terça-feira, junho 23, 2026

Autor: Redação

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Ministro da Agricultura anuncia avanços na renegociação de dívidas e novo Plano Safra


Em evento realizado em Brasília, o ministro da Agricultura, André de Paula, anunciou que o próximo Plano Safra terá como foco a redução das taxas de juros e a renegociação de dívidas dos produtores rurais. Embora ainda não tenha uma data definida para o anúncio do novo plano, o ministro expressou otimismo em relação às negociações em andamento.

Expectativas para o novo Plano Safra

André de Paula afirmou que o objetivo é apresentar um plano agrícola ainda mais robusto em comparação ao ano anterior, com um montante de recursos que atenda às necessidades do setor. O ministro destacou:

  • O plano deve incluir juros menores em relação ao ano passado.
  • O montante de recursos será discutido em conjunto com o Ministério da Fazenda.
  • As conversas com o Congresso Nacional têm avançado positivamente.

Renegociação de dívidas

O ministro também comentou sobre o projeto de renegociação de dívidas que está sendo discutido no Senado. Ele espera um acordo satisfatório entre os produtores e o Ministério da Fazenda, enfatizando a importância de:

  • Construir uma taxa de juros acessível para os produtores rurais.
  • Garantir que o volume de recursos seja compatível com a realidade do setor.
  • Trabalhar em soluções que atendam às dificuldades enfrentadas pelos agricultores.

Próximos passos

André de Paula indicou que a previsão para o anúncio do Plano Safra 2026/2027 deve ser definida até a metade de junho. Ele reiterou a importância de um plano que não apenas eleve os recursos, mas que também seja acessível aos produtores, visando fortalecer o agronegócio brasileiro.

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Fim da escala 6×1: proposta de emenda à Constituição gera polêmica


O relator da proposta de emenda à Constituição que extingue a escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada semanal sem diminuição salarial, deputado Léo Prates, apresentou parecer favorável na comissão especial da Câmara. No entanto, um pedido de vista adiou a votação da proposta, que busca consolidar um teto semanal de 40 horas e garantir dois dias de descanso.

Reunião com representantes do setor produtivo

Representantes de diversos setores produtivos se reuniram com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, solicitando mais tempo para a implementação da medida, com um cronograma mais extenso. Parlamentares da bancada do agronegócio se posicionaram contra a proposta nos moldes discutidos, apontando riscos de aumento da inflação e elevação nos custos de produção de alimentos.

Proposta de redução da jornada

A proposta prevê uma transição em duas etapas para a adoção da escala 5×2. Após 60 dias da promulgação da emenda, a jornada semanal passaria de 44 horas para 42 horas, com nova redução para 40 horas após um ano. Para profissionais com diploma de nível superior e remuneração mensal igual ou superior a duas vezes e meia o teto do regime geral de previdência social, será possível negociar regras próprias de organização do trabalho.

Impactos e preocupações do setor agro

Especialistas alertam para os impactos da proposta, especialmente em setores que utilizam intensivamente mão de obra, como saúde e construção civil. A proposta não prevê redução de custos trabalhistas, o que pode dificultar a adaptação das empresas. A diretora executiva da Sociedade Rural Brasileira destacou a necessidade de mais diálogo para discutir as especificidades do trabalho rural, que não são totalmente contempladas pela proposta.

Próximos passos na votação

A votação da proposta na comissão especial da Câmara deve ser retomada na quarta-feira, com a intenção do presidente Hugo Mota de levar o texto ao plenário até quinta-feira. A proposta, se aprovada, poderá trazer mudanças significativas nas relações de trabalho no Brasil.

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Produção de milho no Brasil deve alcançar 141,3 milhões de toneladas


A expectativa de produção de milho no Brasil para a próxima safra é de 141,3 milhões de toneladas, segundo atualização da Datagro. O analista Gabriel Bastos destacou que, apesar de uma leve redução em relação à safra anterior, o número é considerado relevante.

Impactos climáticos na produção

A revisão na expectativa de safra foi influenciada principalmente pelas condições climáticas em estados como Goiás e Mato Grosso do Sul, que apresentaram dificuldades no desenvolvimento do milho safrinha. Esses fatores devem impactar a produtividade.

Chuvas positivas em Mato Grosso

No entanto, a região Centro-Norte do Mato Grosso teve chuvas favoráveis, o que ajudou a mitigar a queda na expectativa de produtividade. Essa situação é vista como um fator positivo para o desenvolvimento do milho na região.

Aumento da demanda por etanol

Do lado da demanda, há uma expectativa de crescimento na produção de etanol de milho, impulsionada pelo aumento do número de usinas em operação, especialmente na região do Atopiba. Estima-se um possível déficit de 6 milhões de toneladas para a safra 2025/2026.

Exportações da Argentina

No cenário internacional, a Argentina registrou um volume recorde de exportações de milho em abril, totalizando 5,1 milhões de toneladas, com destaque para os mercados do Vietnã e Egito.

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Brasil se destaca no controle da influenza aviária em meio a crise global


Com o avanço da influenza aviária em países da Europa, o Brasil ganha destaque no mercado internacional pela força do seu controle sanitário nas granjas. Enquanto a Holanda e outros países enfrentam abates em massa para conter o vírus, o setor avícola brasileiro reforça a imagem de segurança e qualidade na produção nacional.

Casos na Europa

Os novos casos de influenza aviária na Holanda acenderam o alerta sanitário na Europa. Na província de Frizland, cerca de 80.000 frangos foram abatidos após a confirmação da doença em uma granja comercial. Dias antes, outras 55.000 aves já haviam sido eliminadas em Flavoland para conter o avanço do vírus.

Controle Sanitário Brasileiro

O cenário europeu reforça a preocupação mundial com a gripe aviária e destaca o Brasil entre os países com maior controle sanitário na avicultura. Os principais pontos incluem:

  • O Brasil teve apenas um foco de influenza viária de alta patogenicidade em granja comercial.
  • O país se destaca na capacidade de proteger suas granjas e o plantel comercial.
  • A expectativa é de grandes quantidades de carne de frango sendo exportadas.

Expectativas Futuras

A percepção é que a carne brasileira possui um selo de qualidade adicional, atrelado à resiliência sanitária do país. O trabalho estruturado e planejado no controle da influenza aviária traz resultados favoráveis para as exportações brasileiras, especialmente em um contexto global onde países como os Estados Unidos e a União Europeia enfrentam dificuldades para conter a doença.

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Setor avícola discute mudanças na escala 6×1 e biosseguridade


O setor avícola brasileiro se mobiliza para discutir mudanças significativas que podem impactar a produção e o mercado. Recentemente, o presidente executivo da ASGAV, José Eduardo dos Santos, se reuniu com o diretor de relações institucionais da BPA, Marcelo Osório, para abordar temas cruciais para a cadeia produtiva.

Mudanças na escala 6×1

Um dos principais assuntos em pauta foi a proposta de alteração na escala de trabalho 6×1, que está sendo debatida no Congresso Nacional. As entidades expressaram preocupações sobre os possíveis impactos dessa mudança, que pode afetar a competitividade do setor. Entre os pontos destacados estão:

  • Redução da jornada de trabalho e suas implicações na mão de obra.
  • Necessidade de ajustes para atender às demandas do mercado interno e externo.
  • Preocupações com o preenchimento de atividades essenciais para a produção.

Dia Nacional da Biosseguridade

Outro tema relevante discutido foi a proposta de criação do Dia Nacional da Biosseguridade na produção animal, a ser celebrado em 25 de outubro. Essa iniciativa visa:

  • Reforçar a importância da prevenção sanitária.
  • Proteger a produção animal brasileira contra enfermidades.
  • Desenvolver políticas públicas para fortalecer as ações de biosseguridade.

Desafios das exportações

O setor também enfrenta desafios relacionados às exportações, especialmente após o comunicado da União Europeia sobre a possível suspensão das exportações de proteína animal do Brasil a partir de 3 de setembro. As entidades destacaram a importância de:

  • Comprovar a redução do uso de antimicrobianos e antibióticos.
  • Manter a competitividade no mercado internacional.
  • Garantir a segurança alimentar e o status sanitário do Brasil.

As discussões refletem a necessidade de articulação entre as entidades do setor e os órgãos governamentais para enfrentar os desafios e garantir a sustentabilidade da avicultura brasileira.

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AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas favorecem soja 2026 em Roraima, mas El Niño preocupa


De acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia, o calendário de cultivo da soja em Roraima apresenta características distintas em relação ao restante do país por coincidir com a estação chuvosa da região. A condição climática, marcada pela regularidade das precipitações, garante maior segurança produtiva e estabilidade no rendimento das lavouras. O zoneamento agrícola para a cultura no estado começou no fim de março e segue até meados de junho, período considerado mais adequado devido às condições favoráveis de chuva.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, o cenário da safra 2026 tem sido positivo até o momento. Desde o início da janela recomendada para semeadura, o estado registra chuvas frequentes e, em alguns períodos, volumes expressivos de precipitação, favorecendo a emergência das plantas e a formação adequada do estande. O levantamento aponta ainda que as perdas observadas até agora permanecem reduzidas, reflexo da regularidade das chuvas, da ausência de deficiência hídrica e das temperaturas consideradas favoráveis ao desenvolvimento da cultura.

Nas próximas semanas, as lavouras devem entrar em fases de maior demanda hídrica, tornando a manutenção das chuvas um fator decisivo para o desempenho produtivo. Conforme o Instituto Nacional de Meteorologia, a estação chuvosa em Roraima é influenciada principalmente pela Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), cuja posição mais ao sul entre abril e agosto favorece chuvas intensas e persistentes. Historicamente, junho e julho representam o pico da estação chuvosa, com acumulados que frequentemente superam 250 milímetros, volumes considerados suficientes para atender à demanda hídrica da soja quando distribuídos de forma equilibrada ao longo do ciclo. A partir de agosto, porém, o deslocamento sazonal da ZCIT para latitudes mais ao norte reduz gradativamente as precipitações, elevando o risco de déficit hídrico em áreas de plantio tardio.

O relatório alerta, no entanto, que a estabilidade produtiva da safra pode ser comprometida pela atuação do fenômeno El Niño. O aquecimento anômalo das águas do Pacífico Equatorial altera a circulação atmosférica tropical e provoca redução e irregularidade das chuvas na porção norte da Amazônia durante a primavera e o verão. Esse cenário tende a antecipar o fim da estação chuvosa e aumentar o risco de secas severas, afetando diretamente o suprimento hídrico necessário ao desenvolvimento da soja e ampliando a possibilidade de perdas nas lavouras.

A previsão climática elaborada em conjunto pelo Instituto Nacional de Meteorologia, Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos e Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos indica que, entre junho e agosto, os volumes de chuva podem ficar até 50 milímetros abaixo da média climatológica em Roraima. O cenário reforça a preocupação com as fases de maior exigência hídrica da cultura.

Diante desse quadro, os órgãos meteorológicos recomendam atenção redobrada ao planejamento das atividades agrícolas no estado. A orientação é para que produtores acompanhem continuamente as atualizações climáticas e meteorológicas, utilizando as informações como suporte à tomada de decisões no manejo das lavouras, na redução de riscos operacionais e na organização das operações de campo.





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Chuva dá trégua e tempo firme predomina em grande parte do Brasil


Após uma terça-feira marcada por intensas chuvas, especialmente na região sul do Brasil, a previsão do tempo para esta quarta-feira indica um cenário de tempo firme em grande parte do país. Segundo o meteorologista João Nogueira, as condições climáticas devem se estabilizar, proporcionando um dia de sol e calor em diversas localidades.

Condições gerais do tempo

O tempo firme se estende desde o Rio Grande do Sul até o estado do Pará, com exceções em algumas áreas que ainda podem registrar chuvas. As regiões afetadas incluem:

  • Litoral do Nordeste, devido a ventos marítimos.
  • Estado do Amazonas, sob influência da zona de convergência intertropical.

Previsão para Altamira

Em Altamira, no Pará, a previsão aponta para uma queda na temperatura na transição de maio para junho, com chuvas esperadas entre os dias 27 e 31 de maio. Essas chuvas são consideradas benéficas para as lavouras de cacau da região.

Expectativas para junho

Entre os dias 1 e 5 de junho, as chuvas devem retornar para o Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, enquanto de 6 a 10 de junho, a intensidade das chuvas aumentará, especialmente no estado do Paraná.

Temperaturas nas capitais

As temperaturas mínimas e máximas para esta quarta-feira são as seguintes:

  • Vitória: mínima de 19°C, máxima de 31°C.
  • Porto Alegre: mínima de 14°C, máxima de 19°C.
  • Porto Velho: mínima de 22°C, máxima de 33°C.

Essas capitais devem ter um dia de sol entre nuvens, com promessas de tempo abafado em algumas regiões.

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Região do Espírito Santo deve enfrentar seca nos próximos meses


A região serrana do Espírito Santo, especialmente Venda Nova do Imigrante, deve enfrentar um período de seca nos próximos meses, com chuvas escassas previstas até outubro. A informação foi divulgada por especialistas em meteorologia, que alertam para a escassez de precipitações durante o inverno.

Previsão de chuvas

De acordo com os modelos meteorológicos, a previsão para os próximos três meses é de:

  • Chuvas bastante escassas na região.
  • Precipitações de 35 mm nos próximos 30 dias.
  • Entre 27 de junho e 27 de julho, a previsão é de 39 mm.
  • Em agosto, a expectativa é de 45 mm.

Esses volumes de chuva não são suficientes para atender às necessidades agrícolas da região, especialmente para os produtores de tomate.

Expectativa para o futuro

A boa notícia é que o período chuvoso em Venda Nova do Imigrante deve se iniciar em outubro, com intensificação em novembro. Essa mudança é esperada para trazer alívio aos agricultores locais, que dependem da água para suas plantações.

Todo esse cenário é considerado comum para esta época do ano, mas a falta de chuvas pode impactar a produção agrícola se persistir.

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Relação de troca entre boi gordo e milho melhora 3% em maio


A relação de troca entre boi gordo e milho apresentou uma melhora de 3% em maio, conforme dados divulgados pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA). O boi gordo a prazo foi negociado em média a R$ 348, uma baixa de 2,01% em relação ao mês anterior, devido ao aumento da oferta de animais.

Preços do milho e do boi gordo

O preço do milho foi cotado a R$ 43 por saca, apresentando um recuo mensal de 4,93%. Esse movimento é atribuído ao avanço da colheita e à maior disponibilidade do grão no mercado.

Dados adicionais sobre a moagem de trigo

A moagem total de trigo no Brasil ultrapassou 13,2 milhões de toneladas em 2025, um aumento de 0,6% em relação ao ano anterior, conforme pesquisa divulgada pela Abitrigo. O acréscimo foi de 76.000 toneladas, indicando um ambiente de consumo sustentado pela oferta da indústria ao varejo e ao setor de alimentos.

Medidas do governo sobre combustíveis

Em outra frente, um decreto do presidente Lula instituiu uma subvenção de 44 centavos por litro da gasolina, em resposta à alta dos combustíveis, que está associada à valorização do petróleo no mercado internacional. O pagamento será realizado diretamente a produtores e importadores pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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CAE aprova projeto que amplia uso de fundos regionais para inovação


CAE aprova projeto que amplia uso de fundos regionais para inovação

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) aprovou, nesta terça-feira (26), o Projeto de Lei 5.451/2019, que autoriza o uso de recursos dos fundos constitucionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste em pesquisa, desenvolvimento e inovação. A proposta altera a legislação dos fundos e amplia o rol de beneficiários. O texto segue agora para análise da Comissão de Desenvolvimento Regional (CDR).

Pela proposta, os recursos dos fundos, tradicionalmente voltados ao financiamento de atividades produtivas, também poderão ser destinados a incubadoras, parques tecnológicos, instituições científicas e projetos desenvolvidos em parceria entre empresas e centros de pesquisa. O projeto é de autoria do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) e teve parecer favorável do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), com leitura na comissão pelo senador Jaime Bagattoli (PL-RO).

O relatório aprovado retirou a previsão original de reserva mínima obrigatória de recursos para inovação. Com isso, o incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico passa a constar como diretriz de aplicação dos fundos, sem percentual fixo. Segundo o texto em tramitação, a mudança busca dar maior flexibilidade à destinação dos financiamentos.

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A proposta também amplia o número de possíveis tomadores de crédito e apoio financeiro, incluindo instituições científicas, incubadoras, parques tecnológicos e iniciativas realizadas em cooperação entre setor público e iniciativa privada. O conteúdo disponível não detalha valores, percentuais de alocação nem critérios setoriais específicos para agropecuária, indústria ou serviços.

Para o público do Canal Rural, a matéria tem relação com política pública de crédito e inovação em regiões com forte presença de cadeias agropecuárias e agroindustriais, especialmente no Centro-Oeste e em áreas do Matopiba. Se o texto avançar sem restrições setoriais adicionais, produtores, cooperativas, agroindústrias e centros de pesquisa poderão disputar recursos ao lado de outros segmentos econômicos, a depender da regulamentação e das linhas operacionais dos fundos.

O alcance prático da medida ainda dependerá da tramitação no Senado e, em caso de aprovação final, da regulamentação sobre elegibilidade e operação dos financiamentos. Até o momento, o projeto cria a possibilidade legal de uso dos fundos para inovação, mas não define volume mínimo de recursos nem prioridade obrigatória para setores específicos.

Fonte: agencia.fpagropecuaria.org.br

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