terça-feira, junho 30, 2026

Autor: Redação

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Petrobras apresenta resultados do 1º trimestre de 2026 em coletiva online


Petrobras apresenta resultados do 1º trimestre de 2026 em coletiva online

A Petrobras realizou, na tarde desta terça-feira (12), uma coletiva de imprensa online para apresentar os resultados do primeiro trimestre de 2026. A apresentação foi conduzida pela presidente da estatal, Magda Chambriard, com participação de diretores de áreas financeiras, operacionais, de governança, comercialização, exploração, produção e sustentabilidade.

Segundo as informações divulgadas, além da presidente, participaram da coletiva Fernando Melgarejo, diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores; Ricardo Wagner, diretor de Governança e Conformidade; e William França, diretor de Processos Industriais e Produtos, Transição Energética e Sustentabilidade.

Também estiveram no evento Angélica Laureano, diretora de Logística, Comercialização e Mercados; Clarice Coppetti, diretora de Assuntos Corporativos; Sylvia Anjos, diretora de Exploração e Produção; e o gerente executivo Flávio Bretanha, de Sistemas Submarinos, representando a diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação, Renata Baruzzi.

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A coletiva ocorre no mesmo dia da divulgação dos resultados trimestrais, prática adotada por companhias de capital aberto para detalhar indicadores financeiros e operacionais ao mercado. Esse tipo de apresentação costuma ser acompanhado por investidores, analistas e agentes do setor de energia, especialmente por envolver dados sobre produção, refino, comercialização, investimentos e estratégia corporativa.

No material encaminhado, porém, não foram informados os números do balanço, como lucro líquido, receita, endividamento, volume de produção ou investimentos realizados no período. Sem esses dados, não é possível detalhar tecnicamente os efeitos do resultado sobre caixa, distribuição de dividendos, política comercial ou desempenho operacional da estatal.

Fonte: agencia.petrobras.com.br

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Chuva de 100 mm e ventos fortes: Inmet publica alerta de perigo para áreas de 9 estados


Chuva forte tempestade
Foto: Wikimedia Commons

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou alerta de perigo para chuva entre 50 mm e 100 mm e ventos intensos de 60 km/h a 100 km/h para áreas de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará.

O aviso é válido a partir desta terça e se estende até quarta-feira (13) para 488 municípios (veja a lista completa), abrangendo a Região Metropolitana de Recife, os sertões pernambucano e cearense, o agreste paraibano, o leste alagoano e outras localidades.

O mapa abaixo mostra onde as áreas afetadas pela chuva intensa e a ventania:

alerta chuvas intensas - Inmet
Foto: Reprodução Inmet

Chuva forte em outras áreas

O Inmet também faz alerta de perigo para chuva que pode chegar a 100 mm por dia com ventos de até 100 km/h para outras áreas, abrangendo Roraima, Pará, Amapá, Maranhão e Piauí.

Para esses estados, o aviso vale para toda esta quarta-feira e se estende em 421 municípios. Veja o mapa abaixo com a previsão de área a ser atingida:

alerta chuvas intensas - dia 13 de maio de 2026
Foto: Reprodução Inmet

Pelas condições climáticas, o órgão destaca que há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

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Brasil exporta 3,122 milhões de sacas de café em abril, informa Cecafé


Brasil exporta 3,122 milhões de sacas de café em abril, informa Cecafé

Os embarques brasileiros de café somaram 3,122 milhões de sacas de 60 quilos em abril de 2026, segundo relatório divulgado nesta terça-feira (12) pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). O volume representa alta de 0,6% ante as 3,105 milhões de sacas registradas em abril de 2025. No mesmo comparativo, a receita cambial caiu 17,7%, de US$ 1,347 bilhão para US$ 1,109 bilhão.

De acordo com o Cecafé, o avanço no volume embarcado está ligado à entrada de cafés da nova safra, principalmente canéforas, como conilon e robusta. Segundo Márcio Ferreira, presidente da entidade, parte desses grãos se somou a remanescentes da colheita anterior.

A queda da receita, por outro lado, foi associada ao recuo das cotações internacionais. Ferreira afirmou que a menor entrada de dólares decorre tanto da redução dos preços externos quanto do menor volume exportado de café arábica, variedade com maior valor por saca.

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No acumulado de 10 meses do ano-safra 2025/26, entre julho de 2025 e abril de 2026, o Brasil exportou 32,247 milhões de sacas, queda de 19,4% sobre igual intervalo do ciclo anterior. Ainda assim, a receita cambial avançou 0,8%, para US$ 12,551 bilhões.

No ano civil, de janeiro a abril, os embarques totalizaram 11,619 milhões de sacas, volume 16,1% inferior ao do primeiro quadrimestre de 2025. A receita no período somou US$ 4,490 bilhões, retração de 14,4%.

Entre os destinos, a Alemanha liderou as importações no quadrimestre, com 1,563 milhão de sacas, ou 13,4% do total. Os Estados Unidos aparecem em seguida, com 1,390 milhão de sacas, queda de 41,5%. Itália, Bélgica e Japão completam os cinco principais mercados.

O café arábica seguiu como principal produto exportado entre janeiro e abril, com 8,984 milhões de sacas e participação de 77,3%, apesar da queda de 23,4% na comparação anual. Já os cafés canéforas somaram 1,284 milhão de sacas, alta de 58,8%. Para o setor, a composição entre maior presença de robusta e menor embarque de arábica ajuda a explicar a diferença entre o comportamento do volume e da receita no início de 2026.

Fonte: cecafe.com.br

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AgroNewsPolítica & Agro

Sebrae RS fortalece presença do vinho gaúcho na Wine South America 2026


Feira reunirá pequenas vinícolas gaúchas em ações de promoção comercial, rodadas de negócios e valorização das Indicações Geográficas do Estado

A vitivinicultura gaúcha terá presença ampliada na Wine South America 2026, que ocorre de 12 a 14 de maio, na Fundaparque, em Bento Gonçalves. Em um estande coletivo voltado à promoção dos Vinhos Gaúchos, 45 vinícolas de diferentes regiões do Estado apresentarão seus produtos a compradores, distribuidores e profissionais do mercado nacional e internacional. A iniciativa é realizada pelo Sebrae RS, por meio do Projeto Mercado Mais Vinho e da Regional Serra Gaúcha, em parceria com o Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado do Rio Grande do Sul (Consevitis-RS).

Mais do que um espaço de exposição, a ação busca fortalecer a competitividade das pequenas vinícolas brasileiras, ampliando oportunidades comerciais, promovendo visibilidade e consolidando o posicionamento do vinho gaúcho em um ambiente estratégico de negócios e relacionamento durante uma das principais feiras do setor na América Latina.

“O principal objetivo do estande coletivo Vinhos Gaúchos é ampliar o acesso das pequenas vinícolas ao mercado, dando visibilidade a empresas que, muitas vezes, não teriam condições de participar da feira de forma individual”, destaca a gestora de projetos do Sebrae RS, Angélica Brandalise.

De acordo com a gestora, o espaço foi estruturado para conectar produtores a compradores qualificados e ampliar a presença das marcas gaúchas no mercado. “Além da geração de negócios, o espaço fortalece o posicionamento do vinho gaúcho como um produto de qualidade, diversidade e identidade regional”, afirma.

O estande coletivo, localizado nos espaços C10 e B30 da feira, terá aproximadamente 320 metros quadrados e reunirá vinícolas de diferentes regiões do Rio Grande do Sul para exposição e degustação de rótulos gaúchos. Angélica conta que o Sebrae atua diretamente na organização da participação das empresas e no suporte estratégico às vinícolas durante a feira: “percebemos uma ampliação das oportunidades de negócios, especialmente pela presença de compradores qualificados e pela integração entre feira, rodadas de negócios e ações de promoção do vinho brasileiro”.

Projeto Comprador

Entre os destaques da programação está o Projeto Comprador da Wine South America, iniciativa voltada à geração de negócios entre vinícolas e compradores de diferentes regiões do país e do exterior. A ação, apoiada pelo Sebrae RS, ocorrerá nos dias 12 e 13 de maio, das 9h30 às 12h30, e deve reunir 138 vinícolas brasileiras, 19 importadores, 100 compradores nacionais e promover mais de duas mil reuniões ao longo de dois dias.

O analista de Competitividade Setorial do Sebrae RS, Jakson da Luz, explica que o trabalho envolve um processo de curadoria para aproximar empresas e compradores com interesses compatíveis: “A partir do perfil da vinícola, do tipo de vinho, do gosto e também da demanda do comprador, a gente faz um cruzamento. A vinícola sinaliza os compradores de interesse, o comprador também indica as vinícolas que deseja conhecer, e nós trabalhamos essas expectativas para gerar as reuniões”.

Os encontros ocorrerão em dois turnos de rodadas, com reuniões de 15 minutos cada. Segundo o analista, a proposta das rodadas é aproximar pequenos produtores de compradores qualificados e estimular conexões comerciais durante a feira. “Temos muitas vinícolas pequenas que têm dificuldade de se conectar com grandes compradores. Então fazemos esse elo de aproximação. Há muitos compradores de fora do Estado vindo conhecer as vinícolas da Serra, da Campanha, da Fronteira e de outras regiões participantes”, relata.

Ele ressalta ainda que, embora grandes empresas também participem da feira, a iniciativa representa uma oportunidade especialmente relevante para pequenos produtores. “Para as pequenas vinícolas, é uma oportunidade única de conectar com compradores que elas talvez não conseguiriam acessar ou que seria muito caro acessar sozinhas”, completa.

Indicações Geográficas ampliam visibilidade e reforçam identidade dos vinhos gaúchos

Dentro das ações apoiadas pela entidade também está a participação de Indicações Geográficas gaúchas reconhecidas no setor vitivinícola, como a DO Altos de Pinto Bandeira, DO Vale dos Vinhedos, IP Altos Montes, IP Campanha Gaúcha, IP Farroupilha e IP Monte Belo, reunindo 49 vinícolas na feira. A iniciativa reforça a valorização da origem, da identidade territorial e da diversidade dos vinhos produzidos no Estado, ampliando a visibilidade de regiões reconhecidas pela qualidade e pelas características únicas de seus terroirs.

A IP Campanha Gaúcha terá um estande coletivo no espaço D40, com a presença de dez vinícolas, levando ao evento rótulos vinculados à Indicação de Procedência conquistada pela região em 2020. Para a gestora de projetos do Sebrae RS, Elisangela Silva, a participação conjunta fortalece a visibilidade da região e amplia as oportunidades comerciais. “Essa presença é muito importante, pois proporciona acesso a novos mercados, networking, parcerias estratégicas, geração de negócios e o fortalecimento do vinho da Campanha Gaúcha”, salienta.

Conforme esclarece Elisangela, a certificação de origem teve papel decisivo na consolidação da identidade regional dos vinhos produzidos na Campanha. “A Indicação de Procedência transformou a Campanha Gaúcha de uma região produtora relevante em uma região com origem reconhecida e diferenciada, fortalecendo sua identidade e aumentando sua competitividade por meio da qualidade certificada e da valorização da marca territorial”, conta.

Além da produção vitivinícola, a analista ressalta o potencial turístico da região, impulsionado pelas características culturais e naturais do bioma Pampa. “A identidade do bioma, o terroir singular, as experiências imersivas, a integração com a cultura fronteiriça e a gastronomia regional autêntica são diferenciais importantes para consolidar a região como destino enoturístico de referência”, conclui.

O Sebrae RS também apoia a participação de empresas de Encruzilhada do Sul na Wine South America 2026. O espaço coletivo da região estará localizado no espaço D61 da feira. Ao todo, dez empresas da região participam da ação, entre vinícolas e produtores de azeite, evidenciando a diversidade e o potencial agroalimentar regional.

Ao todo, a participação do Sebrae RS na Wine South America 2026 deve envolver 157 empresas no Projeto Comprador e 104 empresas apoiadas nas ações de exposição ao longo da feira.





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Maersk mantém desvio do Estreito de Ormuz e suspende reservas terrestres na região


Maersk mantém desvio do Estreito de Ormuz e suspende reservas terrestres na região

A Maersk informou nesta terça-feira (12) que segue evitando o trânsito pelo Estreito de Ormuz por razões de segurança, diante da volatilidade persistente no Oriente Médio. Em comunicado, a companhia afirmou que qualquer decisão de voltar a operar pela rota dependerá de avaliações contínuas de risco, do monitoramento da situação e de orientações de autoridades e parceiros.

A empresa disse que acompanha de perto a evolução do quadro regional, mas ressaltou que ainda há escassez de informações. Segundo a Maersk, o cenário segue “profundamente dinâmico”, sem garantia total de segurança marítima.

No mesmo comunicado, o grupo afirmou que a segurança de tripulantes, embarcações e cargas permanece como prioridade operacional. A companhia também declarou considerar “crucial” a restauração da liberdade de navegação na região e disse acolher os esforços da administração dos Estados Unidos para esse objetivo.

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Como medida adicional, a Maersk suspendeu temporariamente reservas terrestres em três corredores logísticos. A interrupção atinge cargas com origem nos Emirados Árabes Unidos e no Catar via porto de Jeddah e porto de Omã; remessas do porto de Jeddah para Emirados Árabes Unidos, Omã e Catar; e cargas saindo de Salalah e Sohar, em Omã, para Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein e Catar.

O Estreito de Ormuz é uma passagem estratégica para o transporte marítimo entre o Golfo e outras rotas internacionais. Por isso, restrições operacionais nessa área tendem a exigir reprogramação de embarques e redistribuição de fluxos logísticos.

Para exportadores, importadores e embarcadores que utilizam conexões na região, a decisão pode alterar prazos de trânsito e disponibilidade de rotas. A Maersk, porém, não informou prazo para revisão das medidas nem estimativa de custo adicional.

No momento, a operação da companhia na região permanece condicionada ao ambiente de segurança. Sem novo cronograma divulgado, o mercado deve acompanhar as próximas atualizações da Maersk e das autoridades marítimas para avaliar eventuais mudanças no fluxo logístico regional.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Portos ampliam uso de eletrificação e combustíveis limpos para reduzir emissões


Portos ampliam uso de eletrificação e combustíveis limpos para reduzir emissões

Os portos brasileiros avançam na adoção de energia renovável, eletrificação de equipamentos e combustíveis de baixo carbono como parte da estratégia de redução de emissões no transporte marítimo. O movimento ocorre em um setor que responde por mais de 95% do comércio exterior brasileiro e por cerca de 3% das emissões globais de gases de efeito estufa relacionadas à energia, segundo dados apresentados pelo Ministério de Portos e Aeroportos.

De acordo com a pasta, a pressão por descarbonização cresce porque, mantido o cenário atual, as emissões do transporte marítimo podem chegar, até 2030, a um intervalo entre 90% e 130% dos níveis registrados em 2008. Nos portos, esse quadro envolve não apenas a operação dos navios, mas também o fluxo de caminhões, trens e equipamentos terrestres.

Nesse contexto, o Ministério de Portos e Aeroportos informou que vem incentivando a Política de Sustentabilidade para o modal de transporte, lançada em 2025. A iniciativa abrange os setores portuário, aeroportuário e hidroviário e estabelece critérios ambientais, sociais e de governança para a gestão pública e privada. Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, os instrumentos do governo buscam criar incentivos para reduzir emissões, modernizar a frota e elevar a eficiência logística.

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Entre os exemplos em operação, o Porto de Santos, em São Paulo, usa desde 2024 o sistema Onshore Power Supply (OPS) para abastecer rebocadores com energia da usina hidrelétrica de Itatinga. Em Paranaguá, no Paraná, a expansão ferroviária e a geração solar reforçam a eficiência operacional. Em Suape, em Pernambuco, a previsão é iniciar até o fim deste ano um terminal de contêineres 100% eletrificado. Já Pecém, no Ceará, e Açu, no Rio de Janeiro, concentram projetos ligados a hidrogênio verde, amônia verde e combustíveis de baixo carbono com horizonte a partir de 2030.

Na frente de monitoramento, o ministério desenvolveu com a Infra S.A. o Índice de Desempenho Ambiental da Navegação (IDA-Navegação), com 39 indicadores. A pasta também coordena o Programa de Descarbonização de Portos (PND-Portos).

A tendência técnica do setor é combinar modernização da infraestrutura, medição de emissões e substituição gradual de fontes fósseis. Segundo o secretário nacional de Portos do ministério, Alex Ávila, os portos passaram a ser tratados como estruturas estratégicas para apoiar novas soluções energéticas e adequar o país às exigências do comércio internacional.

Fonte: gov.br

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Ratinho Junior confirma R$ 741 milhões para obras urbanas e rurais em 12 municípios do Paraná


Ratinho Junior confirma R$ 741 milhões para obras urbanas e rurais em 12 municípios do Paraná

O governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, confirmou nesta terça-feira (12) a liberação de R$ 741 milhões para obras de infraestrutura urbana e rural em 12 municípios paranaenses. O pacote reúne projetos em fases distintas, como homologação, licitação e execução, com foco em pavimentação, construção de creches, iluminação pública e melhoria da trafegabilidade no campo e nas cidades.

Do total anunciado, a maior parcela foi destinada ao Sudoeste e ao Noroeste. Em Pato Branco, no Sudoeste, os investimentos somam R$ 224,8 milhões, com obras como a duplicação da PR-493, pavimentação de estradas vicinais, melhorias no aeroporto e construção de creches. Em Nova Esperança do Sudoeste, o volume chega a R$ 24,7 milhões.

No Noroeste, os aportes totalizam R$ 224,1 milhões. Rondon receberá R$ 106 milhões para pavimentação de estrada rural, passarela na PR-492 e ligação com São Manoel do Paraná. Nova Esperança terá pavimentação em concreto de 24,7 quilômetros de estradas rurais, somando 12,6 quilômetros na Estrada Piúna e 12,1 quilômetros na Estrada Funda. Paranavaí contará com R$ 43,1 milhões, incluindo a substituição de 11,8 mil luminárias por LED.

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Na região Oeste, Matelândia, Nova Aurora e Missal concentram R$ 102,2 milhões. Os recursos atendem pavimentação urbana e rural, construção de creche, centro de assistência social e instituição de longa permanência para idosos. Em outras regiões, Mato Rico, Reserva do Iguaçu, Santa Mariana e Rio Branco do Ivaí somam R$ 165 milhões. Mato Rico concentra R$ 111 milhões, dos quais R$ 101 milhões estão voltados à pavimentação entre o município e Roncador.

Segundo o Governo do Paraná, os recursos também abrangem maquinários, estufas agrícolas e obras de apoio ao escoamento rural. Na prática, a execução desses projetos tende a melhorar o acesso logístico, reduzir custos de deslocamento e ampliar a capacidade de atendimento em serviços públicos locais.

O anúncio reúne obras com perfis distintos, mas com predominância de pavimentação e infraestrutura básica. O cronograma de execução dependerá das etapas administrativas de cada convênio e das licitações já em andamento nos municípios.

Fonte: agricultura.pr.gov.br

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Dia de Campo reúne 150 participantes e amplia articulação pela cafeicultura no DF


Dia de Campo reúne 150 participantes e amplia articulação pela cafeicultura no DF

A consolidação da cafeicultura no Distrito Federal foi o foco de um Dia de Campo realizado na última sexta-feira (8), em Planaltina, com a participação de cerca de 150 pessoas. Promovido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Café (Embrapa Café), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Cerrados (Embrapa Cerrados) e Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), o encontro discutiu limitações da cadeia produtiva e alternativas técnicas para ampliar a produção local.

A base do debate foi o Diagnóstico da Cadeia Produtiva do Café no Distrito Federal, elaborado entre outubro de 2024 e março de 2025. O levantamento ouviu 134 cafeicultores e identificou entraves como falta de mão de obra, dificuldades no controle de pragas e doenças e custo elevado de insumos e do processamento dos grãos.

Segundo Adriana Nascimento, coordenadora de Operações da Emater-DF, o evento foi estruturado a partir desses resultados. Já o secretário de Agricultura do Distrito Federal, Rafael Bueno, afirmou que o setor busca um modelo mais voltado aos cafés especiais, segmento de maior valor agregado, em substituição ao perfil tradicional de produção em larga escala.

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No encontro, o governo local também informou que pretende lançar um selo de identidade regional para produtos agropecuários do DF, incluindo o café. Bueno citou ainda instrumentos de apoio, como o Pró-Rural e o Fundo Distrital de Desenvolvimento Rural, que podem oferecer redução de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), isenção de taxas e crédito com juros reduzidos.

As quatro estações técnicas do Dia de Campo trataram de sistema de produção no Cerrado Central, manejo nutricional, irrigação, cultivares, controle de pragas e doenças, além de alternativas de diversificação, como café conilon/robusta e consórcio entre café e baru.

Para Rodolfo Oliveira, chefe-geral da Embrapa Café, a aproximação entre pesquisa, assistência técnica e produtores é necessária para levar ao campo soluções em manejo, variedades, sistemas produtivos e qualidade. Jorge Werneck, chefe-geral da Embrapa Cerrados, destacou a experiência da unidade no desenvolvimento de tecnologias para café irrigado no Cerrado.

Entre as próximas ações previstas está a criação, ainda neste ano, de uma Unidade Demonstrativa de tecnologias para o café no DF, voltada aos pequenos produtores, além da capacitação de extensionistas da Emater-DF em parceria com a Embrapa Cerrados e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig). A expectativa das instituições é ampliar a base técnica da atividade e melhorar as condições de produção e comercialização no Distrito Federal.

Fonte: embrapa.br

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Congresso analisa crédito suplementar de R$ 33,6 milhões para projetos de irrigação


Congresso analisa crédito suplementar de R$ 33,6 milhões para projetos de irrigação

O Congresso Nacional analisa um projeto que abre crédito suplementar de R$ 33,6 milhões no Orçamento de 2026 para ações de irrigação vinculadas ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. A medida está no Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 5/26, apresentado nesta terça-feira (12), e ainda depende de análise da Comissão Mista de Orçamento e de votação em sessão conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

De acordo com a mensagem enviada pelo governo ao Congresso, os recursos serão direcionados a três frentes: apoio a polos e projetos de agricultura irrigada, gestão de projetos públicos de irrigação e fomento aos objetivos da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).

A proposta prevê compensação orçamentária por meio do cancelamento de dotações hoje alocadas no programa Pé-de-Meia, voltado à permanência de estudantes do ensino médio na escola. Segundo o governo federal, a alteração não deve comprometer a execução do programa educacional porque houve antecipação de aporte ao Fundo de Custeio da Poupança de Incentivo à Permanência e Conclusão Escolar para Estudantes do Ensino Médio.

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Do ponto de vista orçamentário, o texto ainda não detalha, no material divulgado, a distribuição regional dos R$ 33,6 milhões nem os projetos específicos que poderão ser contemplados. Essa definição é relevante para medir o alcance prático dos investimentos em infraestrutura e gestão da irrigação.

Na tramitação, a Comissão Mista de Orçamento deverá avaliar a adequação fiscal e a destinação dos recursos antes de o texto seguir ao Plenário do Congresso Nacional. Só após a aprovação nas duas etapas o crédito poderá ser efetivamente incorporado ao Orçamento.

A evolução do PLN 5/26 será determinante para confirmar o reforço orçamentário à irrigação em 2026. Até a votação final, não há definição oficial sobre cronograma de liberação dos recursos nem sobre os empreendimentos que serão atendidos.

Fonte: camara.leg.br

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GeoPantanal abre inscrições para quatro cursos presenciais em Bonito


GeoPantanal abre inscrições para quatro cursos presenciais em Bonito

Estão abertas, nesta terça-feira (12), as inscrições para quatro cursos que integram a programação do 9º Simpósio de Geotecnologias no Pantanal (GeoPantanal), marcado para o período de 7 a 11 de novembro, em Bonito (MS). As capacitações ocorrerão presencialmente nos dias 7 e 8 de novembro, com carga horária entre 12 horas e 16 horas. Para participar dos cursos, é obrigatório estar inscrito no simpósio.

Segundo a organização, cada curso custa R$ 700 e as vagas são limitadas, com preenchimento por ordem de confirmação do pagamento. Dois cursos terão atividades de campo, e um deles contará com parte teórica antecipada em aulas on-line assíncronas.

A programação inclui o curso “Introdução aos Drones”, ministrado por Rafael Silva de Barros, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O curso “Introdução ao Google Earth Engine e aplicações em mapeamento de áreas úmidas e análise de série temporal de mapas” será conduzido por Mariana Dias e Eduardo Rosa, da ArcPlan/MapBiomas.

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Pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) também participarão da formação. Karine Reis Ferreira, Rennan Marujo e Gabriel Sansigolo ministrarão “Cubos de Dados de Observação da Terra e Análise de Séries Temporais de Imagens”. Já Mateus de Souza Miranda será responsável por “Inteligência Artificial para análise de dados geoespaciais baseadas em Redes Neurais Convolucionais (CNNs)”.

A organização do simpósio é da Embrapa Agricultura Digital, do Inpe, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). O evento é voltado à difusão de geotecnologias aplicadas ao Pantanal e à bacia do alto Paraguai, com foco em monitoramento integrado, compartilhamento de dados e desenvolvimento metodológico.

Também está aberta a submissão de trabalhos, em formato de artigo entre 7 e 10 páginas, até sábado (2 de agosto). Os 15 melhores textos serão publicados na revista RA’EGA – O Espaço Geográfico em Análise. O primeiro lote de inscrições no evento varia de R$ 150 a R$ 700, conforme perfil profissional ou nível de graduação. As ementas e demais informações estão disponíveis no site oficial do GeoPantanal.

A abertura simultânea das inscrições para cursos e da submissão de artigos antecipa a etapa técnica do simpósio e permite que pesquisadores, estudantes e profissionais organizem participação em atividades de capacitação e apresentação de resultados com antecedência.

Fonte: embrapa.br

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