terça-feira, junho 30, 2026

Autor: Redação

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Petróleo acima dos US$ 100 pressiona juros e inflação


PODCAST Diário Econômico

No morning call desta quarta-feira (13), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o petróleo acima de US$ 104 por barril pressiona juros globais e reacende temores inflacionários após deterioração das negociações entre EUA e Irã.

Wall Street renovou máximas, mas o Ibovespa caiu mais de 1% com abertura da curva doméstica. O real segue resiliente abaixo de R$ 4,90. Hoje, atenção ao CPI dos EUA e ao IPCA de abril no Brasil.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

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Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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AgroNewsPolítica & Agro

Mato Grosso encerra etapa da soja com alta produtividade e atenção à qualidade dos grãos



O resultado confirma Mato Grosso como principal referência



Foto: Sheila Flores

Cuiabá foi palco da apresentação dos resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, realizado pelo Imea, Aprosoja MT e Iagro MT. O levantamento percorreu mais de 34 mil quilômetros e realizou 998 avaliações em campo ao longo de 71 dias.

A produção estadual de soja na safra 2025/26 foi estimada em 51,56 milhões de toneladas, com produtividade média de 66,03 sacas por hectare, segundo dados divulgados pelo Imea e pela Aprosoja MT.

O resultado confirma Mato Grosso como principal referência nacional da cultura. A área plantada foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra anterior.

Apesar da produtividade elevada, o ciclo não foi livre de problemas. O Imea apontou déficit hídrico no início do plantio em algumas regiões e excesso de chuvas na fase final, com impacto sobre o peso e a qualidade dos grãos.

 





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AIE amplia projeção de queda da demanda global de petróleo após choque no Estreito de Ormuz


AIE amplia projeção de queda da demanda global de petróleo após choque no Estreito de Ormuz

A Agência Internacional de Energia (AIE) revisou para baixo sua projeção para a demanda global de petróleo em 2026 após o choque de oferta provocado pelo quase fechamento do Estreito de Ormuz. Em relatório mensal divulgado nesta quarta-feira (13), a entidade passou a estimar recuo de 420 mil barris por dia (bpd) no consumo mundial, ante queda de 80 mil bpd prevista anteriormente.

Segundo a AIE, a interrupção do tráfego de petroleiros na região e o impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã ampliaram os efeitos sobre a atividade econômica e sobre o abastecimento global de energia. O estreito é uma das principais rotas marítimas para o transporte de petróleo no mundo.

No segundo trimestre, a agência agora projeta retração de 2,45 milhões de bpd na demanda global, acima da estimativa anterior de 1,5 milhão de bpd. No cenário-base da instituição, os fluxos por Ormuz devem ser retomados gradualmente a partir de junho, com o crescimento da demanda voltando ao terreno positivo apenas em agosto. Depois disso, o consumo tenderia a permanecer próximo aos níveis observados em 2025.

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Pelo lado da oferta, a recuperação deve ser mais lenta. A AIE citou danos à infraestrutura, gargalos logísticos e a necessidade de remoção de minas iranianas no estreito antes da normalização das exportações. Com isso, a previsão para a oferta global em 2026 passou de queda de 1,5 milhão de bpd para retração de 3,9 milhões de bpd.

Em abril, a agência estima que a oferta mundial tenha recuado 1,8 milhão de bpd, para 95,1 milhões de bpd. O movimento indica um ajuste simultâneo entre consumo e produção, com reflexos sobre custos de energia, fretes e planejamento de importadores e exportadores.

No cenário técnico traçado pela AIE, a normalização do mercado dependerá da recomposição logística e da segurança da navegação em Ormuz. Enquanto esses fatores não forem restabelecidos, a agência indica manutenção de restrições no fornecimento global de petróleo por vários meses.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Produção industrial da zona do euro avança 0,2% em março, informa Eurostat


Produção industrial da zona do euro avança 0,2% em março, informa Eurostat

A produção industrial da zona do euro subiu 0,2% em março ante fevereiro, segundo levantamento divulgado pela Eurostat, agência oficial de estatísticas da União Europeia, nesta quarta-feira (13). O resultado ficou ligeiramente acima da projeção de analistas consultados pela FactSet, que esperavam avanço de 0,1% no período. Na comparação anual, porém, a atividade industrial do bloco recuou 2,1%.

O dado mensal indica continuidade de um movimento moderado de recuperação, depois de fevereiro também ter registrado alta de 0,2% na série revisada. Antes da atualização, os números do mês anterior eram diferentes. Com a revisão, a Eurostat também passou a apontar queda anual de 0,8% em fevereiro.

Apesar do avanço na margem, o desempenho de março mostrou enfraquecimento na comparação com o mesmo mês de 2025. O recuo anual de 2,1% ficou pior do que o consenso da FactSet, que projetava baixa de 1,9%. Isso indica que, embora tenha havido melhora pontual entre fevereiro e março, a indústria da zona do euro ainda opera abaixo do nível observado há um ano.

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A diferença entre a leitura mensal e o resultado anual ajuda a dimensionar o cenário. O crescimento de 0,2% sugere estabilidade de curto prazo, enquanto a retração de 2,1% reforça que a recuperação do setor permanece limitada. A Eurostat não detalhou, no conteúdo informado, quais segmentos industriais tiveram maior influência sobre o resultado consolidado.

Para mercados exportadores e cadeias ligadas a bens industriais, o dado sinaliza demanda ainda contida no bloco europeu. Isso tende a manter atenção sobre os próximos indicadores de atividade, especialmente porque a base anual segue negativa mesmo após dois meses consecutivos de alta na margem.

O resultado de março mostra melhora pontual da indústria da zona do euro, mas sem reverter a fraqueza acumulada em 12 meses. Os próximos levantamentos da Eurostat serão determinantes para indicar se o bloco entrou em trajetória de recuperação mais consistente ou se o avanço mensal segue restrito.

Fonte: Estadão Conteúdo

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PIB da zona do euro cresce 0,1% no 1º trimestre e Eurostat confirma revisão


PIB da zona do euro cresce 0,1% no 1º trimestre e Eurostat confirma revisão

O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro cresceu 0,1% no primeiro trimestre de 2026 em relação aos três meses anteriores, segundo revisão divulgada pela Eurostat nesta quarta-feira (13). Na comparação com o mesmo período do ano passado, a expansão foi de 0,8%. Os números confirmam a leitura preliminar e ficaram alinhados às projeções de analistas compiladas pela FactSet.

A atualização mantém inalterado o quadro já indicado na primeira estimativa da agência de estatísticas da União Europeia. O resultado trimestral mostra avanço limitado da atividade econômica do bloco entre janeiro e março, enquanto a taxa anual indica crescimento moderado em base de comparação mais longa.

Como a revisão confirmou os dados preliminares, o mercado passa a trabalhar com menor incerteza sobre o desempenho da economia europeia no início de 2026. Em indicadores de atividade, a confirmação estatística é relevante porque reduz a probabilidade de ajustes expressivos no diagnóstico sobre consumo, investimento e produção no bloco.

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A zona do euro reúne algumas das principais economias da Europa e é referência para decisões de comércio, câmbio, juros e fluxo internacional de capitais. Por isso, a confirmação de crescimento de 0,1% no trimestre e de 0,8% em 12 meses serve como base para análises sobre o ritmo da demanda regional e a condução da política monetária europeia.

Para o Brasil e para o agronegócio, o dado é acompanhado como sinal do ambiente econômico externo, especialmente em cadeias com exposição ao mercado europeu. No entanto, o dado divulgado nesta quarta-feira (13) não detalha, por si só, efeitos setoriais imediatos sobre commodities agrícolas, proteína animal ou balança comercial. Também não há, no material informado, abertura por país ou segmento produtivo.

Com a revisão confirmada, o foco do mercado tende a se deslocar para os próximos indicadores de inflação, consumo e indústria na Europa, que devem ajudar a medir se o crescimento do bloco ganhará tração ao longo de 2026.

Fonte: Estadão Conteúdo

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**Bolsas da Ásia fecham majoritariamente em alta com recuo do petróleo e recuperação em Seul**


**Bolsas da Ásia fecham majoritariamente em alta com recuo do petróleo e recuperação em Seul**

As bolsas asiáticas encerraram a sessão desta quarta-feira (13) majoritariamente em alta, em um pregão marcado pela queda do petróleo e pela recuperação do mercado sul-coreano. O avanço ocorreu mesmo com a continuidade do impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã, fator que segue no radar dos investidores por seu potencial de afetar energia, inflação e fluxo global de capitais.

O principal destaque do dia foi o índice Kospi, da Coreia do Sul, que subiu 2,63% em Seul, aos 7.844,01 pontos. O resultado reverteu a queda de 2,29% registrada na terça-feira (12), quando declarações de um integrante graduado do governo sobre eventual redistribuição de lucros extraordinários de empresas de inteligência artificial pressionaram os papéis. Segundo analistas citados pela Associated Press, parte dos investidores recomprou ações após avaliar que o efeito prático das declarações ainda é incerto.

Nas demais praças, o Nikkei avançou 0,84% em Tóquio, para 63.272,11 pontos, e o Hang Seng teve alta de 0,15% em Hong Kong, aos 26.388,44 pontos. Na China continental, o Xangai Composto subiu 0,67%, a 4.242,57 pontos, enquanto o Shenzhen Composto ganhou 1,55%, para 2.949,07 pontos. Em sentido oposto, o Taiex caiu 1,25% em Taiwan, aos 41.374,50 pontos, e o S&P/ASX 200 recuou 0,46% em Sydney, a 8.630,40 pontos.

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No mercado de energia, o petróleo interrompeu uma sequência de três altas e voltou a cair durante a madrugada, em movimento atribuído à correção técnica. Ainda assim, o cenário geopolítico segue pressionado, já que as conversas sobre o conflito entre Estados Unidos e Irã permanecem estagnadas.

Para o ambiente econômico, a combinação entre petróleo mais fraco e bolsas em alta tende a reduzir parte da aversão ao risco no curto prazo. Isso pode influenciar custos de energia, frete e insumos dependentes de combustíveis, além de afetar o humor dos mercados ligados a comércio exterior e commodities.

A atenção do mercado permanece voltada para a reunião desta quarta-feira (13) entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping. Segundo a Associated Press, o encontro deve incluir discussões sobre Irã e comércio, temas com potencial de repercussão sobre câmbio, energia e fluxo internacional de investimentos.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Bolsas da Ásia fecham majoritariamente em alta, com recuo do petróleo e recuperação em Seul


Bolsas da Ásia fecham majoritariamente em alta, com recuo do petróleo e recuperação em Seul

As bolsas asiáticas encerraram o pregão desta quarta-feira (13) em sua maioria no campo positivo, em um ambiente de recuo do petróleo e atenção às tratativas internacionais envolvendo Estados Unidos, Irã e China. O principal destaque foi a Coreia do Sul, onde o índice Kospi avançou 2,63% e atingiu 7.844,01 pontos, após recuperar parte das perdas da sessão anterior.

Em Seul, o movimento ocorreu depois de o Kospi ter caído 2,29% no pregão anterior. Segundo o material de origem, parte do mercado voltou às compras após declarações de um integrante graduado do governo sobre eventual redistribuição de lucros extraordinários de inteligência artificial (IA) das empresas. O impacto efetivo dessas falas, porém, ainda é incerto.

Nas demais praças da região, o Nikkei, de Tóquio, subiu 0,84%, para 63.272,11 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 0,15%, a 26.388,44 pontos. Na China continental, o Xangai Composto ganhou 0,67%, para 4.242,57 pontos, enquanto o Shenzhen Composto teve alta de 1,55%, a 2.949,07 pontos. Na contramão, o Taiex, de Taiwan, recuou 1,25%, a 41.374,50 pontos. Na Austrália, o S&P/ASX 200 caiu 0,46%, para 8.630,40 pontos.

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No mercado de energia, o petróleo voltou a cair durante a madrugada, interrompendo três sessões seguidas de alta. O recuo ocorreu mesmo com a continuidade do impasse nas negociações relacionadas ao conflito entre Estados Unidos e Irã.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chega nesta quarta-feira (13) à China para reunião com o líder chinês, Xi Jinping. Segundo o conteúdo informado, a pauta inclui o tema Irã e assuntos comerciais.

Para agentes de mercado, o desempenho das bolsas asiáticas e do petróleo ajuda a compor o cenário externo acompanhado por exportadores, importadores e investidores em commodities. O material de origem, no entanto, não informa efeitos diretos sobre produtos agrícolas nem identifica nominalmente analistas ou instituições consultadas.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & Agro

Milho segunda safra concentra preocupação com janela de plantio e custos em Mato Grosso



O resultado final ainda depende do comportamento das chuvas



Foto: Nadia Borges

O milho segunda safra passou a concentrar as atenções em Mato Grosso após o encerramento da soja. Segundo o Sistema Famato, com base em informações do Imea, o excesso de chuvas em fevereiro dificultou a colheita da soja e atrasou o plantio do milho em parte das áreas.

O Imea estimou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal. Esse atraso aumenta a exposição das lavouras a riscos climáticos nas fases finais do ciclo.

A projeção atual indica 7,39 milhões de hectares plantados com milho segunda safra em Mato Grosso, produtividade média de 116,6 sacas por hectare e produção prevista de 51,72 milhões de toneladas.

O resultado final ainda depende do comportamento das chuvas. A fase de desenvolvimento e enchimento de grãos será decisiva para confirmar ou revisar o potencial produtivo estimado.

A preocupação também é econômica. Para a safra 2026/27, o custo total do milho foi projetado em R$ 7.303,96 por hectare, alta de 8,59%, o que reforça a necessidade de gestão mais rigorosa da relação entre custo, produtividade e preço de venda.

 





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Exportações brasileiras para UE podem aumentar em US$1 bi já este ano com…


Logotipo Reuters

BARCELONA, 17 Abr (Reuters) – O governo brasileiro estima que as exportações brasileiras para a União Europeia podem crescer US$1 bilhão já este ano com a entrada em vigor do acordo comercial entre a UE e o Mercosul, disse nesta sexta-feira o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Laudemir André Müller. 

O acordo entrará em vigor provisoriamente a partir de primeiro de maio, e 543 produtos terão as tarifas retiradas imediatamente, explicou Müller após encontro de empresários brasileiros e espanhóis com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Barcelona.

“Só com os 543 produtos que vão sair imediatamente a desgravação, com a tarifa imediatamente indo para zero, pode dar um ganho de US$1 bilhão já este ano, que se somariam aos já U$50 bilhões de exportação que o Brasil já tem (para a União Europeia)”, afirmou. 

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, afirmou também após o encontro que produtos como milho, etanol, arroz e proteínas suína e de aves começam a ter imediatamente cotas com tarifa zero, o que beneficia diretamente o Brasil, grande exportador desses produtos. 

“Precisamos estar com o setor privado devidamente informado para que esse comércio se expanda”, disse Rosa.

(Reportagem de Michael Susin, texto de Lisandra Paraguassu; edição de Pedro Fonseca)

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AgroNewsPolítica & Agro

Norte de Mato Grosso confirma força na soja, mas qualidade segue no radar



Sinop está diretamente ligada à dinâmica da oleaginosa



Foto: Divulgação

Sinop acompanha os reflexos de uma safra estadual de soja marcada por produtividade elevada em Mato Grosso. O levantamento da Aprosoja MT e do Imea confirmou produção estimada em 51,56 milhões de toneladas no ciclo 2025/26.

Como cidade-polo do norte mato-grossense, Sinop está diretamente ligada à dinâmica da oleaginosa. A região concentra produtores, revendas, armazéns, transportadoras e empresas de apoio técnico.

O levantamento de campo percorreu todas as regiões do estado, com mais de 34 mil quilômetros vistoriados. A metodologia buscou reunir informações diretamente nas lavouras para reduzir incertezas sobre produtividade e qualidade.

O bom desempenho produtivo não elimina pontos de atenção. O Imea identificou desafios climáticos ao longo do ciclo, incluindo déficit hídrico no início do plantio e chuvas em excesso na fase final.





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