quarta-feira, julho 1, 2026

Autor: Redação

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Dólar avança com alta do petróleo e cautela antes de dados de inflação


Dólar avança com alta do petróleo e cautela antes de dados de inflação

O dólar opera em alta no mercado à vista nesta segunda-feira (11), em um ambiente de fortalecimento global da moeda americana e avanço dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos. O movimento também reflete a elevação do petróleo e a cautela dos investidores antes da divulgação de novos indicadores de inflação no Brasil e nos EUA, prevista para terça-feira (12).

No cenário externo, a aversão ao risco ganhou força com a indefinição sobre um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã e com a manutenção de riscos ao tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, rota relevante para o fluxo global de petróleo. Por volta de 9h30 desta segunda-feira (11), o barril do Brent era negociado acima de US$ 104.

A alta do petróleo reforça preocupações com inflação, porque encarece energia, combustíveis e custos logísticos. Esse fator é acompanhado de perto pelo mercado, especialmente em um momento de revisão das expectativas para os índices de preços.

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No Brasil, o Boletim Focus mostrou nova elevação da mediana para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026, de 4,89% para 4,91%, acima do teto da meta de inflação, de 4,50%. Para 2027, a projeção permaneceu em 4,00%, e para 2028, em 3,64%.

Ao mesmo tempo, a Fundação Getulio Vargas (FGV) informou desaceleração do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) em seis das sete capitais pesquisadas na primeira quadrissemana de maio. O indicador subiu 0,75%, abaixo do avanço anterior, de 0,88%.

No campo geopolítico, o porta-voz da chancelaria do Irã, Esmail Baghaei, afirmou que Teerã poderá recorrer à diplomacia ou à luta para defender seus interesses nacionais. Já a Capital Economics avaliou que o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping nesta semana em Pequim tende a ter mais valor simbólico do que resultados concretos.

Fonte: Estadão Conteúdo

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China exporta mais veículos elétricos e híbridos plug-in do que modelos a combustão em abril


China exporta mais veículos elétricos e híbridos plug-in do que modelos a combustão em abril

A China exportou 769 mil automóveis em abril e, pela primeira vez, os veículos de nova energia superaram os modelos movidos a gasolina ou diesel nas vendas externas. Segundo a Associação Chinesa de Carros de Passageiros (CPCA), nesta segunda-feira (11), elétricos e híbridos plug-in responderam por 52,7% do total exportado, com 406 mil unidades embarcadas no mês.

O resultado indica uma mudança na composição das exportações da indústria automotiva chinesa. Os veículos de nova energia, categoria que inclui elétricos e híbridos plug-in, mais do que dobraram em relação ao mesmo período anterior, de acordo com a CPCA. Já os dados divulgados pela entidade não detalham, no material disponível, a distribuição por mercados de destino nem a base exata de comparação para os modelos a combustão.

No mercado interno, o cenário permaneceu mais fraco. As vendas no varejo de carros de passeio caíram 21,5% em abril, na comparação anual, para 1,38 milhão de unidades. Em relação a março, a retração foi de 16%. Entre os eletrificados, as vendas no varejo somaram 849 mil unidades, queda de 6,8% ante abril do ano anterior.

A entidade atribui parte dessa pressão ao sentimento de consumo mais moderado na China. Também cita a alta dos preços do petróleo como um fator que reduziu a atratividade dos veículos tradicionais, ao elevar o custo de uso para o consumidor final. O Salão do Automóvel de Pequim, realizado em abril, trouxe suporte pontual ao mercado, mas não foi suficiente para reverter a queda anual das vendas.

Nesse contexto, a expansão externa passou a ter papel mais relevante para as montadoras chinesas. Segundo a CPCA, a tendência é que as exportações se consolidem como um dos principais vetores de crescimento do setor, com avanço das operações sobretudo na Europa e na América Latina.

Os dados de abril mostram que o crescimento das exportações tem compensado, ao menos em parte, a desaceleração do consumo interno na China. Para o setor, o acompanhamento dos próximos meses será relevante para medir se a participação acima de 50% dos veículos de nova energia nas exportações se mantém e em quais regiões esse avanço terá maior peso.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Brasil exporta 288,7 mil toneladas de carne bovina em abril, aponta MDIC


Brasil exporta 288,7 mil toneladas de carne bovina em abril, aponta MDIC

As exportações brasileiras de carne bovina somaram 288,7 mil toneladas em abril de 2026, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). O volume avançou 5,3% sobre abril de 2025 e 6,6% em relação a março deste ano. A receita no mês alcançou US$ 1,719 bilhão.

Na comparação anual, o faturamento das exportações subiu 29,1%. Frente a março, a alta foi de 15,9%. Os produtos in natura seguiram como base da pauta exportadora, com participação de 87,3% no volume total embarcado em abril.

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira no mês, com 138,9 mil toneladas importadas e receita de US$ 886,5 milhões. O volume enviado ao mercado chinês cresceu 28,8% em relação a abril de 2025 e representou 48,1% de tudo o que o Brasil exportou no período. Os Estados Unidos ficaram na segunda posição, com 42,4 mil toneladas e US$ 279,9 milhões. Na sequência aparecem Chile, com 10,5 mil toneladas e US$ 62,1 milhões, e União Europeia, com 8,7 mil toneladas e US$ 78,4 milhões.

No acumulado de janeiro a abril, o Brasil embarcou 1,091 milhão de toneladas, alta de 14,6% sobre as 951,5 mil toneladas do mesmo intervalo de 2025. A receita avançou 32,8%, para US$ 6,047 bilhões. A China concentrou 474,2 mil toneladas e US$ 2,724 bilhões, o equivalente a 43,5% do volume total e 45% do faturamento do setor no quadrimestre.

Em abril, alguns mercados do Oriente Médio e do entorno do conflito reduziram compras. Os Emirados Árabes Unidos recuaram de 3.147 toneladas em março para 606 toneladas em abril, queda de 80,7%. Turquia, Israel, Líbia e Egito também registraram retração mensal.

Os números mostram continuidade do fluxo exportador, sustentado pela demanda asiática e norte-americana, mesmo com recuos pontuais em mercados do Oriente Médio. A concentração das vendas em poucos destinos mantém a necessidade de acompanhamento dos movimentos geopolíticos e da diversificação comercial nos próximos meses, com base nas estatísticas do MDIC e da Abiec.

Fonte: abiec.com.br

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Feijão sobe com oferta limitada e atraso na colheita


feijão-caupi
Foto: Eugenia Ribeiro/Embrapa

Os preços dos feijões carioca e preto seguem em alta nas principais regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Segundo o centro de pesquisas, a valorização é sustentada pela oferta restrita de grãos e pelo ritmo lento da colheita no Paraná, principal produtor da segunda safra nacional.

De acordo com pesquisadores do Cepea, o desenvolvimento mais tardio das lavouras paranaenses, aliado às chuvas irregulares registradas nas últimas semanas, atrasou a colheita e reduziu a disponibilidade do produto no mercado.

Além disso, novas revisões para baixo nas projeções da safra 2025/26 no estado reforçaram a preocupação dos agentes e contribuíram para manter os preços firmes neste início de maio.

Frente fria e atraso da colheita seguem no radar

O mercado também acompanha com atenção a aproximação de uma nova frente fria na Região Sul, fator que pode provocar novos atrasos nas atividades de campo e impactar o potencial produtivo das lavouras.

Mesmo com a sustentação das cotações, os agentes seguem cautelosos quanto ao volume de negócios, diante dos preços mais elevados praticados no mercado.

No caso do feijão preto, o produto ganhou destaque entre os compradores, principalmente pela busca por novos lotes da segunda safra.

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AgroNewsPolítica & Agro

Adubação pode exigir até 19 sacas por hectare



O ponto central da avaliação está na diferença entre exportação e extração total


O ponto central da avaliação está na diferença entre exportação e extração total
O ponto central da avaliação está na diferença entre exportação e extração total – Foto: Canva

O custo da adubação de base para a próxima safra de soja volta a ganhar peso nas decisões de manejo, especialmente em áreas de alta produtividade e em um cenário de margens mais ajustadas. A avaliação é de Daniel Dias Rosa, consultor sênior em agronegócios, que estima que esse custo pode variar de 12 a 19 sacas por hectare, conforme o cenário agronômico de cada área.

Segundo a análise, uma lavoura de soja com produtividade próxima de 90 sacas por hectare, equivalente a cerca de 5,4 toneladas, exige uma demanda nutricional elevada e não pode ser avaliada apenas pela fórmula NPK utilizada na adubação. Para esse nível produtivo, a cultura pode demandar aproximadamente 448 quilos por hectare de nitrogênio, 84 quilos por hectare de P₂O₅ e 204 quilos por hectare de K₂O, além de volumes relevantes de cálcio, magnésio e enxofre.

O ponto central da avaliação está na diferença entre exportação e extração total. A exportação corresponde aos nutrientes que saem da lavoura nos grãos. Já a extração total considera tudo o que a planta precisou absorver para formar raízes, hastes, folhas, vagens e grãos. Por isso, em lavouras de alto desempenho, apenas repor o que foi exportado pode não ser suficiente para sustentar a produtividade ao longo do tempo.

Com base nos preços informados de R$ 5.540 por tonelada para o MAP 11-42-00 e R$ 4.970 por tonelada para o cloreto de potássio 00-00-60, a adubação de base voltada apenas à reposição da exportação pode ultrapassar R$ 1.600 por hectare. Já uma estratégia voltada a atender a extração total pode se aproximar de R$ 2.800 por hectare.

Nesse contexto, a fertilidade do solo passa a ser tratada como ativo estratégico. A eficiência nutricional, o balanço de nutrientes, a construção do perfil de solo, o manejo biológico e a aplicação correta dos fertilizantes tendem a influenciar diretamente a margem do produtor. Em lavouras de alta performance, o investimento não se limita ao fertilizante, mas envolve estabilidade produtiva e sustentabilidade da produtividade.

 





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Preço do milho cai com avanço da colheita e pressão nos armazéns


De janeiro a agosto, a China importou 930 mil toneladas de milho, recuo de 92,7% na comparação anual, segundo o Gacc. Foto: Pixabay.
De janeiro a agosto, a China importou 930 mil toneladas de milho, recuo de 92,7% na comparação anual, segundo o Gacc. Foto: Pixabay.

Os preços do milho seguem em queda na maior parte das regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), pressionados pelo avanço da colheita da safra de verão e pelo elevado volume de estoques remanescentes da temporada 2024/25.

Segundo o Cepea, a maior disponibilidade do cereal no mercado tem ampliado a oferta e favorecido os compradores, que relatam facilidade para fechar negócios e aguardam novas desvalorizações nas próximas semanas.

No mercado spot, parte dos vendedores também tem demonstrado maior flexibilidade nas negociações. O movimento ocorre em meio à necessidade de liberar espaço nos armazéns, atualmente ocupados pela chegada de novos lotes de soja e milho da safra de verão, além dos estoques ainda remanescentes da temporada anterior.

Além da pressão logística, produtores buscam reforçar o caixa, o que contribui para aumentar o volume disponível para comercialização.

Clima limita quedas mais intensas

Apesar do cenário de ampla oferta, o Cepea destaca que as quedas nos preços não foram ainda mais acentuadas devido às preocupações climáticas envolvendo a segunda safra de milho.

Algumas regiões produtoras enfrentam falta de chuva e temperaturas elevadas, condição que pode comprometer o desenvolvimento das lavouras. Além disso, previsões de avanço de frentes frias voltaram ao radar do mercado e aumentam a atenção dos agentes sobre possíveis impactos no potencial produtivo.

Caso o cenário climático adverso se confirme, a produtividade da segunda safra poderá ser reduzida.

Atualmente, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima produção de 109,11 milhões de toneladas de milho na segunda safra brasileira.

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Brasil bate recorde nas exportações de soja e amplia vendas para a China


soja - grãos
Colheita de soja | Foto: Wenderson Araujo/Trilux

O Brasil segue na liderança global das exportações de soja, impulsionado pela forte demanda internacional, especialmente da China. Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o ritmo acelerado dos embarques tem sustentado a receita do setor, mesmo diante da pressão causada pela ampla oferta interna, pela desvalorização cambial e pela queda das cotações domésticas.

Em abril, o país exportou 16,75 milhões de toneladas de soja, o maior volume já registrado para o mês na série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O resultado representa alta de 15,35% em relação a março e avanço de 9,6% na comparação com abril de 2025.

As vendas para a China continuam sendo o principal motor das exportações brasileiras. Apenas entre março e abril, os embarques destinados ao mercado chinês cresceram 17,6%, reforçando a dependência da demanda asiática pela oleaginosa brasileira.

No acumulado de janeiro a abril, as exportações somaram 40,24 milhões de toneladas, também um recorde para o período, de acordo com o Cepea.

O centro de pesquisas destaca que, apesar da pressão sobre os preços internos, o forte desempenho das exportações tem ajudado a manter o fluxo de receita da cadeia produtiva da soja em meio ao cenário de elevada disponibilidade do grão no mercado nacional.

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A coragem que falta ao Brasil para controlar o déficit público


Enquanto famílias e empresas cortam custos para sobreviver à inflação, Brasília opera sob uma lógica de imunidade fiscal absoluta. Gasta-se mais, a máquina pública cresce e a conta explode sobre quem não decidiu: o contribuinte brasileiro.

Buffett sugeriu que, nos Estados Unidos, o déficit seria resolvido em “cinco minutos” se os parlamentares americanos perdessem o direito de reeleição sempre que o rombo ultrapassasse um determinado limite.

Déficits persistentes decorrem da ausência de punição para quem produz desequilíbrios. Sem consequência, não existe responsabilidade.

O fim da criatividade política

No Brasil, a lógica é invertida. Quanto maior o desequilíbrio, maior a criatividade política para empurrar o problema adiante.

É hora de discutir mecanismos institucionais de responsabilização direta, adaptando essa lógica americana à nossa realidade.

Punição imediata para os culpados

A regra poderia ser objetiva: se o déficit ultrapassa um limite razoável, a ser fixado, do PIB (salvo calamidades), haveria consequências automáticas.

O Congresso ficaria impedido de disputar a eleição subsequente e o Executivo sofreria limitações severas de despesas.

Parece radical? Radical é o modelo atual, que naturaliza a dívida crescente enquanto vende a fantasia de benefícios sem custo.

A política brasileira trata o orçamento como peça de ficção: projeta-se arrecadação otimista e, quando a matemática impõe sua dureza, recorre-se ao aumento de impostos ou juros.

O cálculo político hoje é perverso: o benefício de gastar é imediato; o custo aparece anos depois, atribuído a abstrações convenientes.

Governos e parlamentos só mudarão quando houver risco político concreto associado ao desequilíbrio das contas públicas.

A hora do povo decidir

É uma distorção republicana que o cidadão responde por seus erros financeiros enquanto gestores de déficits bilionários seguem blindados.

Se a proposta parece dura, que o tema seja submetido a plebiscito.

Se o cidadão comum paga por seus erros, por que a classe política brasileira segue impune diante dos seus?

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.

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Semana começa com frio intenso e chuva forte em algumas regiões do país


Imagem gerado por IA para o Canal Rural

A segunda-feira (11) será marcada por frio intenso no Sul do Brasil, avanço de áreas de instabilidade no Sudeste e chuva forte em partes do Nordeste e da região Norte. De acordo com a Climatempo, a atuação de uma massa de ar polar mantém as temperaturas baixas em grande parte do Centro-Sul do país, enquanto a circulação de umidade favorece temporais isolados no Norte e na faixa litorânea nordestina.

Sul

O tempo firme predomina nos três estados da região Sul devido à atuação de uma massa de ar polar associada a um sistema de alta pressão atmosférica. O cenário favorece céu com poucas nuvens e estabilidade ao longo do dia.

O amanhecer será bastante frio, com mínimas próximas ou abaixo de 0°C em áreas da serra gaúcha e catarinense, interior de Santa Catarina, sul e interior do Paraná, além do sul do Rio Grande do Sul. Há condição para formação de geada ampla em diversas áreas produtoras.

Durante a tarde, as temperaturas sobem um pouco, mas o frio continua predominando na região. O ciclone extratropical permanece afastado no oceano, porém ainda mantém o mar agitado e favorece rajadas moderadas a fortes no litoral gaúcho.

Sudeste

No Sudeste, a frente fria segue avançando pelo oceano e mantém o tempo instável em parte da região.

Desde as primeiras horas do dia, há previsão de pancadas moderadas a fortes entre o litoral norte paulista, Vale do Paraíba, Rio de Janeiro, centro-sul do Espírito Santo e áreas do sul, leste e Zona da Mata de Minas Gerais.

Ao longo do dia, o fluxo de umidade intensifica as instabilidades e espalha a chuva também pelo centro, leste e parte do interior mineiro, além do sul capixaba.

Nas demais áreas da região, o tempo segue firme. A massa de ar polar mantém o amanhecer frio em grande parte de São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais, com possibilidade de geada fraca e isolada no oeste e sul paulista.

O mar continua agitado entre os litorais de São Paulo, Rio de Janeiro e sul do Espírito Santo.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste, as instabilidades perdem força e o predomínio será de tempo firme na maior parte da região.

Ainda pode ocorrer chuva fraca e isolada no extremo norte e noroeste de Mato Grosso, devido à umidade disponível na atmosfera.

A massa de ar frio mantém o amanhecer gelado em Mato Grosso do Sul e no sudoeste mato-grossense, enquanto as temperaturas seguem mais amenas também durante a tarde.

Já no norte de Mato Grosso e em Goiás, o calor volta a ganhar força ao longo do dia.

Nordeste

No Nordeste, a circulação marítima e o transporte de umidade continuam favorecendo chuva entre o litoral do Rio Grande do Norte e Sergipe, além do litoral norte da Bahia.

Em alguns momentos, a chuva pode ocorrer com forte intensidade, principalmente entre o Rio Grande do Norte e a Paraíba.

A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) reforça as instabilidades na metade norte do Maranhão, norte do Piauí e Ceará, com risco de temporais isolados.

Entre o litoral de Alagoas e Salvador, a chuva tende a ocorrer de forma mais fraca. No interior nordestino, o tempo permanece firme e com temperaturas elevadas durante a tarde.

Norte

Na Região Norte, a combinação entre elevada umidade e atuação da ZCIT mantém o tempo instável em áreas do Amazonas, Roraima, Amapá e grande parte do Pará.

As pancadas de chuva ocorrem desde cedo e ganham força ao longo do dia, com possibilidade de chuva moderada a forte e temporais isolados.

No Tocantins, a chuva se concentra apenas no norte do estado e ocorre de forma mais irregular.

Já no Acre, Rondônia e no sul do Amazonas e do Pará, o tempo permanece firme. Nessas áreas, a influência da massa de ar frio mantém temperaturas mais amenas e sensação de conforto térmico ao longo do dia.

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Guerra no Oriente Médio vira choque inflacionário global


PODCAST Diário Econômico

No morning call desta segunda-feira (11), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que a semana será decisiva para medir o contágio da guerra no Oriente Médio sobre a inflação global. O petróleo segue acima de US$ 100 e o CPI dos EUA e o IPCA de abril no Brasil são os destaques da agenda.

O dólar fechou abaixo de R$ 4,90 pela primeira vez desde janeiro de 2024, favorecido pelo diferencial de juros e superávit comercial recorde. A Brazil Week em Nova York ocorre em meio às negociações comerciais entre Lula e Trump.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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