcançando R$ 2.600, um avanço de 2,6% em relação a abril, mas 14,1% inferior ao registrado em maio de 2025.

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Inadimplência no agro atinge 8,2% entre produtores, revela Serasa Experian


Uma pesquisa da Serasa Experian revelou que a inadimplência no setor agropecuário brasileiro alcançou 8,2% entre pequenos, médios e grandes produtores. O estudo, que compara dados com o mesmo período de 2024, mostra um aumento de 1 ponto percentual em relação ao ano anterior.

Perfil dos devedores

O levantamento indica que os produtores sem registro rural, como arrendatários ou membros de grupos familiares, apresentam a maior taxa de inadimplência, quase 10%. Em seguida, estão os grandes proprietários, seguidos pelos médios e pequenos produtores.

Principais credores

  • A maior parte das dívidas está concentrada em instituições financeiras, com uma dívida média de R$ 115,5 mil.
  • Débitos relacionados a credores do próprio agro representam 0,3%, com uma dívida média de R$ 138 mil.

Causas da inadimplência

Os principais fatores que contribuem para o aumento da inadimplência incluem:

  • Custos mais altos de produção.
  • Preços voláteis dos produtos agrícolas.
  • Crédito mais restrito.

Análise por estados

A região Sul do Brasil se destaca com a menor taxa de inadimplência, de 5,7%, mesmo enfrentando desafios como a falta de acesso a crédito e perdas sucessivas de safra. No Rio Grande do Sul, a inadimplência ficou em 5,3% no último trimestre de 2025, devido a financiamentos com juros controlados.

Renegociações e PL5122

Produtores gaúchos estão lutando pela aprovação do PL5122, que visa facilitar a renegociação de dívidas com juros mais acessíveis. A proposta é vista como essencial para manter a saúde financeira dos produtores e evitar um colapso maior no setor.

Os produtores destacam a necessidade de prazos mais longos para honrar seus compromissos, enfatizando que a situação atual é crítica e pode levar a um aumento significativo da inadimplência se não forem tomadas medidas adequadas.

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Qual é a tendência econômica dos produtores rurais no Brasil? Daoud analisa


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Em um cenário de recordes de produção agrícola, os produtores rurais do Brasil enfrentam um aumento significativo no endividamento, gerando preocupações sobre a sustentabilidade do setor. A análise de Daúd destaca que a situação não é atribuída apenas a fatores climáticos, mas também a uma série de desafios econômicos.

O efeito tesoura

Daúd explica que muitos produtores, ao planejarem suas safras, contrataram insumos em um período de preços elevados. No entanto, ao longo do ciclo agrícola, os preços caíram drasticamente, resultando em perdas significativas de rentabilidade. Os principais pontos incluem:

  • Aumento da inadimplência, que chega a 13% na média geral do país.
  • Produtores sem arrendamento enfrentam quase 9% de inadimplência.
  • Os altos custos de produção e a queda nos preços impactaram a rentabilidade.

Desafios futuros

O especialista alerta que a saída para os produtores será difícil, com um “funil” que muitos não conseguirão atravessar. Entre os fatores que complicam a situação estão:

  • Taxas de juros elevadas, que podem ultrapassar 20% em média.
  • Previsões de um El Niño que podem afetar a produção agrícola.
  • Expectativas de aumento da inflação, conforme indicado pelo Banco Central.

Perspectivas do governo

Embora o governo tenha anunciado planos para oferecer taxas de juros mais baixas, a eficácia dessas medidas dependerá da concessão de empréstimos e da capacidade de os produtores se adaptarem às novas condições de mercado. Daúd ressalta que, apesar das tentativas de socorro, o impacto das condições climáticas e das altas taxas de juros ainda representam grandes desafios para o setor agrícola.


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AgroNewsPolítica & Agro

Geadas reduzem oferta de pastagens no RS


As geadas registradas nas últimas semanas reduziram a capacidade de suporte das pastagens em diversas regiões do Rio Grande do Sul e afetaram principalmente áreas de maior altitude. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar, as baixas temperaturas provocaram danos ao campo nativo, diminuíram a rebrota das forrageiras e reduziram a oferta de volumoso, cenário considerado típico para esta época do ano. Em contrapartida, produtores seguem investindo na sobressemeadura e no plantio direto de espécies de inverno, com destaque para azevém e aveia.

O levantamento aponta que áreas cultivadas com braquiária, tifton, capim capiaçu e kurumi praticamente interromperam o crescimento em razão do frio. As pastagens de verão também apresentaram redução no desenvolvimento, especialmente nas regiões mais elevadas. Conforme a Emater/RS-Ascar, os produtores mantêm estratégias como manejo rotativo, produção de feno e pré-secado, além da implantação de espécies forrageiras de inverno para garantir alimentação ao rebanho.

Na região administrativa de Bagé, as áreas de aveia apresentam sinais de estresse provocados pelas geadas e pela falta de chuva. Em algumas localidades, a ausência de precipitações por quase três semanas reduziu o crescimento das plantas e provocou amarelecimento das folhas. Em Hulha Negra, lavouras de trevo implantadas em maio registraram população abaixo do esperado devido à escassez hídrica. Já em áreas de várzea, o desenvolvimento dos trevos permanece adequado. Em Caçapava do Sul, áreas cultivadas com aveia e azevém já estão sendo utilizadas para pastejo, com resultados considerados positivos.

Nas regiões de Caxias do Sul, Passo Fundo e Soledade, as pastagens anuais de inverno apresentam desenvolvimento entre regular e bom, permitindo o início do pastejo em áreas mais avançadas. Em Erechim, as forrageiras de inverno tiveram boa germinação e estabelecimento, embora o crescimento esteja mais lento em algumas localidades devido aos baixos volumes de chuva acumulados.

Na região de Frederico Westphalen, o desenvolvimento das espécies de inverno segue dentro do esperado, enquanto a semeadura de trigo, aveia e azevém continua em andamento. Em Ijuí, a implantação das pastagens de inverno está em fase final e apresenta bom estabelecimento. Em algumas propriedades, a produção de massa verde já permite o uso das áreas para pastejo.

Na região de Pelotas, municípios como Pinheiro Machado, Jaguarão e Santana da Boa Vista registram oferta de pastagem nativa variando entre regular e satisfatória. Entretanto, em algumas áreas, as geadas causaram queimaduras que reduziram a qualidade das forrageiras. Em São Lourenço do Sul, foi observado aumento gradual do uso de pastagens cultivadas de inverno em substituição às áreas de verão e aos campos nativos.

Nas regiões de Porto Alegre e Santa Maria, poucas áreas de forrageiras de inverno estão aptas ao pastejo, já que a maioria ainda se encontra em fase de implantação ou desenvolvimento inicial. Diante da possibilidade de novas chuvas, produtores têm intensificado a sobressemeadura de azevém nos campos nativos para ampliar a oferta de alimento ao rebanho.

Em Santa Rosa, técnicos observaram a presença de pulgões e de manchas foliares em áreas de aveia. Apesar da redução das chuvas, a emergência do azevém em áreas de ressemeadura natural e de semeadura a lanço é considerada satisfatória. A região já conta com áreas aptas ao pastejo em cultivos de trigo para duplo propósito e em consórcios de aveia e azevém, enquanto os produtores seguem realizando a implantação escalonada das pastagens de inverno.





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BNDES amplia crédito e inclui agropecuária entre setores atendidos


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou a ampliação do orçamento e das condições de financiamento do programa BNDES Mais Inovação, incluindo a agropecuária entre os setores atendidos. O orçamento destinado ao programa foi elevado para R$ 12 bilhões até 2026, permitindo que empresários e pessoas físicas do setor agropecuário, florestal, de pesca e aquicultura tenham acesso a linhas de crédito.

Novas condições de financiamento

As novas diretrizes do BNDES visam facilitar o acesso ao crédito para diferentes perfis de produtores, com taxas de juros atrativas:

  • Pequenos e médios empresários: taxa de 8,85% ao ano, mais spreads.
  • Grandes empresários: taxa de 7% ao ano, mais spreads.

Foco em inovação e digitalização

O programa BNDES Mais Inovação tem dois focos principais:

  • Desenvolvimento e inovação na agropecuária.
  • Digitalização e modernização de máquinas e equipamentos.

A inclusão do setor agropecuário no programa é uma resposta à crescente demanda por tecnologias que aumentem a produtividade e a eficiência no campo.

Prazo e carência

Os financiamentos podem ter um prazo de carência de 2 a 3 anos e um período total de pagamento de até 10 anos, tornando-se uma opção viável para os produtores que buscam investir em tecnologia e inovação.

Demanda e apoio contínuo

O governo, sob a liderança do presidente Lula, está atento às necessidades do setor e promete continuar a apoiar a agropecuária, visando aumentar a produtividade e gerar empregos. Até o momento, já foram alocados R$ 2,5 bilhões na linha de crédito voltada para a indústria 4.0, que também abrange o agro.

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Exportações brasileiras de soja alcançam 40 milhões de toneladas em 2023


As exportações brasileiras de soja atingiram a marca de 40 milhões de toneladas em 2023, impulsionadas pela demanda crescente por biocombustíveis e pela volatilidade dos preços do petróleo. O analista da Datagro, Pedro Esmaedec, destacou que as cotações da soja em Chicago têm se mantido entre 11,50 e 12 dólares por bushel, refletindo a boa demanda pelo óleo de soja.

Desempenho do mercado de soja

Nos Estados Unidos, a safra de soja está 87% plantada, com 66% das áreas em condições boas e excelentes. As exportações norte-americanas também mostraram um desempenho positivo, com 494.000 toneladas embarcadas na última semana, dentro da expectativa de 400 a 600 mil toneladas.

Impacto no mercado brasileiro

  • Os preços da soja no mercado físico brasileiro apresentaram melhora recente, sustentados pela valorização do dólar.
  • O lineup da TAGRO prevê que 15,5 milhões de toneladas serão exportadas até o final de maio.

Expectativas para o milho

No mercado de milho, as cotações em Chicago variam entre 440 e 470 dólares por bushel, com um viés baixista. O plantio norte-americano está avançado, com 93% das áreas finalizadas e em boas condições. A colheita no Brasil deve ser a segunda maior da história, o que pode pressionar os preços nos próximos dias.

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Senadores debatem propostas para o fim da escala 6×1 e mudanças trabalhistas


No Senado, o debate sobre o fim da escala 6×1 ganha força com três propostas em análise que visam alterar a jornada semanal dos trabalhadores. A discussão surge após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) na Câmara dos Deputados, e senadores de diferentes partidos buscam definir qual proposta terá prioridade na tramitação.

Propostas em discussão

  • Uma das propostas já foi aprovada em dois turnos na Câmara e aguarda encaminhamento do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
  • O presidente da CCJ, Oto Alencar, deve priorizar o texto aprovado pela Câmara, que promete tramitação rápida.
  • Outra proposta, de autoria do senador Paulo Paim, já passou pela CCJ e aguarda deliberação do plenário.
  • Uma terceira proposta, apresentada pelo líder da oposição, Rogério Marinho, propõe maior flexibilidade na jornada de trabalho.

Impactos da redução da jornada

A redução da jornada de trabalho é vista como uma forma de distribuir melhor as oportunidades de emprego, permitindo que mais pessoas tenham acesso ao trabalho formal e decente. Além disso, busca-se enfrentar o desemprego estrutural, que tem sido agravado por avanços tecnológicos e automação.

Próximos passos

A definição sobre qual proposta será priorizada está nas mãos do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Uma reunião de líderes está prevista para esta semana, onde os próximos passos serão discutidos. O Senado também aprovou uma sessão temática para debater os impactos da redução da jornada de trabalho, com expectativa de que os próximos dias sejam decisivos para um consenso sobre as mudanças nas relações de trabalho no país.

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ABPA celebra avanço sanitário do Brasil na exportação de suínos à China


A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) anunciou um avanço significativo no reconhecimento sanitário do Brasil para a exportação de carne suína à China. Estima-se que a ampliação do reconhecimento para outros estados com plantas habilitadas poderá resultar em um incremento superior a 40.000 toneladas anuais de carne suína.

Reconhecimento e impacto econômico

Ricardo Santim, presidente da ABPA, destacou a importância desse reconhecimento, que é fruto de uma luta histórica envolvendo o Ministério da Agricultura, o Ministério das Relações Exteriores, a Apex e o setor privado. O reconhecimento já existente para o estado de Santa Catarina agora se estende a outros estados brasileiros.

Estados habilitados para exportação

Os estados do Rio Grande do Sul e Mato Grosso, que já possuem plantas habilitadas, poderão exportar carne com osso e miúdos para a China. Essa expansão pode gerar um valor de exportação estimado em 150 milhões de dólares por ano.

Oportunidades para o setor

Além das plantas já habilitadas, há a possibilidade de que outras plantas em diferentes estados do Brasil busquem essa habilitação. Santim enfatizou que este é um momento de celebração e uma grande conquista para a cultura brasileira, reafirmando o Brasil como um importante parceiro na segurança alimentar global.

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Fim da jornada 6×1 pode gerar prejuízos à produção animal, alerta ACCS


Representantes do setor agropecuário estão em alerta com a proposta de fim da jornada de trabalho 6×1, atualmente em discussão no Congresso Nacional. O presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Livânio Lorenzi, expressou preocupações sobre os impactos econômicos que essa mudança pode trazer, especialmente para a produção animal.

Impactos econômicos

Segundo Lorenzi, a alteração legislativa resultará em:

  • Aumento dos custos operacionais para as empresas.
  • Perda de poder de compra para os trabalhadores.
  • Aceleração da desindustrialização no país.

Consequências para trabalhadores e empresas

O presidente da ACCS destacou que a proposta pode levar a um cenário onde:

  • Os trabalhadores continuarão recebendo o mesmo salário, mas perderão poder de compra.
  • Empresas terão que contratar mais funcionários para atender à demanda, aumentando os encargos.
  • Trabalhadores desempregados poderão não receber salários equivalentes aos de seus colegas já contratados.

Críticas ao Congresso

Lorenzi também criticou a motivação política por trás da proposta, afirmando que muitos deputados estão priorizando a reeleição em detrimento do futuro econômico do país. Ele enfatizou a necessidade de uma reflexão mais profunda sobre as consequências dessa mudança para a nação.

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Expectativas para o inverno: previsão do tempo e chuvas em junho


O mês de junho marca o início do inverno no Brasil, que começa no dia 21, às 5h24, horário de Brasília. Para os agricultores, a principal preocupação é o regime de chuvas nas regiões produtoras.

Temperaturas e chuvas em junho

Artur Miller, especialista em meteorologia, destaca que, embora haja previsão de chuvas no Brasil Central, a maior parte do país deve enfrentar temperaturas elevadas. O mapa de temperaturas indica:

  • Regiões em vermelho: temperaturas acima da média.
  • Regiões em azul: temperaturas abaixo da média.
  • Regiões sem cor: temperaturas dentro da média.

A região Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, sul de Minas e Mato Grosso do Sul devem registrar mínimas que podem chegar a 3ºC, com possibilidade de geadas.

Risco de incêndios e déficit hídrico

O alerta principal é para o aumento do risco de incêndios, especialmente devido ao déficit hídrico em lavouras tardias de milho. A previsão não é favorável para chuvas volumosas no Centro-Norte do país.

Condições para trabalhos em campo

Para os produtores que iniciaram a colheita do milho segunda safra, as condições são favoráveis. Nos próximos cinco dias, o amanhecer será frio no Sul e Sudeste, com mínimas entre 10ºC e 15ºC.

Previsão de chuvas e temperaturas

Entre 8 e 12 de junho, uma frente fria deve trazer chuvas irregulares ao Brasil Central, com bons volumes em Rondônia. Na virada da quinzena, chuvas devem avançar para São Paulo, Mato Grosso do Sul e sul de Minas, com previsão de 50 mm em cinco dias.

Artur Miller ressalta que, apesar das chuvas, a média geral de precipitação em junho será baixa, o que pode impactar negativamente os produtores que dependem de umidade no solo.

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