sexta-feira, junho 26, 2026

Autor: Redação

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Programa amplia renda de produtoras rurais em Rio Bonito do Iguaçu


Programa amplia renda de produtoras rurais em Rio Bonito do Iguaçu

Três produtoras rurais de Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, ampliaram ou estruturaram atividades econômicas após atendimento pelo programa Nossa Gente Paraná/Renda Agricultor e Fomento Rural, com acompanhamento do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná). O caso reúne produção de morango, agroindústria de panificados e inserção em canais de comercialização locais e institucionais. O município havia sido atingido por um tornado em novembro do ano passado, contexto que reforçou a busca por alternativas de reconstrução da renda no campo.

Na comunidade Nossa Senhora Aparecida, Elisiane de Almeida Fin implantou uma estufa para cultivo de morango após ingressar no programa em 2024. Segundo as informações divulgadas, a estrutura produz atualmente 40 quilos por semana. A comercialização ocorre com vizinhos, pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e em eventos do município. A família também prepara uma segunda estufa, com mais 1.200 pés de morango.

Na comunidade Charqueado, Mareli Ratajewski estruturou uma agroindústria de panificados com apoio técnico do IDR-Paraná. A produção abastece consumidores da vizinhança, programas oficiais e pontos ligados ao turismo local. Na comunidade Sede, Janete Borges ampliou a linha de produtos de sua agroindústria, que passou de um portfólio inicial para mais de dez itens, entre pães, cucas e doces.

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Além do atendimento do IDR-Paraná, as produtoras participaram de cursos promovidos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e pela Secretaria Municipal da Agricultura. O conteúdo original, porém, não informa o valor dos recursos aplicados em cada projeto nem o volume total de investimento público.

As três também integram a Rota Renascer, circuito criado após o tornado para estimular o turismo rural e agregar renda às propriedades. Nesse modelo, a produção agropecuária e agroindustrial passa a operar em múltiplos canais, combinando venda direta, abastecimento institucional e fluxo turístico.

Os casos mostram que, quando há assistência técnica, capacitação e acesso a mercados, pequenos empreendimentos rurais podem ampliar a geração de renda e diversificar a atividade produtiva. Sem dados oficiais sobre investimento, faturamento e número de beneficiários, a dimensão econômica total da iniciativa no município ainda não pode ser medida com precisão.

Fonte: agricultura.pr.gov.br

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Sentimento do consumidor nos Estados Unidos cai para 44,8 em maio


Dólar cai 1,37% e fecha abaixo de R$ 5,00

O índice de sentimento do consumidor nos Estados Unidos caiu de 49,8 em abril para 44,8 em maio, segundo pesquisa final divulgada pela Universidade de Michigan nesta sexta-feira (22). O resultado ficou abaixo da leitura preliminar, de 48,2, e também da projeção de analistas consultados pela FactSet, que esperavam 48,4. O levantamento ainda apontou avanço nas expectativas de inflação de curto e de médio prazo.

De acordo com a pesquisa, a expectativa de inflação para os próximos 12 meses subiu de 4,7% em abril para 4,8% em maio. O número também superou a leitura preliminar do mês, que indicava 4,5%.

No horizonte de cinco anos, a expectativa inflacionária avançou de 3,5% para 3,9%. Nesse caso, o dado final também veio acima da estimativa preliminar, de 3,4%. A combinação entre confiança mais baixa e inflação esperada mais alta reforça a percepção de maior cautela entre as famílias norte-americanas.

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Como os Estados Unidos seguem como referência para a política monetária global, indicadores dessa natureza são acompanhados de perto por agentes de mercado. Expectativas de inflação mais elevadas podem influenciar a trajetória dos juros no país e, por consequência, afetar o comportamento do dólar, dos títulos do Tesouro americano e das bolsas internacionais.

Para o agronegócio, esse ambiente é relevante porque mudanças em juros e câmbio nos Estados Unidos costumam repercutir sobre o fluxo financeiro para commodities, sobre a formação de preços internacionais e sobre a competitividade das exportações brasileiras. Também podem alterar o custo de insumos dolarizados, como fertilizantes e defensivos.

O levantamento divulgado nesta sexta-feira (22) não detalha, no material informado, os fatores específicos que levaram à piora do indicador em maio nem traz reação imediata de mercados ou setores produtivos.

Sem novos dados sobre atividade, emprego e inflação ao consumidor nos Estados Unidos, não há base suficiente para projetar mudança imediata de cenário. Ainda assim, a combinação entre menor confiança e expectativas inflacionárias mais altas tende a permanecer no radar de exportadores, indústrias e agentes ligados às commodities.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Comissão da Câmara debate demandas de trabalhadores rurais assalariados na terça-feira


Comissão da Câmara debate demandas de trabalhadores rurais assalariados na terça-feira

A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados realiza, na terça-feira (26), às 16h30, uma audiência pública para discutir as demandas dos trabalhadores rurais assalariados. A reunião ocorrerá em plenário ainda a ser definido. O debate foi solicitado pelo deputado Bohn Gass (PT-RS) e deve reunir representantes dos trabalhadores, do poder público e de entidades da sociedade civil.

Segundo a justificativa do requerimento, o foco da audiência será o mercado de trabalho rural assalariado. De acordo com o parlamentar, o Brasil tem atualmente 4 milhões de trabalhadores rurais assalariados. A audiência deve abordar temas como saúde e segurança no trabalho, combate ao trabalho análogo à escravidão, redução da informalidade, valorização da remuneração, igualdade de gênero e raça e fortalecimento da negociação coletiva.

O debate também deve contar com a apresentação de um documento da Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados e Assalariadas Rurais (Contar), com um resumo dos principais pontos defendidos pela entidade. O texto pode servir de base para discussões legislativas e para o detalhamento de demandas do segmento.

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A Câmara informou que a audiência será realizada em plenário ainda não definido. O material divulgado também menciona convidados para a reunião, mas a lista nominal não foi apresentada no conteúdo disponível até o momento.

Na prática, a discussão envolve aspectos regulatórios e operacionais do trabalho no campo. Questões relacionadas à formalização, segurança ocupacional e negociação coletiva têm conexão direta com a gestão de mão de obra em propriedades rurais e empresas ligadas à produção agropecuária. O tema também alcança cadeias produtivas que dependem de trabalhadores contratados em atividades permanentes ou sazonais.

Em declaração divulgada pela Câmara, Bohn Gass afirmou que o debate busca aprofundar o diálogo entre o Parlamento, os representantes dos trabalhadores, o poder público e entidades da sociedade civil, com o objetivo de qualificar o processo legislativo sobre o trabalho rural.

A audiência poderá indicar prioridades para futuras propostas legislativas ou ajustes em políticas públicas voltadas ao trabalho no campo. Até a realização da reunião, ainda não há detalhes adicionais sobre o plenário nem sobre a lista completa de participantes.

Fonte: camara.leg.br

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Frete marítimo de grãos nos Estados Unidos atinge maior nível em quase quatro anos


Dólar recua com Treasuries e petróleo, enquanto câmbio segue atento ao cenário interno

As tarifas de frete marítimo para embarques de grãos nos Estados Unidos alcançaram os maiores níveis em quase quatro anos, segundo relatório semanal de transporte de grãos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana encerrada em quarta-feira (14), o custo de envio do Golfo dos EUA para o Japão chegou a US$ 72,00 por tonelada, enquanto a tarifa do Noroeste Pacífico para o mesmo destino atingiu US$ 37,25 por tonelada.

De acordo com o USDA, o valor do frete a partir do Golfo foi o mais alto desde julho de 2022. Já a tarifa do Noroeste Pacífico alcançou o maior patamar desde agosto de 2022. Desde 1º de janeiro, o frete do Golfo acumulou alta de 44%, enquanto o do Noroeste Pacífico avançou 41%.

O relatório atribui a elevação à demanda aquecida por commodities transportadas a granel seco, como carvão, minério de ferro e grãos. Esse movimento amplia a disputa por navios no mercado internacional e pressiona os custos logísticos.

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Outro fator citado foi o preço do combustível marítimo. Em quinta-feira (15), o óleo combustível de muito baixo teor de enxofre, conhecido pela sigla em inglês VLSFO, foi cotado em US$ 919 por tonelada. Embora abaixo do pico de US$ 1.053 por tonelada registrado em 20 de março, o valor permanece acima dos US$ 538 observados em 27 de fevereiro.

A elevação do frete nos Estados Unidos altera a estrutura de custo de exportação de grãos e pode influenciar a competitividade entre origens no comércio internacional, especialmente em rotas para a Ásia. O relatório do USDA, no entanto, não detalha efeitos diretos sobre fluxos de embarque por produto nem apresenta estimativas adicionais para as próximas semanas.

No curto prazo, o comportamento das tarifas seguirá condicionado à demanda global por granéis secos e ao custo do bunker marítimo. Sem novos dados do USDA sobre volumes embarcados ou redistribuição de rotas, a extensão do impacto sobre o comércio global de grãos ainda depende da evolução desses dois fatores.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Entrada da safra de café pode ampliar pressão sobre preços em até 6 semanas


Safra de café 2026 pode chegar a 66,7 milhões de sacas, estima Conab

A entrada mais intensa da safra brasileira de café no mercado deve ocorrer nas próximas 4 a 6 semanas, período que pode ampliar a pressão sobre os preços internacionais, segundo avaliação da trading Comexim Group. A declaração foi feita nesta sexta-feira (22), em Santos (SP), após o encerramento do Seminário Internacional do Café, na quinta-feira (21). Apesar da expectativa de maior oferta, a empresa aponta estoques globais apertados e riscos climáticos e logísticos como fatores de sustentação das cotações.

Segundo Alex Perk, head de café na Europa da Comexim Group, parte das áreas brasileiras já está em colheita, enquanto outras ainda vão iniciar os trabalhos. De acordo com ele, o fluxo mais relevante da produção ao mercado consumidor deve se consolidar nas próximas semanas, o que tende a aumentar a disponibilidade do produto no exterior.

A trading estima a safra brasileira de café em 71 milhões de sacas no ciclo 2026/27. Desse total, cerca de 23 milhões de sacas seriam de conilon, enquanto o restante corresponderia a arábica. A projeção fica acima da estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), de 66,7 milhões de sacas.

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Mesmo com perspectiva de produção elevada, Perk afirmou que o mercado segue sustentado pelo baixo nível dos estoques globais. Ele também citou a entrada do inverno no Brasil, com risco de geada, como um fator que mantém a volatilidade. Segundo o executivo, a safra brasileira pode não ser suficiente para recompor integralmente o equilíbrio global entre oferta e demanda.

No cenário externo, a Comexim também monitora os possíveis efeitos do El Niño sobre a produção de robusta no Sudeste Asiático. Uma quebra nessa região, segundo Perk, pode deslocar demanda para o arábica brasileiro. Na logística, o executivo mencionou riscos no Estreito de Ormuz e no Porto de Santos, com possibilidade de impacto sobre embarques. Ele estimou ainda alta média de cerca de 30% nos custos de frete marítimo, energia e petróleo em meio à guerra envolvendo o Irã.

O quadro de curto prazo combina avanço da colheita brasileira com estoques reduzidos, risco climático e custos logísticos mais altos. Nesse cenário, a direção dos preços deve seguir condicionada ao ritmo de entrada da safra no mercado e à evolução das variáveis climáticas e de transporte, sem base adicional disponível para projeções mais detalhadas além das estimativas apresentadas pela trading.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & Agro

Cachaça mineira movimentou R$ 624 milhões em 2025


No Dia da Cachaça Mineira, celebrado nesta quinta-feira (21), o setor comemora resultados positivos em Minas Gerais. Levantamento da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento aponta que o estado mantém a liderança nacional na produção da bebida. Em 2025, a cadeia movimentou R$ 624,7 milhões, reforçando a importância econômica e cultural da cachaça para Minas Gerais.

Segundo a assessora técnica da Seapa, Maíra Ferman, o estudo apresenta um panorama atualizado da cadeia produtiva da bebida. “Um dos destaques é o peso das vendas para fora do estado: 54% do faturamento da cachaça mineira já ocorre no mercado interestadual e internacional, indicando avanço na inserção do produto em novos mercados”, analisa.

Além do faturamento, o setor também ampliou a arrecadação pública. Em 2025, a cadeia da cachaça gerou R$ 56,5 milhões em ICMS, reforçando sua participação na economia estadual.

De acordo com o relatório, o estado concentra 40% dos estabelecimentos produtores registrados no país, com 501 empreendimentos formais ligados à atividade. O dado reforça a presença da produção em diferentes regiões do estado e a tradição mineira no setor.

O relatório também aponta avanço da cachaça mineira no mercado externo. “Em 2025, os principais destinos das exportações incluem Uruguai, Estados Unidos e Itália, que juntos concentram parcela significativa das vendas internacionais. Esse movimento reforça o potencial do produto como ativo estratégico para a internacionalização do agronegócio mineiro”, destaca Maíra Ferman.

Outro dado destacado no levantamento é a geração de empregos. Segundo a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o setor mantém trajetória de crescimento nos últimos anos, com aumento no número de vínculos formais ligados à fabricação de aguardente de cana-de-açúcar.





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Maçã e laranja mantêm queda de preços no atacado em abril


Preços da maçã caem 8,06% no atacado em abril, aponta Conab

Os preços da maçã e da laranja seguiram em queda nas principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) do país em abril, segundo o 5º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado nesta quinta-feira (22) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Na média ponderada do mês, a maçã recuou 8,06% e a laranja, 0,98%, em um cenário influenciado principalmente pelo aumento da oferta.

De acordo com a Conab, a queda da maçã foi explicada pelo avanço da colheita da variedade fuji, o que elevou a disponibilidade da fruta nas Ceasas monitoradas. Em Goiás, os preços chegaram a ficar 35% menores. No caso da laranja, os menores valores foram registrados em Pernambuco, com recuo de 6,79%, e no Paraná, com baixa de 5,73%. Já o Rio de Janeiro apresentou alta de 6,07%, sem alterar a estabilidade observada na média dos últimos meses.

O levantamento também mostra movimentos distintos entre outras frutas. O mamão teve alta de 0,56%, associada à menor oferta da variedade papaia nas principais regiões produtoras. A banana subiu 1,97%, com aumento de oferta da variedade prata em Minas Gerais, principal estado fornecedor, combinado com demanda e escoamento melhores. A melancia registrou a maior alta entre as frutas, com avanço de 24,36% na média ponderada, puxado pela redução da oferta. As maiores variações ocorreram em Recife, com 45%, e Goiânia, com 44%.

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Entre as hortaliças, apenas a alface recuou, com baixa de 5,94% na média ponderada. Segundo a Conab, temperaturas mais amenas favoreceram produtividade e qualidade. No Rio de Janeiro, a queda foi de 19,11%, e em São Paulo, de 18,32%. Em sentido oposto, batata e tomate avançaram 12,53% e 12,55%, respectivamente, pressionados por menor oferta, transição de safras e efeitos climáticos. A cebola subiu 23,03%, enquanto a cenoura teve a maior alta entre as hortaliças, de 48,58%, com pressão da demanda sobre Minas Gerais, principal fornecedor.

Os dados da Conab indicam que a dinâmica de oferta segue como principal fator de formação de preços no atacado. Para produtores, atacadistas e varejo, o acompanhamento das próximas safras e do ritmo de abastecimento será determinante para avaliar a continuidade desses movimentos nos próximos meses.

Fonte: Estadão Conteúdo

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IBGE divulga edição de 2025 dos Indicadores Econômicos do Brasil


IBC-Br cai 0,67% em março e agropecuária recua 0,21%, informa BC

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (22) a nova edição do informativo “Indicadores Econômicos do Brasil – 2025”, com dados conjunturais sobre trabalho, produção agropecuária, indústria, comércio, serviços, preços e custos. A publicação consolida resultados de pesquisas mensais, trimestrais e semestrais realizadas ao longo de 2025 e apresenta um panorama da atividade econômica no país.

Segundo o IBGE, a economia brasileira cresceu 2,3% em 2025, no quinto ano seguido de expansão, embora abaixo dos 3,4% registrados em 2024. A agropecuária foi o principal vetor desse resultado, respondendo por cerca de um terço do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), com apoio de safras recordes de soja e milho.

De acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), a produção nacional de grãos alcançou 346,1 milhões de toneladas em 2025, alta de 18,2% sobre as 292,7 milhões de toneladas de 2024. O volume representa recorde da série histórica iniciada em 1975. O Instituto atribui o desempenho ao clima favorável, à expansão da área plantada e à melhor distribuição das chuvas.

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Na pecuária, o informativo aponta recordes nos abates de bovinos, suínos e frangos, conforme a Pesquisa Trimestral do Abate de Animais (PTAA). Também foram registrados os maiores volumes da série histórica na aquisição de leite e na produção de ovos de galinha.

O material ainda mostra um ambiente econômico de expansão moderada, sustentado pela agropecuária e pelas exportações, em um cenário externo marcado por juros elevados nos Estados Unidos, desaceleração da China e maior volatilidade geopolítica e comercial. No mercado interno, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 4,26% em 2025, abaixo dos 4,83% de 2024.

Para o setor produtivo, a consolidação desses dados em um único informativo facilita o acompanhamento de produção, renda, custos e preços. Segundo a pesquisadora Camila Vaz, da Diretoria de Pesquisas do IBGE, a publicação busca ampliar o acesso às informações e apoiar análises sobre a economia brasileira.

Os dados do IBGE reforçam o peso da agropecuária no desempenho econômico de 2025 e oferecem referência técnica para decisões de produção, comercialização e planejamento. A publicação não apresenta projeções para 2026, mas organiza indicadores que permitem monitorar, ao longo do ano, a evolução da atividade rural, dos preços e da demanda.

Fonte: agenciadenoticias.ibge.gov.br

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Massa de ar frio mantém tempo estável no Rio Grande do Sul no fim de semana


Massa de ar frio mantém tempo estável no Rio Grande do Sul no fim de semana

A massa de ar frio deve seguir influenciando o tempo em grande parte do Rio Grande do Sul entre esta sexta-feira (22) e o fim de semana, segundo o Boletim Integrado Agrometeorológico 21/2026. A previsão indica temperaturas baixas na maior parte do estado, com ausência de chuva significativa na maior parte das regiões e ocorrência pontual de precipitação em áreas da metade Norte e do litoral.

De acordo com o boletim, produzido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) em parceria com a Emater/RS-Ascar e o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), apenas uma pequena porção do Noroeste deve registrar chuva fraca a moderada e isolada nesta sexta-feira (22). Nas demais áreas, o tempo permanece estável.

No sábado (23) e no domingo (24), a circulação atmosférica deve favorecer o transporte de umidade para pontos da metade Norte e do litoral gaúcho. A tendência é de aumento da nebulosidade nessas regiões, com chuva pontual. Nas demais localidades, a previsão é de estabilidade e leve elevação das temperaturas.

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Entre segunda-feira (25) e terça-feira (26), esse transporte de umidade ainda pode provocar chuva fraca a moderada, principalmente na metade Norte e no litoral. Para a metade Sul, o boletim mantém a indicação de tempo estável e sem volumes expressivos. Na quarta-feira (27), a previsão é de retorno da estabilidade em praticamente todo o estado.

Os acumulados previstos ao longo da semana variam entre 0 e 50 milímetros, com pontos isolados da metade Norte podendo superar esse volume. Na metade Sul, não há previsão de acumulados significativos.

Com a chuva concentrada em áreas específicas e a manutenção do tempo firme em boa parte do estado, o cenário meteorológico serve de referência para o planejamento de atividades no campo, especialmente operações de manejo, deslocamento e monitoramento de lavouras e criações.

A orientação técnica é acompanhar as atualizações semanais do boletim agrometeorológico, já que a distribuição da chuva prevista é irregular e concentrada em parte do estado. Até o momento, as informações disponíveis indicam maior estabilidade sobre a metade Sul e precipitação de curta duração na metade Norte.

Fonte: agricultura.rs.gov.br

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Dólar sobe com tensão no Oriente Médio e atenção ao cenário fiscal


Dólar recua com Treasuries e petróleo, enquanto câmbio segue atento ao cenário interno

O dólar operava em alta nesta sexta-feira (22), acompanhando o fortalecimento da moeda americana no exterior, a elevação dos rendimentos curtos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos e a recuperação do petróleo após três sessões de queda. No mercado doméstico, investidores também acompanhavam a divulgação do relatório bimestral de receitas e despesas, prevista para as 15h, além de novas pesquisas eleitorais. O valor exato da cotação no momento citado não foi informado no conteúdo original.

No exterior, a ausência de um acordo entre Estados Unidos e Irã manteve a atenção dos agentes financeiros sobre o risco geopolítico. A Guarda Revolucionária iraniana informou ter coordenado e protegido a travessia de 35 embarcações comerciais pelo Estreito de Ormuz nas últimas 24 horas, em uma das principais rotas globais de petróleo. O avanço da commodity ocorre após três dias de queda e contribui para sustentar o dólar em nível mais alto.

A tensão regional também segue no radar com esforços diplomáticos do Paquistão entre Irã, Estados Unidos e Israel. Apesar das conversas, o conteúdo indica que a situação permanece instável, especialmente na região do estreito, ponto estratégico para o fluxo internacional de energia.

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No Brasil, o mercado aguardava o relatório bimestral de receitas e despesas da União, documento usado para avaliar o cumprimento das metas fiscais e a necessidade de bloqueios ou contingenciamentos. Também estavam no foco novas sondagens eleitorais. Pesquisa Apex/Futura divulgada nesta sexta-feira (22) mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente em cenários de primeiro e segundo turnos.

Para o agronegócio, a variação cambial tem efeito direto sobre a formação de preços de exportação e sobre custos atrelados ao mercado externo, como fertilizantes, defensivos, combustíveis e fretes. A alta do petróleo também é acompanhada de perto por seu potencial de influência sobre diesel, logística e despesas operacionais ao longo das cadeias produtivas.

O comportamento do câmbio ao longo do dia dependeria da leitura do mercado sobre o quadro fiscal doméstico e da evolução do risco geopolítico no exterior. Sem a divulgação, no conteúdo de origem, da cotação pontual do dólar e de estimativas de fechamento, não há base suficiente para projeção adicional além da manutenção da volatilidade no curto prazo.

Fonte: Estadão Conteúdo

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